TÓPICOS SOBRE ENZIMAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA
ENGENHARIA DE ALIMENTOS
Prof. Paulo Duarte Filho
BAGÉ – SETEMBRO/2010
2
EstruturaEstrutura
EnzimáticaEnzimática
Se covalente
Apoenzima ou
Apoproteína
Grupo Prostético
Holoenzima
Cofator
Coenzima
Proteína
Pode ser:
• íon inorgânico
• molécula orgânica
MERCADO GLOBAL DA INDÚSTRIA DE ENZIMAS
- Mercado mundial é estimado em 2,3 bilhões de
dólares anuais:
• indústrias de tecidos e produtos de limpeza;
• indústria de alimentos e bebidas;
• ração animal.
- Brasil: em 2005
• importações chegaram a 31 milhões de dólares;
• exportações a 3 milhões de dólares.
MERCADO GLOBAL DA INDÚSTRIA DE ENZIMAS
Fonte: Dados de 1998
MERCADO GLOBAL DA INDÚSTRIA DE ENZIMAS
- as enzimas mais comercializadas no Brasil foram:
• amilases;
• proteases.
- Mesmo não tendo grande representatividade, o
mercado brasileiro apresenta grande potencialidade –
elevada geração de resíduos agroindustriais.
MERCADO GLOBAL DA INDÚSTRIA DE ENZIMAS
Embrapa e Novozymes buscam enzimas e
microrganismos para agroenergia
 
(Brasília, 29 de junho de 2010) A Embrapa e a Novozymes
discutiram diversos temas para efetivar parcerias de modo
a executar projetos de pesquisa, desenvolvimento e
inovação em agroenergia. Foram discutidas várias
possibilidades de atuação conjunta das empresas,
realizando projetos de exploração de novas fontes de
enzimas e de microrganismos e identificando aplicações
em diferentes aspectos da produção de alimentos, fibras e
biocombustíveis.
MERCADO GLOBAL DA INDÚSTRIA DE ENZIMAS
Aplicação das enzimas
http://www.novozymes.com.br/produtosesolucoes_produtos.htm
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Energia de ativação
Energia mínima necessária para que uma
molécula de reagente ou de substrato alcance o estado
de transição para a partir daí tornar-se uma molécula
de produto.
Diferença entre os níveis de energia do estado
basal e o estado de transição.
Diferença entre
a energia livre
de S e P
Caminho da Reação
Energia de ativação com enzima
Energia
Energia de ativação sem enzima
SS
PP
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Estad
o
basal
Estad
o
basal
 Não alteram o estado de equilíbrio
• diminuem a energia de ativação;
• Keq não é afetado pela enzima.
 Não apresenta efeito termodinâmico global
• ∆G não é afetada pela enzima.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Sítio Ativo
Região da molécula enzimática (bolsão) que
participa da reação com o substrato.
EE ++ SS EE SS EE PP EE ++ PP
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Sítio Ativo
- a molécula que é ligada no sítio ativo e age
sobre a enzima é chamada de substrato;
- a superfície do sítio ativo é revestida com
resíduos de aminoácidos – ligam o substrato catalisam
sua transformação química;
- freqüentemente, o sítio ativo envolve um
substrato, seqüestrando-o completamente da solução.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Sítio Ativo
- Charles-Adolphe Wurtz (1880): primeiro a
propor a existência do complexo enzima-substrato;
- fator chave para ação das enzimas;
- ponto inicial para o tratamento matemático que
define o comportamento cinético das reações
catalisadas por enzimas e para descrição teórica dos
mecanismos enzimáticos.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Sítio Ativo
• Pode possuir componentes não protéicos:
cofatores.
• Possui aminoácidos auxiliares e de contato.
Coenzima: molécula orgânica
complexa. Ex:NAD+
HOLOENZIMA
Porção protéica
APOENZIMA
Grupamento
prostético
Ativador:Íons inorgânicos que
condicionam a ação catalítica das
enzimas. Fe²+
Cofator
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Cofator
• Algumas enzimas que contêm ou necessitam de
um cofator para demonstrar sua atividade.
