LEISHMANIOSE
VISCERAL
O DESAFIO
CHEGOU!
Paciente de 50 anos com febre intermitente há 2 meses,
interna com desnutrição, anemia e plaquetopenia.
Encontra-se desnutrido, hipocorado, lesões de pele
infectadas, não observado esplenomegalia. Apresenta Hb
10g/dL, LG 3500 com 1000neutrófilos, PQT 100.000. Qual
seria sua conduta?
a) aval. Hematologia e atb
b) TR kalazar e atb
c) Atb 7 dias
d) Aval. DIP
QUADRO CLÍNICO
1. Assintomática: sorologia +. ACOMPANHAR.
2. FORMA CLÁSSICA: Sintomas iniciais inespecíficos:
tosse seca, diarréia, FEBRE, prostração, emagrecimento.
Evolui c/ palidez, VISCEROMEGALIA, comprometimento
do estado geral, PANCITOPENIA, inversão da relação
albumina/globulina
Período final: dispnéia aos mínimos esforços, sopro
sistólico panfocal, ICC
Leishmaniose Visceral
Quadro Clínico
Diagnósticos diferenciais
• Leucemias
• Linfomas
• Mononucleose infecciosa
• Tuberculose miliar (formas disseminadas)
• AIDS
• Esquistossomose forma hepatoesplênica
• Brucelose, histoplasmose e chagas agudo
• ANFOTERICINA B LIPOSSOMAL (ampola com 50mg)
– Posologia: 3-4mg/Kg/dia;
– Infundir em 30 a 60 minutos horas em SGI5%;
• Indicações de Anfotericina lipossomal:
– Transplantados renais, hepáticos e cardíacos;
– DRC com Clearance menor que 60ml/min;
– Idade maior que 50 anos;
– Insuficiência renal;
– Falha terapêutica ou toxicidade pela Anfotericina
convencional
Leishmaniose Visceral
Critérios de cura
• Desaparecimento da febre no 5°dia.
• Redução da hepatoesplenomegalia nas primeiras
semanas.
• Ao final do tratamento redução de 40% ou mais no
tamanho do baço.
• Melhora dos padrões hematológicos na 2a semana.
• Ganho ponderal progressivo.
• Seguimento do paciente 3, 6 e 12 meses após o
tratamento. Se estiver estável na última avaliação é
considerado cura.
• Suporte hemoterápico:
• Transfusão de concentrado de hemácias quando
hemoglobina menor que 7g/dL;
• Transfusão de plaquetas quando menor que
10.000 plaquetas/mm3 ou sangramento ativo;
• Plasma fresco em sangramentos graves com
coagulopatia importante;
• Fatores de estimulação de colônias de neutrófilos;
• Vitamina K.

Kalazar

  • 1.
  • 2.
    Paciente de 50anos com febre intermitente há 2 meses, interna com desnutrição, anemia e plaquetopenia. Encontra-se desnutrido, hipocorado, lesões de pele infectadas, não observado esplenomegalia. Apresenta Hb 10g/dL, LG 3500 com 1000neutrófilos, PQT 100.000. Qual seria sua conduta? a) aval. Hematologia e atb b) TR kalazar e atb c) Atb 7 dias d) Aval. DIP
  • 3.
    QUADRO CLÍNICO 1. Assintomática:sorologia +. ACOMPANHAR. 2. FORMA CLÁSSICA: Sintomas iniciais inespecíficos: tosse seca, diarréia, FEBRE, prostração, emagrecimento. Evolui c/ palidez, VISCEROMEGALIA, comprometimento do estado geral, PANCITOPENIA, inversão da relação albumina/globulina Período final: dispnéia aos mínimos esforços, sopro sistólico panfocal, ICC
  • 4.
  • 5.
    Diagnósticos diferenciais • Leucemias •Linfomas • Mononucleose infecciosa • Tuberculose miliar (formas disseminadas) • AIDS • Esquistossomose forma hepatoesplênica • Brucelose, histoplasmose e chagas agudo
  • 6.
    • ANFOTERICINA BLIPOSSOMAL (ampola com 50mg) – Posologia: 3-4mg/Kg/dia; – Infundir em 30 a 60 minutos horas em SGI5%; • Indicações de Anfotericina lipossomal: – Transplantados renais, hepáticos e cardíacos; – DRC com Clearance menor que 60ml/min; – Idade maior que 50 anos; – Insuficiência renal; – Falha terapêutica ou toxicidade pela Anfotericina convencional
  • 7.
    Leishmaniose Visceral Critérios decura • Desaparecimento da febre no 5°dia. • Redução da hepatoesplenomegalia nas primeiras semanas. • Ao final do tratamento redução de 40% ou mais no tamanho do baço. • Melhora dos padrões hematológicos na 2a semana. • Ganho ponderal progressivo. • Seguimento do paciente 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Se estiver estável na última avaliação é considerado cura.
  • 8.
    • Suporte hemoterápico: •Transfusão de concentrado de hemácias quando hemoglobina menor que 7g/dL; • Transfusão de plaquetas quando menor que 10.000 plaquetas/mm3 ou sangramento ativo; • Plasma fresco em sangramentos graves com coagulopatia importante; • Fatores de estimulação de colônias de neutrófilos; • Vitamina K.