Novos tratamentos da Hepatite C
2015
Liliana Mendes
Hepatite C
§  Vírus RNA, fita única positiva, genoma de 9,5 kb; família
Flaviviridae, envelope de lípidio
§  Diversidade genética: genótipos, subtipos e quasispecies
3’UTR5’UTR Core E1 E2 NS2 NS4BNS3 NS5A NS5B
p7
Distribuição Geográfica dos Genótipos - VHC
Brasil
(SP, RJ, RS, BA)
1b, 1a, 3a, 2
Hepatite Aguda pelo Vírus C
•  Quadro muito raro
•  <1% - Forma aguda ictérica
•  80% dos pacientes cronificam após infecção aguda
Hepatite Aguda pelo Vírus C
Diagnóstico
An#-HCV	reagente	à	8	semanas	
	
HCVRNA	detectável	à	1-	2	semanas	da	infecção	
Quando	a	infecção	é	tratada	precocemente,	as	taxas	de	RVS	
alcançam	valores	superiores	a	80%	e,	em	algumas	situações,	
próximos	de	98%
1. Quando iniciar tratamento após o diagnóstico ?
Tratamento da Hepatite Aguda pelo Vírus C:
Pacientes sintomáticos – retardar tto por 12 semanas:
Maior resolução espontânea no Subgrupo:
•  Crianças, Mulheres < 40 anos, Ictéricos, HCV-Genótipo 3
Pacientes assintomáticos – tratamento imediato:
PROTOCOLO	MINISTÉRIO	DA	SAÚDE,	2011
Tratamento da Hepatite Aguda pelo Vírus C:
2. Como tratar ?
-  INF 5-6MU diário (4 semanas)⇒ 3MU 3xsem. (20 sem)
-  INF 3MU 3x/sem + RBV 15mg/Kg/dia (6 meses) à RVS >80%
•  Os novos medicamentos para o tratamento da hepatite C
crônica não foram testados no tratamento da hepatite C aguda
•  A alfapeguinterferona ainda não possui indicação aprovada
para o tratamento da hepatite C aguda
PROTOCOLO	MINISTÉRIO	DA	SAÚDE,	2015
Prevenção da Hepatite Aguda C
•  Não	existem	vacinas	até	o	momento	
•  Evitar	exposição	parenteral
FATORES ASSOCIADOS À TRANSMISSÃO DA HEPATITE C
EM 850 CASOS ATENDIDO EM CENTRO DE REFERENCIA
PARA TRATAMENTO DA DOENÇA
FATORES DE RISCO PERCENTUAL CASOS
(n=850)
Antecedente Transfusão 44%
Uso de seringas e agulhas não
descartáveis
6%
Uso droga ilícita (injetável ou
inalada)
6%
Pearcing ou tatuagem 3%
Contacto familiar/sexual 6%
Profissional area de saúde/risco 7%
Tratamento dentário com cirurgia 2%
Sem fator risco conhecido 26%
850 pacientes em centro de referência S.Paulo (SP) e submetidos à biópsia hepática
Hepatite Crônica pelo vírus C
EVOLUÇÃO DA HEPATITE C
H. Aguda H.Crônica Fibrose Cirrose Carcinoma
Ø 30 anos
Infecção em jovens, mulheres
< 25 anos
Co infecção AIDS,Abuso Álcool,Imunossupressores, Infecção em idade
avançada
25-30a
12
Aproximadamente 180
milhões de pessoas
infectadas cronicamente
Cerca de 500.000 mortes/ano
300.000 falências hepáticas
200.000 HCC
HEPATITE C NO MUNDO
Lim, et al. Lancet 2012; 380: 2224–2260.
Hepatite C no Brasil
•  Genótipo 1 predomina
•  Principal causa de cirrose e
hepatocarcinoma
•  Maior indicação de transplante hepático
Parise ER. Arq Gastroenterol 2015
DIAGNOSTICADOS
500.000
TRATADOS
100.000
CURADOS
50.000
POPULAÇÃO
INFECTADA
2.000.000
Diagnóstico da Hepatite
crônica C
Padrão sorológico da Hepatite Aguda com
