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O Homem e a Mulher
A Sociedade e a Família do Homem e da Mulher
Índice
• Introdução
• A Sociedade nos tempos antigos
• A Família no antigamente
• A Sociedade nos dias de hoje
• A Família actual
• Curiosidades
• Conclusão
• Bibliografia
2
Introdução
•

Este trabalho da Sociedade do Homem e da Mulher desde o antigamente
até ao actual , verifica-se que o papel da Mulher na sociedade tem um
papel evolutivo e o do Homem mais estacionario até aos dias de hoje. Ou
seja foi necessário haver uma transformação por parte da Mulher para que
haja História. Claro que esta evolução na sociedade tem também aspectos
culturais, religiosos, fisicos, economicos.... etc etc

•

"Todos os homens do mundo na medida em que se unem entre si em
sociedade, trabalham, lutam e melhoram a si mesmos." (Antonio Gramsci)

3
A Sociedade nos tempos antigos
• Antigamente, a maioria das pessoas casava apenas para constituir família. O
papel das mulheres era de submissão e passividade. Ensinadas a serem boas
esposas e mães, abdicavam de ambições pessoais. A maioria não tinha uma
profissão, a sua única preocupação era cuidar da família. Isto, financeiramente,
tornava a esposa totalmente dependente do marido. Era a figura paternal que
ditava "quem dá o pão, dá a educação".

4
A Familia no antigamente
• Os homens e as mulheres foram criando uma relação de convivência
permanente e constante. Surgiu com o desenvolvimento da espécie humana, a
sociedade humana. A sociedade humana é histórica e muda conforme o
padrão de desenvolvimento da produção, dos valores e normas sociais. Assim,
desde que o homem começou a produzir seus alimentos, nas sociedades
agrícolas do período neolítico (entre 8.000 a 4.000 anos atrás), começaram a
definir papéis para os homens e para as mulheres. Nas sociedades agrícolas já
havia a divisão sexual do trabalho, marcada desde sempre pela capacidade
reprodutora da mulher, o fato de gerar o filho e de amamentá-lo. A
aprendizagem da actividade de cuidar foi sendo desenvolvido como uma
tarefa da mulher, embora ela também participasse do trabalho do cultivo e da
criação de animais.
•
Surgem as sociedade humanas, divididas em clãs, em tribos e aldeias. Na
fase pré-capitalista o modelo de família era geracional e todos trabalhavam
numa mesma unidade económica de produção. O mundo do trabalho e o
mundo doméstico eram coincidentes. A função de reprodutora da espécie, que
cabe à mulher, favoreceu a sua subordinação ao homem. A mulher foi sendo
considerada mais frágil e incapaz para assumir a direcção e chefia do grupo
familiar. O homem, associado à ideia de autoridade devido a sua força física e
poder de mando, assumiu o poder dentro da sociedade.
• Assim, surgiram as sociedades patriarcais, fundadas no poder do homem, do
chefe de família.
5
A Sociedade nos dias de hoje
• As sociedades patriarcais permaneceram ao longo dos tempos, mesmo na
sociedade industrial. Porém, nas sociedades industriais o mundo do trabalho
divide-se do mundo doméstico. As famílias geracionais vão desaparecendo e
forma-se a família nuclear (pai, mãe e filhos). Nas fases de crise substituía-se o
trabalho masculino pelo trabalho da mulher, porque o trabalho da mulher era
mais barato. As lutas entre homens e mulheres trabalhadoras estão presentes
em todo o processo da revolução industrial.
• A questão de geração colocava-se como um ponto de impasse na
consciência de classe do trabalhador. Assim, nasceu a luta das mulheres por
melhores condições de trabalho. Já no século XIX havia movimento de
mulheres reivindicando direitos trabalhistas, igualdade de horário de trabalho
para homens e mulheres e o direito de voto. A ela cabia cuidar da prole, dos
afazeres domésticos e também do trabalho remunerado. Na sociedade
capitalista persistiu o argumento da diferença biológica como base para a
desigualdade entre homens e mulheres. As mulheres eram vistas como menos
capazes que os homens.
• No século XX as mulheres começaram uma luta organizada em defesa de
seus direitos. A luta das mulheres contra as formas de opressão a que eram
submetidas foi denominada de feminismo e a organização das mulheres em
prol de melhorias na infra-estrutura social foi conhecida como movimento de
mulheres. A luta feminina é uma busca de construir novos valores sociais, nova
moral e nova cultura. É uma luta pela democracia, que deve nascer da
igualdade entre homens e mulheres e evoluir para a igualdade entre todos os
homens, suprimindo as desigualdades de classe.
• O homem deixou de ser o chefe da família e a mulher passou a ser
considerada um ser tão capaz quanto o homem.
6
A Família actual
• A Mulher conquista terreno e, hoje, além de esposa e mãe, tem uma carreira
profissional, o que lhe dá responsabilidades fora de casa e menos tempo para
cuidar da família, tarefa que partilha com o marido. Algumas preferem até
'casar' com o trabalho e serem independentes, a terem marido e filhos. Outras,
optam por ser mães solteiras. Estes casos, no entanto, ainda constituem uma
minoria. Muitas jovens continuam a querer concretizar o 'sonho de menina':
encontrar o homem ideal e casar de branco, véu e grinalda. Para estas, a
tradição do casamento, ainda que com algumas variações, continua a ser o
que era.
• Segundo um estudo do Centro de Investigação e Estudo da Sociologia (CIES)
a taxa de nupcialidade, em Portugal, depois de subir até à década de 70,
desce acentuadamente até ao presente, tendo o divórcio aumentado também
a partir dos anos 70. Hoje, a vida familiar regista a igualdade entre os cônjuges,
novos padrões educativos e valorização do indivíduo. Mantêm-se, ainda, os
contrastes entre o Norte e o Sul do país. A Norte regista-se uma percentagem
elevada de casamentos católicos e um menor número de nascimentos fora do
casamento. A Sul uma percentagem alta de casamentos civis e de divórcios,
assim como um maior número de nascimentos fora do casamento. Apesar de
tudo, Portugal ainda é o país da Europa onde se efectuam mais matrimónios,
seguido do Reino Unido.

