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Habitados
Fraternidade Espírita – Fé Caridade e
Luz
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Pluraridade
dos
Mundos
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Segundo Allan Kardec
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O Que é o EspiritismoSegundo Allan Kardec
“O Espiritismo é a nova
ciência que vem revelar aos
homens, por meio de provas
irrecusáveis, a existência e a
natureza do mundo
espiritual e as suas relações
com o mundo corporal”
Segundo o Dicionário Online de Português
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Mundos
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Segundo o Dicionário Online de Português
CIÊNCIA
1.
conhecimento atento e aprofundado de algo.
2.
conhecimentos sistematizados adquiridos via
observação, identificação, pesquisa e
explicação de determinadas categorias de
fenômenos e fatos, e formulados metódica e
racionalmente.
[Dicio]
RELIGIÃO
1.
Crença de que existem forças superiores ou
sobrenaturais, sendo estas responsáveis pela
criação do universo; crença de que essas
forças sobrenaturais regem o destino do ser
humano e, por isso, devem ser respeitadas.
2.
Comportamento moral e intelectual que é
resultado dessa crença.
FÉ
1.
Crença; convicção intensa e persistente em
algo abstrato que, para a pessoa que acredita,
se torna verdade. Religião;...
RACIOCINAR
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Mundos
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Segundo o Dicionário Online de Português
1.
Buscar a verdade com auxílio da razão.
2.
Procurar compreender as relações entre coisas
e fatos.
3.
Alegar razões relativamente a uma questão.
4.
Encadear argumentos e fazer deduções.
[Dicio]
Segundo Allan Kardec
RACIOCINAR
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Mundos
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Ha muitas moradas na casa de meu pai
Mundos inferiores
Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo
Mundos de provas e
expiações
Mundos regeneradores
Mundos superiores
Mundos inferiores
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Ha muitas moradas na casa de meu pai
Mundos inferiores
Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo
Tomando a Terra como ponto de comparação, pode
fazer-se uma ideia do estado de um mundo inferior,
supondo os seus habitantes como povos selvagens.
Nos mundos mais atrasados, os homens são de certo
modo rudimentares. Possuem a forma humana, mas
sem nenhuma beleza; seus instintos não são
temperados por nenhum sentimento de delicadeza ou
benevolência, nem pelas noções do justo e do injusto;
a força bruta é sua única lei. Sem invenções, dedicam
sua vida à conquista de alimentos.
Não obstante, Deus não abandona nenhuma de
suas criaturas.
No fundo tenebroso dessas inteligências
encontra-se, latente, a vaga intuição de um Ser
Supremo, mais ou menos desenvolvida.
Esse instinto é suficiente para que uns se tornem
superiores aos outros, preparando-se para a
eclosão de uma vida mais plena.
Porque eles não são criaturas degradadas, mas
crianças que crescem.
Mundos de provas e expiações Santo Agostinho Paris, 1862Santo Agostinho
Paris, 1862
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Ha muitas moradas na casa de meu pai
Mundos de provas e expiações
Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo
Que vos direi, que já não conheçais, dos mundos de expiações, pois que
basta considerar a Terra que habitais?
A superioridade da inteligência, num grande número de seus habitantes,
indica que ela não é um mundo primitivo, destinado à encarnação de
Espíritos ainda mal saídos das mãos do Criador.
Eis porque Deus os colocou num mundo ingrato, para expiarem suas faltas
através de um trabalho penoso e das misérias da vida, até que se façam
merecedores de passar para um mundo mais feliz.
Suas qualidades inatas são a prova de que já viveram e realizaram um
certo progresso, mas também os numerosos vícios a que se inclinam são o
indício de uma grande imperfeição moral.
Santo Agostinho
Paris, 1862
Mundos regeneradores Santo Agostinho
Paris, 1862
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Ha muitas moradas na casa de meu pai
Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo
Santo Agostinho
Paris, 1862
Mundos regeneradores
Entre essas estrelas que cintilam na abóbada azulada, quantas delas são
mundos, como o vosso, designados pelo Senhor para expiação e provas!
Mas há também entre elas mundos mais infelizes e melhores, como há
mundos transitórios, que podemos chamar de regeneradores.
Os mundos regeneradores servem de transição entre os mundos de
expiação e os felizes. A alma que se arrepende, neles encontra a paz e o
descanso, acabando por se purificar. Sem dúvida, mesmo nesses
mundos, o homem ainda está sujeito às leis que regem a matéria.
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Ha muitas moradas na casa de meu pai
Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo
A humanidade experimenta as vossas sensações e
os vossos desejos, mas está isenta das paixões
desordenadas que vos escravizam.
Santo Agostinho
Paris, 1862
Mundos regeneradores
Os mundos regeneradores servem de transição entre os mundos de
expiação e os felizes. A alma que se arrepende, neles encontra a paz e o
descanso, acabando por se purificar. Sem dúvida, mesmo nesses
mundos, o homem ainda está sujeito às leis que regem a matéria.
Neles, não há mais o orgulho que emudece o
coração, a inveja que o tortura e o ódio que os
asfixia.
A palavra amor está escrita em todas as frontes;
uma perfeita equidade regula as relações
sociais; todos manifestam a Deus e procuram
elevar-se a Ele, seguindo as suas leis.
Mundos superiores Santo Agostinho
Paris, 1862
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Ha muitas moradas na casa de meu pai
Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo
Santo Agostinho
Paris, 1862
Mundos superiores
Nesses mundos (anteriores) contudo, ainda não existe a perfeita felicidade, mas a
aurora da felicidade.
O homem ainda é carnal, e por isso mesmo sujeito às vicissitudes de que só estão
isentos os seres completamente desmaterializados.
Ainda tem provas a sofrer, mas estas não se revestem das pungentes angústias da
expiação.
Comparados à Terra, esses mundos são mais felizes, e muitos de vós gostariam de
habitá-los, porque representam a calmaria após a tempestade, a convalescença após
uma doença cruel.
Menos absorvido pelas coisas materiais, o homem entrevê melhor o futuro do que
vós, compreende que são outras as alegrias prometidas pelo Senhor aos que se
tornam dignos, quando a morte ceifar novamente os seus corpos, para lhes dar a
verdadeira vida.
É então que a alma liberta poderá pairar sobre os
horizontes.
Não mais os sentidos materiais e grosseiros, mas os
sentidos de um perispírito puro e celeste, aspirando
as emanações de Deus, sob os aromas do amor e da
caridade, que se expandem no seu seio. [...].
Contemplai, pois, durante a noite, na hora do
repouso e da prece, essa abóbada azulada, e
entre as inumeráveis esferas que brilham sobre
as vossas cabeças, procurai as que levam a
Deus, e pedi que um mundo regenerador vos
abra o seu seio,
após a expiação na Terra.
O Livro dos Espíritos
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
172. As nossas diversas existências corporais se verificam
todas na Terra?
“Não; vivemo-las em diferentes mundos.
As que aqui passamos não são as primeiras, nem as
últimas; são, porém, das mais materiais e das mais
distantes da perfeição.”
173. A cada nova existência corporal a alma passa de um
mundo para outro, ou pode ter muitas no mesmo
globo?
“Pode viver muitas vezes no mesmo globo, se não se
adiantou bastante para passar a um mundo superior.”
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
176. Depois de haverem encarnado noutros mundos, podem os
Espíritos encarnar neste, sem que jamais aí tenham
estado?
“Sim, do mesmo modo que vós em outros. Todos os mundos
são solidários: o que não se faz num, faz-se noutro.”
177. Para chegar à perfeição e à suprema felicidade, destino final de
todos os homens, tem o Espírito que passar pela fieira de todos os
mundos existentes no Universo?
“Não; porquanto muitos são os mundos correspondentes a cada grau
da respectiva escala e o Espírito, saindo de um deles, nenhuma coisa
nova aprenderia nos outros do mesmo grau.”
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
181. Os seres que habitam os diferentes mundos têm corpos
semelhantes aos nossos?
“É fora de dúvida que têm corpos, porque o Espírito precisa
estar revestido de matéria para atuar sobre a matéria.
Esse envoltório, porém, é mais ou menos material, conforme
o grau de pureza a que chegaram os Espíritos. É isso o que
assinala a diferença entre os mundos que temos de percorrer,
porquanto ‘muitas moradas há na casa de nosso Pai’, sendo,
conseguintemente, de muitos graus essas moradas.
Alguns o sabem e desse fato têm consciência na Terra; com
outros, no entanto, o mesmo não se dá.”
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
182. É-nos possível conhecer exatamente o estado físico e
moral dos diferentes mundos?
“Nós, Espíritos, só podemos responder de acordo com o
grau de adiantamento em que vos achais.
Quer dizer que não devemos revelar estas coisas a todos,
porque nem todos estão em estado de compreendê-las e
semelhante revelação os perturbaria.”
À medida que o Espírito se purifica, o corpo que o reveste se
aproxima igualmente da natureza espírita.
Torna-se lhe menos densa a matéria [...].
