Fundamentos Espíritas e o
Evangelho de Jesus.
Eduardo Ottonelli Pithan
Grupo Vagalumes – Novo Hamburgo
E-mail: eduardopithan64@gmail.com
Facebook: facebook.com/Eduardoo.pithan
82042277
Referências Bibliográficas
EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO, Allan Kardec,
Cap. IV e XXVII.
LIVRO DOS ESPIRITOS, Allan Kardec, questões 1,4,
10, 83, 166, 167, 168, 222
O CÉU E O INFERNO, Allan Kardec (Cap VII, Código
Penal da Vida Futura)
Fundamentos espiritas
1. Existência de Deus
2. Imortalidade do espirito
3. Reencarnação
4. Comunicabilidade entre espíritos
5. Lei de causa e efeito
6. Pluralidade dos mundos habitados
Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo, edição
100.
Fundamentos espiritas
1.Existência de Deus
Livro dos Espíritos
1. Que é Deus?
“Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas
as coisas”
4. Onde se pode encontrar a prova da existência de
Deus?
“Num axioma que aplicais às vossas ciências. Não há
efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é
obra do homem e a vossa razão responderá.”
Para crer-se em Deus, basta se lance o olhar sobre as obras
da Criação. O Universo existe, logo tem uma causa. Duvidar
da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa
e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa.
Livro dos Espíritos
10. Pode o homem compreender a natureza íntima
de Deus?
“Não; falta-lhe para isso o sentido.”
Atributos de Deus
Livro dos espíritos questão 13
DEUS
ETERNO
INFINITO
IMUTÁVEL
IMATERIALÚNICO
ONIPOTENTE
SOBERANAMENTE
JUSTO E BOM
Fundamentos espiritas
2.Imortalidade do espirito
Livro dos Espíritos
83. Os Espíritos têm fim? Compreende-se que seja
eterno o princípio donde eles emanam, mas o que
perguntamos é se suas individualidades têm um termo
e se, em dado tempo, mais ou menos longo, o elemento
de que são formados não se dissemina e volta à massa
donde saiu, como sucede com os corpos materiais. É
difícil de conceber-se que uma coisa que teve começo
possa não ter fim.
“Há muitas coisas que não compreendeis, porque tendes
limitada a inteligência. Isso, porém, não é razão para que
as repilais. O filho não compreende tudo o que a seu pai
é compreensível, nem o ignorante tudo o que o sábio
apreende. Dizemos que a existência dos Espíritos não
tem fim. É tudo o que podemos, por agora, dizer.”
Livro dos Espíritos
Evangelho de São João, capítulo 3: 3.
Respondendo a Nicodemos, disse Jesus: Em verdade,
em verdade, te digo que, se um homem não nascer de
novo, não poderá ver o reino de Deus.
Imortalidade do Espírito
Através do espiritismo
aprendemos e entendemos
que as reencarnações, desde
o início, são experiências que
nos possibilitam a evolução.
TERRA
Reencarnar
Desencarnar
Se
preparar
PRIMITIVOS
PROVAS E
EXPIAÇÕES
REGENERAÇÃO DITOSOS
Fundamentos espiritas
3.Reencarnação
Livro dos Espíritos
166. Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida
corpórea, acabar de depurar-se?
“Sofrendo a prova de uma nova existência.”
a) - Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como
Espírito?
“Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação,
mas para
isso necessária lhe é a prova da vida corporal.”
b) - A alma passa então por muitas existências corporais?
“Sim, todos contamos muitas existências. Os que dizem o contrário
pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram.
Esse o desejo deles.”
c) - Parece resultar desse princípio que a alma, depois de haver deixado um
corpo, toma outro, ou, então, que reencarna em novo corpo. E assim que
se deve entender?
“Evidentemente.”
Livro dos Espíritos
167. Qual o fim objetivado com a reencarnação?
“Expiação, melhoramento progressivo da
Humanidade. Sem isto, onde a justiça?”
168. É limitado o número das existências corporais,
ou o Espírito reencarna perpetuamente?
