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HISTÓRIA  DA  FILOSOFIA  CONTEMPORÂNEA
Aula 004 - Em pauta A fenomenologia. Parte I.
Aula 004 –  TEA Trabalho Efetivo Acadêmico Questão: A realidade é o que eu percebo ou o que eu interpreto ?
Para pensar: O fato me diz ou eu digo o fato ?
 
O filósofo alemão  Edmund Husserl  nasceu em 8 de abril de 1859, atual Prostejov, na República Checa, e faleceu em 27 de abril de 1938. Na época de seu nascimento, sua cidade era referida como “Prossnitz” e pertencia ao antigo Império Austríaco. Completou seus  estudos de matemática em Viena.     Influenciado por Franz Brentano, decidiu seguir a Filosofia como estudo e trabalho. Anteriormente judeu, converteu-se ao luteranismo. Lecionou filosofia em Halle, entre os anos de 1887 a 1901, e posteriormente nas cidades de Göttingen e Freiburg. Os estudos filosóficos de Husserl apresentam influências da tradição grega,  escolástica , Bolzano,  Descartes  e  Leibniz . Também fora influenciado pelo empirismo inglês e o pensamento de  Kant . Em toda sua vida estudou em Leipzig, Berlim e Viena. Através da filosofia de Bretano, Edmund Husserl passou a encontrar objetividade perante as questões filosófica. Em 1883, defendeu uma tese sobre cálculos de variações; e em 1891, publicou “ A Filosofia da Aritmética “. Em 1913, publicou a obra “ Ideias por uma Fenomenologia Pura e uma Filosofia Fenomenológica ” . O ideal da filosofia “ husserliana ” se expressa através da determinação em atribuir peso científico à filosofia com o intuito de atingir outras ciências, partindo de uma base sólida de pensamento e uma fundamentação rigorosa. Dentro da “ Fenomenologia ”, defendia que “Fenômeno” era consciência momentânea de vivências, apresentando intenção como estrutura e consciência de algo. 
FENOMENOLOGIA  Toda consciência é  consciência de alguma coisa . Assim sendo, a consciência não é uma substância, mas uma atividade constituída por atos (percepção, imaginação, especulação,  volição , paixão, etc), com os quais visa algo. As  essências  ou significações (noema) são objectos visados de certa maneira pelos atos intencionais da consciência (noesis). A fim de que a investigação se ocupe apenas das operações realizadas pela consciência, é necessário que se faça uma  redução fenomenológica  ou Epoché, isto é, coloque-se entre parênteses toda a existência efectiva do mundo exterior. Na prática da  fenomenologia  efectua-se o processo de  redução fenomenológica  o qual permite atingir a  essência  do  fenómeno . As coisas, segundo  Husserl , caracterizam-se pela sua não finalização devida, pela possibilidade de sempre serem visadas por noesis novas que as enriquecem e as modificam. Já  Immanuel Kant  diz que fenômeno que é de fato fenómeno, deve possuir duas propriedades elementares: Caracterizar-se no tempo e no espaço. No tempo, através da aplicação das categorias do entendimento a  priori  (uma dedução lógica da coisa) e em seguida a  posteriori  (o que pode ser identificado "positivamente" quanto a este objecto). Com a coisa inserida em um contexto temporal e espacial, está apta a receber todos os componentes da ciência a fim de estuda-la. E, para a aplicação dos diversos juízos da ciência (sintético/ a priori ; analítico/ a posteriori ), deve existir o ser que transcenda a ciência, o objecto e a terra
A redução fenomenológica.  A fenomenologia é o estudo da consciência e dos objetos da consciência. A redução fenomenológica (ou " epoche " no jargão fenomenológico), é o processo pelo qual tudo que é informado pelos sentidos é mudado em uma experiência de consciência, em um fenômeno que consiste em se estar consciente de algo. Coisas, imagens, fantasias, atos, relações, pensamentos eventos, memórias, sentimentos, etc. constituem nossas experiências de consciência.   Husserl propôs então que, no estudo das nossas vivências, dos nossos estados de consciência, dos objetos ideais, desse fenômeno que é estar consciente de algo, não devemos nos preocupar se ele corresponde ou não a objetos do mundo externo à nossa mente. O interesses para a Fenomenologia não é o mundo que existe, mas sim o modo como o conhecimento do mundo se dá, tem lugar, se realiza para cada pessoa. A redução fenomenológica requer a suspensão das atitudes, crenças, teorias, e colocar em suspenso o conhecimento das coisas do mundo exterior a fim de concentrar-se a pessoa exclusivamente na experiência em foco, porque esta é a realidade para ela. Na redução fenomenológica, a  Noesis  é o ato de perceber. Aquilo que é percebido, o objeto da percepção, é o  noema . A coisa como fenômeno de consciência ( noema ) é a coisa que importa, e refere-se a ela a conclamação "às coisas em si mesmas" que fizera Husserl. "Redução fenomenológica" significa, portanto, restringir o conhecimento ao fenômeno da experiência de consciência, desconsiderar o mundo real, colocá-lo "entre parênteses", - o que no jargão fenomenológico não quer dizer que o filósofo deva duvidar da existência do mundo – como os idealistas radicais duvidam – mas sim que a questão para a fenomenologia é antes o modo como o conhecimento do mundo acontece, a visão do mundo que o indivíduo tem.
