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Profº. Jesiel Vilar
Sexualidade
- A sexualidade, no ser humano, possui um
longo desenvolvimento e tem seu início desde o
nascimento;
- “Sexualidade não é sinônimo de relação sexual. Sexualidade é
a energia que motiva a encontrar o amor, o contato e a
intimidade e se expressa na forma de sentir, nos movimentos
das pessoas, e como estas tocam e são tocadas”;
- A sexualidade influencia pensamentos,
sentimentos, comportamentos e interações;
- Depende da pessoa, das suas
características genéticas, das da educação
familiar, das interações ambientais, das
condições socioculturais, etc;
- É na adolescência que se evidenciam os
comportamentos socioafetivos e sexuais.
Saída da Infância
Meninas:
Menstruação
Emoções despertadas:
-Angústia e culpa;
- Experiências desejadas e, portanto, motivo de orgulho.
Meninos:
Primeira ejaculação
Características da Sexualidade
-Por volta dos 11 – 12 anos, o adolescente está mais voltado
para si mesmo, para o seu corpo;
-O despertar da masturbação: essa prática proporciona um
conhecimento do corpo;
- Mitos sobre a masturbação;
-A masturbação faz parte do
desenvolvimento normal;
- Entrar em contato com o corpo modificado
é algo que, quase sempre, causa desconforto
e estranheza;
- Com a intensa excitação, característica da
adolescência, sintomas como medos e fobias
podem aparecer;
-A relação de amizade com os amigos do mesmo sexo é uma
forma de proteger-se do contato com o sexo oposto, que é
muito desejado, mas muito temido também;
-O adolescente pode ter fantasias ou contato com pessoas do
mesmo sexo;
- Por volta dos 15 anos, o adolescente começa a definir sua
inclinação sexual;
- A masturbação ainda está presente, mas possui outras
características, pois já é acompanhada de fantasias com
outras pessoas;
-O adolescente volta-se, geralmente,
para o amor heterossexual;
- São frequentes as paixões platônicas;
-A pornografia, o uso de álcool ou drogas pode ser alvo de
interesse dos adolescentes;
-As relações em grupo podem acontecer em meio a
sentimentos de inveja, ódio, competição e traição;
- Para alguns adolescentes ocorrem as
primeiras relações sexuais:
1. Os meninos tendem a espalhar a notícia;
2. As meninas ‘rendem-se’ a essa situação.
- Há um afloramento da criatividade, do otimismo, do desejo
de justiça...
- No final da adolescência, o jovem está mais independente,
não precisa tanto do grupo e está à procura de um(a)
parceiro(a), com uma capacidade maior de desenvolver a
ternura e o cuidado com o objeto amoroso;
- Há uma tendência a ir substituindo a
masturbação pela relação sexual com
um(a) parceiro(a);
- Surgem os primeiros interesses sexuais e
o início de relações íntimas (ficar,
namorar, transar);
- A perda da virgindade ainda é um marco importante para os
jovens;
-A virgindade pode ser vivenciada com orgulho ou com culpa
excessiva, de acordo com a educação e tradição da família;
Iniciação Sexual Precoce
- Idade média da primeira relação sexual:
1. Ocorre entre 15 e 16 anos para os homens;
2. Para as mulheres ocorre aos 17 anos.
- O início cada vez mais precoce da atividade sexual pode
expor os adolescentes a risco aumentado de infecções por
doenças sexualmente transmissíveis, a gravidezes indesejadas
e a abusos sexuais;
- Há um grande desconhecimento sobre relações sexuais.
Sexo na Adolescência
- Adolescentes que apresentam vida sexual ativa:
 14% dos jovens entre 11 e 14 anos;
 44% dos jovens entre 15 e 17;
 72% dos jovens acima dos 18 anos.
Valores que colocam o adolescente em risco
-Valores machistas pregam que o
homem "normal" é aquele que tem
relações sexuais com o maior número
de parceiras;
-É falta de virilidade deixar de ter relações sexuais com
mulheres que se mostram disponíveis;
-A noção de onipotência, típica dos adolescentes, os leva a
acreditarem que jamais vão contrair doenças sexuais e que
estão imunes a uma gravidez não planejada;
- O uso da camisinha muitas vezes está
associado à diminuição do prazer, tornando-
a alvo de preconceitos e rejeição quanto à
utilização;
-Mesmo sendo a monogamia a norma mais recomendada
socialmente, grande parte dos adolescentes buscam sexuais
com vários(as) parceiros(as) ao mesmo tempo;
-Há um apelo sexual frequente e precoce, veiculado pela mídia,
que expõe os jovens a situações ainda não bem compreendidas
por eles.
Comunicação entre pais e adolescentes
sobre sexualidade
Glauco. Doçura. Out./1987. p. 80.
Há um grande déficit na Educação Sexual...
“Falar de sexualidade,
Não se reduz a falar de sexo.
É falar de emoções,
De sensações,
De sentimentos,
De amor!”
Educação sexual
profº Jesiel vilar
Educação sexual, o que é?
Educação sexual é o ensino sobre a anatomia, a
psicologia e aspectos comportamentais relacionados à
reprodução humana. Costuma ter, como principal público
alvo, os adolescentes, visando à construção de uma vida
sexual saudável e a prevenir problemas como a gravidez
indesejada, as doenças sexualmente transmissíveis, abuso
sexual. "A discussão acerca da sexualidade no contexto da
educação envolve a prática de projetos abrangentes que visam
oferecer espaços para reflexões emancipatórias relacionadas
aos fenômenos afetivos e sexuais. Do caráter informativo até a
problematização da sexualidade e do gênero, a educação
sexual é disciplina em evidência na contemporaneidade por
sua necessidade histórica, política, social e humana“.
Histórico
As discussões sobre a inclusão de temáticas relativas à
sexualidade humana no currículo das escolas de ensino fundamental e
médio vem se intensificando desde a década de 1970. Acredita se que
isso se deu provavelmente em função das mudanças comportamentais
dos jovens dos anos 1960, mas principalmente pelas cobranças por parte
dos movimentos feministas e de grupos que pregavam o controle da
natalidade. Com diferentes enfoques, há registros de discussões e de
trabalhos em escolas desde a década de 1920. Especificamente no caso
do Brasil, a retomada contemporânea dessa questão deu-se juntamente
com os movimentos sociais que propunham, com a abertura política
(1974-1988), repensar, de forma crítica, o papel da escola e dos
conteúdos por ela trabalhados. Mesmo assim, as ações práticas, tanto na
rede pública como na rede privada de ensino, não foram muitas.
Histórico
A partir de meados dos anos 1980, a demanda por trabalhos na
área da sexualidade nas escolas aumentou em virtude da preocupação
dos educadores e de toda a população com o grande crescimento da
incidência de gravidez indesejada entre as adolescentes e principalmente
com o risco crescente da infecção pelo vírus da imunodeficiência
humana entre os jovens. Acreditava-se, a princípio, que as famílias
apresentavam receio quanto à essa abordagem no âmbito escolar, mas
atualmente é reconhecido a importância dessas questões para as crianças
e jovens dentro da escola, como também facilita a abertura sobre esse
assunto em casa.
Abordagem religiosa tradicional
Possui as seguintes características: liga a vivência da
sexualidade ao amor de Deus e à submissão às normas
religiosas oficiais;
• tem, como metas básicas, a preservação dos
valores morais cristãos e o desenvolvimento da
vida espiritual;
• vincula o sexo ao amor pelo parceiro, ao
casamento e à procriação;
• encara o casamento e a virgindade/castidade como
os dois únicos modos de viver a aliança com Deus;
Abordagem religiosa tradicional
• valoriza a informação de conteúdos específicos da
sexualidade (encarando-a, porém, como uma meta
secundária);pode estar comprometido com uma educação
para o pudor. A preocupação da abordagem religiosa é a
formação cristã dos indivíduos, sendo que os católicos
seguem as orientações oficiais da Igreja Católica e os
protestantes, cada denominação a seu modo, a
interpretação literal da Bíblia.
Abordagem política religiosa
libertadora
Apresenta as seguintes características: liga a vivência da sexualidade
ao amor a Deus e ao próximo; tem, como metas básicas, a
conservação dos princípios cristãos fundamentais, o desenvolvimento
da vida espiritual e a consciencialização do cristão para a participação
na transformação social;
• valoriza a informação de conteúdos, num contexto de debate,
para, através da discussão da sexualidade, levar à tomada de
consciência da cidadania; vê, de maneira crítica, as normas
oficiais da Igreja sobre a sexualidade e procura levar o cristão
a ser sujeito de sua sexualidade, com liberdade, consciência e
responsabilidade;
• • vê a educação sexual como um ato político, ou seja, como uma
atitude de engajamento com a transformação social
Abordagem política
Possui as seguintes características:
• orienta para o resgate do género, do erótico e do prazer na vida
das pessoas; ajuda a compreender (ou alerta para a importância
de se compreender) como as normas sexuais foram construídas
socialmente;
• considera importante o fornecimento de informações e a auto
repressão; propicia questionamentos filosóficos e ideológicos (ou
mostra a importância desses questionamentos);
• encara a questão sexual com uma questão ligada diretamente ao
contexto social, influenciando e sendo influenciada por este;
• dá ênfase à participação em lutas coletivas para transformações
sociais;
Abordagem política
• considera importantes as mudanças de valores, atitudes e
preconceitos sexuais do indivíduo para o alcance de sua
libertação e realização sexual. Porém, isto é encarado como
um meio para se chegar a novos valores sexuais, que
possibilitem a vivência de uma sexualidade com liberdade e
responsabilidade, em nível não apenas do indivíduo, mas da
sociedade como um todo.