Quanto menos material o corpo, menos sujeito às vicissitudes
que o desorganizam.
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
184. Tem o Espírito a faculdade de escolher o mundo em que
passe a habitar?
“Nem sempre.
Pode pedir que lhe seja permitido ir para este ou aquele, e
pode obtê-lo, se o merecer.
Porquanto a acessibilidade dos mundos, para os Espíritos,
depende do grau da elevação destes.”
a) Se o Espírito nada pedir, que é o que determina o mundo
em que ele reencarnará?
“O grau da sua elevação.”
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
185. O estado físico e moral dos seres vivos é
perpetuamente o mesmo em cada mundo?
“Não; os mundos também estão sujeitos à lei do progresso.
Todos começaram, como o vosso, por um estado inferior, e
a própria Terra sofrerá idêntica transformação.
Tornar-se-á um paraíso, quando os homens se houverem
tornado bons.”
É assim que as raças, que hoje povoam a Terra,
desaparecerão um dia, substituídas por seres cada vez
mais perfeitos, pois que essas novas raças transformadas
sucederão às atuais, como estas sucederam a outras
ainda mais grosseiras.
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
186. Haverá mundos em que o Espírito, deixando de
revestir corpos materiais, só tenha por envoltório o
perispírito?
“Há, e mesmo esse envoltório se torna tão etéreo que para
vós é como se não existisse. Esse é o estado dos Espíritos
puros.”
187. A substância do perispírito é a mesma em todos os
mundos?
“Não; é mais ou menos etérea. Passando de um mundo
a outro, o Espírito se reveste da matéria própria desse
outro, operando-se, porém, essa mudança com a
rapidez do relâmpago.”
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
188. Os Espíritos puros habitam mundos especiais, ou se
acham no espaço universal, sem estarem mais ligados a
um mundo do que a outros?
“Habitam certos mundos, mas não lhes ficam presos, como os
homens à Terra; podem, melhor do que os outros, estar em
toda parte.”
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
Segundo Allan Kardec
Sobre os Espíritas
SedePerfeitos
21
3º
Há, os espíritas exaltados.
Em Espiritismo, infunde confiança
demasiadamente cega e frequentemente pueril
no tocante ao mundo invisível,
Sem dúvida que isto não é racional, deveriam
conhecer a fundo aquilo sobre que discorrem, e é
o que menos cuidado lhes dá.
Alan Kardec - O Livro dos Médiuns, cap. III – Do Método, item 28
Sobre os Espíritas
Em tudo, o exagero é prejudicial.
e leva a
aceitar-se, com extrema facilidade e sem
verificação, aquilo cujo absurdo ou
impossibilidade, bastariam a reflexão e o exame
para os desmistificar.
Não refletem, deslumbram.
Classificação dos adeptos:
SedePerfeitos H
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Encarnação nos diferentes Mundos
188. Os Espíritos puros habitam mundos especiais, ou se
acham no espaço universal, sem estarem mais ligados a
um mundo do que a outros?
“Habitam certos mundos, mas não lhes ficam presos, como os
homens à Terra; podem, melhor do que os outros, estar em
toda parte.”
Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema
planetário, a Terra é dos que têm habitantes menos adiantados, física e
moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, sendo lhe Júpiter superior de muito, a
todos os respeitos.
O Sol não seria mundo habitado por seres corpóreos, mas simplesmente um lugar
de reunião dos Espíritos superiores, os quais de lá irradiam seus pensamentos para
os outros mundos, que eles dirigem por intermédio de Espíritos menos elevados,
transmitindo-os a estes por meio do fluido universal.
Considerado do ponto de vista da sua constituição física, o Sol seria um foco de eletricidade. Todos os sóis como que
estariam em situação análoga.
Segundo Allan Kardec
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
Segundo os Espíritos, de todos os
mundos que compõem o nosso
sistema planetário,
a Terra é dos que têm habitantes
menos adiantados, física e
moralmente.
Marte lhe estaria ainda abaixo, [...].
Segundo Allan Kardec
Comentários após a pergunta 188
Segundo os Espíritos, de todos os
mundos que compõem o nosso
sistema planetário,
a Terra é dos que têm habitantes
menos adiantados, física e
moralmente.
Marte lhe estaria ainda abaixo, [...].
O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
Segundo os Espíritos, de todos os
mundos que compõem o nosso sistema
planetário, a Terra é dos que têm
habitantes menos adiantados, física e
moralmente. Marte lhe estaria ainda
abaixo, sendo Júpiter superior de muito,
a todos os respeitos.
Segundo Allan Kardec
Comentários após a pergunta 188
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Segundo o Livro
‘A Vida no Planeta Marte e
os Discos Voadores’
Hercílio Maes
Informa que a sua última encarnação na Terra foi no século
X, tenso o seu traspasse ocorrido no ano 993, na Indochina,
após ter fundado e dirigido um templo iniciático, que era
frequentado por dezenas de discípulos.
Em trabalho íntimo, Ramatís, já nos assinalou vários de
seus antigos discípulos, reencarnados no Brasil, os quais,
efetivamente, estão cooperando com entusiasmo nas
tarefas daqueles que o conheceram na Indochina, na Índia,
no Egito ou na Grécia; e os mais afins viveram com ele na
Atlântida e Lemúria.
Ramatís
Rama + Sita
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Mundos
1. Aspectos gerais marcianos
2. Aspectos humanos
3. Casamento
4. Família
5. Infância
6. Educação e escolas
7. Idioma, cultura e tradições
8. Religião
9. Medicina
10. Alimentação
11. Esportes e divertimentos
12. Música
13. Canto, dança e teatro
27
Segundo o Livro
‘A Vida no Planeta Marte e
os Discos Voadores’
1. Aspectos gerais marcianos
2. Aspectos humanos
3. Casamento
4. Família
5. Infância
6. Educação e escolas
7. Idioma, cultura e tradições
8. Religião
9. Medicina
10. Alimentação
11. Esportes e divertimentos
12. Música
13. Canto, dança e teatro
Hercílio Maes
14. Pintura
15. As aves
16. As flores
17. Fruticultura
18. Trabalho
19. Indústria
20. Comércio
21. Edificações e residências
22. Energia motriz
23. Governo
24. Faculdades psíquicas
25. Reencarnação e desencarnação
26. Aeronaves, espaçonaves; discos-voadores
27. Viagens interplanetárias
28. Astrosofia
29. Filosofia espiritual marciana
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Ramo da astrologia que trata da cosmologia e
da fisiologia do universo, bem como dos
princípios filosóficos que se deduzem do
estudo das leis e dos fatos cosmológicos.
RAMATIS
"Entre o que disse o eminente codificador do
Espiritismo, com relação ao verdadeiro grau
evolutivo do planeta Marte e a obra presente que
ditamos, ainda não se evidencia nenhuma
discrepância definitiva.
Allan Kardec foi bastante prudente em sua
consideração ao texto da pergunta n° 188 do Livro
dos Espíritos, pois preferiu deixá-la sob uma
conclusão mais impessoal,
sem definir categoricamente quanto à inferioridade
ou superioridade de Marte sobre a Terra.
Naturalmente reconheceu tratar-se de detalhes
prematuros para a época, que poderiam provocar
discussões estéreis e incomprováveis no seu tempo.
Se assim não fora, ele então teria elaborado algumas
perguntas específicas aos espíritos, a fim de
consagrá-las sob a égide do Espiritismo.
28
Segundo o Livro
‘A Vida no Planeta Marte e
os Discos Voadores’
Segundo Allan Kardec
Encarnação nos diferentes Mundos
Segundo os Espíritos, de todos os mundos que
compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos
que têm habitantes menos adiantados, física e
moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo,
Comentários após a pergunta 188
Revista Espírita 1858 - março
sendo Júpiter superior de
muito, a todos os respeitos.
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Hercílio Maes
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O Livro dos Espíritos
Encarnação nos diferentes Mundos
Segundo Allan Kardec
Comentários após a pergunta 188
Nicolas Camille Flammarion
Segundo os Espíritos, de todos os mundos que
compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos
que têm habitantes menos adiantados, física e
moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo,
sendo Júpiter superior de
muito, a todos os respeitos.
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Mundos
Nicolas Camille Flammarion
Os Mundos Imaginários e os Mundos Reais
Os Mundos Celestes
Estudos e Palestras sobre a Astronomia
em 9 volumes
Deus na Natureza
Contemplações Científica
Viagens Aéreas
Narrações do Infinito
História do Céu
História de um Cometa
A Pluralidade dos Mundos Habitados
Lúmen
Narrações do Infinito
No Infinito
Vida de Copérnico
As Terras do Céu
Atlas Celeste
Mapas da Lua e do Planeta
Marte
Catálogo das Estrelas Duplas
em Movimento
Urânia
Centralização e Discussão de Todas as
Observações Feitas sobre Marte
O Fim do Mundo
As Imperfeições do Calendário
Os Fenômenos do Raio
A Atmosfera e os Grandes Fenômenos
da Natureza
As Forças Naturais Incomuns
O Desconhecido e os Fenômenos
Astronomia Sideral
Astronomia Popular
As Estrelas e as Curiosidades
do Céu
O Mundo Antes da Criação do
Homem
No Céu e Sobre a Terra
Os Cometas, as Estrelas e os
Planetas
A Atmosfera
em 1858
Pela publicação de sua "Astronomia
Popular", recebeu da Academia Francesa,
no ano de 1880, o Prêmio Montyon,
traduzido em diversas línguas.
