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Do Renascimento ao Barroco
• “Somos cristãos quer durmamos, comamos, ou trabalhemos;
qualquer coisa que fizermos, faremos como filhos de Deus. Nosso
cristianismo não serve apenas para os momentos piedosos ou atos
religiosos. E o propósito da vida não é o evangelismo, é a busca do
Reino de Deus”.
• Rookmaaker, H. A Arte não precisa de Justificativa. Ed. Ultimato.
2010.
• Antes de falar sobre o Barroco, vamos lembrar um pouco sobre Arte
na Idade Media e Renascentista.
Feudalismo Mercantilismo Crise da sociedade renascentista
e Contra-Reforma
Arte Medieval
Teocentrismo
Valorização da vida espiritual
Renascimento
Humanismo
Valorização da vida corpórea
Barroco
Volta à religiosidade
Dilaceramentos:
alma x corpo
vida x morte
claro x escuro
céu x terra, etc.
• Observação: Somente no final da Idade Média, com o crescimento da burguesia e
do comércio é que as pessoas começam a se voltar um pouco mais pra elas e a
fazer arte para si e não somente para a Igreja. A Igreja não perdeu poder com isso
e nem os artistas deixaram de produzir obras religiosas. O fato é a arte se tornou
mais HUMANA e menos RELIGIOSA.
• E uma corrente que ajudou muito nesse sentido foi o HUMANISMO. Um
exemplo: antes a Igreja contratava uma equipe anônima e determinava as regras
numa pintura (como queria, como deveriam fazer, etc) e, o artista não podia
ganhar créditos pela obra; agora a própria Igreja financia os artistas e encomenda
trabalhos mais livres e criativos deixando que eles assinem suas próprias obras.
• Observe a obra a seguir do Renascimento: veja o lado mais humano. Deus está
dentro de um cérebro. No Renascimento temos o lado mais racional da Arte e
não emotivo.
Do renascimento ao Barroco
Renascimento: o que significa esta palavra? Vamos
relacionar:
• Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo.
João 3:3-7
• O termo renascimento indica que algo estava morto e veio a reviver. Jesus
falou muito em renascer, ou nascer de novo. Como vemos em João 3:3-7,
“Necessário vos é nascer de novo”. Pois bem, então, o que significa o termo
Renascimento?
• Significa que em torno do século XII e XIV surgiu o desejo da retomada da
cultura greco-romana, a chamada arte clássica. Daí que vem o nome
Renascimento: o renascer da cultura greco-romana.
• Principais características da arte renascentista
• 1.Retorno à cultura clássica
• 2. Racionalismo
• 3. Liberdade criativa
Características da Escultura:
• Preocupação em aplicar os moldes estabelecidos nas esculturas
greco-romanas: simetria, proporção, equilíbrio e movimento.
• Busca pela idealização da beleza e um detalhamento anatômico:
estudos minuciosos do corpo humano para explorar as possibilidades
dos movimentos.
• Exemplo: Donatello, Michelangelo.
Outra importante obra do artista é a cena de uma passagem da Bíblia em que Maria
segura Jesus Cristo morto em seus braços. Essa cena bíblica é conhecida por
Pietá, ou piedade.
Michelangelo fez essa obra aos 23
anos em um bloco de mármore de
quase 2m de altura.
Diferente de muitas representações
dessa mesma cena, ele optou por
idealizar a beleza de Maria e valorizar
a expressão de dor e piedade em seu
olhar inclinando seu rosto. É uma
expressão singela e delicada que,
diante da tristeza do momento,
transmite muita leveza. E é isso que a
torna tão especial.
Importante notar a estrutura
piramidal nessa obra, muito comum
no renascimento. Assim como na
Monalisa de Da Vinci, o foco da
atenção está no topo da pirâmide, no
rosto de Maria.
O triângulo, inclusive , é símbolo do
equilíbrio, elemento obrigatório nas
esculturas clássicas.
