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Anselmo Alves de Sousa
Estatístico - CONRE 9743
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC
59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6
elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um
intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem
coeciente de conança dado, aproximadamente, por
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59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6
elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um
intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem
coeciente de conança dado, aproximadamente, por
(A) 0, 97
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59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6
elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um
intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem
coeciente de conança dado, aproximadamente, por
(A) 0, 97
(B) 0, 95
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59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6
elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um
intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem
coeciente de conança dado, aproximadamente, por
(A) 0, 97
(B) 0, 95
(C) 0, 88
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59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6
elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um
intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem
coeciente de conança dado, aproximadamente, por
(A) 0, 97
(B) 0, 95
(C) 0, 88
(D) 0, 78
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59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6
elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um
intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem
coeciente de conança dado, aproximadamente, por
(A) 0, 97
(B) 0, 95
(C) 0, 88
(D) 0, 78
(E) 0, 72
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Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ
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Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ ,
consideremos as hipóteses:
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Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ ,
consideremos as hipóteses:
H0 : θ = θ0 contra H1 : θ  θ0
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Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ ,
consideremos as hipóteses:
H0 : θ = θ0 contra H1 : θ  θ0
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
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Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ ,
consideremos as hipóteses:
H0 : θ = θ0 contra H1 : θ  θ0
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
Sejam as variáveis Di = Xi − θ0, i = 1, 2, . . . , n.
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Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ ,
consideremos as hipóteses:
H0 : θ = θ0 contra H1 : θ  θ0
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
Sejam as variáveis Di = Xi − θ0, i = 1, 2, . . . , n.
Estatística de teste T = número de diferenças Di +.
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Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ ,
consideremos as hipóteses:
H0 : θ = θ0 contra H1 : θ  θ0
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
Sejam as variáveis Di = Xi − θ0, i = 1, 2, . . . , n.
Estatística de teste T = número de diferenças Di +.
T ∼ Binomial(n, 1/2)
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Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ ,
consideremos as hipóteses:
H0 : θ = θ0 contra H1 : θ  θ0
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
Sejam as variáveis Di = Xi − θ0, i = 1, 2, . . . , n.
Estatística de teste T = número de diferenças Di +.
T ∼ Binomial(n, 1/2)
A regra de rejeição no caso das hipóteses acima é: jeitaremos H0, a um nível
de signicância α, se (T∗
≤ t) , onde t é tal que P(T ≤ t) = α.
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Possibilidades (adaptação do teste do sinal  teste não paramétrico):
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Possibilidades (adaptação do teste do sinal  teste não paramétrico):
Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana:
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Possibilidades (adaptação do teste do sinal  teste não paramétrico):
Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana:
i. θ  Xi
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Possibilidades (adaptação do teste do sinal  teste não paramétrico):
Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana:
i. θ  Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n
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Possibilidades (adaptação do teste do sinal  teste não paramétrico):
Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana:
i. θ  Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = n (sinais positivos).
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Possibilidades (adaptação do teste do sinal  teste não paramétrico):
Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana:
i. θ  Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = n (sinais positivos).
θ 62 63 66
. . .
70 71 72
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Possibilidades (adaptação do teste do sinal  teste não paramétrico):
Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana:
i. θ  Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = n (sinais positivos).
θ 62 63 66
. . .
70 71 72
No nosso exercício n = 6.
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
ii. θ  X(2), teremos:.
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
ii. θ  X(2), teremos:.
θ  Xi,
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
ii. θ  X(2), teremos:.
θ  Xi, ∀i = 2, 3, . . . , n
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
ii. θ  X(2), teremos:.
θ  Xi, ∀i = 2, 3, . . . , n ⇒ T = n − 1 (sinais positivos).
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
ii. θ  X(2), teremos:.
θ  Xi, ∀i = 2, 3, . . . , n ⇒ T = n − 1 (sinais positivos).
62 θ 63 66
. . .
70 71 72
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
ii. θ  X(2), teremos:.
θ  Xi, ∀i = 2, 3, . . . , n ⇒ T = n − 1 (sinais positivos).
62 θ 63 66
. . .
70 71 72
No nosso exercício T = 5.
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iii. X(n−1)  θ  X(n), teremos:.
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iii. X(n−1)  θ  X(n), teremos:.
X(n−1)  θ  X(n)
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iii. X(n−1)  θ  X(n), teremos:.
X(n−1)  θ  X(n) ⇒ T = 1 (sinal positivo).
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iii. X(n−1)  θ  X(n), teremos:.
X(n−1)  θ  X(n) ⇒ T = 1 (sinal positivo).
62 63 66
. . .
70 71 θ 72
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iv. θ  X(n), teremos:
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iv. θ  X(n), teremos:
θ  Xi,
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iv. θ  X(n), teremos:
θ  Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iv. θ  X(n), teremos:
θ  Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = 0 (sinal positivo).
