Logística de Cargas em São Paulo UNINOVE – Planejamento da Mobilidade Urbana São Paulo, 11 de novembro  de 2011 Mauricio Losada
Dados Gerais do Município Área  Total:  1.500 km 2  ~   0,5 % Território Nacional ~ 25% PIB Área edificada: 22,5% Comércio/Serviços , 5,8% Indústrias População 2010  :  11. 324.021 habitantes  27% do Estado; 5% do País  ( Fonte: Projeção SEADE/2011) Sistema viário :  15,6 mil km de vias  3.300km Estruturais e Coletoras; 12.200km Locais   Frota Registrada :  7.012.795 de veículos   34% do Estado; 12% do País   Fonte: DETRAN março/2011) Frota Diária Circulante em São Paulo Caminhões 190.000 Automóveis 3.800.000
Viagens Diárias por Modo Fonte: Pesquisa Origem/Destino - 2007 Modo Principal Viagens (X 1000) Porcentagem Metrô 2.207 8,6% Trem 627 2,4% Ônibus 7.281 28,6% Automóvel 7.219 28,4% A pé  7.363  29,0% Bicicleta  156  0,6% Outros  581 2,4% Total de Viagens 25.434 100,0
Evolução População e Frota Em 20 anos a população cresceu 20% e a frota registrada ~ 100% Fonte: SEADE  e  DETRAN /SP
Rodoanel S. B. CAMPO Anchieta Presidente Dutra Raposo Tavares Anhanguera Castello Branco Bandeirantes Fernão Dias Ayrton Senna Imigrantes Régis Bittencourt A infraestrutura rodoviária apresenta problemas de conexão na transposição da RMSP e do MSP. Até agosto de 2010 essa conexão é feita através dos anéis viários urbanos. Mini Anel Viário e Anel Viário Metropolitano ( Restrição M. Pinheiros – Bandeirantes- Roberto Marinho) Outubro 2002 Existente ( Março 2010) Falta de Conexão dos Eixos Rodoviários Operação em 2014 Rodovias Anéis Viários Rodoanel Mario Covas Proposto
Caracterização dos Fluxos  Castelo Branco Marginal Tietê Estado Fernão   Dias Ayrton   Senna Dutra Bandeirantes Anhanguera Régis Bitencourt Anchieta Passagem Marginal   Pinheiros Raposo   Tavares Imigrantes Av. Bandeirantes Av. Salim F. Maluf Viagens Internas ao Município Distribuição Urbana Viagens com origem  no Município Escoamento Viagens com origem fora do Município Abastecimento
Centro Expandido  10%  de área 15%  das vias principais 59%  das viagens Área do  Rodízio 1997
0 6 22 24 12 Saturação 80% de  ociosidade Concentração da Demanda
O Sistema Viário é um recurso público  limitado  de usufruto da sociedade. Cabe ao poder público  mediar  os conflitos e a disputa pela ocupação dos espaços, assegurando os deslocamentos. Desafio do Poder Público
Histórico - ZMRC 2007 1998 1993 1988 1986 2008 Nos dias úteis das 6 às 21h Nos sábados das 8 às 14h Nos dias úteis das 10 às 20h Nos sábados das 10 às 14h De 2ª a 6ª das 9h às 19h Aos sábados das 9h às 13h De 2ª a 6ª das 5 às 21h Aos sábados das 10 às 14h
Excepcionalidades - ZMRC Veículo Urbano de Carga Veículos em Serviço de Urgência (ambulâncias, policiamento, bombeiros)  Socorro Mecânico de Emergência (Guincho) Remoção de Terra em Obras Civis Cobertura  Jornalística Obras e Serviços de Emergência Acesso a Estacionamento Próprio Obras e Serviços de infraestrutura Urbana Concretagem e Concretagem-Bomba Feiras livres Mudança Transporte de Produtos Alimentícios Perecíveis Transporte de Produtos Perigosos de Consumo Local Transporte de Valores Remoção de Entulho e Transporte de Caçambas Prestação de Serviços Públicos Essenciais Coleta de Lixo  Correios Sinalização de Trânsito Emergencial
Veículo Urbano de Carga - VUC Decreto 48.338/07: Caminhão de menor porte  leve e ágil comprimento máximo 6,30m largura máxima 2,20m emissão de poluentes  PROCONVE P-5 ( Euro III)
Histórico Operacional do VUC 2007 1998 1997 1996 2008 Caráter experimental VUC liberado período integral VLC liberado  das 10 às 15h Publicação do Decreto 37.185/97 Instituindo VUC e VLC VUC liberado período integral VLC liberado  das 10 às 15h ZMRC 100km2  VUC liberado das 10 às 16h  com rodízio de placas (par e ímpar) 2010 ZMRC 100 km2  VUC liberado das 10 às 16h Publicação do Decreto 48.338/07 VUC liberado das 10 às 16h (comprimento até 6,30m) Proconve P-5
Regulamentação Atual para Caminhões  ZMRC  5h - 21h VUC   Liberado 10-16h Vias Estruturais Restritas  5h -21h VUC   Proibido Vias Estruturais Restritas  5h -21h VUC   Liberado Período Integral Rodízio 7h-10h e 17h-20h Produtos Perigosos 5h - 10h e 16h - 21h
Interno à ZMRC: Redução de 42% do volume de caminhões (no pico) Ganhos na Velocidade Média – em 55% Redução de caminhões de grande porte – 78% (3 eixos) e 90% (4 eixos) Externo à ZMRC: Redução de 5% do volume de caminhões (no pico) Ganhos na Velocidade Média – em 14% Resultados
Geral na Cidade: Aumento da velocidade média dos veículos em 34% Redução média diária de 6% das ocorrências envolvendo caminhões Redução de 13% nos acidentes de trânsito (sem vítima) envolvendo caminhões Resultados
Resultados Rodízio Rodoanel Oeste ZMRF Nova Marginal Tietê e Rodoanel Sul ZMRC Alteração da base de medição
Concentração de  A tividades Centro Expandido 10%  de área 15%  das vias principais 59%  das viagens Indústrias, armazéns e centros de distribuição Comércio e Serviços
Concentração de  A tividades ZMRC 100 Km² “ Clusters” Comércio e Serviços Especializados Indústrias, armazéns e centros de distribuição Comércio e Serviços
Sinergia entre medidas Compreensão do abastecimento como uma cadeia  - produção – distribuição - comercialização Direcionar a cadeia para uma logística colaborativa envolvendo a cadeia, o transito, a economia e a Cidade O poder do comércio como definidor dos serviços de transporte . O regime de abastecimento é definido pelo comércio A necessidade de atuação sobre as causas oferecendo alternativas viáveis para a Entrega Noturna  O esgotamento de medidas exclusivamente  sobre o transportador
Objetivos R eestrutura r  a logística de  abastecimento para a  melhoria do trânsito e  a requalificação do ambiente urbano;  Proporcionar maior racionalidade e eficiência na distribuição de bens e no uso da infraestrutura viária. Vi abilizar a Entrega Programada Noturna junto aos segmentos do comercio varejista e de serviços de pequeno porte;
O Conceito de Mini Centro  de Distribuição   Área  de 1.500  à 2.000  m 2  ; Operam 24 horas; São abastecidos  com grandes caminhões fora dos  horários de saturação do trânsito; A bastecem o  comércio  com veículos menores e mais ágeis ;
O Conceito de  Mini Centro  de Distribuição Proximidade com  áreas de demanda ; Operação em conjunto   com  grandes centros de distribuição ; Destinam-se ao abastecimento da própria região onde estão situados; Agregam valor ao setor pela oferta de serviços como “sorting”, reembalagem, estoque estratégico e logística reversa
O Conceito de Mini Centro  de Distribuição Parceria entre os setores público e privado; Implantação: t errenos vagos, galpões vazios ou imóveis degradados; Vias compatíveis com a  circulação de caminhões; Conformidade com legislação de uso e ocupação do solo.
Parcerias, Atores e Ações Setor Público CET Política de Trânsito /Abastecimento   SIURB, SEHAB,SMDU, SP- Urbanismo, SMSP ( Subprefeituras) Ações de Requalificação da área / Regulamentações urbanísticas SF, SEMDET, SEHAB e SMDU Situação fundiária e fiscal dos imóveis, Incentivos fiscais, Contato com  Proprietários   SMSU + PM / Copom (SSP-SP) Plano e ações de segurança para C/D noturna e diurna
Parcerias, Atores e Ações Setor Privado Associação Comercial Coordenar participação dos comerciantes Contratar estudos e projetos Obter financiamento    Operadores logísticos e Transportadores Planejar a operacionalização logística Produtores Subsidiar o planejamento das ações logísticas          
Vantagens para Cidade Sinergia entre gestores públicos e privados  (abastecimento, trânsito, renovação imobiliária e urbanística); Incremento da  atividade econômica ; Promoção da renovação, reuso e conservação de imóveis e espaços;  Otimização do uso da infraestrutura urbana promovendo a sua utilização durante 24 horas; Melhoria da fluidez do trânsito, menores tempos de percurso; Redução do impacto ambiental em função do menor consumo de combustível e emissão de poluentes; Requalificação de áreas e vias  com grande presença de caminhões.