Michelangelo
Pietá
1499
Do renascimento ao Barroco
Características da Pintura
• Na pintura a principal inovação, além da melhoria dos materiais, foi o aperfeiçoamento
de técnicas inventadas na idade média e invenção de novas técnicas. As inovações na
pintura renascentista visavam, principalmente, tornar a imagem mais realista, buscando
perfeição (idealistas)
• As quatro principais inovações na pintura foram:
• 1. Tinta à óleo
• 2. Uso de luz e sombra (o chiaroscouro e o sfumato)
• 3. Configuração em pirâmide
• 4. Uso da Perspectiva
Tinta a óleo COMPARE
Pintura Medieval e Pintura Renascentista
Uso de luz e sombra
COMPARE
Pintura Medieval e Pintura Renascentista
Do renascimento ao Barroco
• Não há dúvidas de que Monalisa está sorrindo. Mas será um sorriso de
deboche, um sorriso de alegria ou só timidez? Graças à técnica do esfumato
nunca saberemos ao certo.
• Leonardo da Vinci sabia muito bem que as expressões humanas repousam
sobre os olhos e a boca.
• Por isso deixou essas partes indistintas fazendo com que se esfumassem num
leve sombreado. Assim, dependendo do ângulo de visão ora ela parece estar
sorrindo, ora parece estar debochando de você, não é mesmo? Cada um deve
chegar à sua própria conclusão, e esse é o enigma!
• O mesmo acontece com os olhos. Temos a sensação de que o olhar dela nos
acompanha ao leve movimento. Mas na verdade somos nós mesmo que
criamos esse efeito ao andarmos de um lado para o outro, graças ao
esfumato no canto dos olhos. Esse efeito também é conseguido por meio da
divisão áurea na tela. Saiba mais sobre a proporção áurea.
Do renascimento ao Barroco
. Configuração em pirâmide
COMPARE
Pintura Medieval e Pintura Renascentista
. Uso da Perspectiva
COMPARE
Pintura Medieval e Pintura Renascentista
Leonardo Da Vinci
A última Ceia
1495-8
Da Vinci foi um mestre em utilizar a
perspectiva para atrair o olhar do
espectador para a parte mais importante da
obra. No caso da Santa Ceia esse ponto é o
Cristo, bem no centro da pintura.
Rafael Sanzio
A escola de Atenas
1509
Já no afresco de Rafael o ponto de atenção
são os dois principais pensadores gregos:
Aristóteles e Platão, bem no centro da obra.
Transição
Principais características:
Composição-
multidão de
figuras se
comprime em
espaços
reduzidos -
irreal, tensão
permanente.
A luz se
detém sobre
objetos e
figuras,
produzindo
sombras
inadmissíveis;
Não se
posicionam
no centro da
perspectiva.
A ultima Ceia
Compare...
“O homem do Barroco é um saudoso da religiosidade medieval e,
ao mesmo tempo, um seduzido pelas solicitações terrenas e
valores mundanos, amor, dinheiro, luxo, posição, que a
Renascença e o Humanismo puseram em relevo. Desse dualismo
nasceu o Barroco.”
Afrânio Coutinho
Barroco
• A arte barroca originou-se na Itália (séc. XVII) mas não tardou a
irradiar-se por outros países da Europa e a chegar também ao
continente americano, trazida pelos colonizadores portugueses e
espanhóis.
• As obras barrocas romperam o equilíbrio entre o sentimento e a razão
ou entre a arte e a ciência, que os artistas renascentistas procuram
realizar de forma muito consciente;
• Na arte barroca predominam as emoções e não o racionalismo da
arte renascentista.
• É uma época de conflitos espirituais e religiosos.
• O estilo barroco traduz a tentativa angustiante de conciliar forças
antagônicas: bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e pecado;
alegria e tristeza; paganismo e cristianismo; espírito e matéria.
• Cumpre ressaltar a diferença entre o Barroco dos países
protestantes e o dos países católicos.
Barroco Católico
O Barroco católico, em sintonia com a
Contra-Reforma, adquire uma conotação
extremamente religiosa, quando não
mística.
No Barroco Católico:
Especialmente na Itália, temas quase
sempre religiosos.
Há rebuscamento, exagero visual,
luminismos, forma aberta.
Os papas e alguns nobres e
burgueses(mecenas) patrocinavam
os artistas.
Foi difundido com a expansão da fé
católica (jesuítas).
A vocação de São Mateus, Caravaggio
Características da Pintura Barroca:
• Grande realismo e interesse pelo movimento e emoção.
• Sombras projetadas.
• Perspectiva é apenas sugerida.
• Composição em diagonal.