Progressão para Infecção Crônica
Sintomas+/-	
Tempo após exposição
Títulos anti-HCV
ALT	
Normal
0	 1	 2	 3	 4	 5	 6	 1	 2	 3	 4	
AnosMeses
HCV RNA
Diagnóstico – Biópsia Hepática
“Padrão-Ouro” para avaliação de estágios de fibrose hepática
em pacientes com hepatite crônica pelo HCV
(BEDOSSA, 1996)
Classificação Metavir
Aumentando acesso
§  EXPANSÃO DE TESTES
RÁPIDOS PARA
DIAGNÓSTICO E DE TESTES
NÃO INVASIVOS PARA
ESTADIAMENTO
§  INCREMENTANDO NÚMERO
DE CENTROS E MÉDICOS
ENVOLVIDOS NO
ATENDIEMNTO DOS
PORTADORES HEPATITE C
O que acontecerá com
os portadores de
hepatite C crônica se
não forem abordados?
HCC, CH Decompensada e Transplante
1950-2030
and Turkey
19
Razavi H, Waked I, Sarrazin C, et al. The present and future disease burden of hepatitis C virus (HCV) infection with today's treatment paradigm. J Viral Hepat
2014; 21 Suppl 1: 34-59.
Projeção do impacto da hepatite C no
Brasil nos próximos anos
Razavi, et al. Journal of Viral Hepatitis, 2014, 21, (Suppl. 1), 34–59
Estimativa 2013 Estimativa 2030 Variação (%)
Infecção
virêmica
1.940.000 1.250.000 ↓ 35
HCC 9.710 18.900 ↑ 95
Mortalidade
hepática
9.000 16.620 ↑ 85
Cirrose
descompensada
27.500 45.000 ↑ 65
Cirrose
compensada
222.000 323.000 ↑ 95
20
Estratégias para abordar o portador de HCV
§  1. Expectante
§  2. Com terapia IFN free = maior número de
pacientes eleitos e maior RVS
§  3. Estratégia 2 + maior número de pacientes
tratados
§ 
§  +
22
Impacto de 3 diferentes estratégias para Hepatite C
Estimativa
Brasil
Estratégia 1
(sem mudanças)
Estratégia 2
(IFN-free: ↑ SVR
& pts
eligibilidade)
Estratégia 3
(Estratégia 2
+ ↑ no.
tratamentos)
Pacientes treatados/ano 11,700 11,700 118,700 (2021)
Treatmento taxa(%) 0.6 0.6 9.1
Média SVR (%) 43 90 90
Novos casos diagnotico/ano 10,000 10,000 119,000 (2020)
ElegibilitdadeTratmento (%) 60 95% 95%
Idade para tratmento 15-69 15-69 15-74
Estagio para tratamento
(Metavir)
≥F2(G1);
≥F1(G2,3)
≥F2(G1);
≥F1(G2,3)
≥F0 (todos os
genotipos)
Redução na tx mortalidade - 5% 70%
Redução em casos de HCC - 5% 75%
Redução em decompensação - 10% 80%
Redução na infecção HCV - 5% 90%
23
Wedemeyer, et al. Journal of Viral Hepatitis, 2014, 21, (Suppl. 1), 60–89
Brasil: comparação entre estratégias 1, 2, 3
Redução em infecçcões por HCV Redução em mortes relacionadas
ao fígado
Redução em HCC Redução em cirrose
Já que tratar mais com drogas de alta
potência reduz
mortes relacionadas ao fígado,
Cirrose e HCC
O que precisamos fazer?
25
0,32
1,05 1,08 1,10
1,61
1,89
1,79
1,94
0
0,5
1
1,5
2
2,5
10 - 19 years old
20 - 69 years old
1,0
3,2
3
Pereira LMMB, et al. BMC Infectious Diseases 2013, 13:60
HCV em Regiões Brasileiras : estudo populacional
Anti-HCVpositive(%)
anti-HCV+ prevalência: 1.38% (≅ 2.600.000 de pessoas)
≅2.100.000 viremicos (PCR+)
26
2,12%
1,04%
1,19%
1,43%
0,65%
Sociedade Brasileira de Hepatologia. Revista GED 1999; 18:53-58.