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iv. θ  X(n), teremos:
θ  Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = 0 (sinal positivo).
62 63 66
. . .
70 71 72 θ
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Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
iv. θ  X(n), teremos:
θ  Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = 0 (sinal positivo).
62 63 66
. . .
70 71 72 θ
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Pr(T = t)
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Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ)
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ
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Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
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Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
γ = 2 × Pr(T ≤ 1)
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
γ = 2 × Pr(T ≤ 1)
γ
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Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
γ = 2 × Pr(T ≤ 1)
γ = 2 ×
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
γ = 2 × Pr(T ≤ 1)
γ = 2 ×
6
0
0, 56
+
6
1
0, 5 × 0, 55
= 0, 21875
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
γ = 2 × Pr(T ≤ 1)
γ = 2 ×
6
0
0, 56
+
6
1
0, 5 × 0, 55
= 0, 21875
1 − γ = 0, 78125
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
γ = 2 × Pr(T ≤ 1)
γ = 2 ×
6
0
0, 56
+
6
1
0, 5 × 0, 55
= 0, 21875
1 − γ = 0, 78125 ≈ 78%
MPEPE/2006  Fundação Carlos Chagas  FCC  Resolução
Pr(T = t) =
n
t
0, 5t
· 0, 5n−t
, t = 0, 1, 2, . . . , n:
Se o IC cobre a verdadeira mediana:
Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
γ = 2 × Pr(T ≤ 1)
γ = 2 ×
6
0
0, 56
+
6
1
0, 5 × 0, 55
= 0, 21875
1 − γ = 0, 78125 ≈ 78%
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59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6
elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um
intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem
coeciente de conança dado, aproximadamente, por
(A) 0, 97
(B) 0, 95
(C) 0, 88
(D) 0, 78
(E) 0, 72
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59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6
elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um
intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem
coeciente de conança dado, aproximadamente, por
(A)
(B)
(C)
(D) 0, 78
(E)
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Estatístico - CONRE 9743

Intervalo de Confiança para a Mediana amostral - Teste do Sinal

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC 59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6 elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem coeciente de conança dado, aproximadamente, por
  • 4.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC 59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6 elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem coeciente de conança dado, aproximadamente, por (A) 0, 97
  • 5.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC 59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6 elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem coeciente de conança dado, aproximadamente, por (A) 0, 97 (B) 0, 95
  • 6.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC 59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6 elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem coeciente de conança dado, aproximadamente, por (A) 0, 97 (B) 0, 95 (C) 0, 88
  • 7.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC 59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6 elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem coeciente de conança dado, aproximadamente, por (A) 0, 97 (B) 0, 95 (C) 0, 88 (D) 0, 78
  • 8.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC 59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6 elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem coeciente de conança dado, aproximadamente, por (A) 0, 97 (B) 0, 95 (C) 0, 88 (D) 0, 78 (E) 0, 72
  • 9.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ
  • 10.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ , consideremos as hipóteses:
  • 11.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ , consideremos as hipóteses: H0 : θ = θ0 contra H1 : θ θ0
  • 12.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ , consideremos as hipóteses: H0 : θ = θ0 contra H1 : θ θ0 X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
  • 13.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ , consideremos as hipóteses: H0 : θ = θ0 contra H1 : θ θ0 X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) Sejam as variáveis Di = Xi − θ0, i = 1, 2, . . . , n.
  • 14.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ , consideremos as hipóteses: H0 : θ = θ0 contra H1 : θ θ0 X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) Sejam as variáveis Di = Xi − θ0, i = 1, 2, . . . , n. Estatística de teste T = número de diferenças Di +.
  • 15.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ , consideremos as hipóteses: H0 : θ = θ0 contra H1 : θ θ0 X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) Sejam as variáveis Di = Xi − θ0, i = 1, 2, . . . , n. Estatística de teste T = número de diferenças Di +. T ∼ Binomial(n, 1/2)
  • 16.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Seja (X1, X2, . . . , Xn) uma amostra de uma variável aleatória X com mediana θ , consideremos as hipóteses: H0 : θ = θ0 contra H1 : θ θ0 X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) Sejam as variáveis Di = Xi − θ0, i = 1, 2, . . . , n. Estatística de teste T = número de diferenças Di +. T ∼ Binomial(n, 1/2) A regra de rejeição no caso das hipóteses acima é: jeitaremos H0, a um nível de signicância α, se (T∗ ≤ t) , onde t é tal que P(T ≤ t) = α.
  • 17.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Possibilidades (adaptação do teste do sinal teste não paramétrico):
  • 18.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Possibilidades (adaptação do teste do sinal teste não paramétrico): Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana:
  • 19.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Possibilidades (adaptação do teste do sinal teste não paramétrico): Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana: i. θ Xi
  • 20.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Possibilidades (adaptação do teste do sinal teste não paramétrico): Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana: i. θ Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n
  • 21.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Possibilidades (adaptação do teste do sinal teste não paramétrico): Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana: i. θ Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = n (sinais positivos).