Relação sexual humana
' O ato sexual existe para conduzir os gametas masculinos,
espermatozoides, ao encontro do gameta feminino - o óvulo. No entanto,
o sexo é praticado também como ato de amor entre casais ao invés de ser
puramente um ato reprodutivo, como ocorre com outras espécies de
animais. O planejamento familiar, como adotado em alguns países como
a República Popular da China, é um importante posicionamento para o
bem-estar das famílias e para o bom desenvolvimento dos filhos. As
grandes proles poderão ser acompanhadas de grandes problemas, seja no
aspecto do orçamento econômico-financeiro das famílias seja no aspecto
da educação dessas crianças. É muito mais saudável e recomendável ter
poucos filhos bem criados do que ter uma grande prole sofrendo com
miséria, desinformação e falta de educação, porque, para se educar bem
os filhos, se exige dispêndio de recursos financeiros e tempo por parte
dos progenitores.
Relação sexual humana
' Pelo aspecto biológico, a reprodução consiste basicamente na
inoculação do esperma no interior da vagina da parceira. Esse ato em si,
sob condições normais, leva à fecundação do óvulo e à consequente
gravidez da mulher. Os métodos anticoncepcionais ou contraceptivos
são diversos e devem ser conhecidos para que a pessoa possa optar por
um ou dois que considere menos prejudicial à saúde e/ou a que a pessoa
melhor se adapte. É uma questão de preferência pessoal. Sabemos que
métodos antigos como a velha lavagem vaginal após o coito não são
confiáveis em termos de proteção anticoncepcional, o que obriga a
adoção de outro método cientificamente comprovado como seguro.
Sexo
Sexo é o conjunto de características estruturais e
funcionais segundo os quais um ser vivo é classificado
como macho ou fêmea, com alguns indivíduos sendo
classificados como intersexo. A reprodução sexual envolve
a combinação e a mistura de características genéticas:
células especializadas conhecidas como gametas se
combinam para formar descendentes que herdam traços de
cada pai. Os gâmetas podem ser idênticos em forma e
função (conhecido como isogamia), mas em muitos casos,
uma assimetria evoluiu de tal modo que dois tipos
específicos de sexo de gametas (heterogametas) passaram a
existir (conhecido como anisogamia).
Sexo
Entre os seres humanos e outros mamíferos, os
machos normalmente carregam cromossomos XY,
enquanto que as fêmeas normalmente carregam
cromossomos XX, o que são parte do sistema XY de
determinação do sexo. Outros animais têm um sistema de
determinação do sexo também, tal como o sistema de
determinação do sexo ZW em aves e o sistema de
determinação do sexo XO em insetos
Sexo
Os gametas produzidos por um organismo são determinados
pelo seu sexo: machos produzem gametas masculinos
(espermatozoides em animais; pólen em plantas), enquanto
as fêmeas produzem gametas femininos (óvulos, ou células
de ovos); organismos individuais que produzem ambos os
gametas masculino e feminino são denominados
hermafroditas. Frequentemente, as diferenças físicas estão
associadas aos diferentes sexos de um organismo; este
dimorfismo sexual pode refletir as diferentes pressões
reprodutivas que os sexos experimentam. Por exemplo, a
escolha do companheiro e a seleção sexual pode acelerar a
evolução das diferenças físicas entre os sexos.
Os sexos
Normalmente, uma espécie tem dois sexos -- masculino e
feminino -- e diferenciação sexual ocorre na forma de
gametas respectivamente masculinos e femininos. O sexo
feminino é definido como aquele que produz o gâmeta
(ou gameta) feminino, que é uma célula reprodutiva
maior e geralmente imóvel (o óvulo ou ovogônia). O
sexo masculino é definido como o que produz o gameta
masculino, que é uma célula reprodutiva menor
denominada espermatozoide ou espermatogônia. Cada
gameta possui a metade do número de cromossomos
daquela espécie.
Os sexos
Quando uma mesma criatura possui simultaneamente
órgãos masculino e feminino, ela é definida como
hermafrodita. Quando os indivíduos de uma espécie não
possuem características sexuais claramente definidas,
dizemos que o sexo é indiferenciado. A palavra sexo
também é usada para se referir aos órgãos sexuais, à
relação sexual (os atos físicos relacionados com a
reprodução sexuada) e outros comportamentos da
sexualidade.
Diferenças sexuais
Diferenças sexuais
Nas espécies com sexo diferenciado, os órgãos sexuais
(ou genitálias) são diferentes e produzem gâmetas
diferentes. Estes órgãos podem estar separados em
indivíduos diferentes e então a espécie chama-se dioica,
como acontece normalmente nos mamíferos, ou
encontrarem-se no mesmo indivíduo, como acontece na
maior parte das plantas verdes; nesse caso, a espécie
denomina-se monoica. Os animais de espécies monoicas
são também denominados hermafroditas.
Diferenças sexuais
Em muitas espécies dioicas, para além da presença de
órgãos sexuais diferentes, também chamados "caracteres
sexuais primários", pode haver outras diferenças
exteriores nos indivíduos, tais como diferentes cores da
plumagem na maior parte das aves, ou a presença de
mamas desenvolvidas nas fêmeas e sua ausência nos
machos, como acontece nos mamíferos (os "caracteres
sexuais secundários"). Quando isto acontece, diz-se que a
espécie exibe dimorfismo sexual.
Diferenças sexuais
Entre os mamíferos, aves e várias outras espécies,
o sexo é determinado pelos cromossomas sexuais,
chamados X e Y nos mamíferos e Z e W nas aves.
Normalmente, os machos apresentam um de cada (XY),
enquanto fêmeas têm dois cromossomos X (XX). Todos
os indivíduos possuem pelo menos um cromossoma X, e
o cromossoma Y é geralmente mais curto que o
cromossoma X com o qual é emparelhado, e está
ausente em algumas espécies, o que acarreta algumas
variações consideráveis. Para além da reprodução
sexuada, existe ainda a reprodução assexuada, que não
envolve o processo de fecundação.
Diferenças sexuais
Em seres nos quais não se distingue fêmea e
macho, existem outras formas de multiplicação do
organismo, através de processos como: gemulação,
bipartição, fragmentação, esporulação e outros.
Também conhecido como 5 contra 1, ou cabeça de galo.
Sexo e sexualidade são a mesma
coisa?
Viver a sexualidade é uma escolha e um direito que cada pessoa
tem. Mas, se liga! Isso tem que acontecer de forma prazerosa, saudável
e respeitosa.
Sexo, sexualidade... Tudo a mesma coisa! Certo? Não
exatamente... Vamos começar pelo sexo. Calma, pela palavra sexo! Um
dos sentidos desta palavra está relacionado ao ato sexual e aos
prazeres do corpo. Outro sentido diz respeito às características
biológicas, que definem as pessoas como sendo do sexo feminino ou do
sexo masculino. Bebês com pênis são do sexo masculino e bebês com
vagina são do sexo feminino. Dito o que a palavra sexo significa,
passemos a sexualidade. Segundo a Organização Mundial de Saúde
(OMS), é uma necessidade básica e um aspecto do ser humano que não
pode ser separado de outros aspectos de sua vida. Por isso, sexualidade
não é só relação sexual, não se limita a transar e a ter ou não orgasmos.
Sexualidade é muito mais do que isso.
Sexo e sexualidade são a mesma
coisa?
Ela se refere às preferências e experiências sexuais, à descoberta
da identidade e atividade sexual. É o que motiva uma pessoa a buscar
contato físico e afetivo e intimidade com outra. Sendo assim, ela se
expressa na forma de sentir, de as pessoas se tocarem e serem tocadas.
Mas também não é só isso! Além do corpo, a sexualidade envolve a
história, os costumes, as relações afetivas e a cultura de cada pessoa e
de cada época. Viver a sexualidade é uma escolha e um direito que cada
pessoa tem. Mas, se liga! Isso tem que acontecer de forma prazerosa,
saudável e respeitosa. Por isso, voltando ao sexo propriamente dito... É
importante avaliar se você está realmente a fim de manter relações
sexuais, afinal de contas “fazer por fazer” ou porque todos os amigos e
amigas já fizeram. Você também tem o direito de dizer não! Outra coisa
fundamental é ter informações corretas sobre como se prevenir das
DST/aids e as formas de evitar uma gravidez não planejada. Por isso,
conhecer os métodos contraceptivos é tão importante!
Contato sexual
Contato ou relação sexual é qualquer aproximação íntima que
envolva os órgãos sexuais das pessoas.
Dessa forma, ao contrário do que muitas pessoas pensam,
diversas práticas que não necessariamente envolvem a penetração
vaginal são consideradas relação sexual. Exemplos: pênis-boca, pênis-
vulva, pênis-ânus, vulva-vulva, entre outras possibilidades.
Por outro lado, há o sexo sem penetração, que consiste na
estimulação sexual, geralmente com as mãos, sem troca de fluidos
corporais, que as pessoas não trocam fluidos corporais.
Do ponto de vista da saúde, é importante diferenciar a relação ou
contato sexual do sexo sem penetração. Isto porque esta última
modalidade é considerada uma atividade mais segura no que diz respeito
à transmissão de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), e à
gravidez..
Contato sexual
Assim, o contato sexual desprotegido pode favorecer a
contaminação por AIDS, HPV, candidíase, entre outras enfermidades.
