Grupo E - Surdez Profunda-BA_01

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Slides construídos para o Curso de Especialização em Tecnologias em Educação por Andréa, Elciene, Juciélia e Andresa.

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Grupo E - Surdez Profunda-BA_01

  1. 1. SURDEZ PROFUNDA Andrea Trindade de Lima Carvalho ( [email_address] ) Andresa de Oliveira Leite ( [email_address] ) Elciene Alves Ferreira de Oliveira ( [email_address] ) Juciélia Rodrigues Ferreira ( [email_address] )
  2. 2. Relato de um Surdo Marcelo Faccini <ul><li>Há tanta coisa que queria dizer, Há tanta coisa que queria saber, mas é tão difícil entender! Como gostaria de poder explicar o que sinto, desabafar e você entender, mas gostaria de fazer tudo isso de um modo mais fácil, não com as mãos para me ajudarem, fazendo assim ó... não é fácil.   </li></ul>
  3. 3. Relato de um Surdo Marcelo Faccini Às vezes faço isso em sua frente e você nem percebe, será que é tão difícil assim para você? Afinal, você é perfeito, sabe tudo, você é maravilhoso! Você tem tudo o que eu gostaria de ter... Eu vivo na escuridão, no pesadelo, no mundo dos sonhos e das ilusões. Falo até pelo silêncio!
  4. 4. Relato de um Surdo Marcelo Faccini <ul><li>Sabia que seu mundo é colorido e você nem percebe? Sabe por quê? Porque você não dá valor ao que tem. Se você vivesse num abismo como eu, sentiria isso e veria o quanto eu sofro por ver você com tudo o que tem, reclamar da vida, dizer que sofre, que não é fácil ser feliz! Se você acha que não é feliz, troque comigo, pois um só momento de sua vida, um segundo, será uma eternidade para mim. </li></ul>
  5. 5. Relato de um Surdo Marcelo Faccini <ul><li>Quer saber quem sou eu? O que sinto, o que penso? É fácil, viva em ilusões, imagine coisas que você ache que ninguém poderia imaginar. Sabe quando você sonha com nada? Quando é só escuro? Quando não tem som algum?!! Eu sou assim todo dia. Quer sentir o que sinto? </li></ul><ul><li>(...) </li></ul><ul><li>Esta carta eu ofereço a todos, ouvintes e surdos! </li></ul>
  6. 6. O PROCESSO EDUCACIONAL A inclusão do aluno com surdez profunda na Unidade Escolar
  7. 7. PERFIL DO ALUNO <ul><li>Idade: 10 anos </li></ul><ul><li>Série: 4ª.Série do Ensino Fundamental </li></ul><ul><li>Sexo: Masculino </li></ul><ul><li>Dificuldades Específicas: Não conhece a Língua Portuguesa e não oralizado. </li></ul><ul><li>Deficiência: Surdez profunda </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Os alunos com deficiência sempre ficaram, na escola, separados dos demais alunos, e agora, porque “inventaram” de colocá-los na mesma sala de aula? </li></ul><ul><li>O que eu, professor, vou fazer com os alunos com deficiência em minha sala, se nunca fui preparado para trabalhar com eles? </li></ul><ul><li>Ter um aluno com necessidades educacionais especiais na sala regular não vai prejudicar os demais alunos? </li></ul><ul><li>Como posso ensinar um aluno com necessidades educacionais especiais enquanto tenho outras dezenas de alunos sem deficiência de quem dar conta na sala de aula? </li></ul><ul><li>Como ensinar a um aluno surdo? </li></ul>A IMPORTÂNCIA DA PREPARAÇÃO PRÉVIA DO PROFESSOR
  9. 9. <ul><li>Conhecer a surdez ; </li></ul><ul><li>Conhecer a língua de sinais e outras formas de comunicação visual; </li></ul><ul><li>A Língua de Sinais X Língua Portuguesa; </li></ul><ul><li>Adequar as formas de avaliação; </li></ul><ul><li>Promover a interação social; </li></ul><ul><li>Sensibilizar e conscientizar seus alunos quanto à convivência na diversidade, enfatizando a importância das diferenças entre indivíduos; </li></ul><ul><li>Discutir com os alunos comportamentos como: rejeição e superproteção; </li></ul><ul><li>Implementar as Adaptações Curriculares de Pequeno Porte que são de sua competência. </li></ul><ul><li>Envolver a família no processo de ensino e aprendizagem do aluno surdo. </li></ul>O PROFESSOR: COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES
  10. 10. O PROFESSOR: COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES <ul><li>Ler laudos médicos (fonoaudiólogo, psicopedagoga, terapeuta, etc.); </li></ul><ul><li>Observar os conhecimentos prévios que o aluno traz consigo para favorecer atividades de aprendizagem. </li></ul>Diagnóstico das condições do aluno
  11. 11. Adaptação do aluno à Sala de Aula <ul><li>Diminuição do número de alunos em sala; </li></ul><ul><li>Informar a comunidade escolar sobre as diferenças relativas à surdez, suas especificidades e a língua de sinais; </li></ul><ul><li>Refletir sobre a necessidade de utilizar a língua de sinais no processo educacional; </li></ul><ul><li>Dispor de serviços de apoio educacional especializados e de Intérprete para mediar a comunicação professor-aluno-professor; </li></ul><ul><li>Posicionar o aluno na sala de aula de forma que possa ver os movimentos do rosto do professor e seus colegas; </li></ul><ul><li>Entre outros... </li></ul>O PROFESSOR: COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES
  12. 12. Adaptações físicas da sala de aula <ul><li>Etiquetar todo espaço em língua de sinais (alfabeto X sinal); </li></ul><ul><li>Posicionar as carteiras em semicírculo, para que o aluno possa ter contato visual com o professor e os colegas. </li></ul>O PROFESSOR: COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES
  13. 13. Trabalhos cooperativos com outros alunos <ul><li>Organizar atividade em pequenos grupos para estimular a cooperação e comunicação entre os alunos; </li></ul><ul><li>Motivar toda a classe para a aprendizagem da língua de sinais, no sentido de promover uma integração mais efetiva com a criança surda. </li></ul>O PROFESSOR: COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES
  14. 14. Exercícios e Provas <ul><li>Modificação do nível de complexidade das atividades; </li></ul><ul><li>Eliminação de componentes da tarefa; </li></ul><ul><li>Seqüência de tarefas; </li></ul><ul><li>Reelaboração do plano de ensino; </li></ul><ul><li>Adaptações de materiais; </li></ul>O PROFESSOR: COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES
  15. 15. <ul><li>Artefatos tecnológicos necessários </li></ul><ul><li>O aluno com surdez profunda, geralmente, só consegue se beneficiar dos artefatos tecnológicos, com mais eficácia, quando sabe ler e escrever. Entretanto, será preciso uma atividade educacional muito demorada e um esforço enorme para um surdo de nascença ler e escrever com fluência e correção. </li></ul><ul><li>A tecnologia para deficientes auditivos ainda está na sua infância, além disso, a maioria destes artefatos tecnológicos são mais adequados para o uso doméstico, podendo ser usados, eventualmente, na Escola, são eles: </li></ul><ul><li>Os dispositivos de ampliação sonora , cujo objetivo é fazer a criança usar sua audição residual para que assim elas possam desenvolver ou manter sua oralidade. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>O TDD - sistema de comunicação telefônica digital onde surdos podem comunicar-se com outras pessoas escrevendo suas mensagens em um teclado e visualizando em um pequena tela de mensagens que lhes são enviadas. </li></ul><ul><li>Mensagens SMS - serviço de envio de mensagens curtas via celular. Tem um custo muito alto. </li></ul><ul><li>Closed captioning ou legenda oculta é um sistema de transmissão de legenda via sinal de televisão. </li></ul><ul><li>O uso convencional da Internet : acesso a informações  visuais o que de certa forma favorece o seu crescimento cultural e amplia  o seu entendimento do mundo. </li></ul><ul><li>Chat com Webcam é vantagoso para o surdo pois permite a comunicação em LIBRAS a distancia. </li></ul><ul><li>Existem ainda os programas para auxilio à oralização , disponíveis em diversos programas de computadores, que visam fornecer uma realimentação visual da voz em tempo real. </li></ul>Artefatos tecnológicos necessários
