Fasceíte plantar Desordem comum Dor na região média-posterior da sola do pé Bons resultados geralmente com tto conservador
Fasceíte plantar Fisiopatologia Estiramento excessivo da fáscia Microtraumas Inflamação crônica e dor
Fasceíte plantar Incidência F:M – 2:1 20 – 40a Comum em bailarinas Associação com Espondiloartropatias soronegativas
Fasceíte plantar Quadro clínico: Dor plantar, adjacente ao tubérculo medial do calcâneo Mais severa ao caminhar após períodos de repouso Piora ao longo do dia Alívio com repouso Início relac. a atividade física, trauma, troca de calçado
Fasceíte plantar Exame físico Inspeção do pé (plano, rigidez, tensionamento do aquiles...) Examinar região do tendão calcâneo (tendinite calcânea, bursite) S1 – Radiculopatia (sens. e reflexos) S Tunel Tarso – percutir post ao maléolo medial Dor antepé comprimindo entre as cabeças dos metatarsos = Morton
Fasceíte plantar Investigação Exames séricos se FP bilateral (afastar espondiloartropatia) RX   Exostose (“esporão”) calcâneo – resultante da FP Radiografar antes de infiltrar corticóide Afastar fratura por estresse do calcâneo
Fasceíte plantar Cintilografia Aum. Captação localizado na tub. Medial do calcâneo Fx calcâneo – Recaptação aumentada em todo o osso TC Afastar fx por estresse do calcâneo
Fasceíte plantar Tratamento Alongar a fascia plantar Exercícios simples Massagem/Tapotagem Gelo US / Iontoforese Analgésicos / AINEs Infiltração corticóide
Fasceíte plantar Cirurgia Release da fascia junto a inserção calcânea Órteses Salto no retropé Palmilha c/ apoio no arco longitudinal
Metatarsalgia Lesão comum por “overuse” Dor no antepé – aum. Pressão nos MTT Causas comuns: Neuroma interdigital Sinovite MTT Necrose avascular Sesamoidite Artrite inflamatória
Metatarsalgia Incidência F>M Salto alto Esportes c/ alto impacto nos pés Anatomia funcional Aum força no antepé durante o contato médio e final da marcha e corrida 1ª e 2ª meta recebem maior parte da energia Corredores = 110T por pé ao correr uma milha
Metatarsalgia Esportes com correr ou pular Tênis, futebol Desbalanço forças – Ext halux/dedos > Flexores Pé cavo Pronação excessiva Dedo em martelo
Metatarsalgia História Dor à palpação das cabeças dos MTT S/ dor nos espaços interdigitais Hipermobilidade do 1º raio Morton – Geralmente 1º MT curto Calosidades
Metatarsalgia Investigação RX – excluir outras condições (fx estresse) USG – Ver bursite, Morton, efusões articulares RNM – Padrão ouro p/ obs MTT, traumas, neuroartropatias... Baropodograma – importante p/ medidas da pressão plantar e confeccionar calçados/palmilhas
Metatarsalgia Tratamento Agudo – 24h sem descarregar peso.  Após, iniciar c/ alongamentos e US Após, fortalecimentos e alongamentos dos MTT Fortalecer dorsiflexores e  flexores dos dedos Natação (mantém condicionamento e reduz descarga de peso)
Metatarsalgia Cirurgia Não retirar calosidade Sinovectomia, artroplastia, osteotomia de realinhamento das MTT, Liberação de ligamentos
Neuroma de Morton Fibrose perineural e degen. Dos nervos digitais comuns Geralmente 3ª e 4ª cabeças MTT “ Neuroma”
Neuroma de Morton Incidência F:M – 5:1 15 - 50a História Dor / Disestesias no antepé e dedos adjacentes ao neuroma Dor aguda em queimação Parestesias nos dedos afetados Surtos de dor entre intervalos (semanas a meses) “ Andar em bola de gude” Massagem geralmente alivia dor Sapatos c/ bico fino e salto alto - risco
Neuroma de Morton Exame Comprimir as cabeças causa dor Geralmente exame é negativo Pé pronado / instável Imagem RX – excluir outras condições USG – Pode detectar (não confiável) RNM – Sens = 87% / Espec 100% < 5mm diâmetro = não significante
Neuroma de Morton Tratamento Conservador Alt. Sapato – Salto baixo e bico folgado Palmilha – Elevar a cabeça medialmente adjacente ao neuroma, com piloto Massagem profunda, crioterapia, frio, US, alongamentos Cirúrgico Excisão da fibrose (50% recorrência)
Neuroma de Morton Medicações AMT (1ª linha) Gabapentina, CBZ (2ª linha) Bloqueio Na região do neuroma, c/ cort+anest Pequeno vol. (1mL) Se 1º bloqueio não resolver, não repetir

FasceíTe Plantar

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    Fasceíte plantar Desordemcomum Dor na região média-posterior da sola do pé Bons resultados geralmente com tto conservador
  • 2.
