A FAMÍLIA




NA VISÃO ESPÍRITA
Jerri Almeida - www.jerrialmeida.blogspot.com
O Evangelho Segundo o Espiritismo
                  Cap. 14, item - 8


“Os que encarnam numa família, sobretudo como
parentes próximos, são, as mais das vezes, Espíritos
simpáticos, ligados por anteriores relações, que se
expressam por uma afeição recíproca na vida
terrena. Mas, também pode acontecer sejam
completamente estranhos uns aos outros esses
Espíritos, afastados entre si por antipatias
igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por
um mútuo antagonismo (...).
Não são os da consanguinidade os verdadeiros
laços de família e sim os da simpatia e da
comunhão de ideias, os quais prendem os
Espíritos antes, durante e depois de suas
encarnações. Segue-se que dois seres nascidos de
pais diferentes podem ser mais irmãos pelo
Espírito, do que se o fossem pelo sangue.
Podem então atrair-se, buscar-se, sentir prazer
quando juntos, ao passo que dois irmãos
consanguineos podem repelir-se, conforme se
observa todos os dias: problema moral que só o
Espiritismo podia resolver pela pluralidade das
existências.”
                                (E.S.E. Cap. 14, Item 8)
Um exemplo na Obra de André Luiz
    Livro: Ação e Reação – Cap. 14




                     Marcela   Ildeu
O Livro dos Espíritos



LE.775. Qual seria, para a sociedade, o resultado
     do relaxamento dos laços de família?

      “Uma recrudescência do egoísmo.”
Proteção, alimento,        “..os espíritos têm
                                                   que contribuir
                        afeto, educação,           para o progresso
NUTRITIVA
                        espiritualidade,           uns dos outros.”
                        instrução...
                                                     LE. Q. 208-209



                        Orientação,                    “...na esperança
                        responsabilidades,             de que os seus
NORMATIVA               disciplina, respeito,          conselhos o
                        regras, autonomia,             encaminhem por
                                                       melhor senda.”
                        limites...


ALMEIDA, Jerri R. S. MARQUES, Silvano. Família: Frente & Verso. Porto
Alegre: Francisco Spinelli, 2009.
CONJUGALIDADE



                Jerri Almeida
O Livro dos Espíritos


LE.695. Será contrário à lei da Natureza o casamento,
      isto é, a união permanente de dois seres?

   “É um progresso na marcha da Humanidade.”

LE.696. Que efeito teria sobre a sociedade humana a
              abolição do casamento?

     “Seria uma regressão à vida dos animais.”
“No casamento, o que é de ordem divina é a união dos sexos,
para que se opere a substituição dos seres que morrem; mas, as
condições que regulam essa união são de tal modo humanas,
que não há, no inundo inteiro, nem mesmo na cristandade, dois
países onde elas sejam absolutamente idênticas, e nenhum
onde não hajam, com o tempo, sofrido mudanças. Daí resulta
que, em face da lei civil, o que é legítimo num país e em dada
época, é adultério noutro país e noutra época, isso pela razão
de que a lei civil tem por fim regular os interesses das famílias,
interesses que variam segundo os costumes e as necessidades
locais. Assim é, por exemplo, que, em certos países, o
casamento religioso é o único legítimo; noutros é necessário,
além desse, o casamento civil; noutros, finalmente, este último
casamento basta.”

                (Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. 22, item 2)
PLANEJAMENTO
             ESPIRITUAL



Passado                     Futuro




Presente                    Presente


           LIVRE-ARBÍTRIO
“Mas, na união dos sexos, a par da lei divina material,
comum a todos os seres vivos, há outra lei divina, imutável
como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de
amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos
laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a
afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e
que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar
deles e a fazê-los progredir. Nas condições ordinárias do
casamento, a lei de amor é tida em consideração? De
modo nenhum. Não se leva em conta a afeição de dois
seres que, por sentimentos recíprocos, se atraem um para
o outro, visto que, as mais das vezes, essa afeição é
rompida.”

        (Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. 22, item 3)
“Duas espécies há de afeições: a do corpo e a da
alma, acontecendo com frequência tomar-se uma
pela outra. Quando pura e simpática, a afeição da
alma é duradoura, efêmera é a do corpo. Daí vem
que, muitas vezes, os que julgavam amar-se com
eterno amor passam a odiar-se, desde que a ilusão
se desfaça.”
                         O Livro dos Espíritos – Questão: 939.
Conflitos
                VÍNCULOS




Ajustamento                    Desajustes
                               crescentes
 saudável
              Papel Conjugal
                LE. Q. 939.

              Convivência
FILHOS
O Livro dos Espíritos

LE.383. Qual, para este [espírito], a utilidade de
passar pelo estado de infância?

“Encarnado, com o objetivo de se aperfeiçoar, o
Espírito, durante esse período, é mais acessível às
impressões que recebe, capazes de lhe auxiliarem
o adiantamento, para o que devem contribuir os
incumbidos de educá-lo.”
“Qual será o seu procedimento na família ?”




