TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCO1o SIMPÓSIO ABC DE UROLOGIAAGOSTO  2010Lucas  Mendes Nogueira NogueiraCOORDENADOR -GRUPO DE URO-ONCOLOGIAHC - UFMG
Is the difference between the incidence and the mortality rates of prostate cancer due to the beneficial effects of treatment or the benign natural history of the disease?“Is cure possible when it is necessary?Is cure necessary when it is possible?”Whitmore’s dilemma
Câncer de Próstata Alto RiscoPSA > 20			ouEstadio clínico > T2couGleason > 7   Recidiva > 50% em 5 anosD’Amico, JAMA, 1998
Mudança de EstadiamentoPatológico3.739 ProstatectomiasRadicais - 1983-2001% of PacientesAnoCirurgiaMSKCC
ECE (pT3a) is not “pathologically confined” but if is contained within the surgical specimen or radiation field , is “clinically organ confined” (cT2a) and is generally curable.ScardinoPT and Kelman J: The Prostate Book, 2005.
RP in Non Organ Confined Prostate CancerPSA Progression-Free ProbabilityCancer Specific SurvivalORGAN CONFINEDORGAN CONFINEDNON -ORGAN CONFINEDNON -ORGAN CONFINED
Sobrevidalivre de progressãobioquímicapós-PR porestadio (semtrat. adj)PSA  15 anos95%70%55%30%20%MSKCC
Progression-free probability by risk groupIntermediate riskLow riskT2b or Gl 7 or PSA 10-20*T1c/T2a, Gl 2-6, PSA <10High riskT2c or Gl 8-10 or PSA >20**D’Amico, JAMA, 1998
Low RiskIntermediate RiskHigh RiskFrom Cooperberg MR et al. J Urol 2005; 173:1938.
1 em 4 pacientes cT3 pode estar superestadiado
High-Risk Subsets Based on Preoperative Variables* Percentage of the 2521 patients with calculable preoperative PSA velocity
PRR em Pacientes com Cap Alto RiscoMSKCC series (N=4708)Pathological features
High Risk Prostate Cancer –  Progression-Free Probability
High Risk Prostate Cancer –  Progression-Free Probability
High Risk Prostate Cancer –  Progression-Free Probability
High Risk Prostate Cancer –  DSS
HORMONIOTERAPIA
RADIOTERAPIA
Radioterapia como monoterapia em com câncer de próstata localmente avançado 100% pacientes vivos T1-2 (n=326)T3 (n=497)806040200024681012141613579111315Período (anos) Roach et al 1999
Câncer de Próstata de Alto RiscoCAP Localmente AvançadoSobrevida GlobalSobrevida Livre de Doença85%10010079%(78-92%)9090(72-86%)Hormônio +8080Radioterapia7070Hormônio +6060Radioterapia5050% Pacientes% Pacientes62%Radioterapia48%4040(52 -72%)Radioterapia(38-58%)30302020P<0.001P= 0.001101000012345678910012345678910AnosAnosBolla, NEJM 1997; 337: 295
RADIOTERAPIA EM CAP ALTO RISCODados  consistentesemadurosdisponíveisEvidências:Melhorsobrevidaempacientestratados com RTxassociada a BH, comparados a BH isolado (NE1)Altas doses sãomaiseficazes. (NE1)A associação de BH melhora a sobrevidaemcomparaçãoàRTxisolada (NE1).BH porlongoprazo (30 m) apresentamelhorsobrevidaemcomparação a BH de curtaduração (6 m) (NE1)
PROSTATECTOMIA RADICAL
Randomized trial of RP vs WW RP reduziu o risco de metástases (HR 0.6) e mortalidade câncer - específica (HR 0.56) significativamente.25.4%WW 14.9%p=.0115.2%RP 9.6% Bill-Axelson A, et al. Radical prostatectomy versus watchful waiting in in early prostate cancer. N Engl J Med, 2005
Randomized trial of RP vs WW RP reduziu o risco de morte (HR 0.74) por qualquer causa. Bill-Axelson A, et al. Radical prostatectomy versus watchful waiting in in early prostate cancer. N Engl J Med, 2005;. 352:1977-1984
MSKCCPSA PFP & Cancer Specific Survival:by pathological stagePSA Progression-Free ProbabilityCancer Specific Survival
MorbidadeUm dos motivos em não se indicar a PR em ca-p alto risco é a impressão de que a cirurgia é mais difícil e que a taxa de complicações é maiorVárias séries atuais não confirmam essa impressão:Berglund RK, Jones JS, Ulchaker JC, et al. Radical prostatectomy as primarytreatment modality for locally advanced prostate cancer: a prospective analysis.Urology 2006;67:1253-1256Loeb S, Smith ND, Roehl KA, Catalona WJ. Intermediate-term potency, continence, and survival outcomes of radical prostatectomy for clinically high-risk or locally advanced prostate cancer. Urology 2007;69:1170-1175Ward, John F.; Slezak, Jeffrey M.; Blute, Michael L.; Bergstralh, Erik J.; Zincke, Horst. Radical prostatectomy for clinically advanced (cT3) prostate cancer since the advent of prostate-specific antigen testing: 15-year outcome. BJU Int. 2005 Apr;95(6):751-6
Taxa de complicações para T3 = T2
Taxas de continência urinária T2 = T3
Studeret al.  J Urol, 2002.
