SlideShare uma empresa Scribd logo

GESTALT

GESTALT TERAPIA

1 de 57
Baixar para ler offline
Gestalt TerapiaGestalt Terapia
Fritz PerlsFritz Perls
Fundador da Gestalt TerapiaFundador da Gestalt Terapia
• Nasceu em 8 de julhoNasceu em 8 de julho
de 1893 em um guetode 1893 em um gueto
judeu nos arredoresjudeu nos arredores
de Berlim.de Berlim.
Fritz PerlsFritz Perls
Fundador da Gestalt TerapiaFundador da Gestalt Terapia
• Médico alemão interessado emMédico alemão interessado em
princípio em neurologia e depois emprincípio em neurologia e depois em
psiquiatria. Por conta disto sepsiquiatria. Por conta disto se
aproximou da Psicanálise, tendo seaproximou da Psicanálise, tendo se
tornado psicanalista. Antes de setornado psicanalista. Antes de se
decidir pela medicina, haviadecidir pela medicina, havia
considerado a possibilidade de seconsiderado a possibilidade de se
tornar ator.tornar ator.
Fritz PerlsFritz Perls
Fundador da Gestalt TerapiaFundador da Gestalt Terapia
• De temperamento irrequieto,De temperamento irrequieto,
intempestivo e muito criativo, foiintempestivo e muito criativo, foi
desenvolvendo a sua visão dedesenvolvendo a sua visão de
psicanálise, tendo em curto espaçopsicanálise, tendo em curto espaço
de tempo conseguido muitasde tempo conseguido muitas
inimizades e, por fim, sua expulsãoinimizades e, por fim, sua expulsão
da Sociedade de Psicanálise.da Sociedade de Psicanálise.
Fritz PerlsFritz Perls
Fundador da Gestalt TerapiaFundador da Gestalt Terapia
 Nesta época foi analisando deNesta época foi analisando de
Wilhelm Reich.Wilhelm Reich.
 Chegou a ter um encontro comChegou a ter um encontro com
Freud, a partir do qual rompeuFreud, a partir do qual rompeu
definitivamente com a Psicanálise.definitivamente com a Psicanálise.
 Por ser judeu, imigrou em 1936 paraPor ser judeu, imigrou em 1936 para
a Johanesburgo, na África do Sul,a Johanesburgo, na África do Sul,
com sua esposa Lore, onde fundoucom sua esposa Lore, onde fundou
um Instituto de Psicanálise.um Instituto de Psicanálise.
Fritz PerlsFritz Perls
• Em 1942, escreveu o livroEm 1942, escreveu o livro “Ego,“Ego,
Fome e Agressão”.Fome e Agressão”. Neste livro FritzNeste livro Fritz
lança uma importante discordâncialança uma importante discordância
teórica com relação à psicanálise: ateórica com relação à psicanálise: a
idéia de que a base da agressão e doidéia de que a base da agressão e do
sadismo está na fase oral e não nasadismo está na fase oral e não na
fase anal do desenvolvimentofase anal do desenvolvimento
infantil. Também neste livro lançainfantil. Também neste livro lança
alguns conceitos básicos do quealguns conceitos básicos do que
seria, mais tarde, aseria, mais tarde, a Gestalt TerapiaGestalt Terapia..

Recomendados

Aspectos históricos, teóricos e terapêuticos da Gestalt-Terapia
Aspectos históricos, teóricos e terapêuticos da Gestalt-TerapiaAspectos históricos, teóricos e terapêuticos da Gestalt-Terapia
Aspectos históricos, teóricos e terapêuticos da Gestalt-TerapiaFábio Nogueira, PhD
 
Gestalt Terapia - Psicologia
Gestalt Terapia - PsicologiaGestalt Terapia - Psicologia
Gestalt Terapia - PsicologiaAdriane Fernandes
 
Psicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-ExistencialPsicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-ExistencialSara Campagnaro
 
A psicologia da Gestalt - histórico e princípios
A psicologia da Gestalt - histórico e princípiosA psicologia da Gestalt - histórico e princípios
A psicologia da Gestalt - histórico e princípiosLudmila Moura
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

A historia da gestalt
A historia da gestaltA historia da gestalt
A historia da gestalt
 
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
 
Behaviorismo
BehaviorismoBehaviorismo
Behaviorismo
 
Carl Jung
Carl Jung Carl Jung
Carl Jung
 
Psicanalistas
PsicanalistasPsicanalistas
Psicanalistas
 
Teorias do desenvolvimento
Teorias do desenvolvimentoTeorias do desenvolvimento
Teorias do desenvolvimento
 
Slide apresentação carl rogers
Slide apresentação carl rogersSlide apresentação carl rogers
Slide apresentação carl rogers
 
Introdução à psicologia
Introdução à psicologiaIntrodução à psicologia
Introdução à psicologia
 
Psicologia da forma GESTALT
Psicologia da forma GESTALTPsicologia da forma GESTALT
Psicologia da forma GESTALT
 
Introdução À Psicanálise
Introdução À PsicanáliseIntrodução À Psicanálise
Introdução À Psicanálise
 
Aula - Introdução à Psicologia 1
Aula - Introdução à Psicologia 1Aula - Introdução à Psicologia 1
Aula - Introdução à Psicologia 1
 
Freud e os mecanismos de defesa
Freud e os mecanismos de defesaFreud e os mecanismos de defesa
Freud e os mecanismos de defesa
 
Diferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologiaDiferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologia
 
6 teorias psicanalíticas
6 teorias psicanalíticas6 teorias psicanalíticas
6 teorias psicanalíticas
 
Psicanálise
PsicanálisePsicanálise
Psicanálise
 
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem PsicanaliticaTeoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
 
Psicologia da Gestalt
Psicologia da GestaltPsicologia da Gestalt
Psicologia da Gestalt
 
Gestalt
GestaltGestalt
Gestalt
 
PERSONALIDADE
PERSONALIDADEPERSONALIDADE
PERSONALIDADE
 
slides da história da psicologia
slides da história da psicologiaslides da história da psicologia
slides da história da psicologia
 

Semelhante a GESTALT

Frederick S Perls e Gestal.ppt
Frederick S Perls e Gestal.pptFrederick S Perls e Gestal.ppt
Frederick S Perls e Gestal.pptwolfninja1
 
aula de psicologia sobre GT CONCEITOS BÁSICOS
aula de psicologia sobre GT CONCEITOS BÁSICOSaula de psicologia sobre GT CONCEITOS BÁSICOS
aula de psicologia sobre GT CONCEITOS BÁSICOSfatimamalta27
 
Um primeiro-olhar-sobre-a-gestalt
Um primeiro-olhar-sobre-a-gestaltUm primeiro-olhar-sobre-a-gestalt
Um primeiro-olhar-sobre-a-gestaltFassis
 
