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Dr. José Luis Medina
Junho, 2015
A RACIONALIDADE PRÁTICO REFLEXIVA -
DESCOBRIR A NATUREZA DO CONHECIMENTO
EM ENFERMAGEM
Educar é algo mais que uma responsabilidade é
uma prova: a de aprendizagem da cegueira e
seu reconhecimento
C. Maillard
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entendemos muito bem como é que o “algo” e
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PROFISSIONAL
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PROFISSIONAL
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1.PROFISSIONAIS
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A CRÍTICA
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A “conduta” profissional responde a
juízos, razões e decisões que não são
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A
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“O paradoxo de aprender uma competência nova: um estudante não
pode, ao princípio, compreender o que
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si mesmo e só pode formar-se a si mesmo começando
por fazer aquilo que ainda não compreende”. Schön, 1998: 93)
PRÁTICA
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RACIONALIDADE TÉCNICA: RESOLUÇÃO DE
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PROBLEMAS
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TÉCNICAS
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PRÁTICAS
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ESTRUTURA CURRICULAR DA
RACIONALIDADE TÉCNICA
D
E
D
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Ç
Ã
O
A CRÍTICA
EPISTEMOLÓGICA
DONALD SCHÖN
(1930-1997)
PATRICIA BENNER
ESTUDOS SOBRE O
CONHECIMENTO PROFISSIONAL
NA PRÁTICA DE ENFERMAGEM
• RACIOCÍNIO (JUÍZO) CLÍNICO
• CONHECIMENTO PRÁTICO
• COMPARAÇÃO INICIANTES/ EXPERIENTES
PRÁTICA
PROFISSIONAL
CONHECIMENTO
PROFISSIONAL
RACIONALIDADE TÉCNICA: RESOLUÇÃO DE
PROBLEMAS
PROBLEMAS
DIAGNÓSTICO
SOLUÇÕES
TÉCNICAS
C. BÁSICAS
C. APLICADAS
HABILIDADES
PRÁTICAS
A racionalidade técnica não consegue
explicar plenamente o processo real de
raciocínio prático-clínico que os/as
profissionais de enfermagem utilizam no
desempenho de seu trabalho e apresenta,
portanto, uma visão inadequada: estreita,
instrumental e rígida, da formacão dos/as
mesmos/as
O JUÍZO EXPERIENTE DERIVA DE
UMA COMPREENSÃO GLOBAL,
ANTES QUE ANALÍTICA , DA
SITUAÇÃO, UMA VALORAÇÃO
QUALITATIVA E HOLÍSTICA QUE
POSSUI TRÊS CARACTERÍSTICAS
DISTINTAS:
ESQUEMAS DE RECONHECIMENTO
SENTIDO DE PROMINENCIA (destaque)
CONSCIÊNCIA SITUACIONAL (?)
A maestría profissional não pode
traduzir-se automaticamente em
descrições de condutas ou em
regras para a ação
O virtuosismo profissional, por
definição, não pode ser totalmente
formalizado nem codificado em
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É um fato que se se obriga os profissionais
experientes a sujeitar-se aos detalhes ou
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se ressente negativamente
É um fato que os modelos de diagnóstico e
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A alternativa
A racionalidade prático-
reflexiva na prática
profissional no
curriculum de formação
inicial
A racionalidade prático-
reflexiva no exercício
profissional: a pergunta
de Patricia Benner
(1983). Uncovering the knowledge embedded en clinical practice. Image: the Journal of Nursing
Scolarship,15(2) 36-41
(1984). From novice to expert: Excellence and power in clinical nursing practice. Menlo Park, CA:
Addison-Wesley Publishing
(1987). Práctica progresiva de enfermería. Barcelona: Grijalbo.
(1994). Caring as a way of knowing and not knowing. In S.S. Phillips & P Benner (Eds). The crisis of
care: affirming and restoring caring practices in the helping professions (pp: 42-62). Wasihington:
Georgetown University Press
(1996). Expertise in Nursing: Caring, Clinical Judgment and Ethics. New York: Springer. Won Book of
the Year Award, American Journal of Nursing
(2000). The Wisdom of Our Practice. American Journal of Nursing 100(10):99-105
(2010). Educating nurses. A call for radical transformation. San Francisco: Jossey-Bass
O aporte de Benner:
O conhecimento que habilita para
un exercício competente da
prática profissional é o
conhecimento prático: pessoal,
tácito, experiencial, situado e
dificilmente formalizável,
quantificável e transformável
em condutas (a competência
codificada)
(1992) A formação de profissionais
reflexivos. Madrid: Paidós/MEC
(1998) O profissional reflexivo. Como
pensam os profissionais quando atuam.
Madrid: Paidós
O aporte de
Donald Schön:
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CONHECIMENTO
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CADA PROBLEMA É
UM CASO ÚNICO
CONFLITO DE
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Medina, J.L (1999) La pedagogía del cuidado: saberes y prácticas en la
formación universitaria en Enfermería.Barcelona: Laertes.
