SlideShare uma empresa Scribd logo
Com base no conto “O Discípulo de perto”, do livro Pontos e Contos,
pelo Espírito Irmão X. (Momento de paz Maria da Luz).
Conta-nos assim o autor:
Efraim, filho de Atad, tão logo soube que Jesus se rodeava de pequeno
colégio de aprendizes diretos para a enunciação das Boas Novas, veio
apressado em busca de informes precisos.
Divulgava-se, com respeito ao Messias, toda sorte de comentários.
O povo se mantinha oprimido. Respirava-se, em toda parte, o clima de
dominação. E Jesus curava, consolava, bendizia...
Chegara a transformar água em vinho numa festa de casamento. Não
seria ele o príncipe esperado, com suficiente poder para redimir o Povo
de Deus? Certamente, ao fim do ministério público, dividiria cargos e
prebendas, vantagens e despojos de subido valor. Aconselhável,
portanto, disputar-lhe a presença. Ser-lhe-ia discípulo chegado ao
coração. De cabeça inflamada em sonhos de grandeza terrestre,
procurou o Senhor que o recebeu com a bondade de sempre, embora
tisnada de indefinível melancolia.
O Cristo havia entrado vitorioso em Jerusalém, mas achava-se possuído
de imanifesta angústia.
Profunda tristeza transbordava-lhe o olhar, adivinhando a flagelação e a
cruz que se avizinhavam. Sereno e afável, pediu a Efraim que lhe
abrisse o coração. Senhor! Disse o rapaz, ardendo de idealismo, aceita-
me por discípulo, quero seguir-te, igualmente, mas desejo um lugar
mais próximo de teu peito compassivo! Venho disputar-te o afeto, a
companhia permanente. Pretendo pertencer-te, de alma e coração. Jesus
sorriu e falou, calmo:
- Tenho muitos seguidores; aspirarás, porventura, à posição do
discípulo de perto?
- Sim, Mestre! Exclamou o candidato, embriagado de esperança no
poder humano.
Que fazer para conquistar semelhante glória?
O Divino Amigo, que lhe sondava os recônditos escaninhos da
consciência, esclareceu, pausadamente:
O aprendiz de longe pode crer e descrer, abordando a verdade e
esquecendo-a, periodicamente, mas o discípulo de perto empenhará a
própria vida na execução da Divina Vontade, permanecendo, dia e
noite, no monte da decisão. O seguidor de longe provavelmente
entreter-se-á com muitos obstáculos a lhe roubarem a atenção, mas o
companheiro de perto viverá em suprema vigilância.
O de longe sente-se com liberdade para buscar honrarias e prazeres,
misturando-os com as suas vagas esperanças no Reino de Deus, mas o
de perto sofrerá as angústias do serviço sacrificial e incessante. O de
longe dispõe de recursos para encolerizar-se e ferir; o de perto armar-
se-á, através dos anos, de inalterável paciência para compreender e
ajudar. O de longe alegará dificuldades para concentrar-se na oração,
experimentando sono e fadiga; o de perto, contudo, inquietar-se-á pela
solução dos trabalhos e caminhará sem cansaço, em constante vigília. O
de longe respirará em estradas floridas, demorando-se na jornada
quanto deseje; o de perto, porém, muita vez seguirá comigo pelo atalho
espinhoso.
O de longe dar-se-á pressa em possuir; o de perto, no entanto,
encontrará o prazer de dar sem recompensa. O de longe somente
encontra alegria na prosperidade material; o de perto descobre a divina
lição do sofrimento. O de longe padecerá muitos melindres; o de perto
encher-se-á de fortaleza para perdoar sempre e recomeçar o esforço do
bem, quantas vezes se fizerem necessárias. O de longe não cooperará
sem honras; o de perto servirá com humildade, obscuro e feliz. O de
longe adiará os seus testemunhos de fé e amor perante o Pai; o de perto,
entretanto, estará pronto a aceitar o martírio, em obediência aos
Celestes Desígnios, a qualquer momento.
Após longa pausa, fixou em Efraim os olhos doces e indagou:
- Aceitarás, mesmo assim?
O candidato, algo confundido, refletiu, refletiu e exclamou:
- Senhor, os teus ensinos me deslumbram! Vou à Casa de Deus
agradecer o Santo dos Santos e volto, dentro de uma hora, a fim de
abraçar-te o sublime apostolado, sob juramento!
Jesus aceitou-lhe o amplexo efusivo e ruidoso, despediu-se dele,
sorrindo, mas Efraim, filho de Atad, nunca mais voltou.
REFLEXÃO:
Um dos conflitos que o homem enfrenta ao atingir a percepção de que é
um ser em evolução espiritual, é conseguir acelerar a marcha sem se
desvencilhar de seus valores materiais.
Não há evolução sem conflito entre aquilo que se pretende ser e aquilo
que ainda gostamos de ser.
Nas palavras de Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo,
reconheceremos o espírita como aquele que já consegue lutar contra
suas próprias imperfeições e não mais se compraz com os valores do
mundo material. É a luta entre o homem velho aferrado aos atavismos
hereditários, trazidos pelos milênios de experiências que seu princípio
espiritual vivenciou e o homem novo, pleno de sabedoria, de luz e de
amor.
Os adeptos sinceros da Boa Nova, tomando Jesus como guia, como
mestre, como caminho, experimentam conflitos intensos, causados pela
