GESTÃO POR COMPETÊNCIAS
Rosa Maria De Paula Vilhena
Mestre em Gestão Empresarial e especialista em Desenvolvimento de
Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro,
especialista em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial pela
Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE) e pedagoga pela
Universidade Federal Fluminense (UFF).
Atua em consultoria na área de educação corporativa.
PROGRAMA
•Novas demandas das organizações: ambiente, tendências e cenários
•Planejamento estratégico e gestão por competências
•O Modelo
•Gestão do Modelo de Gestão por Competências
1950 - 70 1970 - 201950 - 70 1970 - 20 ......
• Turbulento
• Incerto
• Ruptura
• Escassez
• Habilidade
conceitual
• Estável
• Previsível
• Continuidade
• Abundância
• Habilidade Operacional
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
MISSÃO-VALORES
VISÃO
OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
(Alta direção)
OBJETIVOS TÁTICOS
(RH,FINANÇAS,COMERCIAL,MKT...)
OBJETIVOS OPERACIONAIS
(Executores)
Visão, Missão,
Valores OrganizaçãoPlanejamento
EstratégicoCompetências
VISÃO SISTÊMICA DO MODELO
FOCO EM RESULTADOS
Modelo de gestão por competências
Competências organizacionais
São habilidades e tecnologias diferenciadas que suportam uma
vantagem competitiva sustentável no longo prazo.
Dão uma contribuição importante ao produto final e são
percebidas pelo usuário como um benefício.
São não triviais e são difíceis de serem imitadas por outras
organizações.
Competências organizacionais
São habilidades e tecnologias diferenciadas que suportam uma
vantagem competitiva sustentável no longo prazo.
Dão uma contribuição importante ao produto final e são
percebidas pelo usuário como um benefício.
São não triviais e são difíceis de serem imitadas por outras
organizações.
Competências individuais
“A competência profissional é uma combinação de conhecimentos, de
saber-fazer, de experiências e comportamentos que se exerce em um
contexto preciso. Ela é constatada quando de sua utilização em
situação profissional, a partir da qual é
passível de validação.” Philippe Zarifian
As competências individuais estão divididas em:
•Gerais - necessárias a todos os colaboradores
•Específicas - necessárias ao profissional
devido à natureza e especificidades de sua área de
atuação.
As competências individuais estão divididas em:
•Gerais - necessárias a todos os colaboradores
•Específicas - necessárias ao profissional
devido à natureza e especificidades de sua área de
atuação.
CONCEPÇÃO DO MODELO
OBJETIVOS
ESTRATÉGICOS
COMPETÊNCIAS
CONHECIMENTOS
HABILIDADES
ATITUDES
PROCESSOS
PESSOAS
RESULTADOS
Premissas básicas do modelo
•Conscientização de que cada tipo de negócio necessita de pessoas com
perfis específicos.
•Crença de que cada posto de trabalho existente
na empresa tem características próprias e deve
ser ocupado por profissionais que apresentem
um determinado perfil de competências.
• Reconhecimento de que aqueles que ocupam funções gerenciais são
responsáveis pela oferta de oportunidades de desenvolvimento da equipe
para a aquisição de competências.
• Percepção de que sempre haverá a demanda para
o desenvolvimento de novas competências.
Eixos de competências
•CONHECIMENTOS Saber
•HABILIDADES Saber/fazer
•ATITUDES Saber/ ser/ agir
A ÁRVORE DE
COMPETÊNCIAS
Herbert Kelmer
ATITUDES
CONHECIMENTOS
HABILIDADES
Exemplo
“prestar um atendimento bancário baseado em padrões de excelência”.
Conhecimentos
    Princípios de contabilidade e finanças.
      Produtos e serviços bancários.
      Princípios de relações humanos.
Habilidades
      Operar computadores, periféricos e outros recursos tecnológicos.
      Argumentar de maneira convincente.
Atitudes
     Predisposição para a tomada de iniciativa (proatividade).
     Respeito à privacidade do cliente.
    Postura condizente com a função.
Fonte: Brandão, Guimarães e Borges-Andrade (2001), com adaptações.
Pré-condições para implantação do Modelo
•Identificação das competências organizacionais
•Compatibilização entre os objetivos dos diferentes
departamentos e o planejamento estratégico
•Identificação e alinhamento de processos de trabalho.
Identificação de gaps através de análise da avaliação de
desempenho.
Gap0
Tempo
Figura 3: Identificação do gap (lacuna) de competências
Fonte: Ienaga apud Brandão e Guimarães (2001), com adaptações.
Competências
Atuais
Competências
Necessárias
Gap1
Competências
Mapeadas
T0 T1
Ações de desenvolvimento
Tem como objetivo a supressão de gaps de competências.
•Formais
•Não formais
Avaliação de potencial e formação de banco de
talentos
Tem por objetivo identificar talentos com alto potencial
e que devem ser desenvolvidos com programas
diferenciados, a fim de retê-los na organização.