Vantagens para a Cadeia Logística Maior velocidade média de circulação - menor frota – maior produtividade e eficiência operacional;  Planejamento das entregas, eliminação dos picos de recebimento; Redução dos tempos de espera e descarregamento; Maior tempo para conferência das mercadorias;  Diminuição das devoluções;  Loja sempre abastecida não perde venda por falta de produto.
Locais Potenciais ZMRC 100 Km² TCFD TCFD Terminal de Cargas Fernão Dias - Existente  Indústrias, armazéns e centros de distribuição Comércio e Serviços Mini Centros de Distribuição
Centro de Distribuição e Logística Prof. Eduardo Juarez
Fatores de Complexidade Logística Proliferação  de Produtos Menores Ciclos De Vida Vestuário; Eletrônica Globalização Maior Exigência De serviços (JIT;ECR;QR ) Segmentação Clientes Canais Mercados
Peso da Logística Custo Logísticos como percentagem da receita (em %) Fonte: Fundação Vanzolini / USP Químicos e Plásticos 12,2 Alimentos 11,4 Farmacêutica 3,4 Bens de Consumo 22,2 Bens Industriais 24,4 Metalúrgicas 20,8 Composto de 270 empresas 19,8
Principais diferenças entre as logísticas tradicional e a do e-commerce Fonte: SOFIMA Fleury & Monteiro Logística Tradicional Logística do e-commerce Tipo de Carregamento Paletizado Pequenos pacotes Clientes Conhecidos Desconhecidos Estilo de Demanda Empurrada Puxada Fluxo do Estoque/Pedido Unidirecional Bidirecional Tamanho médio do Pedido Mais de R$ 1.000,00 Menos de R$ 100,00 Destino dos Pedidos Concentrados Altamente dispersos Responsabilidade Um único elo Toda cadeia de suprimento Demanda Estável e Consistente Incerta e fragmentada
Com crescimento moderado da economia a demanda de transportes duplicará em 20 anos. Isso ocorrerá muito antes, se a economia deslanchar. Em qualquer hipótese, o sistema rodoviário estará saturado a curto prazo na macrometrópole O sistema logístico estadual é disperso e fragmentado. A coleta e distribuição de cargas na RMSP é uma das causas do congestionamento urbano. Parte dos problemas do porto de Santos deriva da logística terrestre. Alternativas Mudança  da  matriz  modal Expansão radical do sistema rodoviário ou Diagnóstico Sintético Cenário Metropolitano e Estadual O “custo São Paulo” Adoção da Intermodalidade  Rodo - Ferroviaria Fonte: STM / Dersa
Os Elementos da Proposta de Intermodalidade Exigências da carga geral (alto valor agregado) Velocidade, pontualidade, confiabilidade Exigências da logística urbana Redução dos percursos na malha urbana Exigências na interação com o porto de Santos Coordenar fluxos terrestres e marítimos Substituir o modelo logístico disperso pelo modelo estruturado Uma rede regional de plataformas logísticas Atender os requisitos Reconfigurar o sistema logístico
Logística Estruturada Substituir o modelo disperso por configurações do tipo  hubs and spokes , onde cada  hub  é uma plataforma logística.  Concentração de fluxos -  terminais intermodais -transferência de cargas para vagões ferroviários que realizarão o transporte nas “pernas” mais extensas que ligam os  hubs Cenário Urbano. -  CD’s para Mini Mini CD’s Cenário Local – Mini CD’s para Lojas Modelo  Hub & Spokes
Logística Estruturada Substituir o modelo disperso por configurações do tipo  hubs and spokes , onde cada  hub  é uma plataforma logística.  Concentração de fluxos -  terminais intermodais -transferência de cargas para vagões ferroviários que realizarão o transporte nas “pernas” mais extensas que ligam os  hubs Cenário Urbano. -  CD’s para Mini Mini CD’s Cenário Local – Mini CD’s para Lojas Modelo Fragmentado Modelo  Hub & Spokes
Plataforma Logística Objetivos e Estratégias Notas:  CD = Centro de Distribuição Terminal intermodal + CD = Centro Logístico Integrado (CLI) Objetivos públicos Estratégias específicas 1. Possibilitar o aumento da participação da ferrovia na matriz modal Concentração dos fluxos Serviço ferroviário expresso para carga geral doméstica + terminais intermodais Troca rápida de bitola na RMSP 2.  Melhorar a logística urbana no MSP e na RMSP Reduzir percursos na malha urbana CDs multi-usuários na periferia e na área central 3.  Geração de empregos na periferia do MSP e RMSP Estimular atividades correlatas às logísticas 4.  Coordenação e apoio ao porto de Santos Áreas de estocagem e coordenação com o fluxo marítimo 5.  Sinergia e criação de valor, com renovação urbana Projetos de renovação urbana no entorno dos CDs, hubs de negócios, etc
Plataforma logística Terminais intermodais Empreendimento público-privado Investimentos públicos pontuais para estímulo (“ seed money” ) Centrais de distribuição Negócio imobiliário privado Aluguel para operadores logísticos Apoio não financeiro do setor público Renovação urbana Concessão urbanística (Prefeitura) Apropriação da mais valia imobiliária para financiamento dos aportes do setor público (por exemplo, para infra-estruturas) Um Possível Modelo do Negócio Integração de Mini Centros de Distribuição e Plataformas Logísticas
Plataforma logística: Terminais intermodais + Centrais de distribuição Empreendimentos tipicamente privados (logística, imobiliária) Setor público impulsiona o negócio e zela pelos objetivos públicos Apoio não financeiro Participação acionária minoritária Renovação urbana Concessão urbanística (Prefeitura) Apropriação da mais valia imobiliária para financiamento dos aportes do setor público (por exemplo, para infra-estruturas) Um Possível Modelo do Negócio ... ...que atenda aos interesses público e privado Integração de Mini Centros de Distribuição e Plataformas Logísticas
Av. Presidente Wilson
Nova área  de abrangência proposta com o traçado da Avenida Jacu-Pêssego Zona Leste Plano de Desenvolvimento da Zona Leste CDL CDL
Locais Potenciais TCFD TCFD Terminal de Cargas Fernão Dias - Existente  Mini Centros de Distribuição e Plataformas Logísticas Indústrias, armazéns e centros de distribuição Comércio e Serviços Mini Centros de Distribuição ZMRC 100 Km² Plataformas Logísticas PL PL PL
Novos comportamentos e exigências dos consumidores Aumento das refeições fora de casa Redução da unidade familiar de consumo Diversificação do consumo Menos tempo para as compras Preocupações com a saúde, qualidade e segurança alimentar : Renovação maior dos bens de conumo duráveis
Tendências do Mercado Fonte: WUWM  World Union of Wholesale Markets   Novas Necessidades do Comércio Nacional e Internacional   Novos Requisitos de Logística  1.  Desenvolvimento de sistemas de produção por demanda (pedido) .  Maior capacidade de reação ás variações da procura, á evolução dos preços e ás oportunidades; Funcionamento em tempo e escala real; Flexibilidade e agilidade nos abastecimentos de mercadorias; Agilidade de resposta do transporte nacional e internacional; Articulação das cadeias logísticas intermodais  2.  Especialização, diversificação e internacionalização da produção .  Incremento dos fluxos de transporte nacional e internacional; Redução do tamanho médio das encomendas; Aumento do valor médio das mercadorias transportadas; Maiores distâncias de transporte;  3.  Redução dos custos externos ao processo de produção.   Operar com níveis mínimos de estoque; Menor número de armazéns operativos; Abastecimento com métodos  just in time; Redução do tamanho médio das expedições; Desenvolvimento de economias de escala por utilização conjunta de recursos: subcontratação  4.  Alta qualidade do serviço como instrumento de competitividade.   Transporte e distribuição rápida e confiável; Necessidade de serviços muito especializados e profissionais; Utilização generalizada de tecnologias de informação; Investimentos em tecnologia e em I&D. (informação e desenvolvimento) 5.  Forte tendência á externalização de funções . Subcontratação de processos logísticos; Aumento das funções assumidas pelo operador logístico; Maior complexidade da função transporte e distribuição; Deslocação da competitividade baseada em custos para a geração de valor acrescentado na cadeia logística  6.  Aumento da capacidade de gestão estratégica dos operadores envolvidos na cadeia de abastecimento . Identificação de objetivos comuns entre os diversos operadores. Desenvolvimento de parcerias sustentáveis Concentração e internacionalização das pequenas e médias empresas.
