O documento descreve um caso de hipertensão arterial sistêmica severa e insuficiência renal crônica, duas condições médicas graves e intimamente relacionadas que afetam os rins e o sistema cardiovascular.
PRESSÃO ARTERIAL
É a força que o coração bombeia o sangue através
dos vasos sanguíneos.
É mantida pelo volume de sangue que sai do
coração e a resistência que ele encontra para
circular no corpo.
3.
A PRESSÃO ARTERIALÉ MEDIDA EM DOIS
TIPOS...
Pressão arterial sistólica Atinge o seu valor máximo
durante a expulsão do sangue (sístole) .
Pressão arterial diastólica atinge o seu valor
mínimo quando o coração termina o período de
repouso (diástole).
HIPERTENSÃO ARTERIAL EFUNÇÃO
RENAL
A Hipertensão arterial e a função renal estão
intimamente relacionados podendo a hipertensão ser
tanto causa como consequência de uma doença renal.
Segundo Pascoal (1998), a via pela qual a hipertensão
lesa o rim ainda não está completamente conhecida.
Poderia ser através do aumento da espessura arteriolar
e diminuição do lúmen - levando à isquemia e
glomeruloesclerose - ou pelo aumento da pressão
intraglomerular, que igualmente pode causar
glomeruloesclerose.
7.
INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA
A IRC consiste em lesão renal e perda progressiva
e irreversível da função dos rins.
Os rins não conseguem mais manter a normalidade
do meio interno do corpo.
Anemia forte
A densidade urinária é sempre baixa mostrando a
incapacidade do rim em concentrar a urina
8.
EPIDEMIOLOGIA
Constitui-se umimportante problema de saúde
pública no Brasil.
a prevalência de pacientes mantidos em programa
crônico de diálise mais que dobrou nos últimos oito
anos.
A incidência de novos pacientes cresce cerca de
8% ao ano, tendo sido 18.000 pacientes em 2001.
Nos pacientes com doença renal crônica em
estágio III ou doença renal crônica moderada
(filtração glomerular entre 30 e 60 ml/min)
apresentam 136% de risco de morte cardíaca.
10.
CAUSAS
Rejeição crônica
Nefrotoxicidade por uso de drogas
imunossupressoras
Recidiva de glomerulopatias
Glomerulopatia do transplante
Apresentação clínica
• Aumento gradual da creatinina
• Proteinúria
• Hipertensão arterial
11.
FATORES DE RISCO
Estes devem fazer
O grupo de risco engloba: uma vez por ano
dosagem de creatina
Obesos, no sangue e exames
Idosos, de urina.
Diabéticos,
Pessoas com histórico familiar
Hipertensos
12.
HA IRC
Perda progressiva da capacidade renal de excretar o sódio
Sobrecarga salina e de volume
Produção elevada de vasoconstritores (Angiotensina II)
Diminuição de vasodilatadores (prostaglandinas)
Produção de Oxido Nítrico prejudicado
TRATAMENTO
Programa de promoção a saúde e prevenção
primária.
Identificação precoce da disfunção renal.
Detecção e correção de causas reversíveis da
doença renal.
Diálises.
16.
DIÁLISE
Na diáliseperitoneal introduz-
se dentro da cavidade
abdominal um líquido que
contém uma mistura especial de
glicose e de sais que arrasta as
substâncias tóxicas dos tecidos.
Depois extrai-se o líquido e
despeja-se. A quantidade de
glicose pode ser modificada
para extrair mais ou menos
líquido do organismo.
17.
HEMODIÁLISE
Na hemodiálise extrai-
se o sangue do corpo e
bombeia-se para o
interior de um aparelho
que filtra as substâncias
tóxicas, devolvendo à
pessoa o sangue
purificado.
A quantidade de líquido
devolvido pode ser
ajustada.
TRANSPLANTE
Transplante derim é uma alternativa bastante eficaz
para o tratamento da insuficiência renal crônica.
Quando ele se faz necessário, o paciente recebe um
rim novo, uma artéria para nutri-lo, uma veia que
serve de escape para o sangue venoso e um ureter
para excretar a urina.
20.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Hipertensão
arterial e Diabetes Mellitus.- Brasília: Editora MS,
2002.
BRAGA, Júlio. Hipertensão Arterial Sistêmica. Real
Sociedade Portuguesa de Beneficência Dezesseis de
Setembro, 2004.
BORTOLOTTO, Luiz Aparecido. Hipertensão arterial e
insuficiência renal crônica. Rev Bras Hipertens
vol.15(3):152-155, 2008.
BUSATO, Otto. Insuficiência Renal. ABC da Saúde.
2001.
21.
JUNIOR, João EgidioRomão. Doença Renal Crônica:
Definição, Epidemiologia e Classificação. J Bras Nefrol
Volume XXVI - nº 3 - Supl. 1 - Agosto de 2004.
SBC – SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA.
Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Programa
Nacional de Prevenção e Epidemiologia: São Paulo,
2010.