Março de 2015
Gerência de Atenção à Saúde
Gerência Operacional da Atenção Básica
Reflexões sobre a implantação do e-SUS/AB
na Paraíba
Regiões de Saúde
Macrorregião do Estado da Paraíba
Gerências Regionais de Saúde
Distribuição das Equipes da Atenção Básica
no Estado da Paraíba.
Fonte: MS/SAS/DAB
Janeiro de 2015.
CATEGORIA NUM/COBERTURA
POPULAÇÃO 3.815.171
MUNICÍPIOS 223
ACS 8.338
MUNICIPIOS COM ACS 222
COBERTURA ACS 98,57%
ESF 1.331
MUNICÍPIOS COM ESF 223
COBERTURA ESF 94,41%
ESB 1.520
MUNICÍPIOS COM ESB 221
NASF 1 142
NASF 2 50
NASF 3 69
Para inicio de conversa
2013
-Apoio DAB/MS e equipe AB/SES;
-Debate interno com a equipe sobre mudança do SIAB para SISAB – reflexões e
resistências;
- As possibilidades de indução da pauta na gestão estadual: o Pacto Social e as
Emendas Parlamentares;
-A priorização da Atenção Básica na agenda e nas espaços colegiados de gestão – A AB
na CIB;
-Buscando parcerias – a composição do GT (DATASUS, COSEMS, SES, Apoio MS,
Telessaúde);
-Olhando para os prazos da transição – Construindo cronograma.
2014
- Ciclo de Oficinas:
Sensibilizar, capilarizar, mobilizar e apresentar possibilidades;
Preparação das equipes gestores da SES (gerências executivas e regionais);
Macrorregionais: Coordenadores da AB, Secretários e digitadores/TI dos municípios;
Municipais: João Pessoa e Serra Grande;
Regionais: GRS, Coordenadores da AB e digitadores/TI dos municípios.
Distribuição dos municípios, segundo situação de
implantação do e-SUS AB. Paraíba. Março, 2014.
FONTE: DAB/SAS/MS
Vigilância em Saúde, Alimentação e Nutrição, Saúde da Mulher, Saúde do
Adolescente, Regulação, Planejamento (Cartão SUS), Apoiadores, digitadores/TI e
gerentes das GRS,*COSEMS.
AS OFICINAS MACRORREGIONAIS
MAIO/2014
MANHÃ - Todos
• Boas Vindas
• Panorama de Implantação no Estado da Paraíba
• Visão estratégica do e-SUS AB e Sistema de Controle de Uso
• Debate
TARDE - Todos
• Apresentação Guiada do Sistema de Coleta de Dados Simplificada (CDS)
• O uso do CDS e Preenchimento das fichas
• Debate
TARDE - Saúde
• Exercitando o preenchimento das fichas (Saúde)
TARDE - TI
• O e-SUS na prática: CDS (Auditório 2)
MANHÃ - Saúde AUDITÓRIO
• Apresentação Guiada do Prontuário Eletrônico (PEC)
• PSE e PMM na estratégia e-SUS AB
• Debate
TARDE - Saúde AUDITÓRIO
• Relato de Experiências Municipais
• Debate
• Avaliação / Encerramento
MANHÃ E TARDE – TI Auditório 2
O e-SUS na prática: PEC (Centralizador e Prontuário Eletrônico)
AS OFICINAS MACRORREGIONAIS
MAIO/2014
AS OFICINAS REGIONAIS
Julho à Setembro
Apoio ao processo de implantação nos municípios;
Monitoramento a partir dos dados do MS;
Dialogar sobre possíveis dúvidas no processo;
Estímulo aos ajustes necessários;
Socialização entre os municípios;
Planejamento e organização para os próximos passos.
AS OFICINAS
MUNICIPAIS
Oportunidade de dialogar com os
trabalhadores das ESF;
As gestões municipais assumindo o
compromisso do apoio (acolhimento
regional)
Os apoiadores das GRS contribuindo com
as gestões municipais;
Distribuição de municípios, segundo status de implantação por Equipe.
Estratégia e-SUS-AB. Janeiro de 2015. Paraíba.