  17. 17. ENTRAVES AO DESENVOLVIMENTO DIDÁTICO DEVIDO À DEFICIÊNCIA <ul><li>O ensino da língua (escrita) para surdos não deveria estar desvinculado do uso da linguagem. Os exercícios de linguagem poderiam constituir um momento de produção e significação, tornando o indivíduo imbuído do fenômeno social da interação. Nessa lógica, estariam presentes as condições de produção e significação, de representação do interlocutor, e o valor social da linguagem. </li></ul><ul><li>As dificuldades dos surdos acontecem pelo fato de as línguas orais serem as únicas utilizadas pela grande maioria das comunidades, não havendo, no caso do surdo, a possibilidade de adquiri-las espontaneamente. A qualidade comunicativa dos surdos e a constituição do pensamento estão nas mãos (e em todo esquema corporal), pois eles podem executar com perfeição o mesmo papel atribuído ao sistema fonador por meio da língua de sinais. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>A linguagem é posta como núcleo do problema em que se encontram as particularidades do desenvolvimento da criança. A falta de linguagem é um entrave na aprendizagem do aluno surdo. É preciso destacar que o surdo, antes de ter dificuldades na escola, apresenta dificuldades de aquisição da língua. Suas dificuldades em quaisquer disciplinas estão relacionadas às estruturas lingüísticas pouco desenvolvidas (pela dificuldade de acesso à “língua oral”, ou mesmo à “língua de sinais”), repercutindo na sua educação de modo geral. </li></ul><ul><li>O Bilingüismo defende que o surdo deve adquirir como língua materna a língua de sinais, que é considerada a língua natural dos surdos e, como Segunda língua, a língua oficial de seu país.  A surdez deve ser diagnosticada o mais cedo possível. As crianças surdas precisam ser postas em contato primeiro com pessoas fluentes na língua de sinais, sejam seus pais, professores ou outros. Assim que a comunicação por sinais for aprendida, e ela pode ser fluente aos três anos de idade, tudo então pode decorrer: livre intercurso de pensamento, livre fluxo de informações, aprendizado da leitura e escrita e, talvez, da fala. Não há indícios de que o uso de uma língua de sinais iniba a aquisição da fala. </li></ul>ENTRAVES AO DESENVOLVIMENTO DIDÁTICO DEVIDO À DEFICIÊNCIA
  19. 19. A GESTÃO ESCOLAR E SUAS ATRIBUIÇÕES <ul><li>Promover atividades como palestras, projeção de filmes, discussão sobre material áudio-visual, etc., no sentido de sensibilizar e conscientizar alunos, professores, famílias e comunidade quanto a importância da convivência na diversidade, valorizando as pessoas, independente de suas diferenças e singularidades; </li></ul><ul><li>Mapear o conjunto de necessidades educacionais especiais presentes na unidade, e em cada sala; </li></ul><ul><li>Conhecer o perfil de seu aluno e buscar atender as suas necessidades; </li></ul><ul><li>Providenciar o suporte técnico-científico de que os professores necessitam (convênios); </li></ul><ul><li>Planejar o envolvimento das famílias e da comunidade no processo de construção da inclusão em sua unidade escolar; </li></ul>
