SlideShare uma empresa Scribd logo
BRASIL COLÔNIA:
OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO/
MINERAÇÃO/
ESCRAVIDÃO.
OCUPAÇÃO
DO
INTERIOR:
• NORDESTE -> fator de ocupação ->
GADO.
– Criação exigia baixos investimentos e
pouca mão de obra.
• Em torno dos rios
São Francisco e
Parnaíba.
• Ocuparam regiões
da Bahia,
Pernambuco, Piauí
e Maranhão.
SUL -> GADO
– Rebanhos
trazidos
pelos
jesuítas.
– Espalhados
pelas regiões
dos pampas,
formaram
rebanhos
selvagens.
AMAZÔNIA -> Busca de especiarias e
drogas do sertão.
– Jesuítas organizavam missões.
– Resinas aromáticas;
condimentos e ervas medicinais.
– Expedições militares visando
preservar a região da presença
de holandeses e franceses.
JESUÍTAS.
• Construíram missões ao longo dos
territórios do Paraguai, Rio Grande
do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato
Grosso do Sul, Amazonas, Pará e
Maranhão.
• Índios aprendiam a ler, escrever,
cantar, plantar e a fé cristã.
• Existiram até a segunda metade do
século XVIII quando Marquês de
Pombal expulsou os Jesuítas das
terras portugueses.
BANDEIRANTES:
• Expedições entre os séculos XVI e XVIII.
– Bandeiras: designa todas as expedições que
tinham o objetivo de explorar o sertão,
formadas a partir da iniciativa particular.
– Entrada: Limita o termo às expedições oficiais
organizadas pela Coroa.
• Bandeirismo de apresamento
(buscavam aprisionar índios)
• Bandeirismo de Prospecção
(buscavam encontrar ouro e pedras
preciosas).
AS BANDEIRAS.
• Sertanismo de contrato: expedições contratadas
para combater tribos indígenas rebeladas e
quilombos.
• Monções: expedições fluviais que transportavam
mercadorias para as regiões de Goiás e Mato
Grosso.
Boa parte dos bandeirantes tinha
origem nos pequenos lavradores que
desejavam mão-de-obra escrava
indígena.
Não prevalecia a riqueza na região
paulista e muito menos o luxo.
Tratados de limites:
• Tratado de Utrecht (1715):
• Entre Portugal e Espanha,
• Estabelecido: Colônia do Sacramento Pertencia a
Portugal.
• Tratado de Madri (1750):
• Passaram a Portugal as terras que antes eram da
Espanha
• Incluindo os Sete Povos das Missões (no atual
Rio Grande do Sul).
• A Colônia do Sacramento passou para o domínio
espanhol.
• Tratado de Santo Ildefonso (1777):
• Portugueses ficariam com a Ilha de Santa Catarina
(invadida naquele ano pelos espanhóis) e os
Espanhóis com os Sete Povos das Missões.
• Tratado de Badajós (1801):
• Portugal receberia por definitivo os Sete Povos das
Missões e reconheceria o direito da Espanha sobre a
Colônia de Sacramento, (atuais limites do extremo
sul).
MINERAÇÃO:
• Entre os anos de 1693 a 1695
pelos bandeirantes.
– Ouro de aluvião:
encontrado no depósito de
areia, argila e cascalho, nas
margens dos rios ou em seu
leito, acumulado pela
erosão.
• A descoberta permitiu um
processo de interiorização da
colonização,
– estimulando o
desenvolvimento dos
núcleos urbanos,
principalmente na Região
Sudeste.
Intendências e Casas de Fundição
cobravam o “quinto”, imposto real
que separava 20% do ouro e o
remetia a Portugal.
Quantia base: 100 arrobas/ano ou
seja, 1,5 tonelada de ouro/ano, em
casos negativos aplicava-se a
Derrama.
Tributos:
Nos séculos XVIII, os contrabandistas de
