SlideShare uma empresa Scribd logo
O Papel do
Centro Espírita
O Primeiro Centro Espírita
2/43
A Sociedade Parisiense de Estudos
Espíritas (1858).
Artigo 1 – A Sociedade tem por fim
o estudo de todos os fenômenos
relativos às manifestações
espíritas e sua aplicação
às ciências morais,
físicas, históricas e
psicológicas.
Rua Sainte Anne, nº 59
Livro dos Médiuns, Capítulo XXX.
O que é o Centro Espírita?
3/43
Grupo
Sociedade
Núcleo
Instituição
Instituição
A
ssociação
Fundação
U
nião
Fraternidade
Não importa o nome...
Não importa o nome...
O Centro Espírita é hoje a estalagem da Estrada de
Emaús na Terra, onde o Cristo ressuscitado parte o pão
da verdade legítima com os discípulos que não o
reconheceram.
Nele, e só nele, a Religião não se disfarça em grandezas
perecíveis e artificiais. O que nele se cultiva é a
grandeza dos corações sinceros, devotados ao amor do
próximo.
Trabalho, solidariedade e tolerância, esse o roteiro que
Kardec lhe indicou.
J. Herculano Pires. Livro: O Centro Espírita, Ed. Paideia, 19804/43
Quem foi J. Herculano Pires?
5/43
José Herculano Pires (1914-1979)
foi o que podemos chamar de
homem múltiplo. Filósofo,
educador, jornalista, escritor,
parapsicólogo, romancista, poeta,
fiel tradutor de Kardec. Escreveu 81
obras, inclusive como parceiro
literário de Chico Xavier.
O espírito Emmanuel, por meio do médium Chico Xavier,
declarou ser Herculano Pires "o metro que melhor mediu
Kardec" e "a maior inteligência espírita contemporânea".
Os Espíritas sabem o que representa o Centro
Espírita?
Se os espíritas soubessem o que é o
Centro Espírita, quais são realmente a sua
função e a sua significação, o Espiritismo
seria hoje o mais importante movimento
cultural e espiritual
da Terra.
J. Herculano Pires. Livro: O Centro Espírita6/43
J. Herculano Pires
O que o Centro Espírita não é...
Mas o que fazemos, em todo este vasto
continente espírita, é um imenso esforço de
igrejificar o Espiritismo, de emparelhá-lo com
as religiões decadentes e ultrapassadas,
formando por toda parte
núcleos místicos e, portanto
fanáticos, desligados da realidade imediata.
J. Herculano Pires. Livro: O Centro Espírita7/43
O que o Centro Espírita não é...
… Ninguém estava ali para aprender a Doutrina, para
romper a malha de teia de aranha do igrejismo
piedoso e choramingas. A domesticação católica e
protestante criara em nossa gente uma mentalidade
de rebanho.
O Centro Espírita tornou-se uma
espécie de sacristia leiga em que
padres e madres ignorantes indicavam
aos pedintes o caminho do Céu.
J. Herculano Pires. Livro: O Centro Espírita8/43
(…) Se o Espiritismo representar apenas uma frequência
rotineira em um Centro, sem que haja um engajamento
existencial, então obrigar a criança ir a cursos de
evangelização, como se vai a um catecismo para fazer
primeira comunhão (quando os pais não são católicos
praticantes) é transformar a Doutrina num formalismo
religioso, sem um sentido mais profundo. É evidente que
tal atitude não criará convicções; ao invés, despertará
resistências.
Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri9/43
O que o Centro Espírita não é...
A Doutrina não pode se reduzir a um catecismo
periódico, divorciado da prática existencial.
Manifesta-se aí o compromisso espírita de agir
pedagogicamente, tanto no sentido moral quanto
intelectual e mesmo estético.
Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri10/43
O que o Centro Espírita não é...
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199811/43
Capítulo XV do
Evangelho
Segundo O
Espiritismo
Reflexão sobre uma história de Caridade
Espírita
12/43
Uma história de Caridade Espírita? 1
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199813/43
- “Ah! Irmão Divaldo, não aguento mais. Estou cansada de
fazer caridade. Eu não aguento mais, é tanto pobre.
- Eu disse: “minha filha, então deixe”.
- Ela: “O Senhor está me mandando deixar de fazer a
caridade?”
- Eu disse: “Não, eu estou mandando você descansar, porque
a caridade está lhe fazendo mal. Já imaginou a caridade
fazer mal a quem a faz? Algo não está funcionando! Ou você
está exibindo-se sem o sentido de caridade, me perdoe a
franqueza, pois quero lhe ajudar, ou você está saturada.
Faça uma pausa”.
Uma história de Caridade Espírita? 2
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199814/43
- Ela: “O que será dos pobres?”
- Eu: “Minha filha, eles são filhos de Deus. Antes de você
chegar Deus já tomava conta. Você está só dando uma
mãozinha para você, não para eles, porque, afinal, isso aqui
nem é caridade, é paternalismo. Você está mantendo muita
gente na miséria, que já podia estar libertada, porque você me
disse que já atendeu a avó, a filha e agora está atendendo a
neta.
- Como é que você conseguiu manter na miséria três
gerações? Que a avó e a filha fossem pobres necessitadas, é
aceitável, mas a neta já teríamos que libertar da miséria de
qualquer jeito.
Uma história de Caridade Espírita? 3
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199815/43
- Colocando-a na escola, equipando-a, arranjando-lhe trabalho.
Isso não é caridade. Está lá no Evangelho: “Transformai as
vossas esmolas em salário”.
- Então, repouse um pouco. É uma rotina. Você quer abarcar
um número de pessoas que você não pode abraçar. Diminua.
Faça com qualidade e procure fazer em profundidade. Faça o
bem.
- Nós não podemos salvar o mundo e perder a nossa alma. A
tese é de Jesus Cristo: “Que vos adianta salvar o mundo e
perder-se a si mesmo!” Nós não estamos aqui para salvar o
mundo. Estamos aqui para salvar-nos e ajudar o mundo para
que cada um nele se salve.
Espiritismo bem Compreendido
Somente o Espiritismo, bem entendido e bem
compreendido, pode tornar-se, conforme disseram os
Espíritos, a grande alavanca da transformação da
Humanidade.
(…) consiste em assentar o Espiritismo sobre as
bases sólidas de uma doutrina
positiva que nada deixe ao arbítrio
das interpretações.
Livro Obras Póstumas - Projeto – 1868, Allan Kardec16/43
Espiritismo bem Compreendido
“Somente o Espiritismo, bem entendido e bem
compreendido, pode tornar-se, conforme disseram os
Espíritos, a grande alavanca da transformação da
Humanidade.”
“Um dos maiores obstáculos capazes de retardar a
propagação da Doutrina
seria a falta de unidade”.
Livro Obras Póstumas - Projeto – 1868, Allan Kardec17/43
Proposta de Joanna de Angelis para o Centro
Espírita
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199818/43
Espiritizar
Qualificar Humanizar
Espiritizar
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199819/43
Pode parecer um absurdo espiritizar o Centro Espírita e
um tanto paradoxal. No entanto, há Centro Espírita que
só tem o rótulo mas não tem espiritismo. Vamos por
partes, porque é muito delicado.
… O Centro Espírita não tem que se envolver com
nenhuma terapia alternativa.
Se transformarmos um Centro Espírita em uma clínica,
para lá vão pessoas aturdidas.
Espiritizar
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199820/43
Na Casa Espírita vão as pessoas
atormentadas, buscando
consolação, com a alma
despedaçada pela morte de seres
queridos e, se ouvem uma coisa
que nada tem a ver com a
proposta da Doutrina Espírita,
saem
desoladas. Agindo assim,
estaremos fraudando a proposta
do Espiritismo.
O Papel da Casa Espírita
não é ser uma Clinica
Qualificar
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199821/43
O que é qualificar? É adquirir características essenciais,
típicas das finalidades que vamos exercer na vida prática.
Se eu, por exemplo, quero dedicar-me ao atendimento
fraterno, devo fazer um curso.
Muitas pessoas confundem qualificação com elitismo. (…)
não é elitizar, não é intelectualizar.
É equipar de recursos para fazer bem aquilo que gostaria
de fazer. Evitar o aventureirismo.
Humanizar
22/43
(…) Então, humanizar é neste sentido. É esta proposta
de voltarmos a ser gente.
Não ficarmos nos considerando muito importantes. O
Presidente do Centro, o dono do Centro, o super-
médium, a pessoa mais formidável do século.
Voltarmos às nossas origens. A simplicidade de coração,
a afabilidade, a doçura (textos do Evangelho Segundo o
Espiritismo), a cordialidade, o bom trato.
Tríade Alinhada com Allan Kardec
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199823/43
Trabalho
Solidariedade Tolerância
Tolerância é o
cimento da
união ideal.
Emmanuel
Tríade Alinhada com Allan Kardec
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199824/43
Qual é o trabalho? ESPIRITIZAR-SE. O
trabalho de adquirir o conhecimento
espírita, de perseverar no estudo.
Solidariedade. QUALIFICAR-SE, para
servir melhor, para ser mais solidário.
Tolerância: ser mais HUMANO. Quando
somos mais humanos, somos tolerantes.
Educação na Casa Espírita
A caridade máxima, portanto, que o espírita deve
procurar realizar como ideal de vida, não é o