7
Curiosidades
• O acto de casar é um contrato e um compromisso solene entre um homem
e uma mulher, um modo de exteriorizarem o sentimento de amor que os une.
• O casamento, nas suas diversas formas, reflecte o resultado da evolução do
Homem. Como prática social, tornou-se um acto público e revela os costumes
de uma sociedade. É uma declaração de promessas privadas e motivo de
celebração.
• A grande mudança na instituição familiar verifica-se após a II Guerra, com a
igualdade de direitos .
• A partir daí alteram-se as mentalidades, bem como o papel da mulher na
sociedade.

8
Conclusão
•

Homem:

Antigamente era provedor(o que tinha o poder) e chefe da família...
Hoje é muitas vezes dependente da mulher e chefe?....nem pensar!
•

Mulher:

Antigamente era submissa, cuidadora e obediente.
Hoje é provedora (mesmo que em parte), independente, tem vontade própria,
mãe, etc, etc, etc......

• Depois que as mulheres ocuparam o mundo do trabalho, é hora de os
homens ocuparem, pacificamente, o território doméstico das mulheres. Talvez
seja um jeito, o único jeito, de resolver os impasses da família moderna – e, quem
sabe, os impasses da própria masculinidade no século 21.

9
Bibliografia
•

http://pt.shvoong.com/social-sciences/sociology/1653449-papel-damulher-na-sociedade/