Próximos Passos Continuidade dos estudos técnicos Inserção/revisão das legislações tributária, fiscal e urbanísticas municipais  Atividades logísticas e de apoio Identificação das expectativas do setor privado Pré-modelagem dos negócios e avaliação de riscos Entendimentos com as Secretarias envolvidas e Governo Estadual Cronogramas Custos Públicos e Privados Modelo de Parceria Estratégia de Implementação Escolha das áreas Projeto Piloto Área da Av. Do Estado Atividades dependentes de consultoria especializada
Execução da Pesquisa Origem e Destino de Cargas  Supervisionada pela Companhia de Engenharia de Tráfego – CET  Financiada pelo Banco Mundial através do GEF – Global Environment Facility Planejada e Gerenciada por Empresa ou Consórcio Especializado Coordenada por Empresa Especializada Executada por Empresa ou Consórcio Especializado
Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  Objetivos  Coleta de dados sistematizados que caracterizem o padrão das viagens, os tipos e quantidades de carga transportadas e os tipos de veículos envolvidos neste transporte, na cidade de São Paulo, inclusive as relações socioeconômicas de uso e ocupação do solo. Municipal / Metropolitana Abrangência  Viagens internas MSP  - Distribuição Urbana  Viagens externas MSP / RMSP - Abastecimento / Escoamento
Pesquisa Origem e Destino de Cargas  Estudos Preliminares Sondagem do universo a ser pesquisado Conhecimento de referências ( Benchmarks - organogramas , termos de referência) Levantamento de Bases para Amostragem Definição de Categorias de Elementos Setores Econômicos , Carga , Modais, Estabelecimentos e Cadeias Logísticas Definição do Zoneamento -  Zoneamento Pesquisa O/D 2007 Metro SP MSP 320 zonas - RMSP  460 zonas RAIS – Relação Anual de Informações Sociais,  CNAE – Classificação Nacional  de Atividades Econômicas  PMSP / SEHAB  e EMBRAESP – Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio Pólos Geradores - CET LIMPURB
Conceituação A base de dados utilizada é a RAIS 2006 através da CNAE  2010 As atividades econômicas (RAIS) foram agrupadas de acordo com sua relevância urbana ou seja, tipo de carga, forma como é transportada, tonelagem e valor. Relevância Urbana Freqüência de viagens realizadas – mensal – semanal – diária – várias vezes/dia A tonelagem e o valor da carga  - alta ou baixa 1 – muito relevante para a movimentação de carga Tipo de veículo -  caminhão – utilitário - motocicleta Tipo de veículo X classe CNAE 2– relevante para a movimentação de carga 3 – pouco relevante para a movimentação de carga 4 – irrelevante para a movimentação de carga Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares
Tipos de Carga  com Relevância Urbana Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares GRANEL     Sólido   Líquido           Alimentar   Não Alimentar Alimentar   Não Alimentar             Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada         FRACIONADA     Sólido   Líquido           Alimentar   Não Alimentar Alimentar   Não Alimentar             Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada        
OBJETIVO : Conhecer a distribuição urbana da carga Caracterização da Carga Mercadorias, Bens  e Serviços Insumos e Resíduos Utilitário Caracterização dos Veículos Caminhão Tipo de Caminhão Tipo de Carroceria Nº de Eixos Moto Caracterização das Viagens Extensão: Internas  e  Externas Tempos de Viagem Freqüências Faixas horárias Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares Tipo Volume  - Peso Valor
PMSP/SEHAB /EMBRAESP Total de lançamentos verticais  e não verticais desde 1992 até 2009  Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares Setor Construção Civil
Zoneamento Adotado Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares
Classes CET  Setores  com Relevância Urbana 1 Serviços 1.1 Alojamento e Alimentação 1.2 Transporte, Armazenagem e Correio 1.3 Outros – Adm. Pública, Bancos, Justiça, Hospitais , Empresarial,TI 2 Industria 2.1 Extrativa  - só  Pedra, Areia e Argila 2.2 Transformação Alimentícia 2.2.1 Refrigerados 2.2.2  Não Refrigerados 2.3  Transformação  Não Alimentícia 2.3.1 Insumos - combustíveis 2.3.2 Produtos intermediários 2.3.3 Produtos acabados 2.3.4 Produtos acabados maquinas e metalúrgica - carga pesada  3 Comércio 3.1  Atacadista 3.1.1  Alimentos Não Refrigerados 3.1.2 Alimentos Refrigerados 3.1.3 Insumos e combustíveis 3.1.4 Produtos intermediários 3.1.5 Produtos acabados 3.1.6 Produtos acabados maquinas e metalúrgica - carga pesada  3.2  Varejista 3.2.1  Alimentos Não Refrigerados 3.2.2 Alimentos Refrigerados 3.2.3 Insumos e combustíveis 3.2.4 Produtos intermediários 3.2.5 Produtos acabados 3.2.6 Produtos acabados maquinas e metalúrgica - carga pesada  4 Resíduos 4.1 Perigosos e Hospitalar  4.2 Não Perigosos (lixo , terra, entulho, materiais recicláveis) 4.3 Distribuição de água - caminhão pipa 5 Construção 5.1 Construção de edifícios 5.2 Obras de Infra estrutura Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares
Setores  com Relevância na Economia Urbana Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares   Setor Ranking PIB Total Massa Salarial % Massa Nº Empresas Relevancia Urbana Tonelagem Valor Carga   Cam Util Moto 1 Serviços                   1.1 Alojamento e Alimentação 8 326.119,01 2,00 12.865 1 1 1 Baixo Alto 1.2 Transporte, Armazenagem e Correio 7 331.647,56 2,03 4.818 1 1 1 Médio Alto 1.3 Outros – Adm. Pública, Bancos, Hospitais, T I 1 7.765.083,25 47,55 50.451 4 4 1 Baixo Alto   Total Serviços   8.422.849,82 51,58 68.134           2 Industria                   2.1 Extrativa   - só Pedra, Areia e Argila 25 2.505,79 0,02 34 1 1 4 Alto Baixo   Total Industria Extrativa   2.505,79 0,02 34                                                       2.2 Transformação Alimentícia                   2.2.1 Refrigerados 18 78.436,50 0,48 383 1 1 2 Médio Baixo 2.2.2 Não Refrigerados 13 172.367,34 1,06 770 1 1 3 Médio Baixo   Total Transformação Alimentícia   250.803,84 1,54 1.153                                 2.3 Transformação  Não Alimentícia                   2.3.1 Isumos - combustiveis 24 12.652,13 0,08 10 1 1 3 Alto Baixo 2.3.2 Produtos intermediários 4 557.345,84 3,41 3.527 1 1 3 Alto Baixo 2.3.3 Produtos acabados 2 1.100.503,72 6,74 11.944 1 1 2 Baixo Médio 2.3.4 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada  6 359.213,97 2,20 3.639 1 1 2 Alto Alto   Total Transformação Não  Alimentícia   2.029.715,66 12,43 19.120           Legenda: Relevancia Urbana 1 muito relevante para a mov de carga Cam = caminhão 2 relevante para a mov de carga Util = utilitário 3 pouco relevante  Moto = motocicleta 4 irrelevante
Setores  com Relevância na Economia Urbana Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares   Setor Ranking PIB Total Massa Salarial % Massa Nº Empresas Relevancia Urbana Tonelagem Valor Carga   Cam Util Moto 3 Comércio                   3.1 Atacadista                   3.1.1 Alimentos Não Refrigerados 19 60.763,93 0,37 964 1 1 2 Médio Baixo 3.1.2 Alimentos Refrigerados 22 20.962,48 0,13 694 1 1 2 Médio Médio 3.1.3 Isumos e combustiveis 23 20.424,93 0,13 69 1 1 1 Alto Baixo 3.1.4 Produtos intermediários 10 236.893,09 1,45 7.719 1 1 2 Alto Baixo 3.1.5 Produtos acabados 5 440.301,55 2,70 6.519 1 1 1 Baixo Alto 3.1.6 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada  14 168.407,25 1,03 1.956 1 1 1 Alto Alto   Total Atacadista   947.753,23 5,80 17.921                                 3.2 Varejista                   3.2.1 Alimentos Não Refrigerados 12 194.207,43 1,19 2.667 1 1 2 Baixo Médio 3.2.2 Alimentos Refrigerados 15 100.323,48 0,61 7.084 1 1 1 Baixo Baixo 3.2.3 Isumos e combustiveis 20 48.350,29 0,30 2.125 1 1 2 Alto Baixo 3.2.4 Produtos intermediários 16 100.117,88 0,61 5.952 1 1 2 Alto Médio 3.2.5 Produtos acabados 3 817.349,42 5,01 36.326 1 1 2 Baixo Médio 3.2.6 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada  27 0,00 0,00 0 0 0 0 0 0   Total Varejista   1.260.348,50 7,72 54.154                                 4 Resíduos                   4.1 Perigosos e Hospitalar  26 975,45 0,01 7 1 1 0 Médio Baixo 4.2 Não Perigosos (lixo , terra, entulho, materiais reciclaveis) 21 31681,44 0,19 189 1 1 0 Médio Baixo 4.3 Distribuição de água - caminhão pipa 17 86203,17 0,53 97 1 2 0 Médio Baixo   Total Resíduos   118.860,06 0,73 293                                 5 Construção                   5.1 Construção de edifícios 9 311.751,07 1,91 3.517 1 1 2 Alto Médio 5.2 Obras de Infra estrutura 11 206754,38 1,27 1221 1 1 2 Alto Baixo   Total Construção   518.505,45 3,18 4.738                                 TOTAL     13.551.342,35 82,99 165.547          