ENZIMA COFATOR
PEROXIDASE Fe+2
ou Fe+3
CATALASE
CITOCROMO OXIDASE Cu+2
ÁLCOOL DESIDROGENASE Zn+2
HEXOQUINASE Mg+2
UREASE Ni+2
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Coenzimas
• Maioria deriva de vitaminas hidrossolúveis
Classificam-se em:
- transportadoras de hidrogênio
- transportadoras de grupos químicos
TRANSPORTADORAS DE HIDROGÊNIO
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Coenzimas
TRANSPORTADORAS DE GRUPOS QUÍMICOS
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Teorias propostas para explicar a ação enzimática
Teoria de Emil Fisher (1894): o alto grau de
especificidade originou a hipótese do modelo “chave
fechadura” – enzima possui uma região complementar
a estrutura do substrato em tamanho, forma e
natureza química.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Teorias propostas para explicar a ação enzimática
Pesquisas mostraram que esta teoria às vezes não
é a mais adequada ou entra em conflito com
dados experimentais.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Teorias propostas para explicar a ação enzimática
Teoria de Daniel Koshland (1958):chamado de
“enzima flexível” ou do ajuste induzido – a ligação do
substrato induz a uma mudança conformacional na
enzima que resulta em um encaixe complementar
depois que o substrato é ligado.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Teorias propostas para explicar a ação enzimática
Permitiu a explicação de alguns fatos que não eram
contemplados pelo modelo chave-fechadura.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Dentre os fatos que levaram a proposição da teoria do
ajuste induzido, pode-se destacar:
• centro catalítico ou centro ativo: constituído por
grupos funcionais dos aminoácidos que estruturam as
proteínas na zona catalítica;
• número de grupos funcionais envolvidos na catálise
costuma ser pequeno;
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Dentre os fatos que levaram a proposição da teoria do
ajuste induzido, pode-se destacar:
• complexo instável E-S: a estrutura química do
substrato deve ser compatível com grupos ativos da
enzima;
• nem sempre a ação catalítica depende da molécula
como um todo, ás vezes depende somente da parte
associada ao centro ativo.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Sendo assim, a teoria propõe:
a) deve ocorrerem mudanças consideráveis na
geometria da proteína quando o substrato se liga ao
centro ativo;
b) deve ser necessária uma orientação do
grupo catalítico para que a transformação ocorra;
c) o substrato deve induzir sua própria
orientação pela mudança na geometria, o que facilita
a ligação ao centro ativo.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
As principais evidências experimentais desta teoria
são:
a) mudanças no centro ativo em ligação com o
substrato;
b) mudanças na reatividade dos do sítio
catalítico;
c) mudanças na fluorescência e absorbância
dos grupos;
d) mudanças demonstráveis por medidas
termodinâmicas.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
- Nem todos os complexos enzima-substrato formados
originam um determinado produto;
- Substrato se liga ao sítio ativo de maneira incorreta;
- formação de intermediários covalentes entre a
enzima e o substrato:
a) formam intermediários covalentes: número
de posições – enzima e substrato;
b) não formam intermediários covalentes.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Por que as enzimas possuem a capacidade de
aumentar a velocidade das reações em ordens
de 108
a 1020
vezes???
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Principais razões:
1) a enzima se liga ao substrato de modo que a
ligação susceptível está:
- estreita proximidade ao grupo catalítico
no sítio ativo;
- orientada de tal maneira em relação ao
grupo catalítico que o estado de transição é formado
facilmente.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
Principais razões:
2) formação de intermediários covalentes
instáveis: sofrem a reação mais rapidamente para
formação de produtos – catálise ácido-básica
As enzimas possuem grupamentos que podem agir
como ácido ou como base – amínicos, carboxílicos,
fenólicos, hidroxílicos, entre outros.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
3) algumas enzimas podem atuar como
catalisadores nucleofílicos e eletrofílicos;
4) enzima pode induzir uma distorção ou tensão
em ligações susceptíveis da molécula do substrato –
torna mais fácil o rompimento da ligação.
MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA
- Não se sabe ao certo como determinar
quantitativamente a influência de cada fator no
aumento da velocidade de reação;
- Mas sim uma combinação específica de fatores é a
responsável pela aceleração global da reação –
característica dos seres vivos – simultaneidade de
reações e efeitos.

Enzimas

  • 1.
