O documento discute a evolução histórica dos conceitos de "ciclo" e "promoção em massa" na educação brasileira. Começando na década de 1930, quando "ciclo" se referia a agrupamentos de anos de estudo, até 1984 quando o termo passou a designar políticas de não-retenção como o Ciclo Básico de Alfabetização. Debate também as propostas de "promoção em massa" nas décadas de 1950-1960 para reduzir reprovações e falta de vagas, e como a ideia de ciclos foi recontext