  20. 20. A ESCOLA INTERAGINDO COM A FAMÍLIA DO ALUNO <ul><li>A Unidade Escolar, através de seus gestores e professores, deve sensibilizar e envolver os pais para participarem da vida da escola, mantendo-se próximos do cotidiano dos alunos e professores. </li></ul><ul><li>O professor deve orientar os pais para que acompanhem o processo de escolarização de seu filho; </li></ul><ul><li>Os pais devem compartilhar com a equipe escolar informações quanto a particularidades que lhe seja importante conhecer, como: medicação, dosagem, sinais de comunicação, etc; </li></ul>
  21. 21. A FAMÍLIA DO ALUNO: SUAS ATRIBUIÇÕES NA INTERAÇÃO COM A ESCOLA <ul><li>Na etapa de início de escolarização, compete aos pais possibilitar </li></ul><ul><li>à criança surda: </li></ul><ul><li>Segurança – aceitação e crença nas potencialidades da criança por parte dos familiares; </li></ul><ul><li>Carinho – necessidade de contato afetivo adequado para o estabelecimento de comunicação com outras pessoas; </li></ul><ul><li>Comunicação – desde o nascimento, os pais devem estabelecer comunicação com o filho surdo, sem se deixar bloquear pela surdez, sendo assim, um elemento facilitador do processo de desenvolvimento da comunicação do surdo; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento psicossocial – pais, ajudados pelos professores, devem educar a criança para que tenham um comportamento socialmente adequado. </li></ul><ul><li>Integração – as crianças surdas têm direito de participar da vida familiar, de uma escola comum e da comunidade, mesmo que cada um desses momentos mereça uma atenção diferenciada às suas necessidades especiais. </li></ul>
  22. 22. ACOLHIMENTO <ul><li>Para lidarmos com deficientes auditivos, em determinados aspectos, somos muito limitados. Entretanto, a comunicação não se dá apenas pela fala, há muitas maneiras de nos fazermos entender, e não é difícil levar ao conhecimento de alguém que nós o valorizamos e que ele é bem vindo ao nosso convívio. </li></ul><ul><li>Portanto, toda a comunidade educacional deve estar preparada para acolher um aluno com deficiência, fazendo do ambiente educacional um espaço cidadão e inclusivo. </li></ul>
  23. 23. Considerações Importantes SURDEZ
  24. 24. O QUE É SURDEZ? <ul><li>De acordo com o BRASIL/MEC/SEESP (1994), é considerado surdo o indivíduo que possui audição não funcional na vida comum, e parcialmente surdo àquele que, mesmo com a perda auditiva, possui audição funcional com ou sem prótese.”(OLIVEIRA) </li></ul><ul><li>  A deficiência auditiva pode ser congênita , quando ocorre antes do nascimento ou durante o parto; e adquirida quando ocorre após o nascimento. </li></ul>
  25. 25. LIBRAS <ul><li>LIBRAS é a sigla da Língua Brasileira de Sinais. É a língua natural da comunidade surda. </li></ul><ul><li>LIBRAS não são mímicas e gestos soltos, ela é utilizada pelos surdos para facilitar a comunicação. </li></ul><ul><li>É uma língua com estrutura gramatical própria. </li></ul>
  26. 26. COMO RECONHECER A SURDEZ? <ul><li>Não reage a sons ambientais fortes, toques de campainha, batidos de porta; </li></ul><ul><li>Vira o ouvido melhor em direção a fonte sonora; </li></ul><ul><li>Ouve rádio, TV em altura acima do normal; </li></ul><ul><li>Possui dificuldade de compreensão da linguagem oral; </li></ul><ul><li>Apresenta atraso no desenvolvimento da fala; </li></ul><ul><li>Fala em voz muito alta; </li></ul><ul><li>Troca ou omite fonemas na fala ou na escrita; </li></ul><ul><li>É considerada distraída ou desatenta; </li></ul>
