O documento discute a transição do conceito de "corpo produtivo" para o de "corpo rascunho" na modernidade líquida. O corpo produtivo era visto como instrumento de trabalho nas sociedades industriais enquanto o corpo rascunho é maleável e pode ser modificado de acordo com os desejos individuais em sociedades pós-industriais dominadas pelo consumo. A tecnologia ampliou as possibilidades de construção corporal, permitindo a reinvenção constante do corpo.