Para garantir uma vida sexual saudável é necessário o uso da camisinha
masculina ou feminina durante as relações sexuais. Essa é a única
maneira de prevenir as ISTs. Contato sexual a gravidez poderá ocorrer
caso haja contato entre o pênis e a vagina, vulva ou região próxima. Para
evitar uma não planejada, é recomendado o uso da camisinha. É preciso
lembrar que o líquido liberado pelo pênis antes da ejaculação pode
conter espermatozoides. Dessa forma, apenas o uso correto da camisinha
(desde o início da relação) pode ser considerado seguro. Existem outros
métodos contraceptivos que podem ser utilizados conjuntamente com a
camisinha para diminuir as chances de uma gravidez não planejada
Relação sexual
Relação sexual se refere a uma ampla variedade de
comportamentos entre indivíduos voltados para a obtenção
de prazer erótico de pelo menos um dos membros
envolvidos independente de haver penetração, orgasmo e
fins reprodutivos. Para isso é feita a estimulação de uma ou
mais zonas erógenas, como seios, vagina e pênis. Outros
animais, além dos humanos, também praticam sexo sem
fins reprodutivos. Para os bonobos, a relação sexual é uma
forma de expressar carinho e intimidade entre os membros
de sua sociedade. Golfinhos e pinguins já foram
observados fazendo sexo sem fins reprodutivos, inclusive
em relações homossexuais.
O que acontece com nosso corpo
durante o sexo?
Não é de hoje que a ciência se concentra em trazer à tona as
respostas que o corpo tem ao sexo. Na verdade, lá na década de 1960, os
pesquisadores William Masters e Virginia Johnson inventaram o termo
"ciclo de resposta sexual", que descreve o que acontece no corpo humano
durante essa prática. Esse ciclo diz respeito a quatro fases. A primeira
fase é chamada de Excitação, em que o coração bate mais rápido e a
respiração fica mais pesada. Além disso, a pele pode ficar vermelha. O
sangue flui para os órgãos genitais e os músculos de todo o corpo ficam
tensos. Já a segunda fase é o Platô, onde as mudanças no corpo se
intensificam e a respiração, os batimentos cardíacos e a pressão arterial
aumentam, assim como a tensão muscular, que aumenta ainda mais.
O que acontece com nosso corpo
durante o sexo?
A terceira fase desse ciclo é chamada de Orgasmo, onde a
excitação sexual atinge seu ápice, com direito a uma série de contrações
musculares intensas enquanto seu corpo libera a tensão. Os músculos das
genitálias se contraem. A última fase consiste na resolução, onde se gasta
energia reprimida, o corpo retorna ao seu estado pré-sexual e a respiração
se acalma. Os músculos relaxam e os órgãos sexuais voltam ao tamanho
e cor originais. As pessoas podem se sentir calmas, satisfeitas ou
cansadas.
Sexo e gênero
Na década de 70, os cientistas sociais passaram a usar o
termo "sexo" para se referir à divisão biológica em
macho e fêmea; e "gênero" para se referir ao papel social
atribuído a uma pessoa, baseado em seu sexo aparente
e/ou em outros fatores contingentes. Sendo assim, gênero
analisa os atributos culturais associados a cada um dos
sexos e de seus relacionamentos interpessoais,
transcendendo uma análise restrita da dimensão biológica
dos seres.Existe uma enorme variação de atitudes
culturais, entre e dentro das sociedades, em relação a
sexo, sexualidade e papéis sexuais
Sexo e gênero
Para a identidade de gênero, o sentimento individual de
pertencer a um gênero, e para perceção de gênero como
uma descrição de como o gênero de uma pessoa é
percebido (veja também berdache, hijra, xanith e
transexual).
Em algumas sociedades, identificam-se os indivíduos
jovens com características comportamentais atípicas e,
em vez de puni-los ou ministrar-lhes terapia corretiva,
são socializados de tal forma que suas características
individuais proverão a eles uma função necessária ou útil
para a sociedade por um papel reconhecido e respeitado
(veja também pajé, xamã, curandeiro e tong-ki).
Intangibilidade sexual
As conceituações originárias do termo altersexo visam
uma intangibilidade imaterial perante o espectro bimodal
de sexo, o que significa que uma pessoa pode
conceitualizar sua corporalidade, seu corpo físico, de
outra forma, na perspectiva cognitiva dela, como
idealizando seu corpo como a de um animal não-
humano.O espectro de sexo é geralmente tido como
bimodal. Dessa forma, as tipicidades tendem a parecer ou
mais "machas" ou mais "femeais", havendo também
intermediários, chamados de intersexos.Logo, o espectro
é ainda tido como um continuum.
Órgãos sexuais
A palavra sexo também é utilizada para fazer referência
aos órgãos sexuais (genitálias), tanto o masculino quanto
o feminino. No caso dos seres humanos, o "sexo" do
homem se chama pênis e o da mulher vagina.
Existe uma grande quantidade de nomes e termos para se
referir aos órgãos sexuais humanos. Por pudor de se
utilizar termos muito explícitos, objeto de certo tabu
social, se utilizam perífrases e termos próprios de certos
registros linguísticos. Para mais informação e exemplos,
veja: gíria sexual.
Doenças sexualmente transmissíveis
Infeções sexualmente transmissíveis (português europeu) ou
infecções sexualmente transmissíveis (português brasileiro)
(IST) são infeções transmitidas por via sexual,
principalmente por sexo vaginal, sexo anal ou sexo oral.
Muitas das IST não manifestam sintomas nas fases iniciais, o
que aumenta o risco de transmissão para outras pessoas.
Entre os sinais e sintomas mais comuns deste tipo de doenças
estão corrimento vaginal, corrimento peniano, úlceras
genitais ou dor na região da bacia. As IST podem ser
transmitidas de mãe para filho durante a gravidez ou parto.
Algumas IST podem causar infertilidade.
Aids
Cranco duro, herpes e hpv
sifilis
causas
Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos,
bactérias e parasitas) estão envolvidos na
contaminação por IST, gerando diferentes sintomas
como feridas, corrimentos, dor ao urinar, bolhas ou
verrugas.
Bactérias:
Cancro mole (Haemophilus ducreyi), Clamídia
(Chlamydia trachomatis), Granuloma inguinale
(Dovania granulamatis), Gonorreia (Neisseria
gonorrhoeae), Sífilis (Treponema pallidum),
Vaginose bacteriana (Gardnerella vaginalis)
causas
Fungos:
Candidíase (Candida albicans)
Vírus
Hepatite B, Hepatite C, Herpes simples tipo 1 e 2,
Condiloma acuminado (HPV tipo 6 e 11), Carcinomas
genitais e da faringe (HPV/VPH tipo 16 e 18),
Molusco contagioso, Linfoma de células T do adulto
(HTLV).
Artrópodes: Piolho-da púbis
Protozoários: Tricomoníase (Trichomonasvaginalis)
prevenção
PRESEVATIVO: O preservativo, mais conhecido como
camisinha é um dos métodos mais seguros contra as IST. Sua
matéria prima é o látex. Antes de chegar nas lojas, é submetido a
vários testes de qualidade.Apesar de ser o método mais eficiente
contra a transmissão do VIH (vírus causador da epidemia da
SIDA), o uso de preservativo não é aceito pela Igreja Católica
Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e pelos praticantes do
Hinduísmo. O principal argumento utilizado pelas religiões para
sua recusa é que um comportamento sexual avesso à
promiscuidade e à infidelidade conjugal bastaria para a protecção e
pelo fato de que o preservativo não é totalmente eficiente contra
IST.
prevenção
Vacina: Alguns tipos de VPH, a Hepatite A e B podem ser
prevenidas através da vacina.
Abstinência sexual: A abstinência sexual consiste em
evitar relações sexuais de qualquer espécie. Possui
forte ligação com a religião.
tratamento
Algumas IST são de fácil tratamento e de rápida resolução quando
tratadas corretamente, contudo outras são de tratamento difícil ou
permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As
mulheres representam um grupo que deve receber especial
atenção, uma vez que em diferentes casos de IST os sintomas
levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com
as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige
da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa,
independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.
tratamento
Certas IST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem
evoluir para complicações graves como infertilidade, infecções
neonatais, malformações congénitas, aborto, cancro e
a morte. Num caso, a primeira recomendação é procurar
um médico, que fará diagnóstico para que seja preparado um
tratamento. Também há o controle de cura, ou seja, uma
reavaliação clínica. A automedicação é altamente perigosa, pois
pode até fazer com que a doença seja camuflada.
epidemiologia
As taxas de incidência de doenças sexualmente
transmissíveis continuam em altos níveis em todo o
mundo, apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento.
Em muitas culturas, especialmente para as mulheres
houve a eliminação de restrições sexuais através das
mudanças ética e moral além do uso de contraceptivos, e
tanto médicos e pacientes acabam tendo dificuldade em
lidar de forma aberta e francamente com essas questões.
Além disso, o desenvolvimento e a disseminação de
bactérias resistentes aos antibióticos fazem que certas
doenças sejam cada vez mais difíceis de serem curadas.
epidemiologia
Em 1996, a OMS estimou que mais de um milhão
de pessoas estavam sendo infectadas diariamente,
e cerca de 60% dessas infecções em jovens
menores de 25 anos de idade, e cerca desses
jovens 30% são menores de 20 anos. Entre as
idades de 14 a 19 anos, as doenças ocorrem mais
em mulheres em uma proporção quase dobrada.