• Acentuado contrastes de claro-escuro.
• Os temas mitológicos e religiosos são amplamente
explorados.
A composição que melhor identifica uma pintura
barroca é:
Caravaggio(1573-1610): a beleza além
da aristocracia
O artista não se interessava pela beleza clássica – a dos deuses da
mitologia grega ou dos membros da aristocracia -, que tanto encantou os
artistas do Renascimento. Para ele, não havia ligação entre beleza e
aristocracia, e seus modelos eram vendedores, músicos ambulantes,
ciganos; enfim gente do povo.
O que melhor caracteriza sua pintura é a utilização original da luz: ela não
aparece como reflexo da luz solar, mas é criada de modo intencional para
direcionar a atenção do observador.
O modo com a luz é trabalhada na pintura de Caravaggio é tão
fundamental em sua obra que ele é considerado importante pintor da
luz, como você pode ver no quadro Vocação de São Mateus.
Observe como a luz que ilumina a
cena vem da janela que está no
fundo, como seria natural. Essa luz
dirige a atenção do observador
para o grupo sentado em torno da
mesa. O contraste de luz e sombra
valoriza a pintura, pois os corpos
ganham volume: veja como
parecem esculturas, e não
desenhos bidimensionais, isto é
pintados apenas com altura e
largura.
Do renascimento ao Barroco
Do renascimento ao Barroco
Do renascimento ao Barroco
• Este trecho apresenta a morte trágica da
prostituta e companheira de seu amante
Ranuccio e a pintura do quadro “A Morte da
Virgem”, que se utiliza do corpo dela na
composição da cena. O trecho mostra a que
ponto chega o realismo de Caravaggio. O quadro
“A Morte da Virgem” foi uma encomenda da
igreja católica que depois de saber que o artista
usou o corpo de uma prostituta morta para
retratar a cena teria recusado a obra.
Caravaggio, Drama/Biográfico, Inglaterra, 1986,
93 min. - Direção: Derek Jarman.
Do renascimento ao Barroco
Do renascimento ao Barroco
Escultura barroca
Gian Lorenzo Bernini foi um dos maiores expoentes da história da
escultura.
Bernini partiu da trilha deixada pelo mestre renascentista Michelangelo
e adicionou o seu próprio elemento estilístico e inimitável: não só a
expressividade figurativa dos rostos é ainda mais elaborada do que em
Michelangelo, como ele dá às estátuas movimento.
Pode não parecer ser um passo tão grandioso assim, mas a noção de
movimento numa estátua — principalmente numa pesadíssima estátua
de mármore — não é tarefa das mais fáceis.
Isso porque, dependendo da posição
em que a estátua se encontra, o eixo
de equilíbrio da peça se desloca
completamente.
E o artista precisa encontrar o
equilíbrio no que é desequilíbrio, para
que a estátua não caia para um lado
ou para outro.
El rapto
de
Proserpina
BERNINI
Para ficar bem claro isso, olhe de novo o David de Michelangelo.
Observe bem sua postura ereta e relaxada.
Agora olha só esse David, o David de Bernini:
Aproveite outro ângulo… A estátua merece!
E como ela merece MUITO, observem a
expressão do rosto!
Bernini - O êxtase de Santa Teresa
Observe os feixes dourados que descem ao encontro da
santa.
O ouro, seja qual for a iluminação da câmara, fará com que
se tenha a nítida referência de uma luz vinda do céu em
direção a ela.
Drapeados que geram contraste de claro/escuro.
Agora observe a postura de Santa Teresa: seu corpo
apresenta um espasmo, como se estivesse sendo puxado
para cima, mesmo com o relaxamento do corpo (e há
relatos da santa que em experiências espirituais ela teria
levitado).
O rosto expressa uma estado de relativa inconsciência; a
boca entreaberta e serena denotam a experimentação de
uma sensação de prazer.
Por fim, observe como o anjo segura a seta: há extrema
leveza no gesto, o que significa que não haverá um novo
golpe. Além disso, ele contempla a santa com ternura e
alegria.
