O documento explora a fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty e a noção de que a liberdade está ligada à experiência corporal no mundo, desafiando a dicotomia entre objetividade e subjetividade. Jean-Paul Sartre, por sua vez, argumenta que a existência precede a essência, enfatizando que o ser humano é responsável por suas ações e pela definição de sua própria natureza. Ambos os filósofos tratam da interconexão entre liberdade, responsabilidade e a experiência humana em um contexto social.