O documento discute o problema da demarcação entre ciência e não-ciência segundo a perspectiva de Karl Popper. Popper defendia que a falseabilidade, e não a verificabilidade, é o critério que distingue a ciência, pois as teorias científicas devem estar abertas à possibilidade de serem refutadas. Exemplos históricos como a cosmologia de Copérnico e Kepler ilustram como conjecturas ousadas que podem ser testadas e refutadas caracterizam o método científico.