Elaboração: SMDU, 2014 
Preservação dos 
Ecossistemas Naturais 
Áreas de remanescentes 
florestais que conservam suas 
características naturais.
Elaboração: SMDU, 2014 
Contenção Urbana e Uso 
Sustentável 
Grandes parcelas de vegetação 
natural intercaladas com 
atividades agrícolas e chácaras. 
Localizada integralmente na Área 
de Proteção de Mananciais.
Elaboração: SMDU, 2014 
Controle e Qualificação 
Urbana 
Áreas vazias ou subutilizadas 
com ou sem cobertura vegetal, 
áreas de reflorestamento, 
exploração mineral e algumas 
áreas industriais. Ocupação 
predominantemente horizontal.
Elaboração: SMDU, 2014 
Redução da Vuln. Urbana e 
Recuperação Ambiental 
Áreas com elevado nível de 
vulnerabilidade socioambiental e 
de assentamentos precários.
Redução da 
Vulnerabilidade Urbana 
Elevado índice de áreas 
precárias, irregulares e de 
risco, além de baixa oferta de 
infraestrutura e equipamentos. 
É ocupada predominantemente 
por população de baixa renda. 
Elaboração: SMDU, 2014
Qualificação da Urbanização 
Combinação entre usos 
residenciais e não residenciais, 
possui moderada oferta de 
serviços e equipamentos. 
Elaboração: SMDU, 2014
Urbanização Consolidada 
Área mais urbanizada do 
município, com vias saturadas e 
grande concentração de 
empregos e serviços. 
Elaboração: SMDU, 2014
Estruturação Metropolitana 
Grande oferta de infraestrutura e 
eixos de mobilidade, mas com 
desequilíbrios na relação entre 
emprego e moradia. 
Elaboração: SMDU, 2014
Estruturação Metropolitana 
Grande oferta de infraestrutura e 
eixos de mobilidade, mas com 
desequilíbrios na relação entre 
emprego e moradia. 
Urbanização Consolidada 
Área mais urbanizada do 
município, com vias saturadas e 
grande concentração de 
empregos e serviços. 
Qualificação da Urbanização 
Combinação entre usos 
residenciais e não residenciais, 
possui moderada oferta de 
serviços e equipamentos. 
Redução da 
Vulnerabilidade Urbana 
Elevado índice de áreas 
precárias, irregulares e de 
risco, além de baixa oferta de 
infraestrutura e equipamentos. 
É ocupada predominantemente 
por população de baixa renda. 
Elaboração: SMDU, 2014 
Redução da Vuln. Urbana e 
Recuperação Ambiental 
Áreas com elevado nível de 
vulnerabilidade socioambiental e 
de assentamentos precários. 
Controle e Qualificação 
Urbana 
Áreas vazias ou subutilizadas 
com ou sem cobertura vegetal, 
áreas de reflorestamento, 
exploração mineral e algumas 
áreas industriais. Ocupação 
predominantemente horizontal. 
Contenção Urbana e Uso 
Sustentável 
Grandes parcelas de vegetação 
natural intercaladas com 
atividades agrícolas e chácaras. 
Localizada integralmente na Área 
de Proteção de Mananciais. 
Preservação dos 
Ecossistemas Naturais 
Áreas de remanescentes 
florestais que conservam suas 
características naturais.
Macrozona de Estruturação e Qualificação Urbana Macrozona de Proteção e Recuperação Ambiental 
Elaboração: SMDU, 2014 
ORDENAÇÃO TERRITORIAL 
Área do 
MSP 
Macro 
zonas 
Macro 
áreas 
Urbano x 
Rural 
100% 
1.527,4 km² 
54,0% 
824,6 km² 
46,0% 
702,8 km² 
14,9% 6,7% 13,5% 10,9% 12,9% 11,8% 14,2% 15,1% 
Zona Urbana Zona Rural 
29,3% 
448,0 km² 
70,7% 
1.079,4 km² 
Miolo 
Eixos (Exi.) 
Eixos (Plan.) 
ZEIS 
83% 
4% 
4% 
10% 
81% 
14% 
4% 
1% 
84% 
7% 
5% 
4% 
61% 
4% 
4% 
31% 
52% 
2% 
1% 
45% 
1% 
1% 
9% 
0% 
0% 
0% 
89% 
100% 
0% 
0% 
0% 100%
1 
SOCIALIZAR OS GANHOS 
DA PRODUÇÃO DA CIDADE 
esse é o nosso plano
Coeficiente de Aproveitamento Básico = 1 
PARA TODA CIDADE 
Elaboração: SMDU, 2014
FUNDURB 
Fundo de Desenvolvimento Urbano 
Potencial Construtivo Adicional 
Outorga Onerosa 
Elaboração: SMDU, 2014
FUNDURB 
Fundo de Desenvolvimento Urbano 
Potencial Construtivo Adicional 
Outorga Onerosa 
Habitação 
de Interesse 
Social 
Equipamentos 
Sociais 
Unidades de 
Conservação 
Ambiental 
Espaços 
Públicos 
Planos de 
Bairro 
Áreas 
Verdes 
Transporte 
Público, Ciclovias 
e Calçadas 
Patrimônio 
Cultural 
Elaboração: SMDU, 2014
FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE 
Parcelamento, Edificação e Uso Compulsório (PEUC) 
IMÓVEL NÃO EDIFICADO 
Imóvel com área superior a 500 m² com coeficiente de aproveitamento igual a zero 
necessário 
PARCELAR 
necessário 
EDIFICAR 
necessário 
UTILIZAR 
e/ou 
Elaboração: SMDU, 2014
FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE 
Parcelamento, Edificação e Uso Compulsório (PEUC) 
IMÓVEL NÃO EDIFICADO 
Imóvel com área superior a 500 m² com coeficiente de aproveitamento igual a zero 
necessário 
PARCELAR 
necessário 
EDIFICAR 
IMÓVEL SUBUTILIZADO 
Imóvel com área superior a 500 m² cujo coeficiente de 
aproveitamento é inferior ao mínimo definido pelo zoneamento do 
local 
necessário 
UTILIZAR 
e/ou 
necessário 
UTILIZAR 
necessário 
PARCELAR 
necessário 
EDIFICAR 
e/ou 
Elaboração: SMDU, 2014
FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE 
Parcelamento, Edificação e Uso Compulsório (PEUC) 
IMÓVEL NÃO EDIFICADO 
Imóvel com área superior a 500 m² com coeficiente de aproveitamento igual a zero 
necessário 
PARCELAR 
necessário 
EDIFICAR 
IMÓVEL SUBUTILIZADO 
Imóvel com área superior a 500 m² cujo coeficiente de 
aproveitamento é inferior ao mínimo definido pelo zoneamento do 
local 
IMÓVEL NÃO UTILIZADO 
Edifícios e outros imóveis situados na área central que tenham no 
mínimo 60% de sua área construída desocupada há mais de um ano 
necessário 
UTILIZAR 
e/ou 
necessário 
UTILIZAR 
PARCELADO EDIFICADO necessário 
UTILIZAR 
necessário 
PARCELAR 
necessário 
EDIFICAR 
e/ou 
Elaboração: SMDU, 2014
PAGAMENTO: 
IPTU + 2%* 
FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE 
PAGAMENTO: 
IPTU + 4%* 
IPTU Progressivo no Tempo 
PAGAMENTO: 
IPTU + 15% 
PAGAMENTO: 
IPTU + 15% 
LIMITE MÁXIMO 15% 
Enquanto o proprietário do imóvel não se adequar às 
obrigações para que seu imóvel cumpra a função social da 
propriedade o seu IPTU irá aumentar anualmente: 
* VALORES EXEMPLIFICATIVOS 
PAGAMENTO: 
IPTU + 8%* 
Elaboração: SMDU, 2014
2 
IMPLEMENTAR A 
POLÍTICA HABITACIONAL 
PARA QUEM PRECISA 
esse é o nosso plano
INSTRUMENTOS DA POLÍTICA HABITACIONAL 
PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO 
Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação 
habitacional do município de São Paulo 
Elaboração: SMDU, 2014
INSTRUMENTOS DA POLÍTICA HABITACIONAL 
PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO 
Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação 
habitacional do município de São Paulo 
ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL 
Áreas onde deve-se concretizar o direito à moradia digna com oferta de Habitação 
de Interesse Social próxima à infraestrutura 
O Plano Diretor duplicou as áreas de ZEIS para produção de moradias populares 
Elaboração: SMDU, 2014
INSTRUMENTOS DA POLÍTICA HABITACIONAL 
PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO 
Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação 
habitacional do município de São Paulo 
ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL 
Áreas onde deve-se concretizar o direito à moradia digna com oferta de Habitação 
de Interesse Social próxima à infraestrutura 
O Plano Diretor duplicou as áreas de ZEIS para produção de moradias populares 
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA 
Ampliação dos instrumentos de regularização fundiária 
Elaboração: SMDU, 2014
INSTRUMENTOS DA POLÍTICA HABITACIONAL 
PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO 
Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação 
habitacional do município de São Paulo 
ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL 
Áreas onde deve-se concretizar o direito à moradia digna com oferta de Habitação 
de Interesse Social próxima à infraestrutura 
O Plano Diretor duplicou as áreas de ZEIS para produção de moradias populares 
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA 
Ampliação dos instrumentos de regularização fundiária 
FONTES DE RECURSOS 
30% 
FUNDURB 
no mínimo 
AQUISIÇÃO DE TERRENOS BEM LOCALIZADOS 
SUBSÍDIO EM PROGRAMAS DE PROVISÃO DE HIS 
25% 
OUC OU AIU 
no mínimo 
PREFERENCIALMENTE PARA AQUISIÇÃO DE TERRENOS 
(ÁREA DE PROJETO OU PERÍMETRO EXPANDIDO) 
Elaboração: SMDU, 2014
INSTRUMENTOS DA POLÍTICA HABITACIONAL 
PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO 
Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação 
habitacional do município de São Paulo 
ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL 
Áreas onde deve-se concretizar o direito à moradia digna com oferta de Habitação 
de Interesse Social próxima à infraestrutura 
O Plano Diretor duplicou as áreas de ZEIS para produção de moradias populares 
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA 
Ampliação dos instrumentos de regularização fundiária 
FONTES DE RECURSOS 
30% 
FUNDURB 
no mínimo 
AQUISIÇÃO DE TERRENOS 
EM ZEIS 3 
25% 
OUC OU AIU 
no mínimo 
AQUISIÇÃO DE TERRENOS 
NA ÁREA DE PROJETO OU PERÍMETRO EXPANDIDO 
COTA SOLIDARIEDADE 
Todo empreendimento maior que 20 mil m2 deve doar 10% de sua área construída 
para produção de Habitação de Interesse Social ou aquisição de terrenos 
Elaboração: SMDU, 2014
ZEIS 1 ZEIS 2 ZEIS 3 ZEIS 4 ZEIS 5 
143 km2 13,8 km2 6,8 km2 4,9 km 2 3,5 km 2 
Ampliação em 107% das áreas para produção de moradia popular 
ZEIS prevalece sobre todas as outras zonas. 
Elaboração: SMDU, 2014 
ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL 
!
ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL 
COEFICIENTES DE APROVEITAMENTO 
2,5 
MÁXIMO 
1,0 
BÁSICO 
0,5 
MÍNIMO 
4,0 
MÁXIMO 
1,0 
BÁSICO 
0,5 
MÍNIMO 
2,5 
MÁXIMO 
1,0 
BÁSICO 
ZEIS 1 ZEIS 2, 3 e 5 ZEIS 4
ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL 
COEFICIENTES DE APROVEITAMENTO 
2,5 
MÁXIMO 
1,0 
BÁSICO 
0,5 
MÍNIMO 
4,0 
MÁXIMO 
1,0 
BÁSICO 
0,5 
MÍNIMO 
2,5 
MÁXIMO 
1,0 
BÁSICO 
ZEIS 1 ZEIS 2, 3 e 5 ZEIS 4 
USOS 
ZEIS 1, 2, 3 e 4 ZEIS 5 
máx. 20% 
HMP E OUTROS 
mín. 60% 
HIS 1 
máx. 40% 
OUTROS 
mín. 40% 
HIS
COTA DA SOLIDARIEDADE 
Vale para todo empreendimento com área computável maior que 20 mil m2 
para obtenção do certificado de conclusão. 
Elaboração: SMDU, 2014 
% Produção 
de HIS
3 
MELHORAR A 
MOBILIDADE URBANA 
esse é o nosso plano
CONSIDERANDO QUE UM AUTOMÓVEL EM 
DESLOCAMENTO OCUPA, EM MÉDIA, 40 m2 ... 
... E QUE A FROTA DO MUNICÍPIO 
DE SÃO PAULO É DE CERCA DE 
4,5 MILHÕES DE AUTOMÓVEIS ... 
... O TOTAL DE AUTOMÓVEIS EM 
DESLOCAMENTO OCUPARIA 180 km2 DO 
ESPAÇO URBANO DE SÃO PAULO 
(O QUE CORRESPONDE A 6 VEZES A 
ÁREA DA SUBPREFEITURA DA SÉ) 
Elaboração: SMDU, 2014
MÉDIA DE PASSAGEIROS *1 
Considerando todos sentados 
EMISSÃO DE CO2 
*2 
Emissões em kg de CO2 / litro / passageiro 
VELOCIDADE MÉDIA *3 
Com a implantação das faixas 
exclusivas de ônibus a velocidade 
média aumentou em 45,1% *5 
*1 SPTrans 
*2 CARVALHO, C. H. R. Emissões relativas de 
poluentes do transporte motorizado de 
passageiros nos grandes centros urbanos 
brasileiros. Texto para Discussão 1660. IPEA, 
abril de 2011 
*3 Companhia de Engenharia de Tráfego - CET 
*4 Média entre pico da manhã (20,6 km/h) e pico da 
tarde (7,6 km/h) – CET 
*5 Secretaria Municipal de Transportes - SMT Elaboração: SMDU, 2014
Elaboração: SMDU, 2014 
SISTEMAS DE MOBILIDADE
Renato Cerqueira/FuturaPress/Estadão Conteúdo
Via Trolebus
Eduardo Pompeo
4 
QUALIFICAR A VIDA 
URBANA DOS BAIRROS 
esse é o nosso plano
Antonio Miotto/SMDU
PRESERVAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO BAIRRO (ÁREAS FORA DOS EIXOS) 
Elaboração: SMDU, 2014 
INCENTIVO AO USO MISTO 
Uso não residencial em até 
20% da área do lote, no nível 
da rua, é considerado área 
não computável
PRESERVAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO BAIRRO (ÁREAS FORA DOS EIXOS) 
COEFICIENTE 
MÁXIMO = 2 
Restrição do 
potencial 
construtivo 
Elaboração: SMDU, 2014 
INCENTIVO AO USO MISTO 
Uso não residencial em até 
20% da área do lote, no nível 
da rua, é considerado área 
não computável
PRESERVAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO BAIRRO (ÁREAS FORA DOS EIXOS) 
COEFICIENTE 
MÁXIMO = 2 
Restrição do 
potencial 
construtivo 
Elaboração: SMDU, 2014 
INCENTIVO AO USO MISTO 
Uso não residencial em até 
20% da área do lote, no nível 
da rua, é considerado área 
não computável 
LIMITE DE GABARITO 
Altura máxima = 28 metros 
(aprox. 8 pavimentos) 
* Exceto em quadras onde 
edificações que ocupam mais de 
50% da área dos lotes já tenham 
ultrapassado esse limite
PRESERVAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO BAIRRO (ÁREAS FORA DOS EIXOS) 
Elaboração: SMDU, 2014 
NÃO HÁ EXIGÊNCIA DE 
NÚMERO MÍNIMO DE 
VAGAS DE GARAGEM 
COEFICIENTE 
MÁXIMO = 2 
Restrição do 
potencial 
construtivo 
INCENTIVO AO USO MISTO 
Uso não residencial em até 
20% da área do lote, no nível 
da rua, é considerado área 
não computável 
LIMITE DE GABARITO 
Altura máxima = 28 metros 
(aprox. 8 pavimentos) 
* Exceto em quadras onde 
edificações que ocupam mais de 
50% da área dos lotes já tenham 
ultrapassado esse limite
Fabio Arantes/SECOM
Mecanismo para financiamento de parques em áreas definidas pela Prefeitura: 
para cada real doado por cidadãos ou empresas, 
a Prefeitura é obrigada a contribuir com a mesma quantia 
FUNDO DE PARQUE PREFEITURA 
Cada parque possuirá conta 
específica para facilitar a 
identificação e acompanhamento 
pelos cidadãos 
CIDADÃO ou 
INICIATIVA PRIVADA 
FUNDO MUNICIPAL DE PARQUES 
Elaboração: SMDU, 2014
5 
ORIENTAR O CRESCIMENTO DA 
CIDADE NAS PROXIMIDADES DO 
TRANSPORTE PÚBLICO 
esse é o nosso plano
EIXOS PREVISTOS: 
Passam a valer as 
regras para os eixos 
previstos após a 
emissão das licenças 
para as obras e 
emissão da respectiva 
ordem de serviço. 
Início da vigência 
declarado por decreto.
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
Definição das áreas de influência 
= Eixo da via = Acesso às estações 
Corredor de ônibus 
Veículos Leves sobre Pneus (VLP) – 
Em vias não elevadas 
Trem 
Metrô 
Monotrilho 
Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) 
Veículos Leves sobre Pneus (VLP) – Em vias elevadas 
Elaboração: SMDU, 2014
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
Incentivos e instrumentos de regulação para qualificação urbana 
COTA MÁXIMA DE 
TERRENO POR 
UNIDADE 
HABITACIONAL 
INCENTIVOS 
PARA USO 
1* Lotes com área superior a 5.000 m2 podem ter no 
máximo 25% de sua testada fechada por muros 
2* Os parâmetros mínimos definidos para os lotes 
deverão ser aplicados aos novos parcelamentos. 
MISTO 
FRUIÇÃO 
PÚBLICA 
AMPLIAÇÃO DO 
COEFICIENTE DE 
APROVEITAMENTO (CA) 
FACHADA ATIVA + PROIBIÇÃO 
DE MURO CONTÍNUO* 
DESINCENTIVOS 
PARA GARAGENS 
LARGURA MÍNIMA 
DE CALÇADA 
TAMANHO MÍNIMO 
DE TESTADA* 
Elaboração: SMDU, 2014
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO 
Elaboração: SMDU, 2014 
Em toda a área da cidade, 
o CA básico é 1,0 e o CA 
máximo é 2,0. 
Na Área de Influência dos 
Eixos, é possível MAIOR 
ADENSAMENTO, com: 
CA básico = 1,0 
CA máximo = 4,0. 
Não há limite de 
gabarito de altura. 
AMPLIAÇÃO DO 
COEFICIENTE DE 
APROVEITAMENTO (CA) 
SEM LIMITE 
DE GABARITO
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
COTA PARTE MÁXIMA 
COTA MÁXIMA DE 
TERRENO POR 
UNIDADE 
HABITACIONAL 
Elaboração: SMDU, 2014 
NÚMERO MÍNIMO DE 
UNIDADES HABITACIONAIS 
N = (CAu x At) / (CAmáx x Q) 
Exemplo: 
Q = 20 
At = 1000 m² 
CAu = CAmáx = 4,0 
N = (4,0 x 1000) / 
(4,0 x 20) 
N = mínimo de 50 UHs 
ÁREA MÁXIMA (MÉDIA) DAS 
UNIDADES HABITACIONAIS 
Auh = (CAmáx x At) / N 
Exemplo: 
Auh = (4,0 x 1000) / 50 
Auh = 80 m²
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
VAGAS DE GARAGENS 
DESINCENTIVOS 
PARA GARAGENS 
Elaboração: SMDU, 2014 
As áreas de garagem só serão 
consideradas não computáveis 
até um NÚMERO MÁXIMO DE 
VAGAS (com Cota Máxima de 
Garagem = 32 m²): 
para usos R: 1 vaga por 
unidade habitacional; 
para usos nR, 1 vaga para 
cada 70 m² de área. 
Para atividades classificadas 
como polo gerador de tráfego, 
é vedado o acesso pelas vias 
onde estão implantados ou 
planejados corredores de 
ônibus (a não ser que seja 
prevista pista dentro do lote).
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
USO MISTO E FACHADA ATIVA 
Elaboração: SMDU, 2014 
INCENTIVOS 
PARA USO 
MISTO 
Incentivos ao uso misto e às 
fachadas ativas = ocupação 
horizontal da fachada por uso não 
residencial com acesso direto ao 
logradouro público. 
As áreas destinadas ao uso não 
residencial construídas no nível da 
rua (e com acesso direto à calçada) 
não serão computáveis: 
até o limite de 20% da área 
construída computável total; 
ou 
até 50% da área do lote (para 
lotes com testada superior a 
FACHADA 20m). 
ATIVA
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
FRUIÇÃO PÚBLICA 
Elaboração: SMDU, 2014 
FRUIÇÃO 
PÚBLICA 
Incentivo à destinação de área 
do lote para fruição pública: 
potencial construtivo é 
calculado em função da 
área original do lote; 
50% de potencial 
construtivo da área 
destinada será gratuito. 
Condições: 
a área destinada à fruição 
deve ter mínimo 250 m²; 
e estar localizada junto ao 
alinhamento da via, no 
nível da calçada e 
permanentemente aberta.
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
CALÇADAS 
Elaboração: SMDU, 2014 
LARGURA 
MÍNIMA DE 
CALÇADA 
Lotes com frente para os 
Eixos = Largura mínima de 
5 metros. 
Contrapartidas: 
(1) recuo de frente dispensado; 
(2) potencial construtivo em 
função da área original 
Lotes nas Áreas de 
Influências dos Eixos, mas 
sem frente para os Eixos = 
Largura mínima de 3 metros. 
Contrapartidas: 
(1) recuo de frente definido 
pelo alinhamento original; 
(2) potencial construtivo em 
função da área original
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
ESPECIFICAÇÕES PARA GRANDES LOTES 
LOTES COM ÁREA 
MAIOR QUE 40.000 m² 
Obrigação de doação de 20% da área 
do lote para ÁREAS PÚBLICAS; 
Áreas públicas devem estar junto ao 
alinhamento e serão aprovadas pela 
Prefeitura; 
Das áreas doadas, 15% deve ser área 
verde, e o restante será destinado a 
equipamentos públicos; 
Taxa de permeabilidade mínima de 20% 
da área; 
Vedação por MURO não pode 
exceder 25% da testada do lote ou da 
face da quadra. 
LOTES COM ÁREA 
ENTRE 5.000 E 40.000 m² 
Obrigação de doação de 20% da área 
do lote para FRUIÇÃO PÚBLICA (em 
espaço livre ou edificado); 
Áreas de fruição pública (mínimo de 
250 m²) devem estar junto ao 
alinhamento, no nível da calçada, sem 
fechamento; 
Taxa de permeabilidade mínima de 
20% da área; 
Vedação por MURO não pode 
exceder 25% da testada do lote ou da 
face da quadra.