“A cada nova existência, o Espírito dá um passo para
diante na senda do progresso. Desde que se ache
limpo de todas as impurezas, não tem mais
necessidade das provas da vida corporal.”
Os discípulos lhe perguntaram: “Então, por que os
mestres da lei dizem que é necessário que Elias venha
primeiro?” Jesus respondeu: “De fato, Elias vem e
restaurará todas as coisas. Mas eu lhes digo: Elias já
veio, e eles não o reconheceram, mas fizeram com ele
tudo o que quiseram...
Mateus 17:10-13
Fundamentos espiritas
4.Comunicabilidade entre
espíritos
Que é a mediunidade
Mediunidade é a faculdade humana, pela qual se estabelecem as relações entre
homens e os espíritos. Todos nós possuímos mediunidade, embora em diferentes
graus. A mediunidade é uma sintonia entre os encarnados e os desencarnados,
permitindo uma percepção de pensamentos, vontades e sentimentos. A mediunidade
é uma faculdade inerente a todo ser humano, por isso não é privilégio de ninguém.
Existem diversas forma de se estabelecer o intercâmbio entre encarnados e os
desencarnados:
- a intuição,
- a percepção,
- a psicofônia,
- a psicografia,
- a vidência,
- etc.
TODOS SOMOS MÉDIUNS ?
Todos somos médiuns, médiuns, mas costuma-se chamar de médium a
pessoa através da qual ocorrem, consciente ou inconscientemente,
manifestações evidentes, ostensivas, sejam de natureza física ou intelectual.
Tipos de mediunidade
Médiuns sensitivos ou impressionáveis – são capazes de sentir os
espíritos por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio geral que elas
mesmas não sabem o que seja
Médiuns de efeitos físicos – Permitem a produção de fenômenos
materiais como movimentos de corpos inertes, ruídos, etc. Podem ser
conscientes e inconscientes
Médiuns audientes – São capazes de ouvir as voz dos espíritos
Médiuns Falantes – São capazes de emprestar suas cordas vocais para
os espíritos ou recebem intuição do que estão dizendo
Médiuns Videntes – São capazes de ver os espíritos. Alguns podem ver
espíritos mesmo acordados enquanto outros somente podem ver em estado
próximo ao sonambulismo
Fundamentos espiritas
5. Lei de causa e efeito
Resumo da Lei de Deus
O homem sofre sempre a consequência das suas faltas, e não existe uma só
infração à lei de Deus que não fique sem a correspondente punição. LEI DE JUSTIÇA.
A severidade do castigo é proporcional a gravidade da falta. LEI DA AÇÃO E
REAÇÃO ou LEI DE CAUSA E EFEITO.
A duração do castigo para qualquer falta é indeterminada e fica
subordinada ao arrependimento do culpado e o seu consequente retorno ao bem.
“desde que o culpado clame por misericórdia, Deus o ouve e lhe concede a esperança.
Mas o simples arrependimento não basta; é preciso a reparação da falta. Por essa
razão o culpado é submetido a novas provas, onde poderá, pelo uso do seu livre-
arbítrio, fazer o bem reparando o mal que praticou”
Assim, o homem é constantemente o juiz da sua própria sorte. Pode
abreviar o seu suplício ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou desgraça
depende de sua vontade em fazer o bem.
Na maioria das vezes, o que lhe falta e a vontade, a força e a coragem.
Com nossas preces podemos lhe inspirar essa vontade, dando-lhe apoio e entusiasmo.
Com nossos conselhos podemos transmitir a ele o conhecimento que lhe falta, com
isso, estamos sendo instrumentos de outra lei: LEI DO AMOR E DA CARIDADE.
Evangelho segundo o Espiritismo , Cap XXVII, número 21
O CÉU E O INFERNO
Código Penal da Vida Futura
10º - O Espírito sofre, quer no mundo corporal, quer no
espiritual, a consequências das suas imperfeições. As
misérias, as vicissitudes padecidas na vida corpórea,
são oriundas das nossas imperfeições, são expiações
de faltas cometidas na presente ou em precedentes
existências. Pela natureza dos sofrimentos e
vicissitudes da vida corpórea, pode julgar-se a natureza
das faltas cometidas em anterior existência, e das
imperfeições que as originaram.
