O documento discute a mordomia cristã, enfatizando que tudo pertence a Deus e que os crentes são mordomos responsáveis por administrar suas vidas, tempo, talentos e recursos. A mordomia deve glorificar a Deus, com destaque para o uso do tesouro na forma de dízimos e ofertas, que são abordados em relação ao Antigo e Novo Testamento. O foco é que a contribuição deve ser uma prática de adoração e responsabilidade, refletindo a generosidade e fidelidade ao Senhor.