Éxtasis
de Santa
Teresa
BERNINI
COMPARE
Escultura do Barroco e do Renascimento
Muerte de la Beata Ludovica Albertoni
BERNINI
Do renascimento ao Barroco
Barroco Protestante
O Reino de Deus na vida cotidiana
• “Somos cristãos quer durmamos, comamos, ou trabalhemos;
qualquer coisa que fizermos, faremos como filhos de Deus. Nosso
cristianismo não serve apenas para os momentos piedosos ou atos
religiosos. E o propósito da vida não é o evangelismo, é a busca do
Reino de Deus”.
• Rookmaaker, H. A Arte não precisa de Justificativa. Ed. Ultimato.
2010.
Cumpre ressaltar a diferença entre o Barroco dos países
protestantes e o dos países católicos.
O Barroco protestante toma uma
direção burguesa e secular.
Nos países protestantes havia condições favoráveis à liberdade de
pensamento, a investigação científica iniciada no Renascimento pôde
prosseguir, permitindo assim a confecção de quadros como “A aula de
anatomia do Dr.Tulp, também de Rembrandt.
A força da burguesia na Holanda levou a pintura aos temas burgueses e de
cenas da vida comum, como “A Ronda Noturna”, de Rembrandt.
Philosopher meditation - Rembrandt
Do renascimento ao Barroco
O barroco holandês tem como característica ser uma pintura realista, concentrada nos retratos no interior das
casas, nas paisagens nas naturezas mortas e nas cenas populares.
O leque aberto pelas inovações do barroco protestante, onde a
distância das tendências nobres, rebuscadas de competência católica
favoreceu amplamente o desenvolvimento de temas pouco usuais até
então e anteriormente menosprezados: a paisagem, as naturezas-
mortas e a chamada ‘pintura de gênero’: imagens do cotidiano de
seres comuns, destituídas de qualquer heroísmo.
Vermeer
Vale lembrar
Barroco Protestante: Especialmente na Holanda, temas simples,
ligados ao cotidiano (os protestantes acreditavam que o trabalho, no
dia-a-dia, o trabalho dignifica o homem ).
Há simplificação de alguns elementos, a imagem é menos dinâmica, mais
limpa, a luz vem quase sempre de alguma janela ou vitral da parte superior
esquerda da pintura.
De início não foi tanto difundido quanto o Barroco Católico.
• Andrea Dressler: http://arteeducacaodf.blogspot.com.br/
• https://pt.slideshare.net/CEF16/a-arte-barroca-na-europa-
25692525?qid=f5e05008-07d0-4cc6-835a-
81fb4936d05e&v=&b=&from_search=7
• Rookmaaker, H. A Arte não precisa de Justificativa. Ed. Ultimato.
2010.

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Do renascimento ao Barroco

  • 2. • “Somos cristãos quer durmamos, comamos, ou trabalhemos; qualquer coisa que fizermos, faremos como filhos de Deus. Nosso cristianismo não serve apenas para os momentos piedosos ou atos religiosos. E o propósito da vida não é o evangelismo, é a busca do Reino de Deus”. • Rookmaaker, H. A Arte não precisa de Justificativa. Ed. Ultimato. 2010.
  • 3. • Antes de falar sobre o Barroco, vamos lembrar um pouco sobre Arte na Idade Media e Renascentista.
  • 4. Feudalismo Mercantilismo Crise da sociedade renascentista e Contra-Reforma Arte Medieval Teocentrismo Valorização da vida espiritual Renascimento Humanismo Valorização da vida corpórea Barroco Volta à religiosidade Dilaceramentos: alma x corpo vida x morte claro x escuro céu x terra, etc.
  • 5. • Observação: Somente no final da Idade Média, com o crescimento da burguesia e do comércio é que as pessoas começam a se voltar um pouco mais pra elas e a fazer arte para si e não somente para a Igreja. A Igreja não perdeu poder com isso e nem os artistas deixaram de produzir obras religiosas. O fato é a arte se tornou mais HUMANA e menos RELIGIOSA. • E uma corrente que ajudou muito nesse sentido foi o HUMANISMO. Um exemplo: antes a Igreja contratava uma equipe anônima e determinava as regras numa pintura (como queria, como deveriam fazer, etc) e, o artista não podia ganhar créditos pela obra; agora a própria Igreja financia os artistas e encomenda trabalhos mais livres e criativos deixando que eles assinem suas próprias obras. • Observe a obra a seguir do Renascimento: veja o lado mais humano. Deus está dentro de um cérebro. No Renascimento temos o lado mais racional da Arte e não emotivo.