ampliação de sua capacidade de perceber a verdade, e desejam a
purificação do espírito diante de um mundo cheio controvérsias,
tentações e provas.
Como ser capaz de tornar-se um homem de bem diante de tantas
adversidades? Refletindo neste problema, de forma mais equilibrada,
mais sensata, parece-nos que aquela figura da mariposa diante da luz
torna-se bastante pertinente.
As mariposas são atraídas pela luz assim como os adeptos da Boa Nova
são atraídos para a busca da verdade espiritual, mas, ao aproximarem-
se demais, sem estarem devidamente adaptadas às novas condições,
elas acabam queimando suas próprias asas. Assim, também, podemos
considerar em relação aos irmãos que já buscam a boa vontade. A luz
adquirida deve ser proporcional à capacidade de cada um de vencer a si
próprio e ao próprio mundo.
É impossível ao espírito galgar níveis vibratórios elevados sem
experimentar níveis inferiores gradativamente.
Luz em demasia, além da capacidade de cada um, cega os
despreparados, que ainda não forjaram em si a fortaleza espiritual.
Queremos sabedoria, mas teimamos em permanecer aferrados a valores
e sentimentos menos dignos na relação com o mundo. Queremos
conhecimento, mas não nos predispomos a estudar e a refletir.
Queremos paz, mas não vencemos a intolerância à exaltação e à cólera,
que ainda nos visitam e dominam. Queremos amor, mas não nos
colocamos a serviço do próximo. Queremos equilíbrio, mas ainda nos
aprisionamos ao ritmo da vida terrestre, atendendo ao imediatismo das
coisas materiais. Queremos liberdade para pensar e agir, mas teimamos
em julgar o comportamento alheio, deixando que a maledicência nos
visite e nos domine.
Esta estória que contei é para uma meditação profunda de todos, porque
trata do conflito que nos acomete quando nos dispomos a atender o
chamamento de Jesus, quando Ele nos aponta o caminho do amor e da
caridade. Na realidade, somos todos mais ou menos como Efraim. Os
ensinos do Cristo nos deslumbram, nos consolam, conseguem soerguer-
nos nas situações de dor.
Mas vencido o sofrimento, afastada a adversidade, ainda nos mantemos
como discípulo de longe, e não nos arriscamos a caminhar na direção
da luz, com receio de perdermos os valores atuais, que ainda nos
parecem adequados.
Reconhecer isto, compreender que ainda somos falíveis e pequenos,
não deve ser motivo para justificar a nossa inércia ou impedir que
caminhemos, tentando encurtar a distância que nos separa do Mestre
Nazareno. Jamais percamos o alvo ou deixemos de perceber a luz que
Ele nos apresenta, através do Seu exemplo de sacrifício e de amor.
Candidatos a sermos discípulo de perto, devemos exercitar a
fraternidade, a humildade, a caridade, a compreensão.
Candidatos a sermos discípulo de perto, devemos abraçar o serviço
desinteressado, como única energia capaz de nos fazer elevar em
espírito e em vontade.
Candidatos a sermos discípulo de perto, devemos aceitar a dor e o
sofrimento como instrumentos de aprendizado, como lições de luz.
Aceitar a aproximação de Jesus, é ser capaz de vivê-lo a todo momento,
seguindo Seu exemplo, buscando entendimento de Seus ensinos
sublimes. Ir até o Cristo, é seguir o Seu caminho de dor e sacrifício.
Com certeza, se hoje somos discípulos de longe, no futuro seremos
capazes de compartilhar lições de fraternidade, tornando-nos discípulos
mais diletos, mais próximos do doce Rabi da Galileia.
Assim, que Deus nos permita refletir sobre a distância que ainda temos
que percorrer, e nos ajude a tomar consciência de nossas deficiências e
fraquezas, e a superá-las com determinação.
Quem somos nós hoje? O que buscamos para nosso futuro? Quais os
valores reais que trazemos orientando as nossas ações? Qual a nossa
real disposição para melhorarmos o nosso estado atual de entendimento
e de luz?
Para começarmos, talvez seja uma boa ideia aceitar o convite que
Maria Dolores nos faz para olharmos as dores do mundo.
(...) Regresso agora de estirado giro / Para buscar-te aqui, em teu doce
retiro, / A calma da oração, / Entretanto, alma irmã, se me permites /
Contarei as dores sem limites, / Da multidão agoniada / Que encontrei
na jornada / Com certeza já viste / As trevas e aflições de tanto quadro
triste, /
Mas peço ainda o teu consentimento, a fim de relembrar-te / O vasto
espinheiral do sofrimento / Que nos roga socorro a toda parte. (...)
Anota as provas de tanta gente, / Sai de ti mesmo e vamos trabalhar!
Do livro Maria Dolores
Muita Paz!
Meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br
Com estudos comentados de O Livro dos Espíritos e de O Evangelho
Segundo o Espiritismo.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cap 13 Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita
Cap 13 Não saiba a vossa mão esquerdao que dê a vossa mão direitaCap 13 Não saiba a vossa mão esquerdao que dê a vossa mão direita
Cap 13 Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita
gmo1973
 
