O documento discute a organização da escolaridade em ciclos no contexto da implementação do Ensino Fundamental de Nove Anos no Brasil. Argumenta-se que a implantação de ciclos nos três primeiros anos requer uma revisão ampla da concepção de currículo, avaliação, metodologia, organização do sistema de ensino e formação de professores. Apresenta dados mostrando que cerca de 3% dos alunos são reprovados já no primeiro ano e defende que os ciclos podem ajudar a diminuir esses índices.