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Emergências
Pediátricas e
Geriátricas
Paracatu – MG
2017
Curso de Graduação em Fisioterapia
4° Período
Prof. Esp. Adolfo Medeiros Pessoa
Emergências
Pediátricas e
Geriátricas
Principais tipos de
acidentes envolvendo
crianças e idosos,
intervenções de
emergência relacionadas
à idosos e crianças.
• Carolina Hashimoto
• Isadora Clara
• Leticia Prates
• Liliane Santos
• Mikaelly Ferreira
• Rubia Cristina
• Welisson Porto
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 2
Introdução
Os acidentes na infância são geralmente, ocasionados por um conjunto de fatores que tornam
mais ou menos previsível alguns acidentes que poderiam ser evitados em diversas vezes, não
acontecendo, portanto, ao acaso. Assim, certificasse que os acidentes têm contribuído para
elevar a taxa de mortalidade infantil, pois, além de estarem intimamente relacionados a própria
fase da infância, também refletem, muitas vezes, a falta de atenção dos familiares com a criança
e o desconhecimento dos diversos fatores de risco que estão presentes no cotidiano da criança e
como consequência podem desencadear na vítima simples lesões físicas, como até complexos
problemas psicológicos, O tipo de lesão e circunstâncias que envolvem o acidente está
diretamente relacionado ao crescimento normal e os comportamentos próprios do
desenvolvimento da criança. À medida que a elas vão se desenvolvendo, a sua curiosidade a
impede de investigar as atividades e a imitar o comportamento de outras crianças e até mesmo
dos adultos. O estágio de desenvolvimento da criança determina, na maioria das vezes, os tipos
de acidentes mais prováveis de ocorrer em uma faixa etária, específica e desta forma, fornece
indicações de medidas preventivas que poderiam ser evitadas como queimaduras, choque
elétrico, afogamento entres outros acidentes. (ARAÚJO,2016).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 3
Introdução
Os idosos também tendem a apresentar uma certa dificuldade ao longo do tempo dificultando
assim atividades simples do dia a dia, os idosos tendem a apresentar capacidades regenerativas
decrescentes o que pode levar, por exemplo, à fragilidade, um processo de crescente
vulnerabilidade, predisposição ao declínio funcional e, no estágio mais avançado, a morte. A
demais, mudanças físicas ou emocionais também podem comprometer a qualidade de vida
dessas pessoas, além dos sinais mais visíveis do envelhecimento rugas e manchas na pele,
mudança da cor do cabelo para cinza ou branco entre diversas outras mudanças, os idosos
tendem à diminuição da capacidade visual e auditiva, diminuição dos reflexos, perda de
habilidades e funções neurológicas, como raciocínio e memória, diminuídas. As demais, podem
desenvolver incontinência urinária e incontinência fecal, além de doenças tais como Alzheimer e
Parkinson. (OLIVEIRA et al.2013).
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Acidente Envolvendo Crianças
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 5
Queimaduras
Entre os acidentes mais perigosos que
envolvem crianças a queimadura é uma delas.
Na maioria das vezes, o tratamento dessas
feridas é doloroso e demorado e, em muitos
casos, as vítimas desenvolvem traumas físicos e
psicológicos pelo resto de sua vida.
Segundo o Ministério da Saúde, em 2016,
21.390 crianças com idade de zero a 14 anos
foram hospitalizadas vítimas de queimaduras.
Em 2015, 221 crianças dessa faixa etária
morreram por esse motivo e, desse total, 91
tinham entre um e quatro anos de idade.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 6
Queimaduras
A maioria das queimaduras que acontecem com crianças
ocorrem dentro de casa. Os tipos mais comuns são as
escaldantes (causadas por água ou vapor quente) e as
térmicas (causadas por contato direto com fogo ou objetos
quentes).
Crianças de zero a quatro anos correm mais risco de
sofrerem queimaduras. Por sua pele ser mais fina que a de
crianças mais velhas e adultos, elas se queimam a
temperaturas mais baixas e mais rapidamente. Uma criança
exposta a água quente a 60° por três segundos terá uma
queimadura de terceiro grau, lesão que requer hospitalização e
enxertos de pele.
Além disso, até os quatro anos as crianças não têm
capacidade de reconhecer riscos e não tem habilidade para
escapar de uma situação de queimadura que ameace a sua
vida.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 7
Queimaduras
Em casa:
• Manter as crianças longe da cozinha e do fogão;
• Durante o banho do bebê sempre colocar a agua fria primeiro e verificar se
não está muito quente;
• Secador de cabelo, chapinha e ferro de passar roupas sempre longe do
alcance de crianças;
• Fogos de artifícios sempre devem ser manipulados por um adulto e nunca por
uma criança.
Eletricidade:
• Evite ligar vários aparelhos eletrônicos em uma só tomada;
• As tomadas devem estar protegidas por tampas apropriadas, esparadrapo, fita
isolante ou mesmo cobertas por móveis;
• Sempre desligue o chuveiro antes de mudar a chave de temperatura;
• Empinar pipas somente em campos abertos, sem a presença de fios ou
postes de eletricidade.
Inflamáveis:
• Fósforos, isqueiros, velas e álcool sempre guardados em locais altos.
Como prevenir:
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 8
Afogamento
Afogamento consiste na inalação de líquido causada
pela imersão ou submersão na água, que irá obstruir as
vias aéreas impedindo a respiração.
No Brasil, o afogamento é a segunda causa de morte
em crianças com idade entre 1 e 9 anos, de 10 a 14
anos é a terceira causa de morte e de 15 a 24 anos é a
quarta causa de morte. Crianças de 1 a 9 anos tendem
a se afogarem com mais facilidade em piscinas. Com
relação às crianças que já sabem nadar elas tendem a
se afogar por serem sugadas pelo ralo da piscina. Já as
crianças com idade acima de 10 anos tendem a se
afogar em praias, rios e represas. (SZPILMAN, 2017).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 9
Intoxicação Medicamentosa
A intoxicação infantil pode ocorrer devido às
vários fatores, como exemplo desses fatores tem,
devido ao descuido dos pais ou responsável, devido
às crianças de seis meses a uns quatro anos não
terem uma mentalidade para entender o que pode
ou não pode fazer, não terem maturidade o
suficiente para entender o perigo.