ouro em pó e pedras preciosas utilizavam
estátuas de santos ocas. O santo era
"recheado" com preciosidades e enviado
para Portugal sem o pagamento dos
impostos.
Santo do pau oco.
ORGANIZAÇÃO
ECONÔMICA: OURO
• Outras áreas eram estimuladas a
produzirem gêneros de abastecimento
para atender às demandas de Minas
Gerais.
– Produção de gado no Sul e no
Nordeste.
• A mineração permitiu o deslocamento do
centro econômico do Nordeste açucareiro
para o Centro-Sul.
– Minas Gerais e Rio de Janeiro se
transformaram nos principais
mercados brasileiros.
SOCIEDADE URBANA, “MÓVEL” E PATERNALISTA.
Na arte barroca predominam as emoções e não o racionalismo da arte renascentista.
É uma época de conflitos espirituais e religiosos. O estilo barroco traduz a tentativa
angustiante de conciliar forças antagônicas: bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e
pecado; alegria e tristeza; paganismo e cristianismo; espírito e matéria.
Características são:
* emocional sobre o racional;
* efeitos decorativos e visuais
* entrelaçamento entre a
arquitetura e escultura;
* violentos contrastes de luz e
sombra;
* pintura com efeitos ilusionistas
ESCRAVIZAÇÃO
AFRICANA
• A escravização foi possível por meio da
estrutura social africana:
– Os cativos importados eram escravizados
na África por africanos. Os reinos
africanos capturavam inimigos, os
escravizavam e vendiam para os
europeus.
– Eram trocados por fumo, aguardente,
tecido e algumas vezes, por armas de
fogo.
Capturados na África em guerras étnicas,
comercializados no litoral com portugueses
nos entrepostos comerciais. Faziam a travessia em navios
chamados de Tumbeiros ou Negreiros
Vendidos em mercados nas principais cidades coloniais
Faziam serviços nas cidades
Faziam serviços nas fazendas
A Lógica do Comércio Atlântico
De Escravizados
Foi preponderante nas
regiões agroexportadoras:
-Nordeste açucareiro (século XVII);
-Região das minas (século XVIII);
Propriedade de escravos era
permitido para qualquer indivíduo
livre.
RESISTÊNCIA: Resistiam de várias maneiras: fugiam e formavam
quilombos, revoltavam-se, assassinavam senhores e feitores, cometiam
suicídio, quebravam instrumentos e ateavam fogo nas fazendas...
“Quilombo” é originário da língua banto, kilombo, e significa povoação ou
fortaleza. Em Angola, os quilombos eram fortificações onde os guerreiros
passavam por rituais de iniciação para o combate e a magia.
Quilombo dos Palmares (1597-1694),
Um espaço de resistência, luta e liberdade para os africanos e afrodescendentes.
Este quilombo foi formado por escravizados de uma fazenda de açúcar em
Pernambuco, que subiram a serra da Barriga, já no estado atual de Alagoas, por
volta de 1597.
No auge Palmares chegou a abrigar 20 mil habitantes,
fato que chamou a atenção das autoridades coloniais que
submeteu a vários ataques, gerando a Guerra dos
Palmares, que foi liderada por Zumbi dos
Palmares contra as autoridades coloniais até 1694
quando foram derrotados após resistir a 42 dias de sítio.
Domingos Jorge Velho, mais tarde, em requerimento
ao rei de Portugal, dizia que o Zumbi fora morto pelo
capitão Furtado de Mendonça, do seu grupo de
bandeirantes, e que topara com o chefe negro a 20 de
novembro de 1695.
Zumbi dos Palmares
@danielbronstrup

