SlideShare uma empresa Scribd logo
FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO
TORNOZELO E PÉ
Jaqueline Martins Priuli
Mestre em Ciências da Saúde
Especialista de Laboratório – LAPOMH – FMRP/USP
Fisioterapia Aplicada à Ortopedia e Traumatologia
Coordenadora: Profa. Dra. Debora Bevilaqua Grossi
O QUE VEREMOS...
• Avaliação e tratamento conservador das
principais patologias do tornozelo e pé
– Entorse de Tornozelo
– Instabilidade crônica (CAI)
– Fascite plantar
– Tendinopatia do tendão calcâneo
– Fraturas maleolares
– Fratura do teto tibial
ENTORSES DE TORNOZELO
2013
Ruptura parcial ou total dos ligamentos laterais ou mediais do
tornozelo
Epidemiologia e relevância
• 10% a 34% das lesões relacionadas ao esporte são no tornozelo
– 77% a 84% das lesões são entorses laterais
• Metade das entorses de tornozelo tratadas na emergência dos EUA não ocorreu durante a
atividade esportiva
• Taxa de incidência mais alta em homens entre 14 e 24 anos e mulheres com mais de 30 anos
• Até 70% dos indivíduos pode desenvolver déficit físico residual, incluindo instabilidade
crônica do tornozelo (CAI).
• COMPLICACÕES: CAI, osteoartrite pós-traumática e maior risco de quedas em idosos
ENTORSE DE TORNOZELO
Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains
Herzog MM. Epidemiology of Ankle Sprains and Chronic Ankle Instability, 2019
FATORES DE RISCO
Eamonn Delahunt. Risk Factors for Lateral Ankle Sprains and Chronic Ankle Instability
Journal of Athletic Training 2019
instabilidade
crônica CAI
FATORES DE RISCO
– História prévia de entorse de tornozelo
– Dorsiflexão reduzida do tornozelo
– Não usar um suporte externo (taping ou brace)
– Não aquecer adequadamente com alongamento
estático e movimento dinâmico antes da atividade
– Não participar de um programa preventivo de
equilíbrio/propriocepção quando há história de lesão
anterior.
Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains
ENTORSES DE TORNOZELO
ENTORSES EM INVERSÃO E
FLEXÃO PLANTAR
ENTORSES EM EVERSÃO
COMPLEXO LATERAL
COMPLEXO LATERAL
73%
Raro!
COMPLEXO MEDIAL
QUADRO CLÍNICO
• Dor
• Edema(antero-lateral
ou antero medial)
• Equimose
• Limitação da ADM
• Incapacidade funcional
QUADRO CLÍNICO
• Grau I (1 semana a 10 dias)
✓Pouca ou nenhuma dor e inchaço
✓Perda mínima da capacidade de suporte de peso
✓Sem instabilidade (estiramento Ligamento talofibular anterior)
✓Perda de função a curto prazo
✓ Gaveta anterior e inclinação lateral do tálus são negativos
• Grau II (10 a 45 dias)
✓Dor e inchaço moderados
✓Perda moderada da capacidade de suporte de peso (anda com apoio)
✓Perda moderada de estabilidade mecânica
Ligamento talofibular anterior roto, lesão parcial do calcaneofibular
✓Perda significativa de função
✓Gaveta anterior positivo; inclinação lateral do tálus: negativo
• Grau III (3 ou 4 meses)
✓Dor severa e inchaço difuso
✓Grave perda da capacidade de suporte de peso
✓Instabilidade (lesão completa dos ligamentos do complexo lateral)
✓Cápsula de tornozelo rompida
✓Grave perda de função
✓Gaveta anterior e inclinação lateral do tálus são positivos
Gribble FA. Evaluating and Differentiating
Ankle Instability. 2019
REGRAS DE OTTAWA PARA TORNOZELO
Menos de 15%
Gribble FA. Evaluating and Differentiating Ankle Instability. 2019
Clinical Practice
Guidelines 2013,
Ankle Stability and
Movement
Coordination
Impairments: Ankle
Ligament Sprains
COMO AVALIO?
Fase aguda (2 sem)
• História – mecanismo de trauma
• Inspeção (deformidade, sinais audíveis, vascular, neural)
• Palpação (áreas de dor, sensibilidade e edema)
• ADM bilateral - ativa, passiva
–lesão contralateral?
– História prévia: restrição artrocinemática de lesões prévias
• Movimento resistido bilateral
• Testes de stress mecânico
–Teste de Gaveta Anterior
–Teste de Inclinação Talar
– Figura em Oito
Gribble FA. Evaluating and Differentiating Ankle Instability. 2019
Reavaliação
após 5-6 dias
https://www.youtube.com/
watch?v=hRWyscVdDrE
TESTES LIGAMENTARES
http://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=
8916
https://www.facebook.co
m/watch/?v=3927398714
04687&extid=qVN1ax81Iu
QQCjiY
https://www.youtu
be.com/watch?v=dx
c5tL_Mka4
Gaveta Anterior Inclinação Talar
Clinical Practice Guidelines 2013,
Ankle Stability and Movement
Coordination Impairments: Ankle
Ligament Sprains
FIGURA EM OITO
COMO AVALIO?
Fase subaguda e retorno à atividade
Clinical assessment of acute lateral ankle sprain injuries (ROAST): 2019 consensus
statement and recommendations of the International Ankle Consortium
Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement
Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains
ADM E FUNÇÃO MUSCULAR
Fase subaguda e retorno à atividade
Mobilização posterior da fíbula
ADM: flexão plantar, dorsiflexão, inversão, eversão
https://www.youtube.com/watch?v=mw-B9E7Hxcw
LUNG TEST
Mobilização anteroposterior do talus
ADM E FUNÇÃO MUSCULAR
Fase subaguda e retorno à atividade
TMM: flexão plantar, dorsiflexão, inversão, eversão
FORÇA QUADRIL E JOELHO
CONTROLE POSTURAL
Fase subaguda e retorno à atividade
https://www.youtube.com/watch?v=UxDb
m7_CWec
Balance Error Scoring System (BESS)
Star Excursion Balance Test (SEBT)
Y-test
QUESTIONÁRIOS
Fase subaguda e retorno à atividade
Foot and Ankle
Ability Measure
(FAAM)8
sub-escalas
- AVDs, 21 itens
- Esporte, 8 itens
- 0 a 100 (máx
funcionalidade)
0 1 2 3 4
Déficit no SEBT
Pontuação pobre FAAM - AVDs
6 meses após entorse
identificou 85% dos pacientes que
desenvolveram CAI em 1 ano
TRATAMENTO
Grau I e II
Conservador
Grau III
Conservador/Cirúrgico
- entorse agudo e CAI -
Tratamento conservador deve
sempre ser tentado antes da cirurgia
CIRURGIA
- grande instabilidade e abertura da pinça articular
- em pacientes com sintomas persistentes
- deve ser considerada individualmente
Doherty C. Treatment and prevention of acute and recurrent ankle sprain: an overview of systematic reviews with meta-analysis.
Br J Sports Med. 2017
TRATAMENTO
GUIDELINES REVIEWS
Grau I e II
Conservador
Exercícios
Grau I e II
Conservador
Evidencia
limitada (C)
Evidencia
limitada (C)
Imobilização por gesso sem descarga de peso
2013 2019
FASE INICIAL
3 A 5 DIAS!
Descarga peso
progressiva com
suporte externo
ATÉ 6 SEM
Fase de proteção do movimento – Objetivo: reduzir dor e edema
Mobilização AP Talus
Ativo livre sem dor
INTERMEDIÁRIA
Fase de carga progressiva e treino sensoriomotor
Objetivos: Reduzir dor e edema, restabelecer ADM, fortalecimento da musculatura envolvida
Fortalecimento Joelho e quadril
Treino proprioceptivo progressivo
FASE FINAL
• Progressão dos
exercícios
proprioceptivos
• Treinamento
pliométrico se
necessário
• Treinamento da
função/gesto
esportivo
ENTORSE DE TORNOZELO
– suporte externo (taping ou brace)
– Aquecer adequadamente com
alongamento estático e movimento
dinâmico antes da atividade
– Participar de um programa preventivo de
equilíbrio/propriocepção quando há
história de lesão anterior.
PREVENTIVO
Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains
FASCITE PLANTAR
2019
2017
INTRODUÇÃO
• Cerca de 10% da população
• Prevalente em atletas e não atletas
– Corrida e futebol
• Representa cerca de 15% de todas as queixas
do pé
Heel Pain—Plantar Fasciitis: Clinical Practice Guidelines Revision 2014
FATORES DE RISCO
FATORES DE RISCO
Plantar fasciitis in athletes: diagnostic and treatment strategies. A systematic review.
Muscles, Ligaments and Tendons Journal 2017
QUADRO CLÍNICO
• Início insidioso
• Dor nos primeiros passos pela manhã
ou após longos períodos em pé
• Localizada na região plantar, próximo
ao calcâneo
• Espessamento da fáscia
• Dor na origem da fáscia
• Dorsiflexão limitada (A/P)
• IMC
• Questionários FAAM para
incapacidade
WINDLASS TEST
https://youtu.be/iQD5qtO5-zE
Positividade
Dor no final
da extensão
TRATAMENTO
ALONGAMENTO
TIBIAL
POSTERIOR
Dorsiflexão e
eversão
TERAPIA MANUAL
https://www.youtube.com/watch?v=jWmkx8kH-zo
Mobilização do hálux Manobra miofascial TS
Tálus Fíbula
RECURSOS EXTERNOS
Talas noturnas
1 a 3 meses
Taping antipronaçao
Opinião experts
Fortalecimento
Rotadores
externos
abdutores de
quadril
MUSCULOS QUE CONTROLAM A PRONAÇÃO
TENDINOPATIA DO TENDÃO CALCÂNEO
INTRODUÇÃO
• Prevalência de 6% em
corredores e 18% em
maratonistas
• 90% corredores
• 66% não insercional, 23%
insercional
• 40 aos 59 anos
FATORES DE RISCO
• Déficit de força muscular MMII
• Hipomobilidade articular
• Pronação aumentada
• Obesidade, hipertensão, diabetes
• Calçados
QUALQUER DEFICIÊNCIAS NOS MEMBROS INFERIORES que
resulte em SOBRECARGA EXCÊNTRICA DO TENDÃO DE AQUILES
pode levar ao risco de lesão do tendão de Aquiles.
O uso de palmilhas de absorção de choque pode prevenir a
tendinopatia de Aquiles da porção média.
QUADRO CLÍNICO
• Dor retrocalcâneana e em região do tendão
calcâneo, de início progressivo
• Dor limita a atividade
• Espessamento do tendão com dor constante
• Piora após atividade física
• Tendinopatia pode levar a ruptura!
TESTES ESPECIAIS
Teste de Thompson
R
U
P
T
U
R
A
S
//www.youtube.com/watch?v=VEOL0tX2rcQ
Royal London
Hospital test
Positividade
Sem dor em dorsiflexão máx Positividade