1.173.406 doadores de
sangue
14.527 anti-HCV+
(1,23%)
HCV no Brasil: estudos em doadores de sangue
HUCFF-UFRJ- prevalência em
doadores de sangue <0,1%.
Distribuição da idade no momento do
diagnóstico da hepatite C
N= 850 pacientes
Oliveira AC. Parise ER et al. Braz J Inf Dis 2014
70%-80%
casos
Focaccia et al.. 1998 cidade de S. Paulo Prevalência = 1.4% . Maior prevalência em
pacientes com 50-60anos
10
13
29
30
18
0	 10	 20	 30	 40	
>30A	
31-40A	
41-50A	
51-60A	
>60A	
% Pacientes
idade
Distribuição por idade, 2013
Brasil, Egito, Australia e Turquia
0%
2%
4%
6%
8%
10%
12%
14%
16%
18%
%ofTotalHCVInfections(2013)
Brazil Egypt Australia Turkey
Razavi H, Waked I, Sarrazin C, et al. The present and future disease burden of hepatitis C virus (HCV) infection with today's treatment paradigm. J Viral
Hepat 2014; 21 Suppl 1: 34-59.
Distribuição percentual dos pacientes com
hepatite C crônica de acordo com idade e
estadiamento histológico
850 pacientes consecutivos com diagnóstico confirmado de hepatite C atendidos em centro de
referência S.Paulo (SP) e submetidos à biópsia hepática –
Oliveira AC. Parise ER et al. Braz J Inf Dis 2014
%Pacientes
Idade
30
Estratégia de rastreamento	
Wedemeyer, et al. Journal of Viral Hepatitis, 2014, 21, (Suppl. 1), 60–89
COMO O GASTROENTEROLOGISTA
PODERÁ PARTICIPAR DESSE DESAFIO?
DETECÇÃO
ACESSO
TRATAMENTO
DA DOENÇA
6
565
E como trataremos 	
a hepatite C	
em 2015?
34
Ano Pessoas tratadas
2007 6,533
2008 8,626
2009 8,224
2010 11,628
2011 11,505
2012 12,491
2014 15645
2014* Telaprevir (2600)
Boceprevir (840)
Source: Programa DST/AIDS/Hepatites - 2014
HCV treatmentos por ano no Brasil
(incluindo retratamento e coinfecçao)
Only about 0.5% of all HCV infected patients are treated every year
TRATAMENTO PASSADO
CYP3A4CYP3A4PI Metabolites
Interação Medicamentos
Excesso de Medicamentos
SVR > 90%
Baixa toxicidade
Tolerabilidade
Obrigatório
Curta duração
UMA droga: pangenotipica
Alta barreira para resistência Útil
HCV: Requerimentos para uma BOA Terapia
Sem interações droga–droga
Baixo número de comprimidos
bonus
ATUAL
BOCEPREVIR/TELAPREVIR
SOFOSBUVIR+ SIMEPREVIR +RBV
OMBITASVIR +DASABUVIR+ABT-450/r
FÁCIL DE redução importante número de avaliações durante o tratamento
TRATAR menor necessidade de exames laboratoriais
manejo mais simples da medicação (menor interação medicamentosa)
baixa incidência de efeitos adversos
SOFOSBUVIR+ LEDISPAVIR
6%	
16%	
30%	
50%	
70%	
95%	
Evolução terapeutica HCV
INF6	 INF12	 I+R	
P+R	 P+R+IP	 INFfree	
SOFOSBUVIR+ DACLATASVIR +RBV
Múltiplas Classes de
Direct-Acting Antiviral Agents (DAA)
3’UTR5’UTR Core E1 E2 NS2 NS4BNS3 NS5A NS5B
p7
Telaprevir
Boceprevir
Simeprevir
Asunaprevir
ABT-450
MK-5172
Faldaprevir
Sovaprevir
ACH-2684
Daclatasvir
Ledipasvir
Ombitasvir
MK-8742
GS-5885
GS-5816
ACH-3102
PPI-668
GSK2336805
Samatasvir
Sofosbuvir