Implantado: 60% das equipes ou mais estão em estágio II ou III de implantação: 185
Intermediário: entre 30 e 60% das equipes estão em estágio II ou III de implantação: 03
Incipiente: ao menos uma equipe iniciou a implantação do e-SUS AB: 09
Não Inciada: nenhuma equipe iniciou a implantação do e-SUS AB: 26 Fonte: DAB/SAS/MS
* Dados 20.01.15
*Uso do PEC em 2 municípios
Sobre o que vivenciamos...
 Integração limitada dos atores envolvidos;
 Baixo aproveitamento do Telessaúde;
 Equipe de TI insuficiente - *COSEMS;
 A terceirização dos processos nas gestões municipais (alimentação e envio
de dados ao MS);
 Planejamento incipiente dos municípios para o processo e implantação(uso
das fichas, uso do sistema, etc);
 Conectividade incipiente nas SMS;
 Apoio aos municípios através das GRS – diversidade de cenários;
 Monitoramento e avaliação no processo de implantação;
Continuando a (em)Caminhar...
 Levantamento das dificuldades para implantação da estratégia nos municípios
ainda não iniciados;
 Definir novas estratégias para apoio, de acordo com os cenários de
implantação;
 Reforço do apoio nos municípios que implantaram o PEC nas equipes;
 Induzir o acompanhamento através do e-SUS: apoio institucional, CCE Mais
Médicos/PROVAB, Equipe técnica da AB (grupos condutores das redes)
 Implantação do e-SUS nas equipes de saúde do sistema prisional;
 Avançar no monitoramento e na avaliação, em nível estadual, a partir dos
relatórios disponibilizados pelos sistemas;
Continuando a (em)Caminhar...
 Ampliar parcerias – IES (supervisores, residentes, tutores, estagiários,
professores);
 Fortalecimento do e-SUS e consolidação do SISAB – vigilância e atenção –
mais um SIS?!;
 Necessidade de “modernização tecnológica” na AB – o campo de disputa na
política pública;
 Integração de avaliação das equipes de AB (NASF, AD, Academia da Saúde);
 Desafio da integração no SUS – entre os entes federados, na produção de
informações em saúde, etc. – diálogo contínuo.
Obrigada !!!
Shenia Maria Felicio Felix
Gerência Operacional da Atenção Básica
GEAS/SES-PB
sheniamaria13@gmail. com
(83) 3218-7409/ 3218-7424

Reflexões sobre a implantação do e-SUS/AB na Paraíba - Secretaria Estadual de Saúde da Paraíba

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    Março de 2015 Gerênciade Atenção à Saúde Gerência Operacional da Atenção Básica Reflexões sobre a implantação do e-SUS/AB na Paraíba
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    Distribuição das Equipesda Atenção Básica no Estado da Paraíba. Fonte: MS/SAS/DAB Janeiro de 2015. CATEGORIA NUM/COBERTURA POPULAÇÃO 3.815.171 MUNICÍPIOS 223 ACS 8.338 MUNICIPIOS COM ACS 222 COBERTURA ACS 98,57% ESF 1.331 MUNICÍPIOS COM ESF 223 COBERTURA ESF 94,41% ESB 1.520 MUNICÍPIOS COM ESB 221 NASF 1 142 NASF 2 50 NASF 3 69
  • 7.
    Para inicio deconversa 2013 -Apoio DAB/MS e equipe AB/SES; -Debate interno com a equipe sobre mudança do SIAB para SISAB – reflexões e resistências; - As possibilidades de indução da pauta na gestão estadual: o Pacto Social e as Emendas Parlamentares; -A priorização da Atenção Básica na agenda e nas espaços colegiados de gestão – A AB na CIB; -Buscando parcerias – a composição do GT (DATASUS, COSEMS, SES, Apoio MS, Telessaúde); -Olhando para os prazos da transição – Construindo cronograma. 2014 - Ciclo de Oficinas: Sensibilizar, capilarizar, mobilizar e apresentar possibilidades; Preparação das equipes gestores da SES (gerências executivas e regionais); Macrorregionais: Coordenadores da AB, Secretários e digitadores/TI dos municípios; Municipais: João Pessoa e Serra Grande; Regionais: GRS, Coordenadores da AB e digitadores/TI dos municípios.
  • 8.
    Distribuição dos municípios,segundo situação de implantação do e-SUS AB. Paraíba. Março, 2014. FONTE: DAB/SAS/MS
  • 9.