E. REDUÇÃO: COLOCAÇÃO ENTRE PARÊNTESIS. Para alcançar seu objeto próprio, o eidos, a fenomenologia deve praticar não a dúvida cartesiana, mas a denominada  epoché . Quer isto dizer que a fenomenologia “coloca entre parêntesis” certos elementos do dado e se desinteressa deles. Importa distinguir várias espécies destas reduções. Em primeiro lugar, a epoché prescinde de todas as doutrinas filosóficas; ao fenomenólogo não interessam as opiniões alheias; ele investe contra as próprias coisas. Após esta eliminação preparatória, temos a  redução eidética , mediante a qual a existência individual do objeto estudado “é colocada entre parêntesis” e eliminada, porque à fenomeno-logia não interessa senão a essência. Eliminando a individualidade e a existência, eliminam-se igualmente todas as ciências da natureza e do espírito, suas observações de fatos não menos que suas generalizações.  O próprio Deus, enquanto fundamento do ser, deve ser eliminado Também a lógica e as demais ciências eidéticas ficam submetidas à mesma condição: a fenomenologia considera a essência pura e põe de lado todas as outras fontes de informação.

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Hfc aula 004

  • 1. HISTÓRIA DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA
  • 2. Aula 004 - Em pauta A fenomenologia. Parte I.
  • 3. Aula 004 – TEA Trabalho Efetivo Acadêmico Questão: A realidade é o que eu percebo ou o que eu interpreto ?
  • 4. Para pensar: O fato me diz ou eu digo o fato ?
  • 5.  
  • 6. O filósofo alemão Edmund Husserl nasceu em 8 de abril de 1859, atual Prostejov, na República Checa, e faleceu em 27 de abril de 1938. Na época de seu nascimento, sua cidade era referida como “Prossnitz” e pertencia ao antigo Império Austríaco. Completou seus estudos de matemática em Viena. Influenciado por Franz Brentano, decidiu seguir a Filosofia como estudo e trabalho. Anteriormente judeu, converteu-se ao luteranismo. Lecionou filosofia em Halle, entre os anos de 1887 a 1901, e posteriormente nas cidades de Göttingen e Freiburg. Os estudos filosóficos de Husserl apresentam influências da tradição grega, escolástica , Bolzano, Descartes e Leibniz . Também fora influenciado pelo empirismo inglês e o pensamento de Kant . Em toda sua vida estudou em Leipzig, Berlim e Viena. Através da filosofia de Bretano, Edmund Husserl passou a encontrar objetividade perante as questões filosófica. Em 1883, defendeu uma tese sobre cálculos de variações; e em 1891, publicou “ A Filosofia da Aritmética “. Em 1913, publicou a obra “ Ideias por uma Fenomenologia Pura e uma Filosofia Fenomenológica ” . O ideal da filosofia “ husserliana ” se expressa através da determinação em atribuir peso científico à filosofia com o intuito de atingir outras ciências, partindo de uma base sólida de pensamento e uma fundamentação rigorosa. Dentro da “ Fenomenologia ”, defendia que “Fenômeno” era consciência momentânea de vivências, apresentando intenção como estrutura e consciência de algo. 