Ana Mercês Bahia Bock & Outros - Psicologias (pdf)(rev).pdf
Ana Mercês Bahia Bock & Outros - Psicologias (pdf)(rev).pdfAna Mercês Bahia Bock & Outros - Psicologias (pdf)(rev).pdf
Ana Mercês Bahia Bock & Outros - Psicologias (pdf)(rev).pdfJordanPrazeresFreita
 
A CONTRIBUIÇÃO DA GESTALT NA LIDERANÇA ORGANIZACIONAL
A CONTRIBUIÇÃO DA GESTALT NA LIDERANÇA ORGANIZACIONALA CONTRIBUIÇÃO DA GESTALT NA LIDERANÇA ORGANIZACIONAL
A CONTRIBUIÇÃO DA GESTALT NA LIDERANÇA ORGANIZACIONALDIONE FRANCISCATO
 
O homem e sua eterna busca de sentido
O homem e sua eterna busca de sentidoO homem e sua eterna busca de sentido
O homem e sua eterna busca de sentidoRebecca Athayde
 
Como conquistar sua própria felicidade, Terapia Racional Emotiva Comportament...
Como conquistar sua própria felicidade, Terapia Racional Emotiva Comportament...Como conquistar sua própria felicidade, Terapia Racional Emotiva Comportament...
Como conquistar sua própria felicidade, Terapia Racional Emotiva Comportament...Marcelo da Rocha Carvalho
 
Filosofia - Formação da Personalidade
Filosofia  - Formação da PersonalidadeFilosofia  - Formação da Personalidade
Filosofia - Formação da PersonalidadeNome Sobrenome
 
Curso de psicologia_clinica_sp__76407
Curso de psicologia_clinica_sp__76407Curso de psicologia_clinica_sp__76407
Curso de psicologia_clinica_sp__76407Marcelo Enrico
 
Psicologia aplicada aula 001 quinta convertido
Psicologia aplicada aula 001 quinta convertidoPsicologia aplicada aula 001 quinta convertido
Psicologia aplicada aula 001 quinta convertidonaienf
 

Semelhante a GESTALT (20)

Frederick S Perls e Gestal.ppt
Frederick S Perls e Gestal.pptFrederick S Perls e Gestal.ppt
Frederick S Perls e Gestal.ppt
 
aula de psicologia sobre GT CONCEITOS BÁSICOS
aula de psicologia sobre GT CONCEITOS BÁSICOSaula de psicologia sobre GT CONCEITOS BÁSICOS
aula de psicologia sobre GT CONCEITOS BÁSICOS
 
AULA FREUD.pdf
AULA FREUD.pdfAULA FREUD.pdf
AULA FREUD.pdf
 
Existencial- Humanista.pdf
Existencial- Humanista.pdfExistencial- Humanista.pdf
Existencial- Humanista.pdf
 
Um primeiro-olhar-sobre-a-gestalt
Um primeiro-olhar-sobre-a-gestaltUm primeiro-olhar-sobre-a-gestalt
Um primeiro-olhar-sobre-a-gestalt
 
Fenomenologia e a psicologia
Fenomenologia e a psicologiaFenomenologia e a psicologia
Fenomenologia e a psicologia
 
Ana Mercês Bahia Bock & Outros - Psicologias (pdf)(rev).pdf
Ana Mercês Bahia Bock & Outros - Psicologias (pdf)(rev).pdfAna Mercês Bahia Bock & Outros - Psicologias (pdf)(rev).pdf
Ana Mercês Bahia Bock & Outros - Psicologias (pdf)(rev).pdf
 
Cap 5 - Psicanalise.pdf
Cap 5 - Psicanalise.pdfCap 5 - Psicanalise.pdf
Cap 5 - Psicanalise.pdf
 
A CONTRIBUIÇÃO DA GESTALT NA LIDERANÇA ORGANIZACIONAL
A CONTRIBUIÇÃO DA GESTALT NA LIDERANÇA ORGANIZACIONALA CONTRIBUIÇÃO DA GESTALT NA LIDERANÇA ORGANIZACIONAL
A CONTRIBUIÇÃO DA GESTALT NA LIDERANÇA ORGANIZACIONAL
 
Psicologia Gestalt.pptx
Psicologia Gestalt.pptxPsicologia Gestalt.pptx
Psicologia Gestalt.pptx
 
O homem e sua eterna busca de sentido
O homem e sua eterna busca de sentidoO homem e sua eterna busca de sentido
O homem e sua eterna busca de sentido
 
Psicoterapias miriam
Psicoterapias miriamPsicoterapias miriam
Psicoterapias miriam
 
Como conquistar sua própria felicidade, Terapia Racional Emotiva Comportament...
Como conquistar sua própria felicidade, Terapia Racional Emotiva Comportament...Como conquistar sua própria felicidade, Terapia Racional Emotiva Comportament...
Como conquistar sua própria felicidade, Terapia Racional Emotiva Comportament...
 
Filosofia - Formação da Personalidade
Filosofia  - Formação da PersonalidadeFilosofia  - Formação da Personalidade
Filosofia - Formação da Personalidade
 
Psicanalise
PsicanalisePsicanalise
Psicanalise
 
Cor na psicologia
Cor na psicologiaCor na psicologia
Cor na psicologia
 
Teopsicoterapia bentes
Teopsicoterapia bentesTeopsicoterapia bentes
Teopsicoterapia bentes
 
Jung - resumo vida e obra
Jung - resumo vida e obraJung - resumo vida e obra
Jung - resumo vida e obra
 
Curso de psicologia_clinica_sp__76407
Curso de psicologia_clinica_sp__76407Curso de psicologia_clinica_sp__76407
Curso de psicologia_clinica_sp__76407
 
Psicologia aplicada aula 001 quinta convertido
Psicologia aplicada aula 001 quinta convertidoPsicologia aplicada aula 001 quinta convertido
Psicologia aplicada aula 001 quinta convertido
 

Último

MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024assedlsam
 
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...azulassessoriaacadem3
 
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...azulassessoriaacadem3
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfalexandrerodriguespk
 
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxSlides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...azulassessoriaacadem3
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...manoelaarmani
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...azulassessoriaacadem3
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfkeiciany
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfkeiciany
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...azulassessoriaacadem3
 
1. Ciente das novas dinâmicas do mundo do trabalho, você deve pesquisar e des...
1. Ciente das novas dinâmicas do mundo do trabalho, você deve pesquisar e des...1. Ciente das novas dinâmicas do mundo do trabalho, você deve pesquisar e des...
1. Ciente das novas dinâmicas do mundo do trabalho, você deve pesquisar e des...azulassessoriaacadem3
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!Psyc company
 
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...azulassessoriaacadem3
 
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.azulassessoriaacadem3
 
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Jean Carlos Nunes Paixão
 
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdfkelvindasilvadiasw
 
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Mary Alvarenga
 

Último (20)

MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
 
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
 
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
 
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxSlides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
 
