Arábia pré-islâmica:
• Antes da criação do Islamismo por Maomé, os
Árabes eram politeístas.
• Estes povos tem sua origem na península Arábica
(atual Arábia Saudita).
– Região de clima seco e quente.
– Os Árabes do deserto eram chamados de Beduínos.
• Criavam animais resistentes ao deserto, como camelos e
dromedários.
– A região litorânea era
conhecida como
“Arábia Feliz” pelo desenvolvimento
de um intenso comércio.
MAOMÉ (Muhammad)
• Nasceu em 579 d.C. na cidade de Meca.
• Trabalhando como Marinheiro no Mediterrâneo,
conheceu e estudou o Cristianismo e o Judaísmo.
• Fundiu elementos judaico-cristãos e tradições
árabes.
– Segundo a tradição islâmica,
ele recebeu revelações do anjo
Gabriel que só existia um deus,
e seu nome era Alá.
– As revelações e profecias feitas
a Maomé pelo anjo Gabriel são a base do Alcorão.
MAOMÉ
• Em 622 Foi expulso de Meca, pois suas
pregações incomodava os antigos sacerdotes.
– Hégira (A Fuga) = ano 1 do calendário muçulmano.
• Em Yatrib (futura Medina, a cidade do profeta)
Maomé consegue apoio dos comerciantes
locais e dos beduínos para conquistar Meca.
– Com o tempo converteu os povos da península
Arábica.
O Profeta orando na
Caaba, numa gravura
otomana do século
XVI. Seu rosto está
vendado, algo comum
na arte islâmica da
época.
EXPANSÃO:
• Em 632 d.C. Maomé morreu e deixou o mundo
Árabe unificado politicamente e agrupado em
torno da religião islâmica.
– Na ausência de Maomé, surgiram os Califas
(Chefes políticos, religiosos e militares) que
governavam o império e a religião (Estado
Teocrático).
• Estimulada pelo interesse em dominar as rotas
comerciais.
– 632 – 661 = Pérsia, Síria, Palestina e Egito.
– 661 – 750 = Noroeste da china, norte da África e
parte da Península Ibérica.
• Governo dos Omíadas.
– 750 – 1258 = Fortaleceram o Império e a
participação na vida das pessoas.
• Nas regiões dominadas, quem não se convertia ao islã era obrigado a
pagar tributos.
Jihad
• De acordo com o historiador Peter Demant, Jihad é o
esforço em favor de Deus, é o compromisso pessoal que
orienta a vida do fiel muçulmano de acordo com as leis
prescritas por Deus.
– Apesar de desenvolver a noção de uma guerra de autodefesa
para proteger os valores que considera nobres, não santifica a
guerra, já que condena a agressão e o assassinato.
• Entretanto, este termo árabe foi inúmeras vezes apropriado
no sentido de Guerra Santa para justificar as batalhas
travadas pelos mulçumanos, para legitimar o uso da
violência (como em outras religiões).
EXPANSÃO:
• Em 711 d.C. os Árabes cruzaram o Estreito de Gibraltar.
– Expandindo por terras espanholas.
– Foi o ponto máximo da expansão Árabe.
• Tentaram ocupar a França, mas foram derrotados em 732 na
batalha de Poitiers.
• Dentro do território espanhol, fundaram um reino autônomo.
– O Califado de Córdoba.
• Mantinha o contato entre a cultura do Islã com a Europa Ocidental Cristã.
– Nesta região foi construída uma brilhante civilização.
• Vida muito próspera;
• Os mouros convertiam os católicos e os judeus.
– Rica experiência nas artes, nas ciências, na filosofia,
medicina e nos costumes em geral.
Cultura e influência Árabe-
islâmica para o Ocidente.
• Os Árabes souberam aproveitar os conhecimentos
adquiridos para melhorar suas atividades comerciais e,
adaptando algumas ideias estrangeiras, desenvolveram
hábitos e costumes bastante originais.
– No oriente conheceram instrumentos para observar e
determinar a altura dos astros;
• Desenvolveram a bússola e o astrolábio.
– Aprenderam a utilizar um sistema numérico hindu;
• Criaram os algarismos arábicos, com acréscimo do zero.
• Aperfeiçoaram o uso do papel e da pólvora.
• Domínio da Química permitiu a fabricação de inúmeros
produtos farmacêuticos.
Conflitos Internos:
• No Islamismo também existe conflitos internos:
• Em 632 d.C., com a morte de Maomé surgiram dois
grupos:
– Sunitas: maioria dos muçulmanos, segundo eles o
sucessor do profeta poderia ser qualquer pessoa.
– Xiitas: mais radicais e minoria. Segundo este grupo, o
sucessor deveria ser um descendente de Maomé.
• Essas disputas permanecem ainda nos dias atuais.