No país uma das principais causas de morte
infantil e a intoxicação, que pode ser
medicamentosa ou por algum outro tipo de
substância, como exemplo substâncias domésticas.
(TAVARES et al., 2013).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 10
Intoxicação Medicamentosa
As intoxicações com crianças costuma
acontecer mais no próprio domicilio em que ela
está. Crianças que estão engatinhando ou
andando costuma pegar as coisas que
encontram no chão, como produtos de limpeza
e devido não terem noção do que é acabam
ingerindo e intoxicando com o produto.
(TAVARES et al., 2013).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 11
Intoxicação Medicamentosa
A automedicação infantil é um grande problema
relacionado à intoxicação, devido o responsável pela
criança administrar a dosagem do medicamento errada,
ou ate mesmo devido à criança com idade maior um
pouco achar o remédio com gosto agradável, por se
colorido e pela embalagem ser chamativa, acaba
tomando o medicamento com a dose maior que a
indicada e sem precisão, pois às vezes acham que é
como se fosse um doce.
A automedicação pode acontecer com medicamentos
que aliviam febre, dores, gripes, como exemplo destes
tem: paracetamol, xaropes, dipirona, antibióticos,
antitérmicos. (TELLES FILHO; PEREIRA JÚNIOR,
2013).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 12
Intoxicação Medicamentosa
A faixa etária que costuma mais ocorre intoxicações é
de um a cinco anos.
As reações que os medicamentos podem provocar
são: náuseas, vômitos, diarreia, sonolência, delírios,
agitação, tosse, em alguns casos mais graves pode
levar a um problema respiratório, taquicardia, convulsão.
(ALCÂNTARA; VIEIRA; ALBUQUERQUE, 2003).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 13
Choque Elétrico
O choque elétrico consiste na
transferência de corrente elétrica através do
corpo e as vítimas podem ter complicações
como, por exemplo, amputações, fibrilação
ventricular, morte, parada
cardiorrespiratória, septicemia e
queimadura. Estudos relatam uma
prevalência de 16,6% de acidentes com
choque elétrico envolvendo crianças. (LIMA
JÚNIOR, 2014).
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Acidentes Envolvendo Idosos
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Acidente de trânsito
Atualmente, os idosos e os jovens correm maiores riscos
de sofrerem acidentes. Em pesquisas recentes, acidentes
envolvendo pessoas com mais de 65 anos tem aumentado
assustadoramente, principalmente nas grandes cidades.
Acidentes com automóveis representaram 50% das
ocorrências indenizadas envolvendo idosos, sendo que
63% dessas indenizações foram por atropelamentos.
“O processo natural do envelhecimento afeta a visão, a
audição, o apetite, o sono, o equilíbrio, enfraquece a
musculatura e os ossos. Isso afeta bastante a capacidade
cognitiva do idoso, capacidade essa, que é fundamental no
trânsito”, explica Celso Alves Mariano, especialista em
trânsito e diretor da Tecnodata Educacional.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 16
Acidente de Trânsito
Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e
Traumatologia (SBOT) a recuperação de um acidente
após os 60 anos é mais lenta, requer mais cuidados e
em muitos casos, pioram a saúde do idoso, devido a
complicações que ocorrem quando a pessoa precisa
permanecer na cama, imobilizada durante muito
tempo.
Dicas de segurança, como prevenir:
• Para atravessar a rua sempre esperar o sinal de
pedestre ou em locais sem semáforo pedir ajuda a
outra pessoa;
• Nunca parar no meio do cruzamento e atravessar
em linha reta;
• Ao andar na calçada, preferir ficar longe do meio fio
para evitar uma tontura ou tropeço que leve o idoso
a cair perto dos carros;
• Ter cuidados com buracos, trocos de árvores,
objetos no chão que possam causar quedas.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 17
Quedas
A queda pode ser definida como uma
mudança inesperada e não intencional de
posição, que leva inadvertidamente o indivíduo
a um nível inferior. (OLIVEIRA; et al. 2014).
Os idosos são mais propensos a se tornarem
vitimas de quedas devido a vários fatores,
intrínsecos e extrínsecos.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 18
Quedas
No Brasil, a taxa de idosos que sofrem
quedas varia de 30% a 40% em quedas anuais
e 11% em quedas recorrentes
As consequências das quedas podem ser
das mais simples (tipo escoriação), até as
mais complexas como restrição de atividades,
síndrome do medo de cair, declínio na saúde,
o que gera demanda por cuidados de longa
duração (FHON; et al, 2012).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 19
Quedas
O idoso, com o passar do tempo, perde sua
habilidade parcial de realizar atividades que
antes eram fáceis, com isso, é importante
ressaltar que é necessário uma atenção maior
aos idosos, promovendo assim um
envelhecimento saudável.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 20
Intoxicação Medicamentosa
O processo de envelhecimento é acompanhado por
mudanças fisiológicas e bioquímicas, com
consequente diminuição da massa muscular seguida
de um aumento gradativo no percentual de gordura
corpórea e redução acentuada da capacidade
metabólica do organismo. Tais mudanças tornam as
pessoas mais vulneráreis a doenças crônicas como
Alzheimer, Parkinson, problemas cardiovasculares,
respiratórios, diabetes mellitus, entre outras e aos
efeitos dos medicamentos. O envelhecimento torna as
pessoas mais propensas a apresentarem um número
maior de doenças, o que acarreta um aumento da
utilização de medicamentos e, muitas vezes, o uso
indevido dos mesmos.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 21
Intoxicação Medicamentosa
A ingestão de doses elevadas dos medicamentos por
descuido (negligência, esquecimento), a identificação
confusa do medicamento, a via incorreta de
administração e o armazenamento impróprio estão
entre os principais motivos de intoxicação não
intencional em idosos. As interações são classificadas
de diferentes maneiras e podem produzir efeitos
benéficos, indesejáveis ou ainda não causar nenhuma
modificação no efeito desejado. A incidência de
interação medicamentosa é mais alta nos idosos, visto
que apresentam as funções renais e hepáticas
afetadas, provocando acúmulo de medicamentos por
mais tempo no organismo e conseguinte intoxicação.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 22
Queimaduras
As queimaduras em idosos
acontecem na maioria das vezes
quando estão sozinhos em casa,
devido eles já possuir os reflexos
mais lentos, tanto visuais, auditivos
e motores.
