Crioulo Coutinho Imbromations & Picaretations apresenta A Expansão Bandeirante
ORIGENS DA EXPANSÃO BANDEIRISTA DO SÉC. XVII União Ibérica: fim da linha de Tordesillas Descoberta de ouro na Am. Espanhola  Fracasso da lavoura canavieira em S. Vicente Abandono da capitania pela Metrópole Miséria da população local Invasão holandesa da costa africana
Bandeiras e Bandeirantes: Realidade e Fantasia Os bandeirantes eram homens rudes,criados nas matas e mais habituados às línguas indígenas que ao português Muitos eram mestiços e faziam-se acompanhar de um grande número de índios
A imagem do bandeirante que mais foi difundida, buscava assemelha-los aos  Pais Peregrinos , fundadores da América do Norte  Tratava-se de uma tentativa de atribuir uma imagem heróica, aos desbravadores do território colonial português  Bandeiras e Bandeirantes: Realidade e Fantasia
Bandeiras ou Entradas? Hoje sabemos que essas definições não eram tão aparentes, no Período Colonial, todavia, podemos estabelecer a seguinte divisão:  Bandeiras:  expedições particulares Entradas:  expedições oficiais, patrocinadas pela Coroa
Tipos de Expedições Preação: voltadas para o apresamento de índios Prospecção Mineral: busca de pedras e metais preciosos Sertanismo de Contrato: destruição de aldeias indígenas e quilombos, mediante um pagamento ou “prêmio” oferecido ao bandeirante Monções (séc. XVIII): expedições fluviais para abastecimento das vilas do interior
As bandeiras de  preação   eram voltadas para o apresamento dos indígenas, para posterior comercialização A atividade de preação cresceu durante a ocupação holandesa, dos entrepostos portugueses na África
As  monções  cresceram com o surgimento de vilas e arraiais, no rastro do ouro e dos diamantes da região Centro-Oeste Sua principal via era o rio Tietê A atividade  moncioneira , continuou mesmo após a decadência dos núcleos mineradores
Bandeirantes e Conquistas Raposo Tavares (1651) – Amazônia até Belém Fernão Dias Paes, o  Caçador de Esmeraldas  (1681) – encontra turmalinas em Minas Gerais Antônio R. Arzão (1693) – encontra ouro em Caeté e Mariana, na Cap. do E. Santo Domingos J. Velho (1695) – Destruição do Quilombo dos Palmares Pascoal M. Cabral (1719) – ouro em Mato Grosso Bartolomeu Bueno da Silva (1676), Goiás – o  Anhanguera
Domingos Jorge Velho Após uma fracassada tentativa de paz com os negros organizados no  Quilombo dos Palmares  (1685), este sertanista foi contratado em 1692 Entre 1694 e 1695, o quilombo foi atacado Foi oferecido 1/5 das riquezas tomadas dos negros; sesmarias nas áreas ocupadas pelo quilombo e recompensa por cada negro que  fosse devolvido ao seu senhor
A instalação e a longa duração do Quilombo dos Palmares, relacionou-se, primeiramente,  à desorganização interna da Colônia, desencadeada pela ocupação holandesa do Nordeste O Quilombo dos Palmares
O quilombo organizou-se no início do século XVII Sua estrutura política reproduzia a situação das aldeias –  mocambos,  e reinos africanos:  N’ Ganga-Zumba  tornou-se o Rei de Palmares Existiam escravos e delitos como roubo e adultério eram punidos com a morte
O Fim de Palmares Com a morte N’Ganga (1678), em meio a negociações de paz entre brancos e negros,  Zumbi , líder do mocambo do Cucaú, assumiu o comando do Quilombo dos Palmares Em 20/11/1695, Zumbi foi morto e sua cabeça exposta A data de sua morte tornou-se o  Dia Nacional da Consciência Negra A heróica resistência de Palmares valeu-lhe o apelido de  Tróia Negra
A Definição das Fronteiras

12 Expansão Bandeirante

  • 1.
