Este documento discute a introdução do quesito cor nos sistemas de informação em saúde no Brasil a partir da década de 1990. Aponta como esta questão vem sendo colocada na agenda de pesquisa e políticas públicas para desvelar desigualdades raciais e permitir o monitoramento da discriminação. Também destaca debates em torno da classificação racial no Brasil e a relevância de investigar as interfaces entre raça, etnia e saúde pública.