Elaboração: SMDU, 2014 
EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA 
QUALIFICAÇÃO URBANA
6 
REORGANIZAR AS 
DINÂMICAS METROPOLITANAS 
esse é o nosso plano
CAMPINAS 
Pop: 1,1 milhão 
PIB: R$ 36,7 bilhões 
JUNDIAÍ 
Pop: 0,4 milhão 
PIB: R$ 15,1 bilhões 
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 
Pop: 0,7 milhão 
PIB: R$ 24,1 bilhões 
SÃO PAULO 
Pop: 11,8 milhão 
PIB: R$ 389 bilhões 
SANTOS 
Pop: 0,4 milhão 
PIB: R$ 27,6 bilhões 
SOROCABA 
Pop: 0,6 milhão 
PIB: R$ 16,1 bilhão 
MACROMÉTROPOLE PAULISTA: 
4 Regiões Metropolitanas 
173 Cidades 
50% da área urbanizada do ESP 
73.3% da população do ESP 
83.4% do PIB do ESP 
27.6% do PIB do Brasil 
(2010) 
PIRACICABA 
Pop: 0,4 milhão 
PIB: R$ 9,6 bilhão
Prazos especiais para 
encaminhar projetos lei 
com disciplina especial 
de uso do solo, OUC, 
AIU ou projetos de 
intervenção urbana 
para alguns subsetores. 
Arco Tamanduateí 
Até 2015 
Arco Tietê 
Até 2016 
Arco Jurubatuba 
Até 2017 
Arco Pinheiros 
Até 2018
URBAN INTERVENTIONS PROJECTS (PIUs) 
PIU INSTRUMENTS: 
GOALS: 
Developing urban projects and 
defining implementation stages 
Defining land use and occupation 
Promoting social housing 
Installing public facilities 
Addressing environmental risk areas 
Improving environmental and 
landscape conditions 
Developing economic feasibility 
studies for the urban interventions 
Developing financing strategies 
Implementing mechanisms for 
participation and social control 
Developing tools for monitoring and 
evaluating the actions 
CONSORTIUM 
URBAN 
OPERATIONS 
URBAN 
CONCESSION 
URBAN 
INTERVENTION 
AREA 
LOCAL 
STRUCTURING 
AREA 
Elaboração: SMDU, 2014
7 
PROMOVER O 
DESENVOLVIMENTO 
ECONÔMICO DA CIDADE 
esse é o nosso plano
SETORES DA MACROÁREA DE ESTRUTURAÇÃO METROPOLITANA 
SETOR ORLA FLUVIAL 
E FERROVIÁRIA 
CARACTERÍSTICAS 
Arco ao longo dos principais rios 
e ferrovias, onde existem 
grandes terrenos ociosos ou 
subutilizados. 
OBJETIVOS 
Estruturar um processo de 
transformação planejado por 
projetos urbanísticos específicos, 
permitindo que a cidade possa 
crescer para dentro. 
Elaboração: SMDU, 2014
SETORES DA MACROÁREA DE ESTRUTURAÇÃO METROPOLITANA 
SETOR EIXOS DE 
DESENVOLVIMENTO 
CARACTERÍSTICAS 
Áreas carentes de emprego e 
muito povoadas. 
OBJETIVOS 
Melhorar as condições 
urbanas e a relação entre 
oferta de emprego e moradia, 
a partir de estímulos a 
incentivos e investimentos 
públicos. 
SETOR ORLA FLUVIAL 
E FERROVIÁRIA 
CARACTERÍSTICAS 
Arco ao longo dos principais rios 
e ferrovias, onde existem 
grandes terrenos ociosos ou 
subutilizados. 
OBJETIVOS 
Estruturar um processo de 
transformação planejado por 
projetos urbanísticos específicos, 
permitindo que a cidade possa 
crescer para dentro. 
Elaboração: SMDU, 2014
SETORES DA MACROÁREA DE ESTRUTURAÇÃO METROPOLITANA 
SETOR 
CENTRAL 
CARACTERÍSTICAS 
Região central da cidade, onde 
se encontra o centro histórico, 
grande oferta de empregos e 
comércio e serviços 
especializados. 
OBJETIVOS 
Manter seus usos tradicionais e 
atrair novas atividades de 
caráter metropolitano. 
SETOR ORLA FLUVIAL 
E FERROVIÁRIA 
Elaboração: SMDU, 2014 
SETOR EIXOS DE 
DESENVOLVIMENTO 
CARACTERÍSTICAS 
Arco ao longo dos principais rios 
e ferrovias, onde existem 
grandes terrenos ociosos ou 
subutilizados. 
OBJETIVOS 
Estruturar um processo de 
transformação planejado por 
projetos urbanísticos específicos, 
permitindo que a cidade possa 
crescer para dentro. 
CARACTERÍSTICAS 
Áreas carentes de emprego e 
muito povoadas. 
OBJETIVOS 
Melhorar as condições 
urbanas e a relação entre 
oferta de emprego e moradia, 
a partir de estímulos a 
incentivos e investimentos 
públicos.
ARCO TIETÊ 
ARCO LESTE 
ARCO 
PINHEIROS 
ARCO 
JURUBATUBA 
ARCO 
TAMANDUATEÍ
NOROESTE 
JACÚ-PÊSSEGO 
FERNÃO DIAS 
AVENIDA CUPECÊ
INCENTIVO AO 
DESENVOLVIMENTO: 
CAmáx = 4,0 
Isenção de outorga 
onerosa para 
empreendimentos não 
residenciais e área 
destinada ao uso não 
residencial em uso misto 
NOROESTE 
(Lei específica) 
JACÚ-PÊSSEGO 
FERNÃO DIAS 
(Lei específica) 
AVENIDA CUPECÊ
8 
INCORPORAR A 
AGENDA AMBIENTAL NO 
DESENVOLVIMENTO DA CIDADE 
esse é o nosso plano
ZONA RURAL 
A Zona Rural promove melhorias urbanísticas e ambientais; 
é uma das principais inovações do novo Plano Diretor. 
Contenção da expansão 
urbana 
Incentivo a usos 
sustentáveis e à 
agricultura orgânica 
Preservação dos 
ecossistemas naturais 
Elaboração: SMDU, 2014
SP-Urbanismo
PAGAMENTO POR PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AMBIENTAIS 
Viabiliza a conservação de áreas que contribuem para manutenção 
da qualidade ambiental da cidade remunerando os proprietários dessas áreas 
BENEFÍCIOS À 
SOCIEDADE 
PREFEITURA 
PAGAMENTO PELA 
CONSERVAÇÃO 
PROPRIETÁRIO 
DA ÁREA 
CONSERVAÇÃO 
Elaboração: SMDU, 2014
Fabio Arantes/SECOM
9 
PRESERVAR O PATRIMÔNIO 
E VALORIZAR AS 
INICIATIVAS CULTURAIS 
esse é o nosso plano
ZONAS ESPECIAIS DE PRESERVAÇÃO CULTURAL (ZEPEC) 
BENS IMÓVEIS 
REPRESENTATIVOS 
(BIR) 
Elementos construídos, 
edificações e 
respectivos lotes 
CLASSIFICAÇÕES
ZONAS ESPECIAIS DE PRESERVAÇÃO CULTURAL (ZEPEC) 
BENS IMÓVEIS 
REPRESENTATIVOS 
(BIR) 
Elementos construídos, 
edificações e 
respectivos lotes 
CLASSIFICAÇÕES 
ÁREAS DE 
URBANIZAÇÃO 
ESPECIAL (AUE) 
Porções do território ou 
conjuntos urbanos com 
características 
singulares
ZONAS ESPECIAIS DE PRESERVAÇÃO CULTURAL (ZEPEC) 
BENS IMÓVEIS 
REPRESENTATIVOS 
(BIR) 
Elementos construídos, 
edificações e 
respectivos lotes 
CLASSIFICAÇÕES 
ÁREAS DE 
URBANIZAÇÃO 
ESPECIAL (AUE) 
Porções do território ou 
conjuntos urbanos com 
características 
singulares 
ÁREAS DE 
PROTEÇÃO 
PAISAGÍSTICA (APPa) 
Sítios e logradouros 
com características 
ambientais e naturais
ZONAS ESPECIAIS DE PRESERVAÇÃO CULTURAL (ZEPEC) 
BENS IMÓVEIS 
REPRESENTATIVOS 
(BIR) 
Elementos construídos, 
edificações e 
respectivos lotes 
CLASSIFICAÇÕES 
ÁREAS DE 
URBANIZAÇÃO 
ESPECIAL (AUE) 
Porções do território ou 
conjuntos urbanos com 
características 
singulares 
ÁREAS DE 
PROTEÇÃO 
PAISAGÍSTICA (APPa) 
Sítios e logradouros 
com características 
ambientais e naturais 
ÁREA DE PROTEÇÃO 
CULTURAL (APC) 
Imóveis de produção e 
fruição cultural, 
espaços significativos 
para manutenção da 
identidade e memória
Agência CAIXA de Notícias
10 
FORTALECER A PARTICIPAÇÃO 
POPULAR NAS DECISÕES DOS 
RUMOS DA CIDADE 
esse é o nosso plano
GESTÃO DEMOCRÁTICA 
INSTÂNCIAS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR E INSTRUMENTOS DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL
GESTÃO DEMOCRÁTICA 
SISTEMA DE PLANEJAMENTO URBANO
GESTÃO DEMOCRÁTICA 
FUNDURB
GESTÃO DEMOCRÁTICA 
SISTEMA DE INFORMAÇÕES, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PDE
SMDU/PMSP
gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br 
agosto, 2014

Pde campinas 141015

  • 6.