Estima-se que cerca de 340 milhões de novos
casosde sífilis, gonorreia, clamídia, tricomoníase oc
orreram em todo o planeta em 1999.
epidemiologia
A SIDA (e o VIH) é a maior causa da mortalidade na África
Subsaariana, sendo que em cinco mortes uma é por causa da
doença. Por causa da situação, o governo do Quênia pediu que
a população deixasse de fazer sexo por dois anos.[43] No Brasil,
desde o primeiro caso até junho de 2011 foram registrados mais
de seiscentos mil casos da doença. Entre 2000 e 2010, a
incidência caiu na Região Sudeste, enquanto nas outras regiões
aumentou. A mortalidade também diminuiu.[24] As cidades
de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre são as
que possuem o maior número dos portadores da doença. Em
contrapartida, o país é um dos que mais se destacam no
combate, além de ser o líder em distribuição na rede pública do
Coquetel anti-VIH.
Estrupo
Estupro, coito forçado ou violação é um tipo
de agressão sexual geralmente envolvendo relação
sexual ou outras formas de penetração sexual realizados
contra uma pessoa sem o seu consentimento. O ato pode
ser realizado por força física, coerção, abuso de
autoridade ou contra uma pessoa incapaz de oferecer um
consentimento válido, tal como quem está inconsciente,
incapacitado, com deficiência mental ou estando abaixo
da idade de consentimento.O termo "estupro" é usado às
vezes indistintamente do termo "agressão sexual".
Cultura de estrupo
Até 1975, época em que a feminista norte-americana Susan
Brownmiller lançou seu livro Against Our Will: Men, Women, and Rape,
obra esta que se tornaria um marco na defesa pelos direitos femininos,
havia a ideia de que a mulher poderia ter contribuído com o estupro, caso
não tivesse tentado resistir. Assim, até então, quando uma mulher era
violentada, tinha de provar que havia tentado resistir.
Também levava-se em consideração a maneira como a vítima estava
vestida e até mesmo sua vida pregressa. Considerava-se que se a mulher
estivesse vestida de forma tida como provocante, isso seria uma
atenuante para o agressor. Da mesma forma, se ela tivesse vários
parceiros também. A obra de Susan Brownmiller, contudo, abordava o
estupro como sendo uma forma de violência, poder e opressão masculina
e não de desejo sexual. Segundo ela, o estupro seria uma forma
consciente de manter as mulheres em estado de medo e intimidação.
Cultura de estrupo
A prática de violar as mulheres de um grupo conquistado tem
permanecido uma característica de guerra e conquista desde o segundo
milênio A.C. . até ao presente. É uma prática que, tal como a tortura de
prisioneiros, tem sido resistente às reformas humanitárias e a sofisticados
esquemas morais e éticos. A violação de mulheres (e também homens)
nos conflitos armados é uma arma de guerra, "tão eficaz como uma
machete, um bastão ou uma Kalashnikov”. Após a queda do Império
Romano, muitas tribos da Ásia Central começaram a invadir a Europa,
como os Hunos, Ávaros, Búlgaros, Magiares e Alanos. Essas tribos da
Ásia Central subjugavam as tribos germânicas e eslavas locais da Europa,
e muitas vezes tomavam as suas mulheres como escravas sexuais, tendo
filhos com elas.Tanto durante a era de Mubarak, como na época
de Morsi e durante a ascensão de Abdul Fatah Khalil Al-Sisi,
o Egito usou o abuso sexual como arma de guerra e submissão.
Estrupo de vulnerável
O estupro de vulnerável, tipificado no artigo 217-
A do Código Penal, é caracterizado por uma relação de
poder, na qual a vítima se encontra em uma situação de
vulnerabilidade. Esse estado decorre de 3 circunstâncias:
a vítima é menor de 14 anos, portanto ainda não
completou o seu desenvolvimento físico e psíquico;
quando esta não pode oferecer resistência; alguém que,
por enfermidade ou deficiência mental não possui o
necessário discernimento para a prática do ato sexual.
Estrupo no Brasil
QUANTIDADE DE ESTRUPOS REGISTRADOS NO BRASIL
Estrupo no Brasil
Em 2015, o Brasil registrou uma média de 5 estupros a
cada hora segundo o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública,
produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o
país registrou, em 2015, 45.460 casos de estupro, sendo 24% deles
nas capitais e no Distrito Federal. Apesar de o número representar
uma retração de 4.978 casos em relação ao ano anterior, com
queda de 9,9%, o FBSP mostrou que não é possível afirmar que
realmente houve redução do número de estupros no Brasil, já que a
subnotificação desse tipo de crime é extremamente alta. Um
levantamento divulgado no Atlas da Violência em 2018, apontou
que a maioria dos estupros registrados no Brasil foi contra crianças
(menores de 13 anos).
Abuso sexual
Abuso sexual é a atividade sexual não desejada,
onde o agressor usa a força, faz ameaças ou exclui
vantagens da vítima que se torna incapaz de negar
consentimento. O abuso sexual dá-se quando alguém em
uma posição de poder ou de autoridade se aproveita da
confiança e do respeito de uma pessoa para envolvê-la
em atividades sexuais não consentidas, por exemplo:
uma criança e um adulto, uma criança e uma criança
mais velha, um paciente e um médico, um estudante e
um professor etc.
Corrupção de menores
No Direito Penal brasileiro, Corrupção de menores pode-se referir a dois
tipos penais (crimes) diferentes, um previsto no Código Penal Brasileiro,
e o outro no ECA: Corrupção de menores (Código Penal) - Previsto no
{artigo 218 do Código Penal, até agosto de 2009, vigorou com a
seguinte redação:"Art. 218 - Corromper ou facilitar a corrupção de
pessoa maior de 14 (quatorze) e menor de 18 (dezoito) anos, com ela
praticando ato de libidinagem, ou induzindo-a a praticá-lo ou presenciá-
lo: Pena - reclusão, de um a quatro anos.“ Com a Lei 12015/2009 , sua
redação foi alterada para:"Art. 218. Induzir alguém menor de 14
(catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem: Pena - reclusão, de 2
(dois) a 5 (cinco) anos.“ Desta forma, o legislador alterou a idade de
consentimento no Brasil para 14 anos, de forma taxativa, quando
anteriormente havia certa dubiedade em relação a esta.
Corrupção de menores
Art. 217-A do Código Penal define como "estupro de vulnerável" o ato
de "ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de
14 anos, com pena de reclusão de 8 a 15 anos (ou seja, se um menor de
14 anos praticar algum ato sexual, ainda que tenha realizado o ato por
livre e espontânea vontade).Contrariando a lei, algumas decisões
judiciais reconheciam o consentimento para o sexo, em casos
específicos, aos 13 anos ou aos 12 anos. Entretanto, conforme o
parágrafo único do Art 225 do Código Penal, com texto dado pela Lei
12.015-2009, os crimes contra a liberdade sexual, procede-se “mediante
ação penal pública incondicionada se a vítima é menor de 18 anos”.
Deste modo, o legislador não mais confere à família o poder de julgar e
decidir sobre a relação privada.
Corrupção de menores
Formalmente, o crime de corrupção de menores de 18 anos, não mais
fica condicionado à iniciativa dos pais do menor conforme a nova
redação do Art. 225 do CP, Parágrafo Único, dada pela Lei 12.015-2009.
Crime sexual contra adolescente (indivíduos entre 12 e 17 anos),
segundo o ECA, pela alteração promovida pela Lei 12.015-2009, deixam
de ser condicionada à iniciativa da família. O Ministério Público é quem
processará. Por outro lado, a prática de atos libidinosos consentidos com
maior de 14 e menor de 18 anos não é mais crime, exceto em casos de
favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual (art.
218-B parágrafo 2º, inciso I da lei 12.015/2009).
Corrupção de menores
Corrupção de menores (ECA) é um crime previsto no Estatuto da
Criança e do Adolescente, art. 244-B, com pena de reclusão, de 1 a 4
anos. “Corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 anos (dezoito)
anos, com ele praticando infração penal ou induzindo a praticá-la. "Essa
modalidade prevista no ECA, tem a ver apenas com o aliciamento de
menores para a prática de crimes, não tem nenhuma conotação
sexual(apesar de poder abranger, caso haja infração penal).(Redação
dada pela Lei nº 12.015, de 2009)[2]Com a alteração do ECA pela Lei nº
12.015 , de 2009, o crime de corrupção de menores consuma-se desde o
aliciamento do menor de 18 anos, para cometimento de ação delituosa,
através de qualquer meio de comunicação, em nada importando o fato do
mesmo já ter cometido infração anterior, aplicando-se aos maiores de 12
e menores de 18 anos, a regra contida no art. 103 do ECA , respondendo
cumulativamente ao ato que tenha praticado
Objetivo da educação sexual
A educação sexual busca ensinar e esclarecer questões
relacionadas ao sexo, livre de preconceito e tabus. Antigamente e
ainda hoje, falar sobre sexo provoca certos constrangimentos em
algumas pessoas, mas o tema é de extrema importância, pois
esclarece dúvidas sobre preservativos, DSTs, organismo masculino e
feminino, anticoncepcionais e gravidez. O objetivo principal da
educação sexual é preparar os adolescentes para a vida sexual de
forma segura, chamando-os à responsabilidade de cuidar de seu
próprio corpo para que não ocorram situações futuras indesejadas,
como a contração de uma doença ou uma gravidez precoce e
indesejada. Infelizmente o ser humano tende a acreditar que o perigo
sempre está ao lado de outras pessoas e que nada irá acontecer com
ele mesmo, o que o coloca vulnerável a tais situações.