Professor Adail/ e o Mundo Árabe

Professor Adail/ e o Mundo Árabe

  • 2.
    Arábia pré-islâmica: • Antesda criação do Islamismo por Maomé, os Árabes eram politeístas. • Estes povos tem sua origem na península Arábica (atual Arábia Saudita). – Região de clima seco e quente. – Os Árabes do deserto eram chamados de Beduínos. • Criavam animais resistentes ao deserto, como camelos e dromedários. – A região litorânea era conhecida como “Arábia Feliz” pelo desenvolvimento de um intenso comércio.
  • 4.
    MAOMÉ (Muhammad) • Nasceuem 579 d.C. na cidade de Meca. • Trabalhando como Marinheiro no Mediterrâneo, conheceu e estudou o Cristianismo e o Judaísmo. • Fundiu elementos judaico-cristãos e tradições árabes. – Segundo a tradição islâmica, ele recebeu revelações do anjo Gabriel que só existia um deus, e seu nome era Alá. – As revelações e profecias feitas a Maomé pelo anjo Gabriel são a base do Alcorão.
  • 5.
    MAOMÉ • Em 622Foi expulso de Meca, pois suas pregações incomodava os antigos sacerdotes. – Hégira (A Fuga) = ano 1 do calendário muçulmano. • Em Yatrib (futura Medina, a cidade do profeta) Maomé consegue apoio dos comerciantes locais e dos beduínos para conquistar Meca. – Com o tempo converteu os povos da península Arábica.
  • 6.
    O Profeta orandona Caaba, numa gravura otomana do século XVI. Seu rosto está vendado, algo comum na arte islâmica da época.
  • 7.
    EXPANSÃO: • Em 632d.C. Maomé morreu e deixou o mundo Árabe unificado politicamente e agrupado em torno da religião islâmica. – Na ausência de Maomé, surgiram os Califas (Chefes políticos, religiosos e militares) que governavam o império e a religião (Estado Teocrático). • Estimulada pelo interesse em dominar as rotas comerciais. – 632 – 661 = Pérsia, Síria, Palestina e Egito. – 661 – 750 = Noroeste da china, norte da África e parte da Península Ibérica. • Governo dos Omíadas. – 750 – 1258 = Fortaleceram o Império e a participação na vida das pessoas.
  • 8.
    • Nas regiõesdominadas, quem não se convertia ao islã era obrigado a pagar tributos.
  • 10.
    Jihad • De acordocom o historiador Peter Demant, Jihad é o esforço em favor de Deus, é o compromisso pessoal que orienta a vida do fiel muçulmano de acordo com as leis prescritas por Deus. – Apesar de desenvolver a noção de uma guerra de autodefesa para proteger os valores que considera nobres, não santifica a guerra, já que condena a agressão e o assassinato. • Entretanto, este termo árabe foi inúmeras vezes apropriado no sentido de Guerra Santa para justificar as batalhas travadas pelos mulçumanos, para legitimar o uso da violência (como em outras religiões).
  • 11.
    EXPANSÃO: • Em 711d.C. os Árabes cruzaram o Estreito de Gibraltar. – Expandindo por terras espanholas. – Foi o ponto máximo da expansão Árabe. • Tentaram ocupar a França, mas foram derrotados em 732 na batalha de Poitiers. • Dentro do território espanhol, fundaram um reino autônomo. – O Califado de Córdoba. • Mantinha o contato entre a cultura do Islã com a Europa Ocidental Cristã. – Nesta região foi construída uma brilhante civilização. • Vida muito próspera; • Os mouros convertiam os católicos e os judeus. – Rica experiência nas artes, nas ciências, na filosofia, medicina e nos costumes em geral.
  • 13.
    Cultura e influênciaÁrabe- islâmica para o Ocidente. • Os Árabes souberam aproveitar os conhecimentos adquiridos para melhorar suas atividades comerciais e, adaptando algumas ideias estrangeiras, desenvolveram hábitos e costumes bastante originais. – No oriente conheceram instrumentos para observar e determinar a altura dos astros; • Desenvolveram a bússola e o astrolábio. – Aprenderam a utilizar um sistema numérico hindu; • Criaram os algarismos arábicos, com acréscimo do zero. • Aperfeiçoaram o uso do papel e da pólvora. • Domínio da Química permitiu a fabricação de inúmeros produtos farmacêuticos.
  • 14.
    Conflitos Internos: • NoIslamismo também existe conflitos internos: • Em 632 d.C., com a morte de Maomé surgiram dois grupos: – Sunitas: maioria dos muçulmanos, segundo eles o sucessor do profeta poderia ser qualquer pessoa. – Xiitas: mais radicais e minoria. Segundo este grupo, o sucessor deveria ser um descendente de Maomé. • Essas disputas permanecem ainda nos dias atuais.