4/1/11MSKCCEOH
Acometimento LinfonodalBader et al, J Urol 2002;  168:514Complete dissection of external iliac, obturator and hypogastricLN in 365 patients.  Overall incidence of +LN 24%.
By site:  			 Any Exclusive 	Ext. iliac 		36%		    13%Obturator		60%		    26%	Hypogastric		58%		    19%
External iliac dissection (above obturator nerve) detects only 36% of patients with +LN.
Linfadenectomia AdequadaMSKCC – 3721 PRN1: 5,2%Risco baixo: 0,5%Risco intermediário: 5%Risco alto: 21%É atualmente recomendada para todos com risco intermediário ou alto (nomograma ≥ 2%)Quando realizada: alargadaIncidenceof +LN withfull PLND in contemporary RP series. MSKCC, 2010
PFS em pacientes com LNIMessing et al.  NEJM 1999; 341:1781
Linfadenectomia AdequadaDeve ser feita sempre no alto riscoLinfadectomia mais ampla: Vantagem em estadiar: ↑ nº linfonodosBenefício terapêutico:N0: ressecção de micrometástases não detectadas na patologiaLinfonodo único com doença mínima: ↑ sobrevida sem tratamento adjuvanteLinfonodos múltiplos: HT adjuvante precoceJ. Surg. Oncol. 2009;99:215–224.
2380 pacientes Cap – 1993 a 2002 – T1c/T3Tratadospor 2 cirurgiões (PS/JE) e 3 radioterapeutasaltamenteexpecializadosControleparaidade, PSA, estágio, ano de tratamentoegrauhistológicoProstatectomia Radical + LNF1318 ptsRadioterapia> 81 Gy1068 pts
Seguimentomédio 5 anosEnd-points (8 anos):desenvolvimento de metástasesÓbitodevidoaoCApProstatectomia Radical + LNF1318 ptsRadioterapia> 81 Gy1068 pts
Prostatectomia radical foiassociada a menorrisco de desenvolvimento de metástases.[HR]  0.35 (95% CI, 0.19 to 0.65; P <0,001)“Metastasis After RP or EBRT…”Resultados
Prostatectomia radical foiassociada a menorrisco de óbitodevidoao Cap.				[HR] 0.32 (95% CI, 0.13 to 0.80; P.015)“Metastasis After RP or EBRT…”Resultados
PROSTATECTOMIA RADICALRecidivabioquímicaem 141 (10,8%) pts e 107 foramtratados79 (6%) pts submetidos a Rtx20 adjuvantes59 salvaçãoTRATAMENTO SECUNDÁRIO
RADIOTERAPIASembloqueio hormonal adjuvanteRecidivabioquímicaem 207 (19,5%) pts e 92 foramtratadosatravés de bloqueio hormonal e 4 submetidos a prostatectomia de salvação.Início do tratamentosecundário:			TRATAMENTO SECUNDÁRIOProstatectomia13 mesesRadioterapia69 meses
“Metastasis After RP or EBRT…”ConclusõesA progressãoparametástaseséinfrequenteemportadores de CaP de baixoriscotratadostantopor PR ouRTx.Pacientesportadores de CaP alto riscotratadosatravés de PR apresentammenorrisco de progressãoparametástasesouóbitopelaneoplasia do queaquelestratadosporRTx.