Uma das primeiras personalidades a visitá-
lo foi o Imperador do Brasil, D. Pedro II
que em 29 de julho de 1887, inaugura,
com uma observação de Vênus, a grande
luneta de 25 cm de diâmetro.
Nessa ocasião nosso Imperador concedeu
ao ilustre astrônomo a comenda da
"Ordem da Rosa".
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Mundos
Nicolas Camille Flammarion
A Pluralidade dos Mundos Habitados
Pela publicação de sua "Astronomia
Popular", recebeu da Academia Francesa,
no ano de 1880, o Prêmio Montyon,
traduzido em diversas línguas.
Uma das primeiras personalidades a visitá-
lo foi o Imperador do Brasil, D. Pedro II
que em 29 de julho de 1887, inaugura,
com uma observação de Vênus, a grande
luneta de 25 cm de diâmetro.
Nessa ocasião nosso Imperador concedeu
ao ilustre astrônomo a comenda da
"Ordem da Rosa".
Outros títulos e honrarias lhe foram
concedidos, dentre eles, o prêmio
"Ruban Violet" de oficial da instrução
pública.
A "Grande Ordem da Cruz de Isabella
Católica“
A "Cruz da Grande Ordem de Carlos III",
oferecidos pelo governo espanhol.
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Segundo Allan Kardec
Paginas de 171 a 181
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Mundos
Bernard Palissy, o célebre oleiro do século
XVI, habita Júpiter.
Descrição de Júpiter
Estado físico do planeta
Estado físico dos habitantes
Os animais
Estado moral dos habitantes
Assuntos:
Revista Espírita 1858
Paginas de 216 a 226
A Pluralidade dos Mundos Habitados
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Segundo Allan Kardec
Paginas de 216 a 226
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Mundos
Wolfgang Amadeus Mozart
Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa
desde sua infância. Já competente nos instrumentos
de teclado e no violino.
Começou a compor aos cinco anos de idade, e passou
a se apresentar para a realeza europeia,
maravilhando a todos com seu talento precoce.
Chegando à adolescência, foi contratado como
músico da corte em Salzburgo
Foi autor de mais de seiscentas obras, muitas delas
referenciais na música sinfônica, concertante, coral,
pianística e camerística.
Sua produção foi louvada por todos os críticos de sua época,
embora muitos a considerassem excessivamente complexa e
difícil, e estendeu sua influência sobre vários outros
compositores ao longo de todo o século XIX e início do século
XX.
Hoje Mozart é visto pela crítica especializada como um dos
maiores compositores do ocidente, conseguiu conquistar
grande prestígio mesmo entre os leigos, e sua imagem se
tornou um ícone popular.
Mozart nasceu em Salzburgo em 27 de janeiro de 1756,
sendo batizado no dia seguinte na catedral local. O nome
completo que recebeu foi Joannes Chrysostomus
Wolfgangus Theophilus Mozart, e teve como padrinho
Joannes Theophilus Pergmayr.
Mais tarde Mozart preferiu ter seu nome Theophilus
chamado em suas versões francesa ou germânica,
respectivamente Amadé e Gottlieb, mais raramente a forma
latina, Amadeus.
Revista Espírita 1858
A Pluralidade dos Mundos Habitados
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Segundo Allan Kardec
Paginas de 216 a 226
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Mundos
Revista Espírita 1858
Os filhos de
Mozart
Carl Thomas
(direita)
Franz Xaver
(esquerda)
A Pluralidade dos Mundos Habitados
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Segundo Allan Kardec
Quem ainda não se perguntou, considerando a Lua e os outros
astros, se esses globos são habitados?
Em relação aos seres vivos, não seria negar o poder divino
julgar impossível uma organização diferente da que
conhecemos, [...]
Se jamais houvéssemos visto peixes, não poderíamos conceber
seres vivendo na água; não faríamos uma ideia de sua
estrutura.
Por que, então, não admitir que os seres possam ser
constituídos de maneira a viver em outros globos e em um
meio totalmente diferente do nosso?
Ainda uma vez, se não temos a prova material da presença de
seres vivos em outros mundos, nada prova que não possam
existir organismos apropriados a um meio ou a um clima
qualquer. Paginas de 109 a 119
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Mundos
A Pluralidade dos Mundos Habitados
Ao contrário, diz-nos o simples bom-senso que deve ser
assim, uma vez que repugna à razão acreditar que esses
inumeráveis globos que circulam no espaço não passem de
massas inertes e improdutivas.
Revista Espírita 1858
36
Segundo Allan Kardec
Ao contrário, diz-nos o simples bom-senso que deve ser
assim, uma vez que repugna à razão acreditar que esses
inumeráveis globos que circulam no espaço não passem de
massas inertes e improdutivas.
Quanto à aplicação que podemos fazer de nosso raciocínio aos
diferentes globos de nosso turbilhão planetário, só temos o
ensino dos Espíritos; [...]
Entretanto, diariamente não aceitamos, confiantes, as
descrições que os viajantes nos fazem de países que jamais
vimos?
Se só devêssemos crer no que vemos, creríamos em pouca
coisa.
Paginas de 109 a 119
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Mundos
O que aqui dá certo valor ao que dizem os Espíritos, é a
correlação existente entre eles. Pelo menos quanto aos pontos
principais.
Para nós, que temos testemunhado essas comunicações
centenas de vezes, que as temos apreciado em seus mínimos
detalhes, que lhes investigamos os pontos fracos e fortes, que
observamos as similitudes e as contradições, nelas
encontramos todos os caracteres da probabilidade.
Contudo, não as damos senão como inventário e a título de
ensinamentos, de que cada um será livre para dar a
importância que julgar conveniente.
A Gênesis
A Pluralidade dos Mundos Habitados
Revista Espírita 1858
37
Segundo Allan Kardec
Introdução
Pagina 13
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Mundos
Nenhum, porém, recebeu desmentido da
experiência; todos, sem exceção,
permaneceram de pé, mais vivazes do que
nunca, enquanto, de todas as ideias
contraditórias que alguns tentaram opor-lhe,
nenhuma prevaleceu, precisamente porque,
de todos os lados, era ensinado o contrário.
Este o resultado característico que podemos
proclamar sem vaidade, pois que jamais nos
atribuímos o mérito de tal fato.
O Livro dos Espíritos só teve consolidado o seu
crédito por ser a expressão de um
pensamento coletivo, geral.
Em abril de 1867, completou o seu primeiro
período decenal.
Nesse intervalo, os princípios fundamentais,
cujas bases o livro assentara, foram
sucessivamente completados e desenvolvidos,
por virtude da progressividade do ensino dos
espíritos.
A Gênesis
38
Segundo Allan Kardec
Pagina 13
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Mundos
Os mesmos escrúpulos havendo presidido à
redação das nossas outras obras, podemos,
com toda verdade, dizê-las segundo o
espiritismo, porque estamos certos da
conformidade delas com o ensino geral dos
espíritos.
O mesmo sucede com esta, que podemos,
por motivos semelhantes, apresentar como
complemento das que a precederam.
Com exceção, todavia, de algumas
teorias ainda hipotéticas, que tivemos
o cuidado de indicar como tais e que
devem ser consideradas simples
opiniões pessoais, enquanto não forem
confirmadas ou contraditadas, a fim de
que não pese sobre a doutrina a
responsabilidade delas.
Aliás, os leitores assíduos da Revista Espírita
hão tido ensejo de notar, sem dúvida, em
forma de esboços, a maioria das ideias
desenvolvidas aqui nesta obra, conforme o
fizemos com relação às anteriores.
A Revista, muita vez, representa para nós um
terreno de ensaio, destinado a sondar a
opinião dos homens e dos Espíritos sobre
alguns princípios, antes de os admitir como
partes constitutivas da doutrina.
Nicolas Camille Flammarion
Introdução
A Gênesis31 de março de 1869
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Mundos
Como o próprio organizador deste estudo
demorado e difícil previra, esta doutrina, até
então filosófica, deve entrar agora em seu
período científico.
Os fenômenos físicos, sobre os quais não se
insistiu de começo, devem tornar-se objeto
da crítica experimental, sem a qual nenhuma
constatação séria é possível.
Nicolas Camille Flammarion
Discurso de Camille Flammarion proferido
diante do túmulo de Allan Kardec
Porque, senhores, o Espiritismo não é uma
religião, mas uma ciência, da qual apenas
conhecemos o abecê. [...].
O sobrenatural não existe.