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
 
1. Ciente das novas dinâmicas do mundo do trabalho, você deve pesquisar e des...
1. Ciente das novas dinâmicas do mundo do trabalho, você deve pesquisar e des...1. Ciente das novas dinâmicas do mundo do trabalho, você deve pesquisar e des...
1. Ciente das novas dinâmicas do mundo do trabalho, você deve pesquisar e des...
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
 
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
 
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
 
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
 
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
 
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
 

GESTALT

  • 2. Fritz PerlsFritz Perls Fundador da Gestalt TerapiaFundador da Gestalt Terapia • Nasceu em 8 de julhoNasceu em 8 de julho de 1893 em um guetode 1893 em um gueto judeu nos arredoresjudeu nos arredores de Berlim.de Berlim.
  • 3. Fritz PerlsFritz Perls Fundador da Gestalt TerapiaFundador da Gestalt Terapia • Médico alemão interessado emMédico alemão interessado em princípio em neurologia e depois emprincípio em neurologia e depois em psiquiatria. Por conta disto sepsiquiatria. Por conta disto se aproximou da Psicanálise, tendo seaproximou da Psicanálise, tendo se tornado psicanalista. Antes de setornado psicanalista. Antes de se decidir pela medicina, haviadecidir pela medicina, havia considerado a possibilidade de seconsiderado a possibilidade de se tornar ator.tornar ator.
  • 4. Fritz PerlsFritz Perls Fundador da Gestalt TerapiaFundador da Gestalt Terapia • De temperamento irrequieto,De temperamento irrequieto, intempestivo e muito criativo, foiintempestivo e muito criativo, foi desenvolvendo a sua visão dedesenvolvendo a sua visão de psicanálise, tendo em curto espaçopsicanálise, tendo em curto espaço de tempo conseguido muitasde tempo conseguido muitas inimizades e, por fim, sua expulsãoinimizades e, por fim, sua expulsão da Sociedade de Psicanálise.da Sociedade de Psicanálise.
  • 5. Fritz PerlsFritz Perls Fundador da Gestalt TerapiaFundador da Gestalt Terapia  Nesta época foi analisando deNesta época foi analisando de Wilhelm Reich.Wilhelm Reich.  Chegou a ter um encontro comChegou a ter um encontro com Freud, a partir do qual rompeuFreud, a partir do qual rompeu definitivamente com a Psicanálise.definitivamente com a Psicanálise.  Por ser judeu, imigrou em 1936 paraPor ser judeu, imigrou em 1936 para a Johanesburgo, na África do Sul,a Johanesburgo, na África do Sul, com sua esposa Lore, onde fundoucom sua esposa Lore, onde fundou um Instituto de Psicanálise.um Instituto de Psicanálise.
  • 6. Fritz PerlsFritz Perls • Em 1942, escreveu o livroEm 1942, escreveu o livro “Ego,“Ego, Fome e Agressão”.Fome e Agressão”. Neste livro FritzNeste livro Fritz lança uma importante discordâncialança uma importante discordância teórica com relação à psicanálise: ateórica com relação à psicanálise: a idéia de que a base da agressão e doidéia de que a base da agressão e do sadismo está na fase oral e não nasadismo está na fase oral e não na fase anal do desenvolvimentofase anal do desenvolvimento infantil. Também neste livro lançainfantil. Também neste livro lança alguns conceitos básicos do quealguns conceitos básicos do que seria, mais tarde, aseria, mais tarde, a Gestalt TerapiaGestalt Terapia..
  • 7. Fritz PerlsFritz Perls  Em 1946 imigrou para os Estados Unidos,Em 1946 imigrou para os Estados Unidos, tendo se fixado em New York.tendo se fixado em New York.  Dedicou-se a desenvolver aDedicou-se a desenvolver a GestaltGestalt TerapiaTerapia como uma nova abordagem decomo uma nova abordagem de psicoterapia, a partir da influência depsicoterapia, a partir da influência de certos dissidentes da Psicanálise, como W.certos dissidentes da Psicanálise, como W. Reich, da Psicologia Organísmica, deReich, da Psicologia Organísmica, de Goldstein e das concepçõesGoldstein e das concepções fenomenológicas da psicologia da gestalt,fenomenológicas da psicologia da gestalt, do existencialismo e de suas experiênciasdo existencialismo e de suas experiências no meio teatral.no meio teatral.
  • 8.  Lá encontrou, no fervilhante meio daLá encontrou, no fervilhante meio da cultura norte americana do início dos anoscultura norte americana do início dos anos 50, o ambiente mais do que propício para50, o ambiente mais do que propício para a apresentação de uma abordagema apresentação de uma abordagem fenomenológica existencial de psicoterapia.fenomenológica existencial de psicoterapia.  Com a experiência que trazia da Europa,Com a experiência que trazia da Europa, atuou intensamente na constituição eatuou intensamente na constituição e divulgação de sua abordagem, integrando-divulgação de sua abordagem, integrando- se desta forma na emergência dase desta forma na emergência da psicologia e psicoterapia fenomenológicopsicologia e psicoterapia fenomenológico existencial organísmica norte americana.existencial organísmica norte americana.
  • 9.  Nesta época encontrou seu grandeNesta época encontrou seu grande parceiro, Paul Goodman, com quemparceiro, Paul Goodman, com quem em 1951 publicou em co-autoria comem 1951 publicou em co-autoria com Ralph Hefferline o livro “GestaltRalph Hefferline o livro “Gestalt Therapy - Excitement and Growth inTherapy - Excitement and Growth in Human Personality”, a primeiraHuman Personality”, a primeira aparição pública do termoaparição pública do termo GestaltGestalt Terapia.Terapia.
  • 10.  Até a sua morte em 1970, FritzAté a sua morte em 1970, Fritz Perls, sua esposa Lore e PaulPerls, sua esposa Lore e Paul Goodman, além de outros autoresGoodman, além de outros autores que paulatinamente foram seque paulatinamente foram se juntando a eles, constituiram ajuntando a eles, constituiram a Gestalt TerapiaGestalt Terapia a partir de fontesa partir de fontes como acomo a Psicologia da GestaltPsicologia da Gestalt,, FenomenologiaFenomenologia,, ExistencialismoExistencialismo,, Teoria Organísmica de GoldsteinTeoria Organísmica de Goldstein,, Teoria de Campo de LewinTeoria de Campo de Lewin,, HolismoHolismo de Smutsde Smuts,, Psicodrama de MorenoPsicodrama de Moreno,, ReichReich,, BuberBuber e, por fim, ae, por fim, a filosofiafilosofia orientaloriental..
