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O COMPLEXO HUMANO ESPÍRITO PERISPÍRITO CORPO FÍSICO ENERGIA VITAL
A Reencarnação existe????
“ Nú saí do ventre de minha mãe e nú tornarei para lá”  (Job 1:21)   Uma análise do trecho bíblico autoriza tranqüilamente o entendimento de uma realidade insofismável: a de que as leis divinas nos concedem um corpo de carne cada vez que precisamos voltar à Terra para viver aqui as experiências e os testes que nos são necessários ao processo evolutivo .
"Porque, eu te peço, pergunta agora às gerações passadas, e prepara-te para a inquirição de seus pais. Porque nós somos de ontem, e nada sabemos, porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra". (Jó 8. 8-9) "Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens"  (Paulo, I Corintios 15.19)
O Processo Reencarnatório O espírito que vai reencarnar deve ser preparado para tal. Isso se deve a necessidade de “ajustar” seu perispírito às necessidades específicas de desenvolvimento do ser humano, desde a fecundação até o desenvolvimento físico completo do corpo físico. Embora não se tenha ainda hoje detalhes de como esse ajuste ocorre, sabe-se que o espírito é colocado num estado de “dormência”, e que então seu perispírito tem seus processos energéticos ajustados e condensados, de modo a poder trabalhar em conjunto com os recursos genéticos do óvulo fecundado.
Fonte: SANCHEZ, Wladimyr - da obra: Desmistificando o dogma da Reencarnação
Ocorrendo a possibilidade de nidação do óvulo fecundado, a espiritualidade superior providencia a ligação do espírito a esse óvulo, pela via do perispírito. Essa ligação desencadeia a interação energética entre o perispírito e os gens. Isso possibilita que os potenciais (registros) genéticos e os potenciais (registros) energéticos estabeleçam o “plano conjunto” de desenvolvimento do feto, de acordo com as “necessidades” e “compromissos” do espírito. Só a genética não é capaz de explicar todo o processo de formação do corpo humano, mas acoplando-se simultaneamente o registro energético do perispírito, tem-se a explicação completa
Fonte: SANCHEZ, Wladimyr - da obra: Desmistificando o dogma da Reencarnação
 
MOLDE DO PERISPÍRITO
 
Infrações à Lei Natural implica em registros energéticos no perispírito, com influências decisivas nesta e em outras encarnações. Esses registros são energéticos e constituídos de cargas negativas ligadas a determinados Centros de Força. Estão relacionados com a Lei de Causa e Efeito, sendo conseqüência do uso do Livre Arbítrio. LEI DE CAUSA E EFEITO
Todo o Universo está interrelacionado e  interage, e as ações do Espírito ao transitar nele promovem interações energéticas importantes As Leis Naturais são harmônicas e perfeitas, e o Espírito tem o Livre Arbítrio de transitar em harmonia ou em desajuste com relação a elas De acordo com o seu ajuste ou desajuste no trato das Leis Naturais, o Espírito registra no seu perispírito, energicamente, o resultado de suas ações, por menor que sejam, positiva ou negativamente.
O perispírito, ao registrar exatamente as cargas energéticas advindas de nossa atuação na senda evolutiva, se constitui em instrumento da justiça Divina, pois estabelece o mecanismo de causa e efeito, onde cada um estabelece o seu caminho, suas conquistas e expiações.  A  dor sofrida é exatamente igual a dor causada, e faz parte do processo de reequilíbrio dos Centros de Força. A energização que emanarmos nos reunirá ao meio e as companhias em que merecemos e precisamos viver.
Livre Arbítrio e Reencarnação
O livre arbítrio, a capacidade de decidir livremente, sem restrições, é um atributo do espírito, que nos é concedido por Deus no momento de nossa criação; Esse atributo personifica a grande bondade do Pai, e sua infinita justiça e perfeição, que nos possibilita transitar na Vida, nas Leis Naturais que regem o Universo, com total liberdade, de modo a poder assim aprender a construção da felicidade, que é um estado que só pode ser alcançado num processo de conquista gradual;
O livre arbítrio é inviolável, sem o que a Lei Divina seria imperfeita, o que significaria que Deus não existiria; O espírito é criado “simples e ignorante”, com todo o seu potencial divino a ser desenvolvido, igualmente para todos os seres, mais uma vez de acordo com a Perfeição Divina; Assim sendo, o espírito deve construir sua caminhada com total liberdade, sem que nada lhe seja imposto, sem que nada esteja previamente traçado pelo destino ou por planos pré-estabelecidos, que devam ser rigidamente cumpridos;
Não existe, portanto, o determinismo, que é o conceito pelo qual existem fatos da vida das pessoas que estão “escritos” no seu destino, ou ainda, que existam plano de vida (ou de reencarnação) que devam ser rigidamente cumpridos, determinando o acontecimento na vida das pessoas; se isso fosse verdade, seríamos meros “robôs” ou “autômatos” na vida, que nada mais fariam do que se deixar arrastar na vida, cumprindo decisões que foram anteriormente tomadas, sem responsabilidade dos seus atos;
O homem, portanto,  tem a liberdade de agir e de pensar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria uma máquina.  As predisposições e tendências do espírito, oriundas de outras encarnações, não provocam um arrastamento irresistível ao erro, mas se caracterizam como processos a serem vencidos, parte de nossas provações; A matéria exerce influência sobre o espírito, mas a mente, a inteligência, que é atributo do espírito é que comanda todo o nosso corpo, que não pode ser responsabilizado pelas nossas falhas e imperfeições;
“ Se o homem tivesse sido criado perfeito, seria levado fatalmente ao bem; ora, em virtude de seu livre arbítrio, ele não é fatalmente levado nem ao bem nem ao mal. Deus quis que ele fosse submetido à lei do progresso e que esse progresso fosse o fruto do seu próprio trabalho, a fim de que tivesse o mérito desse trabalho,  do mesmo modo que carrega a responsabilidade do mal que é feito por sua vontade ”.  ( Allan Kardec – A Gênese, cap. III, item 9 ).