Ranking  dos Setores  com Relevância na Economia Urbana Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  - Estudos Preliminares Ranking  Setor Sub Setor Total Massa  %  Nº  Relevancia Urbana Tonelagem  $ Carga PIB       Salarial Massa Empresas Cam Util Moto     1 Serviços 1.3 Outros - Adm.Pública, Bancos, Justiça, Hospitais , TI, Consultoria. 7.765.083,25 47,55 50.451 4 3 1 Baixo Alto 2 Indústria Transformação Não Alimentícia 2.3.3 Produtos acabados 1.100.503,72 6,74 11.944 1 1 2 Baixo Médio 3 Comercio Varejista 3.2.5 Produtos acabados 817.349,42 5,01 36.326 1 1 2 Baixo Médio 4 Indústria Transformação Não Alimentícia 2.3.2 Produtos intermediários 557.345,84 3,41 3.527 1 1 3 Alto Baixo 5 Comercio Atacadista 3.1.5 Produtos acabados 440.301,55 2,70 6.519 1 1 1 Baixo Alto 6 Indústria Transformação Não Alimentícia 2.3.4 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada  359.213,97 2,20 3.639 1 1 2 Alto Alto 7 Serviços 1.2 Transporte, Armazenagem e Correio 331.647,56 2,03 4.818 1 1 1 Médio Alto 8 Serviços 1.1 Alojamento e Alimentação 326.119,01 2,00 12.865 1 1 1 Baixo Alto 9 Construção 5.1 Construção de edifícios 311.751,07 1,91 3.517 1 1 2 Alto Médio 10 Comercio Atacadista 3.1.4 Produtos intermediários 236.893,09 1,45 7.719 1 1 2 Alto Baixo 11 Construção 5.2 Obras de Infra estrutura 206.754,38 1,27 1.221 1 1 2 Alto Baixo 12 Comercio Varejista 3.2.1 Alimentos Não Refrigerados 194.207,43 1,19 2.667 1 1 2 Baixo Médio 13 Indústria Transformação Alimentícia 2.2.2 Não Refrigerados 172.367,34 1,06 770 1 1 3 Médio Baixo 14 Comercio Atacadista 3.1.6 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada  168.407,25 1,03 1.956 1 1 1 Alto Alto 15 Comercio Varejista 3.2.2 Alimentos Refrigerados 100.323,48 0,61 7.084 1 1 1 Baixo Baixo 16 Comercio Varejista 3.2.4 Produtos intermediários 100.117,88 0,61 5.952 1 1 2 Alto Médio 17 Resíduos 4.3 Distribuição de água - caminhão pipa 86.203,17 0,53 97 1 2 0 Médio Baixo 18 Indústria Transformação Alimentícia 2.2.1 Refrigerados 78.436,50 0,48 383 1 1 2 Médio Baixo 19 Comercio Atacadista 3.1.1 Alimentos Não Refrigerados 60.763,93 0,37 964 1 1 2 Médio Baixo 20 Comercio Varejista 3.2.3 Isumos e combustiveis 48.350,29 0,30 2.125 1 1 2 Alto Baixo 21 Resíduos 4.2 Não Perigosos (lixo , terra, entulho, materiais reciclaveis) 31.681,44 0,19 189 1 1 0 Médio Baixo 22 Comercio Atacadista 3.1.2 Alimentos Refrigerados 20.962,48 0,13 694 1 1 2 Médio Médio 23 Comercio Atacadista 3.1.3 Isumos e combustiveis 20.424,93 0,13 69 1 1 1 Alto Baixo 24 Indústria Transformação Não Alimentícia 2.3.1 Isumos - combustiveis 12.652,13 0,08 10 1 1 3 Alto Baixo 25 Indúsrtia Extrativa 2.1 Extrativa  - só Pedra, Areia e Argila 2.505,79 0,02 34 1 1 4 Alto Baixo 26 Resíduos 4.1 Perigosos e Hospitalar  975,45 0,01 7 1 1 0 Médio Baixo 27 Comercio Varejista 3.2.6 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada  0,00 0,00 0           TOTAL       13.551.342,35 82,99 165.547           Total Geral São Paulo     16.329.483,38 100,00 200.600           Diferença       2.778.141,03   35.053          
Definição e Compatibilização do Zoneamento Definição do Plano Amostral Dimensionamento da Amostra Pesquisa Empresarial Definição e Elaboração dos Questionários Elaboração dos Manuais Supervisor e Entrevistador Sorteio da Amostra da Pesquisa nos Estabelecimentos  – Nº de entrevistas por setor e zona  Preparação do Treinamento  Planejamento da Pesquisa Origem e Destino Contratação do Sistema Desenvolvimento do Sistema e Testes Treinamento no uso do Sistema Implementação da digitação e consistência dos dados Sistema de Digitação e Consistência dos Dados Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  Etapas de Desenvolvimento
Preparação para execução da pesquisa em campo Preparação do material / Testes - Pesquisa Piloto – Revisão da Amostragem Definição de questionário definitivo Treinamento dos Supervisores de Equipe Treinamento dos Pesquisadores Preparação da Campanha de Divulgação da Pesquisa Execução da pesquisa em campo   Divulgação ao Público Alvo Contato Prévio com Estabelecimentos Pesquisa nos Estabelecimentos Manutenção da Campanha de Divulgação Aferição da Pesquisa -   Levantamentos Corretivos / Complementares Validação dos Resultados - Avaliação dos dados pesquisados Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  Etapas de Desenvolvimento
Geocodificação , Processamento e  Análise dos Resultados Sistematização de Fluxos e Determinação de Matrizes: toneladas, veículos , setor, modo, tipo de carga, valor da carga, faixa horária Relatórios Descritivos e Geração de Banco de Dados Final Tratamento dos Dados Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  Etapas de Desenvolvimento
Confidencialidade dos dados  Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  Premissas Disponibilização dos resultados  ao público interessado  Ganhos para as Empresas Participantes Estudos de localização de terminais e plataformas logísticas Avaliação das medidas  de gestão da carga urbana vigentes , VUC , ZMRC  Projeções futuras da demanda de viagens da carga e seus impactos Sigilo da identidade das empresas participantes Desenvolvimento de modelos de simulação de carga urbana
Ganhos para as Empresas Participantes Favorece a determinação de custos logísticos urbanos e impactos por setor  relativos a : Estoques, Armazenagem, Transportes e Administração . Pesquisa  Origem e Destino de Cargas  Fornece base de dados analíticos confiáveis para aprimoramento de políticas públicas e privadas Menor impacto das políticas e regulamentações públicas nos negócios Possibilita identificar oportunidades de sinergia entre a formulação de políticas públicas e interesses privados  -  Cenário “Win – Win”  Entender a interação entre o transporte de cargas e de passageiros no cenário urbano – (carga + passageiros X carga ou passageiros)
Diretoria de Planejamento e Educação no Trânsito - DP Superintendência de Planejamento - SPL Gerência de Planejamento, Logística e Estudos de Tráfego - GPL Departamento de Logística e Estudos de Tráfego - DLE Mauricio Losada [email_address] MUITO  OBRIGADO!

Maricio lozata

  • 1.
    Logística de Cargasem São Paulo UNINOVE – Planejamento da Mobilidade Urbana São Paulo, 11 de novembro de 2011 Mauricio Losada
  • 2.
    Dados Gerais doMunicípio Área Total: 1.500 km 2 ~ 0,5 % Território Nacional ~ 25% PIB Área edificada: 22,5% Comércio/Serviços , 5,8% Indústrias População 2010 : 11. 324.021 habitantes 27% do Estado; 5% do País ( Fonte: Projeção SEADE/2011) Sistema viário : 15,6 mil km de vias 3.300km Estruturais e Coletoras; 12.200km Locais Frota Registrada : 7.012.795 de veículos 34% do Estado; 12% do País Fonte: DETRAN março/2011) Frota Diária Circulante em São Paulo Caminhões 190.000 Automóveis 3.800.000
  • 3.
    Viagens Diárias porModo Fonte: Pesquisa Origem/Destino - 2007 Modo Principal Viagens (X 1000) Porcentagem Metrô 2.207 8,6% Trem 627 2,4% Ônibus 7.281 28,6% Automóvel 7.219 28,4% A pé 7.363 29,0% Bicicleta 156 0,6% Outros 581 2,4% Total de Viagens 25.434 100,0
  • 4.
    Evolução População eFrota Em 20 anos a população cresceu 20% e a frota registrada ~ 100% Fonte: SEADE e DETRAN /SP
  • 5.
    Rodoanel S. B.CAMPO Anchieta Presidente Dutra Raposo Tavares Anhanguera Castello Branco Bandeirantes Fernão Dias Ayrton Senna Imigrantes Régis Bittencourt A infraestrutura rodoviária apresenta problemas de conexão na transposição da RMSP e do MSP. Até agosto de 2010 essa conexão é feita através dos anéis viários urbanos. Mini Anel Viário e Anel Viário Metropolitano ( Restrição M. Pinheiros – Bandeirantes- Roberto Marinho) Outubro 2002 Existente ( Março 2010) Falta de Conexão dos Eixos Rodoviários Operação em 2014 Rodovias Anéis Viários Rodoanel Mario Covas Proposto
  • 6.
    Caracterização dos Fluxos Castelo Branco Marginal Tietê Estado Fernão Dias Ayrton Senna Dutra Bandeirantes Anhanguera Régis Bitencourt Anchieta Passagem Marginal Pinheiros Raposo Tavares Imigrantes Av. Bandeirantes Av. Salim F. Maluf Viagens Internas ao Município Distribuição Urbana Viagens com origem no Município Escoamento Viagens com origem fora do Município Abastecimento
  • 7.
    Centro Expandido 10% de área 15% das vias principais 59% das viagens Área do Rodízio 1997
  • 8.
