SlideShare uma empresa Scribd logo
Trabalho elaborado por:
Nome: Bárbara Morim
Nº de aluno: A83540
Email: a83540@alunos.uminho.pt
Data: 23/10/2017
1º ano - Relações Internacionais – Metodologia da Ciência Política
Exercício 7
Resumo do capítulo VII do livro “Metodologia para a investigação social” (2011)
de Silvestre, H. C. & Araújo, J. F.
“MEDIÇÃO: PROPRIEDADE E PROBLEMAS”
Silvia M. Mendes & Pedro J. Camões
“Para avaliarmos as hipóteses, temos de as decompor nos seus elementos
mais básicos – os conceitos.” [1]
Mendes, S. M. & Camões, P. J. ( 2011: 121)
“ Numa análise sucinta do problema de medição, começamos por apresentar
explicitamente os elementos básicos do problema da medição – conceitos,
variáveis e indicadores. ” [1]
Mendes, S. M. & Camões, P. J. ( 2011: 122)
[1] Ver Bibliografia (diap.25 )
ÍNDICE:
Conceitos-chave: Conceito, medição de conceitos, indicador, nível de medição, erro aleatório, erro sistemático, validade de
medição, eficiência de medição, viés e enviesamento.
2. Medição: dos Conceitos às Variáveis (diap.6)
1.Introdução (diap.5)
3. Níveis de Medição (diap.9)
A. Nominal
B. Ordinal
C. Intervalo
4. Erro de Medição (diap.10)
A. O que é?
B. Fontes de Erro de Medição
C. Tipos de erro: Aleatório e Sistemático
D. Problemas de Ineficiência e Viés
ÍNDICE (CONT.):
6. Bibliografia (diap.17)
5. Propriedades da Medição (diap.13)
A. Propriedades de Validação da Medição
A.1. Fiabilidade
A.2. Validade
A.3. Trade-off: Validade vs. Fiabilidade
1. INTRODUÇÃO
CIÊNCIA
Observação
(processo empírico)
Permite o
levantamento de
problemáticas de uma
realidade social
Formulação de
Hipóteses
Constituídas de
Conceitos
Observáveis pela
Medição de
ConceitosDesafios de uma investigação científica sólida:
• Dominar e minimizar os erros de medição
Influenciam o grau de credibilidade
das hipóteses em estudo
Diagrama 1. Sequência do levantamento de Conceitos até à sua medição.
2. MEDIÇÃO: DOS CONCEITOS ÀS VARIÁVEIS
Teste das Hipóteses
Questões de Pesquisa
❶ ❷ ❸ ❹ ❺ ❻ ❼
Área de pesquisa
Problema, a literatura da
temática e o contexto em
Hipóteses
Design da
investigação
Recolha e análise de dados
Diagrama 2. Sequência da pesquisa empírica
Fonte: Silvestre, H e Silvestre, M. (2011),
Metodologia para a Investigação Social.
Escolar Editora, pp38, Gráfico 3.1. enfâse de
Bárbara Morim
Operacionalização do
design ou hipóteses
Passagem de Conceitos
(building blocks) a variáveis
(indicadores), elementos
base de análise empírica
Medição dos Conceitos
2. MEDIÇÃO: DOS CONCEITOS ÀS VARIÁVEIS
→ Fases do Processo de Medição de Conceitos:
1º) Conceptualização: (. Fase 4 diagrama 2 diap.6)
Conceito X Proposição Conceito Y
2º) Conceitos e variáveis: (. Fase 5 diagrama 2 diap.6)
Conceito X
Variável X
Proposição
Hipótese
1º) Resultado da passagem da Conceptualização para a medição (. Resultado da fase 5 diagrama 2 diap.6)
Indicador (s) X Hipótese de trabalho Indicador (s) Y
Conceito Y
Variável Y
Conceito X
Variável X
Proposição
Hipótese
Conceito Y
Variável Y
Figura 1.. Transformação de conceitos em
Indicadores com a medição.
Fonte: Mendes, S. & Camões, J. (2011), “
Medição: Propriedades e Problemas”. Em :
Silvestre, H. C. & Araújo J. F. (2011); “
Metodologia para a investigação social”;
Lisboa; Escola Editora, Cap. VII, pp. 123,
figura 7.1
2. MEDIÇÃO: DOS CONCEITOS ÀS VARIÁVEIS (CONT)
Operacionalização dos Conceitos depende de:
→ Forma de elaboração (captação ou medição) dos diferentes atributos/ indicadores de cada conceito/variável
Medição consiste na:
→ passagem do plano conceptual para o plano operacional;
→ atribuição de valores numéricos aos conceitos
Indicadores:
→ representam as características de interesse de cada variável ( conceito)
→ quantificam os casos a observar em valores quer numéricos quer simbólicos
Conceito
Conceito
Variável
Indicadores
Conceito
Conceito
Variável
Indicadores
Hipótese de trabalho
Proposição
Figura 1. Exemplo de Medição de Conceito:
Severidade de Punição e a Teoria da Dissuasão
Fonte: Silvestre, H e Silvestre, M. (2011), Metodologia
para a Investigação Social. Escolar Editora, pp125,
Figura 7.2 enfâse de Bárbara Morim
3. NÍVEIS DE MEDIÇÃO
As variáveis tanto podem ser quantitativas como qualitativas.
Porém, todas as variáveis podem ser medidas desde haja instrumentos de medição capazes de abranger mais ou menos
categorias de diferenciação para cada indicador, exemplo:
→ Nacionalidade (indicador): Portuguesa, Espanhola, Romena,…( categorias)
Deve-se à definição de diferentes Níveis de Medição, cada nível com o seu respetivo grau de precisão
Intervalo
• Ordenação com atribuição de um
valor numérico ao indicador;
• Nível mais preciso;
• Quantificação das distâncias
relativas entre as medidas.
• Estatísticas numéricas
Ordinal
• Ordenação entre categorias num
indicador;
• Exemplos: Concordância com
livre-câmbio de pessoas e
mercadorias na EU:
Discordo totalmente
Não concordo
Indiferente
Concordo
Nominal:
• Distinção entre categorias
num indicador;
• Exemplos: Género sexual,
Nacionalidade, Cor de Pele
4. ERRO DE MEDIÇÃO
4.A. O que é?
• Variação irreal de valores atribuídos aos indicadores no estudo cientifico.
• O erro de medição ocorre quando a variação de valores não corresponde à verdadeira diferença entre os casos
estudados.
• Exemplo: Os indicadores de governação (indicadores subjetivos e abstratos) devem ser considerados aproximações
das características basilares de uma boa governação, com as margens do erro identificadas.
• Causas:
→ dificuldade em observar fenómenos sociais;
→ imperfeição dos meios de medição.
• Como lidar:
→ minimizar o erro, inferindo limites de confiança.
→ maximizar a validade nominal e de conteúdo dos conceitos
