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Manuel José de Arriaga Brum da  Silveira nasceu na cidade da Horta em 8 de Junho de 1840.  Era filho de Sebastião de Arriaga Brum da Silveira e de Maria Cristina Ramos Caldeira.  Foi durante  o período em que estudava em Coimbra para se formar em leis, no contacto com outros estudantes e professores e na leitura de outras formas de pensamento, que aderiu ao “ideário” republicano, devido a isso, o pai deixou de lhe pagar os estudos e desfavoreceu-o. Manuel de Arriaga teve então de trabalhar. Foi membro do Directório do Partido Republicano depois de 31 de Dezembro de 1891.  Estava longe de saber que viria a ser o 1º Presidente da República!
Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu também nos Açores (Ponta Delgada), no dia 24 de Fevereiro de 1843. Foi político, escritor e ensaísta português. Estreou-se na literatura, em 1859. Igualmente licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. Exerceu vários cargos de destaque nas estruturas do Partido Republicano Português. A  1 de Janeiro de 1910, tornou-se membro efectivo do Directório deste Partido. No dia 28 de Agosto de 1910 foi eleito deputado por Lisboa, e em Outubro do mesmo ano tornou-se presidente do Governo Provisório, na sequência do “5 de Outubro de 1910”. Teófilo Braga foi eleito pelo Congresso, a 29 de Maio de 1915, com 98 votos a favor, contra um voto de Duarte Leite Pereira da Silva e três votos em branco. Presidente da República de transição, face à demissão de Manuel de Arriaga, cumpriria o mandato até ao dia 5 de Outubro do mesmo ano e faleceu no dia 28 de Janeiro de 1924.

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Antes da Revolução de Abril de 1974, Portugal era uma ditadura sem liberdades ou direitos democráticos. Em 25 de Abril, militares derrubaram o regime opressivo sem violência durante a "Revolução dos Cravos", colocando fim à ditadura e trazendo liberdade ao país. A revolução teve grandes consequências como a primeira constituição democrática e a independência das colônias africanas.

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Esquemas de rima em versos incluem rimas emparelhadas em aabb, rimas cruzadas em abab e rimas interpoladas. As estâncias de versos são classificadas de um a dez versos, incluindo monóstico, dístico, terceto, quadra, quintilha, sextilha, sétima, oitava, nona e décima. Um verso sem rima é chamado de verso solto ou em branco.

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A Revolução de 5 de Outubro de 1910 pôs fim à monarquia em Portugal e estabeleceu a República. Na madrugada de 4 de Outubro, grupos republicanos iniciaram uma revolta em Lisboa que acabou por triunfar. No dia 5, a República foi oficialmente proclamada e foi criado um governo provisório liderado por Teófilo Braga.

Bernardino Luís Machado Guimarães, nasceu no Brasil (Rio de Janeiro), no dia 28 de Março de 1851 e viria a falecer em Vila Nova de Famalicão, no dia 28 de Abril de 1944, Famalicão. Foi o terceiro e o oitavo presidente eleito da República Portuguesa. Estudou na Universidade de Coimbra.  Bernardino Machado era filho de António Luís Machado Guimarães, e de sua segunda mulher, Prazeres de Sousa Guimarães. Passou a infância no Brasil até aos nove anos. Em 1866, inscreveu-se na Universidade de Coimbra. Foi um brilhante aluno, tendo-se doutorado em na Academia Coimbrã, onde foi professor. Em 1872, ao atingir a maioridade e optou pela nacionalidade portuguesa. Casou no Porto em 1882, com Elisa Dantas Gonçalves Pereira, com quem teve 18 filhos. Com o advento da República foi ministro dos Negócios Estrangeiros e o primeiro Embaixador de Portugal no Brasil (1913). Foi Presidente da República Portuguesa por duas vezes.
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais nasceu em Caminha, no dia 1 de Maio de 1872. Em 1888 entra para a Escola do Exército, Licenciou-se em Matemática, na Universidade de Coimbra, doutorando-se no ano de 1898. A 11 de Dezembro de 1917 tomou posse como Presidente do Ministério, acumulando as pastas da Guerra e dos Negócios Estrangeiros. Assume a Presidência da República em 27 de Dezembro até haver nova eleição. É eleito, por votação directa, em 28 de Abril de 1918, sendo proclamado Presidente da República em 9 de Maio do mesmo ano. Durante o ano em que permaneceu no poder, Sidónio Pais altera a Lei de Separação entre as Igrejas e o Estado, numa tentativa de apaziguamento das relações com a Igreja (23 de Fevereiro de 1918), estabelece o sufrágio universal (11 de Março de 1918) e consegue reatamento das relações com a Santa Sé, através do envio do Monsenhor Aloísio Mazella que assume as funções de Encarregado de Negócios da Santa Sé em Lisboa (25 de Julho de 1918). Os decretos de Março de 1918, denominados de "Constituição de 1918" conferem ao regime uma feição presidencialista. A 14 de Dezembro de 1918 é morto a tiro, por José Júlio da Costa.
João do Canto e Castro Silva Antunes Júnior, nasceu em Lisboa no dia 19 de Maio de 1862 e faleceu na mesma cidade a 14 de Março de 1934. Filho do general José Ricardo da Costa Silva Antunes e de D. Maria da Conceição do Canto e Castro Mascarenhas Valdez. Foi oficial da Marinha e quinto presidente da República Portuguesa de 16 de Dezembro de 1918 a 5 de Outubro de 1919. Frequentou o Colégio Luso-Britânico e a Real Escola Naval. Na  Guarda- marinha, em 11 de Outubro de 1883, sendo promovido quatro anos depois a segundo-tenente.  Tomou posse como Ministro da Marinha, a pedido de Sidónio Pais, a 9 de Setembro de 1918, tendo-lhe sucedido depois do atentado que vitimou o ditador.
António José de Almeida, Nasceu no Vale da Vinha (Penacova), em 27 de Julho de 1866. Era ainda aluno da Faculdade em Coimbra. Foi candidato pelo Partido Republicano, em 1905 e 1906, tendo sido eleito deputado nas segundas eleições, em Agosto de 1905. Nesse mesmo ano de 1910, casou com Maria Joana Queiroga, de quem teve uma filha. Logo após o triunfo da Revolução Republicana, António José de Almeida assumiu o cargo de Ministro do Interior no Governo Provisório. Presidente da República, em 1919. O Governo da União Sagrada caiu com o golpe de Sidónio Pais, contrário à participação de Portugal na Guerra. Depois do interregno sidonista, em que António José de Almeida é perseguido, vem a ser eleito Presidente da República em 1919. Como Presidente da República visitou o Brasil, numa altura em que ali ocorriam alguns actos xenófobos contra os portugueses. Valeram os seus dotes oratórios para atenuar aquele movimento. António José de Almeida faleceu em 1929.

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As invasões francesas, a ausência da família real no Brasil e o domínio inglês sobre Portugal causaram descontentamento popular e prepararam o terreno para a Revolução Liberal de 1820. Esta revolução estabeleceu um governo provisório e convocou as Cortes Constituintes que elaboraram a primeira Constituição portuguesa de 1822, baseada nos princípios liberais.

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A Revolução Liberal portuguesa de 1820 trouxe ideias liberais como a abolição da inquisição e da censura. A Constituição de 1822 estabeleceu direitos como a igualdade perante a lei e a separação de poderes, mas houve oposição de membros da família real. Após anos de instabilidade política, a Carta Constitucional de 1826 concedeu poderes ao rei, mas foi posteriormente revogada. O projeto setembrista de 1836 promoveu reformas econômicas e sociais, enquanto o projet

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Manuel Teixeira Gomes nasceu em Portimão, no dia 27 de Maio de 1860. Foi o sétimo presidente da Primeira República Portuguesa. Foi também escritor. Filho de José Libânio Gomes e Maria da Glória Teixeira Gomes.  É então que se torna amigo de grandes mestres, como Columbano Bordalo Pinheiro ou Marques de Oliveira. Aos 39 anos, Manuel Teixeira Gomes apaixona-se por Belmira das Neves mas por os Teixeira Gomes serem uma família importante de Portimão, não terá casado com a mesma. Eleito Presidente da República a 6 de Outubro de 1923, viria a demitir-se das suas funções a 11 de Dezembro de 1925.  Faleceu em Bougie (Argélia), a 18 de Outubro de 1941.
 
José Mendes Cabeçadas Júnior nasceu em Loulé (Algarve), no dia 19 de Agosto de 1883.  Afastado do poder pela orientação do regime à direita e pelo salazarismo, transformou-se num feroz opositor da autocracia de Óscar Carmona e de Oliveira Salazar, conspirando em duas tentativas insurreccionais (1946 e 1947). Como derradeiro gesto político, subscreveu o Programa para a Democratização da República (1961). No entanto, os demais conspiradores (entre os quais Gomes da Costa e Óscar Carmona) julgaram-no como sendo incapaz e, no fundo, o último vestígio do regime constitucional da I República. Após uma reunião dos revoltosos no seu quartel-general em Sacavém, em 17 de Junho de 1926, Mendes Cabeçadas foi forçado a renunciar às funções de Presidente da República e de Primeiro-Ministro a favor de Gomes da Costa. Continuava a instabilidade política da I República. Faleceu em Lisboa, a 11 de Junho de 1965.
Manuel de Oliveira Gomes da Costa nasceu em Lisboa, no dia 14 de Janeiro de 1863. Aí conquistou o prestígio que a I República procurou utilizar, ao nomeá-lo comandante da l.ª divisão do CEP (Corpo Expedicionário Português). A campanha da Flandres reforçou o seu prestígio. Persistindo uma certa desconfiança política mútua, Gomes da Costa viria, após sucessivas reuniões conspirativas, mantidas no quartel-general de Sacavém, a alcançar o poder, após um golpe ocorrido em 17 de Junho de 1926. Foi então preso e deportado para os Açores (11.7.1926), para evitar maiores descontentamentos em torno de si. Mesmo assim, Carmona fê-lo marechal, em Setembro de 1927, quando a situação foi considerada suficientemente estabilizada. Segundo Salazar, manteve longas conversas com ele em 1928. Regressou ao Continente, tendo falecido em condições miseráveis, sozinho e com dificuldades financeiras. Faleceu, a 17 de Dezembro de 1929.

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As disponibilidades hídricas de Portugal dependem fortemente da irregularidade da precipitação, variando significativamente entre o norte mais úmido e o sul mais seco. Os recursos hídricos incluem rios, cujos caudais flutuam sazonalmente, albufeiras que armazenam água, e lençóis freáticos. Embora existam recursos consideráveis, a gestão da água é desafiadora devido à má distribuição temporal entre as estações chuvosas e secas.

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A crise da monarquia portuguesa foi causada por fatores como o Ultimato Britânico de 1890, a Revolta de 31 de Janeiro de 1891, e o regicídio de 1908, levando à implantação da República em 1910. A Primeira República enfrentou instabilidade política e oposição do clero devido à separação entre Igreja e Estado, resultando em uma ditadura militar em 1926 e no estabelecimento do Estado Novo autoritário sob António de Oliveira Salazar.

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1) A monarquia portuguesa entrou em crise no século XIX devido à contestação liberal e republicana. 2) O ultimato britânico de 1890, que exigiu cessões territoriais portuguesas em África, aumentou o descontentamento e levou à primeira revolta republicana no Porto em 1891. 3) No início do século XX, a instabilidade política e a ditadura de João Franco enfraqueceram ainda mais a monarquia, culminando no regicídio de 1908.

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António Óscar de Fragoso Carmona nasceu em Lisboa, no dia 24 de Novembro de 1869  faleceu, a 18 de Abril de 1951.  Óscar Carmona foi nomeado marechal do exército em 1947. Foi fundamental o seu papel durante o conturbado processo político-militar que, muito por intervenção sua a favor de Salazar, levou à institucionalização do Estado Novo. Não conclui o seu quarto mandato, pois morreu no cargo, apenas dois anos após a sua eleição, tendo sido enterrado no Panteão Nacional em funeral oficial com toda a pompa. Tinha sido Presidente da República durante um quarto de século. É o Presidente da República que mais tempo permaneceu em funções, e previsivelmente continuará a sê-lo, tendo em conta a actual legislação sobre o limite de mandatos sucessivos». Faleceu, a 18 de Abril de 1951.
Francisco Higino Craveiro Lopes nasceu em Lisboa, no dia 12 de Abril de 1894.  Como primeiro sargento-cadete tira o curso de Cavalaria na antiga Escola do Exército, ingressando posteriormente na Aeronáutica Militar. Em Março de 1922, exerce as funções de instrutor de pilotagem, como capitão piloto aviador. Entre Craveiro Lopes e o presidente do Conselho as relações foram sempre frias e formais. Depois de retirado da política activa, foi feito Marechal da Força Aérea; ao mesmo tempo, manteve sempre os contactos com os líderes da Oposição, e parece ter estado associado ao golpe de Botelho Moniz, em Abril de 1961. Veio a falecer em Agosto de 1964, aos 70 anos, durante a noite, em situação pouco clara (supõe-se vítima de enfarte de miocárdio). faleceu, a 2 de Setembro de 1964.
Américo de Deus Rodrigues Tomás nasceu em Lisboa, no dia 19 de Novembro de 1894 e faleceu em Cascais, a 18 de Setembro de 1987.  Desta forma, o regime punha de parte qualquer tipo de mudança democrática encetada pelo voto da população portuguesa. Por isso, obrigou Marcelo Caetano a estabelecer um compromisso: o de não colocar a política ultramarina em causa.» A Revolução do 25 de Abril encontrou-o a meio do seu terceiro mandato (que se deveria prolongar até 1979). Foi então demitido do cargo e expulso compulsivamente da Marinha, tendo sido enviado para a Madeira, donde partiu para o exílio no Brasil. Em 1978, o general Ramalho Eanes permitiu o seu regresso a Portugal. A 18 de Setembro de 1987, Américo Tomás morreu numa clínica em Cascais, após uma cirurgia, com 92 anos.
 

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(1) A Revolução Americana foi inspirada pelos ideais iluministas de liberdade, igualdade e fraternidade. (2) As 13 colônias americanas se rebelaram contra os impostos e falta de representação do Parlamento Britânico, culminando no Boston Tea Party em 1773. (3) A Declaração de Independência dos Estados Unidos foi assinada em 1776, estabelecendo uma república democrática e marcando o fim da dependência em relação à Inglaterra.

António de Spínola, Militar e político português. Teve brilhante actuação em Angola à frente de um batalhão (1961-1963) e na Guiné-Bissau como governador e comandante-chefe (1968-1973). Vice-chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (1974) foi exonerado por ter publicado o seu livro Portugal e o Futuro. Após o golpe militar de 25 de Abril de 1974, a Junta de Salvação Nacional elegeu-o presidente da República (15 de Maio de 1974), tendo-se demitido a 30 de Setembro de 1974. Exilou-se em 1975, tendo chefiado do exterior um dos movimentos de resistência à tentativa de tomada de poder pelos comunistas. Regressado a Portugal, foi distinguido com o título de marechal em 1981
Costa Gomes, natural de Chaves nascido em 1914. Foi membro do Governo de Salazar e desempenhou as mais altas funções militares em Moçambique e Angola durante as guerras coloniais. Após a revolução de 25.4.1974 fez parte da Junta de Salvação Nacional e, após a renúncia do general Spínola em fins de Setembro de 1974, assumiu a chefia do Estado até meados de 1976 .  Faleceu em 2001.
Ramalho Eanes, natural de Alcains, Castelo Branco nascido em 1935 Era tenente-coronel quando dirigiu as operações militares de 25.11.1975 que se opuseram às forças que queriam impor ao País o totalitarismo de esquerda. Presidente da República desde 1976 e reeleito em 1980 para novo mandato de 5 anos. Foi promovido a general, por distinção, em 1978.
Mário Soares Natural de Lisboa nascido em 1924. Licenciou-se em Letras e em Direito na Universidade de Lisboa. Desde a juventude desenvolveu intensa actividade de oposição ao regime vigente. Secretário-geral do Partido Socialista desde 1973 e ministro dos Negócios Estrangeiros (1974-1975), foi primeiro-ministro de 1976 a 1978 e de 1983 a 1985. Exerceu o cargo de Presidente da República de 1986 a 1996. Foi um dos principais responsáveis pela descolonização.

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Nas estrofes de invocação, Camões pede ajuda às ninfas do rio Tejo para que o inspirem a cantar em estilo elevado os feitos dos portugueses, comparando a nova inspiração que necessita à de Hipocrene, fonte das Musas na mitologia grega. O poeta deseja uma "fúria grande e sonorosa" para exaltar em verso os feitos da nação portuguesa de forma digna.

Natural de Lisboa, nasceu em 18 de Setembro de 1939, filho de Arnaldo Sampaio, médico, especialista em Saúde Pública, e de Fernanda Bensaude Branco de Sampaio, professora particular de inglês. É casado com Maria José Rita e tem dois filhos, Vera e André. Em 1961, licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Em 1978, Jorge Sampaio adere ao partido Socialista. Em 1979, é eleito deputado à Assembleia da República, pelo círculo de Lisboa, e passa a integrar o Secretariado Nacional do PS. No ano de 1989, é eleito Secretário-Geral do Partido Socialista, cargo que exerce até 1991, e é designado, pela Assembleia da República, como membro do Conselho de Estado. Em 1995, Jorge Sampaio apresenta a sua candidatura às eleições presidenciais. Foi investido no cargo de Presidente da República, no dia 9 de Março de 1996, foi reeleito, à primeira volta, em 14 de Janeiro de 2001, para um novo mandato. Foi agraciado com várias condecorações e tem recebido diversas distinções nacionais e estrangeiras.
Em exercício de funções até ao presente momento.
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Presidentes da republica portuguesa

  • 1. Os Presidentes da República Portuguesa António Castro nº2 João Sanguessuga nº 11 6ºC Área de Projecto Profs: Pedro Oliveira e Vera Vaz Dez. 2010
  • 2.  
  • 3. Manuel José de Arriaga Brum da Silveira nasceu na cidade da Horta em 8 de Junho de 1840. Era filho de Sebastião de Arriaga Brum da Silveira e de Maria Cristina Ramos Caldeira. Foi durante o período em que estudava em Coimbra para se formar em leis, no contacto com outros estudantes e professores e na leitura de outras formas de pensamento, que aderiu ao “ideário” republicano, devido a isso, o pai deixou de lhe pagar os estudos e desfavoreceu-o. Manuel de Arriaga teve então de trabalhar. Foi membro do Directório do Partido Republicano depois de 31 de Dezembro de 1891. Estava longe de saber que viria a ser o 1º Presidente da República!
  • 4. Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu também nos Açores (Ponta Delgada), no dia 24 de Fevereiro de 1843. Foi político, escritor e ensaísta português. Estreou-se na literatura, em 1859. Igualmente licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. Exerceu vários cargos de destaque nas estruturas do Partido Republicano Português. A 1 de Janeiro de 1910, tornou-se membro efectivo do Directório deste Partido. No dia 28 de Agosto de 1910 foi eleito deputado por Lisboa, e em Outubro do mesmo ano tornou-se presidente do Governo Provisório, na sequência do “5 de Outubro de 1910”. Teófilo Braga foi eleito pelo Congresso, a 29 de Maio de 1915, com 98 votos a favor, contra um voto de Duarte Leite Pereira da Silva e três votos em branco. Presidente da República de transição, face à demissão de Manuel de Arriaga, cumpriria o mandato até ao dia 5 de Outubro do mesmo ano e faleceu no dia 28 de Janeiro de 1924.
  • 5. Bernardino Luís Machado Guimarães, nasceu no Brasil (Rio de Janeiro), no dia 28 de Março de 1851 e viria a falecer em Vila Nova de Famalicão, no dia 28 de Abril de 1944, Famalicão. Foi o terceiro e o oitavo presidente eleito da República Portuguesa. Estudou na Universidade de Coimbra. Bernardino Machado era filho de António Luís Machado Guimarães, e de sua segunda mulher, Prazeres de Sousa Guimarães. Passou a infância no Brasil até aos nove anos. Em 1866, inscreveu-se na Universidade de Coimbra. Foi um brilhante aluno, tendo-se doutorado em na Academia Coimbrã, onde foi professor. Em 1872, ao atingir a maioridade e optou pela nacionalidade portuguesa. Casou no Porto em 1882, com Elisa Dantas Gonçalves Pereira, com quem teve 18 filhos. Com o advento da República foi ministro dos Negócios Estrangeiros e o primeiro Embaixador de Portugal no Brasil (1913). Foi Presidente da República Portuguesa por duas vezes.
  • 6. Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais nasceu em Caminha, no dia 1 de Maio de 1872. Em 1888 entra para a Escola do Exército, Licenciou-se em Matemática, na Universidade de Coimbra, doutorando-se no ano de 1898. A 11 de Dezembro de 1917 tomou posse como Presidente do Ministério, acumulando as pastas da Guerra e dos Negócios Estrangeiros. Assume a Presidência da República em 27 de Dezembro até haver nova eleição. É eleito, por votação directa, em 28 de Abril de 1918, sendo proclamado Presidente da República em 9 de Maio do mesmo ano. Durante o ano em que permaneceu no poder, Sidónio Pais altera a Lei de Separação entre as Igrejas e o Estado, numa tentativa de apaziguamento das relações com a Igreja (23 de Fevereiro de 1918), estabelece o sufrágio universal (11 de Março de 1918) e consegue reatamento das relações com a Santa Sé, através do envio do Monsenhor Aloísio Mazella que assume as funções de Encarregado de Negócios da Santa Sé em Lisboa (25 de Julho de 1918). Os decretos de Março de 1918, denominados de "Constituição de 1918" conferem ao regime uma feição presidencialista. A 14 de Dezembro de 1918 é morto a tiro, por José Júlio da Costa.
  • 7. João do Canto e Castro Silva Antunes Júnior, nasceu em Lisboa no dia 19 de Maio de 1862 e faleceu na mesma cidade a 14 de Março de 1934. Filho do general José Ricardo da Costa Silva Antunes e de D. Maria da Conceição do Canto e Castro Mascarenhas Valdez. Foi oficial da Marinha e quinto presidente da República Portuguesa de 16 de Dezembro de 1918 a 5 de Outubro de 1919. Frequentou o Colégio Luso-Britânico e a Real Escola Naval. Na Guarda- marinha, em 11 de Outubro de 1883, sendo promovido quatro anos depois a segundo-tenente. Tomou posse como Ministro da Marinha, a pedido de Sidónio Pais, a 9 de Setembro de 1918, tendo-lhe sucedido depois do atentado que vitimou o ditador.
  • 8. António José de Almeida, Nasceu no Vale da Vinha (Penacova), em 27 de Julho de 1866. Era ainda aluno da Faculdade em Coimbra. Foi candidato pelo Partido Republicano, em 1905 e 1906, tendo sido eleito deputado nas segundas eleições, em Agosto de 1905. Nesse mesmo ano de 1910, casou com Maria Joana Queiroga, de quem teve uma filha. Logo após o triunfo da Revolução Republicana, António José de Almeida assumiu o cargo de Ministro do Interior no Governo Provisório. Presidente da República, em 1919. O Governo da União Sagrada caiu com o golpe de Sidónio Pais, contrário à participação de Portugal na Guerra. Depois do interregno sidonista, em que António José de Almeida é perseguido, vem a ser eleito Presidente da República em 1919. Como Presidente da República visitou o Brasil, numa altura em que ali ocorriam alguns actos xenófobos contra os portugueses. Valeram os seus dotes oratórios para atenuar aquele movimento. António José de Almeida faleceu em 1929.
  • 9. Manuel Teixeira Gomes nasceu em Portimão, no dia 27 de Maio de 1860. Foi o sétimo presidente da Primeira República Portuguesa. Foi também escritor. Filho de José Libânio Gomes e Maria da Glória Teixeira Gomes. É então que se torna amigo de grandes mestres, como Columbano Bordalo Pinheiro ou Marques de Oliveira. Aos 39 anos, Manuel Teixeira Gomes apaixona-se por Belmira das Neves mas por os Teixeira Gomes serem uma família importante de Portimão, não terá casado com a mesma. Eleito Presidente da República a 6 de Outubro de 1923, viria a demitir-se das suas funções a 11 de Dezembro de 1925. Faleceu em Bougie (Argélia), a 18 de Outubro de 1941.
  • 10.  
  • 11. José Mendes Cabeçadas Júnior nasceu em Loulé (Algarve), no dia 19 de Agosto de 1883. Afastado do poder pela orientação do regime à direita e pelo salazarismo, transformou-se num feroz opositor da autocracia de Óscar Carmona e de Oliveira Salazar, conspirando em duas tentativas insurreccionais (1946 e 1947). Como derradeiro gesto político, subscreveu o Programa para a Democratização da República (1961). No entanto, os demais conspiradores (entre os quais Gomes da Costa e Óscar Carmona) julgaram-no como sendo incapaz e, no fundo, o último vestígio do regime constitucional da I República. Após uma reunião dos revoltosos no seu quartel-general em Sacavém, em 17 de Junho de 1926, Mendes Cabeçadas foi forçado a renunciar às funções de Presidente da República e de Primeiro-Ministro a favor de Gomes da Costa. Continuava a instabilidade política da I República. Faleceu em Lisboa, a 11 de Junho de 1965.
  • 12. Manuel de Oliveira Gomes da Costa nasceu em Lisboa, no dia 14 de Janeiro de 1863. Aí conquistou o prestígio que a I República procurou utilizar, ao nomeá-lo comandante da l.ª divisão do CEP (Corpo Expedicionário Português). A campanha da Flandres reforçou o seu prestígio. Persistindo uma certa desconfiança política mútua, Gomes da Costa viria, após sucessivas reuniões conspirativas, mantidas no quartel-general de Sacavém, a alcançar o poder, após um golpe ocorrido em 17 de Junho de 1926. Foi então preso e deportado para os Açores (11.7.1926), para evitar maiores descontentamentos em torno de si. Mesmo assim, Carmona fê-lo marechal, em Setembro de 1927, quando a situação foi considerada suficientemente estabilizada. Segundo Salazar, manteve longas conversas com ele em 1928. Regressou ao Continente, tendo falecido em condições miseráveis, sozinho e com dificuldades financeiras. Faleceu, a 17 de Dezembro de 1929.
  • 13. António Óscar de Fragoso Carmona nasceu em Lisboa, no dia 24 de Novembro de 1869 faleceu, a 18 de Abril de 1951. Óscar Carmona foi nomeado marechal do exército em 1947. Foi fundamental o seu papel durante o conturbado processo político-militar que, muito por intervenção sua a favor de Salazar, levou à institucionalização do Estado Novo. Não conclui o seu quarto mandato, pois morreu no cargo, apenas dois anos após a sua eleição, tendo sido enterrado no Panteão Nacional em funeral oficial com toda a pompa. Tinha sido Presidente da República durante um quarto de século. É o Presidente da República que mais tempo permaneceu em funções, e previsivelmente continuará a sê-lo, tendo em conta a actual legislação sobre o limite de mandatos sucessivos». Faleceu, a 18 de Abril de 1951.
  • 14. Francisco Higino Craveiro Lopes nasceu em Lisboa, no dia 12 de Abril de 1894. Como primeiro sargento-cadete tira o curso de Cavalaria na antiga Escola do Exército, ingressando posteriormente na Aeronáutica Militar. Em Março de 1922, exerce as funções de instrutor de pilotagem, como capitão piloto aviador. Entre Craveiro Lopes e o presidente do Conselho as relações foram sempre frias e formais. Depois de retirado da política activa, foi feito Marechal da Força Aérea; ao mesmo tempo, manteve sempre os contactos com os líderes da Oposição, e parece ter estado associado ao golpe de Botelho Moniz, em Abril de 1961. Veio a falecer em Agosto de 1964, aos 70 anos, durante a noite, em situação pouco clara (supõe-se vítima de enfarte de miocárdio). faleceu, a 2 de Setembro de 1964.
  • 15. Américo de Deus Rodrigues Tomás nasceu em Lisboa, no dia 19 de Novembro de 1894 e faleceu em Cascais, a 18 de Setembro de 1987. Desta forma, o regime punha de parte qualquer tipo de mudança democrática encetada pelo voto da população portuguesa. Por isso, obrigou Marcelo Caetano a estabelecer um compromisso: o de não colocar a política ultramarina em causa.» A Revolução do 25 de Abril encontrou-o a meio do seu terceiro mandato (que se deveria prolongar até 1979). Foi então demitido do cargo e expulso compulsivamente da Marinha, tendo sido enviado para a Madeira, donde partiu para o exílio no Brasil. Em 1978, o general Ramalho Eanes permitiu o seu regresso a Portugal. A 18 de Setembro de 1987, Américo Tomás morreu numa clínica em Cascais, após uma cirurgia, com 92 anos.
  • 16.  
  • 17. António de Spínola, Militar e político português. Teve brilhante actuação em Angola à frente de um batalhão (1961-1963) e na Guiné-Bissau como governador e comandante-chefe (1968-1973). Vice-chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (1974) foi exonerado por ter publicado o seu livro Portugal e o Futuro. Após o golpe militar de 25 de Abril de 1974, a Junta de Salvação Nacional elegeu-o presidente da República (15 de Maio de 1974), tendo-se demitido a 30 de Setembro de 1974. Exilou-se em 1975, tendo chefiado do exterior um dos movimentos de resistência à tentativa de tomada de poder pelos comunistas. Regressado a Portugal, foi distinguido com o título de marechal em 1981
  • 18. Costa Gomes, natural de Chaves nascido em 1914. Foi membro do Governo de Salazar e desempenhou as mais altas funções militares em Moçambique e Angola durante as guerras coloniais. Após a revolução de 25.4.1974 fez parte da Junta de Salvação Nacional e, após a renúncia do general Spínola em fins de Setembro de 1974, assumiu a chefia do Estado até meados de 1976 . Faleceu em 2001.
  • 19. Ramalho Eanes, natural de Alcains, Castelo Branco nascido em 1935 Era tenente-coronel quando dirigiu as operações militares de 25.11.1975 que se opuseram às forças que queriam impor ao País o totalitarismo de esquerda. Presidente da República desde 1976 e reeleito em 1980 para novo mandato de 5 anos. Foi promovido a general, por distinção, em 1978.
  • 20. Mário Soares Natural de Lisboa nascido em 1924. Licenciou-se em Letras e em Direito na Universidade de Lisboa. Desde a juventude desenvolveu intensa actividade de oposição ao regime vigente. Secretário-geral do Partido Socialista desde 1973 e ministro dos Negócios Estrangeiros (1974-1975), foi primeiro-ministro de 1976 a 1978 e de 1983 a 1985. Exerceu o cargo de Presidente da República de 1986 a 1996. Foi um dos principais responsáveis pela descolonização.
  • 21. Natural de Lisboa, nasceu em 18 de Setembro de 1939, filho de Arnaldo Sampaio, médico, especialista em Saúde Pública, e de Fernanda Bensaude Branco de Sampaio, professora particular de inglês. É casado com Maria José Rita e tem dois filhos, Vera e André. Em 1961, licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Em 1978, Jorge Sampaio adere ao partido Socialista. Em 1979, é eleito deputado à Assembleia da República, pelo círculo de Lisboa, e passa a integrar o Secretariado Nacional do PS. No ano de 1989, é eleito Secretário-Geral do Partido Socialista, cargo que exerce até 1991, e é designado, pela Assembleia da República, como membro do Conselho de Estado. Em 1995, Jorge Sampaio apresenta a sua candidatura às eleições presidenciais. Foi investido no cargo de Presidente da República, no dia 9 de Março de 1996, foi reeleito, à primeira volta, em 14 de Janeiro de 2001, para um novo mandato. Foi agraciado com várias condecorações e tem recebido diversas distinções nacionais e estrangeiras.
  • 22. Em exercício de funções até ao presente momento.
  • 23. Os Presidentes da República Portuguesa António Castro nº2 João Sanguessuga nº 11 6ºC Área de Projecto Profs: Pedro Oliveira e Vera Vaz Dez. 2010