10

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O homem e a mulher

  • 1. O Homem e a Mulher A Sociedade e a Família do Homem e da Mulher
  • 2. Índice • Introdução • A Sociedade nos tempos antigos • A Família no antigamente • A Sociedade nos dias de hoje • A Família actual • Curiosidades • Conclusão • Bibliografia 2
  • 3. Introdução • Este trabalho da Sociedade do Homem e da Mulher desde o antigamente até ao actual , verifica-se que o papel da Mulher na sociedade tem um papel evolutivo e o do Homem mais estacionario até aos dias de hoje. Ou seja foi necessário haver uma transformação por parte da Mulher para que haja História. Claro que esta evolução na sociedade tem também aspectos culturais, religiosos, fisicos, economicos.... etc etc • "Todos os homens do mundo na medida em que se unem entre si em sociedade, trabalham, lutam e melhoram a si mesmos." (Antonio Gramsci) 3
  • 4. A Sociedade nos tempos antigos • Antigamente, a maioria das pessoas casava apenas para constituir família. O papel das mulheres era de submissão e passividade. Ensinadas a serem boas esposas e mães, abdicavam de ambições pessoais. A maioria não tinha uma profissão, a sua única preocupação era cuidar da família. Isto, financeiramente, tornava a esposa totalmente dependente do marido. Era a figura paternal que ditava "quem dá o pão, dá a educação". 4
  • 5. A Familia no antigamente • Os homens e as mulheres foram criando uma relação de convivência permanente e constante. Surgiu com o desenvolvimento da espécie humana, a sociedade humana. A sociedade humana é histórica e muda conforme o padrão de desenvolvimento da produção, dos valores e normas sociais. Assim, desde que o homem começou a produzir seus alimentos, nas sociedades agrícolas do período neolítico (entre 8.000 a 4.000 anos atrás), começaram a definir papéis para os homens e para as mulheres. Nas sociedades agrícolas já havia a divisão sexual do trabalho, marcada desde sempre pela capacidade reprodutora da mulher, o fato de gerar o filho e de amamentá-lo. A aprendizagem da actividade de cuidar foi sendo desenvolvido como uma tarefa da mulher, embora ela também participasse do trabalho do cultivo e da criação de animais. • Surgem as sociedade humanas, divididas em clãs, em tribos e aldeias. Na fase pré-capitalista o modelo de família era geracional e todos trabalhavam numa mesma unidade económica de produção. O mundo do trabalho e o mundo doméstico eram coincidentes. A função de reprodutora da espécie, que cabe à mulher, favoreceu a sua subordinação ao homem. A mulher foi sendo considerada mais frágil e incapaz para assumir a direcção e chefia do grupo familiar. O homem, associado à ideia de autoridade devido a sua força física e poder de mando, assumiu o poder dentro da sociedade. • Assim, surgiram as sociedades patriarcais, fundadas no poder do homem, do chefe de família. 5
  • 6. A Sociedade nos dias de hoje • As sociedades patriarcais permaneceram ao longo dos tempos, mesmo na sociedade industrial. Porém, nas sociedades industriais o mundo do trabalho divide-se do mundo doméstico. As famílias geracionais vão desaparecendo e forma-se a família nuclear (pai, mãe e filhos). Nas fases de crise substituía-se o trabalho masculino pelo trabalho da mulher, porque o trabalho da mulher era mais barato. As lutas entre homens e mulheres trabalhadoras estão presentes em todo o processo da revolução industrial. • A questão de geração colocava-se como um ponto de impasse na consciência de classe do trabalhador. Assim, nasceu a luta das mulheres por melhores condições de trabalho. Já no século XIX havia movimento de mulheres reivindicando direitos trabalhistas, igualdade de horário de trabalho para homens e mulheres e o direito de voto. A ela cabia cuidar da prole, dos afazeres domésticos e também do trabalho remunerado. Na sociedade capitalista persistiu o argumento da diferença biológica como base para a desigualdade entre homens e mulheres. As mulheres eram vistas como menos capazes que os homens. • No século XX as mulheres começaram uma luta organizada em defesa de seus direitos. A luta das mulheres contra as formas de opressão a que eram submetidas foi denominada de feminismo e a organização das mulheres em prol de melhorias na infra-estrutura social foi conhecida como movimento de mulheres. A luta feminina é uma busca de construir novos valores sociais, nova moral e nova cultura. É uma luta pela democracia, que deve nascer da igualdade entre homens e mulheres e evoluir para a igualdade entre todos os homens, suprimindo as desigualdades de classe. • O homem deixou de ser o chefe da família e a mulher passou a ser considerada um ser tão capaz quanto o homem. 6
  • 7. A Família actual • A Mulher conquista terreno e, hoje, além de esposa e mãe, tem uma carreira profissional, o que lhe dá responsabilidades fora de casa e menos tempo para cuidar da família, tarefa que partilha com o marido. Algumas preferem até 'casar' com o trabalho e serem independentes, a terem marido e filhos. Outras, optam por ser mães solteiras. Estes casos, no entanto, ainda constituem uma minoria. Muitas jovens continuam a querer concretizar o 'sonho de menina': encontrar o homem ideal e casar de branco, véu e grinalda. Para estas, a tradição do casamento, ainda que com algumas variações, continua a ser o que era. • Segundo um estudo do Centro de Investigação e Estudo da Sociologia (CIES) a taxa de nupcialidade, em Portugal, depois de subir até à década de 70, desce acentuadamente até ao presente, tendo o divórcio aumentado também a partir dos anos 70. Hoje, a vida familiar regista a igualdade entre os cônjuges, novos padrões educativos e valorização do indivíduo. Mantêm-se, ainda, os contrastes entre o Norte e o Sul do país. A Norte regista-se uma percentagem elevada de casamentos católicos e um menor número de nascimentos fora do casamento. A Sul uma percentagem alta de casamentos civis e de divórcios, assim como um maior número de nascimentos fora do casamento. Apesar de tudo, Portugal ainda é o país da Europa onde se efectuam mais matrimónios, seguido do Reino Unido. 7
  • 8. Curiosidades • O acto de casar é um contrato e um compromisso solene entre um homem e uma mulher, um modo de exteriorizarem o sentimento de amor que os une. • O casamento, nas suas diversas formas, reflecte o resultado da evolução do Homem. Como prática social, tornou-se um acto público e revela os costumes de uma sociedade. É uma declaração de promessas privadas e motivo de celebração. • A grande mudança na instituição familiar verifica-se após a II Guerra, com a igualdade de direitos . • A partir daí alteram-se as mentalidades, bem como o papel da mulher na sociedade. 8
  • 9. Conclusão • Homem: Antigamente era provedor(o que tinha o poder) e chefe da família... Hoje é muitas vezes dependente da mulher e chefe?....nem pensar! • Mulher: Antigamente era submissa, cuidadora e obediente. Hoje é provedora (mesmo que em parte), independente, tem vontade própria, mãe, etc, etc, etc...... • Depois que as mulheres ocuparam o mundo do trabalho, é hora de os homens ocuparem, pacificamente, o território doméstico das mulheres. Talvez seja um jeito, o único jeito, de resolver os impasses da família moderna – e, quem sabe, os impasses da própria masculinidade no século 21. 9