VX-135
IDX21437
ACH-3422
Dasabuvir
BMS-791325
PPI-383
GS-9669
TMC647055
NS5B
NUC Inhibitors
NS3
Protease Inhibitors
NS5A
Replication Complex
Inhibitors
Ribavirin
NS5B
Non-NUC Inhibitors
PolymeraseProtease
...previr
...asvir
...buvir
DAAs – A SEGUNDA ONDA
SIMEPREVIR
SOFOSBUVIR
DACLATASVIR
NS3/4A Protease Inhibitors (PI)
High potency
Limited genotypic coverage
Low barrier to resistance
NS5A Inhibitors
High potency
Multigenotypic coverage
Low barrier to resistance
NS5B Nucleos(t)ide Inhibitors (NI)
Intermediate potency
Pangenotypic coverage
High barrier to resistance
NS5B Nonnucleoside Inhibitors (NNI)
Intermediate potency
Limited genotypic coverage
Low barrier to resistance
Agentes antivirais de ação direta :
Características
C E1 E2 p7 NS2 NS3 NS4A NS4B NS5A NS5B
SIMEPREVIR
DACLATASVIR
SOFOSBUVIR
Populações de infectados pelo VHC
priorizados para tratamento pelo SUS
§  Coinfecção com o HIV, independentemente do grau de fibrose hepática
§  Pacientes com fibrose avançada F3 e F4 Metavir
§  Crioglobulinemia com manifestação em órgão-alvo (olhos, pulmão, sistema nervoso
periférico e central), glomerulonefrite, vasculites e poliarterite nodosa;
§  Púrpura trombocitopênica idiopática (PTI)
§  Manifestações extra-hepáticas com acometimento neurológico motor incapacitante,
porfiria cutânea, líquen plano grave com envolvimento de mucosa
§  Biópsia hepática com resultado METAVIR F2 presente há mais de três anos.
§  Linfoma, gamopatia monoclonal, mieloma múltiplo e outras doenças hematológicas
malignas
§  Hepatite C pós transplante renal, hepático e de órgãos sólidos
§  Hepatite C em renal crônico (em diálise ou não )
Genótipo1
Acréscimo da ribavirina aos regimes
sofosbuvir + simeprevir e sofosbuvir + daclatasvir :
1. portadores de cirrose hepática,
2. resposta nula à terapia prévia
3. portadores de coinfecção com HIV, independentemente do
grau de fibrose
•  Posologia de ribavirina é de 11mg/kg/dia. Pode-se utilizar, como regra, a
administração de 1g para pacientes com peso inferior a 75kg e 1,25g para
pacientes com peso superior a 75kg.
Combination of Sofosbuvir and
sImeprevir : COSMOS
§  Relapse in 3 pts in cohort 1 and 3 pts in cohort 2; all with GT1a and GT2 with Q80K polymorphism at baseline
§  AEs (anemia and indirect bilirubin increases) largely confined to RBV arms
§  SVR in patients with GT1a and Q80K+ = 88% to 100%
SVR12(%)
Cohort 1 (F0-F2 Nulls): SVR12
(N = 80, all arms)
100
80
60
40
20
0
24-Wk Arms
79.2
93.3
96.3
92.9
Cohort 2 (F3-F4 Naives/Nulls): SVR12
(N = 87, all arms)
100
80
60
40
20
0
93
100
9393
12-Wk Arms
SVR12(%)
24-Wk Arms 12-Wk Arms
19/24 26/27 13/14 28/30 16/16 25/27 13/14
SMV + SOF + RBV
SMV + SOF
14/15
Jacobson I, et al. AASLD 2013. Abstract LB-3. Lawitz E, et al. EASL 2014. Abstract 165.
HCV-TARGET: Adjusted SVR4 in GT1
HCV Pts Receiving SOF + SMV ± RBV
§  SVR4/SVR12 concordance was 97.2%