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Marcos Antônio Alves
 
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros capitulo 02 Aniceto
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros   capitulo 02 AnicetoEstudando com Andre Luiz - Os Mensageiros   capitulo 02 Aniceto
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros capitulo 02 Aniceto
Jose Luiz Maio
 
A036 EAE DM - O SERMÃO DO MONTE 20170503
A036 EAE DM - O SERMÃO DO MONTE 20170503A036 EAE DM - O SERMÃO DO MONTE 20170503
A036 EAE DM - O SERMÃO DO MONTE 20170503
Daniel de Melo
 
Provas Voluntárias e Verdadeiro Cilício.pptx
Provas Voluntárias e Verdadeiro Cilício.pptxProvas Voluntárias e Verdadeiro Cilício.pptx
Provas Voluntárias e Verdadeiro Cilício.pptx
francisco celio
 
O compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefaO compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefa
umecamaqua
 
Os Inimigos Desencarnados(Ese)
Os Inimigos Desencarnados(Ese)Os Inimigos Desencarnados(Ese)
Os Inimigos Desencarnados(Ese)
Grupo Espírita Cristão
 
Obsessão e desobsessão (suely caldas schubert)
Obsessão e desobsessão (suely caldas schubert)Obsessão e desobsessão (suely caldas schubert)
Obsessão e desobsessão (suely caldas schubert)
Helio Cruz
 
Espírito de verdade, quem seria ele 1,5h
Espírito de verdade, quem seria ele 1,5hEspírito de verdade, quem seria ele 1,5h
Espírito de verdade, quem seria ele 1,5h
home
 
VISÃO ESPÍRITA DO NATAL
VISÃO ESPÍRITA DO NATALVISÃO ESPÍRITA DO NATAL
VISÃO ESPÍRITA DO NATAL
Jorge Luiz dos Santos
 
Se alguém bater na face direita
Se alguém bater na face direitaSe alguém bater na face direita
Se alguém bater na face direita
Izabel Cristina Fonseca
 
Bem aventurados os que são misericordiosos
Bem aventurados os que são misericordiososBem aventurados os que são misericordiosos
Bem aventurados os que são misericordiosos
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Palestra Espirita - Buscai e Achareis
Palestra Espirita - Buscai e AchareisPalestra Espirita - Buscai e Achareis
Palestra Espirita - Buscai e Achareis
manumino
 
Capítulo vii – o orgulho e a humildade
Capítulo vii – o orgulho e a humildadeCapítulo vii – o orgulho e a humildade
Capítulo vii – o orgulho e a humildade
alice martins
 
Palestra ESE13 que a mão esquerda...
Palestra ESE13 que a mão esquerda... Palestra ESE13 que a mão esquerda...
Palestra ESE13 que a mão esquerda...
Tiburcio Santos
 
O Maior Presente de Natal
O Maior Presente de NatalO Maior Presente de Natal
O Maior Presente de Natal
Ricardo Azevedo
 
MISSÃO DOS ESPÍRITAS
MISSÃO DOS ESPÍRITASMISSÃO DOS ESPÍRITAS
MISSÃO DOS ESPÍRITAS
Jorge Luiz dos Santos
 
REFORMA INTIMA E ESPIRITISMO
REFORMA INTIMA E ESPIRITISMOREFORMA INTIMA E ESPIRITISMO
REFORMA INTIMA E ESPIRITISMO
ARMAZÉM DE ARTES TANIA PAUPITZ
 
PALESTRA - LEI DO TRABALHO - LEI DA VIDA
PALESTRA - LEI DO TRABALHO - LEI DA VIDAPALESTRA - LEI DO TRABALHO - LEI DA VIDA
PALESTRA - LEI DO TRABALHO - LEI DA VIDA
Mauro Santos
 
2012-5-6-Palestra-A Importância do Perdão-Rosana De Rosa
2012-5-6-Palestra-A Importância do Perdão-Rosana De Rosa2012-5-6-Palestra-A Importância do Perdão-Rosana De Rosa
2012-5-6-Palestra-A Importância do Perdão-Rosana De Rosa
Rosana De Rosa
 

Mais procurados (20)

Cap 13 Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita
Cap 13 Não saiba a vossa mão esquerdao que dê a vossa mão direitaCap 13 Não saiba a vossa mão esquerdao que dê a vossa mão direita
Cap 13 Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita
 
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
 
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros capitulo 02 Aniceto
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros   capitulo 02 AnicetoEstudando com Andre Luiz - Os Mensageiros   capitulo 02 Aniceto
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros capitulo 02 Aniceto
 
A036 EAE DM - O SERMÃO DO MONTE 20170503
A036 EAE DM - O SERMÃO DO MONTE 20170503A036 EAE DM - O SERMÃO DO MONTE 20170503
A036 EAE DM - O SERMÃO DO MONTE 20170503
 