Perda da flexão plantar
QUESTIONÁRIOS E TESTES
Foot and Ankle Ability Measure (FAAM)
Victorian Institute of Sport Assessment-Achilles (VISA-A)
The Lower Extremity Functional Scale (LEFS)
heel-rise test
ALTURA salto vertical máximo
Dor durante o salto
Hop test
N de Flexão Plantar
até fadigar
N = 25 a 70
TRATAMENTO
Conservador
• Diminuição da atividade física
• RICE
• Fortalecimento (A)
• Alongamento (C)
• Terapia Manual e TAPING
(experts)
• Continuar atividade!
• Reduzir Fatores de risco
4 a 6 semanas
TRATAMENTO
Protocolo de Alfredson
Programa de carga excêntrica
FRATURAS MALEOLARES
QUANTOS MALÉOLOS TEMOS?
60% a 70% 15% a 20% 7% a 12%
FRATURAS MALEOLARES
CLASSIFICAÇÃO DE DANIS WEBER
Leva em consideração
o nível da fratura
fibular
1 - Unimaleolar
2 - Bimaleolar
3 - Trimaleolar
INFRA-sindesmose TRANS-sindesmose SUPRA-sindesmose
TRATAMENTO
Conservador
Fraturas maleolares extra-articular
SEM/MÍNIMO deslocamento
RAFI
Fraturas COM
deslocamento ou
ruptura da
SINDESMOSE
Cirúrgico
FIXADOR
EXTERNO
lesão de
tecidos moles
TRATAMENTO
CONSOLIDAÇAO
ÓSSEA
REABILITAÇAO
APÓS GESSO
Fraturas isolada maléolo
lateral extra-articular
(Weber A ou C)
6-10 sem 12 a 16 sem
Fraturas intra-articulares
* Maléolo medial
8 a 12 sem 16 a 24 sem
Consolidação 2° : CALO Consolidação 1°
SEM calo
6 SEM: DESCARGA PESO TOTAL
REABILITAÇÃO
Primeira semana
• EDEMA: Crioterapia e elevação
• ADM: Exercícios ativos para dedos
– PLACA e FE: ADM de joelho
• FORÇA: isométrico de quadríceps
• MARCHA: SEM DESCARGA com muletas
Conservador ou Cirúrgico Consolidação óssea
NENHUMA
REABILITAÇÃO
Duas a quatro semanas
• EDEMA: Crioterapia e elevação
• ADM: Exercícios ativos para dedos
– RAFI e FE: Joelho, dorsiflexão e flexão plantar
• FORÇA: fortalecimento de quadríceps
– RAFI placa: isométrico dorsiflexão e flexão plantar
• MARCHA: SEM DESCARGA com muletas
Consolidação óssea
Mínima a calo mole
Conservador ou Cirúrgico
GESSO e FE
não tem fratura estável
FRATURAS MALEOLARES
Da quarta a sexta semana
• Gesso longo → gesso curto (RX: calo)
• Fixador externo→ Gesso; Placa: remove imobilizador
• ADM: Exercícios ativos para dedos e joelho
FP/DF/INV/EVERS (inclusive dentro do gesso)
• FORÇA: fortalecimento de quadríceps
– RAFI placa: Isométricos FP/DF/ INV/EVERS
– Gesso e FE: Isométricos de dorsiflexão/flexão plantar
• MARCHA: contato de artelhos à sustentação parcial do
peso
– Fraturas consolidadas RX e sem sensibilidade no local
GESSO e FE
Fratura parcialmente estável
calo pouco resistente
Conservador ou Cirúrgico
FRATURAS MALEOLARES
Da sexta semana a oitava semana
• ADM: Ativos e ativos-assistidos FP/DF/INV/EVER
• FORÇA: Exercícios resistidos concêntricos FP/DF/INV/EVER
• MARCHA: sustentação parcial a total do peso;
• BICICLETA SEM CARGA, TREINO MARCHA, PROPRIOCEPÇÃO
Da oitava a décima segunda semana
• ADM-assistida e passiva e ALONGAMENTOS
• Bicicleta ergométrica com carga (se descarga total)
• Treino de marcha
• Exercícios em CCF
• Treinamento proprioceptivo de bipodal para unipodal
• Após a décima segunda semana iniciar trote na esteira ergométrica
GESSO e FE
Fratura estável
calo mais rígido
RETIRADA GESSO: fraturas estáveis!!
FRATURAS DO TETO TIBIAL
EPIDEMIOLOGIA E MECANISMO LESAO
• 5 a 10% das fraturas da tíbia
• adultos jovens (30 a 40 anos), do sexo masculino
• Carga axial - Traumas de alta energia
- Quedas de lugar alto
• 10 a 30% de fraturas expostas, ou grave dano de
partes moles
• Diagnóstico pelo RX
Manual trauma ortopédico da SBOT,2011
TRATAMENTO
• Normalmente opta-se
por tratamento
cirúrgico
• RAFI
• Fixação externa
TRATAMENTO
• Primeira Semana
– ADM metatarsofalangeanas e joelho; ISOMÉTRICO quadríceps; SEM CARGA
• Segunda semana
– PLACA e FE: iniciar ADM tornozelo; ISOMETRIA de DF/FP; SEM CARGA
• Quatro a seis semanas
– PLACA E FE: ADM E ISOMETRIA: DF/FP/inversão/eversão; SEM CARGA
• Seis a oito semanas
– Ativos-assistidos FP/DF/INV/EVER; Concêntricos resistidos FP/DF/INV/EVER
– Sustentação parcial do peso (RX ok, sem sensibilidade à palpação)
• Oito a Doze semanas
– ADM-assistida e passiva, alongamentos
– Sustentação do peso conforme tolerância até total
TRATAMENTO
Amputação ou ARTRODESE é cogitada em
casos graves com infecção ou
comprometimento circulatório.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cinesioterapia Classica e suas ações nas disfunções motoras
Cinesioterapia Classica e suas ações nas disfunções motorasCinesioterapia Classica e suas ações nas disfunções motoras
Cinesioterapia Classica e suas ações nas disfunções motoras
Edesio Clasen Willemann
 