    Elaboração: SMDU, 2014 Preservação dos Ecossistemas Naturais Áreas de remanescentes florestais que conservam suas características naturais.
  • 7.
    Elaboração: SMDU, 2014 Contenção Urbana e Uso Sustentável Grandes parcelas de vegetação natural intercaladas com atividades agrícolas e chácaras. Localizada integralmente na Área de Proteção de Mananciais.
  • 8.
    Elaboração: SMDU, 2014 Controle e Qualificação Urbana Áreas vazias ou subutilizadas com ou sem cobertura vegetal, áreas de reflorestamento, exploração mineral e algumas áreas industriais. Ocupação predominantemente horizontal.
  • 9.
    Elaboração: SMDU, 2014 Redução da Vuln. Urbana e Recuperação Ambiental Áreas com elevado nível de vulnerabilidade socioambiental e de assentamentos precários.
  • 10.
    Redução da VulnerabilidadeUrbana Elevado índice de áreas precárias, irregulares e de risco, além de baixa oferta de infraestrutura e equipamentos. É ocupada predominantemente por população de baixa renda. Elaboração: SMDU, 2014
  • 11.
    Qualificação da Urbanização Combinação entre usos residenciais e não residenciais, possui moderada oferta de serviços e equipamentos. Elaboração: SMDU, 2014
  • 12.
    Urbanização Consolidada Áreamais urbanizada do município, com vias saturadas e grande concentração de empregos e serviços. Elaboração: SMDU, 2014
  • 13.
    Estruturação Metropolitana Grandeoferta de infraestrutura e eixos de mobilidade, mas com desequilíbrios na relação entre emprego e moradia. Elaboração: SMDU, 2014
  • 14.
    Estruturação Metropolitana Grandeoferta de infraestrutura e eixos de mobilidade, mas com desequilíbrios na relação entre emprego e moradia. Urbanização Consolidada Área mais urbanizada do município, com vias saturadas e grande concentração de empregos e serviços. Qualificação da Urbanização Combinação entre usos residenciais e não residenciais, possui moderada oferta de serviços e equipamentos. Redução da Vulnerabilidade Urbana Elevado índice de áreas precárias, irregulares e de risco, além de baixa oferta de infraestrutura e equipamentos. É ocupada predominantemente por população de baixa renda. Elaboração: SMDU, 2014 Redução da Vuln. Urbana e Recuperação Ambiental Áreas com elevado nível de vulnerabilidade socioambiental e de assentamentos precários. Controle e Qualificação Urbana Áreas vazias ou subutilizadas com ou sem cobertura vegetal, áreas de reflorestamento, exploração mineral e algumas áreas industriais. Ocupação predominantemente horizontal. Contenção Urbana e Uso Sustentável Grandes parcelas de vegetação natural intercaladas com atividades agrícolas e chácaras. Localizada integralmente na Área de Proteção de Mananciais. Preservação dos Ecossistemas Naturais Áreas de remanescentes florestais que conservam suas características naturais.
  • 15.
    Macrozona de Estruturaçãoe Qualificação Urbana Macrozona de Proteção e Recuperação Ambiental Elaboração: SMDU, 2014 ORDENAÇÃO TERRITORIAL Área do MSP Macro zonas Macro áreas Urbano x Rural 100% 1.527,4 km² 54,0% 824,6 km² 46,0% 702,8 km² 14,9% 6,7% 13,5% 10,9% 12,9% 11,8% 14,2% 15,1% Zona Urbana Zona Rural 29,3% 448,0 km² 70,7% 1.079,4 km² Miolo Eixos (Exi.) Eixos (Plan.) ZEIS 83% 4% 4% 10% 81% 14% 4% 1% 84% 7% 5% 4% 61% 4% 4% 31% 52% 2% 1% 45% 1% 1% 9% 0% 0% 0% 89% 100% 0% 0% 0% 100%
  • 16.
    1 SOCIALIZAR OSGANHOS DA PRODUÇÃO DA CIDADE esse é o nosso plano
  • 17.
    Coeficiente de AproveitamentoBásico = 1 PARA TODA CIDADE Elaboração: SMDU, 2014
  • 18.
    FUNDURB Fundo deDesenvolvimento Urbano Potencial Construtivo Adicional Outorga Onerosa Elaboração: SMDU, 2014
  • 19.
    FUNDURB Fundo deDesenvolvimento Urbano Potencial Construtivo Adicional Outorga Onerosa Habitação de Interesse Social Equipamentos Sociais Unidades de Conservação Ambiental Espaços Públicos Planos de Bairro Áreas Verdes Transporte Público, Ciclovias e Calçadas Patrimônio Cultural Elaboração: SMDU, 2014
  • 20.
    FUNÇÃO SOCIAL DAPROPRIEDADE Parcelamento, Edificação e Uso Compulsório (PEUC) IMÓVEL NÃO EDIFICADO Imóvel com área superior a 500 m² com coeficiente de aproveitamento igual a zero necessário PARCELAR necessário EDIFICAR necessário UTILIZAR e/ou Elaboração: SMDU, 2014
  • 21.
    FUNÇÃO SOCIAL DAPROPRIEDADE Parcelamento, Edificação e Uso Compulsório (PEUC) IMÓVEL NÃO EDIFICADO Imóvel com área superior a 500 m² com coeficiente de aproveitamento igual a zero necessário PARCELAR necessário EDIFICAR IMÓVEL SUBUTILIZADO Imóvel com área superior a 500 m² cujo coeficiente de aproveitamento é inferior ao mínimo definido pelo zoneamento do local necessário UTILIZAR e/ou necessário UTILIZAR necessário PARCELAR necessário EDIFICAR e/ou Elaboração: SMDU, 2014
  • 22.
    FUNÇÃO SOCIAL DAPROPRIEDADE Parcelamento, Edificação e Uso Compulsório (PEUC) IMÓVEL NÃO EDIFICADO Imóvel com área superior a 500 m² com coeficiente de aproveitamento igual a zero necessário PARCELAR necessário EDIFICAR IMÓVEL SUBUTILIZADO Imóvel com área superior a 500 m² cujo coeficiente de aproveitamento é inferior ao mínimo definido pelo zoneamento do local IMÓVEL NÃO UTILIZADO Edifícios e outros imóveis situados na área central que tenham no mínimo 60% de sua área construída desocupada há mais de um ano necessário UTILIZAR e/ou necessário UTILIZAR PARCELADO EDIFICADO necessário UTILIZAR necessário PARCELAR necessário EDIFICAR e/ou Elaboração: SMDU, 2014
  • 23.
