10º ENCONTRO ESTADUAL DE MORADIA POPULAR  UMM - SP Vereador Chico Macena Câmara Municipal de São Paulo Desafios de uma Política Habitacional na RMSP -SP  Um Exemplo de Descontinuidade - Moradia Popular no Centro da Cidade
CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS
CARCTERÍSTICAS SÓCIO ECONÔMICAS
Características Econômicas Produto Interno Bruto Total, segundo Concentração dos Municípios Região Metropolitana de São Paulo 2003 Fonte:  Fução Seade.  Fonte:  Fundação Seade.
Produto Interno Bruto per Capita
A questão da moradia: Dos 96 distritos , somente 43 (praticamente todos afastados da área central), tiveram acrescimo populacional, comparando o período de 1991 a 2000: Anhanguera – 209% Cid. Tiradentes – 98% Parelheiros - 84% Iguatemi – 70 % Grajaú – 72%. Em termos absolutos: Grajaú – acréscimo 140 mil habitantes Cid. Tiradentes – 94 mil habitantes Fenômeno que atingiu municípios vizinhos
Os demais 53 distritos tiveram decréscimo populacional (todos na região mais central) variando perdas entre 30%,4)%) Pari  - 30% Bom Retiro – 2¨6% Brás – 24% Itaim Bibi 24% Em Termos Absolutos: Itaim Bibi  - 26 mil habitantes Jd, Paulista  - 19 mil habitantes Dados que colocam o desafio de re-habitar o centro da cidade
De 1992 a 2002 foram edificados na cidade de São Paulo 59 milhões de metros quadrados de uso residencial. Sendo: Horizontal de médio Padrão 12 milh. M2 Horizontal de alto Padrão  5 milh. M2 Vertical de alto Padrão  16 milh. M2 Vertical de médio Padrão 19  milh. M2  Horizontal de baixo Padrão – 5 milh. M2  Vertical de baixo Padrão – 2 milh. M2
No PAC existe uma previsão de investimentos no montante de 100 bilhões para moradia através de linhas de crédito e investimentos diretos. Dos 100 bi 10% (10 bilhões) será destinado a moradia popular. A grande questão para os dois casos é aonde Construir? Está aberta a guerra pelos Estoques de Terra nos grandes centros urbanos.
Situação das conquistas em moradia na gestão Serra/Kassab No Zoneamento pretende-se alterar as ZEIS – Zona Especial de Interesse Social: Na lei em vigor aprovada em 2004 aplica-se tanto a grandes áreas quanto a lotes e edificações ociosas ou subutilizadas. Na proposta de revisão do atual governo aplica-se apenas a grandes áreas ou lotes e edificações em terrenos com área superior a 1000 m² Com este critério, pelo menos 21 imóveis no Centro deixariam de ser ZEIS
Situação das conquistas em moradia na gestão Serra/Kassab No Zoneamento pretende-se alterar as ZEIS – Zona Especial de Interesse Social: Hoje existe a obrigatoriedade do empreendedor dedicar dividir o total da área construída em  40% HIS, 40% HMP ou HIS  e apenas 20% com qualquer outro uso, sendo que estes empreendimentos devem estar contidos  em uma mesma ZEIS . Na proposta do atual governo a obrigatoriedade seria de apenas  50% de HIS  e os outros 50% para qualquer outro uso, sendo que os empreendimentos de HIS podem ser instalados em outras ZEIS do Distrito ou  qualquer outra ZEIS  do Município a critério da Prefeitura.
A questão da moradia no centro de São Paulo Urbanização consolidada Infra-estrutura instalada Grande acessibilidade Concentração de empregos Ausência de lotes não edificados Grande ociosidade dos imóveis Processo contínuo de redução da população
Desafios da Construção do Direito à Cidade e à Moradia Os problemas de moradia nos centros urbanos derivam basicamente do contínuo processo de exclusão social. Esse processo gera duas situações possíveis para a população com baixa renda e sem renda: População sem moradia, em situação de rua, que hoje chega a aproximadamente 10 mil pessoas em São Paulo; A situação de moradia precária
Desafios da Construção do Direito à Cidade e à Moradia Moradia em situação precária pode ser observada sob diversos pontos de vista: Condições fisicas e estruturais precárias da edificação e dos assentamentos populacionais Carência de serviços básicos Clandestinidade Irregularidade fundiária Normalmente essas coracteríscas se somam nas habitações da população socialmente excluída, formando um quadro inverso à moradia digna
Desafios da Construção do Direito à Cidade e à Moradia Caminhos possíveis: Políticas integradas de habitação, desenvolvimento social, desenvolvimento urbano e transporte público para prover a população de “moradia digna” através de ações concretas em: Geração de emprego e renda Aplicação de dispositivos urbanísticos para viabilizar habitação junto ao centro e aos núcleos de bairros dotados de infraestrutura urbana e transporte público Produção de habitação e apoio à auto-construção Regularização
Questões urgentes a serem tratadas no contexto metropolitano: Transportes Público =  Corredores metropolitanos  de ônibus, Metrô e sistema ferroviário; Questão aeroportuária Questão da água Questão ambiental= “lei cidade limpa”, Inspeção veicular e Problemática do Lixo Programas metropolitanos de geração de emprego e renda Questão habitacional
Vereador CHICO MACENA Câmara Municipal de São Paulo e-mail: chicomacena@camara.sp.gov.br telefone: (011) 3396 4959

O Desafio Da Moradia Popular

  • 1.