assistencialismo social, respeitável e necessário,
mas limitado e superficial, é sim a caridade da
Educação.
Temos que estender sempre o convite a todos
para participar, sem hierarquia e sem violar
consciências.
Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri25/43
O Papel do Centro Espírita
Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco26/43
Cap. 21 – O Centro Espírita Francisco Xavier
São Francisco
Xavier, grande
divulgador do
cristianismo, “São
Paulo do Oriente”.
O Papel do Centro Espírita 1
27/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
1) Pensa-se muito em estômagos a saciar, corpos a cobrir, doenças
a curar... Sem menosprezar-lhes a urgência, o Consolador tem por
meta principal o Espírito, o ser em sua realidade imortal, donde
procedem todas as conjunturas e situações, que se exteriorizam
pelo corpo e mediante os contingentes humanos, sociais, terrenos.
2) A assistência social no Espiritismo é valiosa, no entanto, se
previnam os trabalhadores da última hora contra os excessos, a fim
de que a exaustão com os labores externos não exaura as forças
do entusiasmo nem derrube as fortalezas da fé, ao peso da
extenuação e do desencanto nos serviços de fora.
O Papel do Centro Espírita 2
28/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
3) Evangelizar, instruir, guiar, colocando o azeite na lâmpada
do coração, para que a claridade do espírito luza na noite do
sofrimento, são tarefas urgentes, basilares, na reconstrução
do Cristianismo.
4) A caridade material merece consideração e carinho,
dedicação e esforço de todos nós, que devemos conjugar
forças para seu cumprimento. Mas a caridade moral, de
profundidade, a tarefa do socorro espiritual, não
contabilizada, nem difundida é urgentíssima, impondo-nos a
necessidade de atenção e zelo.
O Papel do Centro Espírita 3
29/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
5) Que temos feito do valioso patrimônio da fé? Qual a nossa
real posição perante a vida? Quais os esforços que envidamos
para modificar a situação vigente?
6) Dependerá do desejo salutar de nossa parte preservar e
manter os estados vigentes do relaxamento moral e social, ou
modificar as paisagens terrenas, iniciando a empresa em nós
mesmos, desde agora…
7) Estes dias resultam dos dias passados que se
caracterizaram por sementeira infeliz.
O Papel do Centro Espírita 4
30/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
8) O futuro, no entanto, encontra-se aqui, a depender de nós
todos e de cada um em particular.
9) Multiplicam-se admiráveis locais de socorro humano,
material, iniciados a expensas do Consolador, onde a técnica
vem substituindo o amor, com a saturação do serviço pelo
excesso e repetição gerando irritação e mal-estar e fazendo
que se falhe nas horas do socorro moral, nos atos de
paciência e humildade, nos ministérios espirituais da palavra
esclarecedora, do passe reconfortador...
O Papel do Centro Espírita 5
31/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
10) Multiplicam-se os métodos de simplificação,
ensejando frieza ao ministério e ausência de calor
humano, falta de afeição espiritual ao sofredor.
11) O tempo encolhe e a pressa lhe toma o lugar, não
havendo, já, em muitas Entidades, lugar nem tempo para
Jesus ou para os obsidiados, os ignorantes do espírito, os
impertinentes, tais as preocupações, os compromissos
sociais, as campanhas e movimentos pela aquisição
argentária.
O Papel do Centro Espírita 6
32/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
12) Sem qualquer restrição à prática da caridade material,
inadiável e sempre presente a todo tempo e em qualquer
lugar, a excelente caridade moral, a luminosa caridade
espiritual, que beneficiam o paciente e edificam o
benfeitor, fortalecendo-os e alegrando-os no Senhor, com
quem deverão manter fortes vínculos de perfeita
comunhão interior, constituem-se em imperativo primordial
e insubstituível.
Meta de Todo Espírita
Elevar, transformar,
despertar
consciências,
contribuindo para a
mudança interna
dos homens - que
redundará também
numa evolução
externa...
Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri33/43
Missão dos Espiritas 1
Ide, pois, levando a palavra divina aos grandes, que a
desdenharão; aos sábios, que desejarão prová-la; e aos
simples e pequeninos, que a aceitarão, pois
principalmente entre os mártires do trabalho, nesta
expiação terrena, encontrareis entusiasmo e fé. Ide, que
estes receberão jubilosos, agradecendo e louvando a
Deus, a consolação divina que lhes oferecerdes; e,
baixando a fronte,
renderão graças pelas aflições que a
Terra lhes reservou.
O ESE – Capítulo XX – Os Trabalhadores da Última Hora34/43
Missão dos Espiritas 2
Arme-se de decisão e coragem a vossa falange! Mãos à
obra! O arado está pronto, a terra preparada: arai!
Ide e agradecei a Deus a gloriosa tarefa que vos
concedeu. Mas, cuidado, que entre os chamados para o
Espiritismo, muitos se desviaram da senda! Atentai,
pois, no vosso
caminho, e buscai a verdade.
O ESE – Capítulo XX – Os Trabalhadores da Última Hora35/43
Mensagem de ERASTO, Paris, 1863
O Centro Espírita é...
Hospital-Escola para os que sofrem, é templo de
recolhimento e oração, onde se estabelecem, se
fixam e por onde transitam a comunhão entre o
homem e Deus.
Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
É lugar de transformação moral do indivíduo, onde
se viaja ao cerne do problema para arrancá-lo.
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 1998
36/43
O Centro Espírita é...
É a nossa oficina. Quando nós entramos
na Casa Espírita devemos sentir os
eflúvios do amor, da fraternidade.
É o lugar onde nós treinamos as virtudes
básicas: a fé, a esperança e a caridade.
37/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
Prece pelo Centro Espírita 1
Senhor:
Esta é uma das casas que nos deste à oração para que a tua bênção
nos clareie o caminho.
Ensina-nos a construir dentro dela o lar de nossos corações, em cuja
doce intimidade aprendamos de ti a bondade e a renúncia, o
devotamento e a compaixão.
Que dela faças um lugar consagrado ao teu serviço, onde estejamos
contigo, de alma descerrada aos sofrimentos e necessidades do
próximo, a fim de que os nossos irmãos de humanidade aqui te
encontrem a Celeste Presença.
38/43 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
Prece pelo Centro Espírita 2
Ajuda-nos a exaltá-la, através do respeito à nossa própria
consciência para que ela seja dignificada na veneração dos
outros.
Discípulos do Espiritismo que te restauram na Terra a Doutrina
da Luz, faze-nos compreender que o Centro Espírita é um templo
de trabalho educativo e de solidariedade humana, onde a honra
do teu nome está empenhada em nossas mãos.
Induze-nos à concórdia e à simplicidade, para que a separação e
o orgulho não nos arrojem às trevas.
39/43 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
Prece pelo Centro Espírita 3
Desperta-nos o sentimento e o raciocínio em tuas lições, para
que tenhamos o coração e o cérebro sintonizados no verdadeiro
bem, escalando os degraus da caridade e da cultura no rumo da
Sabedoria e do Amor que nos aguardam na imortalidade vitoriosa.
Senhor, não desconhecemos que os nossos próprios enganos
podem obscurecer-nos o entendimento, imobilizando-nos os
passos nos labirintos da sombra.
Auxilia-nos, assim, a cultivar o caráter acima da convicção e o
exemplo acima das palavras.
40/43 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
Prece pelo Centro Espírita 4
Mergulha as raízes da nossa existência nas águas de tua
misericórdia, para que a fraternidade frutifique em nossos dias e
inspira-nos a humildade para que não vivamos distraídos na
ilusão.
Concede-nos a alegria incessante do serviço, a fim de que
sejamos agradecidos ao suor e às lágrimas dos companheiros
que lutaram e sofreram, antes de nós, para que este santuário se
erga em teu nome e compadece-te de nossas mãos no arado de
nossos deveres, para que
sejamos fiéis à tua confiança, hoje e sempre. Assim seja.
Emmanuel
41/43 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
A Pergunta que fica….
Como eu posso edificar
nosso Centro Espírita como
um núcleo de
transformação moral?
Referências Bibliográficas
O Livro dos Médiuns, Allan Kardec
O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec
Obras Póstumas, Allan Kardec
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec
Livro O Centro Espírita, J. Herculano Pires. Ed. Paideia, 1980
Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P.
Franco
Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri
Livro Seara dos Médiuns, Emmanuel, Francisco Cândido Xavier
Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de
Menezes, 1998
Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
Palestra o Trabalhador Espirita no Centro Espírita,
http://pt.slideshare.net/Juniorno/trabalhador-esprita