16º - O ARREPENDIMENTO, conquanto seja o primeiro
passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas
a EXPIAÇÃO e a REPARAÇÃO. Arrependimento, expiação
e reparação constituem, portanto, as três condições
necessárias para apagar os traços de uma falta e suas
consequências. O arrependimento suaviza os travos da
expiação, abrindo pela esperança o caminho da
reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito
destruindo-lhe a causa. Do contrário, o perdão seria uma
graça, não uma anulação.
O CÉU E O INFERNO
Código Penal da Vida Futura
Caminho de todos nós
ARREPENDIMENTO
EXPIAÇÃO/PROVA
REPARAÇÃO
O que são Expiações e Provas -
DIFERENÇA
PROVAS
Escolhidas
EXPIAÇÕES
Impostas
Fundamentos espiritas
6.Pluralidade dos mundos
habitados
 A Terra é um exemplo de mundo
expiatório, cuja característica comum é
servir para resgatar as culpas dos
Espíritos rebeldes.
 Exilados aqui, esses Espíritos têm que lutar
contra a perversidade dos homens e os
rigores da Natureza. Trabalho duplo e
difícil que desenvolve as qualidades do
coração e as da inteligência.
(ESE, Santo Agostinho)
Tipos de mundos
existentes
Nossa situação
Encarnamos na terra
Desencarnamos – Vamos
Para um mundo transitório.
Nos preparamos e retornamos
O que nos diferencia é a força e a vontade
com que buscamos nosso desenvolvimento
MORAL e INTELECTUAL
Então...
“Somos responsáveis pelo que plantamos
Quando selecionamos um determinado
comportamento, cujo resultado é possível prever,
estamos também escolhendo esse mesmo resultado
e, obviamente, devemos aceitar a responsabilidade
de tal fato. (...) ninguém nos obriga a agir desta ou
daquela forma.
Somos responsáveis por tudo o que experimentamos
em nós mesmos; enfim, criamos nossa própria
realidade” e nosso próprio futuro.
Hammed psicografado por Francisco do Espírito Pereira neto
Livro Dores da Alma
Gratos pela atenção.

Fundamentos espiritas e o evangelho de jesus

  • 1.
    Fundamentos Espíritas eo Evangelho de Jesus. Eduardo Ottonelli Pithan Grupo Vagalumes – Novo Hamburgo E-mail: eduardopithan64@gmail.com Facebook: facebook.com/Eduardoo.pithan 82042277
  • 2.
    Referências Bibliográficas EVANGELHO SEGUNDOESPIRITISMO, Allan Kardec, Cap. IV e XXVII. LIVRO DOS ESPIRITOS, Allan Kardec, questões 1,4, 10, 83, 166, 167, 168, 222 O CÉU E O INFERNO, Allan Kardec (Cap VII, Código Penal da Vida Futura)
  • 3.
    Fundamentos espiritas 1. Existênciade Deus 2. Imortalidade do espirito 3. Reencarnação 4. Comunicabilidade entre espíritos 5. Lei de causa e efeito 6. Pluralidade dos mundos habitados Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo, edição 100.
  • 4.
  • 5.
    Livro dos Espíritos 1.Que é Deus? “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas” 4. Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? “Num axioma que aplicais às vossas ciências. Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá.” Para crer-se em Deus, basta se lance o olhar sobre as obras da Criação. O Universo existe, logo tem uma causa. Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa.
  • 6.
    Livro dos Espíritos 10.Pode o homem compreender a natureza íntima de Deus? “Não; falta-lhe para isso o sentido.”
  • 7.
    Atributos de Deus Livrodos espíritos questão 13 DEUS ETERNO INFINITO IMUTÁVEL IMATERIALÚNICO ONIPOTENTE SOBERANAMENTE JUSTO E BOM
  • 8.