Ao reencarnar, podemos nascer numa família constituída por “parentes espirituais”, por pessoas ligadas a nós (amigos e desafetos) ou pessoas estranhas (dependendo da oportunidade genética, social, cultural ou disponibilidade reencarnatória). Os laços de sangue (genética) servem para estreitar as relações de amor, de tolerância, com oportunidade de praticar o perdão, a caridade e a tolerância. É uma escola de aperfeiçoamento ético e moral.
Embora não tenhamos a lembrança do passado, enquanto encarnados, conservamos dentro de nós os laços de amor verdadeiro. E isso vale para quando estivermos desencarnados também. Isso significa que a reencarnação (ou o desencarne) não destrói a ligação familiar verdadeira, a do amor que une seres afins, pois a afinidade vibratória se encarregará de unir a verdadeira “família espiritual”. Por isso a morte do corpo físico não é obstáculo àqueles que amam verdadeiramente. A morte não nos atemoriza, pois é apenas uma passagem de um estado transitório para uma situação permanente.
www.cele.org.br www.carlosparchen.net
A Reencarnação e  os Laços de Família CELE – 21 de agosto de 2007 Expositor: Carlos A. Parchen

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Palestra reencarnação e laços de família

  • 1. O COMPLEXO HUMANO ESPÍRITO PERISPÍRITO CORPO FÍSICO ENERGIA VITAL
  • 3. “ Nú saí do ventre de minha mãe e nú tornarei para lá” (Job 1:21) Uma análise do trecho bíblico autoriza tranqüilamente o entendimento de uma realidade insofismável: a de que as leis divinas nos concedem um corpo de carne cada vez que precisamos voltar à Terra para viver aqui as experiências e os testes que nos são necessários ao processo evolutivo .
  • 4. "Porque, eu te peço, pergunta agora às gerações passadas, e prepara-te para a inquirição de seus pais. Porque nós somos de ontem, e nada sabemos, porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra". (Jó 8. 8-9) "Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens" (Paulo, I Corintios 15.19)
  • 5. O Processo Reencarnatório O espírito que vai reencarnar deve ser preparado para tal. Isso se deve a necessidade de “ajustar” seu perispírito às necessidades específicas de desenvolvimento do ser humano, desde a fecundação até o desenvolvimento físico completo do corpo físico. Embora não se tenha ainda hoje detalhes de como esse ajuste ocorre, sabe-se que o espírito é colocado num estado de “dormência”, e que então seu perispírito tem seus processos energéticos ajustados e condensados, de modo a poder trabalhar em conjunto com os recursos genéticos do óvulo fecundado.
  • 6. Fonte: SANCHEZ, Wladimyr - da obra: Desmistificando o dogma da Reencarnação
  • 7. Ocorrendo a possibilidade de nidação do óvulo fecundado, a espiritualidade superior providencia a ligação do espírito a esse óvulo, pela via do perispírito. Essa ligação desencadeia a interação energética entre o perispírito e os gens. Isso possibilita que os potenciais (registros) genéticos e os potenciais (registros) energéticos estabeleçam o “plano conjunto” de desenvolvimento do feto, de acordo com as “necessidades” e “compromissos” do espírito. Só a genética não é capaz de explicar todo o processo de formação do corpo humano, mas acoplando-se simultaneamente o registro energético do perispírito, tem-se a explicação completa
  • 8. Fonte: SANCHEZ, Wladimyr - da obra: Desmistificando o dogma da Reencarnação
  • 9.  
  • 11.  