Biomecanica da marcha
Biomecanica da marchaBiomecanica da marcha
Coluna cervical
Coluna cervicalColuna cervical
Coluna cervical
Natha Fisioterapia
 
Aula Eletroterapia
Aula EletroterapiaAula Eletroterapia
Aula Eletroterapia
Jacqueline Bexiga
 
Quadril
QuadrilQuadril
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIAFisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
Nay Ribeiro
 
Modulo 10
Modulo 10Modulo 10
Modulo 10
SemioOrto
 
Tornozelo e pe
Tornozelo e peTornozelo e pe
Tornozelo e pe
Natha Fisioterapia
 
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMSESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
Sara Nunes
 
Corrente interferencial
Corrente interferencial Corrente interferencial
Corrente interferencial
FUAD HAZIME
 
Biomecânica do Joelho
Biomecânica do JoelhoBiomecânica do Joelho
Biomecânica do Joelho
Welisson Porto
 
Aula fraturas
Aula  fraturasAula  fraturas
Aula fraturas
Marcelo Costa
 
Williams, mackenzie, klapp e feldenkrais
Williams, mackenzie, klapp e feldenkraisWilliams, mackenzie, klapp e feldenkrais
Williams, mackenzie, klapp e feldenkrais
Thalita Tassiani
 
Tônus muscular
Tônus muscularTônus muscular
Tônus muscular
Psicomotricidade
 
Modulo 17
Modulo 17Modulo 17
Modulo 17
SemioOrto
 
Biomecânica Básica
Biomecânica BásicaBiomecânica Básica
Biomecânica Básica
LA Fitness Solutions
 
Joelho
JoelhoJoelho
Pé equino
Pé equinoPé equino
Pé equino
Mariacris37
 
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marchaAvaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Natha Fisioterapia
 
ESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG e ESCALA DE MOBILIDADE E EQUILÍBRIO DE TINETTI
ESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG e ESCALA DE MOBILIDADE E EQUILÍBRIO DE TINETTIESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG e ESCALA DE MOBILIDADE E EQUILÍBRIO DE TINETTI
ESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG e ESCALA DE MOBILIDADE E EQUILÍBRIO DE TINETTI
Renan Malaquias
 

Mais procurados (20)

Cinesioterapia Classica e suas ações nas disfunções motoras
Cinesioterapia Classica e suas ações nas disfunções motorasCinesioterapia Classica e suas ações nas disfunções motoras
Cinesioterapia Classica e suas ações nas disfunções motoras
 
Biomecanica da marcha
Biomecanica da marchaBiomecanica da marcha
Biomecanica da marcha
 
Coluna cervical
Coluna cervicalColuna cervical
Coluna cervical
 
Aula Eletroterapia
Aula EletroterapiaAula Eletroterapia
Aula Eletroterapia
 
Quadril
QuadrilQuadril
Quadril
 
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIAFisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
 
Modulo 10
Modulo 10Modulo 10
Modulo 10
 
Tornozelo e pe
Tornozelo e peTornozelo e pe
Tornozelo e pe
 
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMSESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
 
Corrente interferencial
Corrente interferencial Corrente interferencial
Corrente interferencial
 
Biomecânica do Joelho
Biomecânica do JoelhoBiomecânica do Joelho
Biomecânica do Joelho
 
Aula fraturas
Aula  fraturasAula  fraturas
Aula fraturas
 
Williams, mackenzie, klapp e feldenkrais
Williams, mackenzie, klapp e feldenkraisWilliams, mackenzie, klapp e feldenkrais
Williams, mackenzie, klapp e feldenkrais
 
Tônus muscular
Tônus muscularTônus muscular
Tônus muscular
 
Modulo 17
Modulo 17Modulo 17
Modulo 17
 
Biomecânica Básica
Biomecânica BásicaBiomecânica Básica
Biomecânica Básica
 
Joelho
JoelhoJoelho
Joelho
 
Pé equino
Pé equinoPé equino
Pé equino
 
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marchaAvaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
 
ESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG e ESCALA DE MOBILIDADE E EQUILÍBRIO DE TINETTI
ESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG e ESCALA DE MOBILIDADE E EQUILÍBRIO DE TINETTIESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG e ESCALA DE MOBILIDADE E EQUILÍBRIO DE TINETTI
ESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG e ESCALA DE MOBILIDADE E EQUILÍBRIO DE TINETTI
 

Semelhante a FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf

Enfermidades específicas do joelho
Enfermidades específicas do joelhoEnfermidades específicas do joelho
Enfermidades específicas do joelho
Thais Benicio
 
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee trainingTreinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Fabio Mazzola
 
ebook_protocolos-pos-cirurgicos_joelhoemevidencia.pdf
ebook_protocolos-pos-cirurgicos_joelhoemevidencia.pdfebook_protocolos-pos-cirurgicos_joelhoemevidencia.pdf
ebook_protocolos-pos-cirurgicos_joelhoemevidencia.pdf
Andrei Cuzuioc
 