    10º ENCONTRO ESTADUALDE MORADIA POPULAR UMM - SP Vereador Chico Macena Câmara Municipal de São Paulo Desafios de uma Política Habitacional na RMSP -SP Um Exemplo de Descontinuidade - Moradia Popular no Centro da Cidade
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    Características Econômicas ProdutoInterno Bruto Total, segundo Concentração dos Municípios Região Metropolitana de São Paulo 2003 Fonte: Fução Seade. Fonte: Fundação Seade.
  • 5.
  • 6.
    A questão damoradia: Dos 96 distritos , somente 43 (praticamente todos afastados da área central), tiveram acrescimo populacional, comparando o período de 1991 a 2000: Anhanguera – 209% Cid. Tiradentes – 98% Parelheiros - 84% Iguatemi – 70 % Grajaú – 72%. Em termos absolutos: Grajaú – acréscimo 140 mil habitantes Cid. Tiradentes – 94 mil habitantes Fenômeno que atingiu municípios vizinhos
  • 7.
    Os demais 53distritos tiveram decréscimo populacional (todos na região mais central) variando perdas entre 30%,4)%) Pari - 30% Bom Retiro – 2¨6% Brás – 24% Itaim Bibi 24% Em Termos Absolutos: Itaim Bibi - 26 mil habitantes Jd, Paulista - 19 mil habitantes Dados que colocam o desafio de re-habitar o centro da cidade
  • 8.
    De 1992 a2002 foram edificados na cidade de São Paulo 59 milhões de metros quadrados de uso residencial. Sendo: Horizontal de médio Padrão 12 milh. M2 Horizontal de alto Padrão 5 milh. M2 Vertical de alto Padrão 16 milh. M2 Vertical de médio Padrão 19 milh. M2 Horizontal de baixo Padrão – 5 milh. M2 Vertical de baixo Padrão – 2 milh. M2
  • 9.
    No PAC existeuma previsão de investimentos no montante de 100 bilhões para moradia através de linhas de crédito e investimentos diretos. Dos 100 bi 10% (10 bilhões) será destinado a moradia popular. A grande questão para os dois casos é aonde Construir? Está aberta a guerra pelos Estoques de Terra nos grandes centros urbanos.
  • 10.
    Situação das conquistasem moradia na gestão Serra/Kassab No Zoneamento pretende-se alterar as ZEIS – Zona Especial de Interesse Social: Na lei em vigor aprovada em 2004 aplica-se tanto a grandes áreas quanto a lotes e edificações ociosas ou subutilizadas. Na proposta de revisão do atual governo aplica-se apenas a grandes áreas ou lotes e edificações em terrenos com área superior a 1000 m² Com este critério, pelo menos 21 imóveis no Centro deixariam de ser ZEIS
  • 11.
    Situação das conquistasem moradia na gestão Serra/Kassab No Zoneamento pretende-se alterar as ZEIS – Zona Especial de Interesse Social: Hoje existe a obrigatoriedade do empreendedor dedicar dividir o total da área construída em 40% HIS, 40% HMP ou HIS e apenas 20% com qualquer outro uso, sendo que estes empreendimentos devem estar contidos em uma mesma ZEIS . Na proposta do atual governo a obrigatoriedade seria de apenas 50% de HIS e os outros 50% para qualquer outro uso, sendo que os empreendimentos de HIS podem ser instalados em outras ZEIS do Distrito ou qualquer outra ZEIS do Município a critério da Prefeitura.
  • 12.
    A questão damoradia no centro de São Paulo Urbanização consolidada Infra-estrutura instalada Grande acessibilidade Concentração de empregos Ausência de lotes não edificados Grande ociosidade dos imóveis Processo contínuo de redução da população
  • 13.
    Desafios da Construçãodo Direito à Cidade e à Moradia Os problemas de moradia nos centros urbanos derivam basicamente do contínuo processo de exclusão social. Esse processo gera duas situações possíveis para a população com baixa renda e sem renda: População sem moradia, em situação de rua, que hoje chega a aproximadamente 10 mil pessoas em São Paulo; A situação de moradia precária
  • 14.
    Desafios da Construçãodo Direito à Cidade e à Moradia Moradia em situação precária pode ser observada sob diversos pontos de vista: Condições fisicas e estruturais precárias da edificação e dos assentamentos populacionais Carência de serviços básicos Clandestinidade Irregularidade fundiária Normalmente essas coracteríscas se somam nas habitações da população socialmente excluída, formando um quadro inverso à moradia digna
  • 15.
    Desafios da Construçãodo Direito à Cidade e à Moradia Caminhos possíveis: Políticas integradas de habitação, desenvolvimento social, desenvolvimento urbano e transporte público para prover a população de “moradia digna” através de ações concretas em: Geração de emprego e renda Aplicação de dispositivos urbanísticos para viabilizar habitação junto ao centro e aos núcleos de bairros dotados de infraestrutura urbana e transporte público Produção de habitação e apoio à auto-construção Regularização
  • 16.
    Questões urgentes aserem tratadas no contexto metropolitano: Transportes Público = Corredores metropolitanos de ônibus, Metrô e sistema ferroviário; Questão aeroportuária Questão da água Questão ambiental= “lei cidade limpa”, Inspeção veicular e Problemática do Lixo Programas metropolitanos de geração de emprego e renda Questão habitacional
  • 17.
    Vereador CHICO MACENACâmara Municipal de São Paulo e-mail: chicomacena@camara.sp.gov.br telefone: (011) 3396 4959