As manifestações obtidas através dos
médiuns, como as do magnetismo e do
sonambulismo. são de ordem natural e
devem ser severamente submetidas ao
controle da experiência. [...]
31 de março de 1869
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Nicolas Camille Flammarion
Discurso de Camille Flammarion proferido
diante do túmulo de Allan Kardec
Porque, senhores, o Espiritismo não é uma
religião, mas uma ciência, da qual apenas
conhecemos o abecê. [...].
O sobrenatural não existe.
As manifestações obtidas através dos
médiuns, como as do magnetismo e do
sonambulismo. são de ordem natural e
devem ser severamente submetidas ao
controle da experiência. [...]
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Nicolas Camille Flammarion
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Mundos
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Após a morte de Allan
Kardec, Camille foi
convidado a assumir a
presidência da Sociedade
Parisiense de Estudos
Espítas.
Porem ele recusou.
Neste livro, ele explica
porque.
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Mundos
Nicolas Camille Flammarion
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Cap. II (pag. 42)
‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN
KARDEC E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’
Reuníamo-nos todas as sextas-feiras, à noite,
no salão da Sociedade, [...]. presidente abria a
sessão com uma "invocação aos bons
Espíritos". Admitia-se, em princípio, que
Espíritos invisíveis estavam presentes e se
comunicavam. Após essa invocação, era
solicitado a um determinado número de
pessoas sentadas à grande mesa, que se
abandonassem à inspiração e que escrevessem.
Cap. I (pag. 36)
‘AS FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS’
Um único fato bem observado, mesmo que
contradiga toda a ciência, tem mais valor do
que todas as hipóteses.
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Nicolas Camille Flammarion
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Cap. II (pag. 44)
‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC
E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’
Naquelas reuniões na Sociedade Parisiense de Estudos
Espíritas, escrevi, por meu lado, páginas sobre astronomia,
assinadas "Galileu".
Essas comunicações ficavam no escritório da sociedade, e Allan
Kardec publicou-as em 1867, sob o título Uranografla Geral,
em seu livro intitulado A Gênese (do qual conservei um dos
primeiros exemplares, com a dedicatória do autor). Essas
páginas sobre astronomia nada me ensinaram.
Não tardei em concluir que elas eram apenas o eco daquilo
que eu sabia e que Galileu nada tinha a ver com aquilo.
Era como uma espécie de sonho acordado. Além disso, minha
mão parava quando eu pensava em outros assuntos.
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Nicolas Camille Flammarion
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Cap. II (pag. 52)
‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC
E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’
Na época da qual falava há pouco (1861-1863), participei, como
secretário, de experiências realizadas regularmente uma vez por
semana no salão de uma médium reputada, a senhorita Huet, na rua
Mont-Thabor.
A mediunidade era, de algum modo, sua profissão e, mais de uma vez,
ela foi flagrada blefando admiravelmente. [...]. As comunicações
recebidas nas inúmeras reuniões (várias centenas) às quais assisti, tanto
naquela época quanto posteriormente, mostraram-me,
constantemente, resultados compatíveis com o nível de instrução dos
participantes. Naturalmente, fiz muitas perguntas sobre astronomia. As
respostas nunca nos ensinaram nada, e devo, em nome da verdade,
declarar que, se há espíritos, entidades psíquicas independentes de nós
em ação nessas experiências, esses seres não sabem mais do que nós
sobre os outros mundos.
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Nicolas Camille Flammarion
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Cap. II (pag. 60)
‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC
E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’
Talvez não se passe um só ano sem que médiuns me tragam desenhos
de plantas e de animais da Lua, de Marte, de Vênus ou de algumas
estrelas.
Esses desenhos são mais ou menos bonitos e mais ou menos curiosos.
Mas, não somente nada nos leva a admitir que eles representem,
realmente, coisas reais existentes em outros mundos, como também
tudo prova, ao contrário, que eles são produto da imaginação:
essencialmente terrestres de aspectos e de formas, não
correspondendo nem mesmo ao que conhecemos das possibilidades de
vida naqueles mundos. Os desenhistas deixaram-se enganar pela ilusão.
Essas plantas e esses seres são metamorfoses, por vezes elegantes, dos
organismos terrestres. Ainda, talvez o mais curioso seja que todos esses
desenhos assemelham-se pela maneira com que foram traçados e
trazem, de alguma maneira, a marca mediúnica.
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Nicolas Camille Flammarion
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Cap. II (pag. 72)
‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC
E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’
Uma hipótese é digna de atenção
quando ela explica alguma coisa.
Seu valor não aumenta se desejarmos
generalizá-la e fazê-la tudo explicar.
Isso já é ultrapassar os limites.
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Nicolas Camille Flammarion
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Cap. XII (pag. 431)
‘As hipóteses explicativas, teorias e doutrinas.
Conclusões do autor:’
Almas de mortos? Isso está longe de ser demonstrado.
Nas inúmeras observações que multipliquei durante mais de quarenta
anos, tudo me provou o contrário.
Nenhuma identificação satisfatória pôde ser feita.
As comunicações obtidas sempre me pareceram ser provenientes da
mentalidade do grupo ou, quando elas são heterogêneas, de espíritos
de natureza incompreensível.
O ente evocado desaparece quando insistimos, colocando-o contra a
parede, para nos livrarmos de nossas dúvidas sobre sua realidade.
E depois, minha maior esperança ruiu, aquela esperança dos meus vinte
anos, que tanto gostaria de receber iluminações celestes sobre a
doutrina da pluralidade dos mundos. Os espíritos nada nos ensinaram.
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Nicolas Camille Flammarion
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Cap. XII (pag. 431)
‘As hipóteses explicativas, teorias e doutrinas.
Conclusões do autor:’
Almas de mortos? Isso está longe de ser demonstrado.
Nas inúmeras observações que multipliquei durante mais de quarenta
anos, tudo me provou o contrário.
Nenhuma identificação satisfatória pôde ser feita.
As comunicações obtidas sempre me pareceram ser provenientes da
mentalidade do grupo ou, quando elas são heterogêneas, de espíritos
de natureza incompreensível.
O ente evocado desaparece quando insistimos, colocando-o contra a
parede, para nos livrarmos de nossas dúvidas sobre sua realidade.
E depois, minha maior esperança ruiu, aquela esperança dos meus vinte
anos, que tanto gostaria de receber iluminações celestes sobre a
doutrina da pluralidade dos mundos. Os espíritos nada nos ensinaram.
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Nicolas Camille Flammarion
As Forças Naturais Desconhecidas (1907)
Cap. II (pag. 42)
‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC
E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’
Qualificavam-nas de "médiuns escreventes". Essas dissertações eram lidas, a seguir,
para um auditório atento. [...] . Para o presidente Allan Kardec, os "ensinamentos
dos Espíritos" deviam formar a base de uma nova doutrina, de uma espécie de
religião.
Esses curiosos desenhos provam, indubitavelmente, que a assinatura "Bernard
Palissy, em Júpiter" é apócrifa e que não foi um Espírito habitante desse planeta que
dirigiu a mão de Victorien Sardou. Não foi, tampouco, o autor que concebeu
previamente esses croquis e executou-os seguindo um plano determinado. Ele se
encontrava, então, em um estado especial de "mediunidade". Nesse estado, não
somos nem magnetizados, nem hipnotizados, nem adormecidos de modo algum.
Mas nosso cérebro não ignora o que produzimos, suas células funcionam e agem,
certamente por meio de um movimento reflexo sobre os nervos motores. Todos nós
acreditávamos, então, que Júpiter era habitado por uma raça superior. Aquelas
comunicações eram, portanto, o reflexo das ideias gerais. Hoje, não imaginaríamos
nada de semelhante neste globo e, aliás, nunca as sessões espíritas nos ensinaram
qualquer coisa sobre astronomia. Tais resultados não provam de forma alguma a
intervenção dos espíritos.
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Júpiter possui 16 satélites, e um anel (como o de Saturno)
quase imperceptível.
Júpiter já é observado desde a antiguidade, onde recebeu
este nome.
Júpiter era o nome do Deus Supremo, mestre do céu e
devido ao seu brilho constante e majestoso recebeu este
nome.
O primeiro a observá-lo com um telescópio foi Galileu
Galilei em 1610, e descobriu quatro de suas luas, que
receberam estes nomes:
Io
Europa
Galimedes
Calisto
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Mundos
51
É um planeta gigante, duas vezes e meia mais massivo que
todos os outros planetas do Sistema Solar reunidos, 1330
vezes o Volume da Terra.
Seu centro é formado por rochas incandescentes com
temperaturas de 20.000°C.
Sua atmosfera é um oceano de hidrogênio liquido a uma
temperatura de 173°C negativos.
Se destaca em sua atmosfera a Grande Mancha Vermelha,
um gigantesco ciclone aonde caberiam três planetas Terra,
que nunca se dissipou.
Júpiter leva doze anos terrestres para dar uma volta em
torno do Sol.
Seu dia dura 10h.