    PAGAMENTO: IPTU +2%* FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE PAGAMENTO: IPTU + 4%* IPTU Progressivo no Tempo PAGAMENTO: IPTU + 15% PAGAMENTO: IPTU + 15% LIMITE MÁXIMO 15% Enquanto o proprietário do imóvel não se adequar às obrigações para que seu imóvel cumpra a função social da propriedade o seu IPTU irá aumentar anualmente: * VALORES EXEMPLIFICATIVOS PAGAMENTO: IPTU + 8%* Elaboração: SMDU, 2014
  • 24.
    2 IMPLEMENTAR A POLÍTICA HABITACIONAL PARA QUEM PRECISA esse é o nosso plano
  • 25.
    INSTRUMENTOS DA POLÍTICAHABITACIONAL PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação habitacional do município de São Paulo Elaboração: SMDU, 2014
  • 26.
    INSTRUMENTOS DA POLÍTICAHABITACIONAL PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação habitacional do município de São Paulo ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL Áreas onde deve-se concretizar o direito à moradia digna com oferta de Habitação de Interesse Social próxima à infraestrutura O Plano Diretor duplicou as áreas de ZEIS para produção de moradias populares Elaboração: SMDU, 2014
  • 27.
    INSTRUMENTOS DA POLÍTICAHABITACIONAL PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação habitacional do município de São Paulo ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL Áreas onde deve-se concretizar o direito à moradia digna com oferta de Habitação de Interesse Social próxima à infraestrutura O Plano Diretor duplicou as áreas de ZEIS para produção de moradias populares REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Ampliação dos instrumentos de regularização fundiária Elaboração: SMDU, 2014
  • 28.
    INSTRUMENTOS DA POLÍTICAHABITACIONAL PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação habitacional do município de São Paulo ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL Áreas onde deve-se concretizar o direito à moradia digna com oferta de Habitação de Interesse Social próxima à infraestrutura O Plano Diretor duplicou as áreas de ZEIS para produção de moradias populares REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Ampliação dos instrumentos de regularização fundiária FONTES DE RECURSOS 30% FUNDURB no mínimo AQUISIÇÃO DE TERRENOS BEM LOCALIZADOS SUBSÍDIO EM PROGRAMAS DE PROVISÃO DE HIS 25% OUC OU AIU no mínimo PREFERENCIALMENTE PARA AQUISIÇÃO DE TERRENOS (ÁREA DE PROJETO OU PERÍMETRO EXPANDIDO) Elaboração: SMDU, 2014
  • 29.
    INSTRUMENTOS DA POLÍTICAHABITACIONAL PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Diagnóstico + Programas e estratégias em relação à situação habitacional do município de São Paulo ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL Áreas onde deve-se concretizar o direito à moradia digna com oferta de Habitação de Interesse Social próxima à infraestrutura O Plano Diretor duplicou as áreas de ZEIS para produção de moradias populares REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Ampliação dos instrumentos de regularização fundiária FONTES DE RECURSOS 30% FUNDURB no mínimo AQUISIÇÃO DE TERRENOS EM ZEIS 3 25% OUC OU AIU no mínimo AQUISIÇÃO DE TERRENOS NA ÁREA DE PROJETO OU PERÍMETRO EXPANDIDO COTA SOLIDARIEDADE Todo empreendimento maior que 20 mil m2 deve doar 10% de sua área construída para produção de Habitação de Interesse Social ou aquisição de terrenos Elaboração: SMDU, 2014
  • 30.
    ZEIS 1 ZEIS2 ZEIS 3 ZEIS 4 ZEIS 5 143 km2 13,8 km2 6,8 km2 4,9 km 2 3,5 km 2 Ampliação em 107% das áreas para produção de moradia popular ZEIS prevalece sobre todas as outras zonas. Elaboração: SMDU, 2014 ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL !
  • 31.
    ZONAS ESPECIAIS DEINTERESSE SOCIAL COEFICIENTES DE APROVEITAMENTO 2,5 MÁXIMO 1,0 BÁSICO 0,5 MÍNIMO 4,0 MÁXIMO 1,0 BÁSICO 0,5 MÍNIMO 2,5 MÁXIMO 1,0 BÁSICO ZEIS 1 ZEIS 2, 3 e 5 ZEIS 4
  • 32.
    ZONAS ESPECIAIS DEINTERESSE SOCIAL COEFICIENTES DE APROVEITAMENTO 2,5 MÁXIMO 1,0 BÁSICO 0,5 MÍNIMO 4,0 MÁXIMO 1,0 BÁSICO 0,5 MÍNIMO 2,5 MÁXIMO 1,0 BÁSICO ZEIS 1 ZEIS 2, 3 e 5 ZEIS 4 USOS ZEIS 1, 2, 3 e 4 ZEIS 5 máx. 20% HMP E OUTROS mín. 60% HIS 1 máx. 40% OUTROS mín. 40% HIS
  • 33.
    COTA DA SOLIDARIEDADE Vale para todo empreendimento com área computável maior que 20 mil m2 para obtenção do certificado de conclusão. Elaboração: SMDU, 2014 % Produção de HIS
  • 34.
    3 MELHORAR A MOBILIDADE URBANA esse é o nosso plano
  • 35.
    CONSIDERANDO QUE UMAUTOMÓVEL EM DESLOCAMENTO OCUPA, EM MÉDIA, 40 m2 ... ... E QUE A FROTA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO É DE CERCA DE 4,5 MILHÕES DE AUTOMÓVEIS ... ... O TOTAL DE AUTOMÓVEIS EM DESLOCAMENTO OCUPARIA 180 km2 DO ESPAÇO URBANO DE SÃO PAULO (O QUE CORRESPONDE A 6 VEZES A ÁREA DA SUBPREFEITURA DA SÉ) Elaboração: SMDU, 2014
  • 36.
    MÉDIA DE PASSAGEIROS*1 Considerando todos sentados EMISSÃO DE CO2 *2 Emissões em kg de CO2 / litro / passageiro VELOCIDADE MÉDIA *3 Com a implantação das faixas exclusivas de ônibus a velocidade média aumentou em 45,1% *5 *1 SPTrans *2 CARVALHO, C. H. R. Emissões relativas de poluentes do transporte motorizado de passageiros nos grandes centros urbanos brasileiros. Texto para Discussão 1660. IPEA, abril de 2011 *3 Companhia de Engenharia de Tráfego - CET *4 Média entre pico da manhã (20,6 km/h) e pico da tarde (7,6 km/h) – CET *5 Secretaria Municipal de Transportes - SMT Elaboração: SMDU, 2014
  • 37.
    Elaboração: SMDU, 2014 SISTEMAS DE MOBILIDADE
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 41.
    4 QUALIFICAR AVIDA URBANA DOS BAIRROS esse é o nosso plano
  • 42.
  • 44.
    PRESERVAÇÃO DAS CARACTERÍSTICASDO BAIRRO (ÁREAS FORA DOS EIXOS) Elaboração: SMDU, 2014 INCENTIVO AO USO MISTO Uso não residencial em até 20% da área do lote, no nível da rua, é considerado área não computável
  • 45.
    PRESERVAÇÃO DAS CARACTERÍSTICASDO BAIRRO (ÁREAS FORA DOS EIXOS) COEFICIENTE MÁXIMO = 2 Restrição do potencial construtivo Elaboração: SMDU, 2014 INCENTIVO AO USO MISTO Uso não residencial em até 20% da área do lote, no nível da rua, é considerado área não computável
  • 46.
    PRESERVAÇÃO DAS CARACTERÍSTICASDO BAIRRO (ÁREAS FORA DOS EIXOS) COEFICIENTE MÁXIMO = 2 Restrição do potencial construtivo Elaboração: SMDU, 2014 INCENTIVO AO USO MISTO Uso não residencial em até 20% da área do lote, no nível da rua, é considerado área não computável LIMITE DE GABARITO Altura máxima = 28 metros (aprox. 8 pavimentos) * Exceto em quadras onde edificações que ocupam mais de 50% da área dos lotes já tenham ultrapassado esse limite
  • 47.