Devido alguns idosos ser mais
frágeis, estão mais expostos ao
risco de acidentes por queimaduras,
elas costumam acontecer mais nos
domicílios, pois na maioria da vezes
moram sozinho ou não tem alguma
pessoa responsável para ajudar no
dia a dia, costumas acontecer mais
no sexo masculino. (SERRA et al.,
2011).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 23
Queimaduras
A maioria das queimaduras ocorreu
devido o fogo, águas quentes e algumas
substâncias químicas. Devido à estimativa
de vida da população idosa esta
aumentando no país, observa um aumento
dos acidentes acometidos com eles, possui
um baixo índice de sobrevivência quando
são expostos pelas queimaduras,
principalmente se for um nível mais grave.
(GIULI et al., 2015).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 24
Queimaduras
Os acidentes por queimaduras costumam
acontecer mais na cozinha, quando estão
preparando alguma comida e no banheiro
com banho de água quente, os líquidos
quentes também é um dos fatores que
causam a queimadura, devido muitos idosos
não terem a noção do perigo acabam se
acidentando. Costuma acontecer com idosos
que possui uma faixa etária entre 60 a uns
85 anos de idade. (SILVA; REIS; NOVAES,
2015).
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 25
Intervenção de emergência realacionados à
idosos e crianças
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 26
Afogamento
Crianças
O que se deve fazer:
• Retirar a criança imediatamente de dentro da
água;
• Verificar se está consciente, se respira e se o
coração bate;
• Colocar a criança virada para um dos lados
(Posição Lateral de Segurança) – figura 1,2 e 3;
• Comprimir a caixa torácica 3 a 4 vezes para fazer
sair à água – figura 4;
• Chamar o 112.
• Se a criança não respirar, deita-la de costas e
iniciar de imediato a ventilação artificial por
respiração boca-a-boca e se necessário, fazer
também massagem cardíaca e mantê-la
confortavelmente aquecida.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 27
Afogamento
Crianças
O que não se deve fazer:
• Lançar-se a água se não
souber nadar muito bem;
• Procurar salvar um afogado
que está longe da terra, caso o
afogamento ocorra no mar ou
rio;
• Deixar-se agarrar pela pessoa
que se quer salvar.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 28
Queimaduras • Crianças
• Se a roupa estiver a arder, envolver a vítima numa toalha molhada ou, na
sua falta, fazê-la rolar pelo chão ou envolve-la num cobertor (cuidado
com os tecidos sintéticos);
• Se a vítima se queimou com água ou outro tipo de líquido a ferver, despi-
la rapidamente;
• Deve-se arrefecer a região queimada com soro fisiológico ou, na sua
falta, com água fria corrente;
• É difícil avaliar a profundidade da queimadura, portanto deve haver um,
transporte para ao Hospital.
O que se deve fazer:
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 29
Queimaduras • Crianças
• Retirar qualquer pedaço de tecido que tenha ficado
agarrado à queimadura;
• Rebentar as bolhas ou tentar retirar a pele das bolhas
que rebentaram;
• Aplicar sobre a queimadura outros produtos além dos
referidos.
O que não se deve fazer:
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 30
Intoxicação
Medicamentosa
Crianças
Nestas situações os sinais e sintomas
vão depender do tipo de medicamento
ingerido. No entanto, podem sempre
ser observados vômitos, dificuldade
respiratórias, perda da consciência,
sonolência, confusão mental etc.
O que se deve fazer:
• Interrogar a criança no sentido de
tentar obter o maior número possível
de informação sobre o
envenenamento;
• Pedir imediatamente orientações ao
112;
• Manter a criança confortavelmente
aquecida;
• Transportar a criança para o Hospital.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 31
Choque Elétrico
Crianças
O que se deve fazer:
• Desligar o disjuntor para cortar imediatamente
a corrente elétrica;
• Ter o máximo de cuidado em não tocar na
criança sem previamente ter desligado a
corrente;
• Prevenir a queda da criança;
• Aplicar o primeiro socorro conveniente:
reanimação cardiorrespiratória, aplicação de
uma compressa ou mesmo um pano bem
limpo sobre a queimadura.
O que não se deve fazer:
• Tocar na criança se estiver em contato com a
corrente eléctrica;
• Tentar afastar o fio de alta tensão com um
objeto.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 32
Queimaduras
idosos
O que se deve fazer:
• Se a roupa estiver a arder, envolver a vítima numa toalha
molhada ou, na sua falta, fazê-la rolar pelo chão ou
envolve-la num cobertor (cuidado com os tecidos
sintéticos);
• Se a vítima se queimou com água ou outro tipo de líquido a
ferver, despi-la rapidamente;
• Se a queimadura for de 1º ou 2º grau deve-se arrefecer a
região queimada com água fria corrente, até a dor acalmar;
• Se as bolhas não estiverem rebentadas não as rebentar,
aplicar gaze gorda e compressa esterilizada;
• Se as bolhas rebentarem, não cortar a pele da bolha
esvaziada: tratar como qualquer outra ferida.
• Na queimadura de 3º grau, para além de todos os outros
procedimentos descritos anteriormente, caso a queimadura
seja muito extensa, deve-se envolver a vítima num lençol
lavado que não largue pelos, previamente umedecido com
soro fisiológico ou, na sua falta, com água simples;
• Uma queimadura profunda é uma situação grave que
necessita urgentemente de transporte para o Hospital.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 33
Queimaduras
idosos
O que não se deve fazer:
• Retirar qualquer pedaço de tecido
que tenha ficado agarrado à
queimadura;
• Rebentar as bolhas ou tentar
retirar a pele das bolhas que
rebentaram;
• Aplicar sobre a queimadura outros
produtos além dos referidos.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 34
Quedas
Idosos
Podem deteriorar várias estruturas corporais e a vítima corre
o risco de sofrer lesões irreversíveis.
Consequência das quedas:
Lesões dos tecidos moles podem ser de dois tipos:
• Fechadas – equimoses e hematomas;
• Abertas – escoriações, feridas incisivas, perfurantes,
entre outras.
O que se deve fazer:
• Equimoses:
o Aplicar frio (saco de gelo), para diminuir o edema, mas
também a hemorragia e a dor.