Sua distância média do Sol é de 740.000.000 (milhões) de
quilômetros e seu diâmetro é de 142.800 quilômetros.
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Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar
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Mundos
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“Na casa de meu Pai há muitas moradas;
se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; [...].”
João c14 v2
João c16 vv 12 e 13
12 Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós
não o podeis suportar agora.
13 Quando vier, porém, aquele, o Espírito da
verdade, ele vos guiará a toda a verdade;
porque não falará por si mesmo, mas dirá
o que tiver ouvido, e vos anunciará as
coisas vindouras.
Segundo JESUS, o CRISTO BÍBLIA
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  • 1. Habitados Fraternidade Espírita – Fé Caridade e Luz 3 0 . 0 4 . 2 0 1 7 Pluraridade dos Mundos H A B I T A D O S Mundos
  • 3. H A B I T A D O S Mundos 3 O Que é o EspiritismoSegundo Allan Kardec “O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e as suas relações com o mundo corporal” Segundo o Dicionário Online de Português
  • 4. H A B I T A D O S Mundos 4 Segundo o Dicionário Online de Português CIÊNCIA 1. conhecimento atento e aprofundado de algo. 2. conhecimentos sistematizados adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, e formulados metódica e racionalmente. [Dicio] RELIGIÃO 1. Crença de que existem forças superiores ou sobrenaturais, sendo estas responsáveis pela criação do universo; crença de que essas forças sobrenaturais regem o destino do ser humano e, por isso, devem ser respeitadas. 2. Comportamento moral e intelectual que é resultado dessa crença. FÉ 1. Crença; convicção intensa e persistente em algo abstrato que, para a pessoa que acredita, se torna verdade. Religião;... RACIOCINAR
  • 5. H A B I T A D O S Mundos 5 Segundo o Dicionário Online de Português 1. Buscar a verdade com auxílio da razão. 2. Procurar compreender as relações entre coisas e fatos. 3. Alegar razões relativamente a uma questão. 4. Encadear argumentos e fazer deduções. [Dicio] Segundo Allan Kardec RACIOCINAR
  • 6. H A B I T A D O S Mundos 6 Ha muitas moradas na casa de meu pai Mundos inferiores Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo Mundos de provas e expiações Mundos regeneradores Mundos superiores Mundos inferiores
  • 7. H A B I T A D O S Mundos 7 Ha muitas moradas na casa de meu pai Mundos inferiores Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo Tomando a Terra como ponto de comparação, pode fazer-se uma ideia do estado de um mundo inferior, supondo os seus habitantes como povos selvagens. Nos mundos mais atrasados, os homens são de certo modo rudimentares. Possuem a forma humana, mas sem nenhuma beleza; seus instintos não são temperados por nenhum sentimento de delicadeza ou benevolência, nem pelas noções do justo e do injusto; a força bruta é sua única lei. Sem invenções, dedicam sua vida à conquista de alimentos. Não obstante, Deus não abandona nenhuma de suas criaturas. No fundo tenebroso dessas inteligências encontra-se, latente, a vaga intuição de um Ser Supremo, mais ou menos desenvolvida. Esse instinto é suficiente para que uns se tornem superiores aos outros, preparando-se para a eclosão de uma vida mais plena. Porque eles não são criaturas degradadas, mas crianças que crescem. Mundos de provas e expiações Santo Agostinho Paris, 1862Santo Agostinho Paris, 1862
  • 8. H A B I T A D O S Mundos 8 Ha muitas moradas na casa de meu pai Mundos de provas e expiações Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo Que vos direi, que já não conheçais, dos mundos de expiações, pois que basta considerar a Terra que habitais? A superioridade da inteligência, num grande número de seus habitantes, indica que ela não é um mundo primitivo, destinado à encarnação de Espíritos ainda mal saídos das mãos do Criador. Eis porque Deus os colocou num mundo ingrato, para expiarem suas faltas através de um trabalho penoso e das misérias da vida, até que se façam merecedores de passar para um mundo mais feliz. Suas qualidades inatas são a prova de que já viveram e realizaram um certo progresso, mas também os numerosos vícios a que se inclinam são o indício de uma grande imperfeição moral. Santo Agostinho Paris, 1862 Mundos regeneradores Santo Agostinho Paris, 1862
  • 9. H A B I T A D O S Mundos 9 Ha muitas moradas na casa de meu pai Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo Santo Agostinho Paris, 1862 Mundos regeneradores Entre essas estrelas que cintilam na abóbada azulada, quantas delas são mundos, como o vosso, designados pelo Senhor para expiação e provas! Mas há também entre elas mundos mais infelizes e melhores, como há mundos transitórios, que podemos chamar de regeneradores. Os mundos regeneradores servem de transição entre os mundos de expiação e os felizes. A alma que se arrepende, neles encontra a paz e o descanso, acabando por se purificar. Sem dúvida, mesmo nesses mundos, o homem ainda está sujeito às leis que regem a matéria.
  • 10. H A B I T A D O S Mundos 10 Ha muitas moradas na casa de meu pai Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo A humanidade experimenta as vossas sensações e os vossos desejos, mas está isenta das paixões desordenadas que vos escravizam. Santo Agostinho Paris, 1862 Mundos regeneradores Os mundos regeneradores servem de transição entre os mundos de expiação e os felizes. A alma que se arrepende, neles encontra a paz e o descanso, acabando por se purificar. Sem dúvida, mesmo nesses mundos, o homem ainda está sujeito às leis que regem a matéria. Neles, não há mais o orgulho que emudece o coração, a inveja que o tortura e o ódio que os asfixia. A palavra amor está escrita em todas as frontes; uma perfeita equidade regula as relações sociais; todos manifestam a Deus e procuram elevar-se a Ele, seguindo as suas leis. Mundos superiores Santo Agostinho Paris, 1862
  • 11. H A B I T A D O S Mundos 11 Ha muitas moradas na casa de meu pai Segundo Allan Kardec O Ev. Seg. o Espritismo Santo Agostinho Paris, 1862 Mundos superiores Nesses mundos (anteriores) contudo, ainda não existe a perfeita felicidade, mas a aurora da felicidade. O homem ainda é carnal, e por isso mesmo sujeito às vicissitudes de que só estão isentos os seres completamente desmaterializados. Ainda tem provas a sofrer, mas estas não se revestem das pungentes angústias da expiação. Comparados à Terra, esses mundos são mais felizes, e muitos de vós gostariam de habitá-los, porque representam a calmaria após a tempestade, a convalescença após uma doença cruel. Menos absorvido pelas coisas materiais, o homem entrevê melhor o futuro do que vós, compreende que são outras as alegrias prometidas pelo Senhor aos que se tornam dignos, quando a morte ceifar novamente os seus corpos, para lhes dar a verdadeira vida. É então que a alma liberta poderá pairar sobre os horizontes. Não mais os sentidos materiais e grosseiros, mas os sentidos de um perispírito puro e celeste, aspirando as emanações de Deus, sob os aromas do amor e da caridade, que se expandem no seu seio. [...]. Contemplai, pois, durante a noite, na hora do repouso e da prece, essa abóbada azulada, e entre as inumeráveis esferas que brilham sobre as vossas cabeças, procurai as que levam a Deus, e pedi que um mundo regenerador vos abra o seu seio, após a expiação na Terra. O Livro dos Espíritos
  • 12. H A B I T A D O S Mundos 12 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 172. As nossas diversas existências corporais se verificam todas na Terra? “Não; vivemo-las em diferentes mundos. As que aqui passamos não são as primeiras, nem as últimas; são, porém, das mais materiais e das mais distantes da perfeição.” 173. A cada nova existência corporal a alma passa de um mundo para outro, ou pode ter muitas no mesmo globo? “Pode viver muitas vezes no mesmo globo, se não se adiantou bastante para passar a um mundo superior.” Segundo Allan Kardec
  • 13. H A B I T A D O S Mundos 13 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 176. Depois de haverem encarnado noutros mundos, podem os Espíritos encarnar neste, sem que jamais aí tenham estado? “Sim, do mesmo modo que vós em outros. Todos os mundos são solidários: o que não se faz num, faz-se noutro.” 177. Para chegar à perfeição e à suprema felicidade, destino final de todos os homens, tem o Espírito que passar pela fieira de todos os mundos existentes no Universo? “Não; porquanto muitos são os mundos correspondentes a cada grau da respectiva escala e o Espírito, saindo de um deles, nenhuma coisa nova aprenderia nos outros do mesmo grau.” Segundo Allan Kardec
  • 14. H A B I T A D O S Mundos 14 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 181. Os seres que habitam os diferentes mundos têm corpos semelhantes aos nossos? “É fora de dúvida que têm corpos, porque o Espírito precisa estar revestido de matéria para atuar sobre a matéria. Esse envoltório, porém, é mais ou menos material, conforme o grau de pureza a que chegaram os Espíritos. É isso o que assinala a diferença entre os mundos que temos de percorrer, porquanto ‘muitas moradas há na casa de nosso Pai’, sendo, conseguintemente, de muitos graus essas moradas. Alguns o sabem e desse fato têm consciência na Terra; com outros, no entanto, o mesmo não se dá.” Segundo Allan Kardec