CADA PROBLEMA É UM CASO ÚNICO
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IDÊNTICOS AINDA QUE
PERTENÇAM A MESMA
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cientificamente aceitável, é o mesmo
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PROBLEMA TÉCNICO = PROBLEMA ÉTICO
ESTRUTURA DO CONHECIMENTO
PRÁTICO
CONHECIMENTO
NA AÇÃO
REFLEXÃO NA
AÇÃO
REFLEXÃO SOBRE A
REF.NA AÇÃO
A MODO DE SÍNTESE
Os/as estudantes têm que ver por si
mesmos/as e a sua própria maneira as
relações entre os métodos, os meios e os
resultados. Ninguém mais pode vê-lo por
eles/as, e não podem vê-lo simplesmente
porque alguém lhes diga, ainda que a
FORMA correta de dizê-lo possa orientar
sua percepção para vê-lo e assim ajudá-los
a ver o que necessitam ver
QUAL É ESSA FORMA
CORRETA DE DIZÊ-LO?
“AJUDAR O PROFISSIONALA
PARTIR DE SI”
E
“APRENDER A CALAR-SE”
POR QUÊ É NECESSÁRIO
PARTIR DE SI
E
APRENDER A CALAR-SE?
Partir de sí é a possibilidade de converter-se
em sujeito: autorizar o/a estudante sujeitar-
se em nome próprio aos diferentes discursos
que constróem o sentido de sua
prática/vida/aprendizagem. E restituir-lhe o
direito de utilizar a palavra em nome
próprio, mas isso só é possível quando
ele/ela, formador/a “aprende a calar-se” ,
quando “dá a palavra”
E no “dar a palavra” somente o que
não tem (o que cala) pode dar. O que
dá como proprietário das palavras e
seu sentido, o que dá como dono
daquilo que dá......... esse dá ao mesmo
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A RACIONALIDADE PRÁTICO REFLEXIVA -DESCOBRIR A NATUREZA DO CONHECIMENTO EM ENFERMAGEM Profº. José Luis Medina

  • 1. Dr. José Luis Medina Junho, 2015 A RACIONALIDADE PRÁTICO REFLEXIVA - DESCOBRIR A NATUREZA DO CONHECIMENTO EM ENFERMAGEM
  • 2. Educar é algo mais que uma responsabilidade é uma prova: a de aprendizagem da cegueira e seu reconhecimento C. Maillard Todos em maior ou menor medida queremos fazer “algo” de “alguém”, mas nem sempre entendemos muito bem como é que o “algo” e o “alguém” não são exatamente o mesmo, e ignoramos que essa confusão nos condena, em que pese toda a vontade que deseja implantar, ao fracasso pedagógico P. Mirieu
  • 4. Qual é a origem e como se elabora o conhecimento que habilita para un exercício virtuoso da Enfermagem profissional? Como podemos ensinar esse saber?
  • 5. PRÁTICA PROFISSIONAL CONDUTA “A” TÉCNICA “B” MÉTODO “C” HABILIDADE “D” ROTINA “E” CONHECIMENTO PROFISSIONAL MODELO DE FORMAÇÃO BASEADO NO TREINAMENTO EM COMPETÊNCIAS CURRICULUM FRAGMENTADO DISCIPLINAS ISOLADAS MODELO DE TREINAMENTO E PADRONIZAÇÃO
  • 8. A “conduta” profissional responde a juízos, razões e decisões que não são observáveis para a pessoa em formação
  • 9. A B “O paradoxo de aprender uma competência nova: um estudante não pode, ao princípio, compreender o que necessita aprender, somente pode aprender formando-se a si mesmo e só pode formar-se a si mesmo começando por fazer aquilo que ainda não compreende”. Schön, 1998: 93)
  • 10. PRÁTICA PROFISSIONAL CONHECIMENTO PROFISSIONAL RACIONALIDADE TÉCNICA: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PROBLEMAS DIAGNÓSTICO SOLUÇÕES TÉCNICAS C. BÁSICAS C. APLICADAS HABILIDADES PRÁTICAS
  • 11. CIÊNCIAS BÁSICAS CIÊNCIAS APLICADAS HABILIDADES PRÁTICAS ESTRUTURA CURRICULAR DA RACIONALIDADE TÉCNICA D E D U Ç Ã O
  • 14. ESTUDOS SOBRE O CONHECIMENTO PROFISSIONAL NA PRÁTICA DE ENFERMAGEM • RACIOCÍNIO (JUÍZO) CLÍNICO • CONHECIMENTO PRÁTICO • COMPARAÇÃO INICIANTES/ EXPERIENTES
  • 15. PRÁTICA PROFISSIONAL CONHECIMENTO PROFISSIONAL RACIONALIDADE TÉCNICA: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PROBLEMAS DIAGNÓSTICO SOLUÇÕES TÉCNICAS C. BÁSICAS C. APLICADAS HABILIDADES PRÁTICAS
  • 16. A racionalidade técnica não consegue explicar plenamente o processo real de raciocínio prático-clínico que os/as profissionais de enfermagem utilizam no desempenho de seu trabalho e apresenta, portanto, uma visão inadequada: estreita, instrumental e rígida, da formacão dos/as mesmos/as
  • 17. O JUÍZO EXPERIENTE DERIVA DE UMA COMPREENSÃO GLOBAL, ANTES QUE ANALÍTICA , DA SITUAÇÃO, UMA VALORAÇÃO QUALITATIVA E HOLÍSTICA QUE POSSUI TRÊS CARACTERÍSTICAS DISTINTAS: ESQUEMAS DE RECONHECIMENTO SENTIDO DE PROMINENCIA (destaque) CONSCIÊNCIA SITUACIONAL (?)