“Metastasis After RP or EBRT…”ConclusõesO índice de recidivabioquímicafoimenor no gruposubmetido a prostatectomia radical.O diagnósticodarecidivaeoiníciotratamentosecundárioforammaisprecoces no grupocirúrgico.
3096 PR na era PSA (1987 -2005)422 recidivas bioquímicas (13,6%)Metástase a distância: 123HT foi iniciada apenas após comprovação clínica de metástaseJ Urol, 179; 156-172 – Jan 08
Rec. bioquímica – MORTE: 11 anosFatores preditivos:Dor óssea no momento da metástasePSADT < 3 mesesJ Urol, 179; 156-172 – Jan 08
Recidiva BioquímicaApesar de ser o “end-point” mais avaliado no tratamento do Ca-p, muitas vezes é uma condição benigna, de longa evolução.2 grupos distintosAlto risco de metástases microscópicasTD curto, recidiva precoce, VS+, Linf+Hormonioterapia – qual o melhor momento?Baixo risco de metástases = recidiva localO tratamento e/ou exames exaustivos podem ser piores que a observaçãoRXT: adjuvante (precoce) x salvação (após aumento do PSA)
CONCLUSÕESNa última década, com o emprego do PSA, houve uma mudança importante nas características do CaP ao diagnóstico, com diminuição do número de pacientes com doença de alto risco.Pacientes classificados como de alto risco apresentam boa possibilidade de cura, devendo ser oferecido tratamento com intenção curativa.A RTx quando utilizada como terapia:Alta dose radiação (>80 Gy)Associada a HT longo prazo (>2 anos)
ConclusõesA prostatectomia radical é uma opção curativa viável, com morbidadecomparável à da doença localizada(experiência cirurgião).PR está asssociada a menor risco de metástase e óbito por câncer de próstata em comparação com a RTx / HTx.A PR está sendo sub-utilizada em pacientes de alto risco.Pacientes com CaP alto risco apresentam grande chance de recidiva, e a sua pronta identificação e tratamento no momento adequado são primordiais no sucesso terapêutico.

TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCO

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    TRATAMENTO DO CÂNCERDE PRÓSTATA DE ALTO RISCO1o SIMPÓSIO ABC DE UROLOGIAAGOSTO 2010Lucas Mendes Nogueira NogueiraCOORDENADOR -GRUPO DE URO-ONCOLOGIAHC - UFMG
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    Is the differencebetween the incidence and the mortality rates of prostate cancer due to the beneficial effects of treatment or the benign natural history of the disease?“Is cure possible when it is necessary?Is cure necessary when it is possible?”Whitmore’s dilemma
  • 3.
    Câncer de PróstataAlto RiscoPSA > 20 ouEstadio clínico > T2couGleason > 7 Recidiva > 50% em 5 anosD’Amico, JAMA, 1998
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    Mudança de EstadiamentoPatológico3.739ProstatectomiasRadicais - 1983-2001% of PacientesAnoCirurgiaMSKCC
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    ECE (pT3a) isnot “pathologically confined” but if is contained within the surgical specimen or radiation field , is “clinically organ confined” (cT2a) and is generally curable.ScardinoPT and Kelman J: The Prostate Book, 2005.
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    RP in NonOrgan Confined Prostate CancerPSA Progression-Free ProbabilityCancer Specific SurvivalORGAN CONFINEDORGAN CONFINEDNON -ORGAN CONFINEDNON -ORGAN CONFINED
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    Sobrevidalivre de progressãobioquímicapós-PRporestadio (semtrat. adj)PSA  15 anos95%70%55%30%20%MSKCC
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    Progression-free probability byrisk groupIntermediate riskLow riskT2b or Gl 7 or PSA 10-20*T1c/T2a, Gl 2-6, PSA <10High riskT2c or Gl 8-10 or PSA >20**D’Amico, JAMA, 1998
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    Low RiskIntermediate RiskHighRiskFrom Cooperberg MR et al. J Urol 2005; 173:1938.
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    1 em 4pacientes cT3 pode estar superestadiado
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    High-Risk Subsets Basedon Preoperative Variables* Percentage of the 2521 patients with calculable preoperative PSA velocity
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    PRR em Pacientescom Cap Alto RiscoMSKCC series (N=4708)Pathological features
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    High Risk ProstateCancer – Progression-Free Probability
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    High Risk ProstateCancer – Progression-Free Probability
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    High Risk ProstateCancer – Progression-Free Probability
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    High Risk ProstateCancer – DSS
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    Radioterapia como monoterapiaem com câncer de próstata localmente avançado 100% pacientes vivos T1-2 (n=326)T3 (n=497)806040200024681012141613579111315Período (anos) Roach et al 1999
  • 23.