  • 15. H A B I T A D O S Mundos 15 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 182. É-nos possível conhecer exatamente o estado físico e moral dos diferentes mundos? “Nós, Espíritos, só podemos responder de acordo com o grau de adiantamento em que vos achais. Quer dizer que não devemos revelar estas coisas a todos, porque nem todos estão em estado de compreendê-las e semelhante revelação os perturbaria.” À medida que o Espírito se purifica, o corpo que o reveste se aproxima igualmente da natureza espírita. Torna-se lhe menos densa a matéria [...]. Quanto menos material o corpo, menos sujeito às vicissitudes que o desorganizam. Segundo Allan Kardec
  • 16. H A B I T A D O S Mundos 16 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 184. Tem o Espírito a faculdade de escolher o mundo em que passe a habitar? “Nem sempre. Pode pedir que lhe seja permitido ir para este ou aquele, e pode obtê-lo, se o merecer. Porquanto a acessibilidade dos mundos, para os Espíritos, depende do grau da elevação destes.” a) Se o Espírito nada pedir, que é o que determina o mundo em que ele reencarnará? “O grau da sua elevação.” Segundo Allan Kardec
  • 17. H A B I T A D O S Mundos 17 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 185. O estado físico e moral dos seres vivos é perpetuamente o mesmo em cada mundo? “Não; os mundos também estão sujeitos à lei do progresso. Todos começaram, como o vosso, por um estado inferior, e a própria Terra sofrerá idêntica transformação. Tornar-se-á um paraíso, quando os homens se houverem tornado bons.” É assim que as raças, que hoje povoam a Terra, desaparecerão um dia, substituídas por seres cada vez mais perfeitos, pois que essas novas raças transformadas sucederão às atuais, como estas sucederam a outras ainda mais grosseiras. Segundo Allan Kardec
  • 18. H A B I T A D O S Mundos 18 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 186. Haverá mundos em que o Espírito, deixando de revestir corpos materiais, só tenha por envoltório o perispírito? “Há, e mesmo esse envoltório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse. Esse é o estado dos Espíritos puros.” 187. A substância do perispírito é a mesma em todos os mundos? “Não; é mais ou menos etérea. Passando de um mundo a outro, o Espírito se reveste da matéria própria desse outro, operando-se, porém, essa mudança com a rapidez do relâmpago.” Segundo Allan Kardec
  • 19. H A B I T A D O S Mundos 19 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 188. Os Espíritos puros habitam mundos especiais, ou se acham no espaço universal, sem estarem mais ligados a um mundo do que a outros? “Habitam certos mundos, mas não lhes ficam presos, como os homens à Terra; podem, melhor do que os outros, estar em toda parte.” Segundo Allan Kardec
  • 20. H A B I T A D O S Mundos 20 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos Segundo Allan Kardec Sobre os Espíritas SedePerfeitos
  • 21. 21 3º Há, os espíritas exaltados. Em Espiritismo, infunde confiança demasiadamente cega e frequentemente pueril no tocante ao mundo invisível, Sem dúvida que isto não é racional, deveriam conhecer a fundo aquilo sobre que discorrem, e é o que menos cuidado lhes dá. Alan Kardec - O Livro dos Médiuns, cap. III – Do Método, item 28 Sobre os Espíritas Em tudo, o exagero é prejudicial. e leva a aceitar-se, com extrema facilidade e sem verificação, aquilo cujo absurdo ou impossibilidade, bastariam a reflexão e o exame para os desmistificar. Não refletem, deslumbram. Classificação dos adeptos: SedePerfeitos H A B I T A D O S Mundos
  • 22. H A B I T A D O S Mundos 22 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos 188. Os Espíritos puros habitam mundos especiais, ou se acham no espaço universal, sem estarem mais ligados a um mundo do que a outros? “Habitam certos mundos, mas não lhes ficam presos, como os homens à Terra; podem, melhor do que os outros, estar em toda parte.” Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos que têm habitantes menos adiantados, física e moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, sendo lhe Júpiter superior de muito, a todos os respeitos. O Sol não seria mundo habitado por seres corpóreos, mas simplesmente um lugar de reunião dos Espíritos superiores, os quais de lá irradiam seus pensamentos para os outros mundos, que eles dirigem por intermédio de Espíritos menos elevados, transmitindo-os a estes por meio do fluido universal. Considerado do ponto de vista da sua constituição física, o Sol seria um foco de eletricidade. Todos os sóis como que estariam em situação análoga. Segundo Allan Kardec
  • 23. H A B I T A D O S Mundos 23 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos que têm habitantes menos adiantados, física e moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, [...]. Segundo Allan Kardec Comentários após a pergunta 188 Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos que têm habitantes menos adiantados, física e moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, [...].
  • 24. O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos que têm habitantes menos adiantados, física e moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, sendo Júpiter superior de muito, a todos os respeitos. Segundo Allan Kardec Comentários após a pergunta 188 H A B I T A D O S Mundos 24
  • 26. 26 Segundo o Livro ‘A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores’ Hercílio Maes Informa que a sua última encarnação na Terra foi no século X, tenso o seu traspasse ocorrido no ano 993, na Indochina, após ter fundado e dirigido um templo iniciático, que era frequentado por dezenas de discípulos. Em trabalho íntimo, Ramatís, já nos assinalou vários de seus antigos discípulos, reencarnados no Brasil, os quais, efetivamente, estão cooperando com entusiasmo nas tarefas daqueles que o conheceram na Indochina, na Índia, no Egito ou na Grécia; e os mais afins viveram com ele na Atlântida e Lemúria. Ramatís Rama + Sita H A B I T A D O S Mundos 1. Aspectos gerais marcianos 2. Aspectos humanos 3. Casamento 4. Família 5. Infância 6. Educação e escolas 7. Idioma, cultura e tradições 8. Religião 9. Medicina 10. Alimentação 11. Esportes e divertimentos 12. Música 13. Canto, dança e teatro
  • 27. 27 Segundo o Livro ‘A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores’ 1. Aspectos gerais marcianos 2. Aspectos humanos 3. Casamento 4. Família 5. Infância 6. Educação e escolas 7. Idioma, cultura e tradições 8. Religião 9. Medicina 10. Alimentação 11. Esportes e divertimentos 12. Música 13. Canto, dança e teatro Hercílio Maes 14. Pintura 15. As aves 16. As flores 17. Fruticultura 18. Trabalho 19. Indústria 20. Comércio 21. Edificações e residências 22. Energia motriz 23. Governo 24. Faculdades psíquicas 25. Reencarnação e desencarnação 26. Aeronaves, espaçonaves; discos-voadores 27. Viagens interplanetárias 28. Astrosofia 29. Filosofia espiritual marciana H A B I T A D O S Mundos Ramo da astrologia que trata da cosmologia e da fisiologia do universo, bem como dos princípios filosóficos que se deduzem do estudo das leis e dos fatos cosmológicos. RAMATIS "Entre o que disse o eminente codificador do Espiritismo, com relação ao verdadeiro grau evolutivo do planeta Marte e a obra presente que ditamos, ainda não se evidencia nenhuma discrepância definitiva. Allan Kardec foi bastante prudente em sua consideração ao texto da pergunta n° 188 do Livro dos Espíritos, pois preferiu deixá-la sob uma conclusão mais impessoal, sem definir categoricamente quanto à inferioridade ou superioridade de Marte sobre a Terra. Naturalmente reconheceu tratar-se de detalhes prematuros para a época, que poderiam provocar discussões estéreis e incomprováveis no seu tempo. Se assim não fora, ele então teria elaborado algumas perguntas específicas aos espíritos, a fim de consagrá-las sob a égide do Espiritismo.
  • 28. 28 Segundo o Livro ‘A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores’ Segundo Allan Kardec Encarnação nos diferentes Mundos Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos que têm habitantes menos adiantados, física e moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, Comentários após a pergunta 188 Revista Espírita 1858 - março sendo Júpiter superior de muito, a todos os respeitos. H A B I T A D O S Mundos Hercílio Maes
  • 29. H A B I T A D O S Mundos 29 O Livro dos Espíritos Encarnação nos diferentes Mundos Segundo Allan Kardec Comentários após a pergunta 188 Nicolas Camille Flammarion Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos que têm habitantes menos adiantados, física e moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, sendo Júpiter superior de muito, a todos os respeitos.