Indicador(s) = Conceito + Erro
• Literatura designa os Erros como “barulho” das Hipóteses de Trabalho,
• Aumenta a variação das estimativas, provocando falta de credibilidade nos resultados.
4. ERROS DE MEDIÇÃO
4.B. Fontes de Erro de Medição
• Problemas com o instrumento de medida;
• Diferenças:
→ Interpretação do instrumento;
→ Administração do instrumento;
→ Nas características unidades de análise;
→ No ambiente em que ocorre a medição;
→ No processamento dos dados.
4. ERROS DE MEDIÇÃO
4.C. Tipos de Erro de Medição: Aleatório e Sistemático
4.D.Problemas de Ineficiência e de Viés
Tipos de Erro de Medição
Erro Aleatório Erro Sistemático
Efeito Falta de precisão ou constância de
valores.
Constante em todas as medições
Manifestação Medidas diferentes em cada
medição
Medidas com valores aproximadamente
constantes, mas os valores não são próximos
da média esperada
Controlo Não controlável Controlável
Minimização do
Erro
Elevado número de ensaios
(repetições) de medição
Identificação e correção do erro na fonte
Problemas
associados
Inferência: intervalo de confiança
em volta da estimativa é demasiado
grande
Viés: o valor verdadeiro não se encontra no
intervalo de confiança estabelecido na
medição
Tabela 1. Tipos de Erro de Medição
5. ATRIBUTOS DA MEDIÇÃO
4.A. Propriedades de Validação da Medição
→ Fiabilidade: caracterizar o grau de credibilidade e fiabilidade de
uma medição, numa medição fiável, os valores são estáveis de
medição para medição, estão inerentes problemas ineficiência.
→ Validade: medição apresenta os verdadeiros valores da variável,
mede o nível de validez de uma medição
Dimensões e Tipos de Fiabilidade segundo Trichom,2010; O´Sulivan e Rassel, 1989
Dimensão Tipo Descrição Manifestação da Falta de
fiabilidade
Estabilidade Test- Retest A medição de um conceito é estável em
todos os ensaios repetidos, em
momentos diferentes.
Divergência de valores entre
sucessivas medidas
Equivalência Inter-observador Diferentes investigadores medem o
mesmo conceito no mesmo ou diferente
momento
Diferentes Investigadores
medem o mesmo conceito com
os mesmos agentes e têm
resultados diferentesParalela Medição do mesmo conceito com
instrumentos diferentes
Consistência Interna Consistência interna Todas as categorias medidas pelo
instrumento de medição estão
relacionadas com o mesmo conceito
Falta de coerência dimensional
na medição
Tabela 2. Tipos de Fiabilidade
Fonte: Silvestre, H e Silvestre, M. (2011), Metodologia para a Investigação Social. Escolar Editora, pp133, Tabela 7.3. enfâse de Bárbara Morim
5. ATRIBUTOS DA MEDIÇÃO
5.A.2. Propriedades de Validação da Medição:
VALIDADE
Nominal:
• A medição reúne com
facilidade concordância com
o conceito;
• Baseia-se no senso comum;
• “ A escolha de indicadores
particulares (...) reflete o
estado de desenvolvimento
teórico numa dada área das
CSH” (Przeworskie Teune,
1970: 102-3).
• Validação mais comum;
• Exemplo: se perceção de um
conceito varia de indivíduo
para indivíduo, não tem
validade nominal.
Conteúdo
• Capacidade abrangente de
uma medida em relação a
uma vasta gama de
interpretações e dimensões
de um conceito;
• Exemplo: conceito de
“confiança política”, não
especifica as dimensões da
análise: governo, nas
camaras, nas juntas de
freguesia, no Ministério
Público,…
Construção:
• Indicadores traduzem
eficazmente os conceitos em
medição;
• Relação entre medidas
alternativas de um conceito e
medidas de conceitos diferente;
• Realização de testes empíricos:
validade empírica ou pragmática:
→ validade concurrent ( no mesmo
momento)
→ validade de previsão ( informação
do presente ou futuro)
• Dois Testes Empíricos:
→ Lógica de consistência interna (
validade convergente)
→ Lógica de consistência externa
(validade discriminante)
5. ATRIBUTOS DA MEDIÇÃO
5.A.2. Propriedades de Validação da Medição:
Conceito X
Medições do
Indicador 3
Medições do
Indicador 1
Medições do
Indicador 2
Medições do
Indicador Z
Medições do
Indicador Y
Medições do
Indicador X
≈≈
≠ ≠
Conceito Y Conceito ZConceito X
Validade Convergente:
• Medições do mesmo
conceito com
indicadores diferentes
com resultados
semelhantes;
• Medições diferentes
convergem
Validade Discriminante:
• Medição do nível de
diferenciação do
Conceito X em relação
aos conceitos restantes;
• Relaciona o conceito, o
indicador e a medição de
modo a diferenciar o
conceito em estudo.
Figura 2. Tipos de Validade de Construção
Fonte: Mendes, S. & Camões, J. (2011), “ Medição: Propriedades e Problemas”. Em : Silvestre, H. C. & Araújo J. F. (2011);
“ Metodologia para a investigação social”; Lisboa; Escola Editora, Cap. VII, pp. 127, figura 7.4, enfâse Bárbara Morim
5. ATRIBUTOS DA MEDIÇÃO
5.A.3. Propriedades de Validação da Medição:
A maximização de uma propriedade de Validação da Medição tende a prejudicar a outra.
Trade-off: entre a fiabilidade e validade de medição. Quanto mais fiável for um medição, mais restrita ela é para poder
ser interpretada e compreendida da mesma forma por todos os indivíduos.
• Exemplificação da relação entre fiabilidade e Validade.
Comparação a um jogo de dardos. Cada ponto corresponde ao número de tentativas (número de medições) de acertar no
centro (valor verdadeiro).
Figura 3. Tipos de Validade de Construção
Fonte: Mendes, S. & Camões, J. (2011), “ Medição: Propriedades e Problemas”. Em : Silvestre, H. C. & Araújo J. F. (2011); “ Metodologia para a investigação social”; Lisboa; Escola Editora, Cap. VII, pp. 127, figura 7.5
5. BIBLIOGRAFIA
[1] Mendes, S. & Camões, J. (2011), “ Medição: Propriedades e Problemas”. Em : Silvestre, H. C. & Araújo J. F.
(2011); “ Metodologia para a investigação social”; Lisboa; Escola Editora, Cap. VII, pp. 121-140