    Câncer de Próstatade Alto RiscoCAP Localmente AvançadoSobrevida GlobalSobrevida Livre de Doença85%10010079%(78-92%)9090(72-86%)Hormônio +8080Radioterapia7070Hormônio +6060Radioterapia5050% Pacientes% Pacientes62%Radioterapia48%4040(52 -72%)Radioterapia(38-58%)30302020P<0.001P= 0.001101000012345678910012345678910AnosAnosBolla, NEJM 1997; 337: 295
  • 29.
    RADIOTERAPIA EM CAPALTO RISCODados consistentesemadurosdisponíveisEvidências:Melhorsobrevidaempacientestratados com RTxassociada a BH, comparados a BH isolado (NE1)Altas doses sãomaiseficazes. (NE1)A associação de BH melhora a sobrevidaemcomparaçãoàRTxisolada (NE1).BH porlongoprazo (30 m) apresentamelhorsobrevidaemcomparação a BH de curtaduração (6 m) (NE1)
  • 30.
  • 31.
    Randomized trial ofRP vs WW RP reduziu o risco de metástases (HR 0.6) e mortalidade câncer - específica (HR 0.56) significativamente.25.4%WW 14.9%p=.0115.2%RP 9.6% Bill-Axelson A, et al. Radical prostatectomy versus watchful waiting in in early prostate cancer. N Engl J Med, 2005
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    Randomized trial ofRP vs WW RP reduziu o risco de morte (HR 0.74) por qualquer causa. Bill-Axelson A, et al. Radical prostatectomy versus watchful waiting in in early prostate cancer. N Engl J Med, 2005;. 352:1977-1984
  • 33.
    MSKCCPSA PFP &Cancer Specific Survival:by pathological stagePSA Progression-Free ProbabilityCancer Specific Survival
  • 34.
    MorbidadeUm dos motivosem não se indicar a PR em ca-p alto risco é a impressão de que a cirurgia é mais difícil e que a taxa de complicações é maiorVárias séries atuais não confirmam essa impressão:Berglund RK, Jones JS, Ulchaker JC, et al. Radical prostatectomy as primarytreatment modality for locally advanced prostate cancer: a prospective analysis.Urology 2006;67:1253-1256Loeb S, Smith ND, Roehl KA, Catalona WJ. Intermediate-term potency, continence, and survival outcomes of radical prostatectomy for clinically high-risk or locally advanced prostate cancer. Urology 2007;69:1170-1175Ward, John F.; Slezak, Jeffrey M.; Blute, Michael L.; Bergstralh, Erik J.; Zincke, Horst. Radical prostatectomy for clinically advanced (cT3) prostate cancer since the advent of prostate-specific antigen testing: 15-year outcome. BJU Int. 2005 Apr;95(6):751-6
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    Taxas de continênciaurinária T2 = T3
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    Studeret al. J Urol, 2002.
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  • 39.
    Acometimento LinfonodalBader etal, J Urol 2002; 168:514Complete dissection of external iliac, obturator and hypogastricLN in 365 patients. Overall incidence of +LN 24%.
  • 40.
    By site: Any Exclusive Ext. iliac 36% 13%Obturator 60% 26% Hypogastric 58% 19%
  • 41.
    External iliac dissection(above obturator nerve) detects only 36% of patients with +LN.
  • 43.
    Linfadenectomia AdequadaMSKCC –3721 PRN1: 5,2%Risco baixo: 0,5%Risco intermediário: 5%Risco alto: 21%É atualmente recomendada para todos com risco intermediário ou alto (nomograma ≥ 2%)Quando realizada: alargadaIncidenceof +LN withfull PLND in contemporary RP series. MSKCC, 2010
  • 45.
    PFS em pacientescom LNIMessing et al. NEJM 1999; 341:1781
  • 49.
    Linfadenectomia AdequadaDeve serfeita sempre no alto riscoLinfadectomia mais ampla: Vantagem em estadiar: ↑ nº linfonodosBenefício terapêutico:N0: ressecção de micrometástases não detectadas na patologiaLinfonodo único com doença mínima: ↑ sobrevida sem tratamento adjuvanteLinfonodos múltiplos: HT adjuvante precoceJ. Surg. Oncol. 2009;99:215–224.