Provas Voluntárias e Verdadeiro Cilício.pptx
Provas Voluntárias e Verdadeiro Cilício.pptxProvas Voluntárias e Verdadeiro Cilício.pptx
Provas Voluntárias e Verdadeiro Cilício.pptx
 
O compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefaO compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefa
 
Os Inimigos Desencarnados(Ese)
Os Inimigos Desencarnados(Ese)Os Inimigos Desencarnados(Ese)
Os Inimigos Desencarnados(Ese)
 
Obsessão e desobsessão (suely caldas schubert)
Obsessão e desobsessão (suely caldas schubert)Obsessão e desobsessão (suely caldas schubert)
Obsessão e desobsessão (suely caldas schubert)
 
Espírito de verdade, quem seria ele 1,5h
Espírito de verdade, quem seria ele 1,5hEspírito de verdade, quem seria ele 1,5h
Espírito de verdade, quem seria ele 1,5h
 
VISÃO ESPÍRITA DO NATAL
VISÃO ESPÍRITA DO NATALVISÃO ESPÍRITA DO NATAL
VISÃO ESPÍRITA DO NATAL
 
Se alguém bater na face direita
Se alguém bater na face direitaSe alguém bater na face direita
Se alguém bater na face direita
 
Bem aventurados os que são misericordiosos
Bem aventurados os que são misericordiososBem aventurados os que são misericordiosos
Bem aventurados os que são misericordiosos
 
Palestra Espirita - Buscai e Achareis
Palestra Espirita - Buscai e AchareisPalestra Espirita - Buscai e Achareis
Palestra Espirita - Buscai e Achareis
 
Capítulo vii – o orgulho e a humildade
Capítulo vii – o orgulho e a humildadeCapítulo vii – o orgulho e a humildade
Capítulo vii – o orgulho e a humildade
 
Palestra ESE13 que a mão esquerda...
Palestra ESE13 que a mão esquerda... Palestra ESE13 que a mão esquerda...
Palestra ESE13 que a mão esquerda...
 
O Maior Presente de Natal
O Maior Presente de NatalO Maior Presente de Natal
O Maior Presente de Natal
 
MISSÃO DOS ESPÍRITAS
MISSÃO DOS ESPÍRITASMISSÃO DOS ESPÍRITAS
MISSÃO DOS ESPÍRITAS
 
REFORMA INTIMA E ESPIRITISMO
REFORMA INTIMA E ESPIRITISMOREFORMA INTIMA E ESPIRITISMO
REFORMA INTIMA E ESPIRITISMO
 
PALESTRA - LEI DO TRABALHO - LEI DA VIDA
PALESTRA - LEI DO TRABALHO - LEI DA VIDAPALESTRA - LEI DO TRABALHO - LEI DA VIDA
PALESTRA - LEI DO TRABALHO - LEI DA VIDA
 
2012-5-6-Palestra-A Importância do Perdão-Rosana De Rosa
2012-5-6-Palestra-A Importância do Perdão-Rosana De Rosa2012-5-6-Palestra-A Importância do Perdão-Rosana De Rosa
2012-5-6-Palestra-A Importância do Perdão-Rosana De Rosa
 

Semelhante a O discípulo de perto

Fonte viva
Fonte vivaFonte viva
Sopro divino
Sopro divinoSopro divino
Sopro divino
Helio Cruz
 
Indulgencia - Apresentação
Indulgencia - ApresentaçãoIndulgencia - Apresentação
Indulgencia - Apresentação
Lauro K. Saito
 
No caminho da redenção
No caminho da redençãoNo caminho da redenção
No caminho da redenção
Helio Cruz
 
No caminho da redenção
No caminho da redençãoNo caminho da redenção
No caminho da redenção
Helio Cruz
 
O homem a caminho da evolução
O homem a caminho da evoluçãoO homem a caminho da evolução
O homem a caminho da evolução
Helio Cruz
 
Nossolar
NossolarNossolar
Nossolar
Renato Cardoso
 
Boletim 85
Boletim 85Boletim 85
Boletim 85
CEJG
 
O homem a caminho da evolução
O homem a caminho da evoluçãoO homem a caminho da evolução
O homem a caminho da evolução
Helio Cruz
 
Encontro marcado
Encontro marcadoEncontro marcado
Encontro marcado
RONEY BORGES
 
Parentela corporal e espiritual
Parentela corporal e espiritualParentela corporal e espiritual
Parentela corporal e espiritual
Helio Cruz
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 36 - Até o Fim
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 36 - Até o FimSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 36 - Até o Fim
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 36 - Até o Fim
Ricardo Azevedo
 
Vencendo as ilusões da matéria
Vencendo as ilusões da matériaVencendo as ilusões da matéria
Vencendo as ilusões da matéria
Helio Cruz
 
A Mediunidade com Jesus
A Mediunidade com JesusA Mediunidade com Jesus
A Mediunidade com Jesus
Eduardo Henrique Marçal
 
A luz aonde ela é necessária
A luz aonde ela é necessáriaA luz aonde ela é necessária
A luz aonde ela é necessária
Helio Cruz
 
