O texto discute a progressão escolar e a avaliação no ciclo de alfabetização, destacando a importância do registro do trabalho docente e da garantia da continuidade das aprendizagens. Aborda a constituição da perspectiva da organização em ciclos no Ensino Fundamental e diferencia-a da progressão automática. Também discute os argumentos a favor da adoção do regime cíclico, como favorecer a interdisciplinaridade, respeitar os ritmos de aprendizagem e adotar uma lógica inclusiva.