Cotovelo FAOT 2020.pdf
Cotovelo FAOT 2020.pdfCotovelo FAOT 2020.pdf
Cotovelo FAOT 2020.pdf
fernandosouza442
 
Instabilidade do Joelho no Esporte Adaptado
Instabilidade do Joelho no Esporte AdaptadoInstabilidade do Joelho no Esporte Adaptado
Instabilidade do Joelho no Esporte Adaptado
David Sadigursky
 
Recuperação na instabilidade CAO
Recuperação na instabilidade CAORecuperação na instabilidade CAO
Recuperação na instabilidade CAO
Angela Leal
 
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Lizandra Nunnes
 
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia  patelo-femoral ?Como tratar a condropatia  patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Fernando Farias
 
Paralisia Braquial Obstétrica.pdf
Paralisia Braquial Obstétrica.pdfParalisia Braquial Obstétrica.pdf
Paralisia Braquial Obstétrica.pdf
LuciannyVictoria
 
AULA 05 .pdf
AULA 05 .pdfAULA 05 .pdf
AULA 05 .pdf
LeahndroDiBravanneli
 
Fisioterapia aplicada a traumato ortopedia e desporto i cap 8 patologias da c...
Fisioterapia aplicada a traumato ortopedia e desporto i cap 8 patologias da c...Fisioterapia aplicada a traumato ortopedia e desporto i cap 8 patologias da c...
Fisioterapia aplicada a traumato ortopedia e desporto i cap 8 patologias da c...
Helen Vieira
 
Womens musculoskeletal issues
Womens musculoskeletal issuesWomens musculoskeletal issues
Womens musculoskeletal issues
Mayara Silveira
 
Palestra SVV Cref
Palestra SVV CrefPalestra SVV Cref
Palestra SVV Cref
Marcela Mihessen
 
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
mennahen sylver
 
file-108651-MOBILIZAÇAOPRECOCE-20160819-113849.pdf
file-108651-MOBILIZAÇAOPRECOCE-20160819-113849.pdffile-108651-MOBILIZAÇAOPRECOCE-20160819-113849.pdf
file-108651-MOBILIZAÇAOPRECOCE-20160819-113849.pdf
JlioCsarFagundes1
 
REABILITAÇÃO DOS PACIENTES COM AMPUTAÇÃO EM MMII.pdf
 REABILITAÇÃO DOS PACIENTES COM AMPUTAÇÃO EM MMII.pdf REABILITAÇÃO DOS PACIENTES COM AMPUTAÇÃO EM MMII.pdf
REABILITAÇÃO DOS PACIENTES COM AMPUTAÇÃO EM MMII.pdf
ManuelaLima58
 
Articulação de quadril
Articulação de quadrilArticulação de quadril
Articulação de quadril
Adriane Cunha
 
Osgood – schlatter e condromalácia patelar
Osgood – schlatter e condromalácia patelarOsgood – schlatter e condromalácia patelar
Osgood – schlatter e condromalácia patelar
nikkisilva
 
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdfAvaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
GustavoArouche1
 
Apresentação tendinopatia calcarea
Apresentação tendinopatia calcareaApresentação tendinopatia calcarea
Apresentação tendinopatia calcarea
Cinthia Salto
 

Semelhante a FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf (20)

Enfermidades específicas do joelho
Enfermidades específicas do joelhoEnfermidades específicas do joelho
Enfermidades específicas do joelho
 
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee trainingTreinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee training
 
ebook_protocolos-pos-cirurgicos_joelhoemevidencia.pdf
ebook_protocolos-pos-cirurgicos_joelhoemevidencia.pdfebook_protocolos-pos-cirurgicos_joelhoemevidencia.pdf
ebook_protocolos-pos-cirurgicos_joelhoemevidencia.pdf
 
Cotovelo FAOT 2020.pdf
Cotovelo FAOT 2020.pdfCotovelo FAOT 2020.pdf
Cotovelo FAOT 2020.pdf
 
Instabilidade do Joelho no Esporte Adaptado
Instabilidade do Joelho no Esporte AdaptadoInstabilidade do Joelho no Esporte Adaptado
Instabilidade do Joelho no Esporte Adaptado
 
Recuperação na instabilidade CAO
Recuperação na instabilidade CAORecuperação na instabilidade CAO
Recuperação na instabilidade CAO
 
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
 
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia  patelo-femoral ?Como tratar a condropatia  patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
 
Paralisia Braquial Obstétrica.pdf
Paralisia Braquial Obstétrica.pdfParalisia Braquial Obstétrica.pdf
Paralisia Braquial Obstétrica.pdf
 
AULA 05 .pdf
AULA 05 .pdfAULA 05 .pdf
AULA 05 .pdf
 
Fisioterapia aplicada a traumato ortopedia e desporto i cap 8 patologias da c...
Fisioterapia aplicada a traumato ortopedia e desporto i cap 8 patologias da c...Fisioterapia aplicada a traumato ortopedia e desporto i cap 8 patologias da c...
Fisioterapia aplicada a traumato ortopedia e desporto i cap 8 patologias da c...
 