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a MEDIÇÃO: PROPRIEDADE E PROBLEMAS” Silvia M. Mendes & Pedro J. Camões

Mtodosquantitativosequalitativos1 101025183952-phpapp02
Mtodosquantitativosequalitativos1 101025183952-phpapp02Mtodosquantitativosequalitativos1 101025183952-phpapp02
Mtodosquantitativosequalitativos1 101025183952-phpapp02
Grace Lacerda
 
Métodos quantitativos e_qualitativos1
Métodos quantitativos e_qualitativos1Métodos quantitativos e_qualitativos1
Métodos quantitativos e_qualitativos1
queenbianca
 
estudos de mercado apontamentos_.docx
estudos de mercado apontamentos_.docxestudos de mercado apontamentos_.docx
estudos de mercado apontamentos_.docx
DianaAlves474855
 
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativosIntrodução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Leticia Strehl
 
23 metodos qualitativos e quantitativos
23 metodos qualitativos e quantitativos23 metodos qualitativos e quantitativos
23 metodos qualitativos e quantitativos
Joao Balbi
 
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhareFórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Guilhermina Miranda
 
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhareFórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Rucamina
 
Pesquisa Quantitativa - Simone
Pesquisa Quantitativa - SimonePesquisa Quantitativa - Simone
MÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DE PESQUISA
MÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DE PESQUISAMÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DE PESQUISA
MÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DE PESQUISA
Tecoluca Luiz
 
Pos aula - quantitativo xqualitativo
Pos aula - quantitativo xqualitativoPos aula - quantitativo xqualitativo
Pos aula - quantitativo xqualitativo
T Viana
 
Educação Ambiental, avaliação e aprendizagem
Educação Ambiental, avaliação e aprendizagemEducação Ambiental, avaliação e aprendizagem
Educação Ambiental, avaliação e aprendizagem
Wagner da Luz
 
Ii. O Processo De InvestigaçãO
Ii. O Processo De InvestigaçãOIi. O Processo De InvestigaçãO
Ii. O Processo De InvestigaçãO
guest5b37db
 
Mini curso aula 04
Mini curso aula 04Mini curso aula 04
Mini curso aula 04
Victor Maia Senna Delgado
 