Objetivo da educação sexual
Os meios de comunicação, entre tantos outros que utilizam o
sexo para chamar a atenção das pessoas, acabam por estimular e criar
curiosidades precoces até em crianças, o que dificulta bastante o
processo de conscientização e responsabilidade individual dessas sobre
o assunto. Dessa forma, se torna cada vez mais importante ensinar os
adolescentes quanto ao assunto, isso dentro de casa e nas instituições de
ensino. Uma adolescente que engravida nesse período de transição
corpórea pode sofrer muitos problemas de saúde, como anemia, parto
prematuro, vulnerabilidade a infecções, depressão pós-parto,
hipertensão, inchaço, retenção de líquidos, eclampsia, convulsões e até
mesmo a morte. Apesar de problemas fisiológicos, quando uma
adolescente engravida, ela passa também por problemas psicológicos,
pois a mudança de vida rápida exige grande adaptação e isso pode gerar
conflitos, pois uma grande etapa de sua vida foi pulada.
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  • 3. Sexualidade - A sexualidade, no ser humano, possui um longo desenvolvimento e tem seu início desde o nascimento; - “Sexualidade não é sinônimo de relação sexual. Sexualidade é a energia que motiva a encontrar o amor, o contato e a intimidade e se expressa na forma de sentir, nos movimentos das pessoas, e como estas tocam e são tocadas”;
  • 4. - A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, comportamentos e interações; - Depende da pessoa, das suas características genéticas, das da educação familiar, das interações ambientais, das condições socioculturais, etc; - É na adolescência que se evidenciam os comportamentos socioafetivos e sexuais.
  • 5. Saída da Infância Meninas: Menstruação Emoções despertadas: -Angústia e culpa; - Experiências desejadas e, portanto, motivo de orgulho. Meninos: Primeira ejaculação
  • 6. Características da Sexualidade -Por volta dos 11 – 12 anos, o adolescente está mais voltado para si mesmo, para o seu corpo; -O despertar da masturbação: essa prática proporciona um conhecimento do corpo; - Mitos sobre a masturbação; -A masturbação faz parte do desenvolvimento normal;
  • 7. - Entrar em contato com o corpo modificado é algo que, quase sempre, causa desconforto e estranheza; - Com a intensa excitação, característica da adolescência, sintomas como medos e fobias podem aparecer; -A relação de amizade com os amigos do mesmo sexo é uma forma de proteger-se do contato com o sexo oposto, que é muito desejado, mas muito temido também; -O adolescente pode ter fantasias ou contato com pessoas do mesmo sexo;
  • 8. - Por volta dos 15 anos, o adolescente começa a definir sua inclinação sexual; - A masturbação ainda está presente, mas possui outras características, pois já é acompanhada de fantasias com outras pessoas; -O adolescente volta-se, geralmente, para o amor heterossexual; - São frequentes as paixões platônicas;
  • 9. -A pornografia, o uso de álcool ou drogas pode ser alvo de interesse dos adolescentes; -As relações em grupo podem acontecer em meio a sentimentos de inveja, ódio, competição e traição; - Para alguns adolescentes ocorrem as primeiras relações sexuais: 1. Os meninos tendem a espalhar a notícia; 2. As meninas ‘rendem-se’ a essa situação.
  • 10. - Há um afloramento da criatividade, do otimismo, do desejo de justiça... - No final da adolescência, o jovem está mais independente, não precisa tanto do grupo e está à procura de um(a) parceiro(a), com uma capacidade maior de desenvolver a ternura e o cuidado com o objeto amoroso; - Há uma tendência a ir substituindo a masturbação pela relação sexual com um(a) parceiro(a);
  • 11. - Surgem os primeiros interesses sexuais e o início de relações íntimas (ficar, namorar, transar); - A perda da virgindade ainda é um marco importante para os jovens; -A virgindade pode ser vivenciada com orgulho ou com culpa excessiva, de acordo com a educação e tradição da família;
  • 13. - Idade média da primeira relação sexual: 1. Ocorre entre 15 e 16 anos para os homens; 2. Para as mulheres ocorre aos 17 anos. - O início cada vez mais precoce da atividade sexual pode expor os adolescentes a risco aumentado de infecções por doenças sexualmente transmissíveis, a gravidezes indesejadas e a abusos sexuais; - Há um grande desconhecimento sobre relações sexuais.
  • 14. Sexo na Adolescência - Adolescentes que apresentam vida sexual ativa:  14% dos jovens entre 11 e 14 anos;  44% dos jovens entre 15 e 17;  72% dos jovens acima dos 18 anos.
  • 15. Valores que colocam o adolescente em risco -Valores machistas pregam que o homem "normal" é aquele que tem relações sexuais com o maior número de parceiras; -É falta de virilidade deixar de ter relações sexuais com mulheres que se mostram disponíveis; -A noção de onipotência, típica dos adolescentes, os leva a acreditarem que jamais vão contrair doenças sexuais e que estão imunes a uma gravidez não planejada;
  • 16. - O uso da camisinha muitas vezes está associado à diminuição do prazer, tornando- a alvo de preconceitos e rejeição quanto à utilização; -Mesmo sendo a monogamia a norma mais recomendada socialmente, grande parte dos adolescentes buscam sexuais com vários(as) parceiros(as) ao mesmo tempo; -Há um apelo sexual frequente e precoce, veiculado pela mídia, que expõe os jovens a situações ainda não bem compreendidas por eles.
  • 17. Comunicação entre pais e adolescentes sobre sexualidade Glauco. Doçura. Out./1987. p. 80.
  • 18. Há um grande déficit na Educação Sexual...
  • 19.
  • 20. “Falar de sexualidade, Não se reduz a falar de sexo. É falar de emoções, De sensações, De sentimentos, De amor!”
  • 22.
  • 23. Educação sexual, o que é? Educação sexual é o ensino sobre a anatomia, a psicologia e aspectos comportamentais relacionados à reprodução humana. Costuma ter, como principal público alvo, os adolescentes, visando à construção de uma vida sexual saudável e a prevenir problemas como a gravidez indesejada, as doenças sexualmente transmissíveis, abuso sexual. "A discussão acerca da sexualidade no contexto da educação envolve a prática de projetos abrangentes que visam oferecer espaços para reflexões emancipatórias relacionadas aos fenômenos afetivos e sexuais. Do caráter informativo até a problematização da sexualidade e do gênero, a educação sexual é disciplina em evidência na contemporaneidade por sua necessidade histórica, política, social e humana“.
  • 24. Histórico As discussões sobre a inclusão de temáticas relativas à sexualidade humana no currículo das escolas de ensino fundamental e médio vem se intensificando desde a década de 1970. Acredita se que isso se deu provavelmente em função das mudanças comportamentais dos jovens dos anos 1960, mas principalmente pelas cobranças por parte dos movimentos feministas e de grupos que pregavam o controle da natalidade. Com diferentes enfoques, há registros de discussões e de trabalhos em escolas desde a década de 1920. Especificamente no caso do Brasil, a retomada contemporânea dessa questão deu-se juntamente com os movimentos sociais que propunham, com a abertura política (1974-1988), repensar, de forma crítica, o papel da escola e dos conteúdos por ela trabalhados. Mesmo assim, as ações práticas, tanto na rede pública como na rede privada de ensino, não foram muitas.
  • 25. Histórico A partir de meados dos anos 1980, a demanda por trabalhos na área da sexualidade nas escolas aumentou em virtude da preocupação dos educadores e de toda a população com o grande crescimento da incidência de gravidez indesejada entre as adolescentes e principalmente com o risco crescente da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana entre os jovens. Acreditava-se, a princípio, que as famílias apresentavam receio quanto à essa abordagem no âmbito escolar, mas atualmente é reconhecido a importância dessas questões para as crianças e jovens dentro da escola, como também facilita a abertura sobre esse assunto em casa.
  • 26. Abordagem religiosa tradicional Possui as seguintes características: liga a vivência da sexualidade ao amor de Deus e à submissão às normas religiosas oficiais; • tem, como metas básicas, a preservação dos valores morais cristãos e o desenvolvimento da vida espiritual; • vincula o sexo ao amor pelo parceiro, ao casamento e à procriação; • encara o casamento e a virgindade/castidade como os dois únicos modos de viver a aliança com Deus;
  • 27. Abordagem religiosa tradicional • valoriza a informação de conteúdos específicos da sexualidade (encarando-a, porém, como uma meta secundária);pode estar comprometido com uma educação para o pudor. A preocupação da abordagem religiosa é a formação cristã dos indivíduos, sendo que os católicos seguem as orientações oficiais da Igreja Católica e os protestantes, cada denominação a seu modo, a interpretação literal da Bíblia.
  • 28. Abordagem política religiosa libertadora Apresenta as seguintes características: liga a vivência da sexualidade ao amor a Deus e ao próximo; tem, como metas básicas, a conservação dos princípios cristãos fundamentais, o desenvolvimento da vida espiritual e a consciencialização do cristão para a participação na transformação social; • valoriza a informação de conteúdos, num contexto de debate, para, através da discussão da sexualidade, levar à tomada de consciência da cidadania; vê, de maneira crítica, as normas oficiais da Igreja sobre a sexualidade e procura levar o cristão a ser sujeito de sua sexualidade, com liberdade, consciência e responsabilidade; • • vê a educação sexual como um ato político, ou seja, como uma atitude de engajamento com a transformação social
  • 29. Abordagem política Possui as seguintes características: • orienta para o resgate do género, do erótico e do prazer na vida das pessoas; ajuda a compreender (ou alerta para a importância de se compreender) como as normas sexuais foram construídas socialmente; • considera importante o fornecimento de informações e a auto repressão; propicia questionamentos filosóficos e ideológicos (ou mostra a importância desses questionamentos); • encara a questão sexual com uma questão ligada diretamente ao contexto social, influenciando e sendo influenciada por este; • dá ênfase à participação em lutas coletivas para transformações sociais;
  • 30. Abordagem política • considera importantes as mudanças de valores, atitudes e preconceitos sexuais do indivíduo para o alcance de sua libertação e realização sexual. Porém, isto é encarado como um meio para se chegar a novos valores sexuais, que possibilitem a vivência de uma sexualidade com liberdade e responsabilidade, em nível não apenas do indivíduo, mas da sociedade como um todo.