  • 12. Infrações à Lei Natural implica em registros energéticos no perispírito, com influências decisivas nesta e em outras encarnações. Esses registros são energéticos e constituídos de cargas negativas ligadas a determinados Centros de Força. Estão relacionados com a Lei de Causa e Efeito, sendo conseqüência do uso do Livre Arbítrio. LEI DE CAUSA E EFEITO
  • 13. Todo o Universo está interrelacionado e interage, e as ações do Espírito ao transitar nele promovem interações energéticas importantes As Leis Naturais são harmônicas e perfeitas, e o Espírito tem o Livre Arbítrio de transitar em harmonia ou em desajuste com relação a elas De acordo com o seu ajuste ou desajuste no trato das Leis Naturais, o Espírito registra no seu perispírito, energicamente, o resultado de suas ações, por menor que sejam, positiva ou negativamente.
  • 14. O perispírito, ao registrar exatamente as cargas energéticas advindas de nossa atuação na senda evolutiva, se constitui em instrumento da justiça Divina, pois estabelece o mecanismo de causa e efeito, onde cada um estabelece o seu caminho, suas conquistas e expiações. A dor sofrida é exatamente igual a dor causada, e faz parte do processo de reequilíbrio dos Centros de Força. A energização que emanarmos nos reunirá ao meio e as companhias em que merecemos e precisamos viver.
  • 15. Livre Arbítrio e Reencarnação
  • 16. O livre arbítrio, a capacidade de decidir livremente, sem restrições, é um atributo do espírito, que nos é concedido por Deus no momento de nossa criação; Esse atributo personifica a grande bondade do Pai, e sua infinita justiça e perfeição, que nos possibilita transitar na Vida, nas Leis Naturais que regem o Universo, com total liberdade, de modo a poder assim aprender a construção da felicidade, que é um estado que só pode ser alcançado num processo de conquista gradual;
  • 17. O livre arbítrio é inviolável, sem o que a Lei Divina seria imperfeita, o que significaria que Deus não existiria; O espírito é criado “simples e ignorante”, com todo o seu potencial divino a ser desenvolvido, igualmente para todos os seres, mais uma vez de acordo com a Perfeição Divina; Assim sendo, o espírito deve construir sua caminhada com total liberdade, sem que nada lhe seja imposto, sem que nada esteja previamente traçado pelo destino ou por planos pré-estabelecidos, que devam ser rigidamente cumpridos;
  • 18. Não existe, portanto, o determinismo, que é o conceito pelo qual existem fatos da vida das pessoas que estão “escritos” no seu destino, ou ainda, que existam plano de vida (ou de reencarnação) que devam ser rigidamente cumpridos, determinando o acontecimento na vida das pessoas; se isso fosse verdade, seríamos meros “robôs” ou “autômatos” na vida, que nada mais fariam do que se deixar arrastar na vida, cumprindo decisões que foram anteriormente tomadas, sem responsabilidade dos seus atos;
  • 19. O homem, portanto, tem a liberdade de agir e de pensar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria uma máquina. As predisposições e tendências do espírito, oriundas de outras encarnações, não provocam um arrastamento irresistível ao erro, mas se caracterizam como processos a serem vencidos, parte de nossas provações; A matéria exerce influência sobre o espírito, mas a mente, a inteligência, que é atributo do espírito é que comanda todo o nosso corpo, que não pode ser responsabilizado pelas nossas falhas e imperfeições;
  • 20. “ Se o homem tivesse sido criado perfeito, seria levado fatalmente ao bem; ora, em virtude de seu livre arbítrio, ele não é fatalmente levado nem ao bem nem ao mal. Deus quis que ele fosse submetido à lei do progresso e que esse progresso fosse o fruto do seu próprio trabalho, a fim de que tivesse o mérito desse trabalho, do mesmo modo que carrega a responsabilidade do mal que é feito por sua vontade ”. ( Allan Kardec – A Gênese, cap. III, item 9 ).
  • 21. Ao reencarnar, podemos nascer numa família constituída por “parentes espirituais”, por pessoas ligadas a nós (amigos e desafetos) ou pessoas estranhas (dependendo da oportunidade genética, social, cultural ou disponibilidade reencarnatória). Os laços de sangue (genética) servem para estreitar as relações de amor, de tolerância, com oportunidade de praticar o perdão, a caridade e a tolerância. É uma escola de aperfeiçoamento ético e moral.
  • 22. Embora não tenhamos a lembrança do passado, enquanto encarnados, conservamos dentro de nós os laços de amor verdadeiro. E isso vale para quando estivermos desencarnados também. Isso significa que a reencarnação (ou o desencarne) não destrói a ligação familiar verdadeira, a do amor que une seres afins, pois a afinidade vibratória se encarregará de unir a verdadeira “família espiritual”. Por isso a morte do corpo físico não é obstáculo àqueles que amam verdadeiramente. A morte não nos atemoriza, pois é apenas uma passagem de um estado transitório para uma situação permanente.
  • 24. A Reencarnação e os Laços de Família CELE – 21 de agosto de 2007 Expositor: Carlos A. Parchen