2012 aula1 (1)
2012 aula1 (1)2012 aula1 (1)
2012 aula1 (1)
Fernando Lira Lira
 
Pesquisa Quantitativa: aspectos teóricos e computacionais
Pesquisa Quantitativa: aspectos teóricos e computacionaisPesquisa Quantitativa: aspectos teóricos e computacionais
Pesquisa Quantitativa: aspectos teóricos e computacionais
Rodrigo Rodrigues
 
Apostila estatistica-ufmg
Apostila estatistica-ufmgApostila estatistica-ufmg
Apostila estatistica-ufmg
Rodrigues Fonseca
 
Instrumentos para Pesquisa
Instrumentos para PesquisaInstrumentos para Pesquisa
Instrumentos para Pesquisa
Hilma Khoury
 
Estatística básica
Estatística básicaEstatística básica
Estatística básica
Jose_ferreira
 
Método quantitativo-finalizado- slides
Método quantitativo-finalizado- slidesMétodo quantitativo-finalizado- slides
Método quantitativo-finalizado- slides
Emanuele Chaia
 
7 diagnostico-objectivos-estrategias de intervencao
7   diagnostico-objectivos-estrategias de intervencao7   diagnostico-objectivos-estrategias de intervencao
7 diagnostico-objectivos-estrategias de intervencao
Universidade de Coimbra
 

Semelhante a MEDIÇÃO: PROPRIEDADE E PROBLEMAS” Silvia M. Mendes & Pedro J. Camões (20)

Mtodosquantitativosequalitativos1 101025183952-phpapp02
Mtodosquantitativosequalitativos1 101025183952-phpapp02Mtodosquantitativosequalitativos1 101025183952-phpapp02
Mtodosquantitativosequalitativos1 101025183952-phpapp02
 
Métodos quantitativos e_qualitativos1
Métodos quantitativos e_qualitativos1Métodos quantitativos e_qualitativos1
Métodos quantitativos e_qualitativos1
 
estudos de mercado apontamentos_.docx
estudos de mercado apontamentos_.docxestudos de mercado apontamentos_.docx
estudos de mercado apontamentos_.docx
 
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativosIntrodução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
 
23 metodos qualitativos e quantitativos
23 metodos qualitativos e quantitativos23 metodos qualitativos e quantitativos
23 metodos qualitativos e quantitativos
 
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhareFórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
 
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhareFórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
Fórum jovens investigadores 2014.versão slidhare
 
Pesquisa Quantitativa - Simone
Pesquisa Quantitativa - SimonePesquisa Quantitativa - Simone
Pesquisa Quantitativa - Simone
 
MÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DE PESQUISA
MÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DE PESQUISAMÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DE PESQUISA
MÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DE PESQUISA
 
Pos aula - quantitativo xqualitativo
Pos aula - quantitativo xqualitativoPos aula - quantitativo xqualitativo
Pos aula - quantitativo xqualitativo
 
Educação Ambiental, avaliação e aprendizagem
Educação Ambiental, avaliação e aprendizagemEducação Ambiental, avaliação e aprendizagem
Educação Ambiental, avaliação e aprendizagem
 
Ii. O Processo De InvestigaçãO
Ii. O Processo De InvestigaçãOIi. O Processo De InvestigaçãO
Ii. O Processo De InvestigaçãO
 
Mini curso aula 04
Mini curso aula 04Mini curso aula 04
Mini curso aula 04
 
2012 aula1 (1)
2012 aula1 (1)2012 aula1 (1)
2012 aula1 (1)
 
Pesquisa Quantitativa: aspectos teóricos e computacionais
Pesquisa Quantitativa: aspectos teóricos e computacionaisPesquisa Quantitativa: aspectos teóricos e computacionais
Pesquisa Quantitativa: aspectos teóricos e computacionais
 
Apostila estatistica-ufmg
Apostila estatistica-ufmgApostila estatistica-ufmg
Apostila estatistica-ufmg
 
Instrumentos para Pesquisa
Instrumentos para PesquisaInstrumentos para Pesquisa
Instrumentos para Pesquisa
 
Estatística básica
Estatística básicaEstatística básica
Estatística básica
 
Método quantitativo-finalizado- slides
Método quantitativo-finalizado- slidesMétodo quantitativo-finalizado- slides
Método quantitativo-finalizado- slides
 
7 diagnostico-objectivos-estrategias de intervencao
7   diagnostico-objectivos-estrategias de intervencao7   diagnostico-objectivos-estrategias de intervencao
7 diagnostico-objectivos-estrategias de intervencao
 

Mais de Bárbara Morim

Influência cultural em Negociação - NAFTA 1991
Influência cultural em Negociação - NAFTA 1991Influência cultural em Negociação - NAFTA 1991
Influência cultural em Negociação - NAFTA 1991
Bárbara Morim
 
Teste Global sobre Logística
Teste Global sobre LogísticaTeste Global sobre Logística
Teste Global sobre Logística
Bárbara Morim
 
Essay sobre PEP e CPLP
Essay sobre PEP e CPLPEssay sobre PEP e CPLP
Essay sobre PEP e CPLP
Bárbara Morim
 