§  In multivariate analysis, likelihood of achieving SVR4 was associated with baseline albumin,
HCV genotype, previous decompensation, and history of triple therapy failure
Jensen D, et al. AASLD 2014. Abstract 45.
100
80
60
40
20
0
Overall Cirrhotic Noncirrhotic GT1a
(n = 180)
GT1b
(n = 93)
Naive Experienced
SOF + SMV SOF + SMV + RBV
86 87 85 83
89 90
84 82
92 93 89 87 85 86
Pts(%)
784 228 440 137 344 91 318 82 465 144N
92
77
< 10 ≥ 10
95
1b
Cirrhosis
SVR4(%)
Overall Yes No
61/
68
32/
37
29/
31
100
80
60
40
20
0
90 86
94
11/
12
10/1
3
MELD
1a
30/
36
18/
19
83
HCV GT
HCV-TARGET: SVR4 With SOF +
SMV ± RBV in GT1 HCV
Posttransplant Pts
§  At time of analysis, 41/143 pts who started SOF + SMV ± RBV had not yet completed therapy,
and 68/101 had evaluable SVR4
1 viral breakthrough
4 relapse
2 non-relapse
n/N =
Brown RS, et al. AASLD 2014. Abstract LB-4. Reproduced with permission.
Sulkowski MS, et al. N Engl J Med. 2014; 370: 211-21.
Estudo A1444-040: resultados
Daclatasvir 60 mg orally once daily
Sofosbuvir 400 mg orally once daily
With or without ribavirin, 1000-1200mg orally, twice daily
n=124 n=40
N=164 pacientes
HCV G1
iniciaram
tratamento
Poordad F, et al. EASL 2015 - Oral
Daclatasvir/Sofosbuvir na co-infecção HCV/HIV-ALLY-2
Pior	subgrupo	:	CH	experimentados	=	RVS	88%	
Genótipo 2
§  O	acréscimo	de	ribavirina	ao	regime	terapêu#co	poderá	ser	
realizado	para	pacientes	experimentados	ou	portadores	de	
cirrose	hepá#ca,	a	fim	de	aumentar	a	taxa	de	RVS.		
§  EASL	
	Treatment-naïve	and	treatment-experienced	paEents	infected	with	
HCV	genotype	3	with	cirrhosis	should	receive	this	combina#on	with	
daily	weight-based	ribavirin	(1000	or	1200	mg	in	paEents	<75	kg	or	
≥75	kg,	respecEvely)	for	24	weeks,	pending	further	data	comparing	
12	weeks	with	ribavirin	and	24	weeks	with	and	without	ribavirin	in	
this	popula#on	(B1)		
Genótipo 3
q Mensagens finais:
q As drogas Antivirais de Ação Direta contra a hepatite C
são seguras, eficientes e de fácil manuseio.
q Para a erradicação da hepatite C ser mais eficaz é necessário
rastreamento dos novos casos em pessoas com mais de 40 anos.
q Gastroenterologistas estão aptos a rastrear e tratar a hepatite C.
q Num futuro próximo no Brasil serão contemplados pacientes com
fibrose menos avançada e portadores de Insuficiência renal crônica
Dialítica por isso esses pacientes ja devem estar catalogados.
Caminhada e Abordagem
Multidisciplinar da Gordura
no Fígado
Local: Parque da Cidade
Brasília – DF
Data: 17-10-2015
Hora: 8:00 – 16:00
Apoio: SABIN, BIOCARDIOS
Teste seu Conhecimento
Masculino,	54	anos,	portador	de	hepaEte	C,	diagnosEcado	em	doação	de	sangue	há	6	
meses.	Fez	exames	AST=75(25);	ALT=96	(35);	GGT=104	(45);	Carga	viral	=	3.552.000	UI;	
GenóEpo	1a;	HB	12,8g		Lo=4.300;	Plaq	196.000/mm³;	Biopsia	hepáEca	F3	A2	com	
esteatose	grau	1-	Fibroscan	9,8	KPa		
		