  27. 27. Do ponto de vista educacional os dois grupos de DA podem ser subdivididos: <ul><li>1. GRUPO DOS PARCIALMENTE SURDOS: </li></ul><ul><li>a)     O aluno com surdez leve apresenta uma perda auditiva de até 40 dB – isso pode causar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura/escrita, mas não impede a aquisição normal da linguagem. </li></ul><ul><li>b)     O aluno com surdez moderada apresenta uma perda auditiva de 40 a 70 dB – é possível identificar as palavras mais significativas quando a voz é de certa intensidade e se não houver ruído no ambiente. Entretanto, o aluno tem dificuldade de compreender certos termos e frases gramaticais complexas. </li></ul><ul><li>2. GRUPO DOS SURDOS: </li></ul><ul><li>c)     O aluno com surdez severa apresenta uma perda auditiva entre 70 e 90 dB – essa perda permite a identificação de alguns ruídos familiares e apenas a percepção da voz de timbre mais forte. A compreensão verbal até pode ser possível, dependendo da utilização da percepção visual e da observação do contexto das situações. </li></ul><ul><li>d)     O aluno com surdez profunda apresenta perda auditiva superior a 90 dB – essa perda é muito grave e pode privar o indivíduo da percepção e identificação da voz humana, impedindo, portanto, a aquisição natural da linguagem oral. </li></ul><ul><li>1 </li></ul>
  28. 28. As três grandes correntes filosóficas: <ul><li>Dorziat (1997, p13) apud Oliveira, coloca que &quot;apesar das diferentes opiniões que dividem e subdividem as metodologias específicas ao ensino de surdos, em termos de pressupostos básicos, existem a do Oralismo, da Comunicação Total e do Bilingüismo&quot;. </li></ul><ul><li>O Oralismo visa a integração dos surdos, na comunidade dos ouvintes, condicionando-os ao aprendizado e desenvolvimento da linguagem oral. </li></ul><ul><li>A Comunicação Total inclui todo o espectro dos mudos lingüísticos: gestos criados pelas crianças, línguas de sinais, fala, leitura oral-facial, alfabeto manual, leitura e escrita. (...) </li></ul><ul><li>O Bilingüismo tem como pressuposto básico que o surdo deve ser Bilíngüe, ou seja, deve adquirir como língua materna a língua de sinais, que é considerada natural dos surdos e, como segunda língua, a língua oficial de seu país. </li></ul>
  29. 29. COMO ABORDAR UMA PESSOA SURDA? <ul><li>Ao falar com um surdo você deve: </li></ul><ul><li>entrar em seu campo visual; </li></ul><ul><li>posicionar-se em frente dele; </li></ul><ul><li>deixar a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial; </li></ul><ul><li>não segurar objetos em frente à boca; </li></ul><ul><li>falar de maneira clara, pronunciando bem as palavras, sem exageros; </li></ul><ul><li>Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar a conversa. </li></ul>
  30. 30. COMO ABORDAR UMA PESSOA SURDA? <ul><li>Seja expressivo, o surdo não pode ouvir as mudanças sutis de tom de voz que indicam os sentimentos; </li></ul><ul><li>Expressões faciais, gestos e o movimento do corpo são excelentes indicações do que você quer dizer – lembre-se “o corpo fala”; </li></ul><ul><li>Mantenha sempre o contato visual; </li></ul><ul><li>No caso de um surdo oralizado, e você tiver dificuldade de compreender o que ele está falando, não se acanhe em pedir para que repita; </li></ul>
  31. 31. <ul><li>CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO </li></ul><ul><li>TURMA: BA - 01 </li></ul><ul><li>GRUPO E – SURDEZ PROFUNDA </li></ul><ul><li>Andrea Trindade de Lima Carvalho ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Andresa de Oliveira Leite ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Elciene Alves Ferreira de Oliveira ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Juciélia Rodrigues Ferreira ( [email_address] </li></ul><ul><li>TUTORA: MARIA VITORIA CAMPOS MAMEDE MAIA </li></ul><ul><li>DISCIPLINA: SEMINÁRIO - INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS – SENSIBILIZAÇÃO </li></ul>
  32. 32. Vamos conhecer o Alfabeto Manual?
  33. 60. Vamos conhecer os Números?

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