    PRESERVAÇÃO DAS CARACTERÍSTICASDO BAIRRO (ÁREAS FORA DOS EIXOS) Elaboração: SMDU, 2014 NÃO HÁ EXIGÊNCIA DE NÚMERO MÍNIMO DE VAGAS DE GARAGEM COEFICIENTE MÁXIMO = 2 Restrição do potencial construtivo INCENTIVO AO USO MISTO Uso não residencial em até 20% da área do lote, no nível da rua, é considerado área não computável LIMITE DE GABARITO Altura máxima = 28 metros (aprox. 8 pavimentos) * Exceto em quadras onde edificações que ocupam mais de 50% da área dos lotes já tenham ultrapassado esse limite
  • 49.
  • 50.
    Mecanismo para financiamentode parques em áreas definidas pela Prefeitura: para cada real doado por cidadãos ou empresas, a Prefeitura é obrigada a contribuir com a mesma quantia FUNDO DE PARQUE PREFEITURA Cada parque possuirá conta específica para facilitar a identificação e acompanhamento pelos cidadãos CIDADÃO ou INICIATIVA PRIVADA FUNDO MUNICIPAL DE PARQUES Elaboração: SMDU, 2014
  • 51.
    5 ORIENTAR OCRESCIMENTO DA CIDADE NAS PROXIMIDADES DO TRANSPORTE PÚBLICO esse é o nosso plano
  • 55.
    EIXOS PREVISTOS: Passama valer as regras para os eixos previstos após a emissão das licenças para as obras e emissão da respectiva ordem de serviço. Início da vigência declarado por decreto.
  • 56.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA Definição das áreas de influência = Eixo da via = Acesso às estações Corredor de ônibus Veículos Leves sobre Pneus (VLP) – Em vias não elevadas Trem Metrô Monotrilho Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) Veículos Leves sobre Pneus (VLP) – Em vias elevadas Elaboração: SMDU, 2014
  • 57.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA Incentivos e instrumentos de regulação para qualificação urbana COTA MÁXIMA DE TERRENO POR UNIDADE HABITACIONAL INCENTIVOS PARA USO 1* Lotes com área superior a 5.000 m2 podem ter no máximo 25% de sua testada fechada por muros 2* Os parâmetros mínimos definidos para os lotes deverão ser aplicados aos novos parcelamentos. MISTO FRUIÇÃO PÚBLICA AMPLIAÇÃO DO COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO (CA) FACHADA ATIVA + PROIBIÇÃO DE MURO CONTÍNUO* DESINCENTIVOS PARA GARAGENS LARGURA MÍNIMA DE CALÇADA TAMANHO MÍNIMO DE TESTADA* Elaboração: SMDU, 2014
  • 58.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO Elaboração: SMDU, 2014 Em toda a área da cidade, o CA básico é 1,0 e o CA máximo é 2,0. Na Área de Influência dos Eixos, é possível MAIOR ADENSAMENTO, com: CA básico = 1,0 CA máximo = 4,0. Não há limite de gabarito de altura. AMPLIAÇÃO DO COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO (CA) SEM LIMITE DE GABARITO
  • 59.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA COTA PARTE MÁXIMA COTA MÁXIMA DE TERRENO POR UNIDADE HABITACIONAL Elaboração: SMDU, 2014 NÚMERO MÍNIMO DE UNIDADES HABITACIONAIS N = (CAu x At) / (CAmáx x Q) Exemplo: Q = 20 At = 1000 m² CAu = CAmáx = 4,0 N = (4,0 x 1000) / (4,0 x 20) N = mínimo de 50 UHs ÁREA MÁXIMA (MÉDIA) DAS UNIDADES HABITACIONAIS Auh = (CAmáx x At) / N Exemplo: Auh = (4,0 x 1000) / 50 Auh = 80 m²
  • 60.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA VAGAS DE GARAGENS DESINCENTIVOS PARA GARAGENS Elaboração: SMDU, 2014 As áreas de garagem só serão consideradas não computáveis até um NÚMERO MÁXIMO DE VAGAS (com Cota Máxima de Garagem = 32 m²): para usos R: 1 vaga por unidade habitacional; para usos nR, 1 vaga para cada 70 m² de área. Para atividades classificadas como polo gerador de tráfego, é vedado o acesso pelas vias onde estão implantados ou planejados corredores de ônibus (a não ser que seja prevista pista dentro do lote).
  • 61.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA USO MISTO E FACHADA ATIVA Elaboração: SMDU, 2014 INCENTIVOS PARA USO MISTO Incentivos ao uso misto e às fachadas ativas = ocupação horizontal da fachada por uso não residencial com acesso direto ao logradouro público. As áreas destinadas ao uso não residencial construídas no nível da rua (e com acesso direto à calçada) não serão computáveis: até o limite de 20% da área construída computável total; ou até 50% da área do lote (para lotes com testada superior a FACHADA 20m). ATIVA
  • 62.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA FRUIÇÃO PÚBLICA Elaboração: SMDU, 2014 FRUIÇÃO PÚBLICA Incentivo à destinação de área do lote para fruição pública: potencial construtivo é calculado em função da área original do lote; 50% de potencial construtivo da área destinada será gratuito. Condições: a área destinada à fruição deve ter mínimo 250 m²; e estar localizada junto ao alinhamento da via, no nível da calçada e permanentemente aberta.
  • 63.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA CALÇADAS Elaboração: SMDU, 2014 LARGURA MÍNIMA DE CALÇADA Lotes com frente para os Eixos = Largura mínima de 5 metros. Contrapartidas: (1) recuo de frente dispensado; (2) potencial construtivo em função da área original Lotes nas Áreas de Influências dos Eixos, mas sem frente para os Eixos = Largura mínima de 3 metros. Contrapartidas: (1) recuo de frente definido pelo alinhamento original; (2) potencial construtivo em função da área original
  • 64.
    EIXOS DE ESTRUTURAÇÃODA TRANSFORMAÇÃO URBANA ESPECIFICAÇÕES PARA GRANDES LOTES LOTES COM ÁREA MAIOR QUE 40.000 m² Obrigação de doação de 20% da área do lote para ÁREAS PÚBLICAS; Áreas públicas devem estar junto ao alinhamento e serão aprovadas pela Prefeitura; Das áreas doadas, 15% deve ser área verde, e o restante será destinado a equipamentos públicos; Taxa de permeabilidade mínima de 20% da área; Vedação por MURO não pode exceder 25% da testada do lote ou da face da quadra. LOTES COM ÁREA ENTRE 5.000 E 40.000 m² Obrigação de doação de 20% da área do lote para FRUIÇÃO PÚBLICA (em espaço livre ou edificado); Áreas de fruição pública (mínimo de 250 m²) devem estar junto ao alinhamento, no nível da calçada, sem fechamento; Taxa de permeabilidade mínima de 20% da área; Vedação por MURO não pode exceder 25% da testada do lote ou da face da quadra.
  • 65.
    Elaboração: SMDU, 2014 EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA QUALIFICAÇÃO URBANA
  • 67.
    6 REORGANIZAR AS DINÂMICAS METROPOLITANAS esse é o nosso plano
  • 68.
    CAMPINAS Pop: 1,1milhão PIB: R$ 36,7 bilhões JUNDIAÍ Pop: 0,4 milhão PIB: R$ 15,1 bilhões SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Pop: 0,7 milhão PIB: R$ 24,1 bilhões SÃO PAULO Pop: 11,8 milhão PIB: R$ 389 bilhões SANTOS Pop: 0,4 milhão PIB: R$ 27,6 bilhões SOROCABA Pop: 0,6 milhão PIB: R$ 16,1 bilhão MACROMÉTROPOLE PAULISTA: 4 Regiões Metropolitanas 173 Cidades 50% da área urbanizada do ESP 73.3% da população do ESP 83.4% do PIB do ESP 27.6% do PIB do Brasil (2010) PIRACICABA Pop: 0,4 milhão PIB: R$ 9,6 bilhão
  • 74.
