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Processo cognitivo @mch Questões para a Inteligência Questões para a Representação Questões para a Forma estética Questões para a Sensibilidade Questões para a Responsabilidade Questões para a Reflexão Proposições IMAGENS criadoras EMOÇÕES Expressivas reactivas EXPERIÊNCIAS multisensoriais DECISÕES Livres e responsáveis REFLEXÕES q.e.d. EUREKA Descobertas  intelectuais Conhecimento  em geral Argumentos Atitudes Percepções Evocações Asserções
3.  Diálogo com as Ciências ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
 
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6.1 O Ser é a orientação da consciência inteligente e racional para um objectivo irrestrito  6.2 O Ser não pertence a uma essência  6.3 O Ser não se define porque subjaz a toda a definição (vs. Empirismo - ser é o que é  experimentado, vs. Idealismo - ser e pensar são o mesmo, vs. Fenomenalismo - o ser é o aparece.  6.4 Como pode a noção de Ser possuir tantos significados?  6.5 O Ser é determinado à medida que se efectuam juízos correctos  6.6 O Ser tanto é unívoco ( porque apoia todos os demais conceitos) como análogo ( porque penetra todos os outros conceitos)  6.7 O Ser não é abstracto, é inclusivo, o seu conteúdo é a totalidade dos juízos correctos.  6.8 O Ser não é um género  6.9 O Ser é a noção de um universo concreto  O SER- Cap. 12
O desenvolvimento – cap. 15 Tendências emergentes e sucessões de operadores que alteram as leis a que indivíduo está sujeito  Leis Objectos relevante Compreensão  de indivíduos significativamente dissemelhantes ao subsumir as suas respectivas histórias sob princípios comuns Similia cum similibus Visão doentendimento Não-matemática Equação matemática, diferencial Carácter da noção Estabelecer sequências  em que variam correlações e regularidades Reduzir eventos regulares a leis Objectivo  Desenvolvimento Correlação inespecificada ou específica Princípio heurístico Método Genético Métodos clássicos Aspecto
O desenvolvimento – cap. 15 ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
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Mestrado de filosofia é realizações, s. paulo

  • 1. Bernard Lonergan 8 - 10 Abril, 2010 É Realizações, S. Paulo
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  • 8. Consciência 1 Sensibilidade Qualidades Curiosidade, Admiração, Espanto Forma de Comunicação Imperativo Sê Atento! Afirmações espontâneas Simbólico, interpessoal estético Contexto discursivo . Comunicação Afirmações Espontâneas .
  • 9. Consciência 2 Inteligência Qualidades Descoberta, Investigação Forma de Comunicação Imperativo Sê Inteligente! Proposições inteligíveis Linguagem comum, literária, metódica Contexto discursivo . . .
  • 10. Consciência 3 Reflexão Qualidades Dúvida metódica Forma de Comunicação Imperativo Sê Racional! Argumentos Ciências Sociais, Humanidades, Ciências Exactas Contexto discursivo . . .
  • 11. Consciência 4 Responsabilidade Qualidades assumir uma função, um cargo, um destino Forma de Comunicação Imperativo Sê Responsável! Decisão, compromisso, testemunho Papéis sociais. viver a vida Contexto discursivo . . .
  • 12. Consciência 5 Amor Qualidades amizade, família, assembleia Forma de Comunicação Imperativo Ama! Partilhar, comungar, libertar ajudar, solidarizar-se, salvar Contexto discursivo . . .
  • 13. Processo cognitivo @mch Questões para a Inteligência Questões para a Representação Questões para a Forma estética Questões para a Sensibilidade Questões para a Responsabilidade Questões para a Reflexão Proposições IMAGENS criadoras EMOÇÕES Expressivas reactivas EXPERIÊNCIAS multisensoriais DECISÕES Livres e responsáveis REFLEXÕES q.e.d. EUREKA Descobertas intelectuais Conhecimento em geral Argumentos Atitudes Percepções Evocações Asserções
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  • 23. Juízos Científicos Juízos de senso comum Utilizam termos exactos com correlações gerais Utilizam constantes Analíticos e com estrutura dedutiva Linguagem familiar Diferenças de frequências definidas nas coisas Preocupação com expectativas normais Objecto - a coisa em si Objecto - as coisas para nós Inimagináveis Imagináveis Invariantes Relativos Universais Particulares Explicativos, compreensivos Experienciais
  • 24. Juízos de senso comum Juízos Científicos Experienciais Explicativos, compreensivos Particulares Universais Relativos Invariantes Imagináveis Inimagináveis Objecto - as coisas para nós Objecto - a coisa em si Preocupação com expectativas normais Diferenças de frequências definidas nas coisas Linguagem familiar Analíticos e com estrutura dedutiva Utilizam constantes Utilizam termos exactos com correlações gerais
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  • 35. O Sujeito como Sujeito
  • 36. O Sujeito como Sujeito
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  • 38. 6.1 O Ser é a orientação da consciência inteligente e racional para um objectivo irrestrito 6.2 O Ser não pertence a uma essência 6.3 O Ser não se define porque subjaz a toda a definição (vs. Empirismo - ser é o que é experimentado, vs. Idealismo - ser e pensar são o mesmo, vs. Fenomenalismo - o ser é o aparece. 6.4 Como pode a noção de Ser possuir tantos significados? 6.5 O Ser é determinado à medida que se efectuam juízos correctos 6.6 O Ser tanto é unívoco ( porque apoia todos os demais conceitos) como análogo ( porque penetra todos os outros conceitos) 6.7 O Ser não é abstracto, é inclusivo, o seu conteúdo é a totalidade dos juízos correctos. 6.8 O Ser não é um género 6.9 O Ser é a noção de um universo concreto O SER- Cap. 12
  • 39. O desenvolvimento – cap. 15 Tendências emergentes e sucessões de operadores que alteram as leis a que indivíduo está sujeito Leis Objectos relevante Compreensão de indivíduos significativamente dissemelhantes ao subsumir as suas respectivas histórias sob princípios comuns Similia cum similibus Visão doentendimento Não-matemática Equação matemática, diferencial Carácter da noção Estabelecer sequências em que variam correlações e regularidades Reduzir eventos regulares a leis Objectivo Desenvolvimento Correlação inespecificada ou específica Princípio heurístico Método Genético Métodos clássicos Aspecto
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Notas do Editor

  1. As configurações da Consciência