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
Douglas Barraqui
 
Povos pré colombianos
Povos pré colombianosPovos pré colombianos
Povos pré colombianos
Nila Michele Bastos Santos
 
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
Nefer19
 
Brasil colônia
Brasil colônia Brasil colônia
Brasil colônia
Elaine Bogo Pavani
 
Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)
Edenilson Morais
 
Conjuração Baiana
Conjuração BaianaConjuração Baiana
Conjuração Baiana
Flávio Silva
 
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma AntigaRevisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Janaína Bindá
 
A mineração no brasil colonial
A mineração no brasil colonialA mineração no brasil colonial
A mineração no brasil colonial
Marilia Pimentel
 
Expansão territorial
Expansão territorialExpansão territorial
Expansão territorial
Edenilson Morais
 
Grandes navegações
Grandes navegaçõesGrandes navegações
Grandes navegações
Fabiana Tonsis
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
Daniel Alves Bronstrup
 
Crise do sistema colonial
Crise do sistema colonialCrise do sistema colonial
Crise do sistema colonial
Edenilson Morais
 
INDEPENDÊNCIA DOS EUA
INDEPENDÊNCIA DOS EUAINDEPENDÊNCIA DOS EUA
INDEPENDÊNCIA DOS EUA
Isabel Aguiar
 
Primeira República
Primeira RepúblicaPrimeira República
Primeira República
isameucci
 
Brasil colônia4 revoltas nativistas
Brasil colônia4 revoltas nativistasBrasil colônia4 revoltas nativistas
Brasil colônia4 revoltas nativistas
dmflores21
 
Primeiro Reinado
Primeiro ReinadoPrimeiro Reinado
Primeiro Reinado
Claudenilson da Silva
 
9. revolução inglesa
9. revolução inglesa9. revolução inglesa
9. revolução inglesa
José Augusto Fiorin
 
Imperialismo e neocolonialismo
Imperialismo e neocolonialismoImperialismo e neocolonialismo
Imperialismo e neocolonialismo
Paulo Alexandre
 
Idade média
Idade médiaIdade média
Idade média
Dirair
 
O Tempo e a História - 6o ano
O Tempo e a História - 6o anoO Tempo e a História - 6o ano
O Tempo e a História - 6o ano
Lucas Degiovani
 

Mais procurados (20)

América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
 
Povos pré colombianos
Povos pré colombianosPovos pré colombianos
Povos pré colombianos
 
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
 
Brasil colônia
Brasil colônia Brasil colônia
Brasil colônia
 
Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)
 
Conjuração Baiana
Conjuração BaianaConjuração Baiana
Conjuração Baiana
 
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma AntigaRevisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
 
A mineração no brasil colonial
A mineração no brasil colonialA mineração no brasil colonial
A mineração no brasil colonial
 
Expansão territorial
Expansão territorialExpansão territorial
Expansão territorial
 
Grandes navegações
Grandes navegaçõesGrandes navegações
Grandes navegações
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
 
Crise do sistema colonial
Crise do sistema colonialCrise do sistema colonial
Crise do sistema colonial
 
INDEPENDÊNCIA DOS EUA
INDEPENDÊNCIA DOS EUAINDEPENDÊNCIA DOS EUA
INDEPENDÊNCIA DOS EUA
 
Primeira República
Primeira RepúblicaPrimeira República
Primeira República
 
Brasil colônia4 revoltas nativistas
Brasil colônia4 revoltas nativistasBrasil colônia4 revoltas nativistas
Brasil colônia4 revoltas nativistas
 
Primeiro Reinado
Primeiro ReinadoPrimeiro Reinado
Primeiro Reinado
 
9. revolução inglesa
9. revolução inglesa9. revolução inglesa
9. revolução inglesa
 
Imperialismo e neocolonialismo
Imperialismo e neocolonialismoImperialismo e neocolonialismo
Imperialismo e neocolonialismo
 
Idade média
Idade médiaIdade média
Idade média
 
O Tempo e a História - 6o ano
O Tempo e a História - 6o anoO Tempo e a História - 6o ano
O Tempo e a História - 6o ano
 

Semelhante a Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.

3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
Daniel Alves Bronstrup
 
3° ano - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 1 c
3° ano  - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 1 c3° ano  - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 1 c
3° ano - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 1 c
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ano - Brasil Colônia - parte 1
2º ano - Brasil Colônia - parte 12º ano - Brasil Colônia - parte 1
2º ano - Brasil Colônia - parte 1
Daniel Alves Bronstrup
 
Brasil: Expansão Territorial 2020
Brasil: Expansão Territorial 2020Brasil: Expansão Territorial 2020
Brasil: Expansão Territorial 2020
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
2° ano E.M. - Brasil Colônia - parte 01
2° ano E.M. - Brasil Colônia - parte 012° ano E.M. - Brasil Colônia - parte 01
2° ano E.M. - Brasil Colônia - parte 01
Daniel Alves Bronstrup
 