    Fasceíte plantar FisiopatologiaEstiramento excessivo da fáscia Microtraumas Inflamação crônica e dor
  • 3.
    Fasceíte plantar IncidênciaF:M – 2:1 20 – 40a Comum em bailarinas Associação com Espondiloartropatias soronegativas
  • 4.
    Fasceíte plantar Quadroclínico: Dor plantar, adjacente ao tubérculo medial do calcâneo Mais severa ao caminhar após períodos de repouso Piora ao longo do dia Alívio com repouso Início relac. a atividade física, trauma, troca de calçado
  • 5.
    Fasceíte plantar Examefísico Inspeção do pé (plano, rigidez, tensionamento do aquiles...) Examinar região do tendão calcâneo (tendinite calcânea, bursite) S1 – Radiculopatia (sens. e reflexos) S Tunel Tarso – percutir post ao maléolo medial Dor antepé comprimindo entre as cabeças dos metatarsos = Morton
  • 6.
    Fasceíte plantar InvestigaçãoExames séricos se FP bilateral (afastar espondiloartropatia) RX Exostose (“esporão”) calcâneo – resultante da FP Radiografar antes de infiltrar corticóide Afastar fratura por estresse do calcâneo
  • 7.
    Fasceíte plantar CintilografiaAum. Captação localizado na tub. Medial do calcâneo Fx calcâneo – Recaptação aumentada em todo o osso TC Afastar fx por estresse do calcâneo
  • 8.
    Fasceíte plantar TratamentoAlongar a fascia plantar Exercícios simples Massagem/Tapotagem Gelo US / Iontoforese Analgésicos / AINEs Infiltração corticóide
  • 9.
    Fasceíte plantar CirurgiaRelease da fascia junto a inserção calcânea Órteses Salto no retropé Palmilha c/ apoio no arco longitudinal
  • 10.
    Metatarsalgia Lesão comumpor “overuse” Dor no antepé – aum. Pressão nos MTT Causas comuns: Neuroma interdigital Sinovite MTT Necrose avascular Sesamoidite Artrite inflamatória
  • 11.
    Metatarsalgia Incidência F>MSalto alto Esportes c/ alto impacto nos pés Anatomia funcional Aum força no antepé durante o contato médio e final da marcha e corrida 1ª e 2ª meta recebem maior parte da energia Corredores = 110T por pé ao correr uma milha
  • 12.
    Metatarsalgia Esportes comcorrer ou pular Tênis, futebol Desbalanço forças – Ext halux/dedos > Flexores Pé cavo Pronação excessiva Dedo em martelo
  • 13.
    Metatarsalgia História Dorà palpação das cabeças dos MTT S/ dor nos espaços interdigitais Hipermobilidade do 1º raio Morton – Geralmente 1º MT curto Calosidades
  • 14.
    Metatarsalgia Investigação RX– excluir outras condições (fx estresse) USG – Ver bursite, Morton, efusões articulares RNM – Padrão ouro p/ obs MTT, traumas, neuroartropatias... Baropodograma – importante p/ medidas da pressão plantar e confeccionar calçados/palmilhas
  • 15.
    Metatarsalgia Tratamento Agudo– 24h sem descarregar peso. Após, iniciar c/ alongamentos e US Após, fortalecimentos e alongamentos dos MTT Fortalecer dorsiflexores e flexores dos dedos Natação (mantém condicionamento e reduz descarga de peso)
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    Metatarsalgia Cirurgia Nãoretirar calosidade Sinovectomia, artroplastia, osteotomia de realinhamento das MTT, Liberação de ligamentos
  • 17.
    Neuroma de MortonFibrose perineural e degen. Dos nervos digitais comuns Geralmente 3ª e 4ª cabeças MTT “ Neuroma”
  • 18.
    Neuroma de MortonIncidência F:M – 5:1 15 - 50a História Dor / Disestesias no antepé e dedos adjacentes ao neuroma Dor aguda em queimação Parestesias nos dedos afetados Surtos de dor entre intervalos (semanas a meses) “ Andar em bola de gude” Massagem geralmente alivia dor Sapatos c/ bico fino e salto alto - risco
  • 19.
    Neuroma de MortonExame Comprimir as cabeças causa dor Geralmente exame é negativo Pé pronado / instável Imagem RX – excluir outras condições USG – Pode detectar (não confiável) RNM – Sens = 87% / Espec 100% < 5mm diâmetro = não significante
  • 20.
    Neuroma de MortonTratamento Conservador Alt. Sapato – Salto baixo e bico folgado Palmilha – Elevar a cabeça medialmente adjacente ao neuroma, com piloto Massagem profunda, crioterapia, frio, US, alongamentos Cirúrgico Excisão da fibrose (50% recorrência)
  • 21.
    Neuroma de MortonMedicações AMT (1ª linha) Gabapentina, CBZ (2ª linha) Bloqueio Na região do neuroma, c/ cort+anest Pequeno vol. (1mL) Se 1º bloqueio não resolver, não repetir