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Os trabalhadores da última hora
Os trabalhadores da última horaOs trabalhadores da última hora
Os trabalhadores da última hora
Isnande Mota Barros
 
Honrar pai e mãe
Honrar pai e mãeHonrar pai e mãe
Honrar pai e mãe
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Suicídio - Dor dos dois lados da vida
Suicídio - Dor dos dois lados da vidaSuicídio - Dor dos dois lados da vida
Suicídio - Dor dos dois lados da vida
Ricardo Azevedo
 
Capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritsmo - Não vim destruir e lei
Capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritsmo - Não vim destruir e leiCapítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritsmo - Não vim destruir e lei
Capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritsmo - Não vim destruir e lei
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Palestra Espírita - Missão dos espíritas
Palestra Espírita - Missão dos espíritasPalestra Espírita - Missão dos espíritas
Palestra Espírita - Missão dos espíritas
Divulgador do Espiritismo
 
Palestra beneficência
Palestra beneficênciaPalestra beneficência
Palestra beneficência
Denise Tamaê
 
Jugo leve
Jugo leveJugo leve
Jugo leve
Fatoze
 
O Centro Espírita - ESDE
O Centro Espírita - ESDEO Centro Espírita - ESDE
O consolador prometido - n. 6
O consolador prometido - n. 6O consolador prometido - n. 6
O consolador prometido - n. 6
Graça Maciel
 
Allan Kardec
Allan KardecAllan Kardec
Allan Kardec
Power Point
 
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Izabel Cristina Fonseca
 
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitosPalestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Divulgador do Espiritismo
 
Inimigos desencarnados
Inimigos desencarnadosInimigos desencarnados
Inimigos desencarnados
Graça Maciel
 
A fé transporta montanhas cap 19 ese
A fé transporta montanhas cap 19 eseA fé transporta montanhas cap 19 ese
A fé transporta montanhas cap 19 ese
ctollin
 
Bem aventurados os mansos e pacíficos
Bem aventurados os mansos e pacíficosBem aventurados os mansos e pacíficos
Bem aventurados os mansos e pacíficos
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Muitos os Chamados, Poucos os Escolhidos
Muitos os Chamados, Poucos os EscolhidosMuitos os Chamados, Poucos os Escolhidos
Muitos os Chamados, Poucos os Escolhidos
Almir Silva
 
Palestra Espirita - Buscai e Achareis
Palestra Espirita - Buscai e AchareisPalestra Espirita - Buscai e Achareis
Palestra Espirita - Buscai e Achareis
manumino
 
Perdão na visão espírita
Perdão na visão espíritaPerdão na visão espírita
Perdão na visão espírita
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Ajuda te que o céu te ajudará
Ajuda te que o céu te ajudaráAjuda te que o céu te ajudará
Ajuda te que o céu te ajudará
Lisete B.
 
