O documento discute as diferenças entre estrito cumprimento de dever legal e exercício regular de direito. Argumenta que embora parecidos, eles se referem a situações distintas, com dever implicando obrigação e direito implicando liberdade. Também discute o uso de "ofendículas" para proteger propriedade, argumentando que pode ser considerado exercício regular do direito de propriedade desde que não haja excesso.