    Prazos especiais para encaminhar projetos lei com disciplina especial de uso do solo, OUC, AIU ou projetos de intervenção urbana para alguns subsetores. Arco Tamanduateí Até 2015 Arco Tietê Até 2016 Arco Jurubatuba Até 2017 Arco Pinheiros Até 2018
  • 77.
    URBAN INTERVENTIONS PROJECTS(PIUs) PIU INSTRUMENTS: GOALS: Developing urban projects and defining implementation stages Defining land use and occupation Promoting social housing Installing public facilities Addressing environmental risk areas Improving environmental and landscape conditions Developing economic feasibility studies for the urban interventions Developing financing strategies Implementing mechanisms for participation and social control Developing tools for monitoring and evaluating the actions CONSORTIUM URBAN OPERATIONS URBAN CONCESSION URBAN INTERVENTION AREA LOCAL STRUCTURING AREA Elaboração: SMDU, 2014
  • 78.
    7 PROMOVER O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DA CIDADE esse é o nosso plano
  • 79.
    SETORES DA MACROÁREADE ESTRUTURAÇÃO METROPOLITANA SETOR ORLA FLUVIAL E FERROVIÁRIA CARACTERÍSTICAS Arco ao longo dos principais rios e ferrovias, onde existem grandes terrenos ociosos ou subutilizados. OBJETIVOS Estruturar um processo de transformação planejado por projetos urbanísticos específicos, permitindo que a cidade possa crescer para dentro. Elaboração: SMDU, 2014
  • 82.
    SETORES DA MACROÁREADE ESTRUTURAÇÃO METROPOLITANA SETOR EIXOS DE DESENVOLVIMENTO CARACTERÍSTICAS Áreas carentes de emprego e muito povoadas. OBJETIVOS Melhorar as condições urbanas e a relação entre oferta de emprego e moradia, a partir de estímulos a incentivos e investimentos públicos. SETOR ORLA FLUVIAL E FERROVIÁRIA CARACTERÍSTICAS Arco ao longo dos principais rios e ferrovias, onde existem grandes terrenos ociosos ou subutilizados. OBJETIVOS Estruturar um processo de transformação planejado por projetos urbanísticos específicos, permitindo que a cidade possa crescer para dentro. Elaboração: SMDU, 2014
  • 84.
    SETORES DA MACROÁREADE ESTRUTURAÇÃO METROPOLITANA SETOR CENTRAL CARACTERÍSTICAS Região central da cidade, onde se encontra o centro histórico, grande oferta de empregos e comércio e serviços especializados. OBJETIVOS Manter seus usos tradicionais e atrair novas atividades de caráter metropolitano. SETOR ORLA FLUVIAL E FERROVIÁRIA Elaboração: SMDU, 2014 SETOR EIXOS DE DESENVOLVIMENTO CARACTERÍSTICAS Arco ao longo dos principais rios e ferrovias, onde existem grandes terrenos ociosos ou subutilizados. OBJETIVOS Estruturar um processo de transformação planejado por projetos urbanísticos específicos, permitindo que a cidade possa crescer para dentro. CARACTERÍSTICAS Áreas carentes de emprego e muito povoadas. OBJETIVOS Melhorar as condições urbanas e a relação entre oferta de emprego e moradia, a partir de estímulos a incentivos e investimentos públicos.
  • 86.
    ARCO TIETÊ ARCOLESTE ARCO PINHEIROS ARCO JURUBATUBA ARCO TAMANDUATEÍ
  • 87.
    NOROESTE JACÚ-PÊSSEGO FERNÃODIAS AVENIDA CUPECÊ
  • 88.
    INCENTIVO AO DESENVOLVIMENTO: CAmáx = 4,0 Isenção de outorga onerosa para empreendimentos não residenciais e área destinada ao uso não residencial em uso misto NOROESTE (Lei específica) JACÚ-PÊSSEGO FERNÃO DIAS (Lei específica) AVENIDA CUPECÊ
  • 89.
    8 INCORPORAR A AGENDA AMBIENTAL NO DESENVOLVIMENTO DA CIDADE esse é o nosso plano
  • 94.
    ZONA RURAL AZona Rural promove melhorias urbanísticas e ambientais; é uma das principais inovações do novo Plano Diretor. Contenção da expansão urbana Incentivo a usos sustentáveis e à agricultura orgânica Preservação dos ecossistemas naturais Elaboração: SMDU, 2014
  • 95.
  • 97.
    PAGAMENTO POR PRESTAÇÃODE SERVIÇOS AMBIENTAIS Viabiliza a conservação de áreas que contribuem para manutenção da qualidade ambiental da cidade remunerando os proprietários dessas áreas BENEFÍCIOS À SOCIEDADE PREFEITURA PAGAMENTO PELA CONSERVAÇÃO PROPRIETÁRIO DA ÁREA CONSERVAÇÃO Elaboração: SMDU, 2014
  • 101.
  • 102.
    9 PRESERVAR OPATRIMÔNIO E VALORIZAR AS INICIATIVAS CULTURAIS esse é o nosso plano
  • 103.
    ZONAS ESPECIAIS DEPRESERVAÇÃO CULTURAL (ZEPEC) BENS IMÓVEIS REPRESENTATIVOS (BIR) Elementos construídos, edificações e respectivos lotes CLASSIFICAÇÕES
  • 104.
    ZONAS ESPECIAIS DEPRESERVAÇÃO CULTURAL (ZEPEC) BENS IMÓVEIS REPRESENTATIVOS (BIR) Elementos construídos, edificações e respectivos lotes CLASSIFICAÇÕES ÁREAS DE URBANIZAÇÃO ESPECIAL (AUE) Porções do território ou conjuntos urbanos com características singulares
  • 105.
    ZONAS ESPECIAIS DEPRESERVAÇÃO CULTURAL (ZEPEC) BENS IMÓVEIS REPRESENTATIVOS (BIR) Elementos construídos, edificações e respectivos lotes CLASSIFICAÇÕES ÁREAS DE URBANIZAÇÃO ESPECIAL (AUE) Porções do território ou conjuntos urbanos com características singulares ÁREAS DE PROTEÇÃO PAISAGÍSTICA (APPa) Sítios e logradouros com características ambientais e naturais
  • 106.
    ZONAS ESPECIAIS DEPRESERVAÇÃO CULTURAL (ZEPEC) BENS IMÓVEIS REPRESENTATIVOS (BIR) Elementos construídos, edificações e respectivos lotes CLASSIFICAÇÕES ÁREAS DE URBANIZAÇÃO ESPECIAL (AUE) Porções do território ou conjuntos urbanos com características singulares ÁREAS DE PROTEÇÃO PAISAGÍSTICA (APPa) Sítios e logradouros com características ambientais e naturais ÁREA DE PROTEÇÃO CULTURAL (APC) Imóveis de produção e fruição cultural, espaços significativos para manutenção da identidade e memória
  • 107.
  • 108.
    10 FORTALECER APARTICIPAÇÃO POPULAR NAS DECISÕES DOS RUMOS DA CIDADE esse é o nosso plano
  • 111.
    GESTÃO DEMOCRÁTICA INSTÂNCIASDE PARTICIPAÇÃO POPULAR E INSTRUMENTOS DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL
  • 112.
    GESTÃO DEMOCRÁTICA SISTEMADE PLANEJAMENTO URBANO
  • 113.
  • 114.
    GESTÃO DEMOCRÁTICA SISTEMADE INFORMAÇÕES, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PDE
  • 115.
  • 116.

Notas do Editor

  • #113 FIGURES April-September, 2013 “Gestão Urbana SP” entries: 214.007 “Colaborative Map” entries: 5.500 “Participatory Draft Bill” entries: 5.865 Contributions and proposals: 4.549 Mailing views: 15.993 Social Network views: 347.613