Evangelho Capítulo XXIV - Não por a candeia debaixo do alqueire
Evangelho Capítulo XXIV - Não por a candeia debaixo do alqueireEvangelho Capítulo XXIV - Não por a candeia debaixo do alqueire
Evangelho Capítulo XXIV - Não por a candeia debaixo do alqueire
grupodepaisceb
 

Mais procurados (20)

Os trabalhadores da última hora
Os trabalhadores da última horaOs trabalhadores da última hora
Os trabalhadores da última hora
 
Honrar pai e mãe
Honrar pai e mãeHonrar pai e mãe
Honrar pai e mãe
 
Suicídio - Dor dos dois lados da vida
Suicídio - Dor dos dois lados da vidaSuicídio - Dor dos dois lados da vida
Suicídio - Dor dos dois lados da vida
 
Capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritsmo - Não vim destruir e lei
Capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritsmo - Não vim destruir e leiCapítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritsmo - Não vim destruir e lei
Capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritsmo - Não vim destruir e lei
 
Palestra Espírita - Missão dos espíritas
Palestra Espírita - Missão dos espíritasPalestra Espírita - Missão dos espíritas
Palestra Espírita - Missão dos espíritas
 
Palestra beneficência
Palestra beneficênciaPalestra beneficência
Palestra beneficência
 
Jugo leve
Jugo leveJugo leve
Jugo leve
 
O Centro Espírita - ESDE
O Centro Espírita - ESDEO Centro Espírita - ESDE
O Centro Espírita - ESDE
 
O consolador prometido - n. 6
O consolador prometido - n. 6O consolador prometido - n. 6
O consolador prometido - n. 6
 
Allan Kardec
Allan KardecAllan Kardec
Allan Kardec
 
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
 
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitosPalestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
 
Inimigos desencarnados
Inimigos desencarnadosInimigos desencarnados
Inimigos desencarnados
 
A fé transporta montanhas cap 19 ese
A fé transporta montanhas cap 19 eseA fé transporta montanhas cap 19 ese
A fé transporta montanhas cap 19 ese
 
Bem aventurados os mansos e pacíficos
Bem aventurados os mansos e pacíficosBem aventurados os mansos e pacíficos
Bem aventurados os mansos e pacíficos
 
Muitos os Chamados, Poucos os Escolhidos
Muitos os Chamados, Poucos os EscolhidosMuitos os Chamados, Poucos os Escolhidos
Muitos os Chamados, Poucos os Escolhidos
 
Palestra Espirita - Buscai e Achareis
Palestra Espirita - Buscai e AchareisPalestra Espirita - Buscai e Achareis
Palestra Espirita - Buscai e Achareis
 
Perdão na visão espírita
Perdão na visão espíritaPerdão na visão espírita
Perdão na visão espírita
 
Ajuda te que o céu te ajudará
Ajuda te que o céu te ajudaráAjuda te que o céu te ajudará
Ajuda te que o céu te ajudará
 
Evangelho Capítulo XXIV - Não por a candeia debaixo do alqueire
Evangelho Capítulo XXIV - Não por a candeia debaixo do alqueireEvangelho Capítulo XXIV - Não por a candeia debaixo do alqueire
Evangelho Capítulo XXIV - Não por a candeia debaixo do alqueire
 

Semelhante a O Papel do Centro Espírita

Humanizar , Espiritiza Qualificar
Humanizar , Espiritiza QualificarHumanizar , Espiritiza Qualificar
Humanizar , Espiritiza Qualificar
Rodrigo Martins Dos Santos
 
O Papel da Casa Espírita
O Papel da Casa EspíritaO Papel da Casa Espírita
O Papel da Casa Espírita
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 31 - com
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 31 - comSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 31 - com
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 31 - com
Ricardo Azevedo
 
Boletim 75
Boletim 75Boletim 75
Boletim 75
CEJG
 
O centro espírita
O centro espíritaO centro espírita
O centro espírita
Eduardo Manoel Araujo
 
O valor do acolhimento na casa espírita
O valor do acolhimento na casa espíritaO valor do acolhimento na casa espírita
O valor do acolhimento na casa espírita
Helio Cruz
 
Seminário-O Atendimento Fraterno Na Casa Espírita-Marcelo do N.Rodrigues-cem
Seminário-O Atendimento Fraterno Na Casa Espírita-Marcelo do N.Rodrigues-cemSeminário-O Atendimento Fraterno Na Casa Espírita-Marcelo do N.Rodrigues-cem
Seminário-O Atendimento Fraterno Na Casa Espírita-Marcelo do N.Rodrigues-cem
Marcelo do Nascimento Rodrigues
 
O centro espírita na era de regeneração
O centro espírita na era de regeneraçãoO centro espírita na era de regeneração
O centro espírita na era de regeneração
umecamaqua
 
Formação - Mário Correia
Formação - Mário CorreiaFormação - Mário Correia
Formação - Mário Correia
ADEP Portugal
 
Fora Caridade não existe Salvação - A Caridade Horizontal e Caridade Vertical
Fora Caridade não existe Salvação - A Caridade Horizontal e Caridade VerticalFora Caridade não existe Salvação - A Caridade Horizontal e Caridade Vertical
Fora Caridade não existe Salvação - A Caridade Horizontal e Caridade Vertical
ADALBERTO COELHO DA SILVA JR
 
Sugestão Material Encontro Bloco Leste
Sugestão Material Encontro Bloco LesteSugestão Material Encontro Bloco Leste
Sugestão Material Encontro Bloco Leste
Norberto Tomasini Jr
 
Uma razao para viver (richard simonetti)
Uma razao para viver (richard simonetti)Uma razao para viver (richard simonetti)
Uma razao para viver (richard simonetti)
Helio Cruz
 
Se a mediunidade falasse i
Se a mediunidade falasse iSe a mediunidade falasse i
Se a mediunidade falasse i
Marcílio Pereira
 
O compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefaO compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefa
umecamaqua
 
Bons Espíritas
Bons EspíritasBons Espíritas
Bons Espíritas
Izabel Cristina Fonseca
 
Chama de luz 95
Chama de luz 95Chama de luz 95
Chama de luz 95
Neusa Brotto
 
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profanoEae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
PatiSousa1
 
04 casa espírta
04 casa espírta04 casa espírta
Evangelho no Lar - Pão Nosso Cap. 1 - Mãos à Obra
Evangelho no Lar - Pão Nosso Cap. 1 - Mãos à ObraEvangelho no Lar - Pão Nosso Cap. 1 - Mãos à Obra
Evangelho no Lar - Pão Nosso Cap. 1 - Mãos à Obra
Ricardo Azevedo
 
Caminhos para a Ação Espírita
Caminhos para a Ação Espírita Caminhos para a Ação Espírita
Caminhos para a Ação Espírita
Paula Kloser
 

Semelhante a O Papel do Centro Espírita (20)

Humanizar , Espiritiza Qualificar
Humanizar , Espiritiza QualificarHumanizar , Espiritiza Qualificar
Humanizar , Espiritiza Qualificar
 
O Papel da Casa Espírita
O Papel da Casa EspíritaO Papel da Casa Espírita
O Papel da Casa Espírita
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 31 - com
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 31 - comSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 31 - com
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 31 - com
 
Boletim 75
Boletim 75Boletim 75
Boletim 75
 
O centro espírita
O centro espíritaO centro espírita
O centro espírita
 
O valor do acolhimento na casa espírita
O valor do acolhimento na casa espíritaO valor do acolhimento na casa espírita
O valor do acolhimento na casa espírita
 
Seminário-O Atendimento Fraterno Na Casa Espírita-Marcelo do N.Rodrigues-cem
Seminário-O Atendimento Fraterno Na Casa Espírita-Marcelo do N.Rodrigues-cemSeminário-O Atendimento Fraterno Na Casa Espírita-Marcelo do N.Rodrigues-cem
Seminário-O Atendimento Fraterno Na Casa Espírita-Marcelo do N.Rodrigues-cem
 