    TÓPICOS SOBRE ENZIMAS UNIVERSIDADEFEDERAL DO PAMPA ENGENHARIA DE ALIMENTOS Prof. Paulo Duarte Filho BAGÉ – SETEMBRO/2010
  • 2.
    2 EstruturaEstrutura EnzimáticaEnzimática Se covalente Apoenzima ou Apoproteína GrupoProstético Holoenzima Cofator Coenzima Proteína Pode ser: • íon inorgânico • molécula orgânica
  • 3.
    MERCADO GLOBAL DAINDÚSTRIA DE ENZIMAS - Mercado mundial é estimado em 2,3 bilhões de dólares anuais: • indústrias de tecidos e produtos de limpeza; • indústria de alimentos e bebidas; • ração animal. - Brasil: em 2005 • importações chegaram a 31 milhões de dólares; • exportações a 3 milhões de dólares.
  • 4.
    MERCADO GLOBAL DAINDÚSTRIA DE ENZIMAS Fonte: Dados de 1998
  • 5.
    MERCADO GLOBAL DAINDÚSTRIA DE ENZIMAS - as enzimas mais comercializadas no Brasil foram: • amilases; • proteases. - Mesmo não tendo grande representatividade, o mercado brasileiro apresenta grande potencialidade – elevada geração de resíduos agroindustriais.
  • 6.
    MERCADO GLOBAL DAINDÚSTRIA DE ENZIMAS Embrapa e Novozymes buscam enzimas e microrganismos para agroenergia   (Brasília, 29 de junho de 2010) A Embrapa e a Novozymes discutiram diversos temas para efetivar parcerias de modo a executar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em agroenergia. Foram discutidas várias possibilidades de atuação conjunta das empresas, realizando projetos de exploração de novas fontes de enzimas e de microrganismos e identificando aplicações em diferentes aspectos da produção de alimentos, fibras e biocombustíveis.
  • 7.
    MERCADO GLOBAL DAINDÚSTRIA DE ENZIMAS Aplicação das enzimas http://www.novozymes.com.br/produtosesolucoes_produtos.htm
  • 8.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Energia de ativação Energia mínima necessária para que uma molécula de reagente ou de substrato alcance o estado de transição para a partir daí tornar-se uma molécula de produto. Diferença entre os níveis de energia do estado basal e o estado de transição.
  • 9.
    Diferença entre a energialivre de S e P Caminho da Reação Energia de ativação com enzima Energia Energia de ativação sem enzima SS PP MECANISMO DE AÇÃO ENZIMÁTICA Estad o basal Estad o basal  Não alteram o estado de equilíbrio • diminuem a energia de ativação; • Keq não é afetado pela enzima.  Não apresenta efeito termodinâmico global • ∆G não é afetada pela enzima.
  • 10.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Sítio Ativo Região da molécula enzimática (bolsão) que participa da reação com o substrato. EE ++ SS EE SS EE PP EE ++ PP
  • 11.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Sítio Ativo - a molécula que é ligada no sítio ativo e age sobre a enzima é chamada de substrato; - a superfície do sítio ativo é revestida com resíduos de aminoácidos – ligam o substrato catalisam sua transformação química; - freqüentemente, o sítio ativo envolve um substrato, seqüestrando-o completamente da solução.
  • 12.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Sítio Ativo - Charles-Adolphe Wurtz (1880): primeiro a propor a existência do complexo enzima-substrato; - fator chave para ação das enzimas; - ponto inicial para o tratamento matemático que define o comportamento cinético das reações catalisadas por enzimas e para descrição teórica dos mecanismos enzimáticos.