  • 12. Kurt GoldsteinKurt Goldstein  Neuropsiquiatra (1926)- Frankfurt.Neuropsiquiatra (1926)- Frankfurt.  Um dos expoentes daUm dos expoentes da teoriateoria organísmicaorganísmica, uma das principais, uma das principais influências exercidas sobre Perls e,influências exercidas sobre Perls e, por extensão, sobre apor extensão, sobre a GestaltGestalt Terapia.Terapia.
  • 13. Kurt GoldsteinKurt Goldstein  Idéia central naIdéia central na Gestalt TerapiaGestalt Terapia de sede se considerar o indivíduo como um todo, umaconsiderar o indivíduo como um todo, uma entidade biopsicossocioespiritual.entidade biopsicossocioespiritual.  Os processos básicos, em termos deOs processos básicos, em termos de dinâmica específica de comportamento,dinâmica específica de comportamento, segundo Goldstein, são :segundo Goldstein, são : 1) Processo de equalização ou centragem do1) Processo de equalização ou centragem do organismo;organismo; 2) Auto-realização;2) Auto-realização; 3) Pôr-se em acordo com o meio ambiente.3) Pôr-se em acordo com o meio ambiente.
  • 14. PsicanálisePsicanálise  Pode-se dizer que aPode-se dizer que a Gestalt TerapiaGestalt Terapia é, deé, de certa forma, filha da psicanálise.certa forma, filha da psicanálise.  Fritz Perls e sua mulher, Laura, eramFritz Perls e sua mulher, Laura, eram psicanalistas quando lançaram as bases dapsicanalistas quando lançaram as bases da Gestalt TerapiaGestalt Terapia..  As influências daAs influências da PsicanálisePsicanálise sobre asobre a Gestalt TerapiaGestalt Terapia são um dos pontos maissão um dos pontos mais debatidos no interior da abordagemdebatidos no interior da abordagem gestáltica, havendo mesmo teóricos quegestáltica, havendo mesmo teóricos que dizem que eladizem que ela se dá muito mais pelo quese dá muito mais pelo que não fazer que pelo que fazer em umnão fazer que pelo que fazer em um trabalho psicoterapêutico.trabalho psicoterapêutico.
  • 15. JungJung  Com relação ao trabalho com os sonhos,Com relação ao trabalho com os sonhos, há influência dehá influência de JungJung, que via os sonhos, que via os sonhos mais como expressões pessoais criativasmais como expressões pessoais criativas do que como disfarces inconscientes dedo que como disfarces inconscientes de experiências problemáticas ou apenasexperiências problemáticas ou apenas motivadas por realizações de desejos.motivadas por realizações de desejos.  Resultado da influência: EmResultado da influência: Em GestaltGestalt TerapiaTerapia, os sonhos são entendidos, os sonhos são entendidos também em termos detambém em termos de situaçõessituações inacabadasinacabadas que clamam por satisfação eque clamam por satisfação e finalização.finalização.
  • 16. Teoria da Aprendizagem daTeoria da Aprendizagem da GestaltGestalt  Este conceito (Este conceito (situação inacabadasituação inacabada)) nos leva a outra influência recebidanos leva a outra influência recebida pelapela Gestalt TerapiaGestalt Terapia: a: a teoria da aprendizagem da Gestalt, desenvolvida por Wertheimer, Köhlerdesenvolvida por Wertheimer, Köhler e Koffka, na Alemanha dos anose Koffka, na Alemanha dos anos vinte. Influência tão marcante quevinte. Influência tão marcante que acabou por determinar o nome daacabou por determinar o nome da teoria que Perls criaria.teoria que Perls criaria.
  • 17. Teoria da Aprendizagem daTeoria da Aprendizagem da GestaltGestalt  A fundamentação básica daA fundamentação básica da Psicologia da Gestalt é a de que aé a de que a percepção depende da totalidade daspercepção depende da totalidade das condições estimulantes, ou seja,condições estimulantes, ou seja, depende do campo total (indivíduo-depende do campo total (indivíduo- meio), depende de características domeio), depende de características do estímulo e da organizaçãoestímulo e da organização neurológica e perceptiva da pessoa.neurológica e perceptiva da pessoa.
  • 18. Alfred AdlerAlfred Adler  Vem de Adler a influência para que,Vem de Adler a influência para que, em Gestalt Terapia, acredita-se “queem Gestalt Terapia, acredita-se “que o homem cria a si mesmo”.o homem cria a si mesmo”.  A maior energia para a realizaçãoA maior energia para a realização deste esforço prometeico provém dedeste esforço prometeico provém de sua consciência e da aceitação de sisua consciência e da aceitação de si mesmo tal qual é.” (Ribeiro, 1985, p.mesmo tal qual é.” (Ribeiro, 1985, p. 21)21)
  • 19. Alfred AdlerAlfred Adler  Cujas concepções “do estilo de vidaCujas concepções “do estilo de vida e do eu criador apoiaram ae do eu criador apoiaram a participação única e ativa de cadaparticipação única e ativa de cada indivíduo que - no curso de suaindivíduo que - no curso de sua evolução pessoal - entalha a suaevolução pessoal - entalha a sua natureza específica.” (...)natureza específica.” (...)  Relembrou aos psicoterapeutas aRelembrou aos psicoterapeutas a importância da superfície daimportância da superfície da existênciaexistência
  • 20. Alfred AdlerAlfred Adler  Para aPara a Gestalt TerapiaGestalt Terapia, a, a superfície da existência é o planosuperfície da existência é o plano do foco preordenado, a própriado foco preordenado, a própria essência do homem psicológico.essência do homem psicológico.  É nesta superfície que existe aÉ nesta superfície que existe a consciência, dando à vida suaconsciência, dando à vida sua orientação e significado.orientação e significado.
  • 21. Otto RankOtto Rank  Orientação humanistaOrientação humanista -- a primeira lutaa primeira luta humana é aquela pelahumana é aquela pela individuaçãoindividuação pessoalpessoal, o que se tornou também uma das, o que se tornou também uma das preocupações centrais dapreocupações centrais da Gestalt TerapiaGestalt Terapia..  Esta luta se dá através dos esforços que aEsta luta se dá através dos esforços que a pessoa faz para integrar seus medospessoa faz para integrar seus medos polares de separação e de união, ou seja,polares de separação e de união, ou seja, a eterna luta humana entre autonomia ea eterna luta humana entre autonomia e heteronomia. Se nos separamos demais,heteronomia. Se nos separamos demais, corremos o risco da perda da relação comcorremos o risco da perda da relação com o outro; se nos unimos demais, o risco é oo outro; se nos unimos demais, o risco é o da perda da individuação.da perda da individuação.