Expansão colonial na américa portuguesa
Expansão colonial na américa portuguesaExpansão colonial na américa portuguesa
Expansão colonial na américa portuguesa
Professora Natália de Oliveira
 
Expansão e ocupação territorial
Expansão e ocupação territorialExpansão e ocupação territorial
Expansão e ocupação territorial
Patrícia Sanches
 
Conquista do Sertão
Conquista do SertãoConquista do Sertão
Conquista do Sertão
Kaíne Colodetti
 
Escravidão no brasil
Escravidão no brasilEscravidão no brasil
Escravidão no brasil
Professora Natália de Oliveira
 
HISTÓRIA DE POÇÕES 01 IANN.pdf
HISTÓRIA DE POÇÕES 01 IANN.pdfHISTÓRIA DE POÇÕES 01 IANN.pdf
HISTÓRIA DE POÇÕES 01 IANN.pdf
iannlucaslago1
 
CorrecçãO Ficha
CorrecçãO FichaCorrecçãO Ficha
CorrecçãO Ficha
Hist8
 
Colonização das américas
Colonização das américasColonização das américas
Colonização das américas
harlissoncarvalho
 
Expansão territorial e t. de limites tmp
Expansão territorial e t. de limites tmpExpansão territorial e t. de limites tmp
Expansão territorial e t. de limites tmp
Péricles Penuel
 
colonização amazonia.pptx
colonização amazonia.pptxcolonização amazonia.pptx
colonização amazonia.pptx
JOSEAUGUSTOBRITTO1
 
Brasil expansão territorial
Brasil expansão territorialBrasil expansão territorial
A marcha da colonização da América Portuguesa
A marcha da colonização da América PortuguesaA marcha da colonização da América Portuguesa
A marcha da colonização da América Portuguesa
Isabel Aguiar
 
áFrica negra
áFrica negraáFrica negra
áFrica negra
Ana Sêco
 
Colonização da amazonia
Colonização da amazoniaColonização da amazonia
Colonização da amazonia
Jonas Araújo
 
Introducao do Espaco Geografico Brasileiro
Introducao do Espaco Geografico BrasileiroIntroducao do Espaco Geografico Brasileiro
Introducao do Espaco Geografico Brasileiro
Isabella Silva
 
3° ano - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 2 c
3° ano  - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 2 c3° ano  - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 2 c
3° ano - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 2 c
Daniel Alves Bronstrup
 

Semelhante a Brasil Colônia: Ciclo do Ouro. (20)

3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
 
3° ano - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 1 c
3° ano  - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 1 c3° ano  - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 1 c
3° ano - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 1 c
 
2º ano - Brasil Colônia - parte 1
2º ano - Brasil Colônia - parte 12º ano - Brasil Colônia - parte 1
2º ano - Brasil Colônia - parte 1
 
Brasil: Expansão Territorial 2020
Brasil: Expansão Territorial 2020Brasil: Expansão Territorial 2020
Brasil: Expansão Territorial 2020
 
2° ano E.M. - Brasil Colônia - parte 01
2° ano E.M. - Brasil Colônia - parte 012° ano E.M. - Brasil Colônia - parte 01
2° ano E.M. - Brasil Colônia - parte 01
 
Expansão colonial na américa portuguesa
Expansão colonial na américa portuguesaExpansão colonial na américa portuguesa
Expansão colonial na américa portuguesa
 
Expansão e ocupação territorial
Expansão e ocupação territorialExpansão e ocupação territorial
Expansão e ocupação territorial
 
Conquista do Sertão
Conquista do SertãoConquista do Sertão
Conquista do Sertão
 
Escravidão no brasil
Escravidão no brasilEscravidão no brasil
Escravidão no brasil
 
HISTÓRIA DE POÇÕES 01 IANN.pdf
HISTÓRIA DE POÇÕES 01 IANN.pdfHISTÓRIA DE POÇÕES 01 IANN.pdf
HISTÓRIA DE POÇÕES 01 IANN.pdf
 