  • 9.
    Livro dos Espíritos 83.Os Espíritos têm fim? Compreende-se que seja eterno o princípio donde eles emanam, mas o que perguntamos é se suas individualidades têm um termo e se, em dado tempo, mais ou menos longo, o elemento de que são formados não se dissemina e volta à massa donde saiu, como sucede com os corpos materiais. É difícil de conceber-se que uma coisa que teve começo possa não ter fim. “Há muitas coisas que não compreendeis, porque tendes limitada a inteligência. Isso, porém, não é razão para que as repilais. O filho não compreende tudo o que a seu pai é compreensível, nem o ignorante tudo o que o sábio apreende. Dizemos que a existência dos Espíritos não tem fim. É tudo o que podemos, por agora, dizer.”
  • 10.
    Livro dos Espíritos Evangelhode São João, capítulo 3: 3. Respondendo a Nicodemos, disse Jesus: Em verdade, em verdade, te digo que, se um homem não nascer de novo, não poderá ver o reino de Deus.
  • 11.
    Imortalidade do Espírito Atravésdo espiritismo aprendemos e entendemos que as reencarnações, desde o início, são experiências que nos possibilitam a evolução. TERRA Reencarnar Desencarnar Se preparar PRIMITIVOS PROVAS E EXPIAÇÕES REGENERAÇÃO DITOSOS
  • 12.
  • 13.
    Livro dos Espíritos 166.Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se? “Sofrendo a prova de uma nova existência.” a) - Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como Espírito? “Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal.” b) - A alma passa então por muitas existências corporais? “Sim, todos contamos muitas existências. Os que dizem o contrário pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse o desejo deles.” c) - Parece resultar desse princípio que a alma, depois de haver deixado um corpo, toma outro, ou, então, que reencarna em novo corpo. E assim que se deve entender? “Evidentemente.”
  • 14.
    Livro dos Espíritos 167.Qual o fim objetivado com a reencarnação? “Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?” 168. É limitado o número das existências corporais, ou o Espírito reencarna perpetuamente? “A cada nova existência, o Espírito dá um passo para diante na senda do progresso. Desde que se ache limpo de todas as impurezas, não tem mais necessidade das provas da vida corporal.”
  • 15.
    Os discípulos lheperguntaram: “Então, por que os mestres da lei dizem que é necessário que Elias venha primeiro?” Jesus respondeu: “De fato, Elias vem e restaurará todas as coisas. Mas eu lhes digo: Elias já veio, e eles não o reconheceram, mas fizeram com ele tudo o que quiseram... Mateus 17:10-13
  • 16.
  • 17.
    Que é amediunidade Mediunidade é a faculdade humana, pela qual se estabelecem as relações entre homens e os espíritos. Todos nós possuímos mediunidade, embora em diferentes graus. A mediunidade é uma sintonia entre os encarnados e os desencarnados, permitindo uma percepção de pensamentos, vontades e sentimentos. A mediunidade é uma faculdade inerente a todo ser humano, por isso não é privilégio de ninguém. Existem diversas forma de se estabelecer o intercâmbio entre encarnados e os desencarnados: - a intuição, - a percepção, - a psicofônia, - a psicografia, - a vidência, - etc. TODOS SOMOS MÉDIUNS ? Todos somos médiuns, médiuns, mas costuma-se chamar de médium a pessoa através da qual ocorrem, consciente ou inconscientemente, manifestações evidentes, ostensivas, sejam de natureza física ou intelectual.
  • 18.
    Tipos de mediunidade Médiunssensitivos ou impressionáveis – são capazes de sentir os espíritos por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio geral que elas mesmas não sabem o que seja Médiuns de efeitos físicos – Permitem a produção de fenômenos materiais como movimentos de corpos inertes, ruídos, etc. Podem ser conscientes e inconscientes Médiuns audientes – São capazes de ouvir as voz dos espíritos Médiuns Falantes – São capazes de emprestar suas cordas vocais para os espíritos ou recebem intuição do que estão dizendo Médiuns Videntes – São capazes de ver os espíritos. Alguns podem ver espíritos mesmo acordados enquanto outros somente podem ver em estado próximo ao sonambulismo
  • 19.
