O documento discute as desigualdades raciais no Brasil, especialmente no sistema de saúde pública SUS. Aponta que negros e mulheres negras enfrentam maior vulnerabilidade social, programática e individual, com piores indicadores de saúde como mortalidade infantil e materna. Além disso, o racismo no Brasil é frequentemente invisível, mas os negros enfrentam maior pobreza e barreiras de acesso a serviços de saúde e oportunidades.