CorrecçãO Ficha
CorrecçãO FichaCorrecçãO Ficha
CorrecçãO Ficha
 
Colonização das américas
Colonização das américasColonização das américas
Colonização das américas
 
Expansão territorial e t. de limites tmp
Expansão territorial e t. de limites tmpExpansão territorial e t. de limites tmp
Expansão territorial e t. de limites tmp
 
colonização amazonia.pptx
colonização amazonia.pptxcolonização amazonia.pptx
colonização amazonia.pptx
 
Brasil expansão territorial
Brasil expansão territorialBrasil expansão territorial
Brasil expansão territorial
 
A marcha da colonização da América Portuguesa
A marcha da colonização da América PortuguesaA marcha da colonização da América Portuguesa
A marcha da colonização da América Portuguesa
 
áFrica negra
áFrica negraáFrica negra
áFrica negra
 
Colonização da amazonia
Colonização da amazoniaColonização da amazonia
Colonização da amazonia
 
Introducao do Espaco Geografico Brasileiro
Introducao do Espaco Geografico BrasileiroIntroducao do Espaco Geografico Brasileiro
Introducao do Espaco Geografico Brasileiro
 
3° ano - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 2 c
3° ano  - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 2 c3° ano  - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 2 c
3° ano - Brasil colônia - aula 3 e 4 - apostila 2 c
 

Mais de Daniel Alves Bronstrup

Idade media - Feudalismo.pptx
Idade media - Feudalismo.pptxIdade media - Feudalismo.pptx
Idade media - Feudalismo.pptx
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
3ºano ditadura e democracia no brasil
3ºano ditadura e democracia no brasil3ºano ditadura e democracia no brasil
3ºano ditadura e democracia no brasil
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas
Daniel Alves Bronstrup
 
2ºano - Revolução Francesa
2ºano - Revolução Francesa2ºano - Revolução Francesa
2ºano - Revolução Francesa
Daniel Alves Bronstrup
 
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
Daniel Alves Bronstrup
 
2ano - Inconfidência Mineira
2ano - Inconfidência Mineira2ano - Inconfidência Mineira
2ano - Inconfidência Mineira
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ano - iluminismo
2º ano -  iluminismo2º ano -  iluminismo
2º ano - iluminismo
Daniel Alves Bronstrup
 
1º ano E.M. - Mesopotâmia
1º ano E.M. - Mesopotâmia1º ano E.M. - Mesopotâmia
1º ano E.M. - Mesopotâmia
Daniel Alves Bronstrup
 
Resumão do 3ão - Alta Idade Média
Resumão do 3ão -  Alta Idade MédiaResumão do 3ão -  Alta Idade Média
Resumão do 3ão - Alta Idade Média
Daniel Alves Bronstrup
 
3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
Daniel Alves Bronstrup
 
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
Daniel Alves Bronstrup
 
3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial
Daniel Alves Bronstrup
 
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
Daniel Alves Bronstrup
 
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
Daniel Alves Bronstrup
 
3º ano - Civilização Romana
3º ano - Civilização Romana 3º ano - Civilização Romana
3º ano - Civilização Romana
Daniel Alves Bronstrup
 
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
Daniel Alves Bronstrup
 
3ão - aulas 1 e 2 - 1 C - Brasil Colônia
3ão -  aulas 1 e 2 - 1 C - Brasil Colônia3ão -  aulas 1 e 2 - 1 C - Brasil Colônia
3ão - aulas 1 e 2 - 1 C - Brasil Colônia
Daniel Alves Bronstrup
 

Mais de Daniel Alves Bronstrup (20)

Idade media - Feudalismo.pptx
Idade media - Feudalismo.pptxIdade media - Feudalismo.pptx
Idade media - Feudalismo.pptx
 
2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado
 
3ºano ditadura e democracia no brasil
3ºano ditadura e democracia no brasil3ºano ditadura e democracia no brasil
3ºano ditadura e democracia no brasil
 
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
 
2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas
 
2ºano - Revolução Francesa
2ºano - Revolução Francesa2ºano - Revolução Francesa
2ºano - Revolução Francesa
 