  • 7. Renascimento: o que significa esta palavra? Vamos relacionar: • Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. João 3:3-7 • O termo renascimento indica que algo estava morto e veio a reviver. Jesus falou muito em renascer, ou nascer de novo. Como vemos em João 3:3-7, “Necessário vos é nascer de novo”. Pois bem, então, o que significa o termo Renascimento? • Significa que em torno do século XII e XIV surgiu o desejo da retomada da cultura greco-romana, a chamada arte clássica. Daí que vem o nome Renascimento: o renascer da cultura greco-romana.
  • 8. • Principais características da arte renascentista • 1.Retorno à cultura clássica • 2. Racionalismo • 3. Liberdade criativa
  • 9. Características da Escultura: • Preocupação em aplicar os moldes estabelecidos nas esculturas greco-romanas: simetria, proporção, equilíbrio e movimento. • Busca pela idealização da beleza e um detalhamento anatômico: estudos minuciosos do corpo humano para explorar as possibilidades dos movimentos. • Exemplo: Donatello, Michelangelo.
  • 10. Outra importante obra do artista é a cena de uma passagem da Bíblia em que Maria segura Jesus Cristo morto em seus braços. Essa cena bíblica é conhecida por Pietá, ou piedade. Michelangelo fez essa obra aos 23 anos em um bloco de mármore de quase 2m de altura. Diferente de muitas representações dessa mesma cena, ele optou por idealizar a beleza de Maria e valorizar a expressão de dor e piedade em seu olhar inclinando seu rosto. É uma expressão singela e delicada que, diante da tristeza do momento, transmite muita leveza. E é isso que a torna tão especial. Importante notar a estrutura piramidal nessa obra, muito comum no renascimento. Assim como na Monalisa de Da Vinci, o foco da atenção está no topo da pirâmide, no rosto de Maria. O triângulo, inclusive , é símbolo do equilíbrio, elemento obrigatório nas esculturas clássicas. Michelangelo Pietá 1499
  • 12. Características da Pintura • Na pintura a principal inovação, além da melhoria dos materiais, foi o aperfeiçoamento de técnicas inventadas na idade média e invenção de novas técnicas. As inovações na pintura renascentista visavam, principalmente, tornar a imagem mais realista, buscando perfeição (idealistas) • As quatro principais inovações na pintura foram: • 1. Tinta à óleo • 2. Uso de luz e sombra (o chiaroscouro e o sfumato) • 3. Configuração em pirâmide • 4. Uso da Perspectiva
  • 13. Tinta a óleo COMPARE Pintura Medieval e Pintura Renascentista
  • 14. Uso de luz e sombra COMPARE Pintura Medieval e Pintura Renascentista
  • 16. • Não há dúvidas de que Monalisa está sorrindo. Mas será um sorriso de deboche, um sorriso de alegria ou só timidez? Graças à técnica do esfumato nunca saberemos ao certo. • Leonardo da Vinci sabia muito bem que as expressões humanas repousam sobre os olhos e a boca. • Por isso deixou essas partes indistintas fazendo com que se esfumassem num leve sombreado. Assim, dependendo do ângulo de visão ora ela parece estar sorrindo, ora parece estar debochando de você, não é mesmo? Cada um deve chegar à sua própria conclusão, e esse é o enigma! • O mesmo acontece com os olhos. Temos a sensação de que o olhar dela nos acompanha ao leve movimento. Mas na verdade somos nós mesmo que criamos esse efeito ao andarmos de um lado para o outro, graças ao esfumato no canto dos olhos. Esse efeito também é conseguido por meio da divisão áurea na tela. Saiba mais sobre a proporção áurea.
  • 18. . Configuração em pirâmide COMPARE Pintura Medieval e Pintura Renascentista
  • 19. . Uso da Perspectiva
  • 20. COMPARE Pintura Medieval e Pintura Renascentista
  • 21. Leonardo Da Vinci A última Ceia 1495-8 Da Vinci foi um mestre em utilizar a perspectiva para atrair o olhar do espectador para a parte mais importante da obra. No caso da Santa Ceia esse ponto é o Cristo, bem no centro da pintura.