Levando	em	conta	esses	dados	é	correto	afirmar	que:		
	
a.  A	carga	viral	é	indicadora	de	gravidade	de	lesão	hepáEca	
b.  O	cálculo	do	APRI	desse	paciente	e	o	Fibroscan	permitem	seu	tratamento	pelo	SUS	
c.  A	biopsia	hepáEca	desse	paciente	era	indispensável	para	indicar	tratamento	
d.			A	idade	do	paciente	está	em	desacordo	com	o	diagnósEco	de	hepaEte	C	
	
Teste	seu	Conhecimento
Masculino,	54	anos,	portador	de	hepaEte	C,	diagnosEcado	em	doação	de	sangue	há	6	
meses.	Fez	exames	AST=75(25);	ALT=96	(35);	GGT=104	(45);	Carga	viral	=	3.552.000	UI;	
GenóEpo	1a;	HB	12,8g		Lo=4.300;	Plaq	196.000/mm³;	Biopsia	hepáEca	F3	A2	com	
esteatose	grau	1-	Fibroscan	9,8	KPa		
		
Levando	em	conta	esses	dados	é	correto	afirmar	que:		
	
a.  A	carga	viral	é	indicadora	de	gravidade	de	lesão	hepáEca	
b.  O	cálculo	do	APRI	desse	paciente	e	o	Fibroscan	permitem	seu	tratamento	pelo	SUS	
c.  A	biopsia	hepáEca	desse	paciente	era	indispensável	para	indicar	tratamento	
d.			A	idade	do	paciente	está	em	desacordo	com	o	diagnósEco	de	hepaEte	C	
	
Teste	seu	Conhecimento
Masculino,	54	anos,	portador	de	hepaEte	C,	diagnosEcado	em	doação	de	sangue	há	6	meses.	Fez	
exames	AST=75(25);	ALT=96	(35);	GGT=104	(45);	Carga	viral	=	3.552.000	UI;	GenóEpo	1a;	HB	12,8g		
Lo=4.300;	Plaq	196.000/mm³;	Biopsia	hepáEca	F3	A2	com	esteatose	grau	1-	Fibroscan	9,8	KPa		
		
O	paciente	quer	saber	como	será	tratado	e	o	prognósEco,	é	incorreto	afirmar	que:		
	
a.  A	chance	de	cura	com	esquema	sem	Interferon	é	superior	a	80%	no	tratamento	por	12	semanas		
b.  A	probabilidade	de	ter	efeito	colateral	sério	é	inferior	a	10%	e	o	paciente	recebe	apenas	2	
comprimidos	ao	dia.	
c.  Neste	paciente	Sofosbuvir	associado	a	Daclatasvir	ou	Simeprevir	podem	ser	uElizados	com	chance	
de	cura	próximo	de	90%	
d.  Se	o	genóEpo	fosse	3a	o	melhor	esquema	de	tratamento	seria	Simeprevir	com	Sofosbuvir		
Teste	seu	Conhecimento
Masculino,	54	anos,	portador	de	hepaEte	C,	diagnosEcado	em	doação	de	sangue	há	6	meses.	Fez	
exames	AST=75(25);	ALT=96	(35);	GGT=104	(45);	Carga	viral	=	3.552.000	UI;	GenóEpo	1a;	HB	12,8g		
Lo=4.300;	Plaq	196.000/mm³;	Biopsia	hepáEca	F3	A2	com	esteatose	grau	1-	Fibroscan	9,8	KPa		
		
O	paciente	quer	saber	como	será	tratado	e	o	prognósEco,	é	incorreto	afirmar	que:		
	
a.  A	chance	de	cura	com	esquema	sem	Interferon	é	superior	a	80%	no	tratamento	por	12	semanas		
b.  A	probabilidade	de	ter	efeito	colateral	sério	é	inferior	a	10%	e	o	paciente	recebe	apenas	2	
comprimidos	ao	dia.	
c.  Neste	paciente	Sofosbuvir	associado	a	Daclatasvir	ou	Simeprevir	podem	ser	uElizados	com	chance	
de	cura	próximo	de	90%	
d.  Se	o	genó#po	fosse	3a	o	melhor	esquema	de	tratamento	seria	Simeprevir	com	Sofosbuvir		
Teste	seu	Conhecimento
Em	quais	exames	laboratoriais	o	modelo	matemáEco	MELD	baseia-se	para	determinar	
prognósEco	em	pacientes	com	insuficiência	hepáEca?	
		
a. 	Albumina	e	bilirrubina	total	
b.	 	Alfa-feto	proteína	e	RNI	
	
c.	 	CreaEnina,	bilirrubina	e	RNI	
	
d.	 	Aminotransferases	e	creaEnina	
	
Teste	seu	Conhecimento
Em	quais	exames	laboratoriais	o	modelo	matemáEco	MELD	baseia-se	para	determinar	
prognósEco	em	pacientes	com	insuficiência	hepáEca?	
		
