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A CRISE DA DÍVIDA AMERICANA E SEUS IMPACTOS NO BRASIL Renato Moreira Pinheiro
Valor da dívida atual: 14,3 trilhões de dólares; Percentual da dívida em relação ao PIB: 93%; Quem define o limite de endividamento: o Congresso; O limite existe desde 1917 e já foi ampliando cerca de 70 vezes; Se o limite não fosse ampliado, os Estados Unidos não teriam condições de honrar com os seus compromissos; O calote tiraria dos Estados Unidos o posto de país mais seguro do mundo, o que traria sérias implicações para a sua economia e para o resto do mundo. Entendendo a crise:
O governo emite títulos para levantar recursos para novos investimentos e, principalmente, para pagar dívidas anteriores; Os títulos americanos, conhecidos como Treasuries, são os mais seguros do mundo, o que atrai investidores de olho em bons rendimentos com risco zero. O que é a dívida dos Estados Unidos:
Brasil, China, Japão, Reino Unido e os países exportadores de petróleo estão entre os maiores credores estrangeiros, que detêm 32% dos títulos da dívida americana; Dos 14,3 trilhões , 4,6 são pastas intergovernamentais e 9,7 dívida na mão do público; Devem ao Brasil: 187 bilhões de dólares; Devem à China: 1,1 trilhão. Para quem os EUA devem:
Efeitos da ressaca da crise financeira de 2008 desencadeada, principalmente, pela quebra do banco Lehman Brothers; O governo emitiu papéis para ter dinheiro para evitar a falência de empresas e bancos, isentar e reduzir alguns impostos e pagar benefícios como seguro desemprego, que crescem em épocas de crise; Gastos anteriores para financiar guerras e ações militares (as operações no Afeganistão custam 2 bilhões de dólares por semana). Por que a dívida está tão alta:
Encarecerá o custo de financiamento para bancos e empresas que necessitam captar recursos no exterior; Poderá provocar valorização do dólar, encarecendo o preço dos importados; Poderá gerar inflação de custos; Forçará o governo a aumentar os juros, para evitar o aumento dos preços; Poderá aumentar a relação dívida/PIB. Impactos na economia brasileira:

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Crise nos EUA

  • 1. A CRISE DA DÍVIDA AMERICANA E SEUS IMPACTOS NO BRASIL Renato Moreira Pinheiro
  • 2. Valor da dívida atual: 14,3 trilhões de dólares; Percentual da dívida em relação ao PIB: 93%; Quem define o limite de endividamento: o Congresso; O limite existe desde 1917 e já foi ampliando cerca de 70 vezes; Se o limite não fosse ampliado, os Estados Unidos não teriam condições de honrar com os seus compromissos; O calote tiraria dos Estados Unidos o posto de país mais seguro do mundo, o que traria sérias implicações para a sua economia e para o resto do mundo. Entendendo a crise:
  • 3. O governo emite títulos para levantar recursos para novos investimentos e, principalmente, para pagar dívidas anteriores; Os títulos americanos, conhecidos como Treasuries, são os mais seguros do mundo, o que atrai investidores de olho em bons rendimentos com risco zero. O que é a dívida dos Estados Unidos:
  • 4. Brasil, China, Japão, Reino Unido e os países exportadores de petróleo estão entre os maiores credores estrangeiros, que detêm 32% dos títulos da dívida americana; Dos 14,3 trilhões , 4,6 são pastas intergovernamentais e 9,7 dívida na mão do público; Devem ao Brasil: 187 bilhões de dólares; Devem à China: 1,1 trilhão. Para quem os EUA devem:
  • 5. Efeitos da ressaca da crise financeira de 2008 desencadeada, principalmente, pela quebra do banco Lehman Brothers; O governo emitiu papéis para ter dinheiro para evitar a falência de empresas e bancos, isentar e reduzir alguns impostos e pagar benefícios como seguro desemprego, que crescem em épocas de crise; Gastos anteriores para financiar guerras e ações militares (as operações no Afeganistão custam 2 bilhões de dólares por semana). Por que a dívida está tão alta:
  • 6. Encarecerá o custo de financiamento para bancos e empresas que necessitam captar recursos no exterior; Poderá provocar valorização do dólar, encarecendo o preço dos importados; Poderá gerar inflação de custos; Forçará o governo a aumentar os juros, para evitar o aumento dos preços; Poderá aumentar a relação dívida/PIB. Impactos na economia brasileira: