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ESCOLA BÁSICA 2.º e 3.º CICLOS DA CRUZ DE PAU DISCIPLINA DE HISTÓRIA – Prof.ª Sílvia Mendonça Da 1.ª República Portuguesa  à ditadura militar  Sara Nogueira n.º 21- 9.º B  Ano Lectivo-2008/09
Introdução Este trabalho faz parte da disciplina de História do 9º ano. O tema é “Da 1º República à Ditadura Militar ” e os objectivos são: dar resposta à solicitação da professora da referida disciplina e descrever os aspectos mais relevantes deste período da História Portuguesa. Após a Introdução, inicio o trabalho com o  Fim da Monarquia, Implantação da República, Principais realizações republicanas, As causas e queda da 1º república e a  queda da mesma.  Não podia deixar de falar nas  personagens envolvidas na 1º República.  Seguem-se a  História do hino nacional,  a  descrição   da bandeira republicana  e termino o trabalho com algumas  curiosidades  sobre esta época.  Para o realizar consultei o nosso manual de História, enciclopédias e recorri também à Internet. Sempre que possível este trabalho é enriquecido com imagens e esquemas para uma mais fácil leitura.
O fim da Monarquia Instabilidade política  ,[object Object],[object Object],Instabilidade económica e social ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],Maçonaria   :  Organização semi-secreta, com rituais próprios, defensora da fertilidade e da liberdade e da liberdade. Era constituída predominantemente por elementos da burguesia. Carbonária:  Organização secreta , com algumas ligações à Maçonaria, embora independente dela. Remota, em Portugal, no ano 1822. Era anticlerical e defendia a queda da monarquia, considerando legítimos todos os meios, incluindo os meios violentos.
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],A Implantação da República
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Principais realizações republicanas
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],No entanto, e apesar destas medidas, os resultados foram pouco satisfatórios, pois a taxa de analfabetismo, entre 1910 e 1926, apenas baixou dos 70 para cerca dos 61%.
I -  Poderes do Estado e sua organização 1- Congresso da República  ( sufrágio directo) Câmara dos  Deputados (senados) Poder Executivo 2- Presidente da República ( funções representativas) Ministros  Poder Legislativo 3 - Tribunais  Poder Judicial II -  Algumas características gerais 1- Supremacia do Congresso 2- Fiscalização da constitucionalidade pelos tribunais III - Revisões e alterações ao texto inicial  1- 1926 - Reintroduz a pena de morte em situação de guerra 2- 1918 - Transforma o sistema constitucional em presidencialista  ( de efémera vigência) 3- 1919-1921- Confere poderes ao Presidente da República. prevê descentralização nas relações com as colónias.
As causas da Queda da 1º República ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
A queda da 1º Primeira República Golpe Militar de 28 de Maio de 1926  Iniciou-se em Braga e foi comandado pelo general Gomes da Costa e dirigiram para Lisboa. Derrubou a  1º Republica. Instaurou uma Ditadura Militar ( 1926-33): - Dissolução do Parlamento; - Suspensão das liberdades individuais; - Entre os novos dirigentes destacou-se Oliveira Salazar que em 1933 apresentou ao país através de plebiscito, uma nova Constituição Política: era o inicio do Estado novo
Personagens envolvidas na 1º República  ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],D. Manuel  II
Político português, foi o primeiro presidente da   República Portuguesa. Desde jovem se empenhou   na propaganda republicana, professor liceal,   poeta e escritor, notabilizou-se como advogado   na defesa de correligionários processados pelas suas ideias ou actividades. Fez parte do   Directório do Partido Republicano (1891), foi   deputado em duas legislaturas ainda durante a   Monarquia (1882 e 1892), e foi eleito para as   constituintes de 1911. Nesta data, com o apoio parlamentar dos partidários de António José   de Almeida e Brito Camacho, tornar-se-ia o primeiro presidente da   República Constitucional. No entanto, a sua politica conciliadora,   baseada em propósitos de defesa da honra nacional e na concórdia de   toda a família portuguesa, colidiu com as tendências golpistas sempre   presentes na política do novo regime. Em 1915, a crise desencadeada   por Pimenta de Castro, que envolveu a dissolução do parlamento, levou-o   a atitudes contraditórias com as leis da república. O parlamento   declarou-o fora-da-lei e Manuel de Arriaga demitiu-se, após o que se retirou da actividade política. Manuel de Arriaga (1840-1917)
[object Object],[object Object],Teófilo Braga (1843-1924)
[object Object],[object Object],José Relvas (1858-1929)
[object Object],Almirante republicano, próximo da Carbonária, foi o estratega militar do 5 de Outubro. Suicidou-se na madrugada do dia 4, pensando que a revolução abortara.  Miguel Bombarda Cândido dos Reis
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Afonso Costa
História do Hino Nacional ,[object Object],[object Object]
Bandeira Republicana ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
O significado da bandeira ,[object Object],Após a Revolução Republicana, em 5 de Outubro de 1910, a Bandeira da Monarquia Constitucional foi abolida, e o Estado promoveu um concurso de bandeiras para representar o novo governo. Os autores do actual desenho do símbolo pátrio por excelência são Columbano Bordalo Pinheiro, João Chagas e Abel Botelho. Columbano Bordalo Pinheiro João Chagas Abel Botelho
[object Object],[object Object],Verde:   O verde no ideário positivista e republicano (séculos XIX e XX), simboliza as nações que são guiadas pela ciência. Na versão popular simboliza a esperança no futuro.  Vermelho rubro : O vermelho é a cor das revoluções democráticas desde o século XVIII percorreram a Europa,  como a revoluções de 1848, a Comuna de Paris (1871) ou a revolução republicana em Portugal de 31 de Janeiro de 1891.  Simboliza a luta dos povos pelos grandes ideais de Igualdade,  Fraternidade e Liberdade. Na versão popular simboliza os sacrifícios do povo português ao longo da sua história. Esfera armilar:  Emblema do rei D. Manuel I (1469 -1521) e que desde  então esteve sempre  presente nas bandeiras de Portugal.  Simboliza o Universo e a vocação universal dos portugueses.  Na versão popular simboliza os descobrimentos portugueses. Escudo:  O Escudo de Armas remete para a fundação de Portugal.  Simboliza a afirmação da cultura ocidental no mundo, e em particular dos seus valores cristãos.  Os castelos, quinas e os besantes evocam conquistas, vitórias e lendas ligadas à fundação de Portugal por  D.Afonso Henriques (1109-1185).   
Curiosidades ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Conclusão Chegado agora ao final deste trabalho, apercebi-me que este tema é bastante interessante, pois, com a sua elaboração fiquei a entendê-lo muito melhor. A parte que mais me motivou, foi o facto de ficar a conhecer algumas das personagens que marcaram a implantação da república no dia 5 de Outubro de 1910, algumas medidas implementadas por este novo sistema de governo e os símbolos da nação. Este tema é bastante importante porque nos conta como foi o período de transição do regime monárquico para o republicano, e a importância deste último para o desenvolvimento do país que está presente até aos nossos dias, ou seja, vivemos numa república onde todas as pessoas são livres de expressarem as suas opiniões. Aprendi imenso e espero que o mesmo seja apreciado e que de alguma forma possa ajudar outros na compreensão deste tema.
Bibliografia ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]

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1ª RepúBlica

  • 1. ESCOLA BÁSICA 2.º e 3.º CICLOS DA CRUZ DE PAU DISCIPLINA DE HISTÓRIA – Prof.ª Sílvia Mendonça Da 1.ª República Portuguesa à ditadura militar Sara Nogueira n.º 21- 9.º B Ano Lectivo-2008/09
  • 2. Introdução Este trabalho faz parte da disciplina de História do 9º ano. O tema é “Da 1º República à Ditadura Militar ” e os objectivos são: dar resposta à solicitação da professora da referida disciplina e descrever os aspectos mais relevantes deste período da História Portuguesa. Após a Introdução, inicio o trabalho com o Fim da Monarquia, Implantação da República, Principais realizações republicanas, As causas e queda da 1º república e a queda da mesma. Não podia deixar de falar nas personagens envolvidas na 1º República. Seguem-se a História do hino nacional, a descrição da bandeira republicana e termino o trabalho com algumas curiosidades sobre esta época. Para o realizar consultei o nosso manual de História, enciclopédias e recorri também à Internet. Sempre que possível este trabalho é enriquecido com imagens e esquemas para uma mais fácil leitura.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8. I - Poderes do Estado e sua organização 1- Congresso da República ( sufrágio directo) Câmara dos Deputados (senados) Poder Executivo 2- Presidente da República ( funções representativas) Ministros Poder Legislativo 3 - Tribunais Poder Judicial II - Algumas características gerais 1- Supremacia do Congresso 2- Fiscalização da constitucionalidade pelos tribunais III - Revisões e alterações ao texto inicial 1- 1926 - Reintroduz a pena de morte em situação de guerra 2- 1918 - Transforma o sistema constitucional em presidencialista ( de efémera vigência) 3- 1919-1921- Confere poderes ao Presidente da República. prevê descentralização nas relações com as colónias.
  • 9.
  • 10. A queda da 1º Primeira República Golpe Militar de 28 de Maio de 1926 Iniciou-se em Braga e foi comandado pelo general Gomes da Costa e dirigiram para Lisboa. Derrubou a 1º Republica. Instaurou uma Ditadura Militar ( 1926-33): - Dissolução do Parlamento; - Suspensão das liberdades individuais; - Entre os novos dirigentes destacou-se Oliveira Salazar que em 1933 apresentou ao país através de plebiscito, uma nova Constituição Política: era o inicio do Estado novo
  • 11.
  • 12. Político português, foi o primeiro presidente da República Portuguesa. Desde jovem se empenhou na propaganda republicana, professor liceal, poeta e escritor, notabilizou-se como advogado na defesa de correligionários processados pelas suas ideias ou actividades. Fez parte do Directório do Partido Republicano (1891), foi deputado em duas legislaturas ainda durante a Monarquia (1882 e 1892), e foi eleito para as constituintes de 1911. Nesta data, com o apoio parlamentar dos partidários de António José de Almeida e Brito Camacho, tornar-se-ia o primeiro presidente da República Constitucional. No entanto, a sua politica conciliadora, baseada em propósitos de defesa da honra nacional e na concórdia de toda a família portuguesa, colidiu com as tendências golpistas sempre presentes na política do novo regime. Em 1915, a crise desencadeada por Pimenta de Castro, que envolveu a dissolução do parlamento, levou-o a atitudes contraditórias com as leis da república. O parlamento declarou-o fora-da-lei e Manuel de Arriaga demitiu-se, após o que se retirou da actividade política. Manuel de Arriaga (1840-1917)
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22. Conclusão Chegado agora ao final deste trabalho, apercebi-me que este tema é bastante interessante, pois, com a sua elaboração fiquei a entendê-lo muito melhor. A parte que mais me motivou, foi o facto de ficar a conhecer algumas das personagens que marcaram a implantação da república no dia 5 de Outubro de 1910, algumas medidas implementadas por este novo sistema de governo e os símbolos da nação. Este tema é bastante importante porque nos conta como foi o período de transição do regime monárquico para o republicano, e a importância deste último para o desenvolvimento do país que está presente até aos nossos dias, ou seja, vivemos numa república onde todas as pessoas são livres de expressarem as suas opiniões. Aprendi imenso e espero que o mesmo seja apreciado e que de alguma forma possa ajudar outros na compreensão deste tema.
  • 23.