Faltar com o compromisso
Faltar com o compromissoFaltar com o compromisso
Faltar com o compromisso
Helio Cruz
 
A luz aonde ela é necessária
A luz aonde ela é necessáriaA luz aonde ela é necessária
A luz aonde ela é necessária
Helio Cruz
 
Sublime renovação
Sublime renovaçãoSublime renovação
Sublime renovação
Helio Cruz
 
Sublime renovação
Sublime renovaçãoSublime renovação
Sublime renovação
Helio Cruz
 
Eae 67 Continuação das Epístolas
Eae 67 Continuação das EpístolasEae 67 Continuação das Epístolas
Eae 67 Continuação das Epístolas
PatiSousa1
 

Semelhante a O discípulo de perto (20)

Fonte viva
Fonte vivaFonte viva
Fonte viva
 
Sopro divino
Sopro divinoSopro divino
Sopro divino
 
Indulgencia - Apresentação
Indulgencia - ApresentaçãoIndulgencia - Apresentação
Indulgencia - Apresentação
 
No caminho da redenção
No caminho da redençãoNo caminho da redenção
No caminho da redenção
 
No caminho da redenção
No caminho da redençãoNo caminho da redenção
No caminho da redenção
 
O homem a caminho da evolução
O homem a caminho da evoluçãoO homem a caminho da evolução
O homem a caminho da evolução
 
Nossolar
NossolarNossolar
Nossolar
 
Boletim 85
Boletim 85Boletim 85
Boletim 85
 
O homem a caminho da evolução
O homem a caminho da evoluçãoO homem a caminho da evolução
O homem a caminho da evolução
 
Encontro marcado
Encontro marcadoEncontro marcado
Encontro marcado
 
Parentela corporal e espiritual
Parentela corporal e espiritualParentela corporal e espiritual
Parentela corporal e espiritual
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 36 - Até o Fim
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 36 - Até o FimSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 36 - Até o Fim
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 36 - Até o Fim
 
Vencendo as ilusões da matéria
Vencendo as ilusões da matériaVencendo as ilusões da matéria
Vencendo as ilusões da matéria
 
A Mediunidade com Jesus
A Mediunidade com JesusA Mediunidade com Jesus
A Mediunidade com Jesus
 
A luz aonde ela é necessária
A luz aonde ela é necessáriaA luz aonde ela é necessária
A luz aonde ela é necessária
 
Faltar com o compromisso
Faltar com o compromissoFaltar com o compromisso
Faltar com o compromisso
 
A luz aonde ela é necessária
A luz aonde ela é necessáriaA luz aonde ela é necessária
A luz aonde ela é necessária
 
Sublime renovação
Sublime renovaçãoSublime renovação
Sublime renovação
 
Sublime renovação
Sublime renovaçãoSublime renovação
Sublime renovação
 
Eae 67 Continuação das Epístolas
Eae 67 Continuação das EpístolasEae 67 Continuação das Epístolas
Eae 67 Continuação das Epístolas
 

Mais de Helio Cruz

O pior inimigo
O pior inimigoO pior inimigo
O pior inimigo
Helio Cruz
 
Entusiasmo e responsabilidade
Entusiasmo e responsabilidadeEntusiasmo e responsabilidade
Entusiasmo e responsabilidade
Helio Cruz
 
A candeia debaixo do alqueire
A candeia debaixo do alqueireA candeia debaixo do alqueire
A candeia debaixo do alqueire
Helio Cruz
 
O credor incompassivo
O credor incompassivoO credor incompassivo
O credor incompassivo
Helio Cruz
 
O poder das palavras
O poder das palavrasO poder das palavras
O poder das palavras
Helio Cruz
 
Pedir e obter
Pedir e obterPedir e obter
Pedir e obter
Helio Cruz
 
A virtude os superiores e os inferiores
A virtude   os superiores e os inferioresA virtude   os superiores e os inferiores
A virtude os superiores e os inferiores
Helio Cruz
 
O peso da luz
O peso da luzO peso da luz
O peso da luz
Helio Cruz
 
Universidade de amor
Universidade de amorUniversidade de amor
Universidade de amor
Helio Cruz
 
A parentela corporal e espiritual
A parentela corporal e espiritualA parentela corporal e espiritual
A parentela corporal e espiritual
Helio Cruz
 
O homem e a vida espiritual
O homem e a vida espiritualO homem e a vida espiritual
O homem e a vida espiritual
Helio Cruz
 
O dom esquecido
O dom esquecidoO dom esquecido
O dom esquecido
Helio Cruz
 
Dia nacional da caridade
Dia nacional da caridadeDia nacional da caridade
Dia nacional da caridade
Helio Cruz
 
Marta e maria
Marta e mariaMarta e maria
Marta e maria
Helio Cruz
 
O progresso espiritual
O progresso espiritualO progresso espiritual
O progresso espiritual
Helio Cruz
 
Viver para deus
Viver para deusViver para deus
Viver para deus
Helio Cruz
 
O Marco inicial do Espiritismo
O Marco inicial do EspiritismoO Marco inicial do Espiritismo
O Marco inicial do Espiritismo
Helio Cruz
 
