1) Há desafios em administrar as diferenças entre os trabalhadores de uma Casa Espírita, como atritos e afastamentos;
2) É importante identificar, respeitar e integrar as diversas personalidades e aptidões de cada um para o bem comum;
3) Lideranças precisam mediar conflitos com diálogo e amor, evitando autoritarismo, para unir a todos na causa espírita.