O centro espírita na era de regeneração
O centro espírita na era de regeneraçãoO centro espírita na era de regeneração
O centro espírita na era de regeneração
 
Formação - Mário Correia
Formação - Mário CorreiaFormação - Mário Correia
Formação - Mário Correia
 
Fora Caridade não existe Salvação - A Caridade Horizontal e Caridade Vertical
Fora Caridade não existe Salvação - A Caridade Horizontal e Caridade VerticalFora Caridade não existe Salvação - A Caridade Horizontal e Caridade Vertical
Fora Caridade não existe Salvação - A Caridade Horizontal e Caridade Vertical
 
Sugestão Material Encontro Bloco Leste
Sugestão Material Encontro Bloco LesteSugestão Material Encontro Bloco Leste
Sugestão Material Encontro Bloco Leste
 
Uma razao para viver (richard simonetti)
Uma razao para viver (richard simonetti)Uma razao para viver (richard simonetti)
Uma razao para viver (richard simonetti)
 
Se a mediunidade falasse i
Se a mediunidade falasse iSe a mediunidade falasse i
Se a mediunidade falasse i
 
O compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefaO compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefa
 
Bons Espíritas
Bons EspíritasBons Espíritas
Bons Espíritas
 
Chama de luz 95
Chama de luz 95Chama de luz 95
Chama de luz 95
 
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profanoEae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
 
04 casa espírta
04 casa espírta04 casa espírta
04 casa espírta
 
Evangelho no Lar - Pão Nosso Cap. 1 - Mãos à Obra
Evangelho no Lar - Pão Nosso Cap. 1 - Mãos à ObraEvangelho no Lar - Pão Nosso Cap. 1 - Mãos à Obra
Evangelho no Lar - Pão Nosso Cap. 1 - Mãos à Obra
 
Caminhos para a Ação Espírita
Caminhos para a Ação Espírita Caminhos para a Ação Espírita
Caminhos para a Ação Espírita
 

Mais de Ricardo Azevedo

Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não TiranizesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 141 - Amor Fraternal
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 141 - Amor FraternalSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 141 - Amor Fraternal
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 141 - Amor Fraternal
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Saibamos Relembrar
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Saibamos RelembrarSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Saibamos Relembrar
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Saibamos Relembrar
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 139 - Oferendas
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 139 - OferendasSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 139 - Oferendas
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 139 - Oferendas
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Vejamos Isso
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Vejamos IssoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Vejamos Isso
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Vejamos Isso
Ricardo Azevedo
 
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 137 - Inimigos
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 137 - InimigosEvangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 137 - Inimigos
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 137 - Inimigos
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 136 - Conflito
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 136 - ConflitoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 136 - Conflito
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 136 - Conflito
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 135 - Renovação Necessária
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 135 - Renovação NecessáriaSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 135 - Renovação Necessária
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 135 - Renovação Necessária
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 134 - Nutrição Espiritual
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 134 - Nutrição EspiritualSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 134 - Nutrição Espiritual
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 134 - Nutrição Espiritual
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 133 - Lógica da Providência
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 133 - Lógica da ProvidênciaSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 133 - Lógica da Providência
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 133 - Lógica da Providência
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 132 - Em tudo
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 132 - Em tudoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 132 - Em tudo
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 132 - Em tudo
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 131 - O Mundo e a Crença
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 131 - O Mundo e a CrençaSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 131 - O Mundo e a Crença
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 131 - O Mundo e a Crença
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 130 - Onde estão?
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 130 - Onde estão?Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 130 - Onde estão?
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 130 - Onde estão?
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 129 - Ao partir do pão
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 129 - Ao partir do pãoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 129 - Ao partir do pão
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 129 - Ao partir do pão
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 128 - É porque ignoram
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 128 - É porque ignoramSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 128 - É porque ignoram
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 128 - É porque ignoram
Ricardo Azevedo
 
Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)
Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)
Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)
Ricardo Azevedo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 127 - Lei de Retorno
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 127 - Lei de RetornoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 127 - Lei de Retorno
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 127 - Lei de Retorno
Ricardo Azevedo
 
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 126 - Espinhos
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 126 - EspinhosEvangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 126 - Espinhos
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 126 - Espinhos
Ricardo Azevedo
 
Sintonia - Escolha, Pensamento e Elevação
Sintonia - Escolha, Pensamento e ElevaçãoSintonia - Escolha, Pensamento e Elevação
Sintonia - Escolha, Pensamento e Elevação
Ricardo Azevedo
 

Mais de Ricardo Azevedo (20)

Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não TiranizesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 141 - Amor Fraternal
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 141 - Amor FraternalSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 141 - Amor Fraternal
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 141 - Amor Fraternal
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Saibamos Relembrar
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Saibamos RelembrarSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Saibamos Relembrar
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Saibamos Relembrar
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 139 - Oferendas
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 139 - OferendasSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 139 - Oferendas
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 139 - Oferendas
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Vejamos Isso
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Vejamos IssoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Vejamos Isso
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 140 - Vejamos Isso
 
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 137 - Inimigos
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 137 - InimigosEvangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 137 - Inimigos
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 137 - Inimigos
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 136 - Conflito
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 136 - ConflitoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 136 - Conflito
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 136 - Conflito
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 135 - Renovação Necessária
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 135 - Renovação NecessáriaSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 135 - Renovação Necessária
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 135 - Renovação Necessária
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 134 - Nutrição Espiritual
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 134 - Nutrição EspiritualSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 134 - Nutrição Espiritual
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 134 - Nutrição Espiritual
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 133 - Lógica da Providência
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 133 - Lógica da ProvidênciaSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 133 - Lógica da Providência
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 133 - Lógica da Providência
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 132 - Em tudo
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 132 - Em tudoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 132 - Em tudo
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 132 - Em tudo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 131 - O Mundo e a Crença
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 131 - O Mundo e a CrençaSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 131 - O Mundo e a Crença
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 131 - O Mundo e a Crença
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 130 - Onde estão?
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 130 - Onde estão?Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 130 - Onde estão?
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 130 - Onde estão?
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 129 - Ao partir do pão
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 129 - Ao partir do pãoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 129 - Ao partir do pão
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 129 - Ao partir do pão
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 128 - É porque ignoram
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 128 - É porque ignoramSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 128 - É porque ignoram
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 128 - É porque ignoram
 
Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)
Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)
Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 127 - Lei de Retorno
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 127 - Lei de RetornoSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 127 - Lei de Retorno
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 127 - Lei de Retorno
 
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 126 - Espinhos
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 126 - EspinhosEvangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 126 - Espinhos
Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 126 - Espinhos
 
Sintonia - Escolha, Pensamento e Elevação
Sintonia - Escolha, Pensamento e ElevaçãoSintonia - Escolha, Pensamento e Elevação
Sintonia - Escolha, Pensamento e Elevação
 

Último

Jardim de infância- A história de José 1
Jardim de infância- A história de José 1Jardim de infância- A história de José 1
Jardim de infância- A história de José 1
CleideTeles3
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Celso Napoleon
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
AndreyCamarini
 