Formas de identificação
•Autoavaliação
•Avaliação de desempenho tradicional
•Observação no posto de trabalho
•Inventários de mapeamento de potencial
•Entrevistas pessoais
Gestão de desempenho
A responsabilidade pelo desenvolvimento
profissional está dividida em partes proporcionais
entre a organização e os funcionários.
Gerenciamento de talentos
Ações podem ser implementadas como:
•Alocação do profissional em projetos significativos e
desafiadores
•Oferta de programas de desenvolvimento específicos
•Coaching e mentoring
•Plano de desenvolvimento individual
Banco de talentos
Serve de base para diversas decisões gerenciais como:
•Uso de critérios objetivos e justos na escolha de profissionais
•Aperfeiçoamento do colaborador
•Aproveitamento de potenciais na formação de
•equipes multidisciplinares
•Assertividade na realocação de pessoas.
Plano de desenvolvimento individual - PDI
O Plano de Desenvolvimento Individual garante o processo de
feedback entre o profissional e a organização
e estimula a responsabilidade compartilhada.
Os objetivos do Plano de Desenvolvimento Individual devem ser:
•Mensuráveis
•Participativos
•Específicos
•Desafiadores
Aplicação prática do modelo de Gestão por
competências para o RH:
•Identificação de perfil para o preenchimento de vagas
•Redimensionamento de quadro em função das atribuições e competências
requeridas
•Montagem de programas de desenvolvimento
•focado nas competências identificadas 
•Atração e retenção de talentos
Perguntas frequentes
•Como se identificam competências organizacionais?
•Por que o planejamento estratégico é tão importante?
•Podemos começar a implantar o Modelo em uma única área da
organização?
•Em que momento o empregado faz o seu Plano de Desenvolvimento
Individual (PDI)?
•Qual é o papel do gerente no processo?
•Quais ações de desenvolvimento podemos utilizar?
•Em que consiste a atuação do RH?
BIBLIOGRAFIA
GRAMIGNA, Maria Rita – Modelo de competências e gestão de talentos. São Paulo: Makron Books, 2002
GREEN, Paul C – Desenvolvendo competências consistentes. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999
HESSELBEIN, Frances, GOLDSMITH, Marshal e BECKHARD, Richard. A organização do futuro - São
Paulo: Futura, 1997
MEISTER, Jeanne C – Educação corporativa. São Paulo: Makron Books, 1998
WARDMAN, Kellie T - Criando organizações que aprendem.São Paulo: Futura, 1996
 
ZARIFIAN, Philippe- Objetivo competência – por uma nova lógica. São Paulo: Atlas. 2001

Gestão por Competências

  • 1.
  • 2.
    Rosa Maria DePaula Vilhena Mestre em Gestão Empresarial e especialista em Desenvolvimento de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, especialista em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE) e pedagoga pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atua em consultoria na área de educação corporativa.
  • 3.
    PROGRAMA •Novas demandas dasorganizações: ambiente, tendências e cenários •Planejamento estratégico e gestão por competências •O Modelo •Gestão do Modelo de Gestão por Competências
  • 4.
    1950 - 701970 - 201950 - 70 1970 - 20 ...... • Turbulento • Incerto • Ruptura • Escassez • Habilidade conceitual • Estável • Previsível • Continuidade • Abundância • Habilidade Operacional
  • 5.
    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MISSÃO-VALORES VISÃO OBJETIVOS ESTRATÉGICOS (Altadireção) OBJETIVOS TÁTICOS (RH,FINANÇAS,COMERCIAL,MKT...) OBJETIVOS OPERACIONAIS (Executores)
  • 6.
  • 7.
    Modelo de gestãopor competências
  • 8.
    Competências organizacionais São habilidadese tecnologias diferenciadas que suportam uma vantagem competitiva sustentável no longo prazo. Dão uma contribuição importante ao produto final e são percebidas pelo usuário como um benefício. São não triviais e são difíceis de serem imitadas por outras organizações. Competências organizacionais São habilidades e tecnologias diferenciadas que suportam uma vantagem competitiva sustentável no longo prazo. Dão uma contribuição importante ao produto final e são percebidas pelo usuário como um benefício. São não triviais e são difíceis de serem imitadas por outras organizações.
  • 9.
    Competências individuais “A competênciaprofissional é uma combinação de conhecimentos, de saber-fazer, de experiências e comportamentos que se exerce em um contexto preciso. Ela é constatada quando de sua utilização em situação profissional, a partir da qual é passível de validação.” Philippe Zarifian
  • 10.
    As competências individuaisestão divididas em: •Gerais - necessárias a todos os colaboradores •Específicas - necessárias ao profissional devido à natureza e especificidades de sua área de atuação. As competências individuais estão divididas em: •Gerais - necessárias a todos os colaboradores •Específicas - necessárias ao profissional devido à natureza e especificidades de sua área de atuação.
  • 11.