  • 51.
    2380 pacientes Cap– 1993 a 2002 – T1c/T3Tratadospor 2 cirurgiões (PS/JE) e 3 radioterapeutasaltamenteexpecializadosControleparaidade, PSA, estágio, ano de tratamentoegrauhistológicoProstatectomia Radical + LNF1318 ptsRadioterapia> 81 Gy1068 pts
  • 52.
    Seguimentomédio 5 anosEnd-points(8 anos):desenvolvimento de metástasesÓbitodevidoaoCApProstatectomia Radical + LNF1318 ptsRadioterapia> 81 Gy1068 pts
  • 53.
    Prostatectomia radical foiassociadaa menorrisco de desenvolvimento de metástases.[HR] 0.35 (95% CI, 0.19 to 0.65; P <0,001)“Metastasis After RP or EBRT…”Resultados
  • 54.
    Prostatectomia radical foiassociadaa menorrisco de óbitodevidoao Cap. [HR] 0.32 (95% CI, 0.13 to 0.80; P.015)“Metastasis After RP or EBRT…”Resultados
  • 57.
    PROSTATECTOMIA RADICALRecidivabioquímicaem 141(10,8%) pts e 107 foramtratados79 (6%) pts submetidos a Rtx20 adjuvantes59 salvaçãoTRATAMENTO SECUNDÁRIO
  • 58.
    RADIOTERAPIASembloqueio hormonal adjuvanteRecidivabioquímicaem207 (19,5%) pts e 92 foramtratadosatravés de bloqueio hormonal e 4 submetidos a prostatectomia de salvação.Início do tratamentosecundário: TRATAMENTO SECUNDÁRIOProstatectomia13 mesesRadioterapia69 meses
  • 59.
    “Metastasis After RPor EBRT…”ConclusõesA progressãoparametástaseséinfrequenteemportadores de CaP de baixoriscotratadostantopor PR ouRTx.Pacientesportadores de CaP alto riscotratadosatravés de PR apresentammenorrisco de progressãoparametástasesouóbitopelaneoplasia do queaquelestratadosporRTx.
  • 60.
    “Metastasis After RPor EBRT…”ConclusõesO índice de recidivabioquímicafoimenor no gruposubmetido a prostatectomia radical.O diagnósticodarecidivaeoiníciotratamentosecundárioforammaisprecoces no grupocirúrgico.
  • 61.
    3096 PR naera PSA (1987 -2005)422 recidivas bioquímicas (13,6%)Metástase a distância: 123HT foi iniciada apenas após comprovação clínica de metástaseJ Urol, 179; 156-172 – Jan 08
  • 62.
    Rec. bioquímica –MORTE: 11 anosFatores preditivos:Dor óssea no momento da metástasePSADT < 3 mesesJ Urol, 179; 156-172 – Jan 08
  • 63.
    Recidiva BioquímicaApesar deser o “end-point” mais avaliado no tratamento do Ca-p, muitas vezes é uma condição benigna, de longa evolução.2 grupos distintosAlto risco de metástases microscópicasTD curto, recidiva precoce, VS+, Linf+Hormonioterapia – qual o melhor momento?Baixo risco de metástases = recidiva localO tratamento e/ou exames exaustivos podem ser piores que a observaçãoRXT: adjuvante (precoce) x salvação (após aumento do PSA)
  • 64.
    CONCLUSÕESNa última década,com o emprego do PSA, houve uma mudança importante nas características do CaP ao diagnóstico, com diminuição do número de pacientes com doença de alto risco.Pacientes classificados como de alto risco apresentam boa possibilidade de cura, devendo ser oferecido tratamento com intenção curativa.A RTx quando utilizada como terapia:Alta dose radiação (>80 Gy)Associada a HT longo prazo (>2 anos)
  • 65.
    ConclusõesA prostatectomia radicalé uma opção curativa viável, com morbidadecomparável à da doença localizada(experiência cirurgião).PR está asssociada a menor risco de metástase e óbito por câncer de próstata em comparação com a RTx / HTx.A PR está sendo sub-utilizada em pacientes de alto risco.Pacientes com CaP alto risco apresentam grande chance de recidiva, e a sua pronta identificação e tratamento no momento adequado são primordiais no sucesso terapêutico.