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
PIB Penha
 
Oração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A BondadeOração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A Bondade
Nilson Almeida
 
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdfA VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
marcusviniciussabino1
 
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
PIB Penha
 
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
PIB Penha
 
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
PIB Penha
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
Rogério Augusto Ayres de Araujo
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Celso Napoleon
 
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
PIB Penha
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
AlailzaSoares1
 
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
PIB Penha
 

Último (14)

Jardim de infância- A história de José 1
Jardim de infância- A história de José 1Jardim de infância- A história de José 1
Jardim de infância- A história de José 1
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
 
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
 
Oração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A BondadeOração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A Bondade
 
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdfA VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
 
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
 
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
 
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
 
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
 
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
 

O Papel do Centro Espírita

  • 1. O Papel do Centro Espírita
  • 2. O Primeiro Centro Espírita 2/43 A Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas (1858). Artigo 1 – A Sociedade tem por fim o estudo de todos os fenômenos relativos às manifestações espíritas e sua aplicação às ciências morais, físicas, históricas e psicológicas. Rua Sainte Anne, nº 59 Livro dos Médiuns, Capítulo XXX.
  • 3. O que é o Centro Espírita? 3/43 Grupo Sociedade Núcleo Instituição Instituição A ssociação Fundação U nião Fraternidade Não importa o nome...
  • 4. Não importa o nome... O Centro Espírita é hoje a estalagem da Estrada de Emaús na Terra, onde o Cristo ressuscitado parte o pão da verdade legítima com os discípulos que não o reconheceram. Nele, e só nele, a Religião não se disfarça em grandezas perecíveis e artificiais. O que nele se cultiva é a grandeza dos corações sinceros, devotados ao amor do próximo. Trabalho, solidariedade e tolerância, esse o roteiro que Kardec lhe indicou. J. Herculano Pires. Livro: O Centro Espírita, Ed. Paideia, 19804/43
  • 5. Quem foi J. Herculano Pires? 5/43 José Herculano Pires (1914-1979) foi o que podemos chamar de homem múltiplo. Filósofo, educador, jornalista, escritor, parapsicólogo, romancista, poeta, fiel tradutor de Kardec. Escreveu 81 obras, inclusive como parceiro literário de Chico Xavier. O espírito Emmanuel, por meio do médium Chico Xavier, declarou ser Herculano Pires "o metro que melhor mediu Kardec" e "a maior inteligência espírita contemporânea".
  • 6. Os Espíritas sabem o que representa o Centro Espírita? Se os espíritas soubessem o que é o Centro Espírita, quais são realmente a sua função e a sua significação, o Espiritismo seria hoje o mais importante movimento cultural e espiritual da Terra. J. Herculano Pires. Livro: O Centro Espírita6/43 J. Herculano Pires
  • 7. O que o Centro Espírita não é... Mas o que fazemos, em todo este vasto continente espírita, é um imenso esforço de igrejificar o Espiritismo, de emparelhá-lo com as religiões decadentes e ultrapassadas, formando por toda parte núcleos místicos e, portanto fanáticos, desligados da realidade imediata. J. Herculano Pires. Livro: O Centro Espírita7/43
  • 8. O que o Centro Espírita não é... … Ninguém estava ali para aprender a Doutrina, para romper a malha de teia de aranha do igrejismo piedoso e choramingas. A domesticação católica e protestante criara em nossa gente uma mentalidade de rebanho. O Centro Espírita tornou-se uma espécie de sacristia leiga em que padres e madres ignorantes indicavam aos pedintes o caminho do Céu. J. Herculano Pires. Livro: O Centro Espírita8/43
  • 9. (…) Se o Espiritismo representar apenas uma frequência rotineira em um Centro, sem que haja um engajamento existencial, então obrigar a criança ir a cursos de evangelização, como se vai a um catecismo para fazer primeira comunhão (quando os pais não são católicos praticantes) é transformar a Doutrina num formalismo religioso, sem um sentido mais profundo. É evidente que tal atitude não criará convicções; ao invés, despertará resistências. Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri9/43 O que o Centro Espírita não é...
  • 10. A Doutrina não pode se reduzir a um catecismo periódico, divorciado da prática existencial. Manifesta-se aí o compromisso espírita de agir pedagogicamente, tanto no sentido moral quanto intelectual e mesmo estético. Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri10/43 O que o Centro Espírita não é...
  • 11. Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199811/43 Capítulo XV do Evangelho Segundo O Espiritismo
  • 12. Reflexão sobre uma história de Caridade Espírita 12/43
  • 13. Uma história de Caridade Espírita? 1 Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199813/43 - “Ah! Irmão Divaldo, não aguento mais. Estou cansada de fazer caridade. Eu não aguento mais, é tanto pobre. - Eu disse: “minha filha, então deixe”. - Ela: “O Senhor está me mandando deixar de fazer a caridade?” - Eu disse: “Não, eu estou mandando você descansar, porque a caridade está lhe fazendo mal. Já imaginou a caridade fazer mal a quem a faz? Algo não está funcionando! Ou você está exibindo-se sem o sentido de caridade, me perdoe a franqueza, pois quero lhe ajudar, ou você está saturada. Faça uma pausa”.
  • 14. Uma história de Caridade Espírita? 2 Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199814/43 - Ela: “O que será dos pobres?” - Eu: “Minha filha, eles são filhos de Deus. Antes de você chegar Deus já tomava conta. Você está só dando uma mãozinha para você, não para eles, porque, afinal, isso aqui nem é caridade, é paternalismo. Você está mantendo muita gente na miséria, que já podia estar libertada, porque você me disse que já atendeu a avó, a filha e agora está atendendo a neta. - Como é que você conseguiu manter na miséria três gerações? Que a avó e a filha fossem pobres necessitadas, é aceitável, mas a neta já teríamos que libertar da miséria de qualquer jeito.
  • 15. Uma história de Caridade Espírita? 3 Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199815/43 - Colocando-a na escola, equipando-a, arranjando-lhe trabalho. Isso não é caridade. Está lá no Evangelho: “Transformai as vossas esmolas em salário”. - Então, repouse um pouco. É uma rotina. Você quer abarcar um número de pessoas que você não pode abraçar. Diminua. Faça com qualidade e procure fazer em profundidade. Faça o bem. - Nós não podemos salvar o mundo e perder a nossa alma. A tese é de Jesus Cristo: “Que vos adianta salvar o mundo e perder-se a si mesmo!” Nós não estamos aqui para salvar o mundo. Estamos aqui para salvar-nos e ajudar o mundo para que cada um nele se salve.
  • 16. Espiritismo bem Compreendido Somente o Espiritismo, bem entendido e bem compreendido, pode tornar-se, conforme disseram os Espíritos, a grande alavanca da transformação da Humanidade. (…) consiste em assentar o Espiritismo sobre as bases sólidas de uma doutrina positiva que nada deixe ao arbítrio das interpretações. Livro Obras Póstumas - Projeto – 1868, Allan Kardec16/43
  • 17. Espiritismo bem Compreendido “Somente o Espiritismo, bem entendido e bem compreendido, pode tornar-se, conforme disseram os Espíritos, a grande alavanca da transformação da Humanidade.” “Um dos maiores obstáculos capazes de retardar a propagação da Doutrina seria a falta de unidade”. Livro Obras Póstumas - Projeto – 1868, Allan Kardec17/43
  • 18. Proposta de Joanna de Angelis para o Centro Espírita Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199818/43 Espiritizar Qualificar Humanizar
  • 19. Espiritizar Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199819/43 Pode parecer um absurdo espiritizar o Centro Espírita e um tanto paradoxal. No entanto, há Centro Espírita que só tem o rótulo mas não tem espiritismo. Vamos por partes, porque é muito delicado. … O Centro Espírita não tem que se envolver com nenhuma terapia alternativa. Se transformarmos um Centro Espírita em uma clínica, para lá vão pessoas aturdidas.
  • 20. Espiritizar Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199820/43 Na Casa Espírita vão as pessoas atormentadas, buscando consolação, com a alma despedaçada pela morte de seres queridos e, se ouvem uma coisa que nada tem a ver com a proposta da Doutrina Espírita, saem desoladas. Agindo assim, estaremos fraudando a proposta do Espiritismo. O Papel da Casa Espírita não é ser uma Clinica
  • 21. Qualificar Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199821/43 O que é qualificar? É adquirir características essenciais, típicas das finalidades que vamos exercer na vida prática. Se eu, por exemplo, quero dedicar-me ao atendimento fraterno, devo fazer um curso. Muitas pessoas confundem qualificação com elitismo. (…) não é elitizar, não é intelectualizar. É equipar de recursos para fazer bem aquilo que gostaria de fazer. Evitar o aventureirismo.
  • 22. Humanizar 22/43 (…) Então, humanizar é neste sentido. É esta proposta de voltarmos a ser gente. Não ficarmos nos considerando muito importantes. O Presidente do Centro, o dono do Centro, o super- médium, a pessoa mais formidável do século. Voltarmos às nossas origens. A simplicidade de coração, a afabilidade, a doçura (textos do Evangelho Segundo o Espiritismo), a cordialidade, o bom trato.