“TEORIAS, HIPÓTESES E A REVISÃO DA LITERATURA” Silvia M. Mendes
“TEORIAS, HIPÓTESES E A REVISÃO DA LITERATURA” Silvia M. Mendes“TEORIAS, HIPÓTESES E A REVISÃO DA LITERATURA” Silvia M. Mendes
“TEORIAS, HIPÓTESES E A REVISÃO DA LITERATURA” Silvia M. Mendes
Bárbara Morim
 
REVISÃO CRÍTICA DA BIBLIOGRAFIA
REVISÃO CRÍTICA DA BIBLIOGRAFIAREVISÃO CRÍTICA DA BIBLIOGRAFIA
REVISÃO CRÍTICA DA BIBLIOGRAFIA
Bárbara Morim
 
OS CRITÉRIOS DE UMA BOA PERGUNTA DE PARTIDA”
OS CRITÉRIOS DE UMA BOA PERGUNTA DE PARTIDA”OS CRITÉRIOS DE UMA BOA PERGUNTA DE PARTIDA”
OS CRITÉRIOS DE UMA BOA PERGUNTA DE PARTIDA”
Bárbara Morim
 
“A ÁREA, O TEMA E O PROBLEMA DE PESQUISA COMO FATORES DETERMINANTES NO PROCES...
“A ÁREA, O TEMA E O PROBLEMA DE PESQUISA COMO FATORES DETERMINANTES NO PROCES...“A ÁREA, O TEMA E O PROBLEMA DE PESQUISA COMO FATORES DETERMINANTES NO PROCES...
“A ÁREA, O TEMA E O PROBLEMA DE PESQUISA COMO FATORES DETERMINANTES NO PROCES...
Bárbara Morim
 
OS CONCEITOS COMO BLOCO SINTEGRANTES DAS TEORIAS E ELEMENTOS BÁSICOS DO MÉTOD...
OS CONCEITOS COMO BLOCO SINTEGRANTES DAS TEORIAS E ELEMENTOS BÁSICOS DO MÉTOD...OS CONCEITOS COMO BLOCO SINTEGRANTES DAS TEORIAS E ELEMENTOS BÁSICOS DO MÉTOD...
OS CONCEITOS COMO BLOCO SINTEGRANTES DAS TEORIAS E ELEMENTOS BÁSICOS DO MÉTOD...
Bárbara Morim
 
(2011) - “METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: TEORIA E...
(2011) - “METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: TEORIA E...(2011) - “METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: TEORIA E...
(2011) - “METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: TEORIA E...
Bárbara Morim
 
Resumo de Narrativas Estratégicas e Identidade de Grande Potência de Laura Ro...
Resumo de Narrativas Estratégicas e Identidade de Grande Potência de Laura Ro...Resumo de Narrativas Estratégicas e Identidade de Grande Potência de Laura Ro...
Resumo de Narrativas Estratégicas e Identidade de Grande Potência de Laura Ro...
Bárbara Morim
 
Resumo do Artigo de Aidan Hehir (2019) – “Soberania como responsabilidade: O ...
Resumo do Artigo de Aidan Hehir (2019) – “Soberania como responsabilidade: O ...Resumo do Artigo de Aidan Hehir (2019) – “Soberania como responsabilidade: O ...
Resumo do Artigo de Aidan Hehir (2019) – “Soberania como responsabilidade: O ...
Bárbara Morim
 
Segurança Energética – Caso Áustria
Segurança Energética – Caso ÁustriaSegurança Energética – Caso Áustria
Segurança Energética – Caso Áustria
Bárbara Morim
 
Resumo dos 40º Colóquios das Relações Internacionais 2019
Resumo dos 40º Colóquios das Relações Internacionais 2019Resumo dos 40º Colóquios das Relações Internacionais 2019
Resumo dos 40º Colóquios das Relações Internacionais 2019
Bárbara Morim
 

Mais de Bárbara Morim (13)

Influência cultural em Negociação - NAFTA 1991
Influência cultural em Negociação - NAFTA 1991Influência cultural em Negociação - NAFTA 1991
Influência cultural em Negociação - NAFTA 1991
 
Teste Global sobre Logística
Teste Global sobre LogísticaTeste Global sobre Logística
Teste Global sobre Logística
 
Essay sobre PEP e CPLP
Essay sobre PEP e CPLPEssay sobre PEP e CPLP
Essay sobre PEP e CPLP
 
“TEORIAS, HIPÓTESES E A REVISÃO DA LITERATURA” Silvia M. Mendes
“TEORIAS, HIPÓTESES E A REVISÃO DA LITERATURA” Silvia M. Mendes“TEORIAS, HIPÓTESES E A REVISÃO DA LITERATURA” Silvia M. Mendes
“TEORIAS, HIPÓTESES E A REVISÃO DA LITERATURA” Silvia M. Mendes
 
REVISÃO CRÍTICA DA BIBLIOGRAFIA
REVISÃO CRÍTICA DA BIBLIOGRAFIAREVISÃO CRÍTICA DA BIBLIOGRAFIA
REVISÃO CRÍTICA DA BIBLIOGRAFIA
 
OS CRITÉRIOS DE UMA BOA PERGUNTA DE PARTIDA”
OS CRITÉRIOS DE UMA BOA PERGUNTA DE PARTIDA”OS CRITÉRIOS DE UMA BOA PERGUNTA DE PARTIDA”
OS CRITÉRIOS DE UMA BOA PERGUNTA DE PARTIDA”
 
“A ÁREA, O TEMA E O PROBLEMA DE PESQUISA COMO FATORES DETERMINANTES NO PROCES...
“A ÁREA, O TEMA E O PROBLEMA DE PESQUISA COMO FATORES DETERMINANTES NO PROCES...“A ÁREA, O TEMA E O PROBLEMA DE PESQUISA COMO FATORES DETERMINANTES NO PROCES...
“A ÁREA, O TEMA E O PROBLEMA DE PESQUISA COMO FATORES DETERMINANTES NO PROCES...
 