  • 22. BuberBuber  Acredita que a civilização moderna,Acredita que a civilização moderna, ao não valorizar os aspectosao não valorizar os aspectos relacionais da vida, ampliou o espaçorelacionais da vida, ampliou o espaço para o narcisismo e para opara o narcisismo e para o isolamento do ser humano. Cardellaisolamento do ser humano. Cardella (2002, p. 36 e ss)(2002, p. 36 e ss)
  • 23. BuberBuber  Ao valorizar o aspecto relacional daAo valorizar o aspecto relacional da existência humana, aexistência humana, a Gestalt TerapiaGestalt Terapia se mostra com uma atitudese mostra com uma atitude terapêutica e uma visão de serterapêutica e uma visão de ser humano fundamentada nahumano fundamentada na abordagem dialógica, a qual valorizaabordagem dialógica, a qual valoriza o ‘entre’, “o verdadeiro lugar e oo ‘entre’, “o verdadeiro lugar e o berço do que acontece entre osberço do que acontece entre os homens.” (Buber, cit. em Hycner,homens.” (Buber, cit. em Hycner, 1997, p. 29)1997, p. 29)
  • 24. Filosofia ExistencialFilosofia Existencial  Principalmente através de Heidegger,Principalmente através de Heidegger, Martin Buber, Binswanger, Rollo May eMartin Buber, Binswanger, Rollo May e Merleau-PontyMerleau-Ponty..  O ser humano como um ser em relação éO ser humano como um ser em relação é uma das contribuições que o movimentouma das contribuições que o movimento existencialista do pós-guerra trouxe àexistencialista do pós-guerra trouxe à Gestalt TerapiaGestalt Terapia..  Outras contribuições dos existencialistas:Outras contribuições dos existencialistas: experiência; autenticidade; confrontação;experiência; autenticidade; confrontação; ação viva e presente.ação viva e presente.
  • 25. Outras InfluênciasOutras Influências  FriedlanderFriedlander - aproveita o conceito- aproveita o conceito de indiferença criativa e a maneirade indiferença criativa e a maneira de ver as polaridades, ou seja, ode ver as polaridades, ou seja, o aspecto da qualidade polar da vidaaspecto da qualidade polar da vida humana: a polaridade dahumana: a polaridade da personalidade é um dos pilares dapersonalidade é um dos pilares da Gestalt TerapiaGestalt Terapia  Jan SmutsJan Smuts -- importantes reflexõesimportantes reflexões sobre o holismo.sobre o holismo.
  • 26. Outras InfluênciasOutras Influências  ReichReich –– O corpo, os gestos, o olhar, aO corpo, os gestos, o olhar, a entonação da voz, passam a fazer parteentonação da voz, passam a fazer parte da terapia. Além disto, há umada terapia. Além disto, há uma preocupação não só com a estrutura dapreocupação não só com a estrutura da fala, mas também com a forma da fala.fala, mas também com a forma da fala.  MorenoMoreno – Psicodrama - com o conceito– Psicodrama - com o conceito de que é mais provável fazer-sede que é mais provável fazer-se descobertas participando-se de umadescobertas participando-se de uma experiência do que falando sobre ela.experiência do que falando sobre ela.
  • 27. Outras InfluênciasOutras Influências  Zen-budismoZen-budismo – 1962 aprende no– 1962 aprende no Japão alguns conceitos:Japão alguns conceitos: 1.1. permitir o fluir da experiência, ou seja,permitir o fluir da experiência, ou seja, seguir o fluxo deseguir o fluxo de awarenessawareness;; 2.2. a aceitação do que se é;a aceitação do que se é; 3.3. a possibilidade de se aprender a lidara possibilidade de se aprender a lidar com o vazio, o qual é fértil decom o vazio, o qual é fértil de possibilidades, uma vez que, não raro, épossibilidades, uma vez que, não raro, é o momento que precede o ato criativoo momento que precede o ato criativo
  • 28. TEORIATEORIA Uma teoria em constanteUma teoria em constante construção.construção. Faz parte da 3ª força daFaz parte da 3ª força da psicologia.psicologia.
  • 29.  O ser humano é um ser em relação.O ser humano é um ser em relação.  Totalidade e integração.Totalidade e integração.  Ser humano como uma unidadeSer humano como uma unidade indivíduo-meio. Abordagem dialéticaindivíduo-meio. Abordagem dialética  Unidade de presente, passado eUnidade de presente, passado e futuro.futuro.  Auto-regulaçãoAuto-regulação TEORIA – Conceitos BásicosTEORIA – Conceitos Básicos
  • 30.  Gestalt-terapia: teoria de processos.Gestalt-terapia: teoria de processos.  Visão situacionalVisão situacional  Personalidade como um conjunto dePersonalidade como um conjunto de funções.funções.  ResistênciaResistência  SingularidadeSingularidade  ResponsabilidadeResponsabilidade TEORIATEORIA
  • 31.  Idéia de criatividadeIdéia de criatividade  Desejos e necessidades X Figura eDesejos e necessidades X Figura e fundofundo  Organização das experiênciasOrganização das experiências  Ajustamento criativoAjustamento criativo  DefesaDefesa  AwarenessAwareness  Awareness organísmicaAwareness organísmica  Awareness criativaAwareness criativa TEORIATEORIA
  • 32.  Saúde X DoençaSaúde X Doença  Saúde: “fluxo contínuo e energizado deSaúde: “fluxo contínuo e energizado de awareness e formação perceptual deawareness e formação perceptual de figura-fundo , onde através de fronteirasfigura-fundo , onde através de fronteiras permeáveis e flexíveis o indivíduo interagepermeáveis e flexíveis o indivíduo interage criativamente com seu meio ambiente ,criativamente com seu meio ambiente , desenvolvendo recursos novos paradesenvolvendo recursos novos para responder às dominâncias que se lheresponder às dominâncias que se lhe afigurem e usando suas funções deafigurem e usando suas funções de contato para poder avaliar econtato para poder avaliar e apropriadamente estabelecer contatosapropriadamente estabelecer contatos enriquecedores e interrompê-los quandoenriquecedores e interrompê-los quando tóxicos e intoleráveis. Saúde seria atóxicos e intoleráveis. Saúde seria a prevalência e relativa constância desteprevalência e relativa constância deste tipo de funcionamento“ (Ciornai)tipo de funcionamento“ (Ciornai) TEORIATEORIA
  • 33.  Doença: “funcionamento não saudávelDoença: “funcionamento não saudável caracterizado por interrupções, inibições ecaracterizado por interrupções, inibições e obstruções destes processos, com aobstruções destes processos, com a conseqüente formação de figuras fracas,conseqüente formação de figuras fracas, desvitalizadas, mal definidas , nebulosas,desvitalizadas, mal definidas , nebulosas, confusas à percepção, que ao não seconfusas à percepção, que ao não se completarem vão dificultandocompletarem vão dificultando progressivamente as possibilidades deprogressivamente as possibilidades de contatos criativos , vitalizados econtatos criativos , vitalizados e vitalizantes com o presente” (Ciornai)vitalizantes com o presente” (Ciornai) TEORIATEORIA
