Tecnologias Da Saude

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Tecnologias Da Saude

  1. 1. Tecnologias da Saúde
  2. 2. <ul><li>Tem o objectivo de criar uma colecção digital de relevância técnico-científica no domínio da Saúde Pública.                                                   </li></ul><ul><li>Pretende-se, desta forma, contribuir para um maior conhecimento e valorização das colecções bibliográficas existentes em saúde e promover a investigação e o conhecimento científico nesta área.                                                                                                          </li></ul><ul><li>A Biblioteca Digital constitui um projecto de dimensão aberta.                 Contemplará conteúdos previsível e usualmente procurados pela comunidade dos utilizadores da Biblioteca.                                              </li></ul><ul><li>A Biblioteca Digital procurará ainda desenvolver funções de extensão patrimonial, designadamente pondo ao dispor conteúdos que traduzirão a identidade histórica e cultural do Instituto Nacional de Saúde (organização administrativa e cultura científica).                       </li></ul>  Biblioteca Digital  
  3. 3. Prescrição electrónica de medicamentos <ul><li>O software de prescrição electrónica de medicamentos constitui uma fonte de conhecimento para o médico: “no acto de prescrição, os profissionais de saúde têm conhecimento da totalidade de medicamentos disponíveis no mercado, a forma de apresentação e dosagem. A informação é agregada por princípio activo e os preços dos medicamentos são apresentados de imediato.” </li></ul><ul><li>A escolha do medicamento mais racional fica, assim, à distância de um pequeno gesto, sem qualquer custo para a produtividade do acto médico e com óbvios benefícios para o sistema de saúde e para o utente, já que a diferença de custos dos medicamentos e as suas características passam a ser visualizadas no acto da prescrição, isto é, na altura em que essa informação é mais relevante. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Através deste sistema, é possível constatar no acto de prescrição, a diferença de custos dos medicamentos e as suas características. </li></ul><ul><li>A prescrição racional de medicamentos constitui paralelamente uma fonte de conhecimento para o médico: «No acto de prescrição, os profissionais de saúde têm conhecimento da totalidade de medicamentos introduzidos no mercado, a informação é agregada por princípio activo e os preços dos medicamentos são disponibilizados de imediato». </li></ul><ul><li>A certificação incidiu sobre duas vertentes: </li></ul><ul><li> A interface do sistema e </li></ul><ul><li> O modelo de receita médica impresso electronicamente. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>O processo de certificação passa ainda pela geração de um ficheiro XML com informação sobre as receitas prescritas através do sistema. Este ficheiro é posteriormente importado pela ACSS para efeitos de conferência das facturas dos medicamentos. </li></ul>
  5. 5. Telemedicina <ul><li>Cada vez mais a tecnologia marca presença e se torna imprescindível na prática Médica e no desenvolvimento da aplicação dos cuidados de saúde. </li></ul><ul><li>A utilização do potencial oferecido pelas actuais tecnologias de telecomunicação na prestação de cuidados de saúde dá origem a termos como Biotelemetria ou Telemedicina. </li></ul><ul><li>Várias definições são propostas para descrever Telemedicina, no entanto todas elas se centram na premissa de prestação de cuidados de saúde à distância. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Vamos adoptar como definição de Telemedicina : “: O conjunto de serviços clínicos e educacionais que são prestados remotamente e que visam a melhoria e eficiência da prestação de cuidados de saúde.” </li></ul>
  6. 6. Saúde on-line <ul><li>A área da saúde on-line ( e-health ) destaca quatro directrizes para a saúde: garantir a existência de infra-estruturas telemáticas, incluindo redes regionais, para os prestadores de cuidados de saúde primários e secundários; identificar e difundir as melhores práticas na saúde on-line na Europa e estabelecer os critérios de avaliação do desempenho; estabelecer um conjunto de critérios de qualidade para os portais relacionados com a saúde; criar redes de tecnologias e avaliação de dados no domínio da saúde.   </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Propõe-se três acções a serem implementadas, de forma a contribuir para a evolução do sistema na área da Saúde on-line :                 i) Cartões de saúde electrónicos - um cartão europeu de seguro de saúde irá substituir os formulários em papel necessários para tratamentos noutro Estado-Membro; </li></ul><ul><li>ii) Redes de informação de saúde - no final de 2005, os Estados-Membros devem desenvolver redes de informação de saúde entre pontos de prestação de cuidados (hospitais, laboratórios e lares) com conectividade em banda larga, quando adequado; </li></ul><ul><li>  iii) Serviços de saúde on-line - a Comissão e os Estados-Membros garantirão que, no final de 2005, sejam fornecidos aos cidadãos serviços de saúde on-line </li></ul>
  8. 8. Sistema de Gestão de Doentes Hospitalares <ul><li>O SONHO ( Sistema de Gestão de Doentes Hospitalares), sistema dominante nos Hospitais em Portugal, é um sistema de gestão de dados administrativos dos doentes e surgiu para satisfazer as necessidades organizativas existentes no final da década de 80 e em boa medida nos anos 90, no Sistema Nacional de Saúde. Foi desenvolvido no IGIF e encontra-se instalado na quase totalidade dos hospitais públicos. </li></ul>
  9. 9.      Sistema de auxilo ao diagostico <ul><li>  </li></ul><ul><li>São aplicações informáticas para auxiliar a tomada de decisões nos cuidados a doentes </li></ul><ul><li>–         Gerar recomendações específicas de acordo com dados clínicos do doente </li></ul><ul><li>•          Base de conhecimento </li></ul><ul><li>•          Mecanismo de inferência </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>São utilizados como: </li></ul><ul><li>–         Suporte para aquisição de dados (imagem médica) </li></ul><ul><li>–         Redução e visualização dos dados (monitores cuidados intensivos) </li></ul><ul><li>–         Validação dos dados (análises clínicas, prescrição tx) </li></ul><ul><li>–         Melhoria da documentação e apoio administrativo, no armazenamento, e no transporte dos dados </li></ul><ul><li>–         ... </li></ul>
  10. 10.   <ul><li>Classificações do sistema com base em diferentes características: </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>•          Tipo de decisão (diagnóstico, terapêutica) </li></ul><ul><li>•          Área /domínio médico (“especialidade”) </li></ul><ul><li>•          Obtenção dos dados clínicos do doente </li></ul><ul><li>•          interacção directa do utilizador com aplicação </li></ul><ul><li>•          analisando resultados de aparelhos médicos </li></ul><ul><li>•          utilizando os dados de sistemas de informação com os quais estão interligados </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  Geração das recomendações </li></ul><ul><li>•          recomendações solicitadas </li></ul><ul><li>•          recomendações disponibilizadas automaticamente </li></ul><ul><li>•          recomendações automáticas que produzem acções autonomamente (sistemas autónomos)       </li></ul>

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