O documento discute como a pandemia de COVID-19 está afetando desproporcionalmente os mais pobres e negros no Brasil. Aponta que os bairros periféricos e as regiões de baixa renda estão tendo taxas mais altas de infecção e mortalidade, devido à falta de saneamento e acesso limitado aos serviões de saúde. Além disso, dados demonstram que pretos e pardos têm maiores chances de morrer pela doença.