    Crioulo Coutinho Imbromations& Picaretations apresenta A Expansão Bandeirante
  • 2.
    ORIGENS DA EXPANSÃOBANDEIRISTA DO SÉC. XVII União Ibérica: fim da linha de Tordesillas Descoberta de ouro na Am. Espanhola Fracasso da lavoura canavieira em S. Vicente Abandono da capitania pela Metrópole Miséria da população local Invasão holandesa da costa africana
  • 3.
    Bandeiras e Bandeirantes:Realidade e Fantasia Os bandeirantes eram homens rudes,criados nas matas e mais habituados às línguas indígenas que ao português Muitos eram mestiços e faziam-se acompanhar de um grande número de índios
  • 4.
    A imagem dobandeirante que mais foi difundida, buscava assemelha-los aos Pais Peregrinos , fundadores da América do Norte Tratava-se de uma tentativa de atribuir uma imagem heróica, aos desbravadores do território colonial português Bandeiras e Bandeirantes: Realidade e Fantasia
  • 5.
    Bandeiras ou Entradas?Hoje sabemos que essas definições não eram tão aparentes, no Período Colonial, todavia, podemos estabelecer a seguinte divisão: Bandeiras: expedições particulares Entradas: expedições oficiais, patrocinadas pela Coroa
  • 6.
    Tipos de ExpediçõesPreação: voltadas para o apresamento de índios Prospecção Mineral: busca de pedras e metais preciosos Sertanismo de Contrato: destruição de aldeias indígenas e quilombos, mediante um pagamento ou “prêmio” oferecido ao bandeirante Monções (séc. XVIII): expedições fluviais para abastecimento das vilas do interior
  • 7.
    As bandeiras de preação eram voltadas para o apresamento dos indígenas, para posterior comercialização A atividade de preação cresceu durante a ocupação holandesa, dos entrepostos portugueses na África
  • 8.
    As monções cresceram com o surgimento de vilas e arraiais, no rastro do ouro e dos diamantes da região Centro-Oeste Sua principal via era o rio Tietê A atividade moncioneira , continuou mesmo após a decadência dos núcleos mineradores
  • 9.
    Bandeirantes e ConquistasRaposo Tavares (1651) – Amazônia até Belém Fernão Dias Paes, o Caçador de Esmeraldas (1681) – encontra turmalinas em Minas Gerais Antônio R. Arzão (1693) – encontra ouro em Caeté e Mariana, na Cap. do E. Santo Domingos J. Velho (1695) – Destruição do Quilombo dos Palmares Pascoal M. Cabral (1719) – ouro em Mato Grosso Bartolomeu Bueno da Silva (1676), Goiás – o Anhanguera
  • 10.
    Domingos Jorge VelhoApós uma fracassada tentativa de paz com os negros organizados no Quilombo dos Palmares (1685), este sertanista foi contratado em 1692 Entre 1694 e 1695, o quilombo foi atacado Foi oferecido 1/5 das riquezas tomadas dos negros; sesmarias nas áreas ocupadas pelo quilombo e recompensa por cada negro que fosse devolvido ao seu senhor
  • 11.
    A instalação ea longa duração do Quilombo dos Palmares, relacionou-se, primeiramente, à desorganização interna da Colônia, desencadeada pela ocupação holandesa do Nordeste O Quilombo dos Palmares
  • 12.
    O quilombo organizou-seno início do século XVII Sua estrutura política reproduzia a situação das aldeias – mocambos, e reinos africanos: N’ Ganga-Zumba tornou-se o Rei de Palmares Existiam escravos e delitos como roubo e adultério eram punidos com a morte
  • 13.
    O Fim dePalmares Com a morte N’Ganga (1678), em meio a negociações de paz entre brancos e negros, Zumbi , líder do mocambo do Cucaú, assumiu o comando do Quilombo dos Palmares Em 20/11/1695, Zumbi foi morto e sua cabeça exposta A data de sua morte tornou-se o Dia Nacional da Consciência Negra A heróica resistência de Palmares valeu-lhe o apelido de Tróia Negra
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