  • 30. 30 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion Os Mundos Imaginários e os Mundos Reais Os Mundos Celestes Estudos e Palestras sobre a Astronomia em 9 volumes Deus na Natureza Contemplações Científica Viagens Aéreas Narrações do Infinito História do Céu História de um Cometa A Pluralidade dos Mundos Habitados Lúmen Narrações do Infinito No Infinito Vida de Copérnico As Terras do Céu Atlas Celeste Mapas da Lua e do Planeta Marte Catálogo das Estrelas Duplas em Movimento Urânia Centralização e Discussão de Todas as Observações Feitas sobre Marte O Fim do Mundo As Imperfeições do Calendário Os Fenômenos do Raio A Atmosfera e os Grandes Fenômenos da Natureza As Forças Naturais Incomuns O Desconhecido e os Fenômenos Astronomia Sideral Astronomia Popular As Estrelas e as Curiosidades do Céu O Mundo Antes da Criação do Homem No Céu e Sobre a Terra Os Cometas, as Estrelas e os Planetas A Atmosfera em 1858 Pela publicação de sua "Astronomia Popular", recebeu da Academia Francesa, no ano de 1880, o Prêmio Montyon, traduzido em diversas línguas. Uma das primeiras personalidades a visitá- lo foi o Imperador do Brasil, D. Pedro II que em 29 de julho de 1887, inaugura, com uma observação de Vênus, a grande luneta de 25 cm de diâmetro. Nessa ocasião nosso Imperador concedeu ao ilustre astrônomo a comenda da "Ordem da Rosa".
  • 31. 31 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion A Pluralidade dos Mundos Habitados Pela publicação de sua "Astronomia Popular", recebeu da Academia Francesa, no ano de 1880, o Prêmio Montyon, traduzido em diversas línguas. Uma das primeiras personalidades a visitá- lo foi o Imperador do Brasil, D. Pedro II que em 29 de julho de 1887, inaugura, com uma observação de Vênus, a grande luneta de 25 cm de diâmetro. Nessa ocasião nosso Imperador concedeu ao ilustre astrônomo a comenda da "Ordem da Rosa". Outros títulos e honrarias lhe foram concedidos, dentre eles, o prêmio "Ruban Violet" de oficial da instrução pública. A "Grande Ordem da Cruz de Isabella Católica“ A "Cruz da Grande Ordem de Carlos III", oferecidos pelo governo espanhol.
  • 32. 32 Segundo Allan Kardec Paginas de 171 a 181 H A B I T A D O S Mundos Bernard Palissy, o célebre oleiro do século XVI, habita Júpiter. Descrição de Júpiter Estado físico do planeta Estado físico dos habitantes Os animais Estado moral dos habitantes Assuntos: Revista Espírita 1858 Paginas de 216 a 226 A Pluralidade dos Mundos Habitados
  • 33. 33 Segundo Allan Kardec Paginas de 216 a 226 H A B I T A D O S Mundos Wolfgang Amadeus Mozart Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa desde sua infância. Já competente nos instrumentos de teclado e no violino. Começou a compor aos cinco anos de idade, e passou a se apresentar para a realeza europeia, maravilhando a todos com seu talento precoce. Chegando à adolescência, foi contratado como músico da corte em Salzburgo Foi autor de mais de seiscentas obras, muitas delas referenciais na música sinfônica, concertante, coral, pianística e camerística. Sua produção foi louvada por todos os críticos de sua época, embora muitos a considerassem excessivamente complexa e difícil, e estendeu sua influência sobre vários outros compositores ao longo de todo o século XIX e início do século XX. Hoje Mozart é visto pela crítica especializada como um dos maiores compositores do ocidente, conseguiu conquistar grande prestígio mesmo entre os leigos, e sua imagem se tornou um ícone popular. Mozart nasceu em Salzburgo em 27 de janeiro de 1756, sendo batizado no dia seguinte na catedral local. O nome completo que recebeu foi Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart, e teve como padrinho Joannes Theophilus Pergmayr. Mais tarde Mozart preferiu ter seu nome Theophilus chamado em suas versões francesa ou germânica, respectivamente Amadé e Gottlieb, mais raramente a forma latina, Amadeus. Revista Espírita 1858 A Pluralidade dos Mundos Habitados
  • 34. 34 Segundo Allan Kardec Paginas de 216 a 226 H A B I T A D O S Mundos Revista Espírita 1858 Os filhos de Mozart Carl Thomas (direita) Franz Xaver (esquerda) A Pluralidade dos Mundos Habitados
  • 35. 35 Segundo Allan Kardec Quem ainda não se perguntou, considerando a Lua e os outros astros, se esses globos são habitados? Em relação aos seres vivos, não seria negar o poder divino julgar impossível uma organização diferente da que conhecemos, [...] Se jamais houvéssemos visto peixes, não poderíamos conceber seres vivendo na água; não faríamos uma ideia de sua estrutura. Por que, então, não admitir que os seres possam ser constituídos de maneira a viver em outros globos e em um meio totalmente diferente do nosso? Ainda uma vez, se não temos a prova material da presença de seres vivos em outros mundos, nada prova que não possam existir organismos apropriados a um meio ou a um clima qualquer. Paginas de 109 a 119 H A B I T A D O S Mundos A Pluralidade dos Mundos Habitados Ao contrário, diz-nos o simples bom-senso que deve ser assim, uma vez que repugna à razão acreditar que esses inumeráveis globos que circulam no espaço não passem de massas inertes e improdutivas. Revista Espírita 1858
  • 36. 36 Segundo Allan Kardec Ao contrário, diz-nos o simples bom-senso que deve ser assim, uma vez que repugna à razão acreditar que esses inumeráveis globos que circulam no espaço não passem de massas inertes e improdutivas. Quanto à aplicação que podemos fazer de nosso raciocínio aos diferentes globos de nosso turbilhão planetário, só temos o ensino dos Espíritos; [...] Entretanto, diariamente não aceitamos, confiantes, as descrições que os viajantes nos fazem de países que jamais vimos? Se só devêssemos crer no que vemos, creríamos em pouca coisa. Paginas de 109 a 119 H A B I T A D O S Mundos O que aqui dá certo valor ao que dizem os Espíritos, é a correlação existente entre eles. Pelo menos quanto aos pontos principais. Para nós, que temos testemunhado essas comunicações centenas de vezes, que as temos apreciado em seus mínimos detalhes, que lhes investigamos os pontos fracos e fortes, que observamos as similitudes e as contradições, nelas encontramos todos os caracteres da probabilidade. Contudo, não as damos senão como inventário e a título de ensinamentos, de que cada um será livre para dar a importância que julgar conveniente. A Gênesis A Pluralidade dos Mundos Habitados Revista Espírita 1858
  • 37. 37 Segundo Allan Kardec Introdução Pagina 13 H A B I T A D O S Mundos Nenhum, porém, recebeu desmentido da experiência; todos, sem exceção, permaneceram de pé, mais vivazes do que nunca, enquanto, de todas as ideias contraditórias que alguns tentaram opor-lhe, nenhuma prevaleceu, precisamente porque, de todos os lados, era ensinado o contrário. Este o resultado característico que podemos proclamar sem vaidade, pois que jamais nos atribuímos o mérito de tal fato. O Livro dos Espíritos só teve consolidado o seu crédito por ser a expressão de um pensamento coletivo, geral. Em abril de 1867, completou o seu primeiro período decenal. Nesse intervalo, os princípios fundamentais, cujas bases o livro assentara, foram sucessivamente completados e desenvolvidos, por virtude da progressividade do ensino dos espíritos. A Gênesis
  • 38. 38 Segundo Allan Kardec Pagina 13 H A B I T A D O S Mundos Os mesmos escrúpulos havendo presidido à redação das nossas outras obras, podemos, com toda verdade, dizê-las segundo o espiritismo, porque estamos certos da conformidade delas com o ensino geral dos espíritos. O mesmo sucede com esta, que podemos, por motivos semelhantes, apresentar como complemento das que a precederam. Com exceção, todavia, de algumas teorias ainda hipotéticas, que tivemos o cuidado de indicar como tais e que devem ser consideradas simples opiniões pessoais, enquanto não forem confirmadas ou contraditadas, a fim de que não pese sobre a doutrina a responsabilidade delas. Aliás, os leitores assíduos da Revista Espírita hão tido ensejo de notar, sem dúvida, em forma de esboços, a maioria das ideias desenvolvidas aqui nesta obra, conforme o fizemos com relação às anteriores. A Revista, muita vez, representa para nós um terreno de ensaio, destinado a sondar a opinião dos homens e dos Espíritos sobre alguns princípios, antes de os admitir como partes constitutivas da doutrina. Nicolas Camille Flammarion Introdução A Gênesis31 de março de 1869
  • 39. 39 H A B I T A D O S Mundos Como o próprio organizador deste estudo demorado e difícil previra, esta doutrina, até então filosófica, deve entrar agora em seu período científico. Os fenômenos físicos, sobre os quais não se insistiu de começo, devem tornar-se objeto da crítica experimental, sem a qual nenhuma constatação séria é possível. Nicolas Camille Flammarion Discurso de Camille Flammarion proferido diante do túmulo de Allan Kardec Porque, senhores, o Espiritismo não é uma religião, mas uma ciência, da qual apenas conhecemos o abecê. [...]. O sobrenatural não existe. As manifestações obtidas através dos médiuns, como as do magnetismo e do sonambulismo. são de ordem natural e devem ser severamente submetidas ao controle da experiência. [...] 31 de março de 1869
  • 40. 40 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion Discurso de Camille Flammarion proferido diante do túmulo de Allan Kardec Porque, senhores, o Espiritismo não é uma religião, mas uma ciência, da qual apenas conhecemos o abecê. [...]. O sobrenatural não existe. As manifestações obtidas através dos médiuns, como as do magnetismo e do sonambulismo. são de ordem natural e devem ser severamente submetidas ao controle da experiência. [...]