                           Cap. 14, item 9




    “Dependerá de sua maior ou menor
    persistência nas boas resoluções....”
B   ibliografia Básica


ALMEIDA, Jerri R. S. Filosofia da Convivência. 2ª. Ed. Porto Alegre: AGE, 2006.
ALMEIDA, Jerri R. S. MARQUES, Silvano. Família: Frente & Verso. Porto Alegre:
Francisco Spinelli, 2009.
BAUMAN, Zygmunt. Amor Líquido. Sobre a fragilidade dos laços humanos. Trad.
Carlos A. Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2004.
KARDEC, Allan. I - Discursos Pronunciados nas Reuniões Gerais dos Espíritas de Lyon e
Bordeaux. Viagem Espírita de 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: Ed.
FEB, 2005.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Ed. FEB.
XAVIER, F. C. (André Luiz) Evolução em Dois Mundos. 2ª. Parte. FEB.
Jerri Almeida

A família na visão espírita

  • 1.
    A FAMÍLIA NA VISÃOESPÍRITA Jerri Almeida - www.jerrialmeida.blogspot.com
  • 2.
    O Evangelho Segundoo Espiritismo Cap. 14, item - 8 “Os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, as mais das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena. Mas, também pode acontecer sejam completamente estranhos uns aos outros esses Espíritos, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por um mútuo antagonismo (...).
  • 3.
    Não são osda consanguinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Segue-se que dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue.
  • 4.
    Podem então atrair-se,buscar-se, sentir prazer quando juntos, ao passo que dois irmãos consanguineos podem repelir-se, conforme se observa todos os dias: problema moral que só o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências.” (E.S.E. Cap. 14, Item 8)
  • 5.
    Um exemplo naObra de André Luiz Livro: Ação e Reação – Cap. 14 Marcela Ildeu
  • 6.
    O Livro dosEspíritos LE.775. Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família? “Uma recrudescência do egoísmo.”
  • 7.
    Proteção, alimento, “..os espíritos têm que contribuir afeto, educação, para o progresso NUTRITIVA espiritualidade, uns dos outros.” instrução... LE. Q. 208-209 Orientação, “...na esperança responsabilidades, de que os seus NORMATIVA disciplina, respeito, conselhos o regras, autonomia, encaminhem por melhor senda.” limites... ALMEIDA, Jerri R. S. MARQUES, Silvano. Família: Frente & Verso. Porto Alegre: Francisco Spinelli, 2009.
  • 8.
    CONJUGALIDADE Jerri Almeida
  • 9.
    O Livro dosEspíritos LE.695. Será contrário à lei da Natureza o casamento, isto é, a união permanente de dois seres? “É um progresso na marcha da Humanidade.” LE.696. Que efeito teria sobre a sociedade humana a abolição do casamento? “Seria uma regressão à vida dos animais.”
  • 10.
    “No casamento, oque é de ordem divina é a união dos sexos, para que se opere a substituição dos seres que morrem; mas, as condições que regulam essa união são de tal modo humanas, que não há, no inundo inteiro, nem mesmo na cristandade, dois países onde elas sejam absolutamente idênticas, e nenhum onde não hajam, com o tempo, sofrido mudanças. Daí resulta que, em face da lei civil, o que é legítimo num país e em dada época, é adultério noutro país e noutra época, isso pela razão de que a lei civil tem por fim regular os interesses das famílias, interesses que variam segundo os costumes e as necessidades locais. Assim é, por exemplo, que, em certos países, o casamento religioso é o único legítimo; noutros é necessário, além desse, o casamento civil; noutros, finalmente, este último casamento basta.” (Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. 22, item 2)
  • 11.
    PLANEJAMENTO ESPIRITUAL Passado Futuro Presente Presente LIVRE-ARBÍTRIO
  • 12.
    “Mas, na uniãodos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos, há outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir. Nas condições ordinárias do casamento, a lei de amor é tida em consideração? De modo nenhum. Não se leva em conta a afeição de dois seres que, por sentimentos recíprocos, se atraem um para o outro, visto que, as mais das vezes, essa afeição é rompida.” (Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. 22, item 3)
  • 13.
    “Duas espécies háde afeições: a do corpo e a da alma, acontecendo com frequência tomar-se uma pela outra. Quando pura e simpática, a afeição da alma é duradoura, efêmera é a do corpo. Daí vem que, muitas vezes, os que julgavam amar-se com eterno amor passam a odiar-se, desde que a ilusão se desfaça.” O Livro dos Espíritos – Questão: 939.
  • 15.
    Conflitos VÍNCULOS Ajustamento Desajustes crescentes saudável Papel Conjugal LE. Q. 939. Convivência
  • 16.
  • 17.
    O Livro dosEspíritos LE.383. Qual, para este [espírito], a utilidade de passar pelo estado de infância? “Encarnado, com o objetivo de se aperfeiçoar, o Espírito, durante esse período, é mais acessível às impressões que recebe, capazes de lhe auxiliarem o adiantamento, para o que devem contribuir os incumbidos de educá-lo.”
  • 19.
    “Qual será oseu procedimento na família ?” Cap. 14, item 9 “Dependerá de sua maior ou menor persistência nas boas resoluções....”
  • 20.
    B ibliografia Básica ALMEIDA, Jerri R. S. Filosofia da Convivência. 2ª. Ed. Porto Alegre: AGE, 2006. ALMEIDA, Jerri R. S. MARQUES, Silvano. Família: Frente & Verso. Porto Alegre: Francisco Spinelli, 2009. BAUMAN, Zygmunt. Amor Líquido. Sobre a fragilidade dos laços humanos. Trad. Carlos A. Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2004. KARDEC, Allan. I - Discursos Pronunciados nas Reuniões Gerais dos Espíritas de Lyon e Bordeaux. Viagem Espírita de 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2005. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Ed. FEB. XAVIER, F. C. (André Luiz) Evolução em Dois Mundos. 2ª. Parte. FEB.
  • 21.