  • 34.  ““Doença ou patologia seria então aDoença ou patologia seria então a recorrência crônica deste tipo derecorrência crônica deste tipo de funcionamento, com a conseqüentefuncionamento, com a conseqüente cristalização das dificuldades docristalização das dificuldades do indivíduo e empobrecimento de seusindivíduo e empobrecimento de seus contatos com o mundo”. (Ciornai)contatos com o mundo”. (Ciornai) TEORIATEORIA
  • 35.  Nos anos 60 fomos profundamente influenciadosNos anos 60 fomos profundamente influenciados pelas idéias de Carl Rogers, um homem quepelas idéias de Carl Rogers, um homem que falava na primeira pessoa do singular,falava na primeira pessoa do singular, privilegiando o vivido.privilegiando o vivido.  Na década de setenta, e uma vez mais na décadaNa década de setenta, e uma vez mais na década de oitenta, Rogers e colegas que com elede oitenta, Rogers e colegas que com ele trabalhavam, em particular John Wood e Maureentrabalhavam, em particular John Wood e Maureen Miller, estiveram no Brasil, realizando palestras,Miller, estiveram no Brasil, realizando palestras, entrevistas e workshops, residenciais, e nãoentrevistas e workshops, residenciais, e não residenciais, com grandes grupos deresidenciais, com grandes grupos de participantes.participantes. Gestalt Terapia no BrasilGestalt Terapia no Brasil
  • 36.  Simultaneamente, Walter Ribeiro, que participavaSimultaneamente, Walter Ribeiro, que participava desse grupo em São Paulo, inicia em Brasília emdesse grupo em São Paulo, inicia em Brasília em 1977 um pequeno grupo de 3 pessoas para1977 um pequeno grupo de 3 pessoas para veicular a Gestalt; esse grupo em 1978 se ampliaveicular a Gestalt; esse grupo em 1978 se amplia e então se cria o primeiro grupo de formação,e então se cria o primeiro grupo de formação, tarefa em que é auxiliado por Maureen Miller,tarefa em que é auxiliado por Maureen Miller, terapeuta gestáltica de origem rogeriana,terapeuta gestáltica de origem rogeriana, residente em San Diego, Califórnia.residente em San Diego, Califórnia.  Começavam a se esboçar grupos em diversosComeçavam a se esboçar grupos em diversos estados e alguns com Centro de Estudosestados e alguns com Centro de Estudos organizados.organizados. Gestalt Terapia no BrasilGestalt Terapia no Brasil
  • 37. Gestalt Terapia no BrasilGestalt Terapia no Brasil  Em 1981, Thérèse Tellegen, Lilian Frazão, AbelEm 1981, Thérèse Tellegen, Lilian Frazão, Abel Guedes e Jaen Clark Juliano fundaram o CentroGuedes e Jaen Clark Juliano fundaram o Centro de Estudos de Gestalt de São Paulo.de Estudos de Gestalt de São Paulo.  A Gestalterapia constituiu-se intensamente, noA Gestalterapia constituiu-se intensamente, no Brasil, como uma opção forte no âmbito dasBrasil, como uma opção forte no âmbito das psicologias e psicoterapias fenomenológicopsicologias e psicoterapias fenomenológico existenciais.existenciais.  Foi publicado no Brasil os textos básicos de Perls,Foi publicado no Brasil os textos básicos de Perls, o livroo livro Gestalt-TherapyGestalt-Therapy do Perls, Hefferline edo Perls, Hefferline e Goodman, texto difícil de ser metabolizado.Goodman, texto difícil de ser metabolizado.  Depois oDepois o Ego, Hunger and AgressionEgo, Hunger and Agression, o, o primeiro livro escrito pelo casal Perls, na Africa doprimeiro livro escrito pelo casal Perls, na Africa do Sul em 1942Sul em 1942
  • 38. Gestalt Terapia no BrasilGestalt Terapia no Brasil  Em 1984 a Thérèse publicaEm 1984 a Thérèse publica Gestalt eGestalt e Grupos: uma perspectiva sistêmicaGrupos: uma perspectiva sistêmica, o, o primeiro livro brasileiro de Gestalt.primeiro livro brasileiro de Gestalt.  Em 1985 Jorge Ponciano Ribeiro publica oEm 1985 Jorge Ponciano Ribeiro publica o Gestalt-Terapia: Refazendo um caminhoGestalt-Terapia: Refazendo um caminho..  1987 veio a São Paulo, para um Grupo de1987 veio a São Paulo, para um Grupo de Estudos Avançados, o Gary Yontef, um dosEstudos Avançados, o Gary Yontef, um dos maiores teorisadores da Gestalt-Terapiamaiores teorisadores da Gestalt-Terapia atual, com uma sólida formação ematual, com uma sólida formação em Fenomenologia e Existencialismo.Fenomenologia e Existencialismo.
  • 39.  No segundo semestre de 1990, oNo segundo semestre de 1990, o nordeste se fez presente,nordeste se fez presente, organizando sua reunião regional.organizando sua reunião regional.  III o Encontro Nacional de Gestalt-III o Encontro Nacional de Gestalt- TerapiaTerapia foi organizado pelo grupo defoi organizado pelo grupo de Brasilia em 1991.Brasilia em 1991. Gestalt Terapia no BrasilGestalt Terapia no Brasil
  • 40. Gestalt Terapia no BrasilGestalt Terapia no Brasil  institutos que trabalham e difundeminstitutos que trabalham e difundem a Gestalt Terapia no Brasil :a Gestalt Terapia no Brasil :  Instituto de Gestalt Terapia, no RioInstituto de Gestalt Terapia, no Rio de Janeiro ;de Janeiro ;  Instituto Gestal de São Paulo ;Instituto Gestal de São Paulo ;  Centro de Estudos de Gestalt-TerapiaCentro de Estudos de Gestalt-Terapia de Brasília (CEGEST)de Brasília (CEGEST)
  • 41. Prática e Metodologia daPrática e Metodologia da Gestalt TerapiaGestalt Terapia  É uma terapia que permite ao terapeutaÉ uma terapia que permite ao terapeuta inventar e/ou utilizar-se com liberdade einventar e/ou utilizar-se com liberdade e criatividade de técnicas e experimentoscriatividade de técnicas e experimentos provindos de diversas origens ,desde queprovindos de diversas origens ,desde que não se perca de vista os princípiosnão se perca de vista os princípios epistêmicos fenomenológicos queepistêmicos fenomenológicos que caracterizam a abordagem gestáltica , oscaracterizam a abordagem gestáltica , os objetivos terapêuticos delineados , e aobjetivos terapêuticos delineados , e a visão gestáltica de processo humano,o quevisão gestáltica de processo humano,o que inclui a compreensão de como se dãoinclui a compreensão de como se dão processos e distúrbios de contato ,processos e distúrbios de contato , percepção e awareness .percepção e awareness .