  • 41. 41 Nicolas Camille Flammarion H A B I T A D O S Mundos As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Após a morte de Allan Kardec, Camille foi convidado a assumir a presidência da Sociedade Parisiense de Estudos Espítas. Porem ele recusou. Neste livro, ele explica porque.
  • 42. 42 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Cap. II (pag. 42) ‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’ Reuníamo-nos todas as sextas-feiras, à noite, no salão da Sociedade, [...]. presidente abria a sessão com uma "invocação aos bons Espíritos". Admitia-se, em princípio, que Espíritos invisíveis estavam presentes e se comunicavam. Após essa invocação, era solicitado a um determinado número de pessoas sentadas à grande mesa, que se abandonassem à inspiração e que escrevessem. Cap. I (pag. 36) ‘AS FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS’ Um único fato bem observado, mesmo que contradiga toda a ciência, tem mais valor do que todas as hipóteses.
  • 43. 43 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Cap. II (pag. 44) ‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’ Naquelas reuniões na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, escrevi, por meu lado, páginas sobre astronomia, assinadas "Galileu". Essas comunicações ficavam no escritório da sociedade, e Allan Kardec publicou-as em 1867, sob o título Uranografla Geral, em seu livro intitulado A Gênese (do qual conservei um dos primeiros exemplares, com a dedicatória do autor). Essas páginas sobre astronomia nada me ensinaram. Não tardei em concluir que elas eram apenas o eco daquilo que eu sabia e que Galileu nada tinha a ver com aquilo. Era como uma espécie de sonho acordado. Além disso, minha mão parava quando eu pensava em outros assuntos.
  • 44. 44 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Cap. II (pag. 52) ‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’ Na época da qual falava há pouco (1861-1863), participei, como secretário, de experiências realizadas regularmente uma vez por semana no salão de uma médium reputada, a senhorita Huet, na rua Mont-Thabor. A mediunidade era, de algum modo, sua profissão e, mais de uma vez, ela foi flagrada blefando admiravelmente. [...]. As comunicações recebidas nas inúmeras reuniões (várias centenas) às quais assisti, tanto naquela época quanto posteriormente, mostraram-me, constantemente, resultados compatíveis com o nível de instrução dos participantes. Naturalmente, fiz muitas perguntas sobre astronomia. As respostas nunca nos ensinaram nada, e devo, em nome da verdade, declarar que, se há espíritos, entidades psíquicas independentes de nós em ação nessas experiências, esses seres não sabem mais do que nós sobre os outros mundos.
  • 45. 45 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Cap. II (pag. 60) ‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’ Talvez não se passe um só ano sem que médiuns me tragam desenhos de plantas e de animais da Lua, de Marte, de Vênus ou de algumas estrelas. Esses desenhos são mais ou menos bonitos e mais ou menos curiosos. Mas, não somente nada nos leva a admitir que eles representem, realmente, coisas reais existentes em outros mundos, como também tudo prova, ao contrário, que eles são produto da imaginação: essencialmente terrestres de aspectos e de formas, não correspondendo nem mesmo ao que conhecemos das possibilidades de vida naqueles mundos. Os desenhistas deixaram-se enganar pela ilusão. Essas plantas e esses seres são metamorfoses, por vezes elegantes, dos organismos terrestres. Ainda, talvez o mais curioso seja que todos esses desenhos assemelham-se pela maneira com que foram traçados e trazem, de alguma maneira, a marca mediúnica.
  • 46. 46 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Cap. II (pag. 72) ‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’ Uma hipótese é digna de atenção quando ela explica alguma coisa. Seu valor não aumenta se desejarmos generalizá-la e fazê-la tudo explicar. Isso já é ultrapassar os limites.
  • 47. 47 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Cap. XII (pag. 431) ‘As hipóteses explicativas, teorias e doutrinas. Conclusões do autor:’ Almas de mortos? Isso está longe de ser demonstrado. Nas inúmeras observações que multipliquei durante mais de quarenta anos, tudo me provou o contrário. Nenhuma identificação satisfatória pôde ser feita. As comunicações obtidas sempre me pareceram ser provenientes da mentalidade do grupo ou, quando elas são heterogêneas, de espíritos de natureza incompreensível. O ente evocado desaparece quando insistimos, colocando-o contra a parede, para nos livrarmos de nossas dúvidas sobre sua realidade. E depois, minha maior esperança ruiu, aquela esperança dos meus vinte anos, que tanto gostaria de receber iluminações celestes sobre a doutrina da pluralidade dos mundos. Os espíritos nada nos ensinaram.
  • 48. 48 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Cap. XII (pag. 431) ‘As hipóteses explicativas, teorias e doutrinas. Conclusões do autor:’ Almas de mortos? Isso está longe de ser demonstrado. Nas inúmeras observações que multipliquei durante mais de quarenta anos, tudo me provou o contrário. Nenhuma identificação satisfatória pôde ser feita. As comunicações obtidas sempre me pareceram ser provenientes da mentalidade do grupo ou, quando elas são heterogêneas, de espíritos de natureza incompreensível. O ente evocado desaparece quando insistimos, colocando-o contra a parede, para nos livrarmos de nossas dúvidas sobre sua realidade. E depois, minha maior esperança ruiu, aquela esperança dos meus vinte anos, que tanto gostaria de receber iluminações celestes sobre a doutrina da pluralidade dos mundos. Os espíritos nada nos ensinaram.
  • 49. 49 H A B I T A D O S Mundos Nicolas Camille Flammarion As Forças Naturais Desconhecidas (1907) Cap. II (pag. 42) ‘MINHAS EXPERIÊNCIAS NO GRUPO DE ALLAN KARDEC E COM MÉDIUNS DAQUELA ÉPOCA ’ Qualificavam-nas de "médiuns escreventes". Essas dissertações eram lidas, a seguir, para um auditório atento. [...] . Para o presidente Allan Kardec, os "ensinamentos dos Espíritos" deviam formar a base de uma nova doutrina, de uma espécie de religião. Esses curiosos desenhos provam, indubitavelmente, que a assinatura "Bernard Palissy, em Júpiter" é apócrifa e que não foi um Espírito habitante desse planeta que dirigiu a mão de Victorien Sardou. Não foi, tampouco, o autor que concebeu previamente esses croquis e executou-os seguindo um plano determinado. Ele se encontrava, então, em um estado especial de "mediunidade". Nesse estado, não somos nem magnetizados, nem hipnotizados, nem adormecidos de modo algum. Mas nosso cérebro não ignora o que produzimos, suas células funcionam e agem, certamente por meio de um movimento reflexo sobre os nervos motores. Todos nós acreditávamos, então, que Júpiter era habitado por uma raça superior. Aquelas comunicações eram, portanto, o reflexo das ideias gerais. Hoje, não imaginaríamos nada de semelhante neste globo e, aliás, nunca as sessões espíritas nos ensinaram qualquer coisa sobre astronomia. Tais resultados não provam de forma alguma a intervenção dos espíritos.
  • 51. Júpiter possui 16 satélites, e um anel (como o de Saturno) quase imperceptível. Júpiter já é observado desde a antiguidade, onde recebeu este nome. Júpiter era o nome do Deus Supremo, mestre do céu e devido ao seu brilho constante e majestoso recebeu este nome. O primeiro a observá-lo com um telescópio foi Galileu Galilei em 1610, e descobriu quatro de suas luas, que receberam estes nomes: Io Europa Galimedes Calisto H A B I T A D O S Mundos 51 É um planeta gigante, duas vezes e meia mais massivo que todos os outros planetas do Sistema Solar reunidos, 1330 vezes o Volume da Terra. Seu centro é formado por rochas incandescentes com temperaturas de 20.000°C. Sua atmosfera é um oceano de hidrogênio liquido a uma temperatura de 173°C negativos. Se destaca em sua atmosfera a Grande Mancha Vermelha, um gigantesco ciclone aonde caberiam três planetas Terra, que nunca se dissipou. Júpiter leva doze anos terrestres para dar uma volta em torno do Sol. Seu dia dura 10h. Sua distância média do Sol é de 740.000.000 (milhões) de quilômetros e seu diâmetro é de 142.800 quilômetros. 51 Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar H A B I T A D O S Mundos
  • 52. H A B I T A D O S Mundos 52 “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; [...].” João c14 v2 João c16 vv 12 e 13 12 Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora. 13 Quando vier, porém, aquele, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras. Segundo JESUS, o CRISTO BÍBLIA