    Vigilância em Saúde,Alimentação e Nutrição, Saúde da Mulher, Saúde do Adolescente, Regulação, Planejamento (Cartão SUS), Apoiadores, digitadores/TI e gerentes das GRS,*COSEMS.
  • 11.
    AS OFICINAS MACRORREGIONAIS MAIO/2014 MANHÃ- Todos • Boas Vindas • Panorama de Implantação no Estado da Paraíba • Visão estratégica do e-SUS AB e Sistema de Controle de Uso • Debate TARDE - Todos • Apresentação Guiada do Sistema de Coleta de Dados Simplificada (CDS) • O uso do CDS e Preenchimento das fichas • Debate TARDE - Saúde • Exercitando o preenchimento das fichas (Saúde) TARDE - TI • O e-SUS na prática: CDS (Auditório 2)
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    MANHÃ - SaúdeAUDITÓRIO • Apresentação Guiada do Prontuário Eletrônico (PEC) • PSE e PMM na estratégia e-SUS AB • Debate TARDE - Saúde AUDITÓRIO • Relato de Experiências Municipais • Debate • Avaliação / Encerramento MANHÃ E TARDE – TI Auditório 2 O e-SUS na prática: PEC (Centralizador e Prontuário Eletrônico) AS OFICINAS MACRORREGIONAIS MAIO/2014
  • 21.
    AS OFICINAS REGIONAIS Julhoà Setembro Apoio ao processo de implantação nos municípios; Monitoramento a partir dos dados do MS; Dialogar sobre possíveis dúvidas no processo; Estímulo aos ajustes necessários; Socialização entre os municípios; Planejamento e organização para os próximos passos.
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    AS OFICINAS MUNICIPAIS Oportunidade dedialogar com os trabalhadores das ESF; As gestões municipais assumindo o compromisso do apoio (acolhimento regional) Os apoiadores das GRS contribuindo com as gestões municipais;
  • 26.
    Distribuição de municípios,segundo status de implantação por Equipe. Estratégia e-SUS-AB. Janeiro de 2015. Paraíba. Implantado: 60% das equipes ou mais estão em estágio II ou III de implantação: 185 Intermediário: entre 30 e 60% das equipes estão em estágio II ou III de implantação: 03 Incipiente: ao menos uma equipe iniciou a implantação do e-SUS AB: 09 Não Inciada: nenhuma equipe iniciou a implantação do e-SUS AB: 26 Fonte: DAB/SAS/MS * Dados 20.01.15 *Uso do PEC em 2 municípios
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    Sobre o quevivenciamos...  Integração limitada dos atores envolvidos;  Baixo aproveitamento do Telessaúde;  Equipe de TI insuficiente - *COSEMS;  A terceirização dos processos nas gestões municipais (alimentação e envio de dados ao MS);  Planejamento incipiente dos municípios para o processo e implantação(uso das fichas, uso do sistema, etc);  Conectividade incipiente nas SMS;  Apoio aos municípios através das GRS – diversidade de cenários;  Monitoramento e avaliação no processo de implantação;
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    Continuando a (em)Caminhar... Levantamento das dificuldades para implantação da estratégia nos municípios ainda não iniciados;  Definir novas estratégias para apoio, de acordo com os cenários de implantação;  Reforço do apoio nos municípios que implantaram o PEC nas equipes;  Induzir o acompanhamento através do e-SUS: apoio institucional, CCE Mais Médicos/PROVAB, Equipe técnica da AB (grupos condutores das redes)  Implantação do e-SUS nas equipes de saúde do sistema prisional;  Avançar no monitoramento e na avaliação, em nível estadual, a partir dos relatórios disponibilizados pelos sistemas;
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    Continuando a (em)Caminhar... Ampliar parcerias – IES (supervisores, residentes, tutores, estagiários, professores);  Fortalecimento do e-SUS e consolidação do SISAB – vigilância e atenção – mais um SIS?!;  Necessidade de “modernização tecnológica” na AB – o campo de disputa na política pública;  Integração de avaliação das equipes de AB (NASF, AD, Academia da Saúde);  Desafio da integração no SUS – entre os entes federados, na produção de informações em saúde, etc. – diálogo contínuo.
  • 30.
    Obrigada !!! Shenia MariaFelicio Felix Gerência Operacional da Atenção Básica GEAS/SES-PB sheniamaria13@gmail. com (83) 3218-7409/ 3218-7424