  • 23. Tríade Alinhada com Allan Kardec Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199823/43 Trabalho Solidariedade Tolerância Tolerância é o cimento da união ideal. Emmanuel
  • 24. Tríade Alinhada com Allan Kardec Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 199824/43 Qual é o trabalho? ESPIRITIZAR-SE. O trabalho de adquirir o conhecimento espírita, de perseverar no estudo. Solidariedade. QUALIFICAR-SE, para servir melhor, para ser mais solidário. Tolerância: ser mais HUMANO. Quando somos mais humanos, somos tolerantes.
  • 25. Educação na Casa Espírita A caridade máxima, portanto, que o espírita deve procurar realizar como ideal de vida, não é o assistencialismo social, respeitável e necessário, mas limitado e superficial, é sim a caridade da Educação. Temos que estender sempre o convite a todos para participar, sem hierarquia e sem violar consciências. Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri25/43
  • 26. O Papel do Centro Espírita Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco26/43 Cap. 21 – O Centro Espírita Francisco Xavier São Francisco Xavier, grande divulgador do cristianismo, “São Paulo do Oriente”.
  • 27. O Papel do Centro Espírita 1 27/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco 1) Pensa-se muito em estômagos a saciar, corpos a cobrir, doenças a curar... Sem menosprezar-lhes a urgência, o Consolador tem por meta principal o Espírito, o ser em sua realidade imortal, donde procedem todas as conjunturas e situações, que se exteriorizam pelo corpo e mediante os contingentes humanos, sociais, terrenos. 2) A assistência social no Espiritismo é valiosa, no entanto, se previnam os trabalhadores da última hora contra os excessos, a fim de que a exaustão com os labores externos não exaura as forças do entusiasmo nem derrube as fortalezas da fé, ao peso da extenuação e do desencanto nos serviços de fora.
  • 28. O Papel do Centro Espírita 2 28/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco 3) Evangelizar, instruir, guiar, colocando o azeite na lâmpada do coração, para que a claridade do espírito luza na noite do sofrimento, são tarefas urgentes, basilares, na reconstrução do Cristianismo. 4) A caridade material merece consideração e carinho, dedicação e esforço de todos nós, que devemos conjugar forças para seu cumprimento. Mas a caridade moral, de profundidade, a tarefa do socorro espiritual, não contabilizada, nem difundida é urgentíssima, impondo-nos a necessidade de atenção e zelo.
  • 29. O Papel do Centro Espírita 3 29/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco 5) Que temos feito do valioso patrimônio da fé? Qual a nossa real posição perante a vida? Quais os esforços que envidamos para modificar a situação vigente? 6) Dependerá do desejo salutar de nossa parte preservar e manter os estados vigentes do relaxamento moral e social, ou modificar as paisagens terrenas, iniciando a empresa em nós mesmos, desde agora… 7) Estes dias resultam dos dias passados que se caracterizaram por sementeira infeliz.
  • 30. O Papel do Centro Espírita 4 30/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco 8) O futuro, no entanto, encontra-se aqui, a depender de nós todos e de cada um em particular. 9) Multiplicam-se admiráveis locais de socorro humano, material, iniciados a expensas do Consolador, onde a técnica vem substituindo o amor, com a saturação do serviço pelo excesso e repetição gerando irritação e mal-estar e fazendo que se falhe nas horas do socorro moral, nos atos de paciência e humildade, nos ministérios espirituais da palavra esclarecedora, do passe reconfortador...
  • 31. O Papel do Centro Espírita 5 31/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco 10) Multiplicam-se os métodos de simplificação, ensejando frieza ao ministério e ausência de calor humano, falta de afeição espiritual ao sofredor. 11) O tempo encolhe e a pressa lhe toma o lugar, não havendo, já, em muitas Entidades, lugar nem tempo para Jesus ou para os obsidiados, os ignorantes do espírito, os impertinentes, tais as preocupações, os compromissos sociais, as campanhas e movimentos pela aquisição argentária.
  • 32. O Papel do Centro Espírita 6 32/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco 12) Sem qualquer restrição à prática da caridade material, inadiável e sempre presente a todo tempo e em qualquer lugar, a excelente caridade moral, a luminosa caridade espiritual, que beneficiam o paciente e edificam o benfeitor, fortalecendo-os e alegrando-os no Senhor, com quem deverão manter fortes vínculos de perfeita comunhão interior, constituem-se em imperativo primordial e insubstituível.
  • 33. Meta de Todo Espírita Elevar, transformar, despertar consciências, contribuindo para a mudança interna dos homens - que redundará também numa evolução externa... Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri33/43
  • 34. Missão dos Espiritas 1 Ide, pois, levando a palavra divina aos grandes, que a desdenharão; aos sábios, que desejarão prová-la; e aos simples e pequeninos, que a aceitarão, pois principalmente entre os mártires do trabalho, nesta expiação terrena, encontrareis entusiasmo e fé. Ide, que estes receberão jubilosos, agradecendo e louvando a Deus, a consolação divina que lhes oferecerdes; e, baixando a fronte, renderão graças pelas aflições que a Terra lhes reservou. O ESE – Capítulo XX – Os Trabalhadores da Última Hora34/43
  • 35. Missão dos Espiritas 2 Arme-se de decisão e coragem a vossa falange! Mãos à obra! O arado está pronto, a terra preparada: arai! Ide e agradecei a Deus a gloriosa tarefa que vos concedeu. Mas, cuidado, que entre os chamados para o Espiritismo, muitos se desviaram da senda! Atentai, pois, no vosso caminho, e buscai a verdade. O ESE – Capítulo XX – Os Trabalhadores da Última Hora35/43 Mensagem de ERASTO, Paris, 1863
  • 36. O Centro Espírita é... Hospital-Escola para os que sofrem, é templo de recolhimento e oração, onde se estabelecem, se fixam e por onde transitam a comunhão entre o homem e Deus. Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco É lugar de transformação moral do indivíduo, onde se viaja ao cerne do problema para arrancá-lo. Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 1998 36/43
  • 37. O Centro Espírita é... É a nossa oficina. Quando nós entramos na Casa Espírita devemos sentir os eflúvios do amor, da fraternidade. É o lugar onde nós treinamos as virtudes básicas: a fé, a esperança e a caridade. 37/43 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco
  • 38. Prece pelo Centro Espírita 1 Senhor: Esta é uma das casas que nos deste à oração para que a tua bênção nos clareie o caminho. Ensina-nos a construir dentro dela o lar de nossos corações, em cuja doce intimidade aprendamos de ti a bondade e a renúncia, o devotamento e a compaixão. Que dela faças um lugar consagrado ao teu serviço, onde estejamos contigo, de alma descerrada aos sofrimentos e necessidades do próximo, a fim de que os nossos irmãos de humanidade aqui te encontrem a Celeste Presença. 38/43 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
  • 39. Prece pelo Centro Espírita 2 Ajuda-nos a exaltá-la, através do respeito à nossa própria consciência para que ela seja dignificada na veneração dos outros. Discípulos do Espiritismo que te restauram na Terra a Doutrina da Luz, faze-nos compreender que o Centro Espírita é um templo de trabalho educativo e de solidariedade humana, onde a honra do teu nome está empenhada em nossas mãos. Induze-nos à concórdia e à simplicidade, para que a separação e o orgulho não nos arrojem às trevas. 39/43 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
  • 40. Prece pelo Centro Espírita 3 Desperta-nos o sentimento e o raciocínio em tuas lições, para que tenhamos o coração e o cérebro sintonizados no verdadeiro bem, escalando os degraus da caridade e da cultura no rumo da Sabedoria e do Amor que nos aguardam na imortalidade vitoriosa. Senhor, não desconhecemos que os nossos próprios enganos podem obscurecer-nos o entendimento, imobilizando-nos os passos nos labirintos da sombra. Auxilia-nos, assim, a cultivar o caráter acima da convicção e o exemplo acima das palavras. 40/43 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
  • 41. Prece pelo Centro Espírita 4 Mergulha as raízes da nossa existência nas águas de tua misericórdia, para que a fraternidade frutifique em nossos dias e inspira-nos a humildade para que não vivamos distraídos na ilusão. Concede-nos a alegria incessante do serviço, a fim de que sejamos agradecidos ao suor e às lágrimas dos companheiros que lutaram e sofreram, antes de nós, para que este santuário se erga em teu nome e compadece-te de nossas mãos no arado de nossos deveres, para que sejamos fiéis à tua confiança, hoje e sempre. Assim seja. Emmanuel 41/43 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier
  • 42. A Pergunta que fica…. Como eu posso edificar nosso Centro Espírita como um núcleo de transformação moral?
  • 43. Referências Bibliográficas O Livro dos Médiuns, Allan Kardec O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec Obras Póstumas, Allan Kardec O Livro dos Espíritos, Allan Kardec Livro O Centro Espírita, J. Herculano Pires. Ed. Paideia, 1980 Livro Tramas do Destino, Manoel Philomeno de Miranda, Divaldo P. Franco Livro Educação Segundo o Espiritismo, Dora Incontri Livro Seara dos Médiuns, Emmanuel, Francisco Cândido Xavier Divaldo Franco, em palestra na Casa de Oração Bezerra de Menezes, 1998 Livro Educandário de Luz, Espíritos Diversos, Francisco C. Xavier Palestra o Trabalhador Espirita no Centro Espírita, http://pt.slideshare.net/Juniorno/trabalhador-esprita