A quaresma e o espiritismo
A quaresma e o espiritismoA quaresma e o espiritismo
A quaresma e o espiritismo
Helio Cruz
 
Os nossos julgamentos
Os nossos julgamentosOs nossos julgamentos
Os nossos julgamentos
Helio Cruz
 
Sal da terra e luz do mundo
Sal da terra e luz do mundoSal da terra e luz do mundo
Sal da terra e luz do mundo
Helio Cruz
 

Mais de Helio Cruz (20)

O pior inimigo
O pior inimigoO pior inimigo
O pior inimigo
 
Entusiasmo e responsabilidade
Entusiasmo e responsabilidadeEntusiasmo e responsabilidade
Entusiasmo e responsabilidade
 
A candeia debaixo do alqueire
A candeia debaixo do alqueireA candeia debaixo do alqueire
A candeia debaixo do alqueire
 
O credor incompassivo
O credor incompassivoO credor incompassivo
O credor incompassivo
 
O poder das palavras
O poder das palavrasO poder das palavras
O poder das palavras
 
Pedir e obter
Pedir e obterPedir e obter
Pedir e obter
 
A virtude os superiores e os inferiores
A virtude   os superiores e os inferioresA virtude   os superiores e os inferiores
A virtude os superiores e os inferiores
 
O peso da luz
O peso da luzO peso da luz
O peso da luz
 
Universidade de amor
Universidade de amorUniversidade de amor
Universidade de amor
 
A parentela corporal e espiritual
A parentela corporal e espiritualA parentela corporal e espiritual
A parentela corporal e espiritual
 
O homem e a vida espiritual
O homem e a vida espiritualO homem e a vida espiritual
O homem e a vida espiritual
 
O dom esquecido
O dom esquecidoO dom esquecido
O dom esquecido
 
Dia nacional da caridade
Dia nacional da caridadeDia nacional da caridade
Dia nacional da caridade
 
Marta e maria
Marta e mariaMarta e maria
Marta e maria
 
O progresso espiritual
O progresso espiritualO progresso espiritual
O progresso espiritual
 
Viver para deus
Viver para deusViver para deus
Viver para deus
 
O Marco inicial do Espiritismo
O Marco inicial do EspiritismoO Marco inicial do Espiritismo
O Marco inicial do Espiritismo
 
A quaresma e o espiritismo
A quaresma e o espiritismoA quaresma e o espiritismo
A quaresma e o espiritismo
 
Os nossos julgamentos
Os nossos julgamentosOs nossos julgamentos
Os nossos julgamentos
 
Sal da terra e luz do mundo
Sal da terra e luz do mundoSal da terra e luz do mundo
Sal da terra e luz do mundo
 

Último

PEDRO NUNCA FOI PAPA [COM COMENTÁRIOS]
PEDRO NUNCA FOI PAPA   [COM COMENTÁRIOS]PEDRO NUNCA FOI PAPA   [COM COMENTÁRIOS]
PEDRO NUNCA FOI PAPA [COM COMENTÁRIOS]
ESCRIBA DE CRISTO
 
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptxBíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Igreja Jesus é o Verbo
 
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdfAula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
SrgioLinsPessoa
 
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
ESCRIBA DE CRISTO
 
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdfO-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
WELITONNOGUEIRA3
 
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino FinalTornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
André Ricardo Marcondes
 
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptxLição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Celso Napoleon
 
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdfPROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
Nelson Pereira
 
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docxPONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
ElijainaVelozoGonalv
 
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO [MUSEOLOGIA]
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO      [MUSEOLOGIA]MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO      [MUSEOLOGIA]
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO [MUSEOLOGIA]
ESCRIBA DE CRISTO
 
Escola de A E Aula 96 Evolução Animica
Escola de A E Aula 96 Evolução AnimicaEscola de A E Aula 96 Evolução Animica
Escola de A E Aula 96 Evolução Animica
AlessandroSanches8
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Nilson Almeida
 
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos AgricultoresOração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Nilson Almeida
 
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxasMalleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Lourhana
 
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimentoHabacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
ayronleonardo
 
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptxA CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
JonasRibeiro61
 
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOSDIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
ESCRIBA DE CRISTO
 
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptxLição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Celso Napoleon
 

Último (18)

PEDRO NUNCA FOI PAPA [COM COMENTÁRIOS]
PEDRO NUNCA FOI PAPA   [COM COMENTÁRIOS]PEDRO NUNCA FOI PAPA   [COM COMENTÁRIOS]
PEDRO NUNCA FOI PAPA [COM COMENTÁRIOS]
 
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptxBíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
 
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdfAula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
 
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
 
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdfO-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
 
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino FinalTornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
 
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptxLição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
 
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdfPROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
 
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docxPONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
 
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO [MUSEOLOGIA]
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO      [MUSEOLOGIA]MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO      [MUSEOLOGIA]
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO [MUSEOLOGIA]
 
Escola de A E Aula 96 Evolução Animica
Escola de A E Aula 96 Evolução AnimicaEscola de A E Aula 96 Evolução Animica
Escola de A E Aula 96 Evolução Animica
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
 