OS CONCEITOS COMO BLOCO SINTEGRANTES DAS TEORIAS E ELEMENTOS BÁSICOS DO MÉTOD...
OS CONCEITOS COMO BLOCO SINTEGRANTES DAS TEORIAS E ELEMENTOS BÁSICOS DO MÉTOD...OS CONCEITOS COMO BLOCO SINTEGRANTES DAS TEORIAS E ELEMENTOS BÁSICOS DO MÉTOD...
OS CONCEITOS COMO BLOCO SINTEGRANTES DAS TEORIAS E ELEMENTOS BÁSICOS DO MÉTOD...
 
(2011) - “METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: TEORIA E...
(2011) - “METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: TEORIA E...(2011) - “METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: TEORIA E...
(2011) - “METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: TEORIA E...
 
Resumo de Narrativas Estratégicas e Identidade de Grande Potência de Laura Ro...
Resumo de Narrativas Estratégicas e Identidade de Grande Potência de Laura Ro...Resumo de Narrativas Estratégicas e Identidade de Grande Potência de Laura Ro...
Resumo de Narrativas Estratégicas e Identidade de Grande Potência de Laura Ro...
 
Resumo do Artigo de Aidan Hehir (2019) – “Soberania como responsabilidade: O ...
Resumo do Artigo de Aidan Hehir (2019) – “Soberania como responsabilidade: O ...Resumo do Artigo de Aidan Hehir (2019) – “Soberania como responsabilidade: O ...
Resumo do Artigo de Aidan Hehir (2019) – “Soberania como responsabilidade: O ...
 
Segurança Energética – Caso Áustria
Segurança Energética – Caso ÁustriaSegurança Energética – Caso Áustria
Segurança Energética – Caso Áustria
 
Resumo dos 40º Colóquios das Relações Internacionais 2019
Resumo dos 40º Colóquios das Relações Internacionais 2019Resumo dos 40º Colóquios das Relações Internacionais 2019
Resumo dos 40º Colóquios das Relações Internacionais 2019
 

Último

Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
nunesly
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
WilianeBarbosa2
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 

Último (20)

Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 

MEDIÇÃO: PROPRIEDADE E PROBLEMAS” Silvia M. Mendes & Pedro J. Camões

  • 1. Trabalho elaborado por: Nome: Bárbara Morim Nº de aluno: A83540 Email: a83540@alunos.uminho.pt Data: 23/10/2017 1º ano - Relações Internacionais – Metodologia da Ciência Política Exercício 7 Resumo do capítulo VII do livro “Metodologia para a investigação social” (2011) de Silvestre, H. C. & Araújo, J. F. “MEDIÇÃO: PROPRIEDADE E PROBLEMAS” Silvia M. Mendes & Pedro J. Camões
  • 2. “Para avaliarmos as hipóteses, temos de as decompor nos seus elementos mais básicos – os conceitos.” [1] Mendes, S. M. & Camões, P. J. ( 2011: 121) “ Numa análise sucinta do problema de medição, começamos por apresentar explicitamente os elementos básicos do problema da medição – conceitos, variáveis e indicadores. ” [1] Mendes, S. M. & Camões, P. J. ( 2011: 122) [1] Ver Bibliografia (diap.25 )
  • 3. ÍNDICE: Conceitos-chave: Conceito, medição de conceitos, indicador, nível de medição, erro aleatório, erro sistemático, validade de medição, eficiência de medição, viés e enviesamento. 2. Medição: dos Conceitos às Variáveis (diap.6) 1.Introdução (diap.5) 3. Níveis de Medição (diap.9) A. Nominal B. Ordinal C. Intervalo 4. Erro de Medição (diap.10) A. O que é? B. Fontes de Erro de Medição C. Tipos de erro: Aleatório e Sistemático D. Problemas de Ineficiência e Viés
  • 4. ÍNDICE (CONT.): 6. Bibliografia (diap.17) 5. Propriedades da Medição (diap.13) A. Propriedades de Validação da Medição A.1. Fiabilidade A.2. Validade A.3. Trade-off: Validade vs. Fiabilidade
  • 5. 1. INTRODUÇÃO CIÊNCIA Observação (processo empírico) Permite o levantamento de problemáticas de uma realidade social Formulação de Hipóteses Constituídas de Conceitos Observáveis pela Medição de ConceitosDesafios de uma investigação científica sólida: • Dominar e minimizar os erros de medição Influenciam o grau de credibilidade das hipóteses em estudo Diagrama 1. Sequência do levantamento de Conceitos até à sua medição.
  • 6. 2. MEDIÇÃO: DOS CONCEITOS ÀS VARIÁVEIS Teste das Hipóteses Questões de Pesquisa ❶ ❷ ❸ ❹ ❺ ❻ ❼ Área de pesquisa Problema, a literatura da temática e o contexto em Hipóteses Design da investigação Recolha e análise de dados Diagrama 2. Sequência da pesquisa empírica Fonte: Silvestre, H e Silvestre, M. (2011), Metodologia para a Investigação Social. Escolar Editora, pp38, Gráfico 3.1. enfâse de Bárbara Morim Operacionalização do design ou hipóteses Passagem de Conceitos (building blocks) a variáveis (indicadores), elementos base de análise empírica Medição dos Conceitos
  • 7. 2. MEDIÇÃO: DOS CONCEITOS ÀS VARIÁVEIS → Fases do Processo de Medição de Conceitos: 1º) Conceptualização: (. Fase 4 diagrama 2 diap.6) Conceito X Proposição Conceito Y 2º) Conceitos e variáveis: (. Fase 5 diagrama 2 diap.6) Conceito X Variável X Proposição Hipótese 1º) Resultado da passagem da Conceptualização para a medição (. Resultado da fase 5 diagrama 2 diap.6) Indicador (s) X Hipótese de trabalho Indicador (s) Y Conceito Y Variável Y Conceito X Variável X Proposição Hipótese Conceito Y Variável Y Figura 1.. Transformação de conceitos em Indicadores com a medição. Fonte: Mendes, S. & Camões, J. (2011), “ Medição: Propriedades e Problemas”. Em : Silvestre, H. C. & Araújo J. F. (2011); “ Metodologia para a investigação social”; Lisboa; Escola Editora, Cap. VII, pp. 123, figura 7.1
  • 8. 2. MEDIÇÃO: DOS CONCEITOS ÀS VARIÁVEIS (CONT) Operacionalização dos Conceitos depende de: → Forma de elaboração (captação ou medição) dos diferentes atributos/ indicadores de cada conceito/variável Medição consiste na: → passagem do plano conceptual para o plano operacional; → atribuição de valores numéricos aos conceitos Indicadores: → representam as características de interesse de cada variável ( conceito) → quantificam os casos a observar em valores quer numéricos quer simbólicos Conceito Conceito Variável Indicadores Conceito Conceito Variável Indicadores Hipótese de trabalho Proposição Figura 1. Exemplo de Medição de Conceito: Severidade de Punição e a Teoria da Dissuasão Fonte: Silvestre, H e Silvestre, M. (2011), Metodologia para a Investigação Social. Escolar Editora, pp125, Figura 7.2 enfâse de Bárbara Morim
  • 9. 3. NÍVEIS DE MEDIÇÃO As variáveis tanto podem ser quantitativas como qualitativas. Porém, todas as variáveis podem ser medidas desde haja instrumentos de medição capazes de abranger mais ou menos categorias de diferenciação para cada indicador, exemplo: → Nacionalidade (indicador): Portuguesa, Espanhola, Romena,…( categorias) Deve-se à definição de diferentes Níveis de Medição, cada nível com o seu respetivo grau de precisão Intervalo • Ordenação com atribuição de um valor numérico ao indicador; • Nível mais preciso; • Quantificação das distâncias relativas entre as medidas. • Estatísticas numéricas Ordinal • Ordenação entre categorias num indicador; • Exemplos: Concordância com livre-câmbio de pessoas e mercadorias na EU: Discordo totalmente Não concordo Indiferente Concordo Nominal: • Distinção entre categorias num indicador; • Exemplos: Género sexual, Nacionalidade, Cor de Pele
  • 10. 4. ERRO DE MEDIÇÃO 4.A. O que é? • Variação irreal de valores atribuídos aos indicadores no estudo cientifico. • O erro de medição ocorre quando a variação de valores não corresponde à verdadeira diferença entre os casos estudados. • Exemplo: Os indicadores de governação (indicadores subjetivos e abstratos) devem ser considerados aproximações das características basilares de uma boa governação, com as margens do erro identificadas. • Causas: → dificuldade em observar fenómenos sociais; → imperfeição dos meios de medição. • Como lidar: → minimizar o erro, inferindo limites de confiança. → maximizar a validade nominal e de conteúdo dos conceitos Indicador(s) = Conceito + Erro • Literatura designa os Erros como “barulho” das Hipóteses de Trabalho, • Aumenta a variação das estimativas, provocando falta de credibilidade nos resultados.