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    Premissas básicas domodelo •Conscientização de que cada tipo de negócio necessita de pessoas com perfis específicos. •Crença de que cada posto de trabalho existente na empresa tem características próprias e deve ser ocupado por profissionais que apresentem um determinado perfil de competências.
  • 13.
    • Reconhecimento deque aqueles que ocupam funções gerenciais são responsáveis pela oferta de oportunidades de desenvolvimento da equipe para a aquisição de competências. • Percepção de que sempre haverá a demanda para o desenvolvimento de novas competências.
  • 14.
    Eixos de competências •CONHECIMENTOSSaber •HABILIDADES Saber/fazer •ATITUDES Saber/ ser/ agir
  • 15.
    A ÁRVORE DE COMPETÊNCIAS HerbertKelmer ATITUDES CONHECIMENTOS HABILIDADES
  • 16.
    Exemplo “prestar um atendimentobancário baseado em padrões de excelência”. Conhecimentos     Princípios de contabilidade e finanças.       Produtos e serviços bancários.       Princípios de relações humanos. Habilidades       Operar computadores, periféricos e outros recursos tecnológicos.       Argumentar de maneira convincente. Atitudes      Predisposição para a tomada de iniciativa (proatividade).      Respeito à privacidade do cliente.     Postura condizente com a função. Fonte: Brandão, Guimarães e Borges-Andrade (2001), com adaptações.
  • 17.
    Pré-condições para implantaçãodo Modelo •Identificação das competências organizacionais •Compatibilização entre os objetivos dos diferentes departamentos e o planejamento estratégico •Identificação e alinhamento de processos de trabalho.
  • 18.
    Identificação de gapsatravés de análise da avaliação de desempenho.
  • 19.
    Gap0 Tempo Figura 3: Identificaçãodo gap (lacuna) de competências Fonte: Ienaga apud Brandão e Guimarães (2001), com adaptações. Competências Atuais Competências Necessárias Gap1 Competências Mapeadas T0 T1
  • 20.
    Ações de desenvolvimento Temcomo objetivo a supressão de gaps de competências. •Formais •Não formais
  • 21.
    Avaliação de potenciale formação de banco de talentos Tem por objetivo identificar talentos com alto potencial e que devem ser desenvolvidos com programas diferenciados, a fim de retê-los na organização.
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    Formas de identificação •Autoavaliação •Avaliaçãode desempenho tradicional •Observação no posto de trabalho •Inventários de mapeamento de potencial •Entrevistas pessoais
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    Gestão de desempenho Aresponsabilidade pelo desenvolvimento profissional está dividida em partes proporcionais entre a organização e os funcionários.
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    Gerenciamento de talentos Açõespodem ser implementadas como: •Alocação do profissional em projetos significativos e desafiadores •Oferta de programas de desenvolvimento específicos •Coaching e mentoring •Plano de desenvolvimento individual
  • 25.
    Banco de talentos Servede base para diversas decisões gerenciais como: •Uso de critérios objetivos e justos na escolha de profissionais •Aperfeiçoamento do colaborador •Aproveitamento de potenciais na formação de •equipes multidisciplinares •Assertividade na realocação de pessoas.
  • 26.
    Plano de desenvolvimentoindividual - PDI O Plano de Desenvolvimento Individual garante o processo de feedback entre o profissional e a organização e estimula a responsabilidade compartilhada.
  • 27.
    Os objetivos doPlano de Desenvolvimento Individual devem ser: •Mensuráveis •Participativos •Específicos •Desafiadores
  • 28.
    Aplicação prática domodelo de Gestão por competências para o RH: •Identificação de perfil para o preenchimento de vagas •Redimensionamento de quadro em função das atribuições e competências requeridas •Montagem de programas de desenvolvimento •focado nas competências identificadas  •Atração e retenção de talentos
  • 29.
    Perguntas frequentes •Como seidentificam competências organizacionais? •Por que o planejamento estratégico é tão importante? •Podemos começar a implantar o Modelo em uma única área da organização? •Em que momento o empregado faz o seu Plano de Desenvolvimento Individual (PDI)? •Qual é o papel do gerente no processo? •Quais ações de desenvolvimento podemos utilizar? •Em que consiste a atuação do RH?
  • 30.
    BIBLIOGRAFIA GRAMIGNA, Maria Rita– Modelo de competências e gestão de talentos. São Paulo: Makron Books, 2002 GREEN, Paul C – Desenvolvendo competências consistentes. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999 HESSELBEIN, Frances, GOLDSMITH, Marshal e BECKHARD, Richard. A organização do futuro - São Paulo: Futura, 1997 MEISTER, Jeanne C – Educação corporativa. São Paulo: Makron Books, 1998 WARDMAN, Kellie T - Criando organizações que aprendem.São Paulo: Futura, 1996   ZARIFIAN, Philippe- Objetivo competência – por uma nova lógica. São Paulo: Atlas. 2001