Womens musculoskeletal issues
Womens musculoskeletal issuesWomens musculoskeletal issues
Womens musculoskeletal issues
 
Palestra SVV Cref
Palestra SVV CrefPalestra SVV Cref
Palestra SVV Cref
 
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
 
file-108651-MOBILIZAÇAOPRECOCE-20160819-113849.pdf
file-108651-MOBILIZAÇAOPRECOCE-20160819-113849.pdffile-108651-MOBILIZAÇAOPRECOCE-20160819-113849.pdf
file-108651-MOBILIZAÇAOPRECOCE-20160819-113849.pdf
 
REABILITAÇÃO DOS PACIENTES COM AMPUTAÇÃO EM MMII.pdf
 REABILITAÇÃO DOS PACIENTES COM AMPUTAÇÃO EM MMII.pdf REABILITAÇÃO DOS PACIENTES COM AMPUTAÇÃO EM MMII.pdf
REABILITAÇÃO DOS PACIENTES COM AMPUTAÇÃO EM MMII.pdf
 
Articulação de quadril
Articulação de quadrilArticulação de quadril
Articulação de quadril
 
Osgood – schlatter e condromalácia patelar
Osgood – schlatter e condromalácia patelarOsgood – schlatter e condromalácia patelar
Osgood – schlatter e condromalácia patelar
 
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdfAvaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
 
Apresentação tendinopatia calcarea
Apresentação tendinopatia calcareaApresentação tendinopatia calcarea
Apresentação tendinopatia calcarea
 

Último

Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagemAula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Jssica597589
 
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
NanandorMacosso
 
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptxtccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
DvilaSoares1
 
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema TegumentarSeminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
PatrciaOliveiraPat
 
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
balmeida871
 
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamenteSeminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
LasAraujo12
 
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacteriasTuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
CarolLopes74
 
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
danielecarvalho75
 
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabiConferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
FabianeOlegario2
 

Último (9)

Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagemAula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
 
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
 
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptxtccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
 
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema TegumentarSeminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
 
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
 
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamenteSeminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
 
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacteriasTuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
 
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
 
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabiConferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
 

FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf

  • 1. FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ Jaqueline Martins Priuli Mestre em Ciências da Saúde Especialista de Laboratório – LAPOMH – FMRP/USP Fisioterapia Aplicada à Ortopedia e Traumatologia Coordenadora: Profa. Dra. Debora Bevilaqua Grossi
  • 2. O QUE VEREMOS... • Avaliação e tratamento conservador das principais patologias do tornozelo e pé – Entorse de Tornozelo – Instabilidade crônica (CAI) – Fascite plantar – Tendinopatia do tendão calcâneo – Fraturas maleolares – Fratura do teto tibial
  • 4. Ruptura parcial ou total dos ligamentos laterais ou mediais do tornozelo Epidemiologia e relevância • 10% a 34% das lesões relacionadas ao esporte são no tornozelo – 77% a 84% das lesões são entorses laterais • Metade das entorses de tornozelo tratadas na emergência dos EUA não ocorreu durante a atividade esportiva • Taxa de incidência mais alta em homens entre 14 e 24 anos e mulheres com mais de 30 anos • Até 70% dos indivíduos pode desenvolver déficit físico residual, incluindo instabilidade crônica do tornozelo (CAI). • COMPLICACÕES: CAI, osteoartrite pós-traumática e maior risco de quedas em idosos ENTORSE DE TORNOZELO Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains Herzog MM. Epidemiology of Ankle Sprains and Chronic Ankle Instability, 2019
  • 5. FATORES DE RISCO Eamonn Delahunt. Risk Factors for Lateral Ankle Sprains and Chronic Ankle Instability Journal of Athletic Training 2019 instabilidade crônica CAI
  • 6. FATORES DE RISCO – História prévia de entorse de tornozelo – Dorsiflexão reduzida do tornozelo – Não usar um suporte externo (taping ou brace) – Não aquecer adequadamente com alongamento estático e movimento dinâmico antes da atividade – Não participar de um programa preventivo de equilíbrio/propriocepção quando há história de lesão anterior. Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains
  • 7. ENTORSES DE TORNOZELO ENTORSES EM INVERSÃO E FLEXÃO PLANTAR ENTORSES EM EVERSÃO
  • 11. QUADRO CLÍNICO • Dor • Edema(antero-lateral ou antero medial) • Equimose • Limitação da ADM • Incapacidade funcional
  • 12. QUADRO CLÍNICO • Grau I (1 semana a 10 dias) ✓Pouca ou nenhuma dor e inchaço ✓Perda mínima da capacidade de suporte de peso ✓Sem instabilidade (estiramento Ligamento talofibular anterior) ✓Perda de função a curto prazo ✓ Gaveta anterior e inclinação lateral do tálus são negativos • Grau II (10 a 45 dias) ✓Dor e inchaço moderados ✓Perda moderada da capacidade de suporte de peso (anda com apoio) ✓Perda moderada de estabilidade mecânica Ligamento talofibular anterior roto, lesão parcial do calcaneofibular ✓Perda significativa de função ✓Gaveta anterior positivo; inclinação lateral do tálus: negativo • Grau III (3 ou 4 meses) ✓Dor severa e inchaço difuso ✓Grave perda da capacidade de suporte de peso ✓Instabilidade (lesão completa dos ligamentos do complexo lateral) ✓Cápsula de tornozelo rompida ✓Grave perda de função ✓Gaveta anterior e inclinação lateral do tálus são positivos Gribble FA. Evaluating and Differentiating Ankle Instability. 2019
  • 13. REGRAS DE OTTAWA PARA TORNOZELO Menos de 15% Gribble FA. Evaluating and Differentiating Ankle Instability. 2019 Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains
  • 14. COMO AVALIO? Fase aguda (2 sem) • História – mecanismo de trauma • Inspeção (deformidade, sinais audíveis, vascular, neural) • Palpação (áreas de dor, sensibilidade e edema) • ADM bilateral - ativa, passiva –lesão contralateral? – História prévia: restrição artrocinemática de lesões prévias • Movimento resistido bilateral • Testes de stress mecânico –Teste de Gaveta Anterior –Teste de Inclinação Talar – Figura em Oito Gribble FA. Evaluating and Differentiating Ankle Instability. 2019 Reavaliação após 5-6 dias https://www.youtube.com/ watch?v=hRWyscVdDrE
  • 17. COMO AVALIO? Fase subaguda e retorno à atividade Clinical assessment of acute lateral ankle sprain injuries (ROAST): 2019 consensus statement and recommendations of the International Ankle Consortium Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains
  • 18. ADM E FUNÇÃO MUSCULAR Fase subaguda e retorno à atividade Mobilização posterior da fíbula ADM: flexão plantar, dorsiflexão, inversão, eversão https://www.youtube.com/watch?v=mw-B9E7Hxcw LUNG TEST Mobilização anteroposterior do talus
  • 19. ADM E FUNÇÃO MUSCULAR Fase subaguda e retorno à atividade TMM: flexão plantar, dorsiflexão, inversão, eversão FORÇA QUADRIL E JOELHO
  • 20. CONTROLE POSTURAL Fase subaguda e retorno à atividade https://www.youtube.com/watch?v=UxDb m7_CWec Balance Error Scoring System (BESS) Star Excursion Balance Test (SEBT) Y-test
  • 21. QUESTIONÁRIOS Fase subaguda e retorno à atividade Foot and Ankle Ability Measure (FAAM)8 sub-escalas - AVDs, 21 itens - Esporte, 8 itens - 0 a 100 (máx funcionalidade) 0 1 2 3 4 Déficit no SEBT Pontuação pobre FAAM - AVDs 6 meses após entorse identificou 85% dos pacientes que desenvolveram CAI em 1 ano
  • 22. TRATAMENTO Grau I e II Conservador Grau III Conservador/Cirúrgico - entorse agudo e CAI - Tratamento conservador deve sempre ser tentado antes da cirurgia CIRURGIA - grande instabilidade e abertura da pinça articular - em pacientes com sintomas persistentes - deve ser considerada individualmente Doherty C. Treatment and prevention of acute and recurrent ankle sprain: an overview of systematic reviews with meta-analysis. Br J Sports Med. 2017
  • 23. TRATAMENTO GUIDELINES REVIEWS Grau I e II Conservador Exercícios Grau I e II Conservador Evidencia limitada (C) Evidencia limitada (C) Imobilização por gesso sem descarga de peso 2013 2019
  • 24. FASE INICIAL 3 A 5 DIAS! Descarga peso progressiva com suporte externo ATÉ 6 SEM Fase de proteção do movimento – Objetivo: reduzir dor e edema Mobilização AP Talus Ativo livre sem dor
  • 25. INTERMEDIÁRIA Fase de carga progressiva e treino sensoriomotor Objetivos: Reduzir dor e edema, restabelecer ADM, fortalecimento da musculatura envolvida Fortalecimento Joelho e quadril Treino proprioceptivo progressivo
  • 26. FASE FINAL • Progressão dos exercícios proprioceptivos • Treinamento pliométrico se necessário • Treinamento da função/gesto esportivo