    0 6 2224 12 Saturação 80% de ociosidade Concentração da Demanda
  • 9.
    O Sistema Viárioé um recurso público limitado de usufruto da sociedade. Cabe ao poder público mediar os conflitos e a disputa pela ocupação dos espaços, assegurando os deslocamentos. Desafio do Poder Público
  • 10.
    Histórico - ZMRC2007 1998 1993 1988 1986 2008 Nos dias úteis das 6 às 21h Nos sábados das 8 às 14h Nos dias úteis das 10 às 20h Nos sábados das 10 às 14h De 2ª a 6ª das 9h às 19h Aos sábados das 9h às 13h De 2ª a 6ª das 5 às 21h Aos sábados das 10 às 14h
  • 11.
    Excepcionalidades - ZMRCVeículo Urbano de Carga Veículos em Serviço de Urgência (ambulâncias, policiamento, bombeiros) Socorro Mecânico de Emergência (Guincho) Remoção de Terra em Obras Civis Cobertura Jornalística Obras e Serviços de Emergência Acesso a Estacionamento Próprio Obras e Serviços de infraestrutura Urbana Concretagem e Concretagem-Bomba Feiras livres Mudança Transporte de Produtos Alimentícios Perecíveis Transporte de Produtos Perigosos de Consumo Local Transporte de Valores Remoção de Entulho e Transporte de Caçambas Prestação de Serviços Públicos Essenciais Coleta de Lixo Correios Sinalização de Trânsito Emergencial
  • 12.
    Veículo Urbano deCarga - VUC Decreto 48.338/07: Caminhão de menor porte leve e ágil comprimento máximo 6,30m largura máxima 2,20m emissão de poluentes PROCONVE P-5 ( Euro III)
  • 13.
    Histórico Operacional doVUC 2007 1998 1997 1996 2008 Caráter experimental VUC liberado período integral VLC liberado das 10 às 15h Publicação do Decreto 37.185/97 Instituindo VUC e VLC VUC liberado período integral VLC liberado das 10 às 15h ZMRC 100km2 VUC liberado das 10 às 16h com rodízio de placas (par e ímpar) 2010 ZMRC 100 km2 VUC liberado das 10 às 16h Publicação do Decreto 48.338/07 VUC liberado das 10 às 16h (comprimento até 6,30m) Proconve P-5
  • 14.
    Regulamentação Atual paraCaminhões ZMRC 5h - 21h VUC Liberado 10-16h Vias Estruturais Restritas 5h -21h VUC Proibido Vias Estruturais Restritas 5h -21h VUC Liberado Período Integral Rodízio 7h-10h e 17h-20h Produtos Perigosos 5h - 10h e 16h - 21h
  • 15.
    Interno à ZMRC:Redução de 42% do volume de caminhões (no pico) Ganhos na Velocidade Média – em 55% Redução de caminhões de grande porte – 78% (3 eixos) e 90% (4 eixos) Externo à ZMRC: Redução de 5% do volume de caminhões (no pico) Ganhos na Velocidade Média – em 14% Resultados
  • 16.
    Geral na Cidade:Aumento da velocidade média dos veículos em 34% Redução média diária de 6% das ocorrências envolvendo caminhões Redução de 13% nos acidentes de trânsito (sem vítima) envolvendo caminhões Resultados
  • 17.
    Resultados Rodízio RodoanelOeste ZMRF Nova Marginal Tietê e Rodoanel Sul ZMRC Alteração da base de medição
  • 18.
    Concentração de A tividades Centro Expandido 10% de área 15% das vias principais 59% das viagens Indústrias, armazéns e centros de distribuição Comércio e Serviços
  • 19.
    Concentração de A tividades ZMRC 100 Km² “ Clusters” Comércio e Serviços Especializados Indústrias, armazéns e centros de distribuição Comércio e Serviços
  • 20.
    Sinergia entre medidasCompreensão do abastecimento como uma cadeia - produção – distribuição - comercialização Direcionar a cadeia para uma logística colaborativa envolvendo a cadeia, o transito, a economia e a Cidade O poder do comércio como definidor dos serviços de transporte . O regime de abastecimento é definido pelo comércio A necessidade de atuação sobre as causas oferecendo alternativas viáveis para a Entrega Noturna O esgotamento de medidas exclusivamente sobre o transportador
  • 21.
    Objetivos R eestruturar a logística de abastecimento para a melhoria do trânsito e a requalificação do ambiente urbano; Proporcionar maior racionalidade e eficiência na distribuição de bens e no uso da infraestrutura viária. Vi abilizar a Entrega Programada Noturna junto aos segmentos do comercio varejista e de serviços de pequeno porte;
  • 22.
    O Conceito deMini Centro de Distribuição Área de 1.500 à 2.000 m 2 ; Operam 24 horas; São abastecidos com grandes caminhões fora dos horários de saturação do trânsito; A bastecem o comércio com veículos menores e mais ágeis ;
  • 23.
    O Conceito de Mini Centro de Distribuição Proximidade com áreas de demanda ; Operação em conjunto com grandes centros de distribuição ; Destinam-se ao abastecimento da própria região onde estão situados; Agregam valor ao setor pela oferta de serviços como “sorting”, reembalagem, estoque estratégico e logística reversa
  • 24.
    O Conceito deMini Centro de Distribuição Parceria entre os setores público e privado; Implantação: t errenos vagos, galpões vazios ou imóveis degradados; Vias compatíveis com a circulação de caminhões; Conformidade com legislação de uso e ocupação do solo.
  • 25.
    Parcerias, Atores eAções Setor Público CET Política de Trânsito /Abastecimento   SIURB, SEHAB,SMDU, SP- Urbanismo, SMSP ( Subprefeituras) Ações de Requalificação da área / Regulamentações urbanísticas SF, SEMDET, SEHAB e SMDU Situação fundiária e fiscal dos imóveis, Incentivos fiscais, Contato com Proprietários   SMSU + PM / Copom (SSP-SP) Plano e ações de segurança para C/D noturna e diurna
  • 26.
    Parcerias, Atores eAções Setor Privado Associação Comercial Coordenar participação dos comerciantes Contratar estudos e projetos Obter financiamento   Operadores logísticos e Transportadores Planejar a operacionalização logística Produtores Subsidiar o planejamento das ações logísticas          
  • 27.
    Vantagens para CidadeSinergia entre gestores públicos e privados (abastecimento, trânsito, renovação imobiliária e urbanística); Incremento da atividade econômica ; Promoção da renovação, reuso e conservação de imóveis e espaços; Otimização do uso da infraestrutura urbana promovendo a sua utilização durante 24 horas; Melhoria da fluidez do trânsito, menores tempos de percurso; Redução do impacto ambiental em função do menor consumo de combustível e emissão de poluentes; Requalificação de áreas e vias com grande presença de caminhões.
  • 28.
    Vantagens para aCadeia Logística Maior velocidade média de circulação - menor frota – maior produtividade e eficiência operacional; Planejamento das entregas, eliminação dos picos de recebimento; Redução dos tempos de espera e descarregamento; Maior tempo para conferência das mercadorias; Diminuição das devoluções; Loja sempre abastecida não perde venda por falta de produto.
  • 29.
    Locais Potenciais ZMRC100 Km² TCFD TCFD Terminal de Cargas Fernão Dias - Existente Indústrias, armazéns e centros de distribuição Comércio e Serviços Mini Centros de Distribuição
  • 30.
    Centro de Distribuiçãoe Logística Prof. Eduardo Juarez
  • 31.
    Fatores de ComplexidadeLogística Proliferação de Produtos Menores Ciclos De Vida Vestuário; Eletrônica Globalização Maior Exigência De serviços (JIT;ECR;QR ) Segmentação Clientes Canais Mercados
  • 32.
    Peso da LogísticaCusto Logísticos como percentagem da receita (em %) Fonte: Fundação Vanzolini / USP Químicos e Plásticos 12,2 Alimentos 11,4 Farmacêutica 3,4 Bens de Consumo 22,2 Bens Industriais 24,4 Metalúrgicas 20,8 Composto de 270 empresas 19,8
  • 33.
    Principais diferenças entreas logísticas tradicional e a do e-commerce Fonte: SOFIMA Fleury & Monteiro Logística Tradicional Logística do e-commerce Tipo de Carregamento Paletizado Pequenos pacotes Clientes Conhecidos Desconhecidos Estilo de Demanda Empurrada Puxada Fluxo do Estoque/Pedido Unidirecional Bidirecional Tamanho médio do Pedido Mais de R$ 1.000,00 Menos de R$ 100,00 Destino dos Pedidos Concentrados Altamente dispersos Responsabilidade Um único elo Toda cadeia de suprimento Demanda Estável e Consistente Incerta e fragmentada
  • 34.
    Com crescimento moderadoda economia a demanda de transportes duplicará em 20 anos. Isso ocorrerá muito antes, se a economia deslanchar. Em qualquer hipótese, o sistema rodoviário estará saturado a curto prazo na macrometrópole O sistema logístico estadual é disperso e fragmentado. A coleta e distribuição de cargas na RMSP é uma das causas do congestionamento urbano. Parte dos problemas do porto de Santos deriva da logística terrestre. Alternativas Mudança da matriz modal Expansão radical do sistema rodoviário ou Diagnóstico Sintético Cenário Metropolitano e Estadual O “custo São Paulo” Adoção da Intermodalidade Rodo - Ferroviaria Fonte: STM / Dersa
  • 35.
