ATIVIDADE 3 INTRODUÇÃO
EXEMPLOS DE
INTRODUÇÃO
Modelos para
introduzir texto
dissertativo
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
GERAL -> PARTICULAR
DEFINIÇÃO
EXEMPLOS CONCRETOS
QUESTÕES
CITAÇÃO
REPERTÓRIO GERAL
Consumidores do futuro
De acordo com o movimento romântico literário do
século XIX, a criança era um ser puro. As tendências do
Romantismo influenciavam a temática poética brasileira
através da idealização da infância. Indo de encontro a
essa visão, a sociedade contemporânea, cada vez mais,
erradica a pureza dos infantes através da influência
cultural consumista presente no cotidiano. Nesse
contexto, é preciso admitir que a alegação de uma
sociedade conscientizada se tornou uma maneira
hipócrita de esconder os descaso em relação aos efeitos
da publicidade infantil no país.
METÁFORA
DISCUSSÃO DE TEMA
DECLARAÇÃO DOS DIREITOS
DAS CRIANÇAS (ONU)
Princípio IX
Não se deverá permitir que a criança trabalhe
antes de uma idade mínima adequada; em caso
algum será permitido que a criança dedique-
se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou
emprego que possa prejudicar sua saúde ou
sua educação, ou impedir seu desenvolvimento
físico, mental ou moral.
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE
Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade
em geral e do poder público assegurar, com absoluta
prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à
saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à
profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à
liberdade e à convivência familiar e comunitária.
Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de
qualquer forma de negligência, discriminação,
exploração, violência, crueldade e opressão, punido na
forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão,
aos seus direitos fundamentais.
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE
Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade
da integridade física, psíquica e moral da criança e do
adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da
identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças,
dos espaços e objetos pessoais.
Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança
e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer
tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório
ou constrangedor.

Introdução

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  • 2.
  • 3.
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  • 6.
  • 7.
  • 8.
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    REPERTÓRIO GERAL Consumidores dofuturo De acordo com o movimento romântico literário do século XIX, a criança era um ser puro. As tendências do Romantismo influenciavam a temática poética brasileira através da idealização da infância. Indo de encontro a essa visão, a sociedade contemporânea, cada vez mais, erradica a pureza dos infantes através da influência cultural consumista presente no cotidiano. Nesse contexto, é preciso admitir que a alegação de uma sociedade conscientizada se tornou uma maneira hipócrita de esconder os descaso em relação aos efeitos da publicidade infantil no país.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DASCRIANÇAS (ONU) Princípio IX Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique- se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral.
  • 13.
    ESTATUTO DA CRIANÇAE DO ADOLESCENTE Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.
  • 14.
    ESTATUTO DA CRIANÇAE DO ADOLESCENTE Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais. Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.