  • 27. ENTORSE DE TORNOZELO – suporte externo (taping ou brace) – Aquecer adequadamente com alongamento estático e movimento dinâmico antes da atividade – Participar de um programa preventivo de equilíbrio/propriocepção quando há história de lesão anterior. PREVENTIVO Clinical Practice Guidelines 2013, Ankle Stability and Movement Coordination Impairments: Ankle Ligament Sprains
  • 29. INTRODUÇÃO • Cerca de 10% da população • Prevalente em atletas e não atletas – Corrida e futebol • Representa cerca de 15% de todas as queixas do pé Heel Pain—Plantar Fasciitis: Clinical Practice Guidelines Revision 2014
  • 31. FATORES DE RISCO Plantar fasciitis in athletes: diagnostic and treatment strategies. A systematic review. Muscles, Ligaments and Tendons Journal 2017
  • 32. QUADRO CLÍNICO • Início insidioso • Dor nos primeiros passos pela manhã ou após longos períodos em pé • Localizada na região plantar, próximo ao calcâneo • Espessamento da fáscia • Dor na origem da fáscia • Dorsiflexão limitada (A/P) • IMC • Questionários FAAM para incapacidade
  • 37. RECURSOS EXTERNOS Talas noturnas 1 a 3 meses Taping antipronaçao
  • 40. INTRODUÇÃO • Prevalência de 6% em corredores e 18% em maratonistas • 90% corredores • 66% não insercional, 23% insercional • 40 aos 59 anos
  • 41. FATORES DE RISCO • Déficit de força muscular MMII • Hipomobilidade articular • Pronação aumentada • Obesidade, hipertensão, diabetes • Calçados QUALQUER DEFICIÊNCIAS NOS MEMBROS INFERIORES que resulte em SOBRECARGA EXCÊNTRICA DO TENDÃO DE AQUILES pode levar ao risco de lesão do tendão de Aquiles. O uso de palmilhas de absorção de choque pode prevenir a tendinopatia de Aquiles da porção média.
  • 42. QUADRO CLÍNICO • Dor retrocalcâneana e em região do tendão calcâneo, de início progressivo • Dor limita a atividade • Espessamento do tendão com dor constante • Piora após atividade física • Tendinopatia pode levar a ruptura!
  • 43. TESTES ESPECIAIS Teste de Thompson R U P T U R A S //www.youtube.com/watch?v=VEOL0tX2rcQ Royal London Hospital test Positividade Sem dor em dorsiflexão máx Positividade Perda da flexão plantar
  • 44. QUESTIONÁRIOS E TESTES Foot and Ankle Ability Measure (FAAM) Victorian Institute of Sport Assessment-Achilles (VISA-A) The Lower Extremity Functional Scale (LEFS) heel-rise test ALTURA salto vertical máximo Dor durante o salto Hop test N de Flexão Plantar até fadigar N = 25 a 70
  • 45. TRATAMENTO Conservador • Diminuição da atividade física • RICE • Fortalecimento (A) • Alongamento (C) • Terapia Manual e TAPING (experts) • Continuar atividade! • Reduzir Fatores de risco 4 a 6 semanas
  • 48. QUANTOS MALÉOLOS TEMOS? 60% a 70% 15% a 20% 7% a 12%
  • 50. CLASSIFICAÇÃO DE DANIS WEBER Leva em consideração o nível da fratura fibular 1 - Unimaleolar 2 - Bimaleolar 3 - Trimaleolar INFRA-sindesmose TRANS-sindesmose SUPRA-sindesmose
  • 51. TRATAMENTO Conservador Fraturas maleolares extra-articular SEM/MÍNIMO deslocamento RAFI Fraturas COM deslocamento ou ruptura da SINDESMOSE Cirúrgico FIXADOR EXTERNO lesão de tecidos moles
  • 52. TRATAMENTO CONSOLIDAÇAO ÓSSEA REABILITAÇAO APÓS GESSO Fraturas isolada maléolo lateral extra-articular (Weber A ou C) 6-10 sem 12 a 16 sem Fraturas intra-articulares * Maléolo medial 8 a 12 sem 16 a 24 sem Consolidação 2° : CALO Consolidação 1° SEM calo 6 SEM: DESCARGA PESO TOTAL
  • 53. REABILITAÇÃO Primeira semana • EDEMA: Crioterapia e elevação • ADM: Exercícios ativos para dedos – PLACA e FE: ADM de joelho • FORÇA: isométrico de quadríceps • MARCHA: SEM DESCARGA com muletas Conservador ou Cirúrgico Consolidação óssea NENHUMA
  • 54. REABILITAÇÃO Duas a quatro semanas • EDEMA: Crioterapia e elevação • ADM: Exercícios ativos para dedos – RAFI e FE: Joelho, dorsiflexão e flexão plantar • FORÇA: fortalecimento de quadríceps – RAFI placa: isométrico dorsiflexão e flexão plantar • MARCHA: SEM DESCARGA com muletas Consolidação óssea Mínima a calo mole Conservador ou Cirúrgico GESSO e FE não tem fratura estável
  • 55. FRATURAS MALEOLARES Da quarta a sexta semana • Gesso longo → gesso curto (RX: calo) • Fixador externo→ Gesso; Placa: remove imobilizador • ADM: Exercícios ativos para dedos e joelho FP/DF/INV/EVERS (inclusive dentro do gesso) • FORÇA: fortalecimento de quadríceps – RAFI placa: Isométricos FP/DF/ INV/EVERS – Gesso e FE: Isométricos de dorsiflexão/flexão plantar • MARCHA: contato de artelhos à sustentação parcial do peso – Fraturas consolidadas RX e sem sensibilidade no local GESSO e FE Fratura parcialmente estável calo pouco resistente Conservador ou Cirúrgico
  • 56. FRATURAS MALEOLARES Da sexta semana a oitava semana • ADM: Ativos e ativos-assistidos FP/DF/INV/EVER • FORÇA: Exercícios resistidos concêntricos FP/DF/INV/EVER • MARCHA: sustentação parcial a total do peso; • BICICLETA SEM CARGA, TREINO MARCHA, PROPRIOCEPÇÃO Da oitava a décima segunda semana • ADM-assistida e passiva e ALONGAMENTOS • Bicicleta ergométrica com carga (se descarga total) • Treino de marcha • Exercícios em CCF • Treinamento proprioceptivo de bipodal para unipodal • Após a décima segunda semana iniciar trote na esteira ergométrica GESSO e FE Fratura estável calo mais rígido RETIRADA GESSO: fraturas estáveis!!
  • 58. EPIDEMIOLOGIA E MECANISMO LESAO • 5 a 10% das fraturas da tíbia • adultos jovens (30 a 40 anos), do sexo masculino • Carga axial - Traumas de alta energia - Quedas de lugar alto • 10 a 30% de fraturas expostas, ou grave dano de partes moles • Diagnóstico pelo RX Manual trauma ortopédico da SBOT,2011
  • 59. TRATAMENTO • Normalmente opta-se por tratamento cirúrgico • RAFI • Fixação externa
  • 60. TRATAMENTO • Primeira Semana – ADM metatarsofalangeanas e joelho; ISOMÉTRICO quadríceps; SEM CARGA • Segunda semana – PLACA e FE: iniciar ADM tornozelo; ISOMETRIA de DF/FP; SEM CARGA • Quatro a seis semanas – PLACA E FE: ADM E ISOMETRIA: DF/FP/inversão/eversão; SEM CARGA • Seis a oito semanas – Ativos-assistidos FP/DF/INV/EVER; Concêntricos resistidos FP/DF/INV/EVER – Sustentação parcial do peso (RX ok, sem sensibilidade à palpação) • Oito a Doze semanas – ADM-assistida e passiva, alongamentos – Sustentação do peso conforme tolerância até total
  • 61. TRATAMENTO Amputação ou ARTRODESE é cogitada em casos graves com infecção ou comprometimento circulatório.