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
 
2ano - Inconfidência Mineira
2ano - Inconfidência Mineira2ano - Inconfidência Mineira
2ano - Inconfidência Mineira
 
2º ano - iluminismo
2º ano -  iluminismo2º ano -  iluminismo
2º ano - iluminismo
 
1º ano E.M. - Mesopotâmia
1º ano E.M. - Mesopotâmia1º ano E.M. - Mesopotâmia
1º ano E.M. - Mesopotâmia
 
Resumão do 3ão - Alta Idade Média
Resumão do 3ão -  Alta Idade MédiaResumão do 3ão -  Alta Idade Média
Resumão do 3ão - Alta Idade Média
 
3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado
 
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
 
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
 
3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial
 
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
 
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
 
3º ano - Civilização Romana
3º ano - Civilização Romana 3º ano - Civilização Romana
3º ano - Civilização Romana
 
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
 
3ão - aulas 1 e 2 - 1 C - Brasil Colônia
3ão -  aulas 1 e 2 - 1 C - Brasil Colônia3ão -  aulas 1 e 2 - 1 C - Brasil Colônia
3ão - aulas 1 e 2 - 1 C - Brasil Colônia
 

Último

cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 

Último (20)

cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 

Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.

  • 1. BRASIL COLÔNIA: OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO/ MINERAÇÃO/ ESCRAVIDÃO.
  • 2. OCUPAÇÃO DO INTERIOR: • NORDESTE -> fator de ocupação -> GADO. – Criação exigia baixos investimentos e pouca mão de obra.
  • 3. • Em torno dos rios São Francisco e Parnaíba. • Ocuparam regiões da Bahia, Pernambuco, Piauí e Maranhão.
  • 4. SUL -> GADO – Rebanhos trazidos pelos jesuítas. – Espalhados pelas regiões dos pampas, formaram rebanhos selvagens.
  • 5. AMAZÔNIA -> Busca de especiarias e drogas do sertão. – Jesuítas organizavam missões. – Resinas aromáticas; condimentos e ervas medicinais. – Expedições militares visando preservar a região da presença de holandeses e franceses.
  • 6. JESUÍTAS. • Construíram missões ao longo dos territórios do Paraguai, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Pará e Maranhão. • Índios aprendiam a ler, escrever, cantar, plantar e a fé cristã. • Existiram até a segunda metade do século XVIII quando Marquês de Pombal expulsou os Jesuítas das terras portugueses.
  • 7. BANDEIRANTES: • Expedições entre os séculos XVI e XVIII. – Bandeiras: designa todas as expedições que tinham o objetivo de explorar o sertão, formadas a partir da iniciativa particular. – Entrada: Limita o termo às expedições oficiais organizadas pela Coroa. • Bandeirismo de apresamento (buscavam aprisionar índios) • Bandeirismo de Prospecção (buscavam encontrar ouro e pedras preciosas).
  • 8. AS BANDEIRAS. • Sertanismo de contrato: expedições contratadas para combater tribos indígenas rebeladas e quilombos. • Monções: expedições fluviais que transportavam mercadorias para as regiões de Goiás e Mato Grosso. Boa parte dos bandeirantes tinha origem nos pequenos lavradores que desejavam mão-de-obra escrava indígena. Não prevalecia a riqueza na região paulista e muito menos o luxo.
  • 9.
  • 10. Tratados de limites: • Tratado de Utrecht (1715): • Entre Portugal e Espanha, • Estabelecido: Colônia do Sacramento Pertencia a Portugal. • Tratado de Madri (1750): • Passaram a Portugal as terras que antes eram da Espanha • Incluindo os Sete Povos das Missões (no atual Rio Grande do Sul). • A Colônia do Sacramento passou para o domínio espanhol. • Tratado de Santo Ildefonso (1777): • Portugueses ficariam com a Ilha de Santa Catarina (invadida naquele ano pelos espanhóis) e os Espanhóis com os Sete Povos das Missões. • Tratado de Badajós (1801): • Portugal receberia por definitivo os Sete Povos das Missões e reconheceria o direito da Espanha sobre a Colônia de Sacramento, (atuais limites do extremo sul).