  • 31. Relação sexual humana ' O ato sexual existe para conduzir os gametas masculinos, espermatozoides, ao encontro do gameta feminino - o óvulo. No entanto, o sexo é praticado também como ato de amor entre casais ao invés de ser puramente um ato reprodutivo, como ocorre com outras espécies de animais. O planejamento familiar, como adotado em alguns países como a República Popular da China, é um importante posicionamento para o bem-estar das famílias e para o bom desenvolvimento dos filhos. As grandes proles poderão ser acompanhadas de grandes problemas, seja no aspecto do orçamento econômico-financeiro das famílias seja no aspecto da educação dessas crianças. É muito mais saudável e recomendável ter poucos filhos bem criados do que ter uma grande prole sofrendo com miséria, desinformação e falta de educação, porque, para se educar bem os filhos, se exige dispêndio de recursos financeiros e tempo por parte dos progenitores.
  • 32. Relação sexual humana ' Pelo aspecto biológico, a reprodução consiste basicamente na inoculação do esperma no interior da vagina da parceira. Esse ato em si, sob condições normais, leva à fecundação do óvulo e à consequente gravidez da mulher. Os métodos anticoncepcionais ou contraceptivos são diversos e devem ser conhecidos para que a pessoa possa optar por um ou dois que considere menos prejudicial à saúde e/ou a que a pessoa melhor se adapte. É uma questão de preferência pessoal. Sabemos que métodos antigos como a velha lavagem vaginal após o coito não são confiáveis em termos de proteção anticoncepcional, o que obriga a adoção de outro método cientificamente comprovado como seguro.
  • 33. Sexo Sexo é o conjunto de características estruturais e funcionais segundo os quais um ser vivo é classificado como macho ou fêmea, com alguns indivíduos sendo classificados como intersexo. A reprodução sexual envolve a combinação e a mistura de características genéticas: células especializadas conhecidas como gametas se combinam para formar descendentes que herdam traços de cada pai. Os gâmetas podem ser idênticos em forma e função (conhecido como isogamia), mas em muitos casos, uma assimetria evoluiu de tal modo que dois tipos específicos de sexo de gametas (heterogametas) passaram a existir (conhecido como anisogamia).
  • 34. Sexo Entre os seres humanos e outros mamíferos, os machos normalmente carregam cromossomos XY, enquanto que as fêmeas normalmente carregam cromossomos XX, o que são parte do sistema XY de determinação do sexo. Outros animais têm um sistema de determinação do sexo também, tal como o sistema de determinação do sexo ZW em aves e o sistema de determinação do sexo XO em insetos
  • 35. Sexo Os gametas produzidos por um organismo são determinados pelo seu sexo: machos produzem gametas masculinos (espermatozoides em animais; pólen em plantas), enquanto as fêmeas produzem gametas femininos (óvulos, ou células de ovos); organismos individuais que produzem ambos os gametas masculino e feminino são denominados hermafroditas. Frequentemente, as diferenças físicas estão associadas aos diferentes sexos de um organismo; este dimorfismo sexual pode refletir as diferentes pressões reprodutivas que os sexos experimentam. Por exemplo, a escolha do companheiro e a seleção sexual pode acelerar a evolução das diferenças físicas entre os sexos.
  • 36. Os sexos Normalmente, uma espécie tem dois sexos -- masculino e feminino -- e diferenciação sexual ocorre na forma de gametas respectivamente masculinos e femininos. O sexo feminino é definido como aquele que produz o gâmeta (ou gameta) feminino, que é uma célula reprodutiva maior e geralmente imóvel (o óvulo ou ovogônia). O sexo masculino é definido como o que produz o gameta masculino, que é uma célula reprodutiva menor denominada espermatozoide ou espermatogônia. Cada gameta possui a metade do número de cromossomos daquela espécie.
  • 37. Os sexos Quando uma mesma criatura possui simultaneamente órgãos masculino e feminino, ela é definida como hermafrodita. Quando os indivíduos de uma espécie não possuem características sexuais claramente definidas, dizemos que o sexo é indiferenciado. A palavra sexo também é usada para se referir aos órgãos sexuais, à relação sexual (os atos físicos relacionados com a reprodução sexuada) e outros comportamentos da sexualidade.
  • 39. Diferenças sexuais Nas espécies com sexo diferenciado, os órgãos sexuais (ou genitálias) são diferentes e produzem gâmetas diferentes. Estes órgãos podem estar separados em indivíduos diferentes e então a espécie chama-se dioica, como acontece normalmente nos mamíferos, ou encontrarem-se no mesmo indivíduo, como acontece na maior parte das plantas verdes; nesse caso, a espécie denomina-se monoica. Os animais de espécies monoicas são também denominados hermafroditas.
  • 40. Diferenças sexuais Em muitas espécies dioicas, para além da presença de órgãos sexuais diferentes, também chamados "caracteres sexuais primários", pode haver outras diferenças exteriores nos indivíduos, tais como diferentes cores da plumagem na maior parte das aves, ou a presença de mamas desenvolvidas nas fêmeas e sua ausência nos machos, como acontece nos mamíferos (os "caracteres sexuais secundários"). Quando isto acontece, diz-se que a espécie exibe dimorfismo sexual.
  • 41. Diferenças sexuais Entre os mamíferos, aves e várias outras espécies, o sexo é determinado pelos cromossomas sexuais, chamados X e Y nos mamíferos e Z e W nas aves. Normalmente, os machos apresentam um de cada (XY), enquanto fêmeas têm dois cromossomos X (XX). Todos os indivíduos possuem pelo menos um cromossoma X, e o cromossoma Y é geralmente mais curto que o cromossoma X com o qual é emparelhado, e está ausente em algumas espécies, o que acarreta algumas variações consideráveis. Para além da reprodução sexuada, existe ainda a reprodução assexuada, que não envolve o processo de fecundação.
  • 42. Diferenças sexuais Em seres nos quais não se distingue fêmea e macho, existem outras formas de multiplicação do organismo, através de processos como: gemulação, bipartição, fragmentação, esporulação e outros. Também conhecido como 5 contra 1, ou cabeça de galo.
  • 43. Sexo e sexualidade são a mesma coisa? Viver a sexualidade é uma escolha e um direito que cada pessoa tem. Mas, se liga! Isso tem que acontecer de forma prazerosa, saudável e respeitosa. Sexo, sexualidade... Tudo a mesma coisa! Certo? Não exatamente... Vamos começar pelo sexo. Calma, pela palavra sexo! Um dos sentidos desta palavra está relacionado ao ato sexual e aos prazeres do corpo. Outro sentido diz respeito às características biológicas, que definem as pessoas como sendo do sexo feminino ou do sexo masculino. Bebês com pênis são do sexo masculino e bebês com vagina são do sexo feminino. Dito o que a palavra sexo significa, passemos a sexualidade. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é uma necessidade básica e um aspecto do ser humano que não pode ser separado de outros aspectos de sua vida. Por isso, sexualidade não é só relação sexual, não se limita a transar e a ter ou não orgasmos. Sexualidade é muito mais do que isso.
  • 44. Sexo e sexualidade são a mesma coisa? Ela se refere às preferências e experiências sexuais, à descoberta da identidade e atividade sexual. É o que motiva uma pessoa a buscar contato físico e afetivo e intimidade com outra. Sendo assim, ela se expressa na forma de sentir, de as pessoas se tocarem e serem tocadas. Mas também não é só isso! Além do corpo, a sexualidade envolve a história, os costumes, as relações afetivas e a cultura de cada pessoa e de cada época. Viver a sexualidade é uma escolha e um direito que cada pessoa tem. Mas, se liga! Isso tem que acontecer de forma prazerosa, saudável e respeitosa. Por isso, voltando ao sexo propriamente dito... É importante avaliar se você está realmente a fim de manter relações sexuais, afinal de contas “fazer por fazer” ou porque todos os amigos e amigas já fizeram. Você também tem o direito de dizer não! Outra coisa fundamental é ter informações corretas sobre como se prevenir das DST/aids e as formas de evitar uma gravidez não planejada. Por isso, conhecer os métodos contraceptivos é tão importante!
  • 45. Contato sexual Contato ou relação sexual é qualquer aproximação íntima que envolva os órgãos sexuais das pessoas. Dessa forma, ao contrário do que muitas pessoas pensam, diversas práticas que não necessariamente envolvem a penetração vaginal são consideradas relação sexual. Exemplos: pênis-boca, pênis- vulva, pênis-ânus, vulva-vulva, entre outras possibilidades. Por outro lado, há o sexo sem penetração, que consiste na estimulação sexual, geralmente com as mãos, sem troca de fluidos corporais, que as pessoas não trocam fluidos corporais. Do ponto de vista da saúde, é importante diferenciar a relação ou contato sexual do sexo sem penetração. Isto porque esta última modalidade é considerada uma atividade mais segura no que diz respeito à transmissão de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), e à gravidez..