    Os Elementos daProposta de Intermodalidade Exigências da carga geral (alto valor agregado) Velocidade, pontualidade, confiabilidade Exigências da logística urbana Redução dos percursos na malha urbana Exigências na interação com o porto de Santos Coordenar fluxos terrestres e marítimos Substituir o modelo logístico disperso pelo modelo estruturado Uma rede regional de plataformas logísticas Atender os requisitos Reconfigurar o sistema logístico
  • 36.
    Logística Estruturada Substituiro modelo disperso por configurações do tipo hubs and spokes , onde cada hub é uma plataforma logística. Concentração de fluxos - terminais intermodais -transferência de cargas para vagões ferroviários que realizarão o transporte nas “pernas” mais extensas que ligam os hubs Cenário Urbano. - CD’s para Mini Mini CD’s Cenário Local – Mini CD’s para Lojas Modelo Hub & Spokes
  • 37.
    Logística Estruturada Substituiro modelo disperso por configurações do tipo hubs and spokes , onde cada hub é uma plataforma logística. Concentração de fluxos - terminais intermodais -transferência de cargas para vagões ferroviários que realizarão o transporte nas “pernas” mais extensas que ligam os hubs Cenário Urbano. - CD’s para Mini Mini CD’s Cenário Local – Mini CD’s para Lojas Modelo Fragmentado Modelo Hub & Spokes
  • 38.
    Plataforma Logística Objetivose Estratégias Notas: CD = Centro de Distribuição Terminal intermodal + CD = Centro Logístico Integrado (CLI) Objetivos públicos Estratégias específicas 1. Possibilitar o aumento da participação da ferrovia na matriz modal Concentração dos fluxos Serviço ferroviário expresso para carga geral doméstica + terminais intermodais Troca rápida de bitola na RMSP 2. Melhorar a logística urbana no MSP e na RMSP Reduzir percursos na malha urbana CDs multi-usuários na periferia e na área central 3. Geração de empregos na periferia do MSP e RMSP Estimular atividades correlatas às logísticas 4. Coordenação e apoio ao porto de Santos Áreas de estocagem e coordenação com o fluxo marítimo 5. Sinergia e criação de valor, com renovação urbana Projetos de renovação urbana no entorno dos CDs, hubs de negócios, etc
  • 39.
    Plataforma logística Terminaisintermodais Empreendimento público-privado Investimentos públicos pontuais para estímulo (“ seed money” ) Centrais de distribuição Negócio imobiliário privado Aluguel para operadores logísticos Apoio não financeiro do setor público Renovação urbana Concessão urbanística (Prefeitura) Apropriação da mais valia imobiliária para financiamento dos aportes do setor público (por exemplo, para infra-estruturas) Um Possível Modelo do Negócio Integração de Mini Centros de Distribuição e Plataformas Logísticas
  • 40.
    Plataforma logística: Terminaisintermodais + Centrais de distribuição Empreendimentos tipicamente privados (logística, imobiliária) Setor público impulsiona o negócio e zela pelos objetivos públicos Apoio não financeiro Participação acionária minoritária Renovação urbana Concessão urbanística (Prefeitura) Apropriação da mais valia imobiliária para financiamento dos aportes do setor público (por exemplo, para infra-estruturas) Um Possível Modelo do Negócio ... ...que atenda aos interesses público e privado Integração de Mini Centros de Distribuição e Plataformas Logísticas
  • 41.
  • 42.
    Nova área de abrangência proposta com o traçado da Avenida Jacu-Pêssego Zona Leste Plano de Desenvolvimento da Zona Leste CDL CDL
  • 43.
    Locais Potenciais TCFDTCFD Terminal de Cargas Fernão Dias - Existente Mini Centros de Distribuição e Plataformas Logísticas Indústrias, armazéns e centros de distribuição Comércio e Serviços Mini Centros de Distribuição ZMRC 100 Km² Plataformas Logísticas PL PL PL
  • 44.
    Novos comportamentos eexigências dos consumidores Aumento das refeições fora de casa Redução da unidade familiar de consumo Diversificação do consumo Menos tempo para as compras Preocupações com a saúde, qualidade e segurança alimentar : Renovação maior dos bens de conumo duráveis
  • 45.
    Tendências do MercadoFonte: WUWM World Union of Wholesale Markets   Novas Necessidades do Comércio Nacional e Internacional Novos Requisitos de Logística 1. Desenvolvimento de sistemas de produção por demanda (pedido) . Maior capacidade de reação ás variações da procura, á evolução dos preços e ás oportunidades; Funcionamento em tempo e escala real; Flexibilidade e agilidade nos abastecimentos de mercadorias; Agilidade de resposta do transporte nacional e internacional; Articulação das cadeias logísticas intermodais 2. Especialização, diversificação e internacionalização da produção . Incremento dos fluxos de transporte nacional e internacional; Redução do tamanho médio das encomendas; Aumento do valor médio das mercadorias transportadas; Maiores distâncias de transporte; 3. Redução dos custos externos ao processo de produção. Operar com níveis mínimos de estoque; Menor número de armazéns operativos; Abastecimento com métodos just in time; Redução do tamanho médio das expedições; Desenvolvimento de economias de escala por utilização conjunta de recursos: subcontratação 4. Alta qualidade do serviço como instrumento de competitividade. Transporte e distribuição rápida e confiável; Necessidade de serviços muito especializados e profissionais; Utilização generalizada de tecnologias de informação; Investimentos em tecnologia e em I&D. (informação e desenvolvimento) 5. Forte tendência á externalização de funções . Subcontratação de processos logísticos; Aumento das funções assumidas pelo operador logístico; Maior complexidade da função transporte e distribuição; Deslocação da competitividade baseada em custos para a geração de valor acrescentado na cadeia logística 6. Aumento da capacidade de gestão estratégica dos operadores envolvidos na cadeia de abastecimento . Identificação de objetivos comuns entre os diversos operadores. Desenvolvimento de parcerias sustentáveis Concentração e internacionalização das pequenas e médias empresas.
  • 46.
    Próximos Passos Continuidadedos estudos técnicos Inserção/revisão das legislações tributária, fiscal e urbanísticas municipais Atividades logísticas e de apoio Identificação das expectativas do setor privado Pré-modelagem dos negócios e avaliação de riscos Entendimentos com as Secretarias envolvidas e Governo Estadual Cronogramas Custos Públicos e Privados Modelo de Parceria Estratégia de Implementação Escolha das áreas Projeto Piloto Área da Av. Do Estado Atividades dependentes de consultoria especializada
  • 47.
    Execução da PesquisaOrigem e Destino de Cargas Supervisionada pela Companhia de Engenharia de Tráfego – CET Financiada pelo Banco Mundial através do GEF – Global Environment Facility Planejada e Gerenciada por Empresa ou Consórcio Especializado Coordenada por Empresa Especializada Executada por Empresa ou Consórcio Especializado
  • 48.
    Pesquisa Origeme Destino de Cargas Objetivos Coleta de dados sistematizados que caracterizem o padrão das viagens, os tipos e quantidades de carga transportadas e os tipos de veículos envolvidos neste transporte, na cidade de São Paulo, inclusive as relações socioeconômicas de uso e ocupação do solo. Municipal / Metropolitana Abrangência Viagens internas MSP - Distribuição Urbana Viagens externas MSP / RMSP - Abastecimento / Escoamento
  • 49.
    Pesquisa Origem eDestino de Cargas Estudos Preliminares Sondagem do universo a ser pesquisado Conhecimento de referências ( Benchmarks - organogramas , termos de referência) Levantamento de Bases para Amostragem Definição de Categorias de Elementos Setores Econômicos , Carga , Modais, Estabelecimentos e Cadeias Logísticas Definição do Zoneamento - Zoneamento Pesquisa O/D 2007 Metro SP MSP 320 zonas - RMSP 460 zonas RAIS – Relação Anual de Informações Sociais, CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas PMSP / SEHAB e EMBRAESP – Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio Pólos Geradores - CET LIMPURB
  • 50.
    Conceituação A basede dados utilizada é a RAIS 2006 através da CNAE 2010 As atividades econômicas (RAIS) foram agrupadas de acordo com sua relevância urbana ou seja, tipo de carga, forma como é transportada, tonelagem e valor. Relevância Urbana Freqüência de viagens realizadas – mensal – semanal – diária – várias vezes/dia A tonelagem e o valor da carga - alta ou baixa 1 – muito relevante para a movimentação de carga Tipo de veículo - caminhão – utilitário - motocicleta Tipo de veículo X classe CNAE 2– relevante para a movimentação de carga 3 – pouco relevante para a movimentação de carga 4 – irrelevante para a movimentação de carga Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares
  • 51.
    Tipos de Carga com Relevância Urbana Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares GRANEL     Sólido   Líquido           Alimentar   Não Alimentar Alimentar   Não Alimentar             Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada         FRACIONADA     Sólido   Líquido           Alimentar   Não Alimentar Alimentar   Não Alimentar             Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada Refrigerada   Não refrigerada        
  • 52.
