O documento discute as desigualdades raciais no Brasil e seus impactos na saúde. Aponta que, embora tenham havido melhorias, negros ainda enfrentam maiores taxas de pobreza, piores condições de moradia e acesso desigual à educação. Essas disparidades socioeconômicas estão associadas a piores indicadores de saúde entre a população negra. É necessário que políticas públicas combatam essas iniqüidades raciais.