• Hematomas:
o Além da aplicação do frio, deve imobilizar a zona
afectada, para evitar o agravamento da hemorragia.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 35
Quedas
Idosos
Hemorragias Externa:
• Tapar todo o ferimento com um pano limpo ou com uma
compressa esterilizada grossa. Podem também ser utilizados
outros tipos de tecido, como, por exemplo, toalhas limpas ou
pedaços de lençol.
• Colocar gelo ou uma compressa fria na ligadura para ajudar
a parar a hemorragia e diminuir o inchaço. Caso não haja
nenhum pano limpo, utilize as suas mãos (deverá, nessas
circunstâncias, utilizar sempre luvas).
• Comprimir com firmeza toda a zona ferida por 10 minutos, de
forma ininterrupta. Enquanto faz essa compressão, eleve a
zona lesionada acima do coração do acidentado. Se for caso
disso, e se for possível, mude-o de posição;
• Assim que terminar a hemorragia, deverá segurar a
compressa firmemente, com uma ligadura. Se o curativo for
num membro, verifique periodicamente o pulso arterial. Caso
não haja pulso arterial, afrouxe um pouco a ligadura;
• Se o sangramento não parar, vá ao Serviço de Urgência do
Hospital mais próximo.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 36
Quedas
Idosos
Hemorragia Nasal:
• Sentar o paciente, inclinando-o para frente (nunca inclinar
cabeça para trás);
• Pedir ao paciente para respirar pela boca;
• Pinçar o nariz, ou pedir ao paciente para fazê-lo, por 10
minutos, utilizando os dedos polegar e indicador. Durante
esse período, aplicar uma compressa fria no nariz e zona
em redor;
• Em ocasiões em que a compressão não pare a
hemorragia, deverá tampar a narina que está a sangrar,
ou as duas, se for o caso. Não utilizar algodão, pois este
poderá ficar agarrado no nariz. Em seguida, pinçar o nariz
por mais cinco minutos.
• Caso, mesmo assim, a hemorragia persista, vá ao
Serviço de Urgência do Hospital mais próximo.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 37
Quedas
Idosos
Escoriações:
• Aplicar sobre a escoriação, o mais rápido possível, gelo
protegido numa compressa ou num pano.
• Se possível, elevar a zona ferida acima do nível do
coração. Manter a zona elevada por 10 a 15 minutos. Se
for uma escoriação pequena, ou uma ou duas horas, se a
escoriação for externa e grave.
• 24 horas após a lesão, se a dor se mantiver, ou o aspecto
da escoriação não for o melhor, persistir na aplicação de
gelo, envolto em compressa ou pano, várias vezes ao dia,
nas 24 a 48 horas seguintes.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 38
Quedas
Idosos
Intoxicação
Coleta de dados:
• O Quê: Saber o nome do produto, caso não saiba, deve
ter em atenção o cheiro, a cor e a forma;
• Quando: a que horas ingeriu;
• Quanto: quantidade que ingeriu;
• Onde: local onde se encontra a vítima;
• Quem: identificar características da vítima, idade, sexo,
peso, doenças, hábitos, etc.
• Como: qual a via utilizada (boca, nariz, etc.).
Ligar CIAV (Centro de Informação Anti-Venenos) - 808
250 143/ INEM - 112
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 39
Conclusão
De acordo com os aspectos apresentados, crianças e idosos estão mais
propensos a sofrerem acidentes, pois ambos requerem uma maior atenção.
No caso dos acidentes que envolvem as crianças, a maioria dos casos
ocorre devido à falta de atenção dos responsáveis ou devido a questões
que estão relacionados com a idade das mesmas. Já com os idosos,
podem ocorrer por vários motivos como, perda do controle motor,
automedicação e na maioria das vezes os acidentes ocorrem em suas
próprias casas. Tanto as crianças, quanto os idosos podem se envolver em
afogamentos, queimaduras, quedas, intoxicações e choques elétricos.
Esses são aspectos que elevam a taxa de mortalidade de crianças e idosos
no país. Por isso, é importante a presença de profissionais capacitados
para que o resgate seja feito de maneira adequada.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 40
Referências
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09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 41
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Referâncias
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09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 43
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<http://www.rbcp.org.br/imageBank/PDF/v30n3a19.pdf>.
Acesso em: 06 out. 2017.
09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 44
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Emergências
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Primeiros Socorros - Emergências Pediátricas e Geriátricas

  • 1. Emergências Pediátricas e Geriátricas Paracatu – MG 2017 Curso de Graduação em Fisioterapia 4° Período Prof. Esp. Adolfo Medeiros Pessoa
  • 2. Emergências Pediátricas e Geriátricas Principais tipos de acidentes envolvendo crianças e idosos, intervenções de emergência relacionadas à idosos e crianças. • Carolina Hashimoto • Isadora Clara • Leticia Prates • Liliane Santos • Mikaelly Ferreira • Rubia Cristina • Welisson Porto 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 2
  • 3. Introdução Os acidentes na infância são geralmente, ocasionados por um conjunto de fatores que tornam mais ou menos previsível alguns acidentes que poderiam ser evitados em diversas vezes, não acontecendo, portanto, ao acaso. Assim, certificasse que os acidentes têm contribuído para elevar a taxa de mortalidade infantil, pois, além de estarem intimamente relacionados a própria fase da infância, também refletem, muitas vezes, a falta de atenção dos familiares com a criança e o desconhecimento dos diversos fatores de risco que estão presentes no cotidiano da criança e como consequência podem desencadear na vítima simples lesões físicas, como até complexos problemas psicológicos, O tipo de lesão e circunstâncias que envolvem o acidente está diretamente relacionado ao crescimento normal e os comportamentos próprios do desenvolvimento da criança. À medida que a elas vão se desenvolvendo, a sua curiosidade a impede de investigar as atividades e a imitar o comportamento de outras crianças e até mesmo dos adultos. O estágio de desenvolvimento da criança determina, na maioria das vezes, os tipos de acidentes mais prováveis de ocorrer em uma faixa etária, específica e desta forma, fornece indicações de medidas preventivas que poderiam ser evitadas como queimaduras, choque elétrico, afogamento entres outros acidentes. (ARAÚJO,2016). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 3