    OBJETIVO : Conhecera distribuição urbana da carga Caracterização da Carga Mercadorias, Bens e Serviços Insumos e Resíduos Utilitário Caracterização dos Veículos Caminhão Tipo de Caminhão Tipo de Carroceria Nº de Eixos Moto Caracterização das Viagens Extensão: Internas e Externas Tempos de Viagem Freqüências Faixas horárias Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares Tipo Volume - Peso Valor
  • 53.
    PMSP/SEHAB /EMBRAESP Totalde lançamentos verticais e não verticais desde 1992 até 2009 Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares Setor Construção Civil
  • 54.
    Zoneamento Adotado Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares
  • 55.
    Classes CET Setores com Relevância Urbana 1 Serviços 1.1 Alojamento e Alimentação 1.2 Transporte, Armazenagem e Correio 1.3 Outros – Adm. Pública, Bancos, Justiça, Hospitais , Empresarial,TI 2 Industria 2.1 Extrativa - só Pedra, Areia e Argila 2.2 Transformação Alimentícia 2.2.1 Refrigerados 2.2.2 Não Refrigerados 2.3 Transformação Não Alimentícia 2.3.1 Insumos - combustíveis 2.3.2 Produtos intermediários 2.3.3 Produtos acabados 2.3.4 Produtos acabados maquinas e metalúrgica - carga pesada 3 Comércio 3.1 Atacadista 3.1.1 Alimentos Não Refrigerados 3.1.2 Alimentos Refrigerados 3.1.3 Insumos e combustíveis 3.1.4 Produtos intermediários 3.1.5 Produtos acabados 3.1.6 Produtos acabados maquinas e metalúrgica - carga pesada 3.2 Varejista 3.2.1 Alimentos Não Refrigerados 3.2.2 Alimentos Refrigerados 3.2.3 Insumos e combustíveis 3.2.4 Produtos intermediários 3.2.5 Produtos acabados 3.2.6 Produtos acabados maquinas e metalúrgica - carga pesada 4 Resíduos 4.1 Perigosos e Hospitalar 4.2 Não Perigosos (lixo , terra, entulho, materiais recicláveis) 4.3 Distribuição de água - caminhão pipa 5 Construção 5.1 Construção de edifícios 5.2 Obras de Infra estrutura Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares
  • 56.
    Setores comRelevância na Economia Urbana Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares   Setor Ranking PIB Total Massa Salarial % Massa Nº Empresas Relevancia Urbana Tonelagem Valor Carga   Cam Util Moto 1 Serviços                   1.1 Alojamento e Alimentação 8 326.119,01 2,00 12.865 1 1 1 Baixo Alto 1.2 Transporte, Armazenagem e Correio 7 331.647,56 2,03 4.818 1 1 1 Médio Alto 1.3 Outros – Adm. Pública, Bancos, Hospitais, T I 1 7.765.083,25 47,55 50.451 4 4 1 Baixo Alto   Total Serviços   8.422.849,82 51,58 68.134           2 Industria                   2.1 Extrativa - só Pedra, Areia e Argila 25 2.505,79 0,02 34 1 1 4 Alto Baixo   Total Industria Extrativa   2.505,79 0,02 34                                                       2.2 Transformação Alimentícia                   2.2.1 Refrigerados 18 78.436,50 0,48 383 1 1 2 Médio Baixo 2.2.2 Não Refrigerados 13 172.367,34 1,06 770 1 1 3 Médio Baixo   Total Transformação Alimentícia   250.803,84 1,54 1.153                                 2.3 Transformação Não Alimentícia                   2.3.1 Isumos - combustiveis 24 12.652,13 0,08 10 1 1 3 Alto Baixo 2.3.2 Produtos intermediários 4 557.345,84 3,41 3.527 1 1 3 Alto Baixo 2.3.3 Produtos acabados 2 1.100.503,72 6,74 11.944 1 1 2 Baixo Médio 2.3.4 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada 6 359.213,97 2,20 3.639 1 1 2 Alto Alto   Total Transformação Não Alimentícia   2.029.715,66 12,43 19.120           Legenda: Relevancia Urbana 1 muito relevante para a mov de carga Cam = caminhão 2 relevante para a mov de carga Util = utilitário 3 pouco relevante Moto = motocicleta 4 irrelevante
  • 57.
    Setores comRelevância na Economia Urbana Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares   Setor Ranking PIB Total Massa Salarial % Massa Nº Empresas Relevancia Urbana Tonelagem Valor Carga   Cam Util Moto 3 Comércio                   3.1 Atacadista                   3.1.1 Alimentos Não Refrigerados 19 60.763,93 0,37 964 1 1 2 Médio Baixo 3.1.2 Alimentos Refrigerados 22 20.962,48 0,13 694 1 1 2 Médio Médio 3.1.3 Isumos e combustiveis 23 20.424,93 0,13 69 1 1 1 Alto Baixo 3.1.4 Produtos intermediários 10 236.893,09 1,45 7.719 1 1 2 Alto Baixo 3.1.5 Produtos acabados 5 440.301,55 2,70 6.519 1 1 1 Baixo Alto 3.1.6 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada 14 168.407,25 1,03 1.956 1 1 1 Alto Alto   Total Atacadista   947.753,23 5,80 17.921                                 3.2 Varejista                   3.2.1 Alimentos Não Refrigerados 12 194.207,43 1,19 2.667 1 1 2 Baixo Médio 3.2.2 Alimentos Refrigerados 15 100.323,48 0,61 7.084 1 1 1 Baixo Baixo 3.2.3 Isumos e combustiveis 20 48.350,29 0,30 2.125 1 1 2 Alto Baixo 3.2.4 Produtos intermediários 16 100.117,88 0,61 5.952 1 1 2 Alto Médio 3.2.5 Produtos acabados 3 817.349,42 5,01 36.326 1 1 2 Baixo Médio 3.2.6 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada 27 0,00 0,00 0 0 0 0 0 0   Total Varejista   1.260.348,50 7,72 54.154                                 4 Resíduos                   4.1 Perigosos e Hospitalar 26 975,45 0,01 7 1 1 0 Médio Baixo 4.2 Não Perigosos (lixo , terra, entulho, materiais reciclaveis) 21 31681,44 0,19 189 1 1 0 Médio Baixo 4.3 Distribuição de água - caminhão pipa 17 86203,17 0,53 97 1 2 0 Médio Baixo   Total Resíduos   118.860,06 0,73 293                                 5 Construção                   5.1 Construção de edifícios 9 311.751,07 1,91 3.517 1 1 2 Alto Médio 5.2 Obras de Infra estrutura 11 206754,38 1,27 1221 1 1 2 Alto Baixo   Total Construção   518.505,45 3,18 4.738                                 TOTAL     13.551.342,35 82,99 165.547          
  • 58.
    Ranking dosSetores com Relevância na Economia Urbana Pesquisa Origem e Destino de Cargas - Estudos Preliminares Ranking Setor Sub Setor Total Massa % Nº Relevancia Urbana Tonelagem $ Carga PIB       Salarial Massa Empresas Cam Util Moto     1 Serviços 1.3 Outros - Adm.Pública, Bancos, Justiça, Hospitais , TI, Consultoria. 7.765.083,25 47,55 50.451 4 3 1 Baixo Alto 2 Indústria Transformação Não Alimentícia 2.3.3 Produtos acabados 1.100.503,72 6,74 11.944 1 1 2 Baixo Médio 3 Comercio Varejista 3.2.5 Produtos acabados 817.349,42 5,01 36.326 1 1 2 Baixo Médio 4 Indústria Transformação Não Alimentícia 2.3.2 Produtos intermediários 557.345,84 3,41 3.527 1 1 3 Alto Baixo 5 Comercio Atacadista 3.1.5 Produtos acabados 440.301,55 2,70 6.519 1 1 1 Baixo Alto 6 Indústria Transformação Não Alimentícia 2.3.4 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada 359.213,97 2,20 3.639 1 1 2 Alto Alto 7 Serviços 1.2 Transporte, Armazenagem e Correio 331.647,56 2,03 4.818 1 1 1 Médio Alto 8 Serviços 1.1 Alojamento e Alimentação 326.119,01 2,00 12.865 1 1 1 Baixo Alto 9 Construção 5.1 Construção de edifícios 311.751,07 1,91 3.517 1 1 2 Alto Médio 10 Comercio Atacadista 3.1.4 Produtos intermediários 236.893,09 1,45 7.719 1 1 2 Alto Baixo 11 Construção 5.2 Obras de Infra estrutura 206.754,38 1,27 1.221 1 1 2 Alto Baixo 12 Comercio Varejista 3.2.1 Alimentos Não Refrigerados 194.207,43 1,19 2.667 1 1 2 Baixo Médio 13 Indústria Transformação Alimentícia 2.2.2 Não Refrigerados 172.367,34 1,06 770 1 1 3 Médio Baixo 14 Comercio Atacadista 3.1.6 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada 168.407,25 1,03 1.956 1 1 1 Alto Alto 15 Comercio Varejista 3.2.2 Alimentos Refrigerados 100.323,48 0,61 7.084 1 1 1 Baixo Baixo 16 Comercio Varejista 3.2.4 Produtos intermediários 100.117,88 0,61 5.952 1 1 2 Alto Médio 17 Resíduos 4.3 Distribuição de água - caminhão pipa 86.203,17 0,53 97 1 2 0 Médio Baixo 18 Indústria Transformação Alimentícia 2.2.1 Refrigerados 78.436,50 0,48 383 1 1 2 Médio Baixo 19 Comercio Atacadista 3.1.1 Alimentos Não Refrigerados 60.763,93 0,37 964 1 1 2 Médio Baixo 20 Comercio Varejista 3.2.3 Isumos e combustiveis 48.350,29 0,30 2.125 1 1 2 Alto Baixo 21 Resíduos 4.2 Não Perigosos (lixo , terra, entulho, materiais reciclaveis) 31.681,44 0,19 189 1 1 0 Médio Baixo 22 Comercio Atacadista 3.1.2 Alimentos Refrigerados 20.962,48 0,13 694 1 1 2 Médio Médio 23 Comercio Atacadista 3.1.3 Isumos e combustiveis 20.424,93 0,13 69 1 1 1 Alto Baixo 24 Indústria Transformação Não Alimentícia 2.3.1 Isumos - combustiveis 12.652,13 0,08 10 1 1 3 Alto Baixo 25 Indúsrtia Extrativa 2.1 Extrativa - só Pedra, Areia e Argila 2.505,79 0,02 34 1 1 4 Alto Baixo 26 Resíduos 4.1 Perigosos e Hospitalar 975,45 0,01 7 1 1 0 Médio Baixo 27 Comercio Varejista 3.2.6 Produtos acabados maquinas e metalurgica - carga pesada 0,00 0,00 0           TOTAL       13.551.342,35 82,99 165.547           Total Geral São Paulo     16.329.483,38 100,00 200.600           Diferença       2.778.141,03   35.053          
  • 59.