  • 18. A maestría profissional não pode traduzir-se automaticamente em descrições de condutas ou em regras para a ação O virtuosismo profissional, por definição, não pode ser totalmente formalizado nem codificado em regras
  • 19. É um fato que se se obriga os profissionais experientes a sujeitar-se aos detalhes ou modelos e regras convencionais seu trabalho se ressente negativamente É um fato que os modelos de diagnóstico e tratamento não poden ser colocados em prática até que os estudantes adquiram um saber que ultrapasse esses modelos
  • 20. A alternativa A racionalidade prático- reflexiva na prática profissional no curriculum de formação inicial
  • 21. A racionalidade prático- reflexiva no exercício profissional: a pergunta de Patricia Benner (1983). Uncovering the knowledge embedded en clinical practice. Image: the Journal of Nursing Scolarship,15(2) 36-41 (1984). From novice to expert: Excellence and power in clinical nursing practice. Menlo Park, CA: Addison-Wesley Publishing (1987). Práctica progresiva de enfermería. Barcelona: Grijalbo. (1994). Caring as a way of knowing and not knowing. In S.S. Phillips & P Benner (Eds). The crisis of care: affirming and restoring caring practices in the helping professions (pp: 42-62). Wasihington: Georgetown University Press (1996). Expertise in Nursing: Caring, Clinical Judgment and Ethics. New York: Springer. Won Book of the Year Award, American Journal of Nursing (2000). The Wisdom of Our Practice. American Journal of Nursing 100(10):99-105 (2010). Educating nurses. A call for radical transformation. San Francisco: Jossey-Bass
  • 22. O aporte de Benner: O conhecimento que habilita para un exercício competente da prática profissional é o conhecimento prático: pessoal, tácito, experiencial, situado e dificilmente formalizável, quantificável e transformável em condutas (a competência codificada)
  • 23. (1992) A formação de profissionais reflexivos. Madrid: Paidós/MEC (1998) O profissional reflexivo. Como pensam os profissionais quando atuam. Madrid: Paidós O aporte de Donald Schön:
  • 24. PRÁTICA PROFISSIONAL CONHECIMENTO PROFISSIONAL RACIONALIDADE PRÁTICA PERCEPÇÃO AMBÍGUA DA NATUREZA DO PROBLEMA CADA PROBLEMA É UM CASO ÚNICO CONFLITO DE VALORES Medina, J.L (1999) La pedagogía del cuidado: saberes y prácticas en la formación universitaria en Enfermería.Barcelona: Laertes.
  • 25. CADA PROBLEMA É UM CASO ÚNICO NÃO EXISTEM DOIS PROBLEMAS IDÊNTICOS AINDA QUE PERTENÇAM A MESMA CATEGORÍA
  • 26. CONFLITO DE VALORES O tecnicamente possível, o cientificamente aceitável, é o mesmo que o moralmente justificável ?: o problema da medicalização PROBLEMA TÉCNICO = PROBLEMA ÉTICO
  • 27. ESTRUTURA DO CONHECIMENTO PRÁTICO CONHECIMENTO NA AÇÃO REFLEXÃO NA AÇÃO REFLEXÃO SOBRE A REF.NA AÇÃO
  • 28. A MODO DE SÍNTESE
  • 29. Os/as estudantes têm que ver por si mesmos/as e a sua própria maneira as relações entre os métodos, os meios e os resultados. Ninguém mais pode vê-lo por eles/as, e não podem vê-lo simplesmente porque alguém lhes diga, ainda que a FORMA correta de dizê-lo possa orientar sua percepção para vê-lo e assim ajudá-los a ver o que necessitam ver QUAL É ESSA FORMA CORRETA DE DIZÊ-LO?
  • 30. “AJUDAR O PROFISSIONALA PARTIR DE SI” E “APRENDER A CALAR-SE”
  • 31. POR QUÊ É NECESSÁRIO PARTIR DE SI E APRENDER A CALAR-SE?
  • 32. Partir de sí é a possibilidade de converter-se em sujeito: autorizar o/a estudante sujeitar- se em nome próprio aos diferentes discursos que constróem o sentido de sua prática/vida/aprendizagem. E restituir-lhe o direito de utilizar a palavra em nome próprio, mas isso só é possível quando ele/ela, formador/a “aprende a calar-se” , quando “dá a palavra”
  • 33. E no “dar a palavra” somente o que não tem (o que cala) pode dar. O que dá como proprietário das palavras e seu sentido, o que dá como dono daquilo que dá......... esse dá ao mesmo tempo as palavras e o controle do sentido das palavras e, portanto, não las dá. “Dar a palavra” é dar sua possibilidade de dizer outra coisa do que você diz