  • 11.
  • 12. MINERAÇÃO: • Entre os anos de 1693 a 1695 pelos bandeirantes. – Ouro de aluvião: encontrado no depósito de areia, argila e cascalho, nas margens dos rios ou em seu leito, acumulado pela erosão. • A descoberta permitiu um processo de interiorização da colonização, – estimulando o desenvolvimento dos núcleos urbanos, principalmente na Região Sudeste.
  • 13. Intendências e Casas de Fundição cobravam o “quinto”, imposto real que separava 20% do ouro e o remetia a Portugal. Quantia base: 100 arrobas/ano ou seja, 1,5 tonelada de ouro/ano, em casos negativos aplicava-se a Derrama. Tributos: Nos séculos XVIII, os contrabandistas de ouro em pó e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas. O santo era "recheado" com preciosidades e enviado para Portugal sem o pagamento dos impostos. Santo do pau oco.
  • 14.
  • 15. ORGANIZAÇÃO ECONÔMICA: OURO • Outras áreas eram estimuladas a produzirem gêneros de abastecimento para atender às demandas de Minas Gerais. – Produção de gado no Sul e no Nordeste. • A mineração permitiu o deslocamento do centro econômico do Nordeste açucareiro para o Centro-Sul. – Minas Gerais e Rio de Janeiro se transformaram nos principais mercados brasileiros.
  • 16.
  • 18. Na arte barroca predominam as emoções e não o racionalismo da arte renascentista. É uma época de conflitos espirituais e religiosos. O estilo barroco traduz a tentativa angustiante de conciliar forças antagônicas: bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza; paganismo e cristianismo; espírito e matéria. Características são: * emocional sobre o racional; * efeitos decorativos e visuais * entrelaçamento entre a arquitetura e escultura; * violentos contrastes de luz e sombra; * pintura com efeitos ilusionistas
  • 19. ESCRAVIZAÇÃO AFRICANA • A escravização foi possível por meio da estrutura social africana: – Os cativos importados eram escravizados na África por africanos. Os reinos africanos capturavam inimigos, os escravizavam e vendiam para os europeus. – Eram trocados por fumo, aguardente, tecido e algumas vezes, por armas de fogo.
  • 20. Capturados na África em guerras étnicas, comercializados no litoral com portugueses nos entrepostos comerciais. Faziam a travessia em navios chamados de Tumbeiros ou Negreiros Vendidos em mercados nas principais cidades coloniais Faziam serviços nas cidades Faziam serviços nas fazendas A Lógica do Comércio Atlântico De Escravizados
  • 21. Foi preponderante nas regiões agroexportadoras: -Nordeste açucareiro (século XVII); -Região das minas (século XVIII); Propriedade de escravos era permitido para qualquer indivíduo livre.
  • 22. RESISTÊNCIA: Resistiam de várias maneiras: fugiam e formavam quilombos, revoltavam-se, assassinavam senhores e feitores, cometiam suicídio, quebravam instrumentos e ateavam fogo nas fazendas... “Quilombo” é originário da língua banto, kilombo, e significa povoação ou fortaleza. Em Angola, os quilombos eram fortificações onde os guerreiros passavam por rituais de iniciação para o combate e a magia.
  • 23. Quilombo dos Palmares (1597-1694), Um espaço de resistência, luta e liberdade para os africanos e afrodescendentes. Este quilombo foi formado por escravizados de uma fazenda de açúcar em Pernambuco, que subiram a serra da Barriga, já no estado atual de Alagoas, por volta de 1597.
  • 24. No auge Palmares chegou a abrigar 20 mil habitantes, fato que chamou a atenção das autoridades coloniais que submeteu a vários ataques, gerando a Guerra dos Palmares, que foi liderada por Zumbi dos Palmares contra as autoridades coloniais até 1694 quando foram derrotados após resistir a 42 dias de sítio. Domingos Jorge Velho, mais tarde, em requerimento ao rei de Portugal, dizia que o Zumbi fora morto pelo capitão Furtado de Mendonça, do seu grupo de bandeirantes, e que topara com o chefe negro a 20 de novembro de 1695. Zumbi dos Palmares