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos AgricultoresOração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
 
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxasMalleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
 
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimentoHabacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
 
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptxA CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
 
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOSDIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
 
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptxLição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
 

O discípulo de perto

  • 1.
  • 2. Com base no conto “O Discípulo de perto”, do livro Pontos e Contos, pelo Espírito Irmão X. (Momento de paz Maria da Luz). Conta-nos assim o autor: Efraim, filho de Atad, tão logo soube que Jesus se rodeava de pequeno colégio de aprendizes diretos para a enunciação das Boas Novas, veio apressado em busca de informes precisos. Divulgava-se, com respeito ao Messias, toda sorte de comentários. O povo se mantinha oprimido. Respirava-se, em toda parte, o clima de dominação. E Jesus curava, consolava, bendizia...
  • 3. Chegara a transformar água em vinho numa festa de casamento. Não seria ele o príncipe esperado, com suficiente poder para redimir o Povo de Deus? Certamente, ao fim do ministério público, dividiria cargos e prebendas, vantagens e despojos de subido valor. Aconselhável, portanto, disputar-lhe a presença. Ser-lhe-ia discípulo chegado ao coração. De cabeça inflamada em sonhos de grandeza terrestre, procurou o Senhor que o recebeu com a bondade de sempre, embora tisnada de indefinível melancolia. O Cristo havia entrado vitorioso em Jerusalém, mas achava-se possuído de imanifesta angústia.
  • 4. Profunda tristeza transbordava-lhe o olhar, adivinhando a flagelação e a cruz que se avizinhavam. Sereno e afável, pediu a Efraim que lhe abrisse o coração. Senhor! Disse o rapaz, ardendo de idealismo, aceita- me por discípulo, quero seguir-te, igualmente, mas desejo um lugar mais próximo de teu peito compassivo! Venho disputar-te o afeto, a companhia permanente. Pretendo pertencer-te, de alma e coração. Jesus sorriu e falou, calmo: - Tenho muitos seguidores; aspirarás, porventura, à posição do discípulo de perto? - Sim, Mestre! Exclamou o candidato, embriagado de esperança no poder humano.
  • 5. Que fazer para conquistar semelhante glória? O Divino Amigo, que lhe sondava os recônditos escaninhos da consciência, esclareceu, pausadamente: O aprendiz de longe pode crer e descrer, abordando a verdade e esquecendo-a, periodicamente, mas o discípulo de perto empenhará a própria vida na execução da Divina Vontade, permanecendo, dia e noite, no monte da decisão. O seguidor de longe provavelmente entreter-se-á com muitos obstáculos a lhe roubarem a atenção, mas o companheiro de perto viverá em suprema vigilância.
  • 6. O de longe sente-se com liberdade para buscar honrarias e prazeres, misturando-os com as suas vagas esperanças no Reino de Deus, mas o de perto sofrerá as angústias do serviço sacrificial e incessante. O de longe dispõe de recursos para encolerizar-se e ferir; o de perto armar- se-á, através dos anos, de inalterável paciência para compreender e ajudar. O de longe alegará dificuldades para concentrar-se na oração, experimentando sono e fadiga; o de perto, contudo, inquietar-se-á pela solução dos trabalhos e caminhará sem cansaço, em constante vigília. O de longe respirará em estradas floridas, demorando-se na jornada quanto deseje; o de perto, porém, muita vez seguirá comigo pelo atalho espinhoso.
  • 7. O de longe dar-se-á pressa em possuir; o de perto, no entanto, encontrará o prazer de dar sem recompensa. O de longe somente encontra alegria na prosperidade material; o de perto descobre a divina lição do sofrimento. O de longe padecerá muitos melindres; o de perto encher-se-á de fortaleza para perdoar sempre e recomeçar o esforço do bem, quantas vezes se fizerem necessárias. O de longe não cooperará sem honras; o de perto servirá com humildade, obscuro e feliz. O de longe adiará os seus testemunhos de fé e amor perante o Pai; o de perto, entretanto, estará pronto a aceitar o martírio, em obediência aos Celestes Desígnios, a qualquer momento.
  • 8. Após longa pausa, fixou em Efraim os olhos doces e indagou: - Aceitarás, mesmo assim? O candidato, algo confundido, refletiu, refletiu e exclamou: - Senhor, os teus ensinos me deslumbram! Vou à Casa de Deus agradecer o Santo dos Santos e volto, dentro de uma hora, a fim de abraçar-te o sublime apostolado, sob juramento! Jesus aceitou-lhe o amplexo efusivo e ruidoso, despediu-se dele, sorrindo, mas Efraim, filho de Atad, nunca mais voltou. REFLEXÃO: Um dos conflitos que o homem enfrenta ao atingir a percepção de que é um ser em evolução espiritual, é conseguir acelerar a marcha sem se desvencilhar de seus valores materiais.