  • 22.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Possibilidades (adaptação do teste do sinal teste não paramétrico): Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana: i. θ Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = n (sinais positivos). θ 62 63 66 . . . 70 71 72
  • 23.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Possibilidades (adaptação do teste do sinal teste não paramétrico): Se o IC, [X(2), X(n−1)] não cobre a verdadeira mediana: i. θ Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = n (sinais positivos). θ 62 63 66 . . . 70 71 72 No nosso exercício n = 6.
  • 24.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
  • 25.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: ii. θ X(2), teremos:.
  • 26.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: ii. θ X(2), teremos:. θ Xi,
  • 27.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: ii. θ X(2), teremos:. θ Xi, ∀i = 2, 3, . . . , n
  • 28.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: ii. θ X(2), teremos:. θ Xi, ∀i = 2, 3, . . . , n ⇒ T = n − 1 (sinais positivos).
  • 29.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: ii. θ X(2), teremos:. θ Xi, ∀i = 2, 3, . . . , n ⇒ T = n − 1 (sinais positivos). 62 θ 63 66 . . . 70 71 72
  • 30.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: ii. θ X(2), teremos:. θ Xi, ∀i = 2, 3, . . . , n ⇒ T = n − 1 (sinais positivos). 62 θ 63 66 . . . 70 71 72 No nosso exercício T = 5.
  • 31.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
  • 32.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iii. X(n−1) θ X(n), teremos:.
  • 33.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iii. X(n−1) θ X(n), teremos:. X(n−1) θ X(n)
  • 34.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iii. X(n−1) θ X(n), teremos:. X(n−1) θ X(n) ⇒ T = 1 (sinal positivo).
  • 35.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iii. X(n−1) θ X(n), teremos:. X(n−1) θ X(n) ⇒ T = 1 (sinal positivo). 62 63 66 . . . 70 71 θ 72
  • 36.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana:
  • 37.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iv. θ X(n), teremos:
  • 38.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iv. θ X(n), teremos: θ Xi,
  • 39.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iv. θ X(n), teremos: θ Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n
  • 40.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iv. θ X(n), teremos: θ Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = 0 (sinal positivo).
  • 41.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iv. θ X(n), teremos: θ Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = 0 (sinal positivo). 62 63 66 . . . 70 71 72 θ
  • 42.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Se o IC não cobre a verdadeira mediana: iv. θ X(n), teremos: θ Xi, ∀i = 1, 2, . . . , n ⇒ T = 0 (sinal positivo). 62 63 66 . . . 70 71 72 θ
  • 43.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução
  • 44.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t)
  • 45.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n:
  • 46.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana:
  • 47.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ)
  • 48.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que:
  • 49.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n)
  • 50.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ
  • 51.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)}
  • 52.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)} γ = 2 × Pr(T ≤ 1)
  • 53.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)} γ = 2 × Pr(T ≤ 1) γ
  • 54.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)} γ = 2 × Pr(T ≤ 1) γ = 2 ×
  • 55.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)} γ = 2 × Pr(T ≤ 1) γ = 2 × 6 0 0, 56 + 6 1 0, 5 × 0, 55 = 0, 21875
  • 56.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)} γ = 2 × Pr(T ≤ 1) γ = 2 × 6 0 0, 56 + 6 1 0, 5 × 0, 55 = 0, 21875 1 − γ = 0, 78125
  • 57.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)} γ = 2 × Pr(T ≤ 1) γ = 2 × 6 0 0, 56 + 6 1 0, 5 × 0, 55 = 0, 21875 1 − γ = 0, 78125 ≈ 78%
  • 58.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC Resolução Pr(T = t) = n t 0, 5t · 0, 5n−t , t = 0, 1, 2, . . . , n: Se o IC cobre a verdadeira mediana: Temos IC(1 − γ) × 100% (θ) é tal que: X(1) X(2) θ0 X(n−2) X(n−1) X(n) γ = {Pr(T ≤ 1) + Pr (T ≥ n − 1)} γ = 2 × Pr(T ≤ 1) γ = 2 × 6 0 0, 56 + 6 1 0, 5 × 0, 55 = 0, 21875 1 − γ = 0, 78125 ≈ 78%
  • 59.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC 59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6 elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem coeciente de conança dado, aproximadamente, por (A) 0, 97 (B) 0, 95 (C) 0, 88 (D) 0, 78 (E) 0, 72
  • 60.
    MPEPE/2006 FundaçãoCarlos Chagas FCC 59. Para a variável aleatória X, observou-se uma amostra aleatória de 6 elementos, a saber: 62, 63, 66, 70, 71 e 72.Considerando-se [63, 71] um intervalo de conança para a mediana de X, esse intervalo tem coeciente de conança dado, aproximadamente, por (A) (B) (C) (D) 0, 78 (E)
  • 61.