  • 11. 4. ERROS DE MEDIÇÃO 4.B. Fontes de Erro de Medição • Problemas com o instrumento de medida; • Diferenças: → Interpretação do instrumento; → Administração do instrumento; → Nas características unidades de análise; → No ambiente em que ocorre a medição; → No processamento dos dados.
  • 12. 4. ERROS DE MEDIÇÃO 4.C. Tipos de Erro de Medição: Aleatório e Sistemático 4.D.Problemas de Ineficiência e de Viés Tipos de Erro de Medição Erro Aleatório Erro Sistemático Efeito Falta de precisão ou constância de valores. Constante em todas as medições Manifestação Medidas diferentes em cada medição Medidas com valores aproximadamente constantes, mas os valores não são próximos da média esperada Controlo Não controlável Controlável Minimização do Erro Elevado número de ensaios (repetições) de medição Identificação e correção do erro na fonte Problemas associados Inferência: intervalo de confiança em volta da estimativa é demasiado grande Viés: o valor verdadeiro não se encontra no intervalo de confiança estabelecido na medição Tabela 1. Tipos de Erro de Medição
  • 13. 5. ATRIBUTOS DA MEDIÇÃO 4.A. Propriedades de Validação da Medição → Fiabilidade: caracterizar o grau de credibilidade e fiabilidade de uma medição, numa medição fiável, os valores são estáveis de medição para medição, estão inerentes problemas ineficiência. → Validade: medição apresenta os verdadeiros valores da variável, mede o nível de validez de uma medição Dimensões e Tipos de Fiabilidade segundo Trichom,2010; O´Sulivan e Rassel, 1989 Dimensão Tipo Descrição Manifestação da Falta de fiabilidade Estabilidade Test- Retest A medição de um conceito é estável em todos os ensaios repetidos, em momentos diferentes. Divergência de valores entre sucessivas medidas Equivalência Inter-observador Diferentes investigadores medem o mesmo conceito no mesmo ou diferente momento Diferentes Investigadores medem o mesmo conceito com os mesmos agentes e têm resultados diferentesParalela Medição do mesmo conceito com instrumentos diferentes Consistência Interna Consistência interna Todas as categorias medidas pelo instrumento de medição estão relacionadas com o mesmo conceito Falta de coerência dimensional na medição Tabela 2. Tipos de Fiabilidade Fonte: Silvestre, H e Silvestre, M. (2011), Metodologia para a Investigação Social. Escolar Editora, pp133, Tabela 7.3. enfâse de Bárbara Morim
  • 14. 5. ATRIBUTOS DA MEDIÇÃO 5.A.2. Propriedades de Validação da Medição: VALIDADE Nominal: • A medição reúne com facilidade concordância com o conceito; • Baseia-se no senso comum; • “ A escolha de indicadores particulares (...) reflete o estado de desenvolvimento teórico numa dada área das CSH” (Przeworskie Teune, 1970: 102-3). • Validação mais comum; • Exemplo: se perceção de um conceito varia de indivíduo para indivíduo, não tem validade nominal. Conteúdo • Capacidade abrangente de uma medida em relação a uma vasta gama de interpretações e dimensões de um conceito; • Exemplo: conceito de “confiança política”, não especifica as dimensões da análise: governo, nas camaras, nas juntas de freguesia, no Ministério Público,… Construção: • Indicadores traduzem eficazmente os conceitos em medição; • Relação entre medidas alternativas de um conceito e medidas de conceitos diferente; • Realização de testes empíricos: validade empírica ou pragmática: → validade concurrent ( no mesmo momento) → validade de previsão ( informação do presente ou futuro) • Dois Testes Empíricos: → Lógica de consistência interna ( validade convergente) → Lógica de consistência externa (validade discriminante)
  • 15. 5. ATRIBUTOS DA MEDIÇÃO 5.A.2. Propriedades de Validação da Medição: Conceito X Medições do Indicador 3 Medições do Indicador 1 Medições do Indicador 2 Medições do Indicador Z Medições do Indicador Y Medições do Indicador X ≈≈ ≠ ≠ Conceito Y Conceito ZConceito X Validade Convergente: • Medições do mesmo conceito com indicadores diferentes com resultados semelhantes; • Medições diferentes convergem Validade Discriminante: • Medição do nível de diferenciação do Conceito X em relação aos conceitos restantes; • Relaciona o conceito, o indicador e a medição de modo a diferenciar o conceito em estudo. Figura 2. Tipos de Validade de Construção Fonte: Mendes, S. & Camões, J. (2011), “ Medição: Propriedades e Problemas”. Em : Silvestre, H. C. & Araújo J. F. (2011); “ Metodologia para a investigação social”; Lisboa; Escola Editora, Cap. VII, pp. 127, figura 7.4, enfâse Bárbara Morim
  • 16. 5. ATRIBUTOS DA MEDIÇÃO 5.A.3. Propriedades de Validação da Medição: A maximização de uma propriedade de Validação da Medição tende a prejudicar a outra. Trade-off: entre a fiabilidade e validade de medição. Quanto mais fiável for um medição, mais restrita ela é para poder ser interpretada e compreendida da mesma forma por todos os indivíduos. • Exemplificação da relação entre fiabilidade e Validade. Comparação a um jogo de dardos. Cada ponto corresponde ao número de tentativas (número de medições) de acertar no centro (valor verdadeiro). Figura 3. Tipos de Validade de Construção Fonte: Mendes, S. & Camões, J. (2011), “ Medição: Propriedades e Problemas”. Em : Silvestre, H. C. & Araújo J. F. (2011); “ Metodologia para a investigação social”; Lisboa; Escola Editora, Cap. VII, pp. 127, figura 7.5
  • 17. 5. BIBLIOGRAFIA [1] Mendes, S. & Camões, J. (2011), “ Medição: Propriedades e Problemas”. Em : Silvestre, H. C. & Araújo J. F. (2011); “ Metodologia para a investigação social”; Lisboa; Escola Editora, Cap. VII, pp. 121-140