  • 7. FENOMENOLOGIA Toda consciência é consciência de alguma coisa . Assim sendo, a consciência não é uma substância, mas uma atividade constituída por atos (percepção, imaginação, especulação, volição , paixão, etc), com os quais visa algo. As essências ou significações (noema) são objectos visados de certa maneira pelos atos intencionais da consciência (noesis). A fim de que a investigação se ocupe apenas das operações realizadas pela consciência, é necessário que se faça uma redução fenomenológica ou Epoché, isto é, coloque-se entre parênteses toda a existência efectiva do mundo exterior. Na prática da fenomenologia efectua-se o processo de redução fenomenológica o qual permite atingir a essência do fenómeno . As coisas, segundo Husserl , caracterizam-se pela sua não finalização devida, pela possibilidade de sempre serem visadas por noesis novas que as enriquecem e as modificam. Já Immanuel Kant diz que fenômeno que é de fato fenómeno, deve possuir duas propriedades elementares: Caracterizar-se no tempo e no espaço. No tempo, através da aplicação das categorias do entendimento a priori (uma dedução lógica da coisa) e em seguida a posteriori (o que pode ser identificado "positivamente" quanto a este objecto). Com a coisa inserida em um contexto temporal e espacial, está apta a receber todos os componentes da ciência a fim de estuda-la. E, para a aplicação dos diversos juízos da ciência (sintético/ a priori ; analítico/ a posteriori ), deve existir o ser que transcenda a ciência, o objecto e a terra
  • 8. A redução fenomenológica. A fenomenologia é o estudo da consciência e dos objetos da consciência. A redução fenomenológica (ou " epoche " no jargão fenomenológico), é o processo pelo qual tudo que é informado pelos sentidos é mudado em uma experiência de consciência, em um fenômeno que consiste em se estar consciente de algo. Coisas, imagens, fantasias, atos, relações, pensamentos eventos, memórias, sentimentos, etc. constituem nossas experiências de consciência.   Husserl propôs então que, no estudo das nossas vivências, dos nossos estados de consciência, dos objetos ideais, desse fenômeno que é estar consciente de algo, não devemos nos preocupar se ele corresponde ou não a objetos do mundo externo à nossa mente. O interesses para a Fenomenologia não é o mundo que existe, mas sim o modo como o conhecimento do mundo se dá, tem lugar, se realiza para cada pessoa. A redução fenomenológica requer a suspensão das atitudes, crenças, teorias, e colocar em suspenso o conhecimento das coisas do mundo exterior a fim de concentrar-se a pessoa exclusivamente na experiência em foco, porque esta é a realidade para ela. Na redução fenomenológica, a Noesis é o ato de perceber. Aquilo que é percebido, o objeto da percepção, é o noema . A coisa como fenômeno de consciência ( noema ) é a coisa que importa, e refere-se a ela a conclamação "às coisas em si mesmas" que fizera Husserl. "Redução fenomenológica" significa, portanto, restringir o conhecimento ao fenômeno da experiência de consciência, desconsiderar o mundo real, colocá-lo "entre parênteses", - o que no jargão fenomenológico não quer dizer que o filósofo deva duvidar da existência do mundo – como os idealistas radicais duvidam – mas sim que a questão para a fenomenologia é antes o modo como o conhecimento do mundo acontece, a visão do mundo que o indivíduo tem.
  • 9. E. REDUÇÃO: COLOCAÇÃO ENTRE PARÊNTESIS. Para alcançar seu objeto próprio, o eidos, a fenomenologia deve praticar não a dúvida cartesiana, mas a denominada epoché . Quer isto dizer que a fenomenologia “coloca entre parêntesis” certos elementos do dado e se desinteressa deles. Importa distinguir várias espécies destas reduções. Em primeiro lugar, a epoché prescinde de todas as doutrinas filosóficas; ao fenomenólogo não interessam as opiniões alheias; ele investe contra as próprias coisas. Após esta eliminação preparatória, temos a redução eidética , mediante a qual a existência individual do objeto estudado “é colocada entre parêntesis” e eliminada, porque à fenomeno-logia não interessa senão a essência. Eliminando a individualidade e a existência, eliminam-se igualmente todas as ciências da natureza e do espírito, suas observações de fatos não menos que suas generalizações. O próprio Deus, enquanto fundamento do ser, deve ser eliminado Também a lógica e as demais ciências eidéticas ficam submetidas à mesma condição: a fenomenologia considera a essência pura e põe de lado todas as outras fontes de informação.