  • 46. Contato sexual Assim, o contato sexual desprotegido pode favorecer a contaminação por AIDS, HPV, candidíase, entre outras enfermidades. Para garantir uma vida sexual saudável é necessário o uso da camisinha masculina ou feminina durante as relações sexuais. Essa é a única maneira de prevenir as ISTs. Contato sexual a gravidez poderá ocorrer caso haja contato entre o pênis e a vagina, vulva ou região próxima. Para evitar uma não planejada, é recomendado o uso da camisinha. É preciso lembrar que o líquido liberado pelo pênis antes da ejaculação pode conter espermatozoides. Dessa forma, apenas o uso correto da camisinha (desde o início da relação) pode ser considerado seguro. Existem outros métodos contraceptivos que podem ser utilizados conjuntamente com a camisinha para diminuir as chances de uma gravidez não planejada
  • 47. Relação sexual Relação sexual se refere a uma ampla variedade de comportamentos entre indivíduos voltados para a obtenção de prazer erótico de pelo menos um dos membros envolvidos independente de haver penetração, orgasmo e fins reprodutivos. Para isso é feita a estimulação de uma ou mais zonas erógenas, como seios, vagina e pênis. Outros animais, além dos humanos, também praticam sexo sem fins reprodutivos. Para os bonobos, a relação sexual é uma forma de expressar carinho e intimidade entre os membros de sua sociedade. Golfinhos e pinguins já foram observados fazendo sexo sem fins reprodutivos, inclusive em relações homossexuais.
  • 48. O que acontece com nosso corpo durante o sexo? Não é de hoje que a ciência se concentra em trazer à tona as respostas que o corpo tem ao sexo. Na verdade, lá na década de 1960, os pesquisadores William Masters e Virginia Johnson inventaram o termo "ciclo de resposta sexual", que descreve o que acontece no corpo humano durante essa prática. Esse ciclo diz respeito a quatro fases. A primeira fase é chamada de Excitação, em que o coração bate mais rápido e a respiração fica mais pesada. Além disso, a pele pode ficar vermelha. O sangue flui para os órgãos genitais e os músculos de todo o corpo ficam tensos. Já a segunda fase é o Platô, onde as mudanças no corpo se intensificam e a respiração, os batimentos cardíacos e a pressão arterial aumentam, assim como a tensão muscular, que aumenta ainda mais.
  • 49. O que acontece com nosso corpo durante o sexo? A terceira fase desse ciclo é chamada de Orgasmo, onde a excitação sexual atinge seu ápice, com direito a uma série de contrações musculares intensas enquanto seu corpo libera a tensão. Os músculos das genitálias se contraem. A última fase consiste na resolução, onde se gasta energia reprimida, o corpo retorna ao seu estado pré-sexual e a respiração se acalma. Os músculos relaxam e os órgãos sexuais voltam ao tamanho e cor originais. As pessoas podem se sentir calmas, satisfeitas ou cansadas.
  • 50. Sexo e gênero Na década de 70, os cientistas sociais passaram a usar o termo "sexo" para se referir à divisão biológica em macho e fêmea; e "gênero" para se referir ao papel social atribuído a uma pessoa, baseado em seu sexo aparente e/ou em outros fatores contingentes. Sendo assim, gênero analisa os atributos culturais associados a cada um dos sexos e de seus relacionamentos interpessoais, transcendendo uma análise restrita da dimensão biológica dos seres.Existe uma enorme variação de atitudes culturais, entre e dentro das sociedades, em relação a sexo, sexualidade e papéis sexuais
  • 51. Sexo e gênero Para a identidade de gênero, o sentimento individual de pertencer a um gênero, e para perceção de gênero como uma descrição de como o gênero de uma pessoa é percebido (veja também berdache, hijra, xanith e transexual). Em algumas sociedades, identificam-se os indivíduos jovens com características comportamentais atípicas e, em vez de puni-los ou ministrar-lhes terapia corretiva, são socializados de tal forma que suas características individuais proverão a eles uma função necessária ou útil para a sociedade por um papel reconhecido e respeitado (veja também pajé, xamã, curandeiro e tong-ki).
  • 52. Intangibilidade sexual As conceituações originárias do termo altersexo visam uma intangibilidade imaterial perante o espectro bimodal de sexo, o que significa que uma pessoa pode conceitualizar sua corporalidade, seu corpo físico, de outra forma, na perspectiva cognitiva dela, como idealizando seu corpo como a de um animal não- humano.O espectro de sexo é geralmente tido como bimodal. Dessa forma, as tipicidades tendem a parecer ou mais "machas" ou mais "femeais", havendo também intermediários, chamados de intersexos.Logo, o espectro é ainda tido como um continuum.
  • 53. Órgãos sexuais A palavra sexo também é utilizada para fazer referência aos órgãos sexuais (genitálias), tanto o masculino quanto o feminino. No caso dos seres humanos, o "sexo" do homem se chama pênis e o da mulher vagina. Existe uma grande quantidade de nomes e termos para se referir aos órgãos sexuais humanos. Por pudor de se utilizar termos muito explícitos, objeto de certo tabu social, se utilizam perífrases e termos próprios de certos registros linguísticos. Para mais informação e exemplos, veja: gíria sexual.
  • 54. Doenças sexualmente transmissíveis Infeções sexualmente transmissíveis (português europeu) ou infecções sexualmente transmissíveis (português brasileiro) (IST) são infeções transmitidas por via sexual, principalmente por sexo vaginal, sexo anal ou sexo oral. Muitas das IST não manifestam sintomas nas fases iniciais, o que aumenta o risco de transmissão para outras pessoas. Entre os sinais e sintomas mais comuns deste tipo de doenças estão corrimento vaginal, corrimento peniano, úlceras genitais ou dor na região da bacia. As IST podem ser transmitidas de mãe para filho durante a gravidez ou parto. Algumas IST podem causar infertilidade.
  • 55. Aids
  • 58. causas Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por IST, gerando diferentes sintomas como feridas, corrimentos, dor ao urinar, bolhas ou verrugas. Bactérias: Cancro mole (Haemophilus ducreyi), Clamídia (Chlamydia trachomatis), Granuloma inguinale (Dovania granulamatis), Gonorreia (Neisseria gonorrhoeae), Sífilis (Treponema pallidum), Vaginose bacteriana (Gardnerella vaginalis)
  • 59. causas Fungos: Candidíase (Candida albicans) Vírus Hepatite B, Hepatite C, Herpes simples tipo 1 e 2, Condiloma acuminado (HPV tipo 6 e 11), Carcinomas genitais e da faringe (HPV/VPH tipo 16 e 18), Molusco contagioso, Linfoma de células T do adulto (HTLV). Artrópodes: Piolho-da púbis Protozoários: Tricomoníase (Trichomonasvaginalis)
  • 60. prevenção PRESEVATIVO: O preservativo, mais conhecido como camisinha é um dos métodos mais seguros contra as IST. Sua matéria prima é o látex. Antes de chegar nas lojas, é submetido a vários testes de qualidade.Apesar de ser o método mais eficiente contra a transmissão do VIH (vírus causador da epidemia da SIDA), o uso de preservativo não é aceito pela Igreja Católica Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e pelos praticantes do Hinduísmo. O principal argumento utilizado pelas religiões para sua recusa é que um comportamento sexual avesso à promiscuidade e à infidelidade conjugal bastaria para a protecção e pelo fato de que o preservativo não é totalmente eficiente contra IST.
  • 61. prevenção Vacina: Alguns tipos de VPH, a Hepatite A e B podem ser prevenidas através da vacina. Abstinência sexual: A abstinência sexual consiste em evitar relações sexuais de qualquer espécie. Possui forte ligação com a religião.
  • 62. tratamento Algumas IST são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente, contudo outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de IST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.
  • 63. tratamento Certas IST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como infertilidade, infecções neonatais, malformações congénitas, aborto, cancro e a morte. Num caso, a primeira recomendação é procurar um médico, que fará diagnóstico para que seja preparado um tratamento. Também há o controle de cura, ou seja, uma reavaliação clínica. A automedicação é altamente perigosa, pois pode até fazer com que a doença seja camuflada.
  • 64. epidemiologia As taxas de incidência de doenças sexualmente transmissíveis continuam em altos níveis em todo o mundo, apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento. Em muitas culturas, especialmente para as mulheres houve a eliminação de restrições sexuais através das mudanças ética e moral além do uso de contraceptivos, e tanto médicos e pacientes acabam tendo dificuldade em lidar de forma aberta e francamente com essas questões. Além disso, o desenvolvimento e a disseminação de bactérias resistentes aos antibióticos fazem que certas doenças sejam cada vez mais difíceis de serem curadas.
  • 65. epidemiologia Em 1996, a OMS estimou que mais de um milhão de pessoas estavam sendo infectadas diariamente, e cerca de 60% dessas infecções em jovens menores de 25 anos de idade, e cerca desses jovens 30% são menores de 20 anos. Entre as idades de 14 a 19 anos, as doenças ocorrem mais em mulheres em uma proporção quase dobrada. Estima-se que cerca de 340 milhões de novos casosde sífilis, gonorreia, clamídia, tricomoníase oc orreram em todo o planeta em 1999.
  • 66. epidemiologia A SIDA (e o VIH) é a maior causa da mortalidade na África Subsaariana, sendo que em cinco mortes uma é por causa da doença. Por causa da situação, o governo do Quênia pediu que a população deixasse de fazer sexo por dois anos.[43] No Brasil, desde o primeiro caso até junho de 2011 foram registrados mais de seiscentos mil casos da doença. Entre 2000 e 2010, a incidência caiu na Região Sudeste, enquanto nas outras regiões aumentou. A mortalidade também diminuiu.[24] As cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre são as que possuem o maior número dos portadores da doença. Em contrapartida, o país é um dos que mais se destacam no combate, além de ser o líder em distribuição na rede pública do Coquetel anti-VIH.