  • 20.
    Resumo da Leide Deus O homem sofre sempre a consequência das suas faltas, e não existe uma só infração à lei de Deus que não fique sem a correspondente punição. LEI DE JUSTIÇA. A severidade do castigo é proporcional a gravidade da falta. LEI DA AÇÃO E REAÇÃO ou LEI DE CAUSA E EFEITO. A duração do castigo para qualquer falta é indeterminada e fica subordinada ao arrependimento do culpado e o seu consequente retorno ao bem. “desde que o culpado clame por misericórdia, Deus o ouve e lhe concede a esperança. Mas o simples arrependimento não basta; é preciso a reparação da falta. Por essa razão o culpado é submetido a novas provas, onde poderá, pelo uso do seu livre- arbítrio, fazer o bem reparando o mal que praticou” Assim, o homem é constantemente o juiz da sua própria sorte. Pode abreviar o seu suplício ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou desgraça depende de sua vontade em fazer o bem. Na maioria das vezes, o que lhe falta e a vontade, a força e a coragem. Com nossas preces podemos lhe inspirar essa vontade, dando-lhe apoio e entusiasmo. Com nossos conselhos podemos transmitir a ele o conhecimento que lhe falta, com isso, estamos sendo instrumentos de outra lei: LEI DO AMOR E DA CARIDADE. Evangelho segundo o Espiritismo , Cap XXVII, número 21
  • 21.
    O CÉU EO INFERNO Código Penal da Vida Futura 10º - O Espírito sofre, quer no mundo corporal, quer no espiritual, a consequências das suas imperfeições. As misérias, as vicissitudes padecidas na vida corpórea, são oriundas das nossas imperfeições, são expiações de faltas cometidas na presente ou em precedentes existências. Pela natureza dos sofrimentos e vicissitudes da vida corpórea, pode julgar-se a natureza das faltas cometidas em anterior existência, e das imperfeições que as originaram.
  • 22.
    16º - OARREPENDIMENTO, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas a EXPIAÇÃO e a REPARAÇÃO. Arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências. O arrependimento suaviza os travos da expiação, abrindo pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação. O CÉU E O INFERNO Código Penal da Vida Futura
  • 23.
    Caminho de todosnós ARREPENDIMENTO EXPIAÇÃO/PROVA REPARAÇÃO
  • 24.
    O que sãoExpiações e Provas - DIFERENÇA PROVAS Escolhidas EXPIAÇÕES Impostas
  • 25.
  • 26.
     A Terraé um exemplo de mundo expiatório, cuja característica comum é servir para resgatar as culpas dos Espíritos rebeldes.  Exilados aqui, esses Espíritos têm que lutar contra a perversidade dos homens e os rigores da Natureza. Trabalho duplo e difícil que desenvolve as qualidades do coração e as da inteligência. (ESE, Santo Agostinho)
  • 27.
  • 28.
    Nossa situação Encarnamos naterra Desencarnamos – Vamos Para um mundo transitório. Nos preparamos e retornamos O que nos diferencia é a força e a vontade com que buscamos nosso desenvolvimento MORAL e INTELECTUAL
  • 29.
    Então... “Somos responsáveis peloque plantamos Quando selecionamos um determinado comportamento, cujo resultado é possível prever, estamos também escolhendo esse mesmo resultado e, obviamente, devemos aceitar a responsabilidade de tal fato. (...) ninguém nos obriga a agir desta ou daquela forma. Somos responsáveis por tudo o que experimentamos em nós mesmos; enfim, criamos nossa própria realidade” e nosso próprio futuro. Hammed psicografado por Francisco do Espírito Pereira neto Livro Dores da Alma
  • 30.

Notas do Editor

  • #27 ESE, Cap. III – Há muitas moradas na casa de meu Pai.