  • 9. Não há evolução sem conflito entre aquilo que se pretende ser e aquilo que ainda gostamos de ser. Nas palavras de Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, reconheceremos o espírita como aquele que já consegue lutar contra suas próprias imperfeições e não mais se compraz com os valores do mundo material. É a luta entre o homem velho aferrado aos atavismos hereditários, trazidos pelos milênios de experiências que seu princípio espiritual vivenciou e o homem novo, pleno de sabedoria, de luz e de amor.
  • 10. Os adeptos sinceros da Boa Nova, tomando Jesus como guia, como mestre, como caminho, experimentam conflitos intensos, causados pela ampliação de sua capacidade de perceber a verdade, e desejam a purificação do espírito diante de um mundo cheio controvérsias, tentações e provas. Como ser capaz de tornar-se um homem de bem diante de tantas adversidades? Refletindo neste problema, de forma mais equilibrada, mais sensata, parece-nos que aquela figura da mariposa diante da luz torna-se bastante pertinente.
  • 11. As mariposas são atraídas pela luz assim como os adeptos da Boa Nova são atraídos para a busca da verdade espiritual, mas, ao aproximarem- se demais, sem estarem devidamente adaptadas às novas condições, elas acabam queimando suas próprias asas. Assim, também, podemos considerar em relação aos irmãos que já buscam a boa vontade. A luz adquirida deve ser proporcional à capacidade de cada um de vencer a si próprio e ao próprio mundo. É impossível ao espírito galgar níveis vibratórios elevados sem experimentar níveis inferiores gradativamente.
  • 12. Luz em demasia, além da capacidade de cada um, cega os despreparados, que ainda não forjaram em si a fortaleza espiritual. Queremos sabedoria, mas teimamos em permanecer aferrados a valores e sentimentos menos dignos na relação com o mundo. Queremos conhecimento, mas não nos predispomos a estudar e a refletir. Queremos paz, mas não vencemos a intolerância à exaltação e à cólera, que ainda nos visitam e dominam. Queremos amor, mas não nos colocamos a serviço do próximo. Queremos equilíbrio, mas ainda nos aprisionamos ao ritmo da vida terrestre, atendendo ao imediatismo das coisas materiais. Queremos liberdade para pensar e agir, mas teimamos em julgar o comportamento alheio, deixando que a maledicência nos visite e nos domine.
  • 13. Esta estória que contei é para uma meditação profunda de todos, porque trata do conflito que nos acomete quando nos dispomos a atender o chamamento de Jesus, quando Ele nos aponta o caminho do amor e da caridade. Na realidade, somos todos mais ou menos como Efraim. Os ensinos do Cristo nos deslumbram, nos consolam, conseguem soerguer- nos nas situações de dor. Mas vencido o sofrimento, afastada a adversidade, ainda nos mantemos como discípulo de longe, e não nos arriscamos a caminhar na direção da luz, com receio de perdermos os valores atuais, que ainda nos parecem adequados.
  • 14. Reconhecer isto, compreender que ainda somos falíveis e pequenos, não deve ser motivo para justificar a nossa inércia ou impedir que caminhemos, tentando encurtar a distância que nos separa do Mestre Nazareno. Jamais percamos o alvo ou deixemos de perceber a luz que Ele nos apresenta, através do Seu exemplo de sacrifício e de amor. Candidatos a sermos discípulo de perto, devemos exercitar a fraternidade, a humildade, a caridade, a compreensão. Candidatos a sermos discípulo de perto, devemos abraçar o serviço desinteressado, como única energia capaz de nos fazer elevar em espírito e em vontade.
  • 15. Candidatos a sermos discípulo de perto, devemos aceitar a dor e o sofrimento como instrumentos de aprendizado, como lições de luz. Aceitar a aproximação de Jesus, é ser capaz de vivê-lo a todo momento, seguindo Seu exemplo, buscando entendimento de Seus ensinos sublimes. Ir até o Cristo, é seguir o Seu caminho de dor e sacrifício. Com certeza, se hoje somos discípulos de longe, no futuro seremos capazes de compartilhar lições de fraternidade, tornando-nos discípulos mais diletos, mais próximos do doce Rabi da Galileia. Assim, que Deus nos permita refletir sobre a distância que ainda temos que percorrer, e nos ajude a tomar consciência de nossas deficiências e fraquezas, e a superá-las com determinação.
  • 16. Quem somos nós hoje? O que buscamos para nosso futuro? Quais os valores reais que trazemos orientando as nossas ações? Qual a nossa real disposição para melhorarmos o nosso estado atual de entendimento e de luz? Para começarmos, talvez seja uma boa ideia aceitar o convite que Maria Dolores nos faz para olharmos as dores do mundo. (...) Regresso agora de estirado giro / Para buscar-te aqui, em teu doce retiro, / A calma da oração, / Entretanto, alma irmã, se me permites / Contarei as dores sem limites, / Da multidão agoniada / Que encontrei na jornada / Com certeza já viste / As trevas e aflições de tanto quadro triste, /
  • 17. Mas peço ainda o teu consentimento, a fim de relembrar-te / O vasto espinheiral do sofrimento / Que nos roga socorro a toda parte. (...) Anota as provas de tanta gente, / Sai de ti mesmo e vamos trabalhar! Do livro Maria Dolores Muita Paz! Meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br Com estudos comentados de O Livro dos Espíritos e de O Evangelho Segundo o Espiritismo.