  • 4. Introdução Os idosos também tendem a apresentar uma certa dificuldade ao longo do tempo dificultando assim atividades simples do dia a dia, os idosos tendem a apresentar capacidades regenerativas decrescentes o que pode levar, por exemplo, à fragilidade, um processo de crescente vulnerabilidade, predisposição ao declínio funcional e, no estágio mais avançado, a morte. A demais, mudanças físicas ou emocionais também podem comprometer a qualidade de vida dessas pessoas, além dos sinais mais visíveis do envelhecimento rugas e manchas na pele, mudança da cor do cabelo para cinza ou branco entre diversas outras mudanças, os idosos tendem à diminuição da capacidade visual e auditiva, diminuição dos reflexos, perda de habilidades e funções neurológicas, como raciocínio e memória, diminuídas. As demais, podem desenvolver incontinência urinária e incontinência fecal, além de doenças tais como Alzheimer e Parkinson. (OLIVEIRA et al.2013). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 4
  • 5. Acidente Envolvendo Crianças 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 5
  • 6. Queimaduras Entre os acidentes mais perigosos que envolvem crianças a queimadura é uma delas. Na maioria das vezes, o tratamento dessas feridas é doloroso e demorado e, em muitos casos, as vítimas desenvolvem traumas físicos e psicológicos pelo resto de sua vida. Segundo o Ministério da Saúde, em 2016, 21.390 crianças com idade de zero a 14 anos foram hospitalizadas vítimas de queimaduras. Em 2015, 221 crianças dessa faixa etária morreram por esse motivo e, desse total, 91 tinham entre um e quatro anos de idade. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 6
  • 7. Queimaduras A maioria das queimaduras que acontecem com crianças ocorrem dentro de casa. Os tipos mais comuns são as escaldantes (causadas por água ou vapor quente) e as térmicas (causadas por contato direto com fogo ou objetos quentes). Crianças de zero a quatro anos correm mais risco de sofrerem queimaduras. Por sua pele ser mais fina que a de crianças mais velhas e adultos, elas se queimam a temperaturas mais baixas e mais rapidamente. Uma criança exposta a água quente a 60° por três segundos terá uma queimadura de terceiro grau, lesão que requer hospitalização e enxertos de pele. Além disso, até os quatro anos as crianças não têm capacidade de reconhecer riscos e não tem habilidade para escapar de uma situação de queimadura que ameace a sua vida. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 7
  • 8. Queimaduras Em casa: • Manter as crianças longe da cozinha e do fogão; • Durante o banho do bebê sempre colocar a agua fria primeiro e verificar se não está muito quente; • Secador de cabelo, chapinha e ferro de passar roupas sempre longe do alcance de crianças; • Fogos de artifícios sempre devem ser manipulados por um adulto e nunca por uma criança. Eletricidade: • Evite ligar vários aparelhos eletrônicos em uma só tomada; • As tomadas devem estar protegidas por tampas apropriadas, esparadrapo, fita isolante ou mesmo cobertas por móveis; • Sempre desligue o chuveiro antes de mudar a chave de temperatura; • Empinar pipas somente em campos abertos, sem a presença de fios ou postes de eletricidade. Inflamáveis: • Fósforos, isqueiros, velas e álcool sempre guardados em locais altos. Como prevenir: 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 8
  • 9. Afogamento Afogamento consiste na inalação de líquido causada pela imersão ou submersão na água, que irá obstruir as vias aéreas impedindo a respiração. No Brasil, o afogamento é a segunda causa de morte em crianças com idade entre 1 e 9 anos, de 10 a 14 anos é a terceira causa de morte e de 15 a 24 anos é a quarta causa de morte. Crianças de 1 a 9 anos tendem a se afogarem com mais facilidade em piscinas. Com relação às crianças que já sabem nadar elas tendem a se afogar por serem sugadas pelo ralo da piscina. Já as crianças com idade acima de 10 anos tendem a se afogar em praias, rios e represas. (SZPILMAN, 2017). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 9
  • 10. Intoxicação Medicamentosa A intoxicação infantil pode ocorrer devido às vários fatores, como exemplo desses fatores tem, devido ao descuido dos pais ou responsável, devido às crianças de seis meses a uns quatro anos não terem uma mentalidade para entender o que pode ou não pode fazer, não terem maturidade o suficiente para entender o perigo. No país uma das principais causas de morte infantil e a intoxicação, que pode ser medicamentosa ou por algum outro tipo de substância, como exemplo substâncias domésticas. (TAVARES et al., 2013). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 10
  • 11. Intoxicação Medicamentosa As intoxicações com crianças costuma acontecer mais no próprio domicilio em que ela está. Crianças que estão engatinhando ou andando costuma pegar as coisas que encontram no chão, como produtos de limpeza e devido não terem noção do que é acabam ingerindo e intoxicando com o produto. (TAVARES et al., 2013). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 11
  • 12. Intoxicação Medicamentosa A automedicação infantil é um grande problema relacionado à intoxicação, devido o responsável pela criança administrar a dosagem do medicamento errada, ou ate mesmo devido à criança com idade maior um pouco achar o remédio com gosto agradável, por se colorido e pela embalagem ser chamativa, acaba tomando o medicamento com a dose maior que a indicada e sem precisão, pois às vezes acham que é como se fosse um doce. A automedicação pode acontecer com medicamentos que aliviam febre, dores, gripes, como exemplo destes tem: paracetamol, xaropes, dipirona, antibióticos, antitérmicos. (TELLES FILHO; PEREIRA JÚNIOR, 2013). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 12
  • 13. Intoxicação Medicamentosa A faixa etária que costuma mais ocorre intoxicações é de um a cinco anos. As reações que os medicamentos podem provocar são: náuseas, vômitos, diarreia, sonolência, delírios, agitação, tosse, em alguns casos mais graves pode levar a um problema respiratório, taquicardia, convulsão. (ALCÂNTARA; VIEIRA; ALBUQUERQUE, 2003). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 13