    Definição e Compatibilizaçãodo Zoneamento Definição do Plano Amostral Dimensionamento da Amostra Pesquisa Empresarial Definição e Elaboração dos Questionários Elaboração dos Manuais Supervisor e Entrevistador Sorteio da Amostra da Pesquisa nos Estabelecimentos – Nº de entrevistas por setor e zona Preparação do Treinamento Planejamento da Pesquisa Origem e Destino Contratação do Sistema Desenvolvimento do Sistema e Testes Treinamento no uso do Sistema Implementação da digitação e consistência dos dados Sistema de Digitação e Consistência dos Dados Pesquisa Origem e Destino de Cargas Etapas de Desenvolvimento
  • 60.
    Preparação para execuçãoda pesquisa em campo Preparação do material / Testes - Pesquisa Piloto – Revisão da Amostragem Definição de questionário definitivo Treinamento dos Supervisores de Equipe Treinamento dos Pesquisadores Preparação da Campanha de Divulgação da Pesquisa Execução da pesquisa em campo   Divulgação ao Público Alvo Contato Prévio com Estabelecimentos Pesquisa nos Estabelecimentos Manutenção da Campanha de Divulgação Aferição da Pesquisa - Levantamentos Corretivos / Complementares Validação dos Resultados - Avaliação dos dados pesquisados Pesquisa Origem e Destino de Cargas Etapas de Desenvolvimento
  • 61.
    Geocodificação , Processamentoe Análise dos Resultados Sistematização de Fluxos e Determinação de Matrizes: toneladas, veículos , setor, modo, tipo de carga, valor da carga, faixa horária Relatórios Descritivos e Geração de Banco de Dados Final Tratamento dos Dados Pesquisa Origem e Destino de Cargas Etapas de Desenvolvimento
  • 62.
    Confidencialidade dos dados Pesquisa Origem e Destino de Cargas Premissas Disponibilização dos resultados ao público interessado Ganhos para as Empresas Participantes Estudos de localização de terminais e plataformas logísticas Avaliação das medidas de gestão da carga urbana vigentes , VUC , ZMRC Projeções futuras da demanda de viagens da carga e seus impactos Sigilo da identidade das empresas participantes Desenvolvimento de modelos de simulação de carga urbana
  • 63.
    Ganhos para asEmpresas Participantes Favorece a determinação de custos logísticos urbanos e impactos por setor relativos a : Estoques, Armazenagem, Transportes e Administração . Pesquisa Origem e Destino de Cargas Fornece base de dados analíticos confiáveis para aprimoramento de políticas públicas e privadas Menor impacto das políticas e regulamentações públicas nos negócios Possibilita identificar oportunidades de sinergia entre a formulação de políticas públicas e interesses privados - Cenário “Win – Win” Entender a interação entre o transporte de cargas e de passageiros no cenário urbano – (carga + passageiros X carga ou passageiros)
  • 64.
    Diretoria de Planejamentoe Educação no Trânsito - DP Superintendência de Planejamento - SPL Gerência de Planejamento, Logística e Estudos de Tráfego - GPL Departamento de Logística e Estudos de Tráfego - DLE Mauricio Losada [email_address] MUITO OBRIGADO!

Notas do Editor

  • #31 ÁREA TOTAL-1600 m² ARMAZÉM DE INSUMOS/IMPRESSOS – ÁREA DE 800 m² CÂMARAS FRIGORÍFICAS: DUAS CÂMARAS COM 380m³ ONDE SÃO ARMAZENADOS IMUNOBIOLÓGICOS À TEMPERATURA MÉDIA NEGATIVA DE -18°C, DISPONDO DE ANTE-CÂMARA COM TEMPERATURA DE +2C A +8°C, COM O OBJETIVO DE EVITAR ENTRADA DO AR QUENTE E, CLIMATIZAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS. TRÊS CÂMARAS COM 690 m³, ARMAZENANDO IMUNOBIOLÓGICOS À TEMPERATURA DE +2° A +8°. REDE DE FRIO ESTADUAL-ARMAZENAR,CONSERVAR E DISTRIBUIR IMUNOBIOLÓGICOS PARA O ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA DE MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO-TRS-DISTRIBUIÇÃO INDIVIDUALIZADA À PACIENTES NA CAPITAL DE SÃO PAULO PROGRAMA DE HEPATITE DO TIPO C-DISTRIBUIR KITS REAGENTES DE BIOLOGIA MOLECULAR PARA LABORATÓRIOS REFERENCIADOS NO ESTADO DE SÃO PAULO IMPRESSOS-ARMAZENAR E DISTRIBUIR IMPRESSOS, CARTAZES FOLDERS, ETC. - RELACIONADOS À VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E CAMPANHAS DE SAÚDE PÚBLICA IMUNOBIOLÓGICOS DO PNI -PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES SOROS: – ANTIRÁBICO, ANTITETÂNICO, ANTIDIFTÉRICO, ANTICROTÁLICO, ANTIELAPÍDICO, ANTIBOTRÓPICO, ANTILONOMIA, ANTIARACNÍDICO, ANTIESCORPIÔNICO VACINAS: BCG,TETRAVALENTE, DTP, ROTAVIRUS, HEPATITE B, SABIN, TRIPLICE VIRAL, FEBRE AMARELA, DUPLA ADULTO,HAEMOPHILUS INFLUENZA DO TIPO B, FEBRE TIFÓIDE, PNEUMO23, PNEUMO7VALENTE, VARICELA, MENINGO C, MENINGO CONJUGADA, HEPATITE A, RAIVA CULTIVO CELULAR, RAIVA CANINA, IMUNOGLUBULINAS-ANTI-VARICELA ZOSTER, ANTI RÁBICA, ANTI-TETÂNICA, ANTI-HEPATITE B, DUPLA INFANTIL, PÓLIO INATIVA, PENTAVALENTE, DTP ACELULAR
  • #43 Caracteristicas do Plano de desenvolvimento da ZL Objetivos : Atração de investimentos com vistas a geração de renda e criação de empregos na região; Reorganização do transporte de cargas com destino a Cidade de São Paulo Instrumentos: Adequação da infra-estrutura urbana; Capacitação da mão de obra; Programa de Incentivos Seletivos – Lei 14654/2007 Programa de Inovação Tecnológica e Competitividade Empresarial Conceito: ECOSISTEMA Incentivo as atividades compatíveis com o ambiente urbano Respeito a memória da comunidade Respeito ao meio ambiente ATIVIDADES ALVO Serviços: Transportes (logísticos aeroviária,ferroviária e rodoviária) Tecnologia da Informação (TI) Comércio: Centros de Distribuição de Produtos (CD) Indústrias: Equipamentos Elétricos e Eletrônicos Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos , Hospitalares e de Laboratórios Têxtil e Confecções Artefatos de Couro e Calçados Finos Jóias e Bijuterias
  • #47 Escolha das áreas Projeto Piloto Área da Av. Do Estado Área da Av. Presidente Wilson Itens em azul: atividades dependentes de consultoria especializada
  • #64 Menor impacto das políticas e regulamentações públicas nos negócios devido a melhor conhecimento da realidade logística e empresarial Fornece base de dados analíticos confiáveis para aprimoramento de políticas públicas e privadas que permite entender a interação entre o transporte de cargas e de passageiros no cenário urbano – criando políticas convergentes carga+passageiros ao invés de excludentes ou carga ou passageiros Levando a Menor impacto das políticas e regulamentações públicas nos negócios Possibilitando construir uma sinergia entre a formulação de políticas públicas e a estratégia de negócios e interesses privados Cenário Win Win