a. 	Albumina	e	bilirrubina	total	
b.	 	Alfa-feto	proteína	e	RNI	
	
c.	 	Crea#nina,	bilirrubina	e	RNI	
	
d.	 	Aminotransferases	e	creaEnina	
	
Teste	seu	Conhecimento
Teste	seu	Conhecimento
Teste	seu	Conhecimento
Masculino,	44	anos,	alcoolista	crônico	é	admiEdo	com	quadro	de	epistaxe.	Ao	exame	
tsico	são	observadas	hepatomegalia,	ascite	e	flapping.	Qual	dos	seguinte	é	fator	de	
pior	prognósEco	nesse	paciente?	
		
a. 	Aminotransferases	aumentadas	
b. 	Tempo	sangramento	aumentado	
	
c.	 	AEvidade	de	protrombina	baixa	
	
d.	 	Fibrinogênio	elevado	
		
	
Teste	seu	Conhecimento
Masculino,	44	anos,	alcoolista	crônico	é	admiEdo	com	quadro	de	epistaxe.	Ao	exame	
tsico	são	observadas	hepatomegalia,	ascite	e	flapping.	Qual	dos	seguinte	é	fator	de	
pior	prognósEco	nesse	paciente?	
		
a. 	Aminotransferases	aumentadas	
b. 	Tempo	sangramento	aumentado	
	
c.	 	A#vidade	de	protrombina	baixa	
	
d.	 	Fibrinogênio	elevado	
		
	
Teste	seu	Conhecimento
Gastrectomia	parcial	é	realizada	em	paciente	de	32	anos	com	história	de	doença	
ulcerosa	pépEca	refratária.	O	patologista	recebe	o	tecido	e	nota	um	significaEvo	
aumento	das	pregas	gástricas	na	avaliação	macroscópica.	Análise	microscópica	
revela	hiperplasia	das	células	parietais.	Qual	dos	seguintes	esvmulos	é	causa	dos	
achados	anatomopatológicos	nesse	paciente?	
		
a. 	Serotonina	
b.	 	SomatostaEna	
	
c.	 	Gastrina	
	
d.	 	SecreEna	
	
Teste	seu	Conhecimento
Gastrectomia	parcial	é	realizada	em	paciente	de	32	anos	com	história	de	doença	
ulcerosa	pépEca	refratária.	O	patologista	recebe	o	tecido	e	nota	um	significaEvo	
aumento	das	pregas	gástricas	na	avaliação	macroscópica.	Análise	microscópica	
revela	hiperplasia	das	células	parietais.	Qual	dos	seguintes	esvmulos	é	causa	dos	
achados	anatomopatológicos	nesse	paciente?	
		
a. 	Serotonina	
b.	 	SomatostaEna	
	
c.	 	Gastrina	
	
d.	 	SecreEna	
	
Teste	seu	Conhecimento
Qual	benetcio	está	estabelecido	em	pacientes	com	DRGE	submeEdos	a	cirurgia	
anErrefluxo?	
		
a.  Diminuição	do	risco	de	desenvolvimento	de	adenocarcinoma	esofágico	em	
portadores	de	esôfago	de	Barrex	
b.  Regressão	do	epitélio	metaplásico	em	portadores	de	esôfago	de	Barrex	
c.  Redução	da	necessidade	de	dilatação	em	pacientes	com	estenose	pépEca	do	
esôfago	
d.  Abandono	definiEvo	do	uso	de	drogas	anEssecretoras	
		
	
Teste	seu	Conhecimento
Qual	benetcio	está	estabelecido	em	pacientes	com	DRGE	submeEdos	a	cirurgia	
anErrefluxo?	
		
a.  Diminuição	do	risco	de	desenvolvimento	de	adenocarcinoma	esofágico	em	
portadores	de	esôfago	de	Barrex	
b.  Regressão	do	epitélio	metaplásico	em	portadores	de	esôfago	de	Barrex	
c.  Redução	da	necessidade	de	dilatação	em	pacientes	com	estenose	pép#ca	do	
esôfago	
d.  Abandono	definiEvo	do	uso	de	drogas	anEssecretoras	
		
	
Teste	seu	Conhecimento
Feminino,	40	anos,	foi	submeEda	a	apendicectomia	devido	quadro	de	abdome	
agudo	cirúrgico.	Estudo	histopatológico	do	apêndice	evidenciou	tumor	
neuroendócrino	com	diâmetro	de	2,5	cm.	De	acordo	com	esses	dados,	qual	seria	
sua	conduta	nesse	caso?		
		