  • 14. Choque Elétrico O choque elétrico consiste na transferência de corrente elétrica através do corpo e as vítimas podem ter complicações como, por exemplo, amputações, fibrilação ventricular, morte, parada cardiorrespiratória, septicemia e queimadura. Estudos relatam uma prevalência de 16,6% de acidentes com choque elétrico envolvendo crianças. (LIMA JÚNIOR, 2014). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 14
  • 15. Acidentes Envolvendo Idosos 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 15
  • 16. Acidente de trânsito Atualmente, os idosos e os jovens correm maiores riscos de sofrerem acidentes. Em pesquisas recentes, acidentes envolvendo pessoas com mais de 65 anos tem aumentado assustadoramente, principalmente nas grandes cidades. Acidentes com automóveis representaram 50% das ocorrências indenizadas envolvendo idosos, sendo que 63% dessas indenizações foram por atropelamentos. “O processo natural do envelhecimento afeta a visão, a audição, o apetite, o sono, o equilíbrio, enfraquece a musculatura e os ossos. Isso afeta bastante a capacidade cognitiva do idoso, capacidade essa, que é fundamental no trânsito”, explica Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 16
  • 17. Acidente de Trânsito Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) a recuperação de um acidente após os 60 anos é mais lenta, requer mais cuidados e em muitos casos, pioram a saúde do idoso, devido a complicações que ocorrem quando a pessoa precisa permanecer na cama, imobilizada durante muito tempo. Dicas de segurança, como prevenir: • Para atravessar a rua sempre esperar o sinal de pedestre ou em locais sem semáforo pedir ajuda a outra pessoa; • Nunca parar no meio do cruzamento e atravessar em linha reta; • Ao andar na calçada, preferir ficar longe do meio fio para evitar uma tontura ou tropeço que leve o idoso a cair perto dos carros; • Ter cuidados com buracos, trocos de árvores, objetos no chão que possam causar quedas. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 17
  • 18. Quedas A queda pode ser definida como uma mudança inesperada e não intencional de posição, que leva inadvertidamente o indivíduo a um nível inferior. (OLIVEIRA; et al. 2014). Os idosos são mais propensos a se tornarem vitimas de quedas devido a vários fatores, intrínsecos e extrínsecos. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 18
  • 19. Quedas No Brasil, a taxa de idosos que sofrem quedas varia de 30% a 40% em quedas anuais e 11% em quedas recorrentes As consequências das quedas podem ser das mais simples (tipo escoriação), até as mais complexas como restrição de atividades, síndrome do medo de cair, declínio na saúde, o que gera demanda por cuidados de longa duração (FHON; et al, 2012). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 19
  • 20. Quedas O idoso, com o passar do tempo, perde sua habilidade parcial de realizar atividades que antes eram fáceis, com isso, é importante ressaltar que é necessário uma atenção maior aos idosos, promovendo assim um envelhecimento saudável. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 20
  • 21. Intoxicação Medicamentosa O processo de envelhecimento é acompanhado por mudanças fisiológicas e bioquímicas, com consequente diminuição da massa muscular seguida de um aumento gradativo no percentual de gordura corpórea e redução acentuada da capacidade metabólica do organismo. Tais mudanças tornam as pessoas mais vulneráreis a doenças crônicas como Alzheimer, Parkinson, problemas cardiovasculares, respiratórios, diabetes mellitus, entre outras e aos efeitos dos medicamentos. O envelhecimento torna as pessoas mais propensas a apresentarem um número maior de doenças, o que acarreta um aumento da utilização de medicamentos e, muitas vezes, o uso indevido dos mesmos. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 21
  • 22. Intoxicação Medicamentosa A ingestão de doses elevadas dos medicamentos por descuido (negligência, esquecimento), a identificação confusa do medicamento, a via incorreta de administração e o armazenamento impróprio estão entre os principais motivos de intoxicação não intencional em idosos. As interações são classificadas de diferentes maneiras e podem produzir efeitos benéficos, indesejáveis ou ainda não causar nenhuma modificação no efeito desejado. A incidência de interação medicamentosa é mais alta nos idosos, visto que apresentam as funções renais e hepáticas afetadas, provocando acúmulo de medicamentos por mais tempo no organismo e conseguinte intoxicação. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 22
  • 23. Queimaduras As queimaduras em idosos acontecem na maioria das vezes quando estão sozinhos em casa, devido eles já possuir os reflexos mais lentos, tanto visuais, auditivos e motores. Devido alguns idosos ser mais frágeis, estão mais expostos ao risco de acidentes por queimaduras, elas costumam acontecer mais nos domicílios, pois na maioria da vezes moram sozinho ou não tem alguma pessoa responsável para ajudar no dia a dia, costumas acontecer mais no sexo masculino. (SERRA et al., 2011). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 23
  • 24. Queimaduras A maioria das queimaduras ocorreu devido o fogo, águas quentes e algumas substâncias químicas. Devido à estimativa de vida da população idosa esta aumentando no país, observa um aumento dos acidentes acometidos com eles, possui um baixo índice de sobrevivência quando são expostos pelas queimaduras, principalmente se for um nível mais grave. (GIULI et al., 2015). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 24
  • 25. Queimaduras Os acidentes por queimaduras costumam acontecer mais na cozinha, quando estão preparando alguma comida e no banheiro com banho de água quente, os líquidos quentes também é um dos fatores que causam a queimadura, devido muitos idosos não terem a noção do perigo acabam se acidentando. Costuma acontecer com idosos que possui uma faixa etária entre 60 a uns 85 anos de idade. (SILVA; REIS; NOVAES, 2015). 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 25
  • 26. Intervenção de emergência realacionados à idosos e crianças 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 26