  • 42. Prática e Metodologia daPrática e Metodologia da Gestalt TerapiaGestalt Terapia  O terapeuta gestáltico podeO terapeuta gestáltico pode trabalhar com os experimentos detrabalhar com os experimentos de contato e awareness que se fizeramcontato e awareness que se fizeram conhecidos nos trabalhos de Fritzconhecidos nos trabalhos de Fritz Perls e outros gestaltistas da época ,Perls e outros gestaltistas da época , ou inventar outros .ou inventar outros .
  • 43. Prática e Metodologia daPrática e Metodologia da Gestalt TerapiaGestalt Terapia  Pode trabalhar com:Pode trabalhar com: 1.1. sonhossonhos 2.2. visualizaçõesvisualizações 3.3. fantasiasfantasias 4.4. mitosmitos 5.5. contoscontos
  • 44. Prática e Metodologia daPrática e Metodologia da Gestalt TerapiaGestalt Terapia 6.6. DramatizaçõesDramatizações 7.7. exercícios de relaxamento eexercícios de relaxamento e sensibilização corporalsensibilização corporal 8.8. atividades expressivas tais comoatividades expressivas tais como dança, desenho, modelagem,dança, desenho, modelagem, poesia, experimentos de dinâmicapoesia, experimentos de dinâmica grupal, de meditação.grupal, de meditação. 9.9. ou com nada disto.ou com nada disto.
  • 45. Prática e Metodologia daPrática e Metodologia da Gestalt TerapiaGestalt Terapia  AA Gestalt TerapiaGestalt Terapia , não se caracteriza, não se caracteriza por técnicas específicas, mas sim porpor técnicas específicas, mas sim por sua postura na relação terapêutica ,sua postura na relação terapêutica , por sua postura na eventual utilizaçãopor sua postura na eventual utilização de técnicas e experimentos, e na suade técnicas e experimentos, e na sua compreensão dos objetivos docompreensão dos objetivos do trabalho terapêutico.trabalho terapêutico.
  • 46. Prática e Metodologia daPrática e Metodologia da Gestalt TerapiaGestalt Terapia  A relação daA relação da Gestalt TerapiaGestalt Terapia comcom criatividade se dá em trêscriatividade se dá em três instâncias:instâncias: 1.1. concepção existencial de serconcepção existencial de ser humanohumano,, 2.2. na suana sua concepção de saúde econcepção de saúde e funcionamento saudávelfuncionamento saudável,, 3.3. e na suae na sua metodologiametodologia..
  • 47. Semântica geral trabalhadaSemântica geral trabalhada psicoterapicamente:psicoterapicamente:  - O trabalho psicoterápico da Gestalt Terapia focaliza aquilo- O trabalho psicoterápico da Gestalt Terapia focaliza aquilo que está aqui e agora, acessível ao cliente; aquilo sobre oque está aqui e agora, acessível ao cliente; aquilo sobre o qual ele pode entrar em contato e se responsabilizar emqual ele pode entrar em contato e se responsabilizar em cuidar sozinho – contando com o apoio do terapeuta.cuidar sozinho – contando com o apoio do terapeuta.  - Nesse contato as fronteiras se dão de dentro do universo- Nesse contato as fronteiras se dão de dentro do universo do cliente para fora (parte de seu mundo conhecido) nado cliente para fora (parte de seu mundo conhecido) na direção que ele quiser, de acordo com seu interesse.direção que ele quiser, de acordo com seu interesse.  - Estabelecimento de confiança – não somente pelo- Estabelecimento de confiança – não somente pelo terapeuta e pelo trabalho terapêutico, masterapeuta e pelo trabalho terapêutico, mas primordialmente, em si mesmo.primordialmente, em si mesmo.  - Partindo sempre de onde está, o cliente adquire o- Partindo sempre de onde está, o cliente adquire o conhecimento sobre o processo – dessa forma não éconhecimento sobre o processo – dessa forma não é tratado pelo terapeuta como alguém que não temtratado pelo terapeuta como alguém que não tem capacidade para entender o que está acontecendo.capacidade para entender o que está acontecendo.  -O que o terapeuta compartilha é do próprio mundo do-O que o terapeuta compartilha é do próprio mundo do cliente – com seus pontos de vista, linguagem, crenças,...;cliente – com seus pontos de vista, linguagem, crenças,...; valorizando seus recursos, seus aspectos saudáveis paravalorizando seus recursos, seus aspectos saudáveis para ampliar seu campo vivencial e vir a recontextualizar suasampliar seu campo vivencial e vir a recontextualizar suas situações inacabadas.situações inacabadas.
  • 48. Semântica geral trabalhadaSemântica geral trabalhada psicoterapicamente:psicoterapicamente:  - A gestalt Terapia tem uma visão especial quando- A gestalt Terapia tem uma visão especial quando considera a relação com o ser humano que a procura paraconsidera a relação com o ser humano que a procura para o trabalho terapêutico.o trabalho terapêutico.  - Para a Gestalt Terapia, a pessoa não é um meio para- Para a Gestalt Terapia, a pessoa não é um meio para atingir algo: para expressar o quanto à terapia é boa, ouatingir algo: para expressar o quanto à terapia é boa, ou envaidecer o ego do terapeuta.envaidecer o ego do terapeuta.  - Na GT, a pessoa é o fim, é o que almejamos e para onde- Na GT, a pessoa é o fim, é o que almejamos e para onde colocamos nossa atenção – Martin Buber (1878/1965)colocamos nossa atenção – Martin Buber (1878/1965) chamou de relação “eu/tu”.chamou de relação “eu/tu”.  - Em contrapartida vem o “eu/isso” que transforma o outro- Em contrapartida vem o “eu/isso” que transforma o outro ser humano em um meio - instrumento para alcançar algo.ser humano em um meio - instrumento para alcançar algo.  - Para o gestalt-terapeuta Yontef tem que se ressaltar a- Para o gestalt-terapeuta Yontef tem que se ressaltar a necessidade de inclusão para uma melhor qualidade donecessidade de inclusão para uma melhor qualidade do contato eu/tu – inclusão é exatamente não se deter aocontato eu/tu – inclusão é exatamente não se deter ao significado das palavras para quem escuta, mas procurar,significado das palavras para quem escuta, mas procurar, para além das palavras, compreender o outro como opara além das palavras, compreender o outro como o outro, tentando ver o mundo com os olhos deste.outro, tentando ver o mundo com os olhos deste.