  • 22. Rafael Sanzio A escola de Atenas 1509 Já no afresco de Rafael o ponto de atenção são os dois principais pensadores gregos: Aristóteles e Platão, bem no centro da obra.
  • 24. Principais características: Composição- multidão de figuras se comprime em espaços reduzidos - irreal, tensão permanente. A luz se detém sobre objetos e figuras, produzindo sombras inadmissíveis; Não se posicionam no centro da perspectiva.
  • 26. “O homem do Barroco é um saudoso da religiosidade medieval e, ao mesmo tempo, um seduzido pelas solicitações terrenas e valores mundanos, amor, dinheiro, luxo, posição, que a Renascença e o Humanismo puseram em relevo. Desse dualismo nasceu o Barroco.” Afrânio Coutinho
  • 27. Barroco • A arte barroca originou-se na Itália (séc. XVII) mas não tardou a irradiar-se por outros países da Europa e a chegar também ao continente americano, trazida pelos colonizadores portugueses e espanhóis. • As obras barrocas romperam o equilíbrio entre o sentimento e a razão ou entre a arte e a ciência, que os artistas renascentistas procuram realizar de forma muito consciente; • Na arte barroca predominam as emoções e não o racionalismo da arte renascentista. • É uma época de conflitos espirituais e religiosos. • O estilo barroco traduz a tentativa angustiante de conciliar forças antagônicas: bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza; paganismo e cristianismo; espírito e matéria.
  • 28. • Cumpre ressaltar a diferença entre o Barroco dos países protestantes e o dos países católicos.
  • 30. O Barroco católico, em sintonia com a Contra-Reforma, adquire uma conotação extremamente religiosa, quando não mística. No Barroco Católico: Especialmente na Itália, temas quase sempre religiosos. Há rebuscamento, exagero visual, luminismos, forma aberta. Os papas e alguns nobres e burgueses(mecenas) patrocinavam os artistas. Foi difundido com a expansão da fé católica (jesuítas). A vocação de São Mateus, Caravaggio
  • 31. Características da Pintura Barroca: • Grande realismo e interesse pelo movimento e emoção. • Sombras projetadas. • Perspectiva é apenas sugerida. • Composição em diagonal. • Acentuado contrastes de claro-escuro. • Os temas mitológicos e religiosos são amplamente explorados.
  • 32. A composição que melhor identifica uma pintura barroca é:
  • 33. Caravaggio(1573-1610): a beleza além da aristocracia O artista não se interessava pela beleza clássica – a dos deuses da mitologia grega ou dos membros da aristocracia -, que tanto encantou os artistas do Renascimento. Para ele, não havia ligação entre beleza e aristocracia, e seus modelos eram vendedores, músicos ambulantes, ciganos; enfim gente do povo. O que melhor caracteriza sua pintura é a utilização original da luz: ela não aparece como reflexo da luz solar, mas é criada de modo intencional para direcionar a atenção do observador.
  • 34. O modo com a luz é trabalhada na pintura de Caravaggio é tão fundamental em sua obra que ele é considerado importante pintor da luz, como você pode ver no quadro Vocação de São Mateus. Observe como a luz que ilumina a cena vem da janela que está no fundo, como seria natural. Essa luz dirige a atenção do observador para o grupo sentado em torno da mesa. O contraste de luz e sombra valoriza a pintura, pois os corpos ganham volume: veja como parecem esculturas, e não desenhos bidimensionais, isto é pintados apenas com altura e largura.
  • 38. • Este trecho apresenta a morte trágica da prostituta e companheira de seu amante Ranuccio e a pintura do quadro “A Morte da Virgem”, que se utiliza do corpo dela na composição da cena. O trecho mostra a que ponto chega o realismo de Caravaggio. O quadro “A Morte da Virgem” foi uma encomenda da igreja católica que depois de saber que o artista usou o corpo de uma prostituta morta para retratar a cena teria recusado a obra. Caravaggio, Drama/Biográfico, Inglaterra, 1986, 93 min. - Direção: Derek Jarman.
  • 41. Escultura barroca Gian Lorenzo Bernini foi um dos maiores expoentes da história da escultura. Bernini partiu da trilha deixada pelo mestre renascentista Michelangelo e adicionou o seu próprio elemento estilístico e inimitável: não só a expressividade figurativa dos rostos é ainda mais elaborada do que em Michelangelo, como ele dá às estátuas movimento.