  • 67. Estrupo Estupro, coito forçado ou violação é um tipo de agressão sexual geralmente envolvendo relação sexual ou outras formas de penetração sexual realizados contra uma pessoa sem o seu consentimento. O ato pode ser realizado por força física, coerção, abuso de autoridade ou contra uma pessoa incapaz de oferecer um consentimento válido, tal como quem está inconsciente, incapacitado, com deficiência mental ou estando abaixo da idade de consentimento.O termo "estupro" é usado às vezes indistintamente do termo "agressão sexual".
  • 68. Cultura de estrupo Até 1975, época em que a feminista norte-americana Susan Brownmiller lançou seu livro Against Our Will: Men, Women, and Rape, obra esta que se tornaria um marco na defesa pelos direitos femininos, havia a ideia de que a mulher poderia ter contribuído com o estupro, caso não tivesse tentado resistir. Assim, até então, quando uma mulher era violentada, tinha de provar que havia tentado resistir. Também levava-se em consideração a maneira como a vítima estava vestida e até mesmo sua vida pregressa. Considerava-se que se a mulher estivesse vestida de forma tida como provocante, isso seria uma atenuante para o agressor. Da mesma forma, se ela tivesse vários parceiros também. A obra de Susan Brownmiller, contudo, abordava o estupro como sendo uma forma de violência, poder e opressão masculina e não de desejo sexual. Segundo ela, o estupro seria uma forma consciente de manter as mulheres em estado de medo e intimidação.
  • 69. Cultura de estrupo A prática de violar as mulheres de um grupo conquistado tem permanecido uma característica de guerra e conquista desde o segundo milênio A.C. . até ao presente. É uma prática que, tal como a tortura de prisioneiros, tem sido resistente às reformas humanitárias e a sofisticados esquemas morais e éticos. A violação de mulheres (e também homens) nos conflitos armados é uma arma de guerra, "tão eficaz como uma machete, um bastão ou uma Kalashnikov”. Após a queda do Império Romano, muitas tribos da Ásia Central começaram a invadir a Europa, como os Hunos, Ávaros, Búlgaros, Magiares e Alanos. Essas tribos da Ásia Central subjugavam as tribos germânicas e eslavas locais da Europa, e muitas vezes tomavam as suas mulheres como escravas sexuais, tendo filhos com elas.Tanto durante a era de Mubarak, como na época de Morsi e durante a ascensão de Abdul Fatah Khalil Al-Sisi, o Egito usou o abuso sexual como arma de guerra e submissão.
  • 70. Estrupo de vulnerável O estupro de vulnerável, tipificado no artigo 217- A do Código Penal, é caracterizado por uma relação de poder, na qual a vítima se encontra em uma situação de vulnerabilidade. Esse estado decorre de 3 circunstâncias: a vítima é menor de 14 anos, portanto ainda não completou o seu desenvolvimento físico e psíquico; quando esta não pode oferecer resistência; alguém que, por enfermidade ou deficiência mental não possui o necessário discernimento para a prática do ato sexual.
  • 71. Estrupo no Brasil QUANTIDADE DE ESTRUPOS REGISTRADOS NO BRASIL
  • 72. Estrupo no Brasil Em 2015, o Brasil registrou uma média de 5 estupros a cada hora segundo o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o país registrou, em 2015, 45.460 casos de estupro, sendo 24% deles nas capitais e no Distrito Federal. Apesar de o número representar uma retração de 4.978 casos em relação ao ano anterior, com queda de 9,9%, o FBSP mostrou que não é possível afirmar que realmente houve redução do número de estupros no Brasil, já que a subnotificação desse tipo de crime é extremamente alta. Um levantamento divulgado no Atlas da Violência em 2018, apontou que a maioria dos estupros registrados no Brasil foi contra crianças (menores de 13 anos).
  • 73. Abuso sexual Abuso sexual é a atividade sexual não desejada, onde o agressor usa a força, faz ameaças ou exclui vantagens da vítima que se torna incapaz de negar consentimento. O abuso sexual dá-se quando alguém em uma posição de poder ou de autoridade se aproveita da confiança e do respeito de uma pessoa para envolvê-la em atividades sexuais não consentidas, por exemplo: uma criança e um adulto, uma criança e uma criança mais velha, um paciente e um médico, um estudante e um professor etc.
  • 74. Corrupção de menores No Direito Penal brasileiro, Corrupção de menores pode-se referir a dois tipos penais (crimes) diferentes, um previsto no Código Penal Brasileiro, e o outro no ECA: Corrupção de menores (Código Penal) - Previsto no {artigo 218 do Código Penal, até agosto de 2009, vigorou com a seguinte redação:"Art. 218 - Corromper ou facilitar a corrupção de pessoa maior de 14 (quatorze) e menor de 18 (dezoito) anos, com ela praticando ato de libidinagem, ou induzindo-a a praticá-lo ou presenciá- lo: Pena - reclusão, de um a quatro anos.“ Com a Lei 12015/2009 , sua redação foi alterada para:"Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem: Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.“ Desta forma, o legislador alterou a idade de consentimento no Brasil para 14 anos, de forma taxativa, quando anteriormente havia certa dubiedade em relação a esta.
  • 75. Corrupção de menores Art. 217-A do Código Penal define como "estupro de vulnerável" o ato de "ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos, com pena de reclusão de 8 a 15 anos (ou seja, se um menor de 14 anos praticar algum ato sexual, ainda que tenha realizado o ato por livre e espontânea vontade).Contrariando a lei, algumas decisões judiciais reconheciam o consentimento para o sexo, em casos específicos, aos 13 anos ou aos 12 anos. Entretanto, conforme o parágrafo único do Art 225 do Código Penal, com texto dado pela Lei 12.015-2009, os crimes contra a liberdade sexual, procede-se “mediante ação penal pública incondicionada se a vítima é menor de 18 anos”. Deste modo, o legislador não mais confere à família o poder de julgar e decidir sobre a relação privada.
  • 76. Corrupção de menores Formalmente, o crime de corrupção de menores de 18 anos, não mais fica condicionado à iniciativa dos pais do menor conforme a nova redação do Art. 225 do CP, Parágrafo Único, dada pela Lei 12.015-2009. Crime sexual contra adolescente (indivíduos entre 12 e 17 anos), segundo o ECA, pela alteração promovida pela Lei 12.015-2009, deixam de ser condicionada à iniciativa da família. O Ministério Público é quem processará. Por outro lado, a prática de atos libidinosos consentidos com maior de 14 e menor de 18 anos não é mais crime, exceto em casos de favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual (art. 218-B parágrafo 2º, inciso I da lei 12.015/2009).
  • 77. Corrupção de menores Corrupção de menores (ECA) é um crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, art. 244-B, com pena de reclusão, de 1 a 4 anos. “Corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 anos (dezoito) anos, com ele praticando infração penal ou induzindo a praticá-la. "Essa modalidade prevista no ECA, tem a ver apenas com o aliciamento de menores para a prática de crimes, não tem nenhuma conotação sexual(apesar de poder abranger, caso haja infração penal).(Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)[2]Com a alteração do ECA pela Lei nº 12.015 , de 2009, o crime de corrupção de menores consuma-se desde o aliciamento do menor de 18 anos, para cometimento de ação delituosa, através de qualquer meio de comunicação, em nada importando o fato do mesmo já ter cometido infração anterior, aplicando-se aos maiores de 12 e menores de 18 anos, a regra contida no art. 103 do ECA , respondendo cumulativamente ao ato que tenha praticado
  • 78. Objetivo da educação sexual A educação sexual busca ensinar e esclarecer questões relacionadas ao sexo, livre de preconceito e tabus. Antigamente e ainda hoje, falar sobre sexo provoca certos constrangimentos em algumas pessoas, mas o tema é de extrema importância, pois esclarece dúvidas sobre preservativos, DSTs, organismo masculino e feminino, anticoncepcionais e gravidez. O objetivo principal da educação sexual é preparar os adolescentes para a vida sexual de forma segura, chamando-os à responsabilidade de cuidar de seu próprio corpo para que não ocorram situações futuras indesejadas, como a contração de uma doença ou uma gravidez precoce e indesejada. Infelizmente o ser humano tende a acreditar que o perigo sempre está ao lado de outras pessoas e que nada irá acontecer com ele mesmo, o que o coloca vulnerável a tais situações.
  • 79. Objetivo da educação sexual Os meios de comunicação, entre tantos outros que utilizam o sexo para chamar a atenção das pessoas, acabam por estimular e criar curiosidades precoces até em crianças, o que dificulta bastante o processo de conscientização e responsabilidade individual dessas sobre o assunto. Dessa forma, se torna cada vez mais importante ensinar os adolescentes quanto ao assunto, isso dentro de casa e nas instituições de ensino. Uma adolescente que engravida nesse período de transição corpórea pode sofrer muitos problemas de saúde, como anemia, parto prematuro, vulnerabilidade a infecções, depressão pós-parto, hipertensão, inchaço, retenção de líquidos, eclampsia, convulsões e até mesmo a morte. Apesar de problemas fisiológicos, quando uma adolescente engravida, ela passa também por problemas psicológicos, pois a mudança de vida rápida exige grande adaptação e isso pode gerar conflitos, pois uma grande etapa de sua vida foi pulada.
  • 80. O que você acha?