  • 27. Afogamento Crianças O que se deve fazer: • Retirar a criança imediatamente de dentro da água; • Verificar se está consciente, se respira e se o coração bate; • Colocar a criança virada para um dos lados (Posição Lateral de Segurança) – figura 1,2 e 3; • Comprimir a caixa torácica 3 a 4 vezes para fazer sair à água – figura 4; • Chamar o 112. • Se a criança não respirar, deita-la de costas e iniciar de imediato a ventilação artificial por respiração boca-a-boca e se necessário, fazer também massagem cardíaca e mantê-la confortavelmente aquecida. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 27
  • 28. Afogamento Crianças O que não se deve fazer: • Lançar-se a água se não souber nadar muito bem; • Procurar salvar um afogado que está longe da terra, caso o afogamento ocorra no mar ou rio; • Deixar-se agarrar pela pessoa que se quer salvar. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 28
  • 29. Queimaduras • Crianças • Se a roupa estiver a arder, envolver a vítima numa toalha molhada ou, na sua falta, fazê-la rolar pelo chão ou envolve-la num cobertor (cuidado com os tecidos sintéticos); • Se a vítima se queimou com água ou outro tipo de líquido a ferver, despi- la rapidamente; • Deve-se arrefecer a região queimada com soro fisiológico ou, na sua falta, com água fria corrente; • É difícil avaliar a profundidade da queimadura, portanto deve haver um, transporte para ao Hospital. O que se deve fazer: 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 29
  • 30. Queimaduras • Crianças • Retirar qualquer pedaço de tecido que tenha ficado agarrado à queimadura; • Rebentar as bolhas ou tentar retirar a pele das bolhas que rebentaram; • Aplicar sobre a queimadura outros produtos além dos referidos. O que não se deve fazer: 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 30
  • 31. Intoxicação Medicamentosa Crianças Nestas situações os sinais e sintomas vão depender do tipo de medicamento ingerido. No entanto, podem sempre ser observados vômitos, dificuldade respiratórias, perda da consciência, sonolência, confusão mental etc. O que se deve fazer: • Interrogar a criança no sentido de tentar obter o maior número possível de informação sobre o envenenamento; • Pedir imediatamente orientações ao 112; • Manter a criança confortavelmente aquecida; • Transportar a criança para o Hospital. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 31
  • 32. Choque Elétrico Crianças O que se deve fazer: • Desligar o disjuntor para cortar imediatamente a corrente elétrica; • Ter o máximo de cuidado em não tocar na criança sem previamente ter desligado a corrente; • Prevenir a queda da criança; • Aplicar o primeiro socorro conveniente: reanimação cardiorrespiratória, aplicação de uma compressa ou mesmo um pano bem limpo sobre a queimadura. O que não se deve fazer: • Tocar na criança se estiver em contato com a corrente eléctrica; • Tentar afastar o fio de alta tensão com um objeto. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 32
  • 33. Queimaduras idosos O que se deve fazer: • Se a roupa estiver a arder, envolver a vítima numa toalha molhada ou, na sua falta, fazê-la rolar pelo chão ou envolve-la num cobertor (cuidado com os tecidos sintéticos); • Se a vítima se queimou com água ou outro tipo de líquido a ferver, despi-la rapidamente; • Se a queimadura for de 1º ou 2º grau deve-se arrefecer a região queimada com água fria corrente, até a dor acalmar; • Se as bolhas não estiverem rebentadas não as rebentar, aplicar gaze gorda e compressa esterilizada; • Se as bolhas rebentarem, não cortar a pele da bolha esvaziada: tratar como qualquer outra ferida. • Na queimadura de 3º grau, para além de todos os outros procedimentos descritos anteriormente, caso a queimadura seja muito extensa, deve-se envolver a vítima num lençol lavado que não largue pelos, previamente umedecido com soro fisiológico ou, na sua falta, com água simples; • Uma queimadura profunda é uma situação grave que necessita urgentemente de transporte para o Hospital. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 33
  • 34. Queimaduras idosos O que não se deve fazer: • Retirar qualquer pedaço de tecido que tenha ficado agarrado à queimadura; • Rebentar as bolhas ou tentar retirar a pele das bolhas que rebentaram; • Aplicar sobre a queimadura outros produtos além dos referidos. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 34
  • 35. Quedas Idosos Podem deteriorar várias estruturas corporais e a vítima corre o risco de sofrer lesões irreversíveis. Consequência das quedas: Lesões dos tecidos moles podem ser de dois tipos: • Fechadas – equimoses e hematomas; • Abertas – escoriações, feridas incisivas, perfurantes, entre outras. O que se deve fazer: • Equimoses: o Aplicar frio (saco de gelo), para diminuir o edema, mas também a hemorragia e a dor. • Hematomas: o Além da aplicação do frio, deve imobilizar a zona afectada, para evitar o agravamento da hemorragia. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 35
  • 36. Quedas Idosos Hemorragias Externa: • Tapar todo o ferimento com um pano limpo ou com uma compressa esterilizada grossa. Podem também ser utilizados outros tipos de tecido, como, por exemplo, toalhas limpas ou pedaços de lençol. • Colocar gelo ou uma compressa fria na ligadura para ajudar a parar a hemorragia e diminuir o inchaço. Caso não haja nenhum pano limpo, utilize as suas mãos (deverá, nessas circunstâncias, utilizar sempre luvas). • Comprimir com firmeza toda a zona ferida por 10 minutos, de forma ininterrupta. Enquanto faz essa compressão, eleve a zona lesionada acima do coração do acidentado. Se for caso disso, e se for possível, mude-o de posição; • Assim que terminar a hemorragia, deverá segurar a compressa firmemente, com uma ligadura. Se o curativo for num membro, verifique periodicamente o pulso arterial. Caso não haja pulso arterial, afrouxe um pouco a ligadura; • Se o sangramento não parar, vá ao Serviço de Urgência do Hospital mais próximo. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 36
  • 37. Quedas Idosos Hemorragia Nasal: • Sentar o paciente, inclinando-o para frente (nunca inclinar cabeça para trás); • Pedir ao paciente para respirar pela boca; • Pinçar o nariz, ou pedir ao paciente para fazê-lo, por 10 minutos, utilizando os dedos polegar e indicador. Durante esse período, aplicar uma compressa fria no nariz e zona em redor; • Em ocasiões em que a compressão não pare a hemorragia, deverá tampar a narina que está a sangrar, ou as duas, se for o caso. Não utilizar algodão, pois este poderá ficar agarrado no nariz. Em seguida, pinçar o nariz por mais cinco minutos. • Caso, mesmo assim, a hemorragia persista, vá ao Serviço de Urgência do Hospital mais próximo. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 37