  • 42. Pode não parecer ser um passo tão grandioso assim, mas a noção de movimento numa estátua — principalmente numa pesadíssima estátua de mármore — não é tarefa das mais fáceis. Isso porque, dependendo da posição em que a estátua se encontra, o eixo de equilíbrio da peça se desloca completamente. E o artista precisa encontrar o equilíbrio no que é desequilíbrio, para que a estátua não caia para um lado ou para outro.
  • 44. Para ficar bem claro isso, olhe de novo o David de Michelangelo. Observe bem sua postura ereta e relaxada.
  • 45. Agora olha só esse David, o David de Bernini:
  • 46. Aproveite outro ângulo… A estátua merece! E como ela merece MUITO, observem a expressão do rosto!
  • 47. Bernini - O êxtase de Santa Teresa Observe os feixes dourados que descem ao encontro da santa. O ouro, seja qual for a iluminação da câmara, fará com que se tenha a nítida referência de uma luz vinda do céu em direção a ela. Drapeados que geram contraste de claro/escuro. Agora observe a postura de Santa Teresa: seu corpo apresenta um espasmo, como se estivesse sendo puxado para cima, mesmo com o relaxamento do corpo (e há relatos da santa que em experiências espirituais ela teria levitado). O rosto expressa uma estado de relativa inconsciência; a boca entreaberta e serena denotam a experimentação de uma sensação de prazer. Por fim, observe como o anjo segura a seta: há extrema leveza no gesto, o que significa que não haverá um novo golpe. Além disso, ele contempla a santa com ternura e alegria.
  • 49. COMPARE Escultura do Barroco e do Renascimento
  • 50. Muerte de la Beata Ludovica Albertoni BERNINI
  • 53. O Reino de Deus na vida cotidiana • “Somos cristãos quer durmamos, comamos, ou trabalhemos; qualquer coisa que fizermos, faremos como filhos de Deus. Nosso cristianismo não serve apenas para os momentos piedosos ou atos religiosos. E o propósito da vida não é o evangelismo, é a busca do Reino de Deus”. • Rookmaaker, H. A Arte não precisa de Justificativa. Ed. Ultimato. 2010.
  • 54. Cumpre ressaltar a diferença entre o Barroco dos países protestantes e o dos países católicos. O Barroco protestante toma uma direção burguesa e secular. Nos países protestantes havia condições favoráveis à liberdade de pensamento, a investigação científica iniciada no Renascimento pôde prosseguir, permitindo assim a confecção de quadros como “A aula de anatomia do Dr.Tulp, também de Rembrandt.
  • 55. A força da burguesia na Holanda levou a pintura aos temas burgueses e de cenas da vida comum, como “A Ronda Noturna”, de Rembrandt. Philosopher meditation - Rembrandt
  • 57. O barroco holandês tem como característica ser uma pintura realista, concentrada nos retratos no interior das casas, nas paisagens nas naturezas mortas e nas cenas populares.
  • 58. O leque aberto pelas inovações do barroco protestante, onde a distância das tendências nobres, rebuscadas de competência católica favoreceu amplamente o desenvolvimento de temas pouco usuais até então e anteriormente menosprezados: a paisagem, as naturezas- mortas e a chamada ‘pintura de gênero’: imagens do cotidiano de seres comuns, destituídas de qualquer heroísmo. Vermeer
  • 59. Vale lembrar Barroco Protestante: Especialmente na Holanda, temas simples, ligados ao cotidiano (os protestantes acreditavam que o trabalho, no dia-a-dia, o trabalho dignifica o homem ). Há simplificação de alguns elementos, a imagem é menos dinâmica, mais limpa, a luz vem quase sempre de alguma janela ou vitral da parte superior esquerda da pintura. De início não foi tanto difundido quanto o Barroco Católico.
  • 60. • Andrea Dressler: http://arteeducacaodf.blogspot.com.br/ • https://pt.slideshare.net/CEF16/a-arte-barroca-na-europa- 25692525?qid=f5e05008-07d0-4cc6-835a- 81fb4936d05e&v=&b=&from_search=7 • Rookmaaker, H. A Arte não precisa de Justificativa. Ed. Ultimato. 2010.