  • 13.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Sítio Ativo • Pode possuir componentes não protéicos: cofatores. • Possui aminoácidos auxiliares e de contato. Coenzima: molécula orgânica complexa. Ex:NAD+ HOLOENZIMA Porção protéica APOENZIMA Grupamento prostético Ativador:Íons inorgânicos que condicionam a ação catalítica das enzimas. Fe²+ Cofator
  • 14.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Cofator • Algumas enzimas que contêm ou necessitam de um cofator para demonstrar sua atividade. ENZIMA COFATOR PEROXIDASE Fe+2 ou Fe+3 CATALASE CITOCROMO OXIDASE Cu+2 ÁLCOOL DESIDROGENASE Zn+2 HEXOQUINASE Mg+2 UREASE Ni+2
  • 15.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Coenzimas • Maioria deriva de vitaminas hidrossolúveis Classificam-se em: - transportadoras de hidrogênio - transportadoras de grupos químicos TRANSPORTADORAS DE HIDROGÊNIO
  • 16.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Coenzimas TRANSPORTADORAS DE GRUPOS QUÍMICOS
  • 17.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Teorias propostas para explicar a ação enzimática Teoria de Emil Fisher (1894): o alto grau de especificidade originou a hipótese do modelo “chave fechadura” – enzima possui uma região complementar a estrutura do substrato em tamanho, forma e natureza química.
  • 18.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Teorias propostas para explicar a ação enzimática Pesquisas mostraram que esta teoria às vezes não é a mais adequada ou entra em conflito com dados experimentais.
  • 19.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Teorias propostas para explicar a ação enzimática Teoria de Daniel Koshland (1958):chamado de “enzima flexível” ou do ajuste induzido – a ligação do substrato induz a uma mudança conformacional na enzima que resulta em um encaixe complementar depois que o substrato é ligado.
  • 20.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Teorias propostas para explicar a ação enzimática Permitiu a explicação de alguns fatos que não eram contemplados pelo modelo chave-fechadura.
  • 21.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Dentre os fatos que levaram a proposição da teoria do ajuste induzido, pode-se destacar: • centro catalítico ou centro ativo: constituído por grupos funcionais dos aminoácidos que estruturam as proteínas na zona catalítica; • número de grupos funcionais envolvidos na catálise costuma ser pequeno;
  • 22.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Dentre os fatos que levaram a proposição da teoria do ajuste induzido, pode-se destacar: • complexo instável E-S: a estrutura química do substrato deve ser compatível com grupos ativos da enzima; • nem sempre a ação catalítica depende da molécula como um todo, ás vezes depende somente da parte associada ao centro ativo.
  • 23.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Sendo assim, a teoria propõe: a) deve ocorrerem mudanças consideráveis na geometria da proteína quando o substrato se liga ao centro ativo; b) deve ser necessária uma orientação do grupo catalítico para que a transformação ocorra; c) o substrato deve induzir sua própria orientação pela mudança na geometria, o que facilita a ligação ao centro ativo.
  • 24.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA As principais evidências experimentais desta teoria são: a) mudanças no centro ativo em ligação com o substrato; b) mudanças na reatividade dos do sítio catalítico; c) mudanças na fluorescência e absorbância dos grupos; d) mudanças demonstráveis por medidas termodinâmicas.
  • 25.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA - Nem todos os complexos enzima-substrato formados originam um determinado produto; - Substrato se liga ao sítio ativo de maneira incorreta; - formação de intermediários covalentes entre a enzima e o substrato: a) formam intermediários covalentes: número de posições – enzima e substrato; b) não formam intermediários covalentes.
  • 26.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Por que as enzimas possuem a capacidade de aumentar a velocidade das reações em ordens de 108 a 1020 vezes???
  • 27.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Principais razões: 1) a enzima se liga ao substrato de modo que a ligação susceptível está: - estreita proximidade ao grupo catalítico no sítio ativo; - orientada de tal maneira em relação ao grupo catalítico que o estado de transição é formado facilmente.
  • 28.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA Principais razões: 2) formação de intermediários covalentes instáveis: sofrem a reação mais rapidamente para formação de produtos – catálise ácido-básica As enzimas possuem grupamentos que podem agir como ácido ou como base – amínicos, carboxílicos, fenólicos, hidroxílicos, entre outros.
  • 29.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA 3) algumas enzimas podem atuar como catalisadores nucleofílicos e eletrofílicos; 4) enzima pode induzir uma distorção ou tensão em ligações susceptíveis da molécula do substrato – torna mais fácil o rompimento da ligação.
  • 30.
    MECANISMO DE AÇÃOENZIMÁTICA - Não se sabe ao certo como determinar quantitativamente a influência de cada fator no aumento da velocidade de reação; - Mas sim uma combinação específica de fatores é a responsável pela aceleração global da reação – característica dos seres vivos – simultaneidade de reações e efeitos.