  • 38. Quedas Idosos Escoriações: • Aplicar sobre a escoriação, o mais rápido possível, gelo protegido numa compressa ou num pano. • Se possível, elevar a zona ferida acima do nível do coração. Manter a zona elevada por 10 a 15 minutos. Se for uma escoriação pequena, ou uma ou duas horas, se a escoriação for externa e grave. • 24 horas após a lesão, se a dor se mantiver, ou o aspecto da escoriação não for o melhor, persistir na aplicação de gelo, envolto em compressa ou pano, várias vezes ao dia, nas 24 a 48 horas seguintes. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 38
  • 39. Quedas Idosos Intoxicação Coleta de dados: • O Quê: Saber o nome do produto, caso não saiba, deve ter em atenção o cheiro, a cor e a forma; • Quando: a que horas ingeriu; • Quanto: quantidade que ingeriu; • Onde: local onde se encontra a vítima; • Quem: identificar características da vítima, idade, sexo, peso, doenças, hábitos, etc. • Como: qual a via utilizada (boca, nariz, etc.). Ligar CIAV (Centro de Informação Anti-Venenos) - 808 250 143/ INEM - 112 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 39
  • 40. Conclusão De acordo com os aspectos apresentados, crianças e idosos estão mais propensos a sofrerem acidentes, pois ambos requerem uma maior atenção. No caso dos acidentes que envolvem as crianças, a maioria dos casos ocorre devido à falta de atenção dos responsáveis ou devido a questões que estão relacionados com a idade das mesmas. Já com os idosos, podem ocorrer por vários motivos como, perda do controle motor, automedicação e na maioria das vezes os acidentes ocorrem em suas próprias casas. Tanto as crianças, quanto os idosos podem se envolver em afogamentos, queimaduras, quedas, intoxicações e choques elétricos. Esses são aspectos que elevam a taxa de mortalidade de crianças e idosos no país. Por isso, é importante a presença de profissionais capacitados para que o resgate seja feito de maneira adequada. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 40
  • 41. Referências ALCÂNTARA, Denilce Alves; VIEIRA, Luiza Jane Eyre de Souza; ALBULQUERQUE, Vera Lígia Montenegro de. Intoxicação medicamentosa em criança. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, Fortaleza-Ceará, v. 16, n. 2, p. 10-16. 2003. Disponível em: <http://www.redalyc.org/pdf/408/40816203.pdf>. Acesso em: 06 out. 2017. ARAÚJO, Ednaldo Cavalcante de. Acidentes domésticos em crianças. Revista de enfermagem UFPE on line-ISSN: 1981-8963, v. 10, n. 3, 2016.Disponivel em :< https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/ viewFile/11073/12506 > Acesso em: 07.out.2017. Criança Segura Brasil. Como Prevenir Queimadura. Disponível em: < http://criancasegura.org.br/dicas/dicas-de-prevencao- queimadura/>. Acesso em 07 out. 2017. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 41
  • 42. Referâncias FHON, Jack Roberto Silva; et al. Quedas em idosos e sua relação com a capacidade funcional. Revista Latino- Americana de Enfermagem. São Paulo, 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rlae/v20n5/pt_15.pdf>. Acesso em: 07 out. 2017. FLBA. Manual de Primeiros Socorros Idosos. 2012. Disponível em: <http://www.flba.pt/ficheiros/cd/FLBA.114.01%20- %20Manual%20de%20Primeiros%20Socorros%20- %20Idosos.pdf>. Acesso em 07/10/2017. FLBA. Manual de Primeiros Socorros Infância. 2012. Disponível em: < http://www.flba.pt/ficheiros/creche/FLBA.063.01%20- %20Manual%20de%20Primeiros%20Socorros%20- %20Inf%E2ncia.pdf>. Acesso em 07/10/2017. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 42
  • 43. Referâncias GIULI, Amanda Eloise de et al. Caracterização de idosos vítimas de queimaduras internados em um centro de tratamento de queimados. Revista Brasileira de Queimaduras, Goiânia, v. 14. n. 4, p. 253-256. 2015. Disponível em: <http://rbqueimaduras.org.br/details/272/pt- BR/caracterizacao-de-idosos-vitimas-de-queimaduras-internados-em- um-centro-de-tratamento-de-queimados>. Acesso em: 06 out. 2017. OLIVEIRA, Adriana Sarmento; et al. Fatores ambientais e risco de quedas em idosos: revisão sistemática. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbgg/v17n3/1809- 9823-rbgg-17-03-00637.pdf>. Acesso em: 07 out. 2017. OLIVEIRA, Jéssica Gonçalves de et al. Interações medicamentosas em idosos do grupo da “Melhor Idade” de uma Faculdade Privada do município de Valparaíso de Goiás-GO. J Health Sci Inst, v. 31, n. 4, p. 410-3, 2013.Disponivem em:< http://www.unip.br/comunicacao/publicacoes/ics/edicoes/2013/04_out- dez/V31_n4_2013_p410-413.pdf > Acesso em: 07.out.2017. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 43
  • 44. Referâncias Portal do Transito. Acidentes envolvendo idosos são cada vez mais comuns. Disponível em: < http://portaldotransito.com.br/noticias/acidentes-envolvendo- idosos-sao-cada-vez-mais-comuns/>. Acesso em 07 out. 2017. SERRA, Maria Cristina et al. Queimadura em pacientes da terceira idade: epidemiologia de 2001 a 2010. Revista Brasileira de Queimaduras, Goiânia, v. 10, n.4, p. 111- 113. 2011. Disponível em: <http://rbqueimaduras.com.br/details/79/pt-BR>. Acesso em: 06 out. 2017.. SILVA, Rodrigo Vieira; REIS, Carmelia Matos Santiago; NOVAES, Maria Rita Carvalho Garbi. Fatores de risco e métodos de prevenção de queimaduras em idosos. Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, São Paulo , v. 30, n. 3, p.461-467. 2015. Disponível em: <http://www.rbcp.org.br/imageBank/PDF/v30n3a19.pdf>. Acesso em: 06 out. 2017. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 44
  • 45. Referâncias TAVARES, Érika Okuda et al. Fatores associados à intoxicação infantil. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem, Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 31-37. 2013. Disponível em: <http://www.redalyc.org/pdf/1277/127728366005.pdf>. Acesso em: 06 out. 2017. TELLES FILHO, Paulo Celso Prado; PEREIRA JÚNIOR, Assis do Carmo. Automedicação em crianças de zero a cinco anos: fármacos administrados, conhecimentos, motivos e justificativas. . Escola Anna Nery Revista de Enfermagem, Rio de Janeiro, v. 17, n . 2, p. 291-297. 2013. Disponível em: <http://www.redalyc.org/pdf/1277/127728367013.pdf>. Acesso em: 06 out. 2017. 09/10/2017 Emergências Pediátricas e Geriátricas 45