  • 50. A pessoa do terapeuta na Relação PsicoterápicaA pessoa do terapeuta na Relação Psicoterápica A implicação do terapeuta no processo psicoterápicoA implicação do terapeuta no processo psicoterápico  - A relação terapeuta e cliente vão além- A relação terapeuta e cliente vão além do ato de observar e ser observado – odo ato de observar e ser observado – o terapeuta faz a relação na medida em queterapeuta faz a relação na medida em que é atingido por ela.é atingido por ela.  - O encontro tem que permitir plena- O encontro tem que permitir plena comunicação das partes envolvidas –comunicação das partes envolvidas – transcende a dicotomiatranscende a dicotomia observador/observado.observador/observado.  - Universos do eu/tu que se aproximam e- Universos do eu/tu que se aproximam e se comunicam, compartilhando o que ose comunicam, compartilhando o que o contexto mostra como importante para ocontexto mostra como importante para o desenvolvimento psicoterápico.desenvolvimento psicoterápico.
  • 51. A pessoa do terapeuta na Relação PsicoterápicaA pessoa do terapeuta na Relação Psicoterápica A implicação do terapeuta no processo psicoterápicoA implicação do terapeuta no processo psicoterápico  - A qualidade da relação psicoterápica acontece- A qualidade da relação psicoterápica acontece quando tanto o cliente quanto o terapeuta atingequando tanto o cliente quanto o terapeuta atinge a presença e a participação – desde que tala presença e a participação – desde que tal participação contemple a prioridade da relaçãoparticipação contemple a prioridade da relação que se estabelece: que esta possa servir aoque se estabelece: que esta possa servir ao indivíduo que procura terapia, para que eleindivíduo que procura terapia, para que ele alcance de maneira autônoma, sua satisfação,alcance de maneira autônoma, sua satisfação, seu reequilíbrio organísmico.seu reequilíbrio organísmico.  -- O terapeuta consegue descrever? O terapeutaO terapeuta consegue descrever? O terapeuta tem condições de enxergar o óbvio? Para um bomtem condições de enxergar o óbvio? Para um bom andamento do trabalho psicoterápico isso éandamento do trabalho psicoterápico isso é necessário.necessário.
  • 53. Atendimento 2Atendimento 2  -- Para a Psicanálise freudiana, um ato falho como este noPara a Psicanálise freudiana, um ato falho como este no atendimento 3 poderia gerar uma interpretação queatendimento 3 poderia gerar uma interpretação que apontasse uma fantasia de ter a mãe como esposa – aapontasse uma fantasia de ter a mãe como esposa – a questão é que poderia sim até haver um desejo deste,questão é que poderia sim até haver um desejo deste, ainda inconsciente, mas ir diretamente para este pontoainda inconsciente, mas ir diretamente para este ponto seria uma viagem puramente verbal.seria uma viagem puramente verbal.  - Nesse caso, a pessoa poderia “entender” a partir de uma- Nesse caso, a pessoa poderia “entender” a partir de uma interpretação de seu ato falho que ele realmente “deve ter”interpretação de seu ato falho que ele realmente “deve ter” um sentimento, uma fantasia com sua mãe, gerando daí oum sentimento, uma fantasia com sua mãe, gerando daí o ato falho.ato falho.  - Recebendo essa interpretação psicanalítica, a pessoa não- Recebendo essa interpretação psicanalítica, a pessoa não percebe como foi o caminho – como foi que se chegou atépercebe como foi o caminho – como foi que se chegou até essa conclusão. Além disso, o “efeito terapêutico daessa conclusão. Além disso, o “efeito terapêutico da interpretação por si só não pode ser suficiente”. (Reich,interpretação por si só não pode ser suficiente”. (Reich, 1982).1982).
  • 54. Atendimento 2Atendimento 2  - Dessa forma, a pessoa não aprende a lidar com os- Dessa forma, a pessoa não aprende a lidar com os problemas por si só – a lidar com seus sentimentos já queproblemas por si só – a lidar com seus sentimentos já que não são compartilhadas com a pessoa informaçõesnão são compartilhadas com a pessoa informações necessárias para que ela mesma chegue até estesnecessárias para que ela mesma chegue até estes sentimentos futuramente, sozinha.sentimentos futuramente, sozinha.  - Na gestalt terapia, exatamente por lidar com o momento- Na gestalt terapia, exatamente por lidar com o momento presente, todas as informações necessárias para se trilharpresente, todas as informações necessárias para se trilhar este caminho (da pessoa até a possibilidade de contatoeste caminho (da pessoa até a possibilidade de contato com seus conflitos) estão disponíveis.com seus conflitos) estão disponíveis.  - A pessoa vai caminhando de acordo com sua própria- A pessoa vai caminhando de acordo com sua própria medida, dentro do seu próprio ritmo e alcançando amedida, dentro do seu próprio ritmo e alcançando a segurança necessária para sua auto- reflexão posterior esegurança necessária para sua auto- reflexão posterior e obtenção de sua autonomia holística, ou seja, autônimaobtenção de sua autonomia holística, ou seja, autônima sobre seus sentimentos, seus pensamentos, sua emoções.sobre seus sentimentos, seus pensamentos, sua emoções.
  • 55. Psicologia da GestaltPsicologia da Gestalt XX Gestalt TerapiaGestalt Terapia
  • 56.  AA Gestalt TerapiaGestalt Terapia se preocupa com ose preocupa com o campo clínico, com as técnicas de trabalhocampo clínico, com as técnicas de trabalho e estudos que visam dar ao homem ase estudos que visam dar ao homem as condições necessárias para seu própriocondições necessárias para seu próprio crescimento.crescimento.  AA Psicologia da GestaltPsicologia da Gestalt, foi um campo de, foi um campo de pesquisa que trouxe uma série de novaspesquisa que trouxe uma série de novas perspectivas para entender a maneira comperspectivas para entender a maneira com a qual o homem se relaciona com oa qual o homem se relaciona com o mundo.mundo.
  • 57. BibliografiaBibliografia  Yontef, Gary M. -Yontef, Gary M. - PROCESSO, DIÁLOGO E AWARENESSPROCESSO, DIÁLOGO E AWARENESS ,, São Paulo:Summus, 1998São Paulo:Summus, 1998  Perls, Frederick -Perls, Frederick - GESTALT TERAPIA EXPLICADAGESTALT TERAPIA EXPLICADA ,, 7a.edição, São Paulo: Summus.7a.edição, São Paulo: Summus.  Ribeiro, J. P. -Ribeiro, J. P. - O CICLO DO CONTATOO CICLO DO CONTATO , São Paulo:, São Paulo: Summus, 1997Summus, 1997  Rodrigues,Hugo, E. –Rodrigues,Hugo, E. – INTRODUÇÃO À GESTALTINTRODUÇÃO À GESTALT TERAPIATERAPIA, Petrópolis –RJ:Editora Vozes, 2000., Petrópolis –RJ:Editora Vozes, 2000.  CIORNAI, Selma - Relação Entre Criatividade e Saúde naCIORNAI, Selma - Relação Entre Criatividade e Saúde na Gestalt Terapia, disponível emGestalt Terapia, disponível em http://www.profala.com/artpsico40.htmhttp://www.profala.com/artpsico40.htm  http://www.gestaltsp.com.brhttp://www.gestaltsp.com.br  http://www.igt.psc.brhttp://www.igt.psc.br  http://www.cegest.org.brhttp://www.cegest.org.br