Notas do Editor

  1. O que importa e se está dentro da doutrina codificada por Kardec, que nos revela o Consolador prometido por Jesus.
  2. Esta é uma das melhores definições que explica a grandeza e as bases de edificação de uma Casa Espírita na Terra. No evangelho de Lucas (24: 13-35) está descrito o relato que dois discípulos de Jesus, vindo de Jerusalém que se dirigiam a Emaús, tristes pela crucificação, quando Jesus apareceu.
  3. Espírita desde os 22 anos de idade (foi menino-prodígio), ninguém no Brasil e no estrangeiro mergulhou tão fundo na obra da codificação kardeciana e ninguém defendeu mais – e com mais competência do que ele – a pureza doutrinária, que colocava acima das instituições e dos homens.
  4. Temos no Brasil – e isso é um consenso universal – o maior, mais ativo e produtivo movimento espírita do planeta. A expansão do Espiritismo em nossa terra é incessante e prossegue em ritmo acelerado.
  5. Capítulo XV do Evangelho Segundo O Espiritismo
  6. É até um desrespeito, porque o cromoterapeuta, por exemplo, é alguém que estudou. Ele tem sua clínica e o Centro Espírita não se pode transformar numa clínica alternativa.
  7. Qualquer coisa esdrúxula que anunciemos no jornal haverá uma massa incontável que adere por necessidade de pedir socorro.
  8. Segundo Divaldo, sua mãe era analfabeta. Ele conta que lia para ela, estudava, comentava. Ela acompanhava. Aprendeu a Doutrina Espírita dentro dos seus limites.
  9. Devemos evitar que o tratamento na casa espírita fique mecânico e repetitivo, desprovido de sentido para quem executa e de amor para quem recebe.
  10. E esta tríade não é propriamente de Allan Kardec. Ele a tirou de Pestalozzi, seu professor, que tinha como base educacional três palavras: trabalho, solidariedade e perseverança. Allan Kardec, que foi seu discípulo, tomou a tríade e adaptou-a, substituindo perseverança por tolerância.
  11. E preciso abolir o conceito ultrapassado de que a boa vontade supre todas as deficiências. A missão pedagógica do espírita, porém, não se dá apenas no plano moral. Em todos os setores de atividade, os espíritas devem também se esforçar pelo avanço intelectual de si mesmos e da comunidade a que pertencem.
  12. No Oriente, São Francisco Xavier destacou-se com uma santidade que o levou a ousadia de fundar várias missões, a ponto de ser conhecido como “São Paulo do Oriente
  13. extraídos do magnífico livro "Tramas do Destino", do Espírito Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco, relativos ao binômio Centro Espírita e assistência social
  14. Para continuarmos neste fluxo e reflexão, a Pergunta que fica...