a.  Nada	a	fazer	visto	que	a	apendicectomia	é	tratamento	curaEvo		
b.  TC	de	abdome	e	pelve	periódicos	para	vigilância	de	doença	metastáEca	
c.  Hemicolectomia	direita		
d.  Quimioterapia	complementar	
	
	
Teste	seu	Conhecimento
Feminino,	40	anos,	foi	submeEda	a	apendicectomia	devido	quadro	de	abdome	
agudo	cirúrgico.	Estudo	histopatológico	do	apêndice	evidenciou	tumor	
neuroendócrino	com	diâmetro	de	2,5	cm.	De	acordo	com	esses	dados,	qual	seria	
sua	conduta	nesse	caso?		
		
a.  Nada	a	fazer	visto	que	a	apendicectomia	é	tratamento	curaEvo		
b.  TC	de	abdome	e	pelve	periódicos	para	vigilância	de	doença	metastáEca	
c.  Hemicolectomia	direita		
d.  Quimioterapia	complementar	
	
	
Teste	seu	Conhecimento
Estudo	endoscópico	idenEfica	massa	subepitelial	com	diâmetro	de	2	cm	no	fundo	
gástrico.	Ultrassonografia	endoscópica,	ilustrada	na	figura	abaixo,	mostra	que	a	lesão	
origina-se	na	muscular	própria	e	a	mucosa	e	submucosa	estão	intactas.	Qual	o	
diagnósEco	provável?	
		
		
a. 	Tumor	estromal	
b.	 	Lipoma	
	
c.	 	Tumor	neuroendócrino	
	
d.	 	Adenocarcinoma		
	
!
Teste	seu	Conhecimento
Estudo	endoscópico	idenEfica	massa	subepitelial	com	diâmetro	de	2	cm	no	fundo	
gástrico.	Ultrassonografia	endoscópica,	ilustrada	na	figura	abaixo,	mostra	que	a	lesão	
origina-se	na	muscular	própria	e	a	mucosa	e	submucosa	estão	intactas.	Qual	o	
diagnósEco	provável?	
		
		
a. 	Tumor	estromal	
b.	 	Lipoma	
	
c.	 	Tumor	neuroendócrino	
	
d.	 	Adenocarcinoma		
	
!
Teste	seu	Conhecimento
Masculino,	64	anos	com	quadro	de	diarreia	crônica,	emagrecimento,	
linfadenomegalia.	Fragmentos	de	mucosa	de	intesEno	delgado	mostraram	presença	
de	inclusões	PAS	posiEvas.	Qual	o	tratamento	inicial	preconizado	nesse	caso?	
		
a. 	Ce|riaxona		
b.	 	Ciprofloxacin	
	
c.	 	Norfloxacin	
	
d.	 	Abendazol	
Teste	seu	Conhecimento
Masculino,	64	anos	com	quadro	de	diarreia	crônica,	emagrecimento,	
linfadenomegalia.	Fragmentos	de	mucosa	de	intesEno	delgado	mostraram	presença	
de	inclusões	PAS	posiEvas.	Qual	o	tratamento	inicial	preconizado	nesse	caso?	
		
a. 	Cehriaxona		
b.	 	Ciprofloxacin	
	
c.	 	Norfloxacin	
	
d.	 	Abendazol	
Teste	seu	Conhecimento
Feminino,	67	anos,	iniciou	há	dois	meses	com	quadro	de	icterícia,	acolia	fecal,	colúria	
e	emagrecimento	de	4	kg.	Qual	o	diagnósEco	mais	provável?	
		
a.  Coledocolivase	
b.  Síndrome	de	Gilbert	
c.  Neoplasia	pancreáEca	
d.  PancreaEte	crônica	
	
Teste	seu	Conhecimento
Feminino,	67	anos,	iniciou	há	dois	meses	com	quadro	de	icterícia,	acolia	fecal,	colúria	
e	emagrecimento	de	4	kg.	Qual	o	diagnósEco	mais	provável?	
		
a.  Coledocolivase	
b.  Síndrome	de	Gilbert	
c.  Neoplasia	pancreá#ca